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domingo, janeiro 29, 2012

O inevitável acontece

Uma das características mais "fascinantes" dos militantes ateus é o enorme fosso que há entre o que eles afirmam acreditar na ciência e o seu comportamento observado empiricamente. A hipocrisia que frequentemente revelam não só é análoga à hipocrisia de tele-evangelistas caídos em desgraça, como excede a destes últimos uma vez que a hipocrisia é practicamente aceite entre os militantes ateus.

Desde Freud que nos é dito que o Cristianismo é mau para as pessoas. Desde Jean Meslier que nos é dito que o Cristianismo é mau para as sociedades. Por incrível que parece, nós continuamos a ouvir este mantra apesar das evidências, dos documentários, dos testemunhos e dos dados científicos demonstrarem que o Cristianismo é bom para o indivíduo e significativamente positivo para a sociedade.

No entanto, apesar de décadas de evidências contraditórias à sua fé cega, os militantes ateus ainda lutam para uma sociedade totalmente anti-Cristã, baseada no naturalismo e tendo o mito da evolução como pano de fundo para as nossas origens. Pior ainda é que eles continuam a fazer isto mesmo quando esta visão começa a afectar o mundo à sua volta.

Mentiras, adultério, consumo de drogas, violação dos limites de velocidade, conduzir bêbado e roubar são tudo actividades que são hoje vistas de uma forma mais aceitável que o eram no virar do século. Segundo uma pesquisa levada a cabo pela Universidade de Essex, a condenação e a censura das chamadas "desonestidades de menor grau" diminuíram, independentemente da classe social, salário ou educação.

Os níveis de integridade são ligeiramente superiores entre as mulheres, mas a maior variação verifica-se na faixa etária onde se observa uma crescente tolerância à desonestidade entre os jovens.

Fonte

. . . . . . . .

Não sei se é espantoso ou cómico que os académicos que levaram a cabo este estudo, que sem dúvida são todos avidos promotores duma sociedade livre da influência Cristã, falhem em unir o fenómeno observado com a causa adequada: redução da influência Cristã. Em vez do óbvio, eles divagam em explicações ridículas:

Nós achamos que isto ocorre porque os exemplos comportamentais existentes não são muito bons.
E porque é que as pessoas para quem os jovens olham como exemplos são eles também pobres em termos de comportamentos moralmente superiores?

A ideia de que uma sociedade pode abandonar os seus fundamentos Cristãos com apenas algumas consequências menores é um absurdo de todo o tamanho.

Os militantes ateus podem continuar a produzir uma panóplia de argumentos tendo em vista à sua tentativa de separar a moralidade de Deus, mas os dados científicos e históricos, juntamente com milhares de anos de exploração filosófica, demonstram isto não pode ser feito com sucesso.

Sem o Deus da Bíblia, as sociedades degeneram-se de modo irreversível. Claro que nós sabemos que é precisamente isso que os marxistas culturais querem. O que é notável é alguém ainda acreditar na propaganda anunciada pelos militantes ateus em favor de coisas como "eu posso ser bom sem Deus".

"Eu sou bom sem Deus porque segundo a minha definição de 'bom', roubar é perfeitamente aceitável"

sexta-feira, novembro 04, 2011

Cientista afirma que crianças nascem pré-programadas para acreditar na existência de Deus

Children are born believers in God

O Dr Justin Barret, pesquisador-chefe do "Centre for Anthropology and Mind" (Oxford), afirma que, devido à sua pressuposição de que tudo no mundo foi criado com um propósito, as crianças tem uma predisposição para acreditar Num Ser Supremo [Deus].

O Dr Barret afirma ainda que, mesmo que não tenham sido ensinadas nesse sentido (por familiares ou na escola), as crianças tem fé em Deus. Segundo o Dr Barret, mesmo aquelas crianças que tivessem sido criadas sozinhas no deserto haveriam de acreditar em Deus.

A preponderância das evidências científicas recolhidas durante os últimos +/- 10 anos tem mostrado que há muito mais coisas que parecem estar pré-programadas no desenvolvimento natural da mente infantil do que nós pensávamos anteriormente.

Isto inclui uma predisposição para vêr o mundo natural como um lugar com propósito e como o resultado de um acto criativo, e que um Ser Inteligente está por trás do propósito presente no mundo natural.

Assim afirmou o Dr Barret.
Se puséssemos um grupo de crianças numa ilha deserta e eles crescessem sozinhas, eu penso que eles haveriam de acreditar em Deus.
Numa apresentação no "Faraday Institute" (Cambridge), o Dr Barrett citou experiências psicológicas feitas em crianças que, segundo o mesmo, mostram como elas instintivamente acreditam que tudo foi criado com um propósito específico.

De acordo com um estudo, crianças de 6 e 7 anos a quem foram perguntadas o porquê da existência da primeira áve, responderam "para fazer música agradável", e "porque torna o mundo mais agradável".

Uma outra experiência feita em bebés de 12 meses sugeriu que elas ficaram surpreendidas durante um filme que mostrava uma bola rolante a criar blocos organizados a partir de monte desorganizado.

O Dr Barrett afirmou que há evidências que mostram a perfeita realização por parte de crianças (a partir dos 4 anos) que, embora haja coisas feitas por mãos humanas, o mundo natural é diferente.

Ele acrescentou ainda que as crianças são muito mais predispostas a acreditar no criacionismo do que na evolução - a despeito do que lhes tenha sido dito pelos pais ou pelos professores.

Segundo o Dr Barret, antropólogos descobriram que em algumas culturas, as crianças acreditam em Deus mesmo que ensinamento religioso não lhes tenha sido seja disponibilizado. Por outras palavras, mesmo que as crianças não recebam ensinamento religioso nesse sentido, a predisposição natural das crianças é acreditar que o mundo natural tem Uma Causa Inteligente.

A forma natural como o cérebro infantil se desenvolve faz as crianças mais susceptíveis de acreditarem na Criação Divina ou no design inteligente.

Em contraste, a evolução não só não é natural para a mente humana, mas como também é difícil de acreditar.

Conclusão:
Fé em Deus = Natural.
Fé em Darwin = Não-natural e "difícil de acreditar" (para além de ridícula e anti-científica).

Fica difícil para os militantes ateus afirmar que "todas as crianças nascem ateístas" quando, aparentemente, elas nascem com uma predisposição natural para atribuir a origem do mundo biológico a Uma Causa Superior ao homem.


quinta-feira, maio 19, 2011

Quanto mais mentes, mais fácil se torna

Para o nosso cérebro, é mais fácil dizer a verdade do que mentir. Quando contamos uma história falsa, nossos neurônios se tornam muito mais ativos, particularmente no córtex pré-frontal, o que sugere que a mentira exige inibição e maior controle cognitivo. Porém, um estudo realizado pela Universidade de Ghent, na Bélgica, afirma que a predominância da resposta verdadeira pode ser alterada de acordo com a frequência com que mentimos. Em resumo, mentir repetidamente pode superar a nossa tendência natural à veracidade.

Os pesquisadores analisaram três grupos de estudantes, que apresentaram um relatório escrito sobre suas atividades diárias e, em seguida, foram questionados sobre essas atividades. Eles estavam livres tanto para dizer a verdade quanto para mentir em suas respostas. Intercaladas com essas questões pessoais, os cientistas faziam perguntas adicionais sobre um novo tópico.

Exclusivamente para essas questões “de enchimento”, cada grupo de estudantes teve uma orientação diferente: um deles deveria sempre dizer a verdade, o segundo deveria sempre mentir, e o terceiro deveria intercalar verdade e mentira em igual medida. Dessa forma, foi possível perceber que aqueles que mentiam com mais frequência se tornaram verdadeiros peritos.

A diferença normal de tempo entre respostas verdadeiras ou enganosas sobre as questões pessoais desapareceu. [...]

(Hypescience)

Nota: O pecado é assim mesmo: quanto mais é praticado, mais natural se torna. A insistência no erro pode levar àquilo que na Bíblia é chamado de “pecado contra o Espírito Santo”, para o qual não há perdão (cf. Marcos 3:29).

