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sábado, fevereiro 19, 2011

Génesis fala em seis dias normais

Porque em seis dias fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo o que neles há, e ao sétimo dia descansou: portanto, abençoou o Senhor o dia do sábado, e o santificou.
Êxodo 20:11

A linguagem dos capítulos 1 e 2 de Génesis é tecnicamente precisa e linguisticamente clara. Qualquer leitor pode entender que o Autor de Génesis tencionava reportar uma criação que durou seis dias normais, envolvendo a intervenção Sobrenatural de Deus em criar ex-nihilo, e em fazer e moldar alguma coisa básica em outra mais complexa.

Três dos dias (Dia 1, Dia 5, Dia 6) envolvem criação. Os outros três dias (Dia 2, Dia 3, Dia 4) envolvem organização, integração e estruturação do material criado no Dia 1.

A vida foi criada no Dia 5, vida essa partilhada pelo Homem e pelos animais. Um imagem especial de Deus foi criada no Dia 6 que só o Homem tem. A progressão de "simples para complexo" pode parecer seguir a mitologia evolutiva, mas a ordem específica (água >> terra >> plantas >> corpos estrelares e celestiais >> áves e peixes >> animais terrestres >> Homem) contradiz essa posição.

A palavra hebraica para dia (yom) é usada cerca de 3,000 vezes na Bíblia Hebraica e quase sempre tem o significado de um dia normal (24 horas). Nas poucas ocasiões em que a palavra é usada para classificar um período de tempo indefinido, o contexto claramente mostra que o significado da palavra não é um dia normal ("dia da tribulação", "dia do Senhor", "dia da batalha", etc). Sempre que a palavra dia é usada com um número ordinal (1, 2, 1º, 2º, etc) o seu significado é sempre o de um dia normal de 24 horas.

A linguagem de Génesis aparenta ter sido construída de modo a que o leitor não tenha dificuldades em entender que a palavra "dia" nada mais é o de um dia normal. A parte iluminada do dia é chamada de "Dia" e a porção não iluminada é chamada de "Noite". Depois disso, a "tarde e a manhã" são o Dia 1, Dia 2, etc. A fórmula linguística é repetida em cada um dos seis dias, situação curiosa se os dias tem que ser entendidos como "alegóricos" ou análogos a outra coisa que não ao ciclo dia-noite.

Quando o Criador escreveu os Dez Mandamentos com o Seu Próprio Dedo (sem dúvida a acção mais enfática feita por Deus em Nome da Sua Palavra), Ele especificamente designou o sétimo dia como sendo o dia do "Sabbath" (descanso) em memória e em honra do Seu próprio trabalho durante a Criação (seis dias de criação e ao sétimo dia "descansou" - Êxodo 20:11).

Naquele contexto, falado e escrito Pelo Próprio Deus, a Semana da Criação só pode significar uma semana de 7 dias, sendo que um dos dias é separado como dia Santo.

Conclusão:

Provavelmente ti és daqueles cristãos que acredita nos mitológicos milhões de anos mesmo sendo totalmente anti-evolucionista. A questão é a seguinte: se Deus tivesse criado o universo em seis dias, como é que Ele te poderia demonstrar isso por palavras?

Dito de outra forma: imagina que tu estás no lugar de Deus e queres que a Humanidade saiba que o universo tinha sido feito em 6 dias. Como é que deixarias isso por escrito?

Se fores honesto contigo próprio, vais ver que a forma como tu o revelarias ao Homem é muito parecida (senão idêntica) com a forma como Deus a declarou em Génesis.

Assumindo que o universo tem os mitológicos "milhões de anos", se Deus é Omnisciente, de certo que Ele saberia que mais tarde ou mais cedo haveriam de aparecer pessoas (criacionistas) a afirmar que Génesis demonstra um universo recente e que Deus criou em seis dias normais. Porque é que Ele não revelou que os dias de criação tinham sido "numerosos como a areia do mar" ou "como as estrelas do céu"?


"Que deveras Te abençoarei, e grandissimamente multiplicarei a tua semente, como as estrelas dos céus, e como a areia que está na praia do mar" Génesis 22:17

A razão mais lógica é que...Deus não falou em numerosos dias de criação porque Ele não demorou mais do que 6 dias para criar o Universo. Isto é um problema grave para a teoria da evolução (que desesperadamente precisa dos mitológicos "milhões de anos") mas nada que afecte a ciência ou a História.

segunda-feira, fevereiro 07, 2011

Olavo: Segundo a História, só o Cristianismo combateu a pedofilia

Olavo de Carvalho

O Globo, 27 de abril de 2002

Na Grécia e no Império Romano, o uso de menores para a satisfação sexual de adultos foi um costume tolerado e até prezado. Na China, castrar meninos para vendê-los a ricos pederastas foi um comércio legítimo durante milênios. No mundo islâmico, a rígida moral que ordena as relações entre homens e mulheres foi não raro compensada pela tolerância para com a pedofilia homossexual. Em alguns países isso durou até pelo menos o começo do século XX, fazendo da Argélia, por exemplo, um jardim das delícias para os viajantes depravados (leiam as memórias de André Gide, “Si le grain ne meurt”).

Por toda parte onde a prática da pedofilia recuou, foi a influência do cristianismo — e praticamente ela só — que libertou as crianças desse jugo temível.

Mas isso teve um preço. É como se uma corrente subterrânea de ódio e ressentimento atravessasse dois milênios de história, aguardando o momento da vingança. Esse momento chegou.

O movimento de indução à pedofilia começa quando Sigmund Freud cria uma versão caricaturalmente erotizada dos primeiros anos da vida humana, versão que com a maior facilidade é absorvida pela cultura do século. Desde então a vida familiar surge cada vez mais, no imaginário ocidental, como uma panela-de-pressão de desejos recalcados. No cinema e na literatura, as crianças parecem que nada mais têm a fazer do que espionar a vida sexual de seus pais pelo buraco da fechadura ou entregar-se elas próprias aos mais assombrosos jogos eróticos.

O potencial politicamente explosivo da idéia é logo aproveitado por Wilhelm Reich, psiquiatra comunista que organiza na Alemanha um movimento pela “libertação sexual da juventude”, depois transferido para os EUA, onde virá a constituir talvez a principal idéia-força das rebeliões de estudantes na década de 60.

Enquanto isso, o Relatório Kinsey, que hoje sabemos ter sido uma fraude em toda a linha, demole a imagem de respeitabilidade dos pais, mostrando-os às novas gerações como hipócritas sexualmente doentes ou libertinos enrustidos.

O advento da pílula e da camisinha, que os governos passam a distribuir alegremente nas escolas, soa como o toque de liberação geral do erotismo infanto-juvenil. Desde então a erotização da infância e da adolescência se expande dos círculos acadêmicos e literários para a cultura das classes média e baixa, por meio de uma infinidade de filmes, programas de TV, “grupos de encontro”, cursos de aconselhamento familiar, anúncios, o diabo. A educação sexual nas escolas torna-se uma indução direta de crianças e jovens à prática de tudo o que viram no cinema e na TV.

Mas até aí a legitimação da pedofilia aparece apenas insinuada, de contrabando no meio de reivindicações gerais que a envolvem como conseqüência implícita.

Em 1981, no entanto, a “Time” noticia que argumentos pró-pedofilia estão ganhando popularidade entre conselheiros sexuais. Larry Constantine, um terapeuta de família, proclama que as crianças “têm o direito de expressar-se sexualmente, o que significa que podem ter ou não ter contatos sexuais com pessoas mais velhas”. Um dos autores do Relatório Kinsey, Wardell Pomeroy, pontifica que o incesto “pode às vezes ser benéfico”.

A pretexto de combater a discriminação, representantes do movimento gay são autorizados a ensinar nas escolas infantis os benefícios da prática homossexual. Quem quer que se oponha a eles é estigmatizado, perseguido, demitido. Num livro elogiado por J. Elders, ex-ministro da Saúde dos EUA (surgeon general — aquele mesmo que faz advertências apocalípticas contra os cigarros), a jornalista Judith Levine afirma que os pedófilos são inofensivos e que a relação sexual de um menino com um sacerdote pode ser até uma coisa benéfica. Perigosos mesmo, diz Levine, são os pais, que projetam “seus medos e seu próprio desejo de carne infantil no mítico molestador de crianças”.

