quinta-feira, janeiro 20, 2011

É o Homo-Sapiens duas vezes mais velho ou são os evolucionistas duas vezes mais crédulos?

Durante o mês passado, pesquisadores da Tel Aviv University (TAU) chocaram o mundo ao reportarem a descoberta do que aparenta ser dentição do Homo Sapiens. Até aqui tudo bem. O problema é que os métodos de datação evolucionistas dataram esses dentes com a nobre e mitológica idade de 400,000. Se isto é verdade, então isto duplica o tempo que os evolucionistas pensam que a nossa espécie está na Terra.

Sem dúvida que isto não é uma mudança menor na história evolutiva.

Um dos pesquisadores alega que isto pode significar que os humanos surgiram em Israel e não em África, como acreditam muitos evolucionistas.

Os dentes foram encontrados na cave Qesem onde as escavações decorrem desde 2004. A equipa liderada pelo arqueólogo Avi Gopher calculou a idade dos dentes baseando-se nas camadas sedimentares onde os mesmos foram encontrados.

Admitindo que mais pesquisas tem que ser feitas de modo a confirmar as conclusões da equipa, Gopher disse que a pesquisa "muda toda a face da evolução".

O arqueólogo da Universidade Cambridge Paul Mellars não tem reservas em relação à pesquisa, mas ressalva que identificar-se uma espécie com base nos dentes é problemático:

Com base nas evidências que eles citaram, [a sua alegação] é muito ténue e, francamente, é uma possibilidade muito remota.
Se a equipa da TAU não conseguir recolher mais evidências para as suas alegações, os evolucionistas podem-se esquecer rapidamente dos dentes e assumirem que os mesmos não pertencem ao Homo Sapiens. No entanto, se mais evidências forem recolhidas e as mesmas confirmarem a presença do Homo Sapiens há cerca de 500 milhões de anos atrás (segundo os sempre fiáveis métodos de datação evolutivos) como irão os evolucionistas reagir?

O mito da evolução precisa de tempo e as descobertas arqueológicas baseadas nos métodos de datação evolutivos forneceram aos evolucionistas bases sobre as quais eles determinam onde estava o homem a dada altura do tempo. Quando evidências como as descobertas pelos pesquisadores da TAU aparecem, o modelo evolutivo começa a desmoronar-se.

O que é que está errado: os métodos de datação evolutivos ou o modelo evolutivo em si?

Se a equipa encontrar mais evidências, os evolucionistas podem começar a chamar a estes dados como "um mistério por resolver".

Conclusão:

Claro que para os que crêem no que Deus diz na Bíblia, estes dados não são problemáticos. Como a evolução é um mito, e como os métodos de datação não funcionam, não há problemas científicos com a categorização dos dentes como sendo de Homo Sapiens.

A Bíblia diz-nos que Deus criou o ser humano no sexto dia da Criação, e que esse evento foi o culminar do processo de design de Deus. Não houve nenhum "processo evolutivo" até chegar ao homem porque Deus não precisa de praticar até chegar ao objectivo da Sua Criação (Salmo 33:9).

Se tu és daqueles cristãos que aceita a datação dos evolucionistas, repara só o quão frágil ela é. Será que vale a pena questionar a Palavra do Criador (que nunca erra) e pôr as palavras de humanos (que erram constantemente) acima da Palavra Daquela que sabe tudo?

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