Não há perdão por que Deus não quer perdoar? Não. O perdão não é alcançado simplesmente porque o pecador se afastou de tal maneira de Deus que não sente mais necessidade de perdão; acostumou-se ao pecado e endureceu o coração (mente) aos apelos do Espírito Santo.

A solução para isso? Dar ouvidos à voz de Deus que nos orienta por meio da Bíblia e sussurra à consciência: “Não vá por aí”; “Não faça isso; “Não diga tal coisa”; etc.

No caminho inverso ao da desobediência consciente, quanto mais ouvimos e atendemos à voz de Deus, mais sensíveis nos tornamos. “Hoje, se ouvirdes a Sua voz, não endureçais os vossos corações” (Hebreus 4:7).[MB]


terça-feira, maio 17, 2011

Religiosidade faz parte da natureza humana

Um novo e maciço estudo das culturas um pouco por todo o mundo sugere que a religiosidade é natural (e mesmo instintivo) no ser humano. Roger Trigg, professor da Universidade de Oxford diz:
Nós temos a tendência de vêr um propósito no mundo. Nós vêmos causas; pensamos que algo está lá mesmo que não possamos observar. . . . Tudo isto tende a desenvolver-se até uma forma religiosa de pensar.
Trigg é co-director do projecto que incorporou mais de 40 estudos distintos por parte de dezenas de pesquisadores que observaram países que iam da China à Polónia, e os Estados Unidos até a Micronésia.

Estudos de outras partes do mundo tiveram resultados semelhantes, incluindo a bastante dissimilada crença na vida depois da morte e uma tendência instintiva para sugerir que os fenómenos naturais ocorrem segundo um propósito.

As crianças em particular têm muitas facilidades em pensar de forma religiosa.
Como disse Trigg, uma das formas religiosas de pensar é a crença na Omnisciência de Deus. Mas os adultos também se lançaram inicialmente para explicações que implicavam um Agente Invisível operando no mundo, descortinou o estudo.

O estudo não diz nada se Deus, deuses ou a vida depois da morte existem, afirma Justin Barrett, o outro co-director do projecto.

O projecto não tinha como prioridade provar que Deus, ou deuses existiam. Só porque achamos mais fácil pensar de uma forma particular, isso não significa que é de facto verdade.
Trigg acha que tanto os ateus como os religiosos podem usar o estudo para argumentarem em favor das suas crenças. Por exemplo, segundo Trigg, secularistas famosos como Richard Dawkins "poderiam aceitar o que nós observamos e alegar que nós temos que crescer e deixar estas coisas para trás."

Mas os religiosos podem argumentar que a universalidade dos sentimentos religiosos servem os propósitos de Deus. Trigg diz:

Os religiosos poderiam dizer, "Se Deus existe, então ... Ele haveria de nos criar com inclinação para O buscar".

Segundo ainda Trigg, o estudo pode não tomar uma posição no que toca a existência de Deus, mas o mesmo tem implicações profundas para a liberdade religiosa.
Se nós temos algo tão embutido na natureza humana, anulá-lo é, de certa forma, não permitir que os seres humanos realizem os seus interesses básicos.

Tem havido movimentos que pensam que a religião é uma coisa privada...

... alega Trig, alegando que tais crenças estão erradas.
Isto não é um interesse de uma minoria; é natureza humana básica. Isto mostra que é muito mais universal, prevalente e profundamente embutida . Tem que ser levada em conta. Não podemos fingir que não está lá.
O estudo de Oxford, conhecido como "The Cognition, Religion and Theology Project" implica de forma muito forte que a religião não se vai enfraquecer e/ou murchar.
A tese secularizadora dos anos 60 foi, a meu ver, um beco sem saída.

Mais um estudo que demonstra a normalidade da religiosidade e da fé em Deus. Segundo este estudo, faz parte da natureza humana ser-se religioso. Isto demonstra que os militantes ateus estão errados ao qualificarem a fé em Deus e a crença na vida depois da morte como algo nocivo para o homem. Isso não é nocivo; isso é o normal entre os seres humanos.

Nocivo é sim lutar contra um aspecto tão importante do ser humano.

sexta-feira, maio 13, 2011

Pensar positivo pode aliviar dores

Porque, do interior do coração dos homens, saem os maus pensamentos, os adultérios, as prostituições, os homicídios, os furtos, a avareza, as maldades, o engano, a dissolução, a inveja, a blasfémia, a soberba, a loucura.
Todos estes males procedem de dentro, e contaminam o homem.
Marcos 7:21

Os autores de livros de auto-ajuda não desistem de tentar mostrar os benefícios do pensamento positivo, de pensar e atrair energias positivas, de imaginar cenários alegres, felizes, melhores. Uns dizem até que este é “o segredo” de viver bem. Agora cientistas se juntam a estes escritores para dizer que o pensamento positivo pode até aliviar dores.

Pesquisadores da Universidade de Oxford resolveram testar o que aconteceria se eles dissessem aos participantes do estudo que certo remédio iria aumentar, diminuir ou não ter nenhum efeito sobre a dor. Para causar a dor os investigadores aplicaram um doloroso estímulo de calor na perna de 22 voluntários e pediram para eles classificarem o nível de dor que sentiam. Em seguida, depois de informados sobre o efeito que a droga iria ter, receberam uma dose do analgésico “remifentanil”.

Aqueles que acreditaram estar tomando um remédio para diminuir a dor reportaram uma diminuição de até 41% na dor. Quando, entretanto, foram informados que não havia mais o efeito do medicamento, os níveis se igualaram aos do teste inicial. Na verdade, as pessoas ainda estavam sob influência do remédio, mas foram levados a pensar o contrário.

Além dos dados fornecidos pelos voluntários, os médicos também utilizaram ressonância magnética para avaliar os resultados. Foi constatado um aumento da atividade das regiões do cérebro ligadas à sensação de dor. Quando os pacientes esperavam um efeito analgésico, as atividades caíam.

A co-autora do estudo, Irene Tracey, disse em entrevista à BBC que o estudo confirma os efeitos psicológicos na percepção individual da dor. Ela faz a ressalva de que os efeitos podem mudar de uma pessoa para outra.

Mas fica aí a dica. Da próxima vez que você for passar por algo que faça sentir dor como uma tatuagem ou um tombo inesperado, é só se concentrar e pensar repetidamente: “não está doendo!” [NewScientist]


ORA, pois, já que Cristo padeceu por nós na carne, armai-vos, também, vós com este pensamento, que aquele que padeceu na carne já cessou do pecado

1 Pedro 4:1

terça-feira, abril 12, 2011

Estudo mostra que ir à igreja faz bem à saúde

Não deixando a nossa congregação, como é costume de alguns, antes admoestando-nos uns aos outros, e tanto mais, quanto vedes que se vai aproximando aquele dia.

Hebreus 10:25

Vais à igreja regularmente? Tens bons amigos na congregação? Um estudo recente conclui que estes dois pontos tornam a vida melhor, reporta a Charisma News Online.

Quão importante é o factor amigo na igreja? Um estudo lançado na edição de Dezembro da "American Sociological Review" reporta que mesmo ir à igreja várias vezes por ano pode aumentar a sensação de bem estar. Isto, claro, se existe um círculo de amigos com os quais nos identificamos no que toca à crença.

Chaeyoon Lim, professora assistente de sociologia na Universidade Wisconsin-Madison, e liderou o estudo com o título de "Religion, Social Networks and Life Satisfaction" afirma:

O nosso estudo fornece evidências convincentes de que são os aspectos sociais da religião (e não a Teologia ou a espiritualidade) que conduzem a satisfação de vida. Descobrimos que as amizades construídas nas congregações religiosas são o ingrediente secreto das religiões que tornam as pessoas mais felizes.

Para lêr a reportagem na íntegra, lêr este texto.


Se o motivo da satisfação que os cristãos tem na sua vida se deve às amizades feitas nas igrejas e não à Teologia ou a espiritualidade, então seria de esperar que tais níveis de satisfação se encontrassem noutros grupos sociais. Afinal, amizades todos podem fazer.