Organizações feministas ajudam a desarmar as crianças contra os pedófilos e armá-las contra a família, divulgando a teoria monstruosa de um psiquiatra argentino segundo a qual pelo menos uma entre cada quatro meninas é estuprada pelo próprio pai.

A consagração mais alta da pedofilia vem num número de 1998 do “Psychological Bulletin”, órgão da American Psychological Association. A revista afirma que abusos sexuais na infância “não causam dano intenso de maneira pervasiva”, e ainda recomenda que o termo pedofilia, “carregado de conotações negativas”, seja trocado para “intimidade intergeracional”.

Seria impensável que tão vasta revolução mental, alastrando-se por toda a sociedade, poupasse miraculosamente uma parte especial do público: os padres e seminaristas. No caso destes somou-se à pressão de fora um estímulo especial, bem calculado para agir desde dentro. Num livro recente, “Goodbye, good men”, o repórter americano Michael S. Rose mostra que há três décadas organizações gays dos EUA vêm colocando gente sua nos departamentos de psicologia dos seminários para dificultar a entrada de postulantes vocacionalmente dotados e forçar o ingresso maciço de homossexuais no clero. Nos principais seminários a propaganda do homossexualismo tornou-se ostensiva e estudantes heterossexuais foram forçados por seus superiores a submeter-se a condutas homossexuais.

Acuados e sabotados, confundidos e induzidos, é fatal mais dia menos dia muitos padres e seminaristas acabem cedendo à geral gandaia infanto-juvenil. E, quando isso acontece, todos os porta-vozes da moderna cultura “liberada”, todo o establishment “progressista”, toda a mídia “avançada”, todas as forças, enfim, que ao longo de cem anos foram despojando as crianças da aura protetora do cristianismo para entregá-las à cobiça de adultos perversos, repentinamente se rejubilam, porque encontraram um inocente sobre o qual lançar suas culpas. Cem anos de cultura pedófila, de repente, estão absolvidos, limpos, resgatados ante o Altíssimo: o único culpado de tudo é... o celibato clerical! A cristandade vai agora pagar por todo o mal que ela os impediu de fazer.

Não tenham dúvida: a Igreja é acusada e humilhada porque está inocente. Seus detratores a acusam porque são eles próprios os culpados. Nunca a teoria de René Girard, da perseguição ao bode expiatório como expediente para a restauração da unidade ilusória de uma coletividade em crise, encontrou confirmação tão patente, tão óbvia, tão universal e simultânea.

Quem quer que não perceba isso, neste momento, está divorciado da sua própria consciência. Tem olhos mas não vê, tem ouvidos mas não ouve.

Mas a própria Igreja, se em vez de denunciar seus atacantes preferir curvar-se ante eles num grotesco ato de contrição, sacrificando pro forma uns quantos padres pedófilos para não ter de enfrentar as forças que os injetaram nela como um vírus, terá feito sua escolha mais desastrosa dos últimos dois milênios.

sábado, janeiro 22, 2011

Os livros mais lidos em 2010

Fonte

Infelizmente, nossos cadernos literários só publicam os livros mais vendidos em 2010, e não os livros mais lidos em 2010. Excluem assim os livros comprados em 2009, 2008 até em 1950, que foram lidos ou relidos em 2010, os livros que mais influenciaram os seus leitores durante o ano. Livros que amigos emprestam para outros ou que passam de pai para filho. Bem diferente dos modismos do momento.

Nem seria muito caro contratar o Ibope e a Datafolha, e colocar uma pergunta extra nas suas “N” pesquisas eleitorais: “Que livro você está lendo atualmente?” Mas, infelizmente, os cadernos literários usam o critério eminentemente capitalista de “livros mais vendidos”, “livros que deram as maiores receitas para as editoras”. Não é o que se aprende nas escolas de jornalismo, que é agradar os leitores que leem e não as editoras que mais anunciam. Vá entender.

Bastou 30 dias para fazer a pesquisa, e os 10 livros mais lidos em 2010, foram estes:

1. Livro de Gênesis
2. Livro do Êxodo
3. Levítico
4. Números
5. Deuteronômio
6. Livro de Josué
7. Livro de São Marcos
8. Livro de Isaías
9. Livro dos Salmos
10. Livro de São Mateus

Para quem não sabe, Bíblia significa Biblioteca de Livros. São vários livros e não um só. Por isso, temos 10 nos primeiros lugares. Surpresa que sejam os livros mais lidos em 2010? Óbvio que não.

Mas depois dessa constatação, não demorou muito para descobrir que a Bíblia foi o livro mais vendido em 2010, algo que vem ocorrendo desde 1950, ou até antes. E de longe!

Estima-se entre 10.000.000 a 14.000.000 de cópias vendidas só em 2010, no Brasil. O segundo número inclui Bíblias mais curtas para crianças, resumos, etc. No mundo é exatamente a mesma coisa. Ou seja, a Bíblia tem sido o livro mais “censurado” há mais de 50 anos. Igrejas deveriam publicar na capa: “Bíblia, 18.000 dias sob censura no mundo inteiro.”

Se a Bíblia vendeu 5 bilhões de cópias sob censura total, imagine se a imprensa o publicasse como o livro mais vendido do ano. Ou se os críticos analisassem semanalmente os vários livros da Bíblia. Ou se os jornalistas de esquerda fizessem uma análise mais marxista da Bíblia em vez de fazer de conta que ela simplesmente não existe.

Não sou carola, mas não posso aceitar que por motivos ideológicos censurem em nome da liberdade de imprensa, usando “maximização do lucro” como critério de seleção.

Pode não ser jornalístico, para alguns, repetir toda semana a mesma constatação, mas muitos outros não consideram jornalístico esconder a verdade por mais de 60 anos.

(Stephen Kanitz)

sexta-feira, janeiro 14, 2011

Ludwig confunde descrição com prescrição

Ludwig diz:
E se defendes que Maria era virgem sem apresentar evidências suficientes para contrabalançar tudo o que a biologia indica.
Não há nada na "Biologia" que invalide a Incarnação.

A ciência é um processo descritivo e não prescritivo. A gravidade diz-me que se eu deixar cair um objecto, ele vai ser atraído para o centro da Terra (se não estiver a acelerar em direcção contraria). Mas se enquanto ele está a cair eu pegar nele e sustê-lo na minha mão, isso não refuta a gravidade. Ou refuta?

Semelhantemente, a anatomia diz-nos a forma segundo a qual Deus estabeleceu como os mamíferos se devem reproduzir. No entanto as leis naturais criadas por Deus não invalidam que Deus possa operar de forma que vá para além delas, da mesma forma que as leis naturais não impedem que eu possa pegar num objecto enquanto esta está em queda - suspendendo assim os efeitos da lei da gravidade (não a lei da gravidade, como muitos naturalistas erradamente pensam).

Como é normal nos naturalistas, vocês confundem "descrição" com "prescrição".

estás na mesma posição do Mats e do perspectiva, que também acreditam em coisas contrárias ao que a ciência nos diz.
Palavras interessantes de alguém que acredita que a vida criou-se a si mesma, que universos geraram-se a si mesmos, que répteis evoluíram para passarinhos, que lobos/vacas evoluíram para baleias e códigos informacionais escrevem-se a eles mesmos.

sábado, dezembro 25, 2010

Ele é a Imagem do Deus invisível

"É Ele a imagem do Deus invisível,
o Primogénito de toda a criatura;
porque foi nEle que todas as coisas foram criadas,
no céu e na terra,
as visíveis e as invisíveis,
os Tronos e as Dominações,
os Poderes e as Autoridades,
todas as coisas foram criadas por Ele e para Ele.
Ele é anterior a todas as coisas
e todas elas subsistem nele.
É Ele a cabeça do Corpo,
que é a Igreja.
É Ele o princípio,
o Primogénito de entre os mortos,
para ser Ele o primeiro em tudo;
porque foi nEle que aprouve a Deus
fazer habitar toda a plenitude
e, por Ele e para Ele, reconciliar todas as coisas,
pacificando pelo sangue da Sua cruz,
tanto as que estão na terra
como as que estão no céu."


