Mostrar mensagens com a etiqueta Medicina. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Medicina. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, setembro 10, 2012

Cientistas australianos apresentam olho biónico que pode ajudar cegos

Uma equipa de cientistas australianos implantou o primeiro protótipo de olho biónico numa mulher, e explicaram que o feito poderá devolver a visão a muitos cegos, noticiou hoje a revista Ciência Hoje.

A cirurgia, que permitiu reformular o olho da paciente electromecanicamente, é considerada pelos cientistas como o maior marco desde o desenvolvimento do Braille.

De acordo com os cientistas australianos, citados pela revista, o aparelho está desenhado para pacientes que sofrem uma perda de visão degenerativa e hereditária, causada por uma condição genética conhecida como rinite pigmentosa.

O olho biónico, que é implantado parcialmente no globo ocular, dispõe de uma pequena câmara, colocada sobre uma lente, que captura imagens e envia-as para um processador que pode guardar-se num bolso.

O dispositivo transmite um sinal dentro da retina para estimular os neurónios vivos, o que permite enviar imagens ao cérebro.

Um mês depois de implantado e tendo a paciente recuperado já da cirurgia, a equipa ligou o dispositivo no laboratório, provocando de imediato uma reacção visual na mulher.

Referindo ter tido "uma experiência incrível", a paciente afirmou ter visto um pequeno flash, reacção que nunca conseguiu obter através de outros estímulos.

O olho biónico foi desenvolvido por uma empresa apoiada pelo Estado australiano, tendo sido formalmente apresentado pelo Governo daquele país.

Este "pode ser um dos avanços científicos mais importantes da nossa geração", afirmou o primeiro-ministro australiano, Kevin Rudd, numa apresentação formal do projeto.

"O projeto do olho biónico permitirá à Austrália manter-se na vanguarda desta linha de investigação e comercialização, devolvendo a visão a milhares de pessoas em todo o mundo", acrescentou.

A empresa espera agora conseguir desenvolver implantes mais completos, já que este protótipo não permite a recuperação de uma visão perfeita, esclareceu a equipa.


VÍDEO


* * * * * * *

Se a cópia é o efeito de design inteligente, porque é que os militantes evolucionistas realmente esperam ser levados a sério quando afirmam que o original - muito mais complexo que a cópia - é o resultado de forças não inteligentes?

domingo, março 18, 2012

Será que é necessário que um médico tenha fé em Darwin?

Por Dr Michael Egnor , médico-cirurgião.

Os indivíduos da "Alliance for Science" patrocinaram um concurso de redacção dirigido aos alunos secundários. Nesse concurso eles pedem aos estudantes que escrevam um texto em torno do tema "O Porquê de Eu Querer Que o Meu Médico Tenha Estudado a Teoria da Evolução".

O primeiro prémio é uma cópia do livro "A Origem das Espécies" de Darwin. O segundo prémio são duas cópias do livro "A Origem das Espécies"! (Brincadeira)

Na verdade, o tema do concurso é hilariante se pensarmos um pouco nele. Será que alguma vez alguém faria um concurso em torno de temas como "O Porquê de Eu Querer Que o Meu Médico Tenha Conhecimentos de Anatomia" ou "O Porquê de Eu Querer Que o Meu Médico Tenha Conhecimentos de Fisiologia" ? Obviamente que não porque todos nós sabemos que estas disciplinas são importantes para a ciência.

É a "biologia" evolutiva importante para a Medicina? Se é, porque é que é preciso fazer essa pergunta?

Na verdade, os médicos não investem muito tempo na teoria da evolução. Eles não a estudam nas escolas médicas e nunca usam crenças evolutivas quando se dedicam a tentar curar os pacientes. Não há disciplinas evolutivas nas escolas médicas. Não há "professores de evolução" nas escolas médicas. Não há departamentos evolutivos nas escolas médicas.

Se precisarmos de tratamento para um tumor cerebral, a equipa médica incluirá um físico (que criou o dispositivo que faz a ressonância magnética), um químico, um farmacologista (que criou o medicamento para o tratamento), um engenheiro, um anestesista (que criou e usa a máquina que nos ministra a anestesia), um neurocirurgião (que leva a cabo a operação médica para remover o tumor), um patologista (que estudou o tumor sob um microscópio e determinou o tipo de tumor ele era), enfermeiras e oncologistas (que ajudam na recuperação e tomam medidas para que o mesmo não regresse).

Não haveria biólogos evolutivos na equipa médica.

Sou professor de neurocirurgia; trabalho e ensino numa escola médica, faço pesquisas em torno do cérebro e, em cerca de 20 anos, levei a cabo mais de 4000 operações ao cérebro. Nunca uso a teoria da evolução durante o meu trabalho.

Será que seria um melhor cirurgião se assumisse que o cérebro é o resultado de causas aleatórias? Claro que não.

Os médicos são detectives. Nós procuramos por padrões e no corpo humano, os padrões presentes possuem toda a aparência de terem sido criados. Começando na estrutura complexa do cérebro humano e acabando no não-menos-complexo código genético, os médicos sabem que os nossos corpos possuem evidências sobrepujantes em favor do design.

É precisamente por isso que a maioria dos médicos - quase 2/3 segundo sondagem nacional - não acredita que o ser humano é o resultado do acaso filtrado pela selecção natural. Ou seja, a maioria dos médicos não acredita que a teoria da evolução seja uma explicação adequada para a vida. Eles observam em primeira mão o design presente na vida.

No entanto, no meu trabalho eu uso muita ciência que gira em torno das alterações que ocorrem nos organismos. A genética é muito importante - tal como são a biologia populacional e a microbiologia. Mas a biologia evolutiva em si, distinta que é destas outras disciplinas, não contribui em nada para a medicina moderna.

Sem usar a teoria da evolução, os médicos e os cientistas descobriram:

  • as vacinas (Jenner, no século 18, antes do nascimento de Darwin)
  • que os germes causam doenças infecciosas (Pasteur, no século 19, e que ignorou Darwin)
  • os genes (Mendel, no século 19, que era um clérigo que nunca chegou a dar apoio a Darwin)
  • os antibióticos
  • e os segredos do código genético. A chave para estas últimas descobertas foi o aparente design da helix dupla do ADN.

Os transplantes de coração, fígado e rins, os novos tratamentos para o cancro e para o coração, e um conjunto de outros avanços benéficos para a preservação da vida humana, foram desenvolvidos sem qualquer input por parte dos biólogos evolutivos. De facto, até hoje, nenhum prémio Nobel da Medicina foi atribuído a trabalho envolvendo a biologia evolutiva.

É seguro afirmar que a única "contribuição" que a evolução fez para a Medicina foi levar-lhe para o horrível caminho do eugenismo. Isto trouxe a esterilização forçada e danos físicos a muitos milhares de americanos. Esta é uma "contribuição" que trouxe vergonha - e não avanço - ao campo da Medicina.

Conclusão:

Portanto, porque é que eu haveria de querer que o meu médico tivesse estudado a teoria da evolução? Eu nunca haveria de querer tal coisa. A biologia evolutiva não é fundamental para a medicina moderna.

Esta resposta, apesar de ser verdade, não serve para se vencer o prémio da 'Alliance for Science'.

Michael Egnor, M.D.

* * * * * * *

Outra coisa que convém notar é que a maioria dos médicos não precisa de esconder as suas suspeitas em relação à teoria da evolução porque a sua posição catedrática não é afectada por isso.

Já os biólogos sofrem mais pressão dos seus pares para aceitar a teoria da evolução como um "facto". Como tal, é normal que muitos escondam as suas reservas em torno da mitologia evolutiva.


quinta-feira, março 15, 2012

Cirurgião revela mais falhas na teoria da evolução

O cirurgião Joseph Kuhn (Baylor University Medical Center) descreveu recentemente 3 problemas sérios com a evolução darwiniana num artigo intitulado "Dissecting Darwinism" (Dissecando o Darwinismo). Ele escreveu que os 3 pontos eenunciados foram citados em frente à "Texas State Board of Education", que, passados alguns dias de deliberação, decidiu que os livros escolares deveriam ensinar os pontos fortes e os pontos fracos da teoria da evolução.