Por exemplo, existem muitas organizações de militância ateísta um pouco por toda a Europa. Como são os seus níveis de felicidade e satisfação? A julgar pelo ódio e anti-Cristianismo que normalmente vem desses antros, podemos concluir que não há muita felicidade por lá.

Claro que o estudo está certo em identificar as amizades como causas de felicidade, mas o mesmo estudo está errado ao separar as amizades do motivo que leva essas pessoas a serem amigas (a Teologia e a espiritualidade cristã).

domingo, março 06, 2011

A oração ajuda a lidar com emoções potencialmente prejudiciais

"Vinde a Mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e Eu vos aliviarei."
Mateus 11:28


Segundo um estudo recente, aqueles que escolhem orar não só encontram conforto personalizado durante os tempos difíceis, mas também podem mais facilmente lidar com as emoções e com os problemas.

De acordo com o reportado por um pesquisador da Universidade de Wisconsin-Madison, os 75% dos americanos que oram semanalmente fazem-no para lidar com uma gama de situações e emoções negativas, doenças, tristeza, traumas e ressentimentos.

Durante as entrevistas feitas a vítimas de relacionamentos violentos, Shane Sharp (um graduado de Sociologia na universidade) recolheu vários testemunhos de pessoas que afirmaram como a oração as ajudou a lidar com as suas situações.


Lançando sobre Ele toda a vossa ansiedade, porque Ele tem cuidado de vós. - 1 Pedro 5:7

Os entrevistados de Sharp não só representavam um leque variado da população americana, cruzando vários estratos geográficos, educacionais e raciais, como vinham maioritariamente de ambientes cristãos.


E em nenhum outro há salvação, porque também, debaixo do céu, nenhum outro nome há, dado entre os homens, pelo qual devemos ser salvos - Actos 4:12

Aqueles que "ferviam" com raiva e ressentimento afirmaram que encontraram "um Ouvido prontamente disponível" durante a oração, declarou Sharp. Este pesquisador explora também a forma como a oração ajuda a lidar com a dor emocional na edição de Dezembro da revista "Social Psychology Quarterly".

Se eles descarregassem a sua raiva no companheiro abusivo, o resultado mais provável era o de gerar ainda mais violência....Mas eles podiam ficar zangados com Deus enquanto oravam sem medo de represálias. Em qualquer interacção interpessoal, os participantes consideram sempre a forma como os outros o vêem.

No caso das pessoas que oram, elas consideram a forma como elas pensam Deus as vê. Como esta percepção é maioritariamente positiva, isto ajudou as pessoas aumentarem a sua auto-confiança e contrapôr isso com as palavras prejudiciais do abusador.

A oração é também uma distracção útil para alguns, segundo Sharp verificou. Simplesmente juntar as mãos e concentrar no que dizer é uma forma de escape à ansiedade dum relacionamento abusivo. Segundo Sharp, a experiência não é muito diferente de uma conversa com um amigo íntimo ou um familiar.
Eu via o acto da oração, o falar com Deus, como uma forma legítima de interacção social.

Conclusão:

Mais uma evidência devastadora para quem diz que a "religião envenena tudo", ou que o Cristianismo é "a raiz de todo o mal".

Para além de genocídios, eutanásia, normalização do incesto e da homossexualidade (para não falar do bestialismo), quais são os benefícios sociais e emocionais que o ateísmo traz às sociedades? É possível indicar uma sociedade ou país que melhorou depois de abandonar a cultura e moralidade judaico-cristã?

Os países nórdicos (Suécia, Dinamarca, Noruega e Finlândia) são os país que os ateus mais gostam de citar como exemplos bem sucedidos de "ateísmo orgânico". O que eles estrategicamente deixam de mencionar é que são precisamente esses países os grandes promotores de comportamentos manifestamente auto-destrutivos como a homossexualidade e o bestialismo.

Qual é o critério para atribuir ao ateísmo a causa do seu sucesso económico mas atribuir a outra ideologia qualquer a sua normalização da homossexualidade e do bestialismo?

Enquanto o ateísmo é socialmente destrutivo, genuína fé no Deus da Bíblia traz conforto às almas amarguradas. Se a isto juntarmos o suporte económico prático que as diversas instituições cristãs dão à sociedade (especialmente a Igreja Católica), vemos aqui uma confirmação do que o Senhor Jesus afirmou em Mateus 7:16-20:

Pelos seus frutos os conhecereis. Porventura colhem-se uvas dos espinheiros, ou figos dos abrolhos? Assim, toda a árvore boa produz bons frutos, e toda a árvore má produz frutos maus.

Não pode a árvore boa dar maus frutos; nem a árvore má dar frutos bons. Toda a árvore que não dá bom fruto corta-se e lança-se no fogo.

Portanto, pelos seus frutos os conhecereis.

Os benefícios sociais do Cristianismo são evidência poderosa para a Verdade do Cristianismo.

A ninguém torneis mal por mal; procurai as coisas honestas, perante todos os homens.
Romanos 12:17

Disse-lhes Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida. Ninguém vem ao Pai senão por Mim.
João 14:6

terça-feira, março 01, 2011

O marxismo cultural mata

Esta é a história trágica de um menino que, depois de ter perdido o pénis numa circuncisão mal realizada, cresceu como rapariga para que um médico pudesse provar a sua teoria: a de que a socialização é mais importante que a biologia.

O menino nasceu como Bruce, tornou-se Brenda aos 17 meses, escolheu ser David aos nove anos. Suicidou-se aos 38.


A trágica história do menino a quem cortaram o pénis











O drama de um menino canadiano criado como rapariga após perder o pénis num acidente durante uma cirurgia nos anos 1960 é o tema do documentário que a estação britânica BBC irá transmitir esta semana.

Os irmãos gémeos Bruce e Brian Reimer nasceram perfeitos, mas aos sete meses a dificuldade que ambos mostravam em urinar fez com que os seus pais os levassem ao hospital. Sob orientação médica, foi decidido que os meninos deveriam ser circuncidados, o que aconteceria no próprio dia. Mas na manhã seguinte, os pais receberam um telefonema devastador: tinha havido um acidente durante a cirurgia de Bruce.

Os médicos usaram uma agulha cauterizadora em vez de um bisturi, o equipamento eléctrico apresentou problemas e a elevação súbita da corrente elétrica queimou completamente o pénis do menino. Os pais cancelaram imediatamente a operação do irmão gémeo Brian e levaram as duas crianças para casa.

Alguns meses depois, e sem soluções para o problema, o casal Reimer conheceu um médico que haveria de mudar a vida desta família para sempre. John Money era um psicólogo especializado na mudança de sexo. Acreditava que não era a biologia que determina se somos homens ou mulheres, mas a maneira como somos criados.

"Estávamos a ver televisão", recorda Janet, a mãe. "O doutor Money estava lá, muito carismático, parecia muito inteligente e muito confiante no que dizia." Janet escreveu-lhe uma carta a dar conta do caso do seu filho e poucas semanas depois levaria Bruce ao seu consultório em Baltimore, nos Estados Unidos.

Para o psicólogo, o caso representava uma experiência ideal. Ali estava uma criança que ele acreditava que poderia ser criada como sendo do sexo oposto e que, ainda por cima, trazia um bónus: um irmão gémeo, que facilitaria a comparação directa. Se funcionasse, a experiência daria uma evidência irrefutável de que a criação pode sobrepor-se à biologia. E Money acreditava genuinamente que Bruce seria mais feliz como mulher do que como homem sem pénis.

Foi assim que, aos 17 meses, Bruce transformou-se em Brenda. Quatro meses depois, a 3 de Julho de 1967, foi dado o primeiro passo cirúrgico para a mudança de sexo: a castração.

Voltar a ser rapaz aos nove anos

Concluído o processo, o psicólogo avisou que se os pais quisessem garantir o sucesso da mudança de sexo, nunca deveriam contar a Brenda ou ao seu irmão gémeo que ele havia nascido como menino.