(São Paulo, Carta aos Colossenses 1, 15-20)

domingo, setembro 12, 2010

Crime de "ódio" e "arte"


Foto retirada deste blog.

domingo, agosto 22, 2010

Existem Evidências Históricas Para a Ressurreição de Jesus? - Craig Versus Ehrman

Este debate mostra o porquê de Richard Dawkins evitar debater William Lane Craig.

terça-feira, agosto 17, 2010

Como combater a epidemia de DST: Seguindo a Bíblia

Margie Mason reportou recentemente que a China está a sofrer uma epidemia maciça de sífilis. Ela não só alertou para o facto de em todas as horas um bebé chinês nascer com sífilis como também ressalvou que "entre os períodos de 2003 e 2008 a taxa de transmissão mãe-para-filho disparou de 7 para 57 casos por cada 100,000 novos nascimentos".

Actualmente os casos reportados de sífilis estão a "crescer à ordem de 30% todos os anos". Margie Mason disse também que a mesma doença está em crescimento nos EUA também.

A que causas é que Mason e os peritos que ela consultou atribui o aumento da infecção? Ela diz:

Na China, as prostitutas e os homens homossexuais ou bissexuais (muitos deles casados e com famílias) estão a aumentar os níveis de sífilis.
Ela afirmou também que nos EUA "mais de 60% dos novos casos de sífilis estão conectados com o sexo homossexual".

Qual é a solução para as epidemia das DST (Doenças Sexualmente Transmitidas) como a sífilis? O Centro de Controle de Doenças delineou um modo simples e eficiente para erradicar estas doenças:

A maneira mais segura de se evitar a transmissão de doenças como a sífilis, é abster-se do contacto sexual ou estar num relacionamento a longo prazo mutuamente monogâmico com um parceiro que já foi testado e de quem se sabe estar limpo de doenças.
Espera lá! Abster-se de contacto sexual ou estar num relacionamento mutuamente monogâmico a longo prazo?!! Mas isso parece algo tirado de um Livro Antigo escrito há séculos atrás por "pastores ignorantes" não?

Para quem não tem estado no planeta Terra durante os últimos 6,000 anos, a "receita" médica proposta pelo Centro de Controle de Doenças como forma de combater a epidemia de DST é exactamente aquilo que a Bíblia nos diz sobre uma conduta sexual saudável.

Os Mandamentos do Criador no que tocam à sexualidade dizem-nos que o sexo tem que ser reservado para a aliança dum casamento para toda a vida entre um homem e uma mulher (Mateus 19:1-4, Hebreus 13:4, 1 Corintios 6:15-20). A medicina moderna vem agora dizer que esta é a melhor forma para se combater as DST. Deve ser "coincidência".

Na verdade, o que Deus diz sobre o sexo e sobre todos os aspectos da vida humana tem como propósito levar o homem a usufruir plenamente daquilo que Ele nos deu. Em Deuteronómio 6:24 o Profeta Moisés escreveu:

E o Senhor nos ordenou que fizéssemos todos estes estatutos, para temer ao Senhor, nosso Deus, para o nosso perpétuo bem, para nos guardar em vida, como no dia de hoje.
Se Deus criou os seres humanos, e se Ele sabe tudo sobre eles, então Ele é o Único Ser em posição de estabelecer padrões perfeitos para a felicidade humana. As medidas humanas, como se vê nas políticas ateístas de distribuição de preservativos entre a população ou ensino de posições sexuais a crianças com idades que podem chegar aos 12,13 ou 14 anos, não funcionam e a medicina demonstra-o.

Infelizmente, muitas pessoas não entendem a motivação por trás dos Mandamentos de Deus. As pessoas erradamente assumem que Deus está a tentar privá-los de gozar a vida ou está a forçá-los a evitar coisas que trariam prazer. A realidade, porém, mostra que Deus criou os seres humanos de forma a que eles fossem capazes de atingir "vida abundante" ao seguirem os Seus Graciosos Mandamentos (João 10:10)

Conclusão:

Porque é que Deus regula aspectos da vida humana como a sexualidade? A resposta prática é: porque desta forma os seres humanos podem evitar muitas situações dolorosas como bebés a nascer com sífilis que causa "danos irreversíveis" como surdez, problemas neurológicos e deformações ósseas.

A resposta Teológica é: porque Deus ama todos os seres humanos e quer que todos eles possam viver a vida da forma mais abundante possível nesta Terra, como também possuir a expectativa de vida eterna com Ele (2 Pedro 3:9).

Deus tem a solução para os nossos problemas terrenos, e tem No Seu Filho a Solução para os nossos problemas eternos. O facto da Medicina confirmar aquilo que a Bíblia diz é exactamente o que seria de esperar se a Bíblia fosse o que afirma ser, nomeadamente, a Palavra do Criador do Universo.

Se és ateu pensa assim: se naquilo que nós podemos testar a Bíblia confirma-se como Correcta, porque é que ainda pensas que nas coisas que não se podem testar ela está errada?

Faz a tua escolha.

Ver também:

O Plano de Salvação de Deus


sexta-feira, abril 02, 2010

O que a Bíblia diz sobre a pena de morte/pena capital?

Pergunta: "O que a Bíblia diz sobre a pena de morte/pena capital?"

Resposta: A lei do Antigo Testamento ordenava a pena de morte para vários atos: assassinato (Êxodo 21:12), sequestro (Êxodo 21:16), deitar-se com animais (Êxodo 22:19), adultério (Levítico 20:10), homossexualismo (Levítico 20:13), ser um falso profeta (Deuteronômio 13:5), prostituição e estupro (Deuteronômio 22:4), e diversos outros crimes. No entanto, Deus frequentemente demonstrava misericórdia quando a pena de morte era dada. Davi cometeu adultério e homicídio, e mesmo assim Deus não exigiu que sua vida fosse tirada (2 Samuel 11:1-5, 14-17; 2 Samuel 12:13). No fim das contas, todo e qualquer pecado que nós cometemos deveria resultar na pena de morte (Romanos 6:23). Felizmente, Deus demonstra o Seu amor por nós não nos condenando (Romanos 5:8).

Quando os fariseus trouxeram a Jesus uma mulher que havia sido pega em adultério e perguntaram a Ele se ela deveria ser apedrejada, Jesus respondeu: “Aquele que dentre vós estiver sem pecado seja o primeiro que lhe atire a pedra” (João 8:7). Isto não deve ser usado para indicar que Jesus rejeitava a pena de morte em qualquer situação. Jesus estava simplesmente expondo a hipocrisia dos fariseus. Os fariseus queriam fazer com que Jesus violasse a lei do Antigo Testamento... eles realmente não se importavam com o fato de a mulher ser apedrejada (onde estava o homem pego em adultério?).

Foi Deus quem instituiu a pena de morte: “Se alguém derramar o sangue do homem, pelo homem se derramará o seu; porque Deus fez o homem segundo a Sua imagem” (Génesis 9:6). Jesus concordaria com a pena de morte em alguns casos. Jesus também demonstrou graça quando a pena de morte foi imputada a alguém (João 8:1-11). O apóstolo Paulo definitivamente reconheceu o poder do governo para instituir a pena de morte onde fosse apropriado (Romanos 13:1-5).

Então, basicamente, estamos de volta ao lugar onde começamos. Sim, Deus permite a pena de morte. Mas ao mesmo tempo, Deus nem sempre exige a pena de morte quando ela é aplicável. Qual deveria ser a visão de um cristão acerca da pena de morte, então? Primeiro, devemos nos lembrar de que Deus instituiu a pena de morte na Sua Palavra; portanto, seria presunçoso da nossa parte pensar que nós podemos instituir um padrão mais alto que o Dele ou que nós podemos ser mais bondosos do que Ele.

