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sábado, agosto 18, 2012

Evolucionistas tentam confirmar hipótese refutada há mais de 100 anos


"Cientistas britânicos recriam as moléculas que geraram a vida" - este é o título dum artigo recentemente colocado no Mail Online (Enoch, 2012). Um título tão presunçoso e corajoso certamente que agarra a nossa atenção, considerando que o mesmo deixa-nos com a impressão de que, contrariamente ao facto científico de que, na natureza, a vida biológica só pode surgir a partir da vida biológica, a abiogénese foi finalmente comprovada (Miller 2012). Infelizmente para os evolucionistas ateus, o artigo admite mais más notícias do que boas para a sua preciosa teoria.

O artigo em causa começa com a declaração, "Os cientistas [isto é, os cientistas evolucionistas] encontram-se mais perto de entender a origem da vida." (Enoch). Para os ateus, isto parecem ser boas notícias, até que ele se apercebe que o autor admite tacitamente que, depois de décadas a tentar confirmar que a vida pode de alguma forma evoluir daquilo que não tem vida - o que tem que ter ocorrido, se a evolução darwiniana ocorreu - os cientistas [evolucionistas] ainda não entendem a origem da vida.

Robert Hazen, pesquisador na "Carnegie Institution" (Geophysical Laboratory de Washington), admitiu durante a sua série de palestras com o nome de "Origins of Life" que "os cientistas não sabem como é que a vida teve início" e que em vez disso têm que "assumir que a vida emergiu a partir de matéria básica por meio de sequências de eventos consistentes com as leis da Química e da Física" (Hazen, 2005). Paul Davies, físico, cosmólogo, astrobiólogo e professor na "Arizona State University" disse:
Um dos mais espantosos mistérios científicos é a origem da vida. Como é que ela teve início? . . . A verdade é que ninguém tem a menor evidência.
(2006, 192[2578]:35)
O eminente biólogo evolucionista Richard Dawkins admitiu também que ninguém sabe como é que a vida teve início (Stein and Miller, 2008).

Do ponto de vista científico, o problema com esta ideia é que a ciência já forneceu pistas sobre a origem da vida ao demonstrar repetidamente que, na natureza, a vida vem sempre da outra vida (Miller, 2012); na natureza, a vida biológica nunca pode vir daquilo que não está vivo. Devido a isto, e de acordo com a ciência, a resposta para a origem da vida tem que ser encontrada fora da natureza - Uma Fonte Sobrenatural. Não esperem que os evolucionistas ateus aceitem esta implicação lógica proveniente dos dados da ciência, e nem esperem que o artigo de Enoch faça esta admissão.

Quais são os factos que podem ser extraídos da pesquisa discutida no artigo? Os testes levados a cabo por químicos orgânicos na Universidade de York revelaram que "usando uma simples amostra de aminoácidos canhotos, para catalisar a formação de açucares, resultou na produção de aminoácidos predominantemente destros." (Enoch). Esta pesquisa é espantosa e significativa. O problema, como é normal, não é o que a ciência revela, mas a interpretação que os evolucionistas fazem das evidências.

Os pesquisadores afirmam que os seus achados podem explicar a forma como os carbohidratos podem ter evoluído originalmente na Terra, e o porquê da forma destra dominar na natureza. Segundo Paul Clark, que liderou a equipa de cientistas que levou a cabo a pesquisa, "Uma das questões interessantes é donde se originaram os carbohidratos uma vez que eles são os tijolos de construção do ADN e o ARN. O que nós conseguímos foi o primeiro passo em direcção à demonstração da forma como açucares simples - treose e eritrose - (inglês: "threose" e "erythrose") se originaram.” (Enoch).

Note-se que ao afirmarem que as suas pesquisas revelaram como é que "açucares simples. . . . se originaram", eles "saltam do A para o Z" na sua conclusão. Como é que alguém pode declarar uma coisa dessas? Isto é análogo a ver pela primeira um carro, reparar que é verde, e assumir que o primeiro passo foi dado para provar que todos os carros são verdes.

Os pesquisadores vão para além das evidências quando aplicam a sua excelente pesquisa num mundo hipotético que alegadamente pode ter existidos há milhões de milhões de anos atrás (talvez), que pode ter tido as condições certas e os materiais disponíveis correctos para produzir os resultados que eles produziram nas suas experiências - condições e materiais que só foram apresentados nos seus laboratórios e não no mundo natural -, que podem (ou não) ter sido o caminho através do qual - segundo os evolucionistas - a vida se pode, de alguma forma, ter originado espontaneamente.

Como é normal quando as pesquisas são publicadas, os autores quiseram cativar a atenção dos leitores ao alegar de forma corajosa algo que não ocorreu. É preciso ler o artigo de forma cuidada para detectar a miríade de avisos espalhados pelo artigo, que subtilmente ressalvam o facto das implicações estarem caracterizadas por meras afirmações e conjecturas - sem qualquer tipo de evidências.