Desde então, aquele casal passou a ter uma filha e todos os anos visitava o Dr. Money para que este acompanhasse o desenvolvimento dos gémeos, o que haveria de ficar conhecido como o "caso John/Joan". A identidade de Brenda foi mantida em segredo.

"A mãe afirmou que a sua filha Brenda é muito mais arrumada do que o irmão Brian e que, ao contrário dele, não gosta de ficar suja", registou Money numa das primeiras consultas.Apesar disso, o médico também observou: "A menina tem muitos traços masculinos, uma energia física abundante, um alto nível de actividade, teimosia e é frequentemente a figura dominante no seu grupo de meninas."

Em 1975, tinham as crianças nove anos quando Money publicou um artigo sobre este caso. A experiência, assegurava, foi um sucesso. "Ninguém sabe que aquela criança é a mesma cujo acidente durante a circuncisão foi alvo de noticiários", escreveu.

"O comportamento dela é tão normal como o de uma rapariga activa e, por comparação, tão completamente diferente do comportamento do irmão gémeo, que não há margem para qualquer outro tipo de conjecturas", escreveu.

Impulsos suicidas aos 13 anos

Em plena puberdade, quando Brenda atingiu os 13 anos, começou a sentir impulsos suicidas. "Eu via que a Brenda não era feliz como menina", lembra ainda a mãe. "Era muito rebelde, muito masculina e eu não conseguia convencê-la a fazer nada do que era normal as meninas fazerem. Brenda quase não tinha amigos enquanto crescia. Todos a ridicularizavam, chamavam-lhe mulher das cavernas. Era uma muito solitária."

Confrontados com a tristeza de Brenda, os pais tomaram nova decisão: parar com as consultas de Money e fazer o que o médico havia pedido para não fazerem: contar a verdade. Que Brenda tinha afinal nascido como menino.

Semanas depois, a menina escolheu voltar a ser rapaz e transformou-se em David. Fez uma cirurgia de reconstrução do pénis e até casou. Não podia ser pai, mas adorou ser padastro dos três filhos da sua mulher.

Parecia ter ficado tudo bem. Mas o que David não sabia, era que o seu caso tinha sido imortalizado como "John/Joan" em artigos médicos e académicos a respeito de mudança de sexo e que o "sucesso" da teoria de Money estava a afectar outros pacientes com problemas semelhantes ao seu.

"Ele não tinha como saber que o seu caso tinha ido parar a uma ampla série de livros de teoria médica e psicológica e que servia de base para o processo de tratar hermafroditas e pessoas que tinham perdido o pénis", afirmou John Colapinto, jornalista do The New York Times, que descobriu a história de David. "Ele mal conseguia acreditar que o seu caso estava a ser divulgado como caso bem-sucedido e que estava afectar outras pessoas como ele."

Depressão aos 30 anos

Quando fez 30 anos, David mergulhou numa depressão. Perdeu o emprego e divorciou-se. Na Primavera de 2002, o seu irmão Brian morreu com uma overdose de drogas. Dois anos depois, a 4 de Maio de 2004, tinha David 38 anos, os pais, Janet e Ron Reimer, voltaram a receber uma notícia devastadora: à entrada de casa, a polícia informou-os de que o seu filho tinha cometido suicídio.

"Eles pediram que nos sentássemos, disseram que tinham más notícias. David estava morto. Eu apenas chorei", conta Janet.

Casos na sequência de um acidente como o "John/Joan" são muito raros. Mas ainda não há certezas, teorias inabaláveis sobre sobre como criar uma criança, como menino ou menina, se ela sofrer do que actualmente é conhecido como Distúrbio do Desenvolvimento Sexual.

"Agora temos equipas multidisciplinares, que funcionam bem, em todo o país. A decisão será tomada por uma ampla série de profissionais", explicou Polly Carmichael, do Hospital Great Ormond Street, de Londres.

"Os pais ficarão muito mais envolvidos em termos do processo da tomada de decisão", acrescentou. Carmichael afirma que, de acordo com a sua experiência, essas decisões têm sido mais bem-sucedidas para ajudar as crianças a levar uma vida feliz quando crescerem.

"Fico constantemente surpreendida como, devidamente apoiadas, essas crianças são capazes de enfrentar e lidar com o problema", disse.

segunda-feira, fevereiro 28, 2011

Partes do cérebro são maiores em quem é mais sociável

OH! quão bom e quão suave é que os irmãos vivam em união!
Salmo 133:1

Fonte
Se você passa muito tempo com os amigos, uma parte específica do seu cérebro pode ser maior do que o habitual. Uma nova pesquisa descobriu que a amígdala, que fica numa parte funda do cérebro, é maior conforme as pessoas relatam ter visto regularmente amigos e familiares.

Segundo os pesquisadores, os resultados fazem sentido, porque a amígdala está no centro de uma rede do cérebro que é importante para a socialização. Por exemplo, a rede nos ajuda a reconhecer se alguém é um estranho ou um conhecido, um amigo ou um inimigo.

[MSN]
Do ponto de vista Bíblico, os benefícios da comunhão e da socialização fazem todo o sentido uma vez que o Criador também é Uma Comunhão (Pai, Filho e Espírito Santo). É por isso que Deus quer que os Seus servos vivam em harmonia entre si e é por isso que coisas como o altruísmo e a procura da paz fazem todo o sentido dentro da cosmovisão Bíblica. Deus é Paz e Deus é Harmonia e Ele exige o mesmo daqueles que O servem em espírito e em verdade.

Se for possível, quanto estiver em vós, tende paz com todos os homens. - Romanos 12:18

Agora se Deus não existe, não há razão alguma para se buscar o bem estar social (e não apenas o bem estar pessoal). Num mundo regido pela moral darwiniana as coisas funcionam na base do "matar ou morrer" e "sobrevivência do mais forte".

Não deixa, portanto. de ser curioso ver militantes ateus virem com teorias sobre o "bem estar da humanidade" quando dentro da sua cosmovisão isso não faz sentido nenhum. Dentro do humanismo secular o "bem estar da humanidade" é definido por cada indivíduo. Não é nada que exista para além da subjectividade e emotividade humana.

sábado, fevereiro 19, 2011

Casamento é bom para saúde física e mental

Tendo isto em conta, pensemos em todas aquelas ideologias que visam destruir uma instituição que Deus instalou logo no 2º Capítulo da Bíblia. Tal é a sua importância.


Antes de dizer não ao casamento e viver como um solteiro convicto, saiba que casamentos podem ser bons para a saúde. Uma pesquisa recente mostrou que relacionamentos seguros e duradouros são bons para a saúde mental e física. E mais, os benefícios aumentam com o passar do tempo.

O estudo da Universidade Cardiff (Reino Unido) sugere que os casados vivem mais do que os solteiros em média. Os pesquisadores descobriram que as mulheres, quando casadas, têm melhor saúde mental. Já os homens de aliança têm vantagem física. O estado físico dos homens melhora provavelmente pela influência positiva da parceira no estilo de vida.

No campo mental, as mulheres ficam melhores possivelmente pela grande importância dada ao relacionamento, de acordo com os pesquisadores. Mas nem tudo são flores no mundo dos relacionamentos, o estudo menciona evidências de que relacionamentos na adolescência estão associados com sintomas depressivos. E não ache que todos os relacionamentos sejam bons para a saúde, os pesquisadores também dizem que os solteiros têm melhor saúde mental do que pessoas em relacionamentos tensos.

(Galileu)

Nota: Deus sempre sabe o que faz! Gênesis 2:24.[MB]

domingo, fevereiro 13, 2011

Presidente de organização de eutanásia recomenda o suicídio aos familiares de suicidas

Suicídio para toda gente. Não passa pela cabeça do Ludwig Minelli que as pessoas possam superar a perda de um ente familiar.

Estas são as consequências da rejeição do Criador como Fonte de Suporte e Amparo nas horas complicadas da vida.