Deus tem um padrão mais alto do que o de qualquer outro ser, visto que Ele é perfeito. Este padrão se aplica não apenas a nós, mas para Ele mesmo. Portanto, Ele ama em um grau infinito, e Ele tem misericórdia em um grau infinito. Nós também vemos que Ele tem ira em um grau infinito, e tudo isto se mantém em perfeito equilíbrio.

Segundo, nós devemos reconhecer que Deus deu ao governo a autoridade de determinar quando a pena de morte deve ser dada (Génesis 9:6; Romanos 13:1-7). Não é bíblico afirmar que Deus se opõe à pena de morte em qualquer situação.

Os cristãos jamais devem comemorar quando a pena de morte é empregada, mas, ao mesmo tempo, os cristãos não devem lutar contra o direito do governo de executar os autores dos crimes mais hediondos.

sexta-feira, março 12, 2010

O Filho do homem – Dn 7.13

A expressão “filho do homem” com sentido messiânico ocorre apenas uma vez no A.T:


“Eu estava olhando nas minhas visões da noite, e eis que vinha com as nuvens do céu um como o Filho do Homem, e dirigiu-se ao Ancião de dias, e o fizeram chegar até ele” (Dn 7.13)



Num sentido genérico, a expressão “filho do homem” significa “um ser humano em contraste com um ser divino ou animal” e ocorre aproximadamente 108 vezes no Antigo Testamento. No livro de Ezequiel, Deus se dirige ao profeta 93 vezes como “filho do homem”.


A expressão “filho do homem” ou “ser humano” em Daniel 7.13 é usada em contraste com quatro grandes monstros, que representam quatro reinos do mundo, que saem do mar. O “filho do homem” representa o quinto reino, ou o reino do céu. Daniel 7 é, em muitos aspectos, semelhante o capítulo 2. Estes 2 capítulos foram escritos em aramaico. Ambos descrevem uma visão de quatro reinos que Daniel teve, seguidos de um quinto reino, que é o reino universal e eterno de Deus.


No capítulo 2, o quinto reino é representado por uma pedra cortada das montanhas sem que alguém usasse as mãos para isso. A pedra destrói os quatro reinos anteriores e enche toda a terra (Dn 2.34,35, 44-45). No capítulo 7, os quatro reis, reinos ou chifres são representados por quatro monstros que surgem do mar (Dn 7.3). O quinto reino é representado por “um ser parecido com um homem” (Dn 7.13, BLH), que vem com as nuvens do céu até onde o “Ancião de dias” estava sentado em um trono de julgamento.


Foi-lhe dado domínio e glória, e o reino,

para que os povos, nações e homens

de todas as línguas o servissem;

o seu domínio é domínio eterno,

que não passará,

e o seu reino jamais será destruído (Dn 7.14)



Em Daniel 7.13,14 o “filho do homem” é um indivíduo totalmente diferente dos animais que saíram do mar. Ele é o rei de todos os povos, nações e línguas, que o “servirão” ou “adorarão” (v. 14). Daniel pede ajuda para interpretar o que viu (v. 16). O intérprete lhe diz que os quatro grandes monstros são quatro reis que se levantarão da terra (v. 17), mas “os santos do Altíssimo receberão o reino e o possuirão para todo o sempre, de eternidade em eternidade” (v. 18). No versículo 21, os santos são identificados aos que foram atacados por um representante do quarto monstro. O tribunal deu o reino aos santos do Altíssimo (v. 22).


O que isso significa? Em Daniel 7.14, o Ancião de dias deus os reinos do mundo ao “filho do homem” que representa o quinto reino, mas no versículo 18 são os “santos” que recebem o reino. O filho do homem é representado como ser humano que vem das nuvens, para contrastar seu reino com o dos monstros que vêm do mar. O seu reino virá das nuvens (ou do céu), mas o deles (dos monstros) virá do caos. O filho do homem que vem com as nuvens do céu é mais que um ser humano comum. O estudioso Von Rad disse que “não pode haver dúvidas de que o filho do homem descrito em Dn 7.13 é inicialmente apresentado como um personagem messiânico no sentido mais amplo do termo”.


O erudito G.R. Beasley-Murray disse: “em outros lugares do A.T, quem cavalga as nuvens é Iavé (Sl 18.10,11), não o símbolo de um grupo”. Por isso, deve-se esperar que, nessa visão, aquele que cavalga as nuvens indique o representante do governo de Deus e (à luz da interpretação) o representante do povo a quem o governo é dado. Na tradição profética, o Messias tem exatamente essa posição, de representante de Iavé e do povo que tem o privilégio de ser incluído em seu governo.


Muitos detalhes dispersos no A.T apontam para um novo e futuro reino de Deus. Conceitos como “filho de Davi”, “filho de Deus”, “filho do homem” e “servo sofredor” surgem em tempos e circunstâncias diferentes. Perceba que eles nunca são colocados juntos ou vinculados de alguma forma sistemática no A.T. É o Novo Testamento que reúne todas essas idéias e diz que Yeshua há Mashiach é o cumprimento de todas elas. A Ele glória!


Pr Marcelo de Oliveira


Bibliografia: Smith, Ralph. Teologia do A.T. Edições Vida Nova

Skarsaune, Oskar. À Sombra do Templo. Ed. Vida

sábado, janeiro 02, 2010

Será que as tatuagens tem significado espiritual?

Levítico 19:28
Pelos mortos não dareis golpes na vossa carne;
nem fareis marca alguma sobre vós: Eu sou o Senhor.

A Bíblia Hebraica explicitamente proíbe o povo de Deus de marcar o seu corpo. Pode ser argumentado que os cristãos negam-se a fazer tatuagens porque o seu corpo é o templo do Espírito Santo (1 Cor 3:16), mas pesquisas levadas a cabo em 1999 começam a sugerir que há algo mais por trás desta temática.

O Dr. William Cardasis, um psiquiatra criminal de Michigan, vê uma possível ligação entre o comportamento criminal e as tatuagens.

Durante o seu estudo a 55 pacientes num hospital de segurança máxima, o Dr. Cardasis encontrou ligações estatísticas entre comportamento sociopata e a tendência para usar tatuagens.

Ele descobriu que pacientes com tatuagens eram mais susceptíveis de desrespeitar os direitos dos outros, comportar-se de modo compulsivo, mentir e roubar sem remorsos. Outro estudo levado a cabo em cadáveres em Nova York mostrou que os corpos dos drogados adolescentes tinham o dobro das tatuagens quando comparados com o resto da população.

Um artista tatuador disse à imprensa que se recusa a tatuar a cara, o pescoço ou as mãos. Ele afirmou que algumas pessoas consideram tatuagens nessas partes do corpo como sendo "território de assassinos em série".

O Dr. Cardasis acrescenta que o facto de se ter uma tatuagem não significa que uma pessoa seja um criminosa - isso depende do significado da tatuagem para a pessoa que a tem.

Conclusão:

Ter uma tatuagem é um compromisso permanente com o símbolo representado pela tatuagem. Os cristãos devem possuir um compromisso permanente com o Senhor Jesus Cristo.

Vêr também:
1. Pode um cristão fazer tatuagens?



Referencias: "What do tattoos say about the soul?" The Toronto Star, 12/26/99, p.J6.

quarta-feira, dezembro 30, 2009

A Bíblia é um Livro violento?

Dentro da religião ateísta existem grupos de pessoas que se focam no suposto "mal" que existe na Bíblia como forma de justificarem a sua rejeição do Cristianismo. A sua lógica é a de que como a Bíblia é um Livro cheio de "maldade" e "violência", então o ateu é perfeitamente coerente ao rejeitá-la como a Palavra de Deus.

Provavelmente para grande surpresa dos crentes ateus, os cristãos estão bem cientes que a Bíblia é um Livro cheio de violência, crimes, violações, fornicação e outras coisas. Existe uma boa razão para isso.