Uma leitura rápida ao artigo com 357 palavras, levando em conta os avisos, revela as frases que se seguem:
  • "pode ter ocorrido"
  • "pode explicar"
  • "muitas pessoas pensam"
  • "estamos a tentar compreender"
  • "a maior parte dos cientistas acredita"
  • "condições hipotéticas"
  • "que podem ter estado presentes na Terra primordial"
A verdade é completamente diferente: os cientistas [evolucionistas] não têm pistas algumas em torno da forma como a vida originou. Eles podem apenas adivinhar e especular porque (1) eles não estavam presentes quando a vida teve início e (2) a natureza revela que a vida não pode surgir daquilo que não está biologicamente vivo.

Com isto em mente, observem a admissão de Paul Clarke:
Para que a vida tenha evoluído, é preciso que exista um momento onde algo sem vida se tornou vivo - tudo o que se passou até esse ponto é Química. Estamos a tentar entender a origem química da vida.
(Enoch)
Portanto, Clark admite que a pesquisa da sua equipa não envolve sequer produzir uma resposta à pergunta rainha de como é que a vida surgiu a partir da não-vida. A sua equipa estava apenas interessada em tentar descobrir a forma como os tijolos de construção da vida podem ter surgido - e não como é que eles podem ter feito o salto para a vida. Essa pergunta continua intocável por parte da equipa de Clark e de toda a comunidade científica [evolucionista].

Essencialmente, estes cientistas estão apenas a tentar descobrir a forma como os componentes essenciais da vida se podem ter originado a partir de materiais pré-existentes que eles pensam terem estado em abundância há milhões de anos atrás - e não a forma como esses componentes se podem ter organizado acidentalmente de forma a passarem a estar vivas e a produzir outras formas de vida iguais a ela.

Verdadeiramente, a questão "como é que a vida pode ter originado da não-vida" foi já respondida por Redi, Spallanzani, e Pasteur através das suas pesquisas científicas que revelam como a abiogénese não pode ocorrer (Miller, 2012). Porquê, então, Clark e a sua equipa estão a investir o seu tempo em tentar provar a forma como os componentes da vida se podem formar, dando apoio a uma teoria já refutada? Segundo o artigo,
A pesquisa ecoa o importante estudo de 1952 levado a cabo por pela equipa Miller-Urey, que simulou as hipotéticas condições que podem ter estado presentes na Terra primordial. A mesma mostrou como os componentes necessários para a vida se podem formar a partir de reacções químicas simples - por exemplo, a actividade eléctrica tal como aquela associada aos trovões pode dar início à formação de aminoácidos.
O problema com esta declaração é que os autores parecem não saber que as experiências de Miller-Urey são, actualmente, consideradas por quase todos como totalmente irrelevantes para as questões em torno da abiogénese. (Miller, 2012). O facto deles usarem a experiência de 1952 como suporte para o seu trabalho indica que, quando comparados com outros evolucionistas, eles encontram-se bastante atrasados, ou então eles estão tão desesperados para validar a sua possibilidade que ignoram pesquisas recentes que refutam as suas esperanças.

Infelizmente, nos dias actuais, muitos cientistas estão apenas interessados em analisar a natureza como forma de determinar como é que as coisas aconteceram através das várias hipóteses evolutivas, e não como é que as coisas realmente aconteceram. As suas posições tomadas à priori corrompem as interpretações que eles fazem das evidências.

Porque é que pessoas que se auto-qualificam de "cientistas" se recusam a seguir para onde as evidências os conduz? Será porque eles possuem "comichão nos ouvidos" que lhes impede que suportar "sã doutrina" ? (2 Timóteo 4:3)? Será porque eles se recusam a receber "o amor da verdade", mas em vez disso, escolhem "acreditar na mentira" porque têm "prazer na iniquidade" ? (2 Tessalonicenses 2:10-12)?

Independentemente disso, as evidências são bastante claras: na natureza, a vida só vem de vida pre-existente. Devido a isso, segundo as evidências científicas. a única forma da vida se ter originado é através da Intervenção Sobrenatural. É em direcção a esta conclusão que as evidências científicas nos transportam.


REFERÊNCIAS:

Davies, Paul (2006), New Scientist, 192[2578]:35, November 18.

Enoch, Nick (2012), “British Scientists Recreate the Molecules that Gave Birth to Life Itself,” Mail Online, January 27,

Hazen, Robert (2005), Origins of Life (Chantilly, VA: The Teaching Company).

Miller, Jeff (2012), “The Law of Biogenesis,” Reason & Revelation, 32[1]:2-11, January (Montgomery, AL: Apologetics Press),

Stein, Ben and Kevin Miller (2008), Expelled: No Intelligence Allowed (Premise Media).