Matthew Cullinan Hoffman
21 de outubro de 2010 (Notícias Pró-Família) — O líder da principal organização de suicídio assistido da Suíça diz que quer que familiares dos pacientes que cometem suicídio tenham também o direito de se matarem.
Ludwig Minelli, presidente da organização pró-suicídio “Dignitas”, disse para um jornal suíço numa entrevista recente que “exige-se uma mudança da lei que dê mais oportunidades aos que sofrem de demência e às suas famílias”.
“O parceiro deveria ter permissão de ter uma prescrição para essas drogas até mesmo quando não têm uma doença terminal. Em tais casos os parceiros têm muitas vezes idade similar e um não quer ficar sem o outro”, acrescentou ele.
Ludwig Minelli “não está preocupado com o fato de que muitas pessoas passam por um tempo escuro em suas vidas em que precisam ser protegidas e certamente não mortas”, disse Alex Shadenburg, da Coalizão de Prevenção à Eutanásia, que acrescentou que “Minelli se enriqueceu de forma incrível com sua clínica Dignitas. Ele sugere que os pagamentos que ele cobra são simplesmente para fornecer um serviço. Aliás, ele cobra pagamentos enormes e oferece muitos serviços adicionais por uma taxa a mais. Minelli está realmente esperando fazer mais dinheiro”.
Na Suíça, o suicídio assistido é legal para pacientes que sofrem de doenças incuráveis ou terminais. A organização de Minelli ajudou no suicídio de centenas de pessoas desde 1998.
Num caso recente, Sir Edward Downes, famoso regente de orquestra britânica, que estava sofrendo de cegueira e surdez, cometeu suicídio com a assistência da organização. Sua esposa, vítima de câncer, se juntou a ele. Minelli chamou os suicídios de uma “oportunidade maravilhosa”.
Cobertura anterior de LifeSiteNews:
Neighbors Complain Swiss Euthanasia 'Clinic' Parade of Dead Bodies Disturbing
http://www.lifesitenews.com/ldn/2006/jun/06060807.html
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/ldn/2010/oct/10102102.html
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terça-feira, fevereiro 08, 2011

Estudo revela que mulheres que abortam são mais susceptíveis de buscar ajuda psiquiátrica

Um recente estudo financiado pela organização pró-aborto "Susan Thompson Buffett Foundation" descobriu que as mulheres dinamarquesas que abortaram os seus filhos são mais susceptíveis de buscar apoio psiquiátrico pela primeira vez na vida nos meses circundantes a altura do aborto do que as mulheres que dão à luz os seus bebés.

O estudo intitulado de “Induced First-Trimester Abortion and Risk of Mental Disorder” e publicado no "New England Journal of Medicine", examinou os registos médicos da Dinamarca mantidos pelo governo, que regista incidentes de aborto e aconselhamento psiquiátrico entre a população. O estudo examina o intervalo entre 1995 e 2007.

Os autores descobriram que as mulheres que abortaram os filhos eram quase 3 vezes mais susceptíveis de buscar ajuda psiquiátrica pela primeira vez na vida durante os 9 meses antes e os 12 meses posteriores ao aborto, do que as mulheres que dão à luz os bebés.

No entanto, e apesar da leitura dos dados ser mais do que clara, os autores aborcionistas não consideram o resultado como algo que sugira um relação casual entre o aborto e a doença mental.

Numerosos outros estudos reportados pela LifeSiteNews descortinaram fortes evidências para os problemas psicológicos pós-aborto, incluindo desordem pós-traumática, depressão, e suicídio. Mas como todos sabemos, a ciência não serve para mudar a posição pró-infanticídio. Só a ideologia é que conta, e se a ciência contradiz a ideologia, então rejeita-se a ciência.

(Fonte)

terça-feira, janeiro 04, 2011

Ter amigos na igreja faz bem à saúde

OH! quão bom e quão suave é que os irmãos vivam em união!
Salmo 133:1


Vais à igreja regularmente? Tens bons amigos na congregação? Um estudo recente conclui que esses são dois factos que tornam-te mais feliz, reporta a Charisma News Online.

Quão importante é o factor amigo na igreja? Um estudo publicado na edição de Dezembro da revista American Sociological Review reportou que ir à igreja várias vezes por ano pode elevar o teu sentido de bem-estar. Isto, claro, se tens na igreja um círculo de amigos com quem tu te identificas ao nível da fé.

Chaeyoon Lim, professor assistente de Sociologia da Universidade de Wisconsin-Madison e líder do estudo com o nome de "Religion, Social Networks and Life Satisfaction", afirmou:

O nosso estudo oferece evidências convincentes que demonstram que são os aspectos sociais - e não os Teológicos ou espirituais - que conduzem à satisfação

Em particular, nós observamos que amizades construídas nas congregações religiosas são o ingrediente secreto das religiões que torna as pessoas mais felizes.

O estudo integral pode ser lido aqui.

Claro que o professor Lim não levou em conta o Fundamento que gera bem estar nas amizades cristãs. Afirmar que são os aspectos sociais e não os Teológicos ou espirituais que conduzem à satisfação é uma bonita forma de dizer "as coisas boas que advêm destas amizades nada tem a ver com Deus!" Mas isto é ilógico.

Estas amizades só existem por causa do Senhor Jesus Cristo e da espiritualidade que Ele revelou na Sua Palavra.

Não é logicamente possível separar a Teologia das consequências do exercício dessa Teologia. Se o Cristianismo promove união e se essa união melhora a nossa qualidade de vida, então isso é uma evidência muito forte para a Verdade do Cristianismo. E se a Bíblia demonstra tal conhecimento da psicologia humana, donde vem tal conhecimento? Não pode ser de pastores errantes do deserto ou pescadores sem grande educação formal.

Mas o mundo secular nada quer com evidências que confirmem o que a Bíblia diz.


Não deixando a nossa congregação, como é costume de alguns, antes admoestando-nos uns aos outros, e tanto mais, quanto vedes que se vai aproximando aquele dia
Hebreus 10:25

quarta-feira, dezembro 08, 2010

Ludwig Krippahl: O Estado Não Tem Nada Que Suportar Medidas Que Contradizem o Meu Neo-Ateísmo

O militante ateu e ávido evolucionista Ludwig Krippahl fez um post em resposta ao post que já lhe tinha sido dirigido. Depois de ler a sua "resposta" fiquei com a sensação que 1) ou o Ludwig não lê com atenção aquilo que os cristãos escrevem (o que duvido) 2) ou ele resolve forcar-se em pontos irrelevantes como forma de esconder a sua inabilidade de lidar com os factos da Medicina.

Por exemplo, na minha resposta eu escrevi:

Há vários estudos deste calibre feito por cientistas sérios, que demonstram que a religiosidade judaico-cristã produz efeitos positivos nos seus praticantes.
Depois de eu ter identificado a religiosidade (não os padres) como fonte de conforto e suporte em momentos de dificuldade, como é que o militante ateu Ludwig começa a sua épica "refutação"?
O Mats acha que o Serviço Nacional de Saúde deve pagar padres, desde que sejam cristãos.
Desafio o Ludwig a mostrar onde é que eu disse tal coisa.

Porque é que uma pessoa com formação académica resolve deturpar aquilo que é dito como forma de "refutar" o ponto alheio? Há uma explicação: o Ludwig está consciente ou inconscientemente a seguir a Regra 12 do livro "Rules for Radicals" de Saul Alinsky. Essa regra diz:

Escolhe um alvo, congela-o, personaliza-o e polariza-o. Remove toda a rede de apoio e isola o alvo de toda a simpatia. Persegue as pessoas e não as instituições; as pessoas magoam-se mais facilmente que as instituições.
O que o militante ateu está a fazer é tentar isolar e personalizar toda doutrina cristã nos padres, e refutar tudo o que o Cristianismo diz com os actos deles. Quem fôr ler o que eu disse vai ver que a palavra "padre" nem aparece no post.

O que o Ludwig não entende é que religiosidade judaico-cristã não tem que ser necessariamente praticada nos hospitais por padres. Aliás, não só nem é preciso ser uma pessoa do clero para se oferecer suporte espiritual judaico-cristão, como também não tem que ser necessariamente num hospital.