A Bíblia está cheio de violência e crime (e tudo o mais que os crentes ateus quiserem lá pôr) porque a Bíblia fala àcerca da forma de vida mais violenta que existe sobre a Terra: o ser humano. Como nós somos violentos, e como a Bíblia revela a interacção dO Criador com a Sua mais preciosa criação, é normal que a Bíblia esteja cheia daquilo que os ateus chamam de "maldade". Nós somos maus e portanto um Livro que fale sobre nós teria que conter as maldades feitas por nós.

Ao contrário dos outros livros ditos sagrados ("Alcorão", "Gita", "Origem das Espécies", etc) a Bíblia não só revela-nos como nós realmente somos, mas mostra-nos também os efeitos da nossa conduta. A Bíblia é, por assim dizer, um espelho apontado para a nossa vida. O que nós vemos no espelho não nos agrada e como tal tentamos afastar o espelho de nós (ou afirmar que o espelho está defeituoso). Infelizmente as coisas não funcionam assim. (Aliás, felizmente, as coisas não funcionam assim!)

Uma das primeiras "maldades" a que a Bíblia refere é o assassínio de Abel por parte de seu irmão Caim. A razão que levou Caim a matar o seu irmão é tão actual hoje como o era na altura: inveja. Caim não gostou que Deus tivesse dado preferência às escolhas de Abel e em vez de mudar o seu comportamento, ele mudou o seu relacionamento com o seu irmão.

Isto é equivalente ao que se passa nos dias de hoje. Muitas vezes pessoas bem intencionadas apontam-nos o caminho a seguir e nós, em vez de seguir o conselho que nos é oferecido com boas intenções, mudamos a forma como nos relacionamos com as pessoas que nos tentam ajudar.

Será lógico criticar o Livro que mostra esta má acção?

Outra maldade a que Deus alude na Sua Palavra é a violência que existia antes do Dilúvio. A Palavra do Criador diz:

Então disse Deus a Noé: O fim de toda carne é chegado perante Mim; porque a terra está cheia da violência dos homens; eis que os destruirei juntamente com a terra.Génesis 6:13
Mais uma vez convém perguntar: será que Deus errou em mostrar uma das razões que levaram à destruição do mundo pré-Dilúvio?

Imaginem um livro que diz de si mesmo ter origens no Criador mas que falha em nos mostrar realisticamente as consequências do comportamento humano; será que haveria alguma razão para se considerar o seu autor como sendo Aquele que sabe tudo?

Conclusão:

A especulação ateísta àcerca das "maldades" que se encontram na Bíblia são justificadas até certo ponto. De facto a Bíblia está cheia de maldades. No entanto, essas maldades devem-se à nossa natureza caída e não à Natureza de Deus.

Em vez de se queixarem àcerca da "maldade" existente na Bíblia, os crentes ateus deveriam procurar saber o porquê da Bíblia estar cheia de violência. Provavelmente eles já fizeram esse exercício e não gostaram de ver que toda a "violência" a que a Bíblia se refere parte da maldade do coração humano.

Enganoso é o coração do homem, mais do que todas as coisas, e perverso - Jeremias 17:10.
A tragédia disto tudo é que todo o tempo que o crente ateu perde a apontar a "maldade" da Bíblia fá-lo ficar cego em relação a grande verdade e a grande Mensagem da Palavra do CriadorBíblia:
A vontade de Deus é perfeita boa e agradávelRomanos 12:2
O motivo que leva Deus a revelar-nos a nossa condição não é o de impor fardos pesados sobre a nossa alma, mas o de sabermos que, apesar da nossa natureza caída, da nossa violência, dos nossos assassínios, roubos e tudo o mais, o Criador está de Braços Estendidos Pronto a aceitar de volta quem genuinamente quiser deixar para trás a vida de pecado.

Qual vai ser a tua escolha? Vais continuar a apontar defeitos ao espelho que Deus pôs à tua frente, ou vais aceitar o Plano da Salvação de Deus?

sábado, outubro 17, 2009

Os Fenícios e a Pedra Brasileira

I Reis 9:26
Também o rei Salomão fez naus em Esion-geber,
que está junto a Eloth, na praia do mar de Suf, na terra de Edom.

Não é fora do normal encontrarem-se pedras com inscrições na América do Sul, no entanto uma pedra encontrada no Brasil, em 1872, mostrou-se fora do normal. Isto é tanto mais assim se levarmos em conta que as civilizações Inca, Maia ou Asteca nunca viveram nessa área. Como se isso não fosse suficiente, a pedra estava em fenício.

O seu descobridor, que não sabia fenício, enviou-a às autoridades locais, que de seguida a deram ao principal do museu nacional. O mesmo reconheceu a antiga língua e traduziu-a.

A inscrição na pedra lê

Nós somos os filhos de Canaã de Sidon, a cidade do Rei. O comércio levou-nos a estas costas distantes, a uma terra de montanhas.
Será que os comerciantes Fenícios do século 7 antes de Cristo navegaram até à América do Sul? No mundo antigo, os Fenícios eram conhecidos como os maiores comerciantes marítimos da altura.

No entanto, e devido a preconceitos baseados na teoria da evolução, não se aceitou a noção de que o homem antigo era tão ou mais inteligente que o homem actual, e como tal, a inscrição foi na generalidade ignorada.

Foi então que no ano de 1960 um leilão nos EUA mudou as coisas. Um perito especialista em línguas antigas estudou uma réplica que estava a ser leiloada, e concluiu que a inscrição é autêntica. A mesma contém ondulações desconhecidas pelos estudiosos do século 19.

Conclusão:

Embora hoje em dia nós saibamos mais factos (temos mais informação), o homem antigo não era menos inteligente e menos talentoso do que nós. Isto está de acordo com a imagem Bíblica do homem que o coloca, não uma criatura em constante evolução e melhoria gradual, mas sim como a mais exaltada criatura visível de Deus.

Mais uma vez se vê que a Bíblia está em perfeito acordo com os dados científicos, contrariamente ao que os ateus afirmam.

João 17:17 - Santifica-os na verdade; a Tua Palavra é a Verdade

O cristão não precisa de acomodar filosofias pagãs com o Testemunho de Deus (Bíblia) porque o Mesmo é o mais Fiel Relato das origens do Universo e da vida lá contida.

Referência:
Archeology, "Before Columbus or the Vikings," Science, May 1968.

sábado, agosto 08, 2009

Algumas noticias - Agosto de 2009

  • Cientistas criaram uma nova técnica para introduzir modificações nos genomas de micróbios. Obviamente, qualquer "evolução" que daí aconteça será o resultado de design inteligente e não de aleatoriedade inerente à teoria da evolução.

  • Macaco pastoreia cabras! Esta harmonia que parece existir em diversas formas de vida não é bem o que seria de encontrar num mundo que funciona na base do "mata ou és morto" presente na mitologia darwinista. Claro que os darwinistas já observaram animais a cooperarem, e como tal já incluiram o altruísmo dentro da teoria da evolução. Portanto, a teoria da evolução causa o altruísmo, excepto quando não causa o altruísmo.

  • Mais evidências para a presença de proteínas nos ossos de um T. rex.
    (Vêr também 1,2,3,4,5,6)

  • Cristais líquidos numa barata? Brilhante design! Só falta encontrar GPS dentro das formas de vida. Aliás, já não falta.


Estes e outros dados científicos são o suficiente para se vêr o quão a ciência funciona perfeitamente sem se levar em conta os imaginados poderes criativos das forças não-inteligentes.

domingo, maio 17, 2009

Refutando os (selectivamente) cépticos

Josué 10:10-11
E o Senhor os conturbou diante de Israel, e os feriu de grande ferida em Gibeon;
e seguiu-os pelo caminho que sobe a Betoron,
e os feriu até Azeca e a Maqueda


O crítica moderna à historicidade da Bíblia começou nos finais do século 18 e tem continuado até os dias de hoje. Hoje em dia, por incrível que pareça, muitos dos críticos da Verdade Bíblica (especialmente do Livro de Génesis) são pessoas que se identificam como "cristãs". (Tito 1:16 fala de tais "cristãos").

