quarta-feira, maio 06, 2009

Descoberta científica fragiliza evolução (outra vez)

Como se a montanha de evidências contra a teoria que afirma que o mundo criou-se a si próprio não fosse já de si maciça, os próprios evolucionistas continuam acumular mais e mais dados contra a sua própria teoria. Desta vez o evolucionista nem é um evolucionista mas uma evolucionista.

Neste post o Sabino reportou como Mary Schweitzer, da Universidade Estadual da Carolina do Norte (Raleigh - EUA) revelou ao mundo a descoberta de matéria orgânica em ossos de dinossauro com supostamente 68 milhões de anos.

Esta descoberta foi uma bomba no universo de Darwin, uma vez que pôs em causa todo o edíficio onde assenta o mito de Darwin: os supostos milhões de anos do Universo e da Terra.

Segundo a teoria da evolução, e embora existam inúmeras evidências contra essa posição, os dinossauros supostamente desapareceram da Terra milhões e milhões de anos antes da chegada do homem. Levando em conta esta posição, poderia se prevêr que encontrar vasos sanguíneos e proteínas num osso de um T-rex seria problemático.

Pois bem, tal foi de facto encontrado e, como esperado, foi problemático. Os evolucionistas têm agora a difícil tarefa de explicar ao mundo como é que material orgânico sobreviveu durante milhões de anos até aos dias de hoje. A interpretação mais directa (usando a tão apreciada navalha de Occam) é a de que o mundo não tem milhões de anos, no entanto, como tal posição destrói por completo o frágil edifício darwinista, os religiosos darwinistas buscam "outras explicações".

Conclusão:
Este dado é sintomático do peso que o naturalismo tem na teoria da evolução.

Qualquer pessoa não ébria com o "darWINE" (vinho darwin) já teria rejeitado a teoria da evolução há muito tempo, mas como isso tem implicações filosóficas tremendas, o melhor é encontrar "explicações" que estejam de acordo com o naturalismo.

Entretanto, Deus, o Criador dos dinossauros, antevendo esta lógica, disse há séculos atrás:

Diz o néscio no seu coração: Não há Deus. Os homens têm-se corrompido, fazem-se abomináveis em suas obras; não há quem faça o bem. (Salmo 14:1)

Não é a ciência que faz um homem ser ateu e aceitar a teoria da evolução, mas o pecado. O homem não quer ser controlado por ninguém, e como tal justifica o seu rejeição a Deus com "fábulas enganosas" (2 Pedro 1:16) e com a vaidade da sua mente (Efésios 4:17).

O ateu sabe que Deus existe e que vai haver um dia onde todos terão que prestar contas pela vida que levaram (Hebreus 9:27), mas ele continua a rejeitar a Verdade.

(Vêr também este post sobre a mesma temática)

2 comentários:

Boa... mais uma pra desmascarar a lucinógena "teoria da evolução". Poderiam mostrar essa matéria para os malucos rebeldes do ceticismo.net. Explica essa aí agora sr. sabe tudo andré...

se eu me tornar um cristão com a fé de um evolucionista acredito que montanhas andariam!!!!!!

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