A frase inicial do post do Ludwig não faz sentido nenhum, especialmente se levarmos em conta o que já tinha sido escrito no post que originou a sua tentativa de resposta.

No entanto, o artigo que o Mats referiu omite o resultado principal do inquérito, cujo objectivo não era aferir a eficácia dos padres como medida terapêutica, como se compreende facilmente por apenas perguntar a opinião dos médicos e nem sequer mencionar padres.
Mas ninguém disse que o objectivo do estudo era o de mostrar a eficácia dos padres como medida terapêutica. Isto é mais uma fútil tentativa do missionário ateu de desvirtuar o ponto em discussão.

Os militantes ateus insurgem-se contra a comparticipação estatal em medidas de apoio espiritual aos doentes (mediante requisição dos próprios doentes) porque eles (os militantes ateus) pensam que 1) Deus não existe e 2) essas medidas não funcionam. Em resposta a isso eu listei dois textos (1, 2) onde se mostra que a espiritualidade judaico-cristã pode ajudar as pessoas a lidar com certas e determinadas situações médicas e psicológicas.

Dado isto, não se entende como é que um artigo onde NÃO se mede "a eficácia dos padres como medida terapêutica" é evidência contra um post que NÃO alega que padres são "medida terapêutica". Talvez o Ludwig possa explicar isso num próximo post.

O comunicado de imprensa da Universidade de Chicago, onde trabalha o autor, relata que o estudo mostra não haver correlação entre a religiosidade dos médicos e o tratamento de doentes desfavorecidos.
Nem tinha que mostrar, porque não era esse o ponto.
Em suma, um estudo mostrando que ser religioso não faz os médicos dedicar mais tempo aos menos favorecidos não é uma demonstração conclusiva dos efeitos terapêuticos dos padres.
Em suma, um estudo mostrando que ser religioso não faz os médicos dedicar mais tempo aos menos favorecidos não serve de evidência contra um post que não alega que ser religioso faz os médicos dedicar mais tempo aos menos favorecidos.

Os erros de lógica continuam:

Um resultado importante foi que a insistência nestes tratamentos mais agressivos, como ressuscitação e ventilação artificial, não resultou em «quaisquer diferenças na taxa de sobrevivência nem conduziu a um final de vida com mais qualidade». Essencialmente, este estudo demonstra que as pessoas mais religiosas, e com menos educação, têm mais dificuldade em lidar com estas situações extremas.
O que o Ludwig não menciona é que a evidência que ele usa de que essas pessoas tem "mais dificuldade em lidar com essa situações" é que as pessoas com fé religiosa fazem todos os possíveis para se manter em vida - não desistindo de acreditar que é possível haver curas quando o limitado conhecimento do homem chega ao fim.

Por outras palavras, os mais inclinados para o ateísmo param de lutar pela vida mais cedo, enquanto que os mais religiosos (judeus e cristãos) lutam até ao fim. Será que o Ludwig quer mesmo defender que lutar pela vida é uma "dificuldade em lidar com estas situações"?

Nós temos vários casos mundiais onde eventos que iam para além da Medicina ocorreram ("Three-year-old boy who was clinically dead for hours", "Miracle” as Baby Begins Breathing after Two Hours"). Segundo a óptica neo-ateísta do Ludwig, os médicos que lutaram até ao fim para salvar estas vidas tiveram "dificuldade em lidar com estas situações extremas".

Assim, sendo a saúde dos doentes e a boa gestão do dinheiro público mais importante do que a religião do Mats, concluo que mais vale investir em medicamentos ou outras terapias.
Ninguém ofereceu a dicotomia "ou medicamentos ou os padres". Isto é mais um falso dilema que o Ludwig levantou sem explicar porquê.
Ou mesmo na educação, que parece ser um bom substituto para a religiosidade.
Como se vê no caso dos EUA: um dos países mais cristãos do mundo é ao mesmo tempo o líder mundial da tecnologia e dos avanços científicos. Nenhum outro país na história da Humanidade ganhou mais prémios Nobel do que este pais cheio de fundamentalistas cristãos e judeus ortodoxos.

Como sempre, a realidade recusa-se a conformar com a militância ateísta.


Houve algumas coisas que o Ludwig se "esqueceu" de citar provavelmente porque citando-as, o argumento que ele não chegou a lidar ("a religiosidade judaico-cristã produz efeitos positivos nos seus praticantes") seria confirmado:
  • "More than half of physicians say religion and spirituality influence patients' health, and three in four doctors believe that religious beliefs help patients cope and provide a positive outlook, according to a new study." *
  • They found that 56% of physicians believe religion and spirituality have a significant influence on health and 54% said a supernatural being intervenes at times. *
  • 76% of doctors believe that faith helps patients to cope, 74% said it gives patients a positive state of mind and 55% said it provides emotional and practical support. *
  • Strong religious faith can help terminally ill cancer patients to better handle and cope with their disease during their last weeks of life, according to Boston scientists. **

Conclusão:

O Ludwig não chegou a lidar com o argumento principal do post que gerou a sua resposta. Ele apenas arranjou um "demónio" para atacar e limitou-se a fazê-lo. Iniciou o seu post alegando que eu acho "que o Serviço Nacional de Saúde deve pagar padres, desde que sejam cristãos" quando eu nunca disse tal coisa. Depois lidou com "a eficácia dos padres como medida terapêutica", mas ninguém alegou coisa que se pareça.

Este tipo de mentalidade é muito comum no Ludwig e nos militantes ateus. Como eles são incapazes de lidar com os dados da ciência e com o Cristianismo, eles deturpam ambas como forma de justificarem o seu ateísmo. Mas o mundo não funciona assim.

O Estado laico pode e deve comparticipar com medidas com provas dadas no que toca ao suporte espiritual dos pacientes. Como o Jairo já escreveu, a laicidade não é plataforma para a Teofobia e Cristofobia. Um Estado laico não está impedido de se associar a organizações católicas como forma de dar suporte social aos mais desfavorecidos.

O Estado laico trabalha com tudo e com todos desde que sejam para o bem da sociedade. Os militantes ateus colocam a sua ideologia maligna acima da saúde alheia. O seu ódio, raiva e desprezo a tudo o que é cristão é tão doentio que nem as idosas escapam aos seus ataques.

O militante ateu é uma pessoa doentia e socialmente perigosa como as evidências assim o confirmam. Não é de bom tom deixar que estes "revolucionários" frustrados e decadentes conduzam a maioria moral do país para aquilo que o filósofo católico Olavo de Carvalho chama de "espiral do silêncio".

Vêr também:

1. Prominent scientists show the efficacy of trust in God to treat anxiety.

2. Ludwig Krippahl diz que assistência espiritual é "uma mentira", porque sim. - Neo Ateísmo Português

3. Ludwig Krippahl e restantes Associados pela inexistência de Deus pensam ter autoridade para condenar e exigir o fim do apoio espiritual aos doentes, no SNS. - Neo Ateísmo Português

4. Psiquiatra ateísta age histericamente contra o apoio espiritual aos doentes tratados pelo SNS. - Neo Ateísmo Português

segunda-feira, novembro 01, 2010

Médicos podem passar a receitar músicas em vez de remédios

Contudo, o Senhor mandará de dia a sua misericórdia, e de noite a sua canção estará comigo: a oração ao Deus da minha vida.
Salmo 42:8

Que a música tem um efeito poderoso nos seres humanos (e muitos animais) já era sabido, mas que podia ser um substituto para medicamentos é que se calhar muitos de nós não sabia.

Glória a Deus por dar ao homem a capacidade de criar boa música.

Segundo uma nova pesquisa da Universidade Caleidonian de Glasgow, as emoções que a música desperta podem ser usadas para tratar dores físicas e depressão.

O projeto, que reuniu engenharia de áudio e psicologia musical, procurou analisar de que forma a música nos ajuda quando estamos passando por momentos difíceis na vida. Segundo os pesquisadores, os resultados mostraram que isso é mais complicado do que assumir que a música rápida nos deixa mais felizes enquanto a música lenta faz com que fiquemos tristes.