O que os modernos críticos alegam é que a Bíblia nada mais é que Um Livro imerso em erros científicos e históricos (e sabe-se lá mais o quê), escrito por homens "primitivos", desconhecedores da "ciência moderna".

Antes das escavações sérias terem começado no século 18, os cépticos baseavam-se na falta de evidências como "prova" de que as pessoas, cidades, e mesmo as nações mencionadas na Bíblia nunca tinham existido. A lógica usada era a de que "Como não temos evidências a favor, então isso é uma evidência contra o que a Bíblia diz!".

Em situações onde só há duas hipóteses, ainda se entende que se use esta lógica, mas no que toca a eventos históricos há sempre a hipótese de ainda não termos encontrado as evidências confirmadoras. Mas para o ateu nada disso importa; se não temos evidências é porque nunca aconteceu! Nunca lhe passa pelo coração que se calhar as evidências estão por encontrar.

No entanto, a Arqueologia Bíblica começou a encontrar evidências para os factos descritos no Livro Sagrado, e com cada nova descoberta, as alegações dos cépticos começaram a desmoronar uma a uma.
Um exemplo disto é o registo Bíblico da liderança de Josué à conquista da Terra Prometida por parte de Israel. Josué 10:10 reporta como Josué conquistou Hazor, queimando as cidades até serem totalmente destruídas. Tudo isto tinha sido rejeitado pelos detratores, obviamente, mas os arqueólogos encontraram as ruínas de Hazor. As ruínas claramente mostram a destruição segundo a operação de um fogo intenso.

This is found in the ruins of Hazor. According to the account in Joshua, there were three cities destyroyed completely by fire at the time of the conquest. One of these was Hazor. This city has been excavated carefully by the archaeologist Yigael Yadin. At Hazor he found evidence of a massive destruction by fire. To quote Yadin, "There is evidence of a massive destruction. I once called it the mother of all destruction." (see Randall Price, The Stones Cry Out (Harvest House, 1997)

O fogo que consumiu Hazor foi tão intenso que as pedras tinham sido mudadas devido ao fogo, e as cinzas da cidade estavam enterradas a mais de 1,5 metros de profundidade.

Este dado não prova que o que a Bíblia reporta aconteceu, mas se o que o que a Bíblia reporta é verdade, então este tipo de coisas é o que se poderia esperar. Esta observação está de acordo com o que a Bíblia revela.

Conclusão:
Todas as alegações que afirmam que existem erros na Bíblia é baseada na falta de conhecimento, ou na falta de moralidade. A Arqueologia tem destruído as pretensões dos cépticos, mas isso não o tornará num cristão. E porquê? Porque como ele não chegou à posição de céptico devido as evidências, não vão ser as mesmas que o vão tornar num cristão. O Único que é capaz de transformar um crente ateu num crente em Deus é o Espírito Santo. Nós, humanos, não temos essa capacidade.

João 17:17 - Santifica-os na verdade; a Tua Palavra é a Verdade.

quarta-feira, abril 29, 2009

"God's Law can't hurt me!"

segunda-feira, março 23, 2009

As ursas do Profeta Eliseu

2 Reis 2:23-24
Então subiu dali a Betel; e, subindo ele pelo caminho, uns meninos saíram da cidade, e zombavam dele, dizendo: Sobe, calvo; sobe, calvo! E, virando-se ele para trás, os viu, e os amaldiçoou em nome do Senhor. Então duas ursas saíram do bosque, e despedaçaram quarenta e dois daqueles meninos.


Este evento tem sido alvo de muito criticismo por arte dos cépticos. Os mesmos "cépticos" que não tem problemas em abrir a barriga de uma mulher e matar o bébé que lá se encontra, acusam Eliseu de "extrema crueldade" por enviar duas ursas contra os "meninos" que gozavam com ele. Na verdade, não foi Eliseu quem mandou as ursas mas sim Deus.

Como se isto não fosse suficiente, convém ressalvar que os "meninos" não eram bem "meninos". A palavra Hebraica para "meninos" pode ser aplicada a qualquer criança desde a sua infância até a sua adolescência. A palavra usada para os 42 "meninos" é, no entanto, uma palavra usualmente aplicada a "mancebos" ou "jovens adultos". Ambas as palavras são, na verdade, mais usadas em referência a jovens adultos do que a crianças.

A situação aparentemente envolvia um gang de jovens arruaceiros de várias idades, lideradas pelos mais velhos, e certamente instigadas pelos sacerdotes pagãos de Betel. As ursas que emergiram subitamente da floresta "despedaçaram" (não necessariamente de forma fatal) 42 dos arruaceiros mais velhos.

A exortação "sobe calvo, sobe calvo!" era ao mesmo tempo uma referência sarcástica à ascenção de Elias e um insulto ao profeta de Deus. Isto era na verdade um desafio a Deus, e como tal não poderia ser ignorado. Como tal, Deus confirmou o que Ele já anteriormente tinha prometido (embora numa escala mais reduzida):

Ora, se andardes contrariamente para Comigo, e não Me quiseres ouvir, trarei sobre vos pragas sete vezes mais, conforme os vossos pecados. Enviarei para o meio de vós as feras do campo, as quais vos desfilharão, e destruirão o vosso gado, e vos reduzirão a pequeno número; e os vossos caminhos se tornarão desertos.
(Lev 26:21-22)

Insultar o Deus Vivo e a Sua Palavra (Bíblia) podem ser coisas muito perigosas.

Horrenda coisa é cair nas mãos do Deus vivo.
(Hebreus 10:31)

............
Modificado a partir do original de Henry M. Morris.

quinta-feira, janeiro 01, 2009

Antídoto Para a Superstição: Bíblia

Antidote to superstition
Nonsense thrives wherever the Bible is weakened.

http://www.answersingenesis.org/creation/v20/i2/superstition.asp

First published:
Creation 20(2):4
March 1998

One of the dominant themes of our time is the heroic struggle of the forces of science and reason against the backwardness of ignorance and superstition. The chief villains, those standing in the way of humanity’s glorious liberation, are said to be those who proclaim the Bible, particularly Genesis creation, as eternal, unchanging truth.

The play and movie Inherit the Wind, which savagely distorts the historical reality of the 1925 Scopes ‘monkey’ trial,1 is recycled repeatedly to make sure no one misses the point of this epic ‘light vs darkness’ myth—evolutionary science is ‘good’ and creationism is ‘evil’. Echoing this theme, the late evolutionist (and signer of Humanist Manifesto II) Isaac Asimov, called creationists ‘armies of the night’.

More recently, the movie Contact reached new heights of sophistication in anti-Christian propaganda. The heroine is an atheistic seeker of truth, who is frustrated by those who oppose the new ‘truth’—i.e., that the forces of evolution have thrown up intelligent life elsewhere in the universe. She tells how she rejected Christianity when no one could answer her challenges about such things as Cain’s wife.2 Her theologically liberal boyfriend, who eventually comes to believe her, is of course portrayed as handsome, kind and sympathetic. The real villain is a fanatical-looking, revivalist-type preacher, who eventually blows up innocent people to stop the march of reason and discovery.

This sort of caricature has intimidated most Christians into keeping their heads firmly in the sand about the vital importance of the creation/evolution issue. The result—enormous humanist gains in the ‘culture wars’.

However, far from being the enemy of reason, the Christianity which takes the Bible as a totally true, authoritative revelation from the Creator God has been the driving force behind the birth of modern science. It has also been responsible for the liberation of countless numbers of people from all manner of superstitions, harmful practices and fears.

Compromise with evolution and long-ageism has weakened and undermined the influence of Christianity in our culture. Therefore, it is not surprising to see an unprecedented flourishing of all manner of crazy cults, occult practices, and bizarre superstitions, even among the intelligentsia. This link between decades of evolutionary brainwashing and the rise of irrational pseudo-science is confirmed by careful sociological research in, of all places, The Skeptical Inquirer.3

The authors of the research report make it clear that they expected that freedom from ‘the ancient myths of traditional religions’ (as they regard the Bible) would usher in a new era of rational, reasonable thought.