Diga-se de passagem que as únicas pessoas que se insurgiram com o ensino da teoria da evolução como uma teoria científica (e não como um dogma religioso) foram os evolucionistas. Aparentemente ensinar os pontos fortes e as fraquezas da teoria da evolução é problemático . . . para a teoria da evolução.

A primeira fraqueza que Kuhn descreveu é, na verdade, bem mais do que uma fraqueza, mas sim um argumento poderoso contra a noção de que processos naturais alguma vez poderiam produzir células a partir de químicos sem vida.

O que mantém as células com vida, diz Kuhn, é a não-natural informação que existe dentro das moléculas da vida. Estas moléculas não possuem o tipo de aleatoriedade que os processos naturais produzem. De facto, quando estas forças naturais operam de forma aleatória sobre estas moléculas, as mesmas perdem a sua vital informação e o organismo morre.

Kuhn escreveu:

O problema fundamental e insuperável da evolução darwiniana encontra-se na complexidade espantosa e na informação inerente contida no ADN.
(Kuhn, J. A. 2012. Dissecting Darwinism. Baylor University Medical Center Proceedings. 25 (1): 41-47.)
O tipo de informação que o ADN codifica é o tipo de linguagem "tudo-ou-nada". Sistemas celulares que usam o ADN possuem as mesmas características básicas e irredutíveis de qualquer linguagem humana:
* símbolos.
* significado para cada um dos símbolos
* regras gramaticais dentro das quais os símbolos podem ser interpretados
* emissores e receptores
* propósito ou efeito desejado aquando do envio das mensagens

Este tipo de estrutura organizacional e informática nunca provém de forças naturais mas é sempre o efeito de uma ou mais mentes pensantes e conscientes.

Kuhn escreveu:

Tendo como base a consciencialização da inexplicável informação em código presente no ADN, para além da inconcebível auto-formação do ADN e inabilidade de se justificar os biliões de nucleotídeos especificamente organizados em cada célula, é razoável concluir que existem várias fraquezas na teoria que postula melhoria gradual através da selecção natural (Darwinismo) como forma de explicar a origem química da vida.

Para além disso, a evolução darwiniana e a selecção natural nunca poderiam ser os mecanismos por trás da origem da vida uma vez que estes processos requerem o funcionamento da replicação e esta não existia antes da origem da vida.
(Kuhn, J. A. 2012. Dissecting Darwinism. 41-47.)

Até mesmo o ardente evolucionista e militante ateu Richard Dawkins admitiu em 2009 que "o problema mais profundo ainda por resolver da Biologia é a origem da vida em si" (Dawkins, R. 2009. Evolution: The next 200 years. New Scientist. 2693: 41).

Claro que o problema não é da "Biologia" mas especificamente da teoria da evolução. A Biologia propriamente dita não tem "problemas profundos" quando se trata da origem da vida. Só quando operamos dentro da camisa de forças chamada "naturalismo" é que ficamos com "problemas profundos" quando se fala na origem da vida.

Enquanto que o militante ateu Dawkins ainda tem fé de que um dia - talvez - o naturalismo consiga explicar a origem da vida, o médico Joseph Kuhn reconheceu o óbvio: a natureza por si só nunca poderia ter produzido a vida. Ou seja, ambos reconhecem que as sugestões que se restringem ao naturalismo têm sido cientificamente insuficientes.

Fonte

. . . . . .

Sem duvida que os estudantes deveriam ficar a par das inúmeras fraquezas que a teoria da evolução possui, mas infelizmente isso não acontece.

Não é dito aos estudantes que o naturalismo falha logo na origem da vida e nem é dito que os próprios militantes ateus e ávidos evolucionistas não possuem respostas científicas para essa questão. Os evolucionistas que controlam o sistema de ensino não revelam esse tipo de informação porque estão perfeitamente cientes que o neo-darwinismo não sobreviveria ao escrutínio científico.

Se o naturalismo falha logo no início do processo, será lógico restringir a Biologia nesse mesmo constrangimento? Se as forças naturais não conseguem gerar uma única célula auto-replicante, porque é que os evolucionistas acreditam que essas mesmas forças naturais conseguiram gerar olhos, ouvidos, braços, pernas, sistemas reprodutores, sistemas de refrigeração, sistemas de auto-reparação, asas, ecolocalização e muito mais?

É por dados científicos como os levantados pelo Dr Kuhn que os evolucionistas tentam desesperadamente separar a origem da vida da teoria da evolução em si. Eles claramente apercebem-se que, se o naturalismo falha na origem da vida, não há justificação científica para se excluir teorias e hipóteses biológicas que não estejam de acordo com o mesmo naturalismo.

Mas nós, que confiamos Naquele em Quem estão escondidos todos os tesouros da ciência e sabedoria, não podemos dar margem de manobra aos ideólogos evolucionistas.

Ou o naturalismo explica todo o processo Biológico (desde a origem da vida) ou então não pode ser o constrangimento filosófico dentro do qual todas as teorias da biologia têm forçosamente que operar.

Reparem que sem apresentar qualquer tipo de alternativa, o Dr Kuhn levantou um argumento devastador contra a teoria da evolução. Imaginem o que aconteceria aos estudantes que saíssem duma aula do Dr Kuhn (em torno da inabilidade da teoria da evolução para explicar a origem da vida) e deparassem com um Cristão - em evangelismo e firme crente no que Deus diz em Génesis - a anunciar "todo o conselho de Deus" desde a Criação até Revelação.

O efeito que teria!

Infelizmente, a maior parte dos Cristãos está mais interessada em colocar fotos suas no facebook e no blogger do que defender a Verdade da Bíblia. Estes "Cristãos" não entram na guerra cultural e nem tomam parte da batalha espiritual mas gostam de andar com a etiqueta que diz "Cristão" - como se fazer parte da Igreja de Deus fosse análogo a pertencer a um grupo social e não a pertencer ao Corpo Místico do Senhor Jesus.

Vêr também:

Evolucionista recorre à censura como forma de defender a sua fé em Darwin



segunda-feira, fevereiro 06, 2012

Evolucionista recorre à censura como forma de defender a sua fé em Darwin

O Dr. Joseph A. Kuhn é um distinto cirurgião afiliado à "Baylor University Medical Center" em Dallas. O Dr. Kuhn publicou recentemente um artigo crítico em relação ao Darwinismo na revista Proceedings do centro médico. Este artigo causou a que o militante ateu e geneticista Jerry A. Coyne ficasse mais zangado que um vespão.

Segundo o militante evolucionista Jerry Coyne, o artigo do Dr. Kuhn está "pobremente escrito, terrível, cheio de erros científicos e como tal, o jornal não só se deveria envergonhar do mesmo, como retratá-lo."

Há outro caminho a seguir que é refutar os "erros científicos" do tal artigo, mas o evolucionista não quer seguir esse caminho; é mais fácil e "científico" exigir que o jornal retire de circulação a publicação.

Aparentemente, dentro da fé evolucionista, a censura é uma forma válida de resposta científica.

Coyne escreve que a crítica que Kuhn faz às milhentas teorias em torno da origem da vida são "absurdamente engraçadas" - embora tais pesquisas nunca tenham levado a cabo a formação de uma única proteína funcional, muito menos duma célula viva.

Coyne prossegue rejeitando o argumento do Dr. Kahn (onde este alega que o sistema de visão depende dum sistema de transdução de luz irredutivelmente complexo) alegando que Kuhn (seguindo o exemplo de Michael Behe) está meramente a levantar um argumento baseado na ignorância e "não oferece qualquer tipo de exemplos" - embora o Dr. Kuhn tenha fundamentado o seu argumento com vários exemplos.