Primeiro é importante saber que as letras das músicas, e não apenas o ritmo, influenciam o nosso humor. Outro fator importante apontado pelos cientistas é o que você associa com a música (se você estava se sentindo bem quando a ouviu pela primeira vez, por exemplo).

Durante a pesquisa, voluntários ouviram várias músicas de diferentes estilos que nunca haviam escutado antes. Depois eles indicavam que sentimento a música passava. O resultado mostrou que as músicas associadas com sentimentos positivos têm uma batida regular, timbre claro e constante.

O próximo passo da projeto é criar um modelo matemático que “traduza” a habilidade das músicas de transmitir emoções e convertê-lo em um programa de computador que analise as necessidades de cada indivíduo e componha uma música especial para ele, podendo substituir antidepressivos e remédios para a dor física. [DailyTech]

terça-feira, outubro 26, 2010

A evolução da estupidez

Para um ser tão inteligente, o ser humano pode agir de forma bem estúpida. A professora universitária Laurie Santos (Univ. de Yale) propôs a tese de que esta propensão humana para o erro pode ter conexões evolutivas. (E pensar que mandamos os nossos filhos para a universidade para aprender este tipo de lixo)

Ela chegou a esta conclusão após o estudo do comportamento de macacos de capuchinho. Num teste de escolha múltipla, ela observou que os macacos tomavam as mesmas decisões irracionais que os seres humanos estão inclinados a tomar. Devido a isto, e assumindo que "os macacos de capuchinho divergiram da linhagem humana há 35 milhões de anos atrás" ela deduziu que os homens provavelmente fazem os mesmos erros devido a "limitações biológicas". Ela apresentou as suas ideias numa conferência em Oxford.

Claro que nós não precisamos de ser evolucionistas para encontrar as raízes da nossa propensão para o erro. O maior erro da História encontra-se no terceiro capítulo do Livro que o Criador nos deu. Desde então a humanidade não melhorou muito.

Desde então temos morto milhões por causa da etnia (judeus), milhões por serem de outra religião (Sudão), milhões por acreditarem em Deus (regimes ateus comunistas), milhões por pensarmos que ainda não são humanos (bebés em fase de gestação), temos entregue o nosso corpo para a auto-degradação da imoralidade sexual (e as suas imensas variantes) e temos feito muitas outras coisas que demonstram a nossa propensão para o erro. Se há uma coisa que podemos concordar é esta: o ser humano é muito criativo quando do mal se trata.

Ninguém está imune a esta natureza caída por melhor que sejam as nossas intenções. O Apóstolo de Deus, o judeu Paulo de Tarso, escreveu o seguinte para os crentes gentios de Roma:

Porque eu sei que, em mim, isto é, na minha carne, não habita bem algum; e, com efeito, o querer está em mim, mas não consigo realizar o bem. Porque não faço o bem que quero, mas, o mal que não quero, esse faço. - Romanos 7:18-19
Ele não atribuiu a sua propensão para o erro à sua etnia, aos seus genes, ao seu estatuto social nem a falta de posses financeiras. Ele tomou sobre si a responsabilidade dos seus actos chegando ao ponto de se qualificar como "o maior dos pecadores" (1 Timóteo 1:15).

A CNN reportou as palavras da Drª Santos quando ela afirmou que "Nós podemos superar as nossas limitações biológicas....mas primeiro temos que saber quais são." Mas se a propensão para o erro está embutida na biologia humana, como defende a sua teoria da evolução, então não há nada que possa ser feito. A evolução vai continuar tal como sempre tem sido e os humanos vão continuar a tomar decisões erradas.

Não há, portanto, qualquer esperança de melhoria dentro do sistema evolutivo.

(Algumas pessoas deste blog tem tentado estabelecer bases genéticas para certos comportamentos sexuais como forma de tornar esses ditos comportamentos "normais" e aceitáveis. Se, como diz a Drª Santos, a estupidez tem bases evolutivas, então talvez tomar más decisões seja normal e aceitável. Se está nos genes, deve ser "normal" e recomendável.)

Mas se a alegação de que os humanos são apenas o resultado final de um processo biológico aleatório não é verdade, então nós podemos "superar" a nossa natureza propensa para o erro, tomar responsabilidade pelo que fizemos - tal como São Paulo fez - e aceitar o único convite que oferece alguma possibilidade de progresso:

Vinde, então, e argui-me, diz o Senhor: ainda que os vossos pecados sejam como a escarlata, eles se tornarão brancos como a neve; ainda que sejam vermelhos como o carmesim, se tornarão como a branca lã. - Isaías 1:18

quarta-feira, setembro 15, 2010

Pessoas casadas são menos estressadas do que as solteiras, sugere estudo

Algo a ter em conta quando analisamos ideologias que visam destruir a instituição do casamento tradicional.

Quer ter menos estresse e melhor saúde? A solução pode estar no casamento, segundo recente estudo da Universidade de Chicago, nos Estados Unidos. Avaliando 500 estudantes do mestrado - 348 homens e 183 mulheres -, os pesquisadores descobriram que, submetidos a testes de estresse, os solteiros apresentavam maiores níveis de cortisol - hormônio do estresse - na saliva.

Na pesquisa, os estudantes tiveram que participar de um jogo de computador que testava seu comportamento econômico, e que eles pensavam que teria influência direta em sua carreira. E amostras de saliva indicaram que todos os participantes, principalmente as mulheres, tiveram aumento nas concentrações de cortisol após esse teste. Porém esse aumento era ainda maior nos solteiros.

Descobrimos que indivíduos não pareados de ambos os sexos tinham altos níveis de cortisol do que os indivíduos casados”, destacou o pesquisador Dario Maestripieri, em artigo publicado na revista Stress. “Embora o casamento possa ser bem estressante, ele deve fazer com que fique mais fácil para as pessoas lidarem com outros fatores estressantes em sua vida – o que descobrimos é que o casamento tem um efeito ‘abafador’ sobre as respostas do cortisol ao estresse psicológico, e isso é muito novo”, acrescentou.

quinta-feira, setembro 02, 2010

Pensar em Deus acalma os crentes e irrita os ateus

Porque um Menino nos nasceu, Um Filho se nos deu; e o principado está sobre os Seus Ombros; e o Seu Nome será: Maravilhoso, Conselheiro, Deus forte, Pai da eternidade, Príncipe da paz.
Isaías 9:6

Não admira que os ateus sejam em média mais frágeis emocionalmente e fisicamente que os cristãos. Se pensar no Único que lhes poderia dar paz emocional lhes irrita, então não há nada que os possa acalmar.
Os investigadores determinaram que pensar em Deus pode ajudar a aliviar a ansiedade associada a cometer erros. No entanto, a conclusão só é válida para pessoas que acreditam em um Deus.

Os pesquisadores mediram as ondas cerebrais de um tipo particular de reação, enquanto os participantes do estudo cometeram erros em um teste. Aqueles que tinham se preparado para o teste com pensamentos religiosos tiveram uma resposta menos proeminente a erros do que aqueles que não tiveram.

Segundo os especialistas, 80% dos humanos têm algum tipo de crença religiosa. Os psicólogos querem estudar porque as pessoas têm essas crenças, explorando como elas funcionam, e para que elas possam servir.

Com dois experimentos, os pesquisadores mostraram que quando as pessoas pensam sobre religião e Deus, seus cérebros respondem de forma diferente, de uma forma que lhes permite ter contratempos e reagirem com menos sofrimento aos erros que provoquem ansiedade.

Os participantes ou escreveram sobre religião ou realizaram uma tarefa com palavras relacionadas à religião e Deus. Em seguida, os investigadores gravaram a atividade do cérebro à medida que eles completaram uma tarefa informatizada, que foi escolhida porque tem uma alta taxa de erros.

Os resultados mostraram que quando as pessoas foram condicionadas a pensar sobre religião e Deus, consciente ou inconscientemente, isso diminuiu a atividade cerebral em áreas compatíveis com o córtex cingulado anterior (CCA). O CCA é associado com uma série de coisas, incluindo a regulação de estados corporais de excitação e alerta quando as coisas estão indo mal.