Their findings showed otherwise. Conservative (or ‘traditional’ or ‘fundamentalist’) Christians, the most likely to reject evolution, were also the most likely to reject ‘occult and pseudo-scientific notions’.

Furthermore, geographical surveys showed that in areas where such Darwin-rejecting churches are the weakest, there is the greatest flourishing of cults, occult activity and various forms of superstition.

The authors also state that it would be a mistake to assume that religious liberals (e.g. those who endorse evolution, long ages, etc.) had ‘superior minds of great rationality’; they are in fact ‘much more likely to accept the new superstitions’. Those who declared themselves as having ‘no religion or only nominal religion are especially likely to accept deviant, exotic alternatives to Christianity, just as they are likely to accept Darwin’. Bible-believers are the ones ‘who appear most virtuous according to scientific standards when we examine the cults and pseudo-sciences proliferating in our society today.’

This makes sense, of course. Those who swallow evolutionary notions such as the ‘big bang’ (with its universe without edge or centre), frogs turning into princes over millions of years and the like, will be more likely to accept other superstitions as well.

Creation magazine can be a powerful tool in your hands to help stem today’s tide of irrationality. It seeks to expose evolutionary/long-age thinking for what it is—pseudo-science opposed not only to the Gospel, but to reality itself.

References

  1. D. Menton, Inherit the Wind: An historical analysis, Creation 19(1):35–38, 1996. Return to text.

  2. See K. Ham, Where did Cain get his wife?, Return to text.

  3. Bainbridge and Stark, Superstitions: Old and New, The Skeptical Inquirer, pp. 18–31, Summer 1980. Return to text.

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segunda-feira, dezembro 08, 2008

Jornal "Destak" e a adopção "gay"

Nota: Esta carta foi uma que eu escrevi há mais de um ano, quando o jornal gratuíto "Destak" publicou um artigo onde chamava de "descriminatórios" quem era contra a adopção de crianças por parte de homosexuais. A julgar pelo calendário, o artigo deles foi provavelmente escrito a 19 de Dezembro de 2006.

...........................

Cara Carla Mendes:

Foi com alguma satisfação que li as letras "gordas" da vossa edição "Destak" do dia 19 de Dezembro (Terça-Feira), que dizia o que o título deste email diz. No entanto, após lêr o seu artigo, não pude deixar de notar na qualificação ofensiva que a Srª Carla Mendes usou, ao classificar os portugueses que estão contra a adopção de crianças por parte de casais homosexuais como "descriminatórios" (palavra usada na capa jornal). Neste email, eu gostaria de partilhar consigo algumas coisas, se me permite.

A primeira coisa que eu gostaria de dizer é que, ao estarem maioritariamente contra este tipo de "adopção", a nação portuguesa mostrou estar a pensar primeiro na criança, e depois preocupar-se em ser politicamente correcta. Verdadeiramente, o mais importante nesta situação é a vida mental, moral e física da criança, e não se este ou aquele grupo social se sente "vindicado" ao vêr o seu estilo de "vida" apoiado. Ao dizer isto, estou implicitamente a afirmar que, pôr uma criança debaixo deste tipo de jugo, é um risco que qualquer instituição que se preocupe com a criança deveria se opôr veemente.


Por mais que se debata e se tente ser politicamente correcto, e uma vez que os dados médicos e psicológicos estão claramente contra este tipo de união, como vamos vêr seguidamente, o ambiente homosexual não é (nem nunca há-de ser) um ambiente saudável para uma criança crescer. Senão, vejamos:


  • Um estudo científico que monitorizou o perfil sexual de 2,583 homosexuais menos jovens (publicado no Journal of Sex Research) revelou que revelou que apenas 2,7% afirmou ter tido apenas um parceiro sexual1.

  • Pesquisas também mostraram que poucas uniões homosexuais duram mais do que 2 anos, e muitos homens reportam terem centenas de parceiros2.

  • 24% dos homens homosexuais teve mais do que 100 parceiros3.

  • 43% dos homens homosexuais teve mais do que 500 parceiros3.

  • 28% dos homens homosexuais teve mais do que 1000 parceiros3.

  • Homosexuais activos são vulneráveis a dezenas de doenças sexualmente transmissíveis (DST)4.

  • É estimado que 30% de todos os homens homosexuais com a idade de 20 anos vai ter SIDA ou morto quando chegar aos 30 anos5.

  • De acordo com pesquisas, homens homosexuais são mil vezes mais susceptíveis de contrair contrair a SIDA do que os homens heterosexuais6.

  • Até Dezembro de 2001, 45% de todos os pacientes de SIDA envolviam homens que estiveram expostos à doença através de relações sexuais com outros homens, enquanto 4% envolviam homens que estiveram envolvidos em relações heterosexuais7.

Todos estes factores médicos levam-nos à conclusão de que o estilo de vida homosexual é deleterioso para aqueles que estão nele. Com base nisto, é legítimo perguntar:

Porque é que nós haveríamos de expor crianças a este estilo de vida?


Segundo estudos científicos, relacionamentos homosexuais são em média de muito curta duração. Porquê entregar crianças a casais “à prazo”? Certamente que hoje em dia, no mundo Ocidental, e principalmente na Europa, a instituição do casamento está em decadência, mas para quê correr riscos entregando crianças a casamentos que, baseando-nos nos dados científicos, não duram?


Ao nível psicológico a vida homosexual não parece trazer paz àqueles que estão nela:


  • Pesquisas demonstraram que homens e mulheres a viver a vida homosexual estão substancialmente mais susceptíveis de contrair certas formas de problemas emocionais, incluindo suicídio, depressões sérias, ansiedade e dependência da nicotina8.

Muitos outros factores poderiam ser enumerados, mas creio que a Srª Carla Mendes ficou com uma ideia.


Acima de todas estas evidências contra o acto homosexual estão as Palavras do Criador. Ele, sendo o Nosso Arquitecto, sabe melhor que ninguém como é que nós podemos ter uma vida de vitória.


Voltemos ao princípio de todas as coisas.


No princípio, Deus criou os céus e a terra, incluindo o primeiro homem e a primeira mulher (Génesis 1). Após a Sua Criação, Deus olhou para a Sua criação e declarou que tudo quanto havia feito era tudo “Muito Bom” (Génesis 1:31). Esta declaração (de que tudo quanto Deus tinha feito era “Muito Bom”) mostra que, após ter criado todas as coisas, não havia mortes, doenças, ou pecado no mundo. Tudo estava de acordo com o Plano e a moralidade de Deus, sendo Ele Um Deus Santo9.


Após ter criado todas as coisas, Deus pôs o Homem no Jardim do Éden, onde o Homem recebeu autoridade de Deus para dominar sobre toda a criação. Para além disto, Deus deu ao homem livre arbítrio. Isto indicava que o Homem poderia escolher entre seguir a Deus ou não seguir a Deus.


Infelizmente, a Humanidade decidiu seguir os seus próprios passos, e começou a violar os mandamentos do Criador, culminando na crucificação do Filho de Deus, cerca de 2000 anos atrás. Uma das consequências do primeiro pecado do homem foi a de que outros pecados vieram após esse (assassínio, violações, etc).


Um dos pecados que entrou no mundo devido ao pecado de Adão foi o pecado da homosexualidade. Contrariamente ao plano que Deus tinha feito para as nossa vida física e espiritual, homens e mulheres começaram a “arder” em paixões com pessoas do mesmo género sexual. A Palavra de Deus diz:


Romanos 1:27 Semelhantemente, também os varões, deixando o uso natural da mulher, se inflamaram em sua sensualidade uns para como os outros, varão com varão, cometendo torpeza e recebendo em si mesmos a devida recompensa do seu erro.