Coyne escreve que Dan-Erik Nilsson e Susanne Pelger, "usando um modelo computacional fixe, demonstraram que um complexo olho-tipo-câmara poderia evoluir facilmente." No entanto Nilsson e Pelger nunca fizeram o que este evolucionista mentiroso alega. A alegação de Coyne, se não for baseada na sua ignorância do que Nilsson e Pelger escreveram, está no limite da fraude.

Para além disso, a evolução do olho-câmara a partir duma área sensível à luz - mesmo que fosse assim tão fácil - é irrelevante para a discussão em torno da origem do sistema de transdução da luz, tal como Behe ressalvou em 1996.

Em resposta ao argumento de Kuhn (de que o registo fóssil falha ao não conter as inumeráveis formas transicionais requeridas pela teoria da Darwin, e que as mutações genéticas são inadequadas como forma de modificar um peixe para um anfíbio ou um primata primitivo para um humano) Coyne responde dizendo:

Ele [Kuhn] falha ao não se aperceber que este é um ponto morto uma vez que NÓS SABEMOS que isso aconteceu: nós temos os fósseis!"
Portanto, diz Coyne, nós evolucionistas sabemos que a nossa teoria está certa porque temos os fósseis. No entanto, os fósseis - que são pedras congeladas no tempo - não nos dizem como é que uma forma de vida gradualmente se modificou até passar a ser outra.

Em resposta ao falhanço do registo fóssil em confirmar a imaginação evolutiva, os neo-darwinistas alegam que as modificações genéticas explicam essa transformação. No entanto, quando o Dr. Kuhn mostra aos evolucionistas o quão improvável isso é, Coyne - um geneticista! - ignora o ponto fulcral do argumento de Kuhn e repete um mantra como se fosse uma criança mimada: "Eu estou certo! Eu estou certo! Eu estou certo! Ganhei!"

Em vez de dar uma resposta minimamente científica ao argumento do Dr. Kuhn, Coyne apela a que seja feita uma censura ao artigo do mesmo. Ele conclui a sua "crítica" com as seguintes palavras:

Este artigo está cheio de erros, apropriações desenganadas provenientes da literatura criacionista, e ignorância básica das evidências em favor da evolução.

O mesmo é um embaraço para o autor, para o jornal e para o campo da Medicina em si.

Apelo ao jornal que retracte esta publicação visto que de outra forma a "Proceedings of the Baylor University Medical Center" vai para sempre ficar identificada como um veículo de propagação dos disparates criacionistas.

Perceberam? Ou querem um desenho? Segundo Coyne, artigos que ressalvam os inúmeros problemas científicos da teoria da evolução têm que ser censurados sob pena de serem identificados de "literatura criacionista". Não é que haja genuínos erros científicos no artigo; o problema é que o artigo insurge-se contra o Santo Consenso Evolutivo (TM). Como tal, o mesmo tem que ser censurado.

É assim que os evolucionistas defendem a sua fé em Darwin. Em qualquer outra área científica os argumentos seriam analisados de forma científica (e não emotiva) e rejeitados (ou aceites) segundo bases sólidas.

Quando se trata da teoria da evolução, visto que a mesma não é uma teoria científica mas uma religião mascarada de ciência, o mais nobre é censurar a oposição.

Façam uma pergunta a vocês mesmos: quando alguém não quer que a voz contrária seja ouvida pela maioria, o que é que isso demonstra em relação à pessoa que apela à censura? Será que ela tem genuína fé no acredita, ou será que ela sabe que a sua teoria não sobrevive o escrutínio científico?

Ao contrário dos evolucionistas, os Cristãos não apelam à censura como forma de propagar a Verdade do Livro de Génesis. Pelo contrário, nós queremos que as pessoas saibam em detalhe os absurdos da teoria da evolução como forma delas saberem o quão baixo uma pessoa pode descer na sua rejeição do Criador.

Quem tem a Verdade do seu lado não precisa de censurar os inimigos ideológicos.


domingo, janeiro 29, 2012

O inevitável acontece

Uma das características mais "fascinantes" dos militantes ateus é o enorme fosso que há entre o que eles afirmam acreditar na ciência e o seu comportamento observado empiricamente. A hipocrisia que frequentemente revelam não só é análoga à hipocrisia de tele-evangelistas caídos em desgraça, como excede a destes últimos uma vez que a hipocrisia é practicamente aceite entre os militantes ateus.

Desde Freud que nos é dito que o Cristianismo é mau para as pessoas. Desde Jean Meslier que nos é dito que o Cristianismo é mau para as sociedades. Por incrível que parece, nós continuamos a ouvir este mantra apesar das evidências, dos documentários, dos testemunhos e dos dados científicos demonstrarem que o Cristianismo é bom para o indivíduo e significativamente positivo para a sociedade.

No entanto, apesar de décadas de evidências contraditórias à sua fé cega, os militantes ateus ainda lutam para uma sociedade totalmente anti-Cristã, baseada no naturalismo e tendo o mito da evolução como pano de fundo para as nossas origens. Pior ainda é que eles continuam a fazer isto mesmo quando esta visão começa a afectar o mundo à sua volta.

Mentiras, adultério, consumo de drogas, violação dos limites de velocidade, conduzir bêbado e roubar são tudo actividades que são hoje vistas de uma forma mais aceitável que o eram no virar do século. Segundo uma pesquisa levada a cabo pela Universidade de Essex, a condenação e a censura das chamadas "desonestidades de menor grau" diminuíram, independentemente da classe social, salário ou educação.

Os níveis de integridade são ligeiramente superiores entre as mulheres, mas a maior variação verifica-se na faixa etária onde se observa uma crescente tolerância à desonestidade entre os jovens.

Fonte

. . . . . . . .

Não sei se é espantoso ou cómico que os académicos que levaram a cabo este estudo, que sem dúvida são todos avidos promotores duma sociedade livre da influência Cristã, falhem em unir o fenómeno observado com a causa adequada: redução da influência Cristã. Em vez do óbvio, eles divagam em explicações ridículas:

Nós achamos que isto ocorre porque os exemplos comportamentais existentes não são muito bons.
E porque é que as pessoas para quem os jovens olham como exemplos são eles também pobres em termos de comportamentos moralmente superiores?

A ideia de que uma sociedade pode abandonar os seus fundamentos Cristãos com apenas algumas consequências menores é um absurdo de todo o tamanho.

Os militantes ateus podem continuar a produzir uma panóplia de argumentos tendo em vista à sua tentativa de separar a moralidade de Deus, mas os dados científicos e históricos, juntamente com milhares de anos de exploração filosófica, demonstram isto não pode ser feito com sucesso.

Sem o Deus da Bíblia, as sociedades degeneram-se de modo irreversível. Claro que nós sabemos que é precisamente isso que os marxistas culturais querem. O que é notável é alguém ainda acreditar na propaganda anunciada pelos militantes ateus em favor de coisas como "eu posso ser bom sem Deus".

"Eu sou bom sem Deus porque segundo a minha definição de 'bom', roubar é perfeitamente aceitável"

segunda-feira, setembro 12, 2011

Bebés defendem-se do sistema imunitário materno


Salmo 139:13
Pois possuíste os meus rins;
entreteceste-me no ventre de minha mãe.

Quando alguém recebe um órgão pertencente a outra pessoa, a mesma tem que ingerir drogas suficientemente poderosas para impedir a rejeição do dito órgão. Isto acontece porque o corpo onde foi implantado o órgão reconhece que o mesmo não é "seu", e portanto trata-o como se fosse um "invasor" a ser destruído.

Isto levanta um problema: Porque é que o sistema imunitário da mulher grávida não reconhece o seu próprio filho como sendo distinto do seu corpo? Sendo um ser humano com uma composição genética herdada tanto do pai como da mãe, ele é distinto da sua mãe.