Curiosamente, os ateus reagiram de forma diferente. Quando eles se prepararam inconscientemente com ideias relacionadas a Deus, o CCA aumentou a sua atividade. Os pesquisadores sugerem que, para as pessoas religiosas, pensar em Deus pode fornecer uma maneira de ordenar o mundo e explicar eventos aparentemente aleatórios e, portanto, reduz seus sentimentos de angústia. Em contrapartida, para os ateus, os pensamentos de Deus podem contradizer os sistemas de significado que eles acreditam, e assim causar-lhes mais sofrimento.

Os psicólogos pensam que esses resultados podem ajudar a compreender algumas das conclusões interessantes sobre as pessoas que são religiosas. Por exemplo, há evidências de que pessoas religiosas vivem mais tempo e tendem a ser mais felizes e saudáveis.

Os ateus não devem se desesperar, entretanto. Os pesquisadores acham que o mesmo efeito pode ocorrer com qualquer sistema de significado que fornece estrutura e ajuda as pessoas a compreender o seu mundo. Talvez os ateus se saíssem melhor se fossem condicionados a pensar sobre suas próprias crenças. [LiveScience]

"Com a minha voz, clamei ao Senhor, Ele ouviu-me, desde o Seu santo monte (Selah). Eu me deitei e dormi; acordei, porque o Senhor me sustentou. Não terei medo de dez milhares de pessoas que se puseram contra mim ao meu redor."
Salmo 3:4-6

domingo, agosto 29, 2010

Depressão diminui o olfato

Se tudo o que o homem é restringe-se à sua composição material, como é que se explicam eventos aqui descritos?
Além do mundo parecer menos colorido, quando você está deprimido, os cheiros também não ficam mais tão fortes. Segundo pesquisas, a parte do cérebro responsável por esse sentido fica menor – isso pode modificar o tratamento usado para a doença.

A depressão, a esquizofrenia e alguns outros distúrbios afetam a forma com que você percebe os aromas ao seu redor.

Para descobrir os motivos disso, pesquisadores da Universidade de Dresde, na Alemanha, expuseram 20 voluntários com depressão severa e 20 voluntários normais a um químico de cheiro forte. No início do estudo, a concentração do químico era baixa e os depressivos não conseguiam sentir o cheiro. Ela foi aumentando gradualmente até que eles perceberam o odor.

Depois os pesquisadores mediram os bulbos olfatórios, responsáveis, como o nome já indica, pela nossa percepção de cheiros, usando ressonância magnética.

Usando esse método os cientistas descobriram que os bulbos olfatórios das pessoas com depressão eram 15% menores. Eles também descobriram que, quanto mais grave era a depressão do voluntário, menor era essa parte do cérebro. Os efeitos se mantinham independente da pessoa estar ou não se tratando com remédios antidepressivos.

Segundo os pesquisadores, agora o bulbo olfatório poderá ser usado para analisar se determinado tratamento contra a depressão está, ou não, funcionando. [NewScientist]

sábado, agosto 28, 2010

Afiliação Religiosa e Tentivas de Suicídio

Kanita Dervic, M.D., Maria A. Oquendo, M.D., Michael F. Grunebaum, M.D., Steve Ellis, Ph.D., Ainsley K. Burke, Ph.D., and J. John Mann, M.D.

OBJECTIVO:

Poucos estudos investigaram a associação entre a religião e o suicídio nos termos da hipótese de integração social de Durkheim ou nos termos da hipótese dos benefícios reguladores da religião. A relação entre a religião e as tentativas de suicídio tem recebido ainda menos atenção.
MÉTODO:
Pacientes em estado de depressão (N=371) que reportaram pertencerem a uma religião específica ou descreveram-se como não tendo nenhuma afiliação religiosa foram comparados em termos das suas características demográficas e clínicas.

RESULTADOS:

Pessoas sem afiliação religiosa tinham mais tentativas de suicídio durante as suas vidas e mais parentes em primeiro grau que tentaram suicídio do que sujeitos que revelaram terem afiliação religiosa.

Os membros não afiliados a organizações religiosas eram em média mais jovens, mais frequentemente solteiros, menos frequentemente com filhos e tinham menos contacto com membros familiares.

Além disso, os indivíduos sem afiliação religiosa afirmaram terem poucas razões para viver, e, particularmente, menos objecções morais contra o suicídio.

Em termos das características clínicas, os religiosamente não afiliados tinham mais impulsividade durante a sua vida, mais agressividade e maiores taxas de desordem ao nível de consumo de substâncias no passado.

Não foram encontradas diferenças nos níveis de depressão objectiva e subjectiva, falta de esperança (eng: "hopelessness") ou eventos stressantes.

CONCLUSÃO:
A afiliação religiosa está associada a comportamentos menos suicidas em pacientes em depressão. Depois dos outros factores terem sido controlados, descobriu-se que maiores objecções morais contra o suicídio e menores níveis de agressividade nos sujeitos religiosamente afiliados pode funcionar como factores protectores contra as tentativas de suicídio.

Estudos mais aprofundados acerca da influência da afiliação religiosa em torno do comportamento agressivo e como as objecções morais podem reduzir as probabilidades de agir em conformidade com os pensamentos suicidas pode oferecer novas estratégias terapêuticas na prevenção dos suicídios.



Este tipo de estudo científico (e as suas conclusões) só são uma surpresa para quem não leva o pensamento ateu para as suas consequências lógicas. Se o ser humano nada mais é que uma composição aleatória de químicos que surgiu sem plano e sem propósito, quem é que o impede de terminar a sua vida quando as coisas se tornam (aparentemente) demasiado pesadas para ele aguentar?

Se o homem decide o que está certo e o que está errado, então uma pessoa a atravessar um período de depressão pode muito bem acabar com a sua vida. As crenças tem consequências sérias, e isso é algo que tem que se levar em conta antes de se propagar como uma "filosofia de vida".

O ateísmo é a ideologia do desespero e isso é algo que muitos ateus tentam esconder. Quando as dificuldades e as tribulações chegam a vida do ateu, ele, sem Deus, erradamente assume que a sua vida não tem propósito ou valor. Ou isso ou então o "propósito" que ele arbitrariamente criou para si deixou-o mais vazio do que ele tencionava. Para quem se virar? Não para Deus, porque ele não acredita em Deus. Então se calhar o melhor é saltar de um prédio e terminar a vida.

Felizmente que Deus tem Um Plano para todo o ser humano. Ele criou-nos para termos comunhão com Ele, mas a dada altura o nosso pecado estragou essa comunhão perfeita. Ele, cheio de amor por nós, já tinha antevisto o nosso erro e como isso comissionou o Seu Filho para restaurar o que o nosso pecado tinha quebrado.

Se a tua vida está naquilo que tu chamas "um beco sem saída", não desesperes nem faças algo que te vais arrepender para toda a eternidade. Confia em Deus. Restaura a tua relação com Deus ao reconheceres que tens violado os Mandamentos de Deus, e confia naquilo que Ele já fez por ti. A partir do momento que genuinamente receberes Cristo como teu Salvador vais-te tornar noutra pessoa.

2 Cor 5:17
Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é: as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo.
Ao receberes a justiça de Deus mediante a fé no Senhor Jesus Cristo, Deus vai-Se tornar Presença Constante e Firme na tua vida. As tribulações, as perseguições e as tentações vão continuar, mas, mediante a tua fé, tu vais ter o Poder do Todo Poderoso para te dar tranquilidade no meio da tribulação.
E sabemos que todas as coisas contribuem juntamente, para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados por seu decreto.
Porque, os que dantes conheceu, também os predestinou para serem conformes à imagem de seu Filho; a fim de que Ele seja o primogénito entre muitos irmãos.
E, aos que predestinou, a estes também chamou; e aos que chamou, a estes também justificou; e aos que justificou, a estes também glorificou.
Romanos 8:28-30
Para veres o que o Poder de Deus pode fazer na vida de uma pessoa, vê o que Deus fez com esta mulher:

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