O ensinamento que serve de fundamento à instituição do casamento encontra-se no Livro do Génesis capítulos 1 e 2. Quando o Senhor Jesus Cristo foi questionado sobre o casamento. Ele citou esses mesmos 2 capítulos (Mateus 19:1–12; Marcos 10:1–12). O Livro do Genesis ensina-nos que ‘macho e fémea Ele os criou’ (Genesis 1:27).


Fomos criados com um plano, plano esse onde macho e fémea complementam-se um ao outro. O Livro do Génesis ensina-nos semelhantemente que Deus instituiu e arquitetou o casamento entre um homem e uma mulher (Génesis 2:18–25).


Há várias razões para Ele o ter feito.


Primeiramente, a estrutura complementar da anatomia do macho e da fêmea é obviamente feita para uma relação marido-mulher. Claramente, a biologia humana suporta a heterosexualidade e contradiz a homosexualidade.


Para além disso, a combinação macho-fémea permite ao ser humano e aos animais que se reproduzam e produzam descendência, tal como comandado por Deus em Génesis 1:28 - Sede frutíferos e multiplicai - enchei a terra. Este comando é repetido a Noé depois do Grande Dilúvio Universal (Génesis 8:15–17). Contudo, procriação não é a única razão pela qual Deus nos criou como seres sexuais.

Terceiro, Deus deu ao homem e à mulher papéis complementares como forma de fortalecer a unidade familiar. Para informação mais profunda, lêr este site.



Conclusão:

As evidências científicas claramente apontam para a precariedade da união homosexual, quer a nível físico como emocional. As Palavras do Criador, que estão acima de qualquer evidência científica, claramente indicam que o plano de Deus para um relacionamento sexual saudável é aquele restrito entre uma mulher e um homem, dentro do matrimónio.


Tendo em conta tudo isto, as perguntas que eu gostaria de lhe deixar são:

  • Porque é que os portugueses deveriam apoiar adopção de crianças por parte de casais homosexuais?

  • Porque é que é “descriminação” ser contra a adopção de crianças por parte de casais gays?

  • A Carla concorda que casais que consumam drogas possam adoptar crianças? Se não, porque não?


Espero humildemente que não leve a mal a minha resposta.


Atenciosamente.

....

www.exodus-international.org/testimonials_left_homosexuality.shtml



  1. Paul Van de Ven et al., “A Comparative Demographic and Sexual Profile of Older Homosexually Active Men,” Journal of Sex Research 34 (1997): p. 354. Dr. Paul Van de Ven reafirmou estes resultados numa conversa privada com with Dr. Robert Gagnon on September 7, 2000.

  2. M. Pollak, “Male Homosexuality, Western Sexuality: Practice and Precept in Past and Present Times”, ed. P. Aries and A. Bejin, translated by Anthony Forster, (New York, NY: B. Blackwell: 1985), pp. 40–61.

  3. Survey Finds 40 percent of Gay Men Have Had More Than 40 Sex Partners,” Lambda Report, January/February 1998, p. 20. A. P. Bell and M. S. Weinberg, Homosexualities: A Study of Diversity Among Men and Women (New York: Simon and Schuster, 1978), pp. 308, 9; see also Bell, Weinberg and Hammersmith, Sexual Preference (Bloomington: Indiana University Press, 1981).

  4. W.E. Owen Jr., “Medical Problems of the Homosexual Adolescent,” Journal of Adolescent Health Care 6, No. 4, July 1985, pp. 278-85.

  5. Satinover, Jeffrey, “Reflections: Interview with NARTH,” February 5, 2001, http:www.narth.com

  6. THE HIV/AIDS Surveillance Report, U.S. Department of Health and Human Services, Centers for Disease Control, National Center for Infectious Diseases, Division of HIV/AIDS, through December 2001.

  7. Ibid.

  8. Fergusson, D.M.; Horwood, L.J.; Beautrais, A.L., 1999: Is sexual orientation related to mental health problems and suicidality in young people? Arch. Gen. Psychiatry 56, pp. 876-880.; Herrell, R.; Goldberg, J.; True, W.R.; Ramakrishnan, V.; Lyons, M.; Eisen, S.; Tsuang, M.T., 1999: Sexual orientation and suicidality: a co-twin control study in adult men. Arch. Gen. Psychiatry 56, pp. 867-874.; Sandfort, T.G.M.; de Graaf, R.; Bijl, R.V.; Schnabel, 2001: Same-sex sexual behavior and psychiatric disorders. Arch. Gen. Psychiatry 58, pp. 85-91.; Bailey, J.M. (1999): Commentary: Homosexuality and mental illness. Arch. Gen. Psychiatry 56, pp. 876-880.

  9. Leviticus 11:44 Porque eu sou o Senhor vosso Deus; portanto santificai-vos, e sede santos, porque Eu sou Santo.

segunda-feira, novembro 10, 2008

Falácia Assíria

A forma de pensar dos ateus não deixa de ser curiosa (pela negativa). Não contentes em não terem uma explicação naturalista para a existência da lógica, os ateus alegremente tentam usá-la como forma de refutar o Deus de Cuja Natureza procedem as leis da lógica.
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Um dos argumentos usado em círculos ateus é o de que, uma vez que todos os outros deuses são falsos, o Deus da Bíblia tem que ser Falso também.
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Antes de se mostrar o erro deste argumento, vamos lêr um excerto Bíblico. O fundo histórico é o seguinte: Os Assírios haviam invadido largas partes da área circundante a Judá e ameaçavam conquistar Jerusalém. Antes de o fazerem, o rei da Assíria enviou emissários a Judá para "discutir" os termos de rendição. Ezequias, o rei de Judá, ouviu os emissários enquanto estes se dirigiam ao povo de Judá.

Isaías 36

14 Assim diz o rei: Não vos engane Ezequias; porque não vos poderá livrar.

15 Nem tampouco Ezequias vos faça confiar no SENHOR, dizendo: Infalivelmente nos livrará o SENHOR, e esta cidade não será entregue nas mãos do rei da Assíria.

16 Não deis ouvidos a Ezequias; porque assim diz o rei da Assíria: Aliai-vos comigo, e saí a mim, e coma cada um da sua vide, e da sua figueira, e beba cada um da água da sua cisterna;

17 Até que eu venha, e vos leve para uma terra como a vossa; terra de trigo e de mosto, terra de pão e de vinhas.

18 Não vos engane Ezequias, dizendo: O SENHOR nos livrará. Porventura os deuses das nações livraram cada um a sua terra das mãos do rei da Assíria?

19 Onde estão os deuses de Hamate e de Arpade? Onde estão os deuses de Sefarvaim? Porventura livraram a Samaria da minha mão?

20 Quais dentre todos os deuses destes países livraram a sua terra das minhas mãos, para que o SENHOR livrasse a Jerusalém das minhas mãos?

A lógica dos Assírios era a seguinte: como todos os outros deuses eram falsos (e eles tinham conquistado os povos que adoravam esses deuses) então o Deus de Israel tinha que ser Falso também (assim pensavam eles).
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Esta é a mesma lógica que os ateus usam no argumento acima mencioando. Eles correctamente deduzem que os deuses das várias concepções religiosos que existem no mundo são falsas. Armados deste conhecimento, eles tentam usá-lo no Deus da Bíblia. Segundo o seu ponto de vista, a veracidade do Deus da Bíblia não é medida por aquilo que Ele afirma, ou pelas evidências que Ele fornece, mas sim pelo facto de que as outras concepções de Deus são falsas.
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Dito de forma mais directa, como os outros deuses são falsos, então o Deus da Bíblia é Falso também. Como é que os ateus sabem que o Deus da Bíblia é Falso? Ora, simplesmente porque os outros deuses são falsos!
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Este pensamento é que está por trás da declaração "Tanto os ateus como os cristãos são ateus no que toca à existência dos outros vários deuses. Os ateus apenas extendem o manto descrença para cima de mais Um Deus".
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Conclusão:
Falso dilemas, falsas evidências, más analogias são dominantes no pensamento ateu. Para quem acredita que o universo e toda a sua ordem e inteligibilidade são o resultado do acaso, argumentos como o acima usado são a consequência natural.

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