Alguns cientistas teorizam que a placenta é uma barreira física entre o bebé e o sistema imunitário da mãe. Outros, porém, acreditam que o bebé de alguma forma "esconde-se" do sistema imunitário da mãe. Uma terceira teoria afirma que o sistema imunitário da mãe é de alguma forma "obrigado" a tolerar a criança não nascida.

Pesquisas levadas a cabo pelos cientistas da "Medical College of Georgia" em Augusta, Geórgia, suportam esta terceira alternativa. Foi descoberto que a placenta produz um enzima (IDO) que opera de forma a suprimir as células da sistema imunitário materno. Mais precisamente, o bebé ainda por nascer produz a enzima correcta de forma a impedir que o sistema imunitário da mãe o ataque. Isto, claro, como efeito de milhões de mutações aleatórias filtradas pela sempre atenta selecção natural.

Os cientistas afirmam que esta descoberta pode servir de inspiração para a produção de novas drogas médicas que sirvam para tratar doenças relativas ao sistema auto-imunitário, bem como para tratar situações de rejeição de órgãos doados.

Conclusão:

Este sistema tinha que estar 100% operacional desde que apareceu na Terra uma vez que um bebé que não tivesse o enzima para combater o sistema imunitário da progenitora, morreria. O enzima não poderia ser um qualquer, mas apenas e só o enzima certo para combater o sistema de auto-defesa da mãe. A mãe, como é óbvio, também esteve num útero e como tal tinha que ter o mesmo enzima.

Os adivinhos evolucionistas, obviamente, não têm qualquer explicação naturalista e aleatória para a origem deste sistema, mas eles continuam a acreditar (por fé) que a evolução explica a sua origem. Cientificamente falando, é mais lógico inferir que este sistema interdependente apareceu na Terra completamente funcional (sem nenhuma evolução gradual) uma vez que o gradualismo mataria o bebé.

Ou o sistema está lá por inteiro ou não funciona.

Biblicamente falando, isto é mais uma evidência para o que o Rei David disse:

Salmo 139:14 Eu Te louvarei, porque de um modo terrível e tão maravilhoso fui formado; maravilhosas são as Tuas obras, e a minha alma o sabe muito bem.
O sistema de auto-defesa que os bebés possuem mostra ainda mais o Génio Infinito do Criador, o Senhor Jesus Cristo.

Como é normal, a teoria da evolução é totalmente desnecessária para a medicina, biologia e todas as áreas científicas que envolvam o estudo das formas de vida.

..................................................

PS: Se vocês virem "refutações" ateístas a este post, ou a outro post que aponta para a interdependência entre sistemas biológicos, façam esta pergunta a vocês mesmos:

Será que esta resposta mostra como é que o dito sistema surgiu como resultado de forças aleatórias, ou será que esta refutação apenas explica como é que o sistema funciona?
Eu digo isto porque, quando os ateus evolucionistas tentam refutar o que a ciência tem mostrado, os blogues evolucionistas invariavelmente evitam explicar a origem aleatória, não-inteligente, natural dos supracitados sistemas, e confundem os leitores com descrições sobre o funcionamento dos mesmos.

Mas reparem que o ponto de discórdia entre os cientistas evolucionistas e os cientistas criacionistas não é o funcionamento mas a origem da diversidade. Tanto os criacionistas como os evolucionistas estão de acordo em relação ao funcionamento.

Portanto, fiquem atentos à ilusão que os evolucionistas fazem. Sem dúvida que irão notar que as "explicações" dos mesmos são tudo menos algo que confirme os poderes criativos das forças aleatórias . Provavelmente eles precisem de um "jeitinho evolutivo"?*

* Referência à seguinte frase presente neste post do Ludwig:

"Foi possivelmente isto que induziu Haeckel a dar um “jeitinho” aos desenhos, convencendo-o que o embrião revivia formas ancestrais."

Vêr Também:


sábado, agosto 13, 2011

Órgãos vestigiais: a ignorância científica dos evolucionistas

Até hoje, acreditava-se que a retirada das amígdalas e do apêndice não representasse nenhum risco de saúde, a não ser, é claro, os que envolvem todo procedimento cirúrgico. De qualquer maneira, não havia muito com o que se preocupar.

Um grande estudo feito na Suécia, analisando os registros de saúde de todo cidadão nascido entre 1955 e 1970, mostra que a remoção cirúrgica do apêndice e das amígdalas (também conhecidas como tonsilas) antes dos 20 anos aumenta o risco de sofrer um ataque cardíaco prematuro em 33% (apendicite) e 44% (amigdalite), respectivamente.

O risco ainda aumenta significativamente quando tanto as amígdalas quanto o apêndice são removidos. No entanto, não houve associação com o risco evidente das operações realizadas em pessoas acima de 20 anos de idade.

O estudo evidencia que a remoção, com efeitos a longo prazo, incide no sistema imunológico e altera o risco para algumas doenças autoimunes. Estudos revelam que entre 10 e 20% de todos os jovens têm as amígdalas ou apêndice removidos em decorrência de infecções.

A causa para o aumento do risco pode estar no fato de que tanto o apêndice quanto as amígdalas são órgãos linfóides e, portanto, componentes do sistema imunológico do corpo, embora de modesta importância. Como parecem ter sua função reduzida após a adolescência, a retirada depois dos 20 anos não aumenta o risco de problemas cardíacos significativamente.

“Pode-se antecipar que a remoção cirúrgica das amígdalas e do apêndice tem consequências sobre a imunidade, com efeito a longo prazo sobre as doenças coronarianas”, afirma Imre Janszky, do Departamento de Saúde Pública da Ciência do Instituto Karolinska, em Estocolmo.

Publicado nesta quarta-feira no periódico médico European Heart Journal, a pesquisa acompanhou os pacientes que tiveram amígdalas ou apêndices removidos por meio dos registros durante 23,5 anos, em média, cruzando as ocorrências de ataques cardíacos fatais ou não fatais.

“Estávamos cientes de que nenhum outro estudo estava avaliando os efeitos potenciais de apendicectomia ou amigdalectomia no risco de doença coronariana ou aterosclerose. Já há algumas evidências de que a remoção do baço, outro órgão linfoide secundário, também está associada com aterosclerose acelerada e aumento do risco cardiovascular”, conclui Janszky.

(Veja)

Nota: Faltou apenas dizer por que não se considerava arriscado retirar o apêndice e as amígdalas. No caso específico do apêndice (e de outras cerca de 80 partes do corpo humano hoje sabidamente úteis), até há não muito tempo, os darwinistas o consideravam um “órgão vestigial”, ou seja, que havia sido útil a nossos ancestrais, mas que acabara perdendo sua função. Nada mais falso. E outra mitologia evolutiva caiu por terra.

"A ignorância humana com relação às funções específicas dessas estruturas não prova que elas não têm função. É mais provável que, nos pouquíssimos casos restantes, um estudo mais intensivo revelará – como aconteceu no passado – as funções específicas realmente realizadas por esses órgãos supostamente inúteis.

Na verdade, muitos desses órgãos tidos como vestigiais não são apenas exemplos pobres de evolução; são também modificações degenerativas ou possivelmente o resultado de mutações prejudiciais" (A História da Vida, p. 74).[MB]

Fonte

domingo, agosto 07, 2011

Evolucionista: "Eu Não Sei Qual É a Razão do Percurso do Nervo Laríngeo Portanto o Mesmo Evoluiu"

O que primeiro começa o seu pleito, justo parece; mas vem o seu companheiro e o examina.
Provérbios 18:17

O ateu Mallmal desafiou-me a explicar o motivo da travessia do nervo laríngeo. Segundo o argumento Teológico proposto pelos ateus, "Deus nunca faria algo assim" portanto isto é o resultado do mitológico processo evolutivo.

Não deixa de ser curioso o facto dos ateus esperarem que os cristãos sejam capazes explicar as motivações de Deus ao construir algumas estruturas biológicas da forma que são, mas ao mesmo tempo, eles são incapazes de explicar como é que uma única célula pode ser o resultado de forças não inteligentes. Nós temos que conhecer as intenções do Todo Poderoso, mas eles nem capazes são de explicar a origem de uma célula. Este duplo padrão é muito revelador.

Outra coisa a levar em conta pelo desafio do Mallmal é que, ao contrário do que muitos ateus dizem, quando se discute a origem das espécies só há duas opções: criação ou evolução. Isto é evidenciado pelo facto do Mallmal assumir que "mau design" é evidência contra Deus, e desde logo evidência a favor da evolução.

Ora, se isto é assim, então o reverso também é perfeitamente lógico: evidência contra a evolução é evidência a favor da criação. O curioso é que os ateus já não aceitam esta última parte; ou seja, embora para eles seja válido que evidências contra Deus sejam evidências a favor da teoria da evolução, evidências contra esta última nunca podem ser evidências a favor de Deus. Dito de forma científica, "caras eu ganho, coroas tu perdes".

O nervo laríngeo recorrente (NLR) no homem é encontrado ramificando-se a partir do 10º (décimo) nervo craniano na cavidade do peito. Os 12 nervos cranianos fazem parte do elegantemente arquitectado sistema nervoso autonómico que controlam involuntariamente os processos corporais, incluindo a digestão, o batimento cardíaco e a respiração. Nem o Mallmal nem o Homero Ottoni nos deram uma explicação científica sobre a origem não-inteligente de um sistema nervoso que funciona involuntariamente. Talvez eles sejam capazes de fazer isso num futuro próximo?

Os ateus evolucionistas alegam que o Criador é um "Mau Designer" por ter colocado o NLR a dar uma volta para dentro do peito, fazendo um loop em volta de um ligamento do pulmão antes de voltar a laringe.

Foto tirada do blog Mallmal

Segundo o agnóstico evolucionista Michael Denton "O nervo laríngeo recorrente faz um loop em torno da aorta e volta à laringe em vez de fazer uma travessia directa."1Por outras palavras, "Porque não estender o nervo directamente do cérebro para a laringe?"

Antes de colocar aqui uma resposta, os cristãos devem-se lembrar que a lista de "mau design" proposta pelos ateus é sempre provisória. A sua fé de que é "mau design" é exacerbada pela sua falta de conhecimento científico. Num passado não muito distante os evolucionistas consideravam o apêndice como um órgão vestigial mas a ciência refutou a sua crença. Se voltarmos o tempo atrás veremos que os evolucionistas tinham uma lista bem extensa de supostos órgãos vestigiais mas à medida que a ciência avançava, essa lista foi ficando cada vez mais pequena.

Os evolucionistas são um dos poucos grupos deste mundo que usa a sua falta de conhecimento como evidência a seu favor. Eles essencialmente dizem "Eu não sei qual é a função desta estrutura biológica e como tal ela evoluiu!". Será isto lógico?

Exemplos do imaginado "mau design" inclui também o supostamente mal arquitectado polegar do urso panda. O falecido ateu marxista S. J. Gould2 repetidamente citou esta estrutura mas esqueceu-se de informar que o panda aparenta estar a viver muito bem com este suposto "mau design".

Em décadas mais recentes os evolucionistas ateus como o Clinton Richard Dawkins tem vindo a afirmar que a retina do nosso sistema de visão está "construída ao contrário". Se o Criador existisse Ele certamente não construiria esse sistema de forma a que a orientação das células foto-receptoras estivesse de forma a que a sua parte sensorial estivesse direccionada em oposição à fonte de luz.

Hoje em dia nós ouvimos cada vez menos este argumento. Porquê? Porque os cientistas que de facto percebem sobre o funcionamento da visão demonstraram que o aparato visual está construído exactamente da forma que deveria estar de forma a receber os fotões (luz) e direccionar os impulsos através dos nervos ópticos para a parte traseira do cérebro, onde elas são convertidas em imagens.

Aliás, se o nosso sistema de visão fosse construído da forma que os evolucionistas imaginam, nós seríamos cegos!

Então e o nervo?

Porque é que o Criador criou NLR com essa volta toda? Para os biólogos ateus, baseados na sua fé na teoria da evolução, isto é estranho e desnecessário, mas os cientistas cristãos e os médicos que estão a investigar este aparato possuem algumas teorias. Ao contrário dos ateus que qualificam isto de "mau design" e imediatamente se recusam a estudar uma possível função para essa volta, os verdadeiros cientistas estão a procura de respostas científicas. Isto mostra como a teoria da evolução é um impedimento para o avanço científico.

Existem ramos do NLR que passam por cima e por baixo da laringe (ambos ramificam-se a partir do vago) e isto poderia permitir alguma preservação de função em caso de algum se danificar. Redundância informacional é evidência de bom design. O NLR passa muito perto da base da aorta e provavelmente a variação do diâmetro da aorta pode alterar a função do NLR.

Claro que os campos da neuro-anatomia e fisiologia são uma afronta para a teoria que postula uma causa não inteligente para a biosfera (evolução). A origem da impressionante complexidade da vida não é algo que esteja ao alcance de processos naturais não inteligentes.

Os evolucionistas que expliquem ao mundo o aparecimento e a evolução gradual do cérebro humano enquanto os criacionistas tentam descobrir um motivo para a viagem do NLR. Acho que mais cedo nós teremos uma resposta científica para a última do que para a primeira.

Conclusão:

Daquilo que pude verificar e pesquisar, não há respostas definitivas em relação aos motivos que levaram Deus a construir o NLR com esta travessia, mas há algumas teorias testáveis. Assumir-se que é "mau design" e cruzar os braços não é resposta. É preguiça mental.

Como cristão e sabendo o Deus que eu tenho (que "Tudo faz bem" - Marcos 7:37) , eu posso fazer uma previsão científica: embora hoje não haja uma resposta definitiva para este percurso, um dia os cientistas vão descobrir os motivos para tal. O meu Deus não faz as coisas por acaso e se esta estrutura biológica está disposta desta forma, então há uma razão para tal. É nosso dever estudar, testar, pesquisar, perguntar até encontrarmos a resposta sobre a razão disto ser como é.

O meu desafio para o Mallmal é o seguinte: quando os cientistas descobrirem a razão deste percurso, estás disposto a fazer um post no teu blog e a reconhecer que foi a tua falta de conhecimento científico que te levou a assumir que isto é "mau design"? Ou será que vais ignorar os dados da ciência?

Eu dei-te a minha resposta o melhor que eu sei, reconhecendo que, de acordo com o que pude ver, ainda não há explicação científica para tal travessia. Espero que tu também possas ser honesto e reconhecer que a tua fé no ateísmo levou-te a ver "mau design" onde ele não existia.

Como vai ser, Mallmal? Fico à espera da tua resposta.


[ACTUALIZAÇÃO - 02-05-2010,14:00]

O Dr Jonathan Safarti diz em relação ao trajecto do NLR:

Acho que te estás a referir ao NLR, uma vez que, ultimamente, este argumento tem dado algumas voltas na boca de vários ateus, incluindo o Dawkins. É por isso que eu falo em algum detalhe acerca disto no meu último livro "The Greatest Hoax on Earth?"

O bem conhecido livro escolar "Gray's Anatomy" declara:

“As the recurrent nerve hooks around the subclavian artery or aorta, it gives off several cardiac filaments to the deep part of the cardiac plexus. As it ascends in the neck it gives off branches, more numerous on the left than on the right side, to the mucous membrane and muscular coat of the esophagus; branches to the mucous membrane and muscular fibers of the trachea; and some pharyngeal filaments to the Constrictor pharyngis inferior.”
Ou seja, Dawkins e os outros ateus apenas consideram o destino principal, a laringe. Na realidade, o nervo desempenha um papel importante em abastecer partes do coração, músculos da traqueia e membranas mucosas, e o esófago. Isto pode explicar o seu trajecto.
Tal como tinha sido dito, se o NLR está da forma que está, e tendo o mesmo sido o resultado de Design Inteligente, então seria de esperar alguma função para a sua trajectória. Segundo o dados médicos, a sua trajectória pode ser explicada como forma de abastecer as áreas por onde o NLR passa.

O que fica desta situação é o quão cientificamente estéril o ateísmo é. Enquanto o cristão se debruça sobre o problema e tenta encontrar alguma razão para as coisas estarem como estão, o ateu apenas diz que é "mau design" e perde toda a motivação em tentar descobrir a função.

Longe de ser um impedimento para a ciência, o cristianismo motiva as pessoas a tentar perceber o porquê das coisas funcionarem como funcionam. O ateísmo, por outro lado, é um beco sem saída.


Referências:
1. Denton, Michael J., Nature's Destiny, Free Press, 1998, p. 260.
2. Gould, S. J., "The Panda's Thumb of Technology," Natural History, January 1987, p. 14.

Algumas porções do texto foram traduzidas a partir do original.

sábado, agosto 06, 2011

A "infalível" sabedoria humana: bebé 'morto' chora ao ser preparado para funeral

Um grave erro médico pode ter custado a vida de um recém-nascido, julgado erroneamente morto e enviado para uma funerária na cidade de Araxá, no estado brasileiro de Minas Gerais. Foram os funcionários da funerária que perceberam que o recém-nascido, afinal, estava vivo, quando ele, ao ser preparado para o velório e o enterro, começou a chorar, dando um enorme susto em todos ao redor.

O bebé tinha nascido ao início da tarde de terça-feira no Hospital da Santa Casa da Misericórdia de Araxá, mas, pouco depois, os médicos comunicaram aos pais dele que o menino, que era prematuro, não tinha resistido e morrera. Como é habitual nesses casos, os médicos lavraram a certidão de óbito e o recém-nascido foi encaminhado para uma funerária da cidade.

Horas depois, após o choro que mostrou que estava vivo, o bebé foi novamente levado para o Hospital da Santa Casa, para espanto de todos que o tinham visto sair dali supostamente sem vida. Os médicos confirmaram, como não podia deixar de ser, que o recém-nascido estava realmente vivo, mas constataram que ele apresentava graves problemas respiratórios.

Como naquela unidade hospitalar não existe Centro de Tratamento Intensivo para crianças nem os meios necessários para atender devidamente um caso como aquele, o menino foi enviado para outro hospital numa outra cidade, o Hospital da Universidade do Triangulo Mineiro, na cidade de Uberaba, onde acabou por morrer na madrugada desta quarta-feira.

A polícia vai agora apurar se o bebé morreu devido a eventuais complicações decorrentes do parto prematuro e da saúde frágil, ou se o seu óbito foi uma consequência das muitas horas que esteve sem atendimento por ter sido considerado morto.

Fonte


Eventos como este demonstram de forma bem clara o quão limitado o nosso conhecimento é. Se em situações onde o sujeito está bem à nossa frente nós podemos determiná-lo como "morto" quando estava vivo, qual é a base lógica para se confiar nesse mesmo conhecimento humano em situações que nós não podemos testar empiricamente tais como o céu, o inferno (Mateus 25:41), criação, Dilúvio, anjos e demónios?

É o pináculo da nossa arrogância posicionarmos o homem como juiz em matérias que estão bem para além da análise empírica, especialmente quando já há Alguém com capacidade para tal. Mas como já sabemos, se há algo em que nós seres humanos somos bons é em julgar-mo-nos melhores do que realmente somos.

Para que os seus corações sejam consolados, e estejam unidos em amor, e enriquecidos da plenitude da inteligência, para conhecimento do mistério de Deus e Pai, e de Cristo,

Em Quem estão escondidos todos os tesouros da sabedoria e da ciência.

Colossenses 2:3

sábado, julho 16, 2011

Porque é que invocamos Darwin?

O artigo original do Dr. Philip Skell pode ser lido aqui. As respostas ao artigo original podem ser lidas aqui.

Por Dr. Philip Skell

O meu ensaio em torno do Darwinismo e da Biologia experimental moderna iniciou uma discussão acalorada, no entanto as respostas não oferecem qualquer tipo de evidência para a noção de que a teoria da evolução é a pedra angular da Biologia experimental.

A fisiologia comparativa e a genómica comparativa têm, sem dúvida, sido bastante frutíferas, mas a Biologia comparativa originou-se antes de Darwin e nada deve à sua a teoria.

Antes da publicação do livro "The Origin of Species", em 1859, a Biologia comparativa focava-se maioritariamente na morfologia uma vez que a fisiologia e a bioquímica ainda estavam a dar os primeiros passos; mas a extensão da lógica comparativa para estas sub-disciplinas dependeu do desenvolvimento de novas metodologias e instrumentos, e não dependeu da teoria da evolução ou imersão na Biologia histórica.

Uma carta menciona a evolução molecular directa como a técnica para se descobrirem anticorpos, enzimas e outras drogas. Tal como a Biologia comparativa, esta técnica tem sido frutífera, não é uma aplicação da evolução darwiniana - é o equivalente molecular da procriação clássica.

Muito antes de Darwin, os criadores de animais usavam a selecção artificial para desenvolverem colheitas e animais melhorados. Darwin apenas extrapolou isto numa tentativa de explicar a origem das novas espécies - mas ele não inventou o processo da selecção artificial.

É de se notar que nenhum destes críticos detalhou um exemplo onde a Teoria/Paradigma Geral de Darwin tenha sido guia na pesquisa até atingir os seus objectivos. De facto, a maior parte das inovações não são lideradas por paradigmas mas por hipóteses testáveis e modestas.

Reconhecendo isto, nem as escolas médicas nem as firmas farmacêuticas possuem nas suas instalações divisões para a ciência evolutiva.

Os fabulosos avanços da Biologia experimental dos último século tiveram uma dependência central no desenvolvimento de novas tecnologias e instrumentos e não na imersão intensiva na Biologia histórica ou na teoria de Darwin.

A evolução não é uma característica observável dos organismos vivos. O que a Biologia experimental moderna estuda são os mecanismos através dos quais os seres vivos mantém a sua estabilidade sem evoluir.

Os organismos oscilam em torno dum ponto mediano e se eles se desviam de um modo significativo desse estado, eles morrem. Tem sido a pesquisa desses mecanismos estabilizadores - e não a pesquisa guiada pela teoria de Darwin - que produziu os maiores frutos da Biologia e da Medicina modernas.

Como tal, eu pergunto outra vez: porque é que invocamos Darwin?

quarta-feira, junho 15, 2011

Mundo está a perder cura milagrosa dos antibióticos

A resistência aos antibióticos é cada vez maior e muitas infecções são agora mais difíceis de curar, o que leva a tratamentos caros e prolongados e a um aumento do risco de morte, alerta a Organização Mundial de Saúde.

Quinta-feira, quando se assinala o Dia Mundial da Saúde, que este ano decorre sob o tema "Combater a Resistência aos Antibióticos", a OMS apela a uma acção urgente e concertada dos governos, profissionais de saúde, indústria, sociedade civil e pacientes para desacelerar o aumento da resistência aos medicamentos, limitar o seu impacto e preservar os avanços médicos para as gerações vindouras.

"A mensagem neste Dia Mundial da Saúde é muito clara. O mundo está perto de perder as suas curas milagrosas", afirma a directora-geral da OMS num comunicado hoje divulgado.

Margaret Chan refere que, "na ausência de acções correctivas e protectivas urgentes, o mundo caminha para uma era pós-antibiótica, na qual muitas infecções que hoje são comuns deixarão de ter cura e irão, mais uma vez, matar sem esmorecer".

Hoje, a OMS publica um pacote de medidas políticas, definindo as medidas que os governos e os seus parceiros nacionais precisam para combater a resistência aos antibióticos.

Entre as medidas sugeridas estão o desenvolvimento e implementação de um plano nacional financiado, o reforço das capacidades de vigilância e laboratorial, a garantia de acesso ininterrupto a medicamentos essenciais de qualidade garantida, a regulação e promoção do uso racional de fármacos, o reforço da prevenção e controlo de infecções e o fomento da inovação, investigação e desenvolvimento de novas ferramentas.

Fonte

Ninguém do mundo evolutivo parece com esperanças que o ser humano desenvolva uma mutação aleatória que lhe permita subsistir a nova vaga de micróbios, super-resistente aos nossos antibióticos.

Como sempre acontece, quando se começam a falar de coisas sérias, temos que pôr de parte a mitologia evolutiva e tentar fazer o melhor trabalho possível segundo uma outra perspectiva.

segunda-feira, junho 06, 2011

Medicina Selvagem

João 14:6
"Disse-lhes Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida. Ninguém vem ao Pai senão por Mim."

Será possível que o teu farmacêutico possa ser um chimpanzé? Cientistas têm vindo a descobrir que muitos animais usam uma variedade de plantas e outros items para tratar das suas complicações físicas. Os animais já sabem das propriedades médicas de algumas plantas enquanto a medicina humana ainda tem que aprender sobre tal.

Recentemente um cientista reparou que uma das macacas mantidas sob o seu cuidado estava a ficar letárgica e com perda de apetite. Inferiu-se desses dados que ela havia desenvolvido algum tipo de complicação gástrica. Umas horas depois de ter ficado doente, ela começou a mastigar um arbusto que geralmente não faz parte da sua dieta. Ela mastigou a planta, engoliu o suco amargo mas cuspiu a polpa.

Quando a mesma macaca foi observada no dia seguinte, os seus sintomas haviam desaparecido e ela sentia-se melhor. Depois de alguma pesquisa, os cientistas verificaram que as tribos locais usam o suco da mesma planta para tratar complicações intestinais e perda de apetite.

Há muitas outras instâncias onde os animais aparentam ter conhecimento médico ainda não descoberto pelo homem. Por exemplo, o estudo do suco de raízes nas quais os ursos esfregam o seu pêlo mostrou que os ursos estão a usar um insecticida eficiente. Paralelamente, os cientistas observaram elefantes, macacos, pássaros e ursos a comer uma variedade de alimentos que não fazem parte da sua dieta normal, só para mais tarde descobrirem que aquilo que eles comiam era um tipo de alimento com propriedades médicas.

O mais espantoso é que os animais sabem qual é a melhor forma de ingerir o medicamento. Por exemplo, se a folha duma planta tiver um melhor efeito (como forma de matar parasitas intestinais) se fôr engolida sem mastigar, então o animal engole a folha sem a mastigar.

Conclusão:

Quem senão o Grande Médico, o Senhor Que Cura (YHWH RAPHE, Êxodo 15:26) poderia ter dado aos animais este conhecimento médico? Isto é o tipo de conhecimento que, mesmo que um macaco tivesse aprendido por si só, nunca seria passado pelos genes uma vez que aquilo que se aprende não altera a informação genética que se passa à descendência.

Tu podes aprender a falar hebraico durante a tua vida, mas isso não vai de forma nenhuma fazer com que os teus filhos nasçam a saber falar esse idioma. O mesmo se passa com actividades físicas: podes aprender a tocar piano, andar de bicicleta, ou a nadar mas isso não vai de forma nenhuma fazer com que os teus filhos nasçam a saber tocar piano, andar de bicicleta ou a saber nadar.

Aquilo que nós aprendemos não altera a informação genética passada à descendência. A única forma de se alterar a informação genética que normalmente seria passada aos filhos é algum tipo de alteração na informação que é usada para construir o novo ser humano, isto é, alterações nos ovários e na semente do homem.

É isso que geralmente acontece quando pessoas são alvo de radiações que os atinge em zonas sexuais. A informação genética aí presente (aquela que é transmitida) é perturbada e os filhos podem nascer com deficiências graves, como aconteceu nas áreas circundantes a Chernobyl.

Esta limitação ao tipo de informação que os país transmitem aos filhos impossibilita que a evolução seja explicação cientificamente credível para o fenómeno da medicina no mundo animal. Conhecimento não se transmite através do genes, e como os animais já nascem com este conhecimento, temos que inferir que este informação tem causas que estão para além do mundo natural.

A hipótese cientificamente mais sólida é que Alguém (Imaterial) ensinou estes animais como extrair benefícios médicos de certos tipos de plantas. Esta inferência científica ajusta-se perfeitamente no que o Livro de Génesis diz sobre as nossas origens:

Porque em seis dias fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo o que neles há, e ao sétimo dia descansou: portanto, abençoou o Senhor o dia do sábado, e o santificou.

Para o evolucionista determinado a não "permitir um Pé Divino à porta", os avanços científicos na área da Biologia estão-se a revelar catastróficas. Para o Cristão, que juntamente com os 24 Anciãos declara "Digno és, Senhor, de receber glória, e honra, e poder; porque Tu criaste todas as coisas, e por Tua vontade são e foram criadas", estes dados apenas reforçam a sua fé.

Que Deus ajude a sua Igreja a mostrar ao mundo que a verdadeira ciência está de acordo com a verdadeira Fé (Cristianismo).

Referências: Cowen, Ron. 1990. "Medicine on the wild side." Science News, v. 138. p. 280.

domingo, junho 05, 2011

Consenso médico pode ter colocado vidas em risco

"Porque todos pecaram e destituídos estão da Glória de Deus"
Romanos 3:23

Será que noventa e dois artigos arbitrados por pares publicados durante mais de 10 anos podem ter sido fraudulentos? Como é uma coisa dessas possível aconteceu?

A UK Telegraph soou o alarme em torno de Joachim Boldt, “tido como um especialista de topo na gestão do fluído intravenoso" colóide. O mesmo publicou em vários jornais médicos autoritários britânicos.

Os peritos descreveram as alegadas falsificações de Boldt como o maior escândalo da pesquisa médica desde que Andrew Wakefield foi exposto como uma fraude no ano passado por ter alegado falsamente ter provado uma ligação entre a vacina MMR e o autismo... As alegadas falsificações do senhor Bold tem mais de uma década.
Pior que isso é o facto de haver a possibilidade de pacientes britânicos terem sido expostos a tratamentos perigosos dados com a autoridade da ciência. O tratamento que ele alegou ser seguro "pode resultar em complicações que incluem falhas no coração e nos rins, entrada de fluidos nos pulmões e choques anafiláticos".

Aparentemente Boldt "falsificou as assinaturas dos seus alegados ‘co-autores’ nos seus estudos, levou a cabo testes não aprovados e requisitou financiamento para operações que nunca executou". Provavelmente isto foi feito para cair nas boas graças dos produtores dos dispendiosos medicamentos.


"Porque o amor do dinheiro é a raiz de toda a espécie de males" 1 Timóteo 6:10

Um pesquisador médico estava estupefacto:

Para mim, isto agita o mundo no qual eu trabalho e faz com que eu me sinta menos confiante nele. Se eu fizesse parte do público, provavelmente sentiria o mesmo.

Conclusão:

O Homem pode ir à lua, construir sistemas que permitam observar cada vez mais longe no universo, decorar a tabela periódica e executar cálculos mentais cada vez mais complexos, mas a sua natureza caída mais cedo ou mais tarde vai-se manifestar. Nem é uma questão de "se" mas sim "quando".

Para aqueles que colocam a sua fé nos "cientistas" em assuntos que giram em torno das nossas origens, o nosso lugar no universo, e o nosso futuro eterno, que este texto sirva de aviso. Se em coisas que nós podemos empiricamente testar, medir, repetir e observar, o ser humano mostra-se pouco fiável, que dizer de assuntos que gravitam para zonas geográficas e linhas temporais que não estão sujeitas à observação directa?

Olhai para Mim, e sereis salvos, vós, todos os termos da terra; porque Eu sou Deus, e não há outro.
Isaías 45:22

terça-feira, maio 17, 2011

Mulher em período fértil atrai solteiros e repele casados

Parece que a bioquímica feminina foi feita para atrair o homem e vice versa. Mais uma evidência científica que demonstra que a naturalidade sexual é homem + mulher, e não homem + homem ou mulher + mulher.

Uma nova pesquisa joga um balde de água fria em quem justifica a infidelidade como "natural". Segundo um experimento da Universidade da Flórida, a fidelidade também pode ser explicada pela biologia.

Os coordenadores do estudo, Saul Miller e Jon Maner, mostraram que sinais de que uma mulher está em período fértil, como mudança de cheiro, são percebidos pelo homem. Mas, se ele for comprometido, em vez de atração, ele tende a rejeitar os sinais em uma desconhecida.

PICO FÉRTIL

Pesquisas anteriores já apontaram a relação entre pico fértil da mulher e resposta masculina. Um estudo feito em 2007 com dançarinas de striptease mostrou que as gorjetas aumentavam quando elas estavam ovulando.

"No pico de fertilidade, o aumento do estrogênio deixa a mulher mais lubrificada, com mais brilho na pele. O cheiro do corpo também muda de forma sutil, mas que é percebida pelo homem", diz a endocrinologista Vânia Assaly, membro da International Hormone Society.

A reação fisiológica do macho é responder com excitação sexual e partir para o bote. Mas, se isso significa pular a cerca, outras reações biológicas podem entrar em jogo, especulam pesquisadores.

No trabalho da Flórida, uma jovem frequentou o laboratório de psicologia social por vários meses. Os homens participantes classificaram o grau de atratividade da moça. A maioria dos desimpedidos a considerou mais atraente nos períodos férteis. Os que estavam em relacionamentos românticos a acharam menos atraente justamente nessas fases.

"Parece que os homens estavam de fato tentando afastar qualquer tentação que pudessem sentir diante da mulher que estava ovulando", disse o psicólogo Maner.

Para Assaly, isso mostra como condições sociais modulam a ação hormonal.

"A presença da mulher fértil aumenta a produção de hormônios sexuais no homem, como testosterona.

Mas a consciência e a memória desencadeiam a produção de outros hormônios, como ocitocina, que trabalham contra a ameaça ao vínculo amoroso."

Para o psiquiatra Luiz Cushnir, do grupo de estudos de gêneros do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo, o maior valor desse tipo de pesquisa é possibilitar reflexões.

"Relacionamentos são multifatoriais e o ser humano tem grande repertório emocional, ao contrário dos animais. Valores socioculturais influenciam a resposta sexual e podem ter repercussão bioquímica. Mas não dá para reduzir tudo à biologia."

(Fonte)

domingo, maio 15, 2011

A teoria da evolução é irrelevante para a Medicina

Uma das alegações feitas pelos crentes evolucionistas é o de que a Medicina seria "impossível" sem uma profunda crença na teoria da evolução. Alegadamente, se nós rejeitarmos a noção de que répteis evoluíram para passarinhos, o nosso trabalho médico é impossível. Mas será isso verdade? Será que a teoria da evolução é de facto fundamental para a Medicina?

Para vermos como isto é falso, basta olharmos para a história da Medicina. Muitos dos mais importantes avanços médicos foram feitos sem levar em conta os mitos evolutivos.

  • A vacinação foi descoberta por Edward Jenner (1749–1823). Note-se que Darwin publicou a sua hilariante teoria no ano de 1859.
  • Antissepsia por Joseph Lister, criacionista (1827–1912).
  • Anestesia por James Young Simpson (1811–1870), que acreditava que Deus era o Primeiro Anestético, citando Génesis 2:21 ("Então o Senhor Deus fez cair um sono pesado sobre Adão, e este adormeceu: e tomou uma das suas costelas, e cerrou a carne em seu lugar")
  • Teoria dos germes por Louis Pasteur, criacionista (1822–1895), que cientificamente refutou noção da "geração espontânea". Curiosamente, apesar deste cientista criacionista ter mostrado que a vida biológica só pode surgir através de vida biológica antecedente, os evolucionistas ainda acreditam que a vida surgiu da não-vida. Ou seja, os evolucionistas ainda acreditam em teorias refutadas no século 19.
  • Antibióticos, desenvolvidos sem a mínima dependência da teoria da evolução e graças ao trabalho árduo Alexander Fleming (1881–1955).
  • Ernst Chain (1906–1979), que partilhou o prémio Nobel da Fisiologia e Medicina com Fleming por descobrir a penicilina, era um Judeu Ortodoxo e um anti-Darwinista.

    A sua biografia notou a sua rejeição da teoria da evolução e a sua crença de que "a evolução não fazia parte da ciência uma vez que não era, na sua maioria, sujeita à experimentação - e ele não estava sozinho nesta crença". E falando de alguns exemplos evolutivos, Chain afirmou, "Prefiro acreditar em contos de fadas do que em tais especulações."

  • Nos dias que correm, temos o caso do criacionista Raymond Damadian (1936– ), inventor da "Magnetic Resonance Imaging (MRI) scanner".

Analisando as mais importantes descobertas médicas feitas pelos cientistas, não só descobrimos que algumas delas foram feitas por criacionistas, como verificamos que essa descobertas em nada dependem da teoria da evolução.

Como seria de esperar, as alegações evolucionistas contradizem a História da Medicina.

sexta-feira, maio 13, 2011

Pensar positivo pode aliviar dores

Porque, do interior do coração dos homens, saem os maus pensamentos, os adultérios, as prostituições, os homicídios, os furtos, a avareza, as maldades, o engano, a dissolução, a inveja, a blasfémia, a soberba, a loucura.
Todos estes males procedem de dentro, e contaminam o homem.
Marcos 7:21

Os autores de livros de auto-ajuda não desistem de tentar mostrar os benefícios do pensamento positivo, de pensar e atrair energias positivas, de imaginar cenários alegres, felizes, melhores. Uns dizem até que este é “o segredo” de viver bem. Agora cientistas se juntam a estes escritores para dizer que o pensamento positivo pode até aliviar dores.

Pesquisadores da Universidade de Oxford resolveram testar o que aconteceria se eles dissessem aos participantes do estudo que certo remédio iria aumentar, diminuir ou não ter nenhum efeito sobre a dor. Para causar a dor os investigadores aplicaram um doloroso estímulo de calor na perna de 22 voluntários e pediram para eles classificarem o nível de dor que sentiam. Em seguida, depois de informados sobre o efeito que a droga iria ter, receberam uma dose do analgésico “remifentanil”.

Aqueles que acreditaram estar tomando um remédio para diminuir a dor reportaram uma diminuição de até 41% na dor. Quando, entretanto, foram informados que não havia mais o efeito do medicamento, os níveis se igualaram aos do teste inicial. Na verdade, as pessoas ainda estavam sob influência do remédio, mas foram levados a pensar o contrário.

Além dos dados fornecidos pelos voluntários, os médicos também utilizaram ressonância magnética para avaliar os resultados. Foi constatado um aumento da atividade das regiões do cérebro ligadas à sensação de dor. Quando os pacientes esperavam um efeito analgésico, as atividades caíam.

A co-autora do estudo, Irene Tracey, disse em entrevista à BBC que o estudo confirma os efeitos psicológicos na percepção individual da dor. Ela faz a ressalva de que os efeitos podem mudar de uma pessoa para outra.

Mas fica aí a dica. Da próxima vez que você for passar por algo que faça sentir dor como uma tatuagem ou um tombo inesperado, é só se concentrar e pensar repetidamente: “não está doendo!” [NewScientist]


ORA, pois, já que Cristo padeceu por nós na carne, armai-vos, também, vós com este pensamento, que aquele que padeceu na carne já cessou do pecado

1 Pedro 4:1

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Share

Twitter Delicious Facebook Digg Stumbleupon Favorites More