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quarta-feira, maio 23, 2012

Cientistas seculares continuam sem respostas

"Dizendo-se sábios, tornaram-se loucos"

Romanos 1:22


À medida que avançamos no século 21, os cientistas seculares continuam em busca de respostas 100% "naturais" para a origem do universo e para origem da vida neste planeta. Pode-se dizer desde já que não serão bem sucedidos.

A New Scientist é uma publicação britânica popular entre os cientistas e entre o resto da sociedade. Em Julho de 2011 a revista perguntou "Porque é que o universo existe?" e "Porque é que existe algo em vez de nada?" (Gefter, A. 2011. Existence special: Cosmic mysteries, human questions—Existence: Why is there a universe? New Scientist. 2822: 27-28). Uma vez que as explicações Bíblicas não são toleradas, os secularistas vêem-se forçados a sugerir alternativas pouco satisfatórias tais como "se calhar o big bang foi o nada a realizar o que acontece naturalmente." (Ibid, 29)

Mas o mitológico big bang está ele mesmo imerso em problemas científicos (Berlinski, D. February 1998. Was There a Big Bang?). De facto, a mais básica de todas as leis científicas - a lei da causa e efeito (nenhum efeito é superior à sua causa) - torna-se irrelevante se o universo é o resultado do caos, aparecendo e evoluindo por acaso.

Para além disso, convém perguntar: de que é o universo feito? A "ciência" secular desconhece:

O problema é que nós ainda não temos qualquer tipo de pista que nos leve a saber de que é o universo composto.
(Peterson, J. 2000. Universe in the balance. New Scientist. 2269: 27.)
A repórter Amanda Gefter diz:
É uma sorte nós estarmos aqui.
(Gefter, Existence special: Cosmic mysteries, human questions, 27.)
Sem surpresa alguma, a Bíblia ensina-nos uma criação propositada onde o homem, criado à Imagem de Deus, recebeu o domínio sobre toda a criação (Génesis 1:26-28).

. . . .

As "explicações" naturalistas em torno da forma como a vida supostamente surgiu a partir de material inorgânico (abiogénese) não são cientificamente melhores. Actualmente, os evolucionistas imaginam um cenário onde uma molécula primordial - com o nome de replicador ARN (ácido ribonucléico) - de alguma forma construiu-se a ela mesma na "sopa primordial" de Darwin.

Como é normal nas alegações evolucionistas, não há qualquer tipo de evidência geológica em favor da passada existência desta "sopa" ou evidências que demonstrem como tais nucleotídeos reactivos podem se ter acumulado e auto-organizado.

De facto, Michael Marshall reportou: "Mas há ainda um enorme e óbvio problema: de onde surgiu originalmente o ARN?" (Marshall, M. 2011. First life: The search for the first replicator. New Scientist. 2825: 34.) e "A vida deve ter começado com uma molécula simples que conseguia criar cópias dela mesma." (Ibid, 33. (Ver também Figure 28.1 em Chaisson, E. e S. McMillan. 2011. Astronomy Today, 7th ed. Boston: Addison-Wesley, 708.)

"Deve ter" é uma frase gerada a partir da convicção religiosa de que o sobrenatural não existe e como tal "deve" existir uma explicação totalmente naturalista.

Mais à frente no artigo, Marshall lamenta:

Podemos nunca vir a saber com toda a certeza mas alguns caminhos estão a ser explorados. A maioria dos biólogos pensa que deve ter existido algo parecido com uma célula desde o início como forma de conter o replicador e manter as partes componentes unidas.
(Ibid, 35.)
À medida que o conhecimento dos cientistas em torno da complexidade celular continua a escalar (Karp, G. 2010. Cell and Molecular Biology, 6th ed. Hoboken, NJ: John Wiley & Sons, Inc), alguns evolucionistas começam a defender que é pouco realista afirmar que tal entidade tenha surgido por acaso e como efeito de forças aleatórias.

Não é de estranhar, portanto, que eles convenientemente passem por cima dos problemas bioquímicos sofisticados da abiogénese espontânea e simplesmente afirmem que "deve ter existido algo parecido com uma célula desde o início". Problema resolvido!

No entanto, e em termos gerais, pode-se dizer que os evolucionistas estão confiantes que estão na posse da ideia correcta:

Um destes dias, diz [John Sutherland, MRC Laboratory of Molecular Biology], alguém encherá um recipiente com uma mistura de químicos primordiais, e depois de o ter mantido sob as condições certas, observará a vida a emergir. "Essa experiência será feita".
(Marshall, First life: The search for the first replicator, 35.)
Esperem sentados visto que a ciência de ponta demonstra que a vida nunca pode ser o efeito de forças não-inteligentes. Na natureza, a vida biológica só pode vir de outra biológica (e não de elementos sem vida).

A maravilhosa mensagem da Criação não é uma de acaso, tempo e processos naturais, mas sim de propósito e planeamento como parte do Plano de Deus para a humanidade.

Evolucionista à espera que a vida apareça como efeito de forças não inteligentes.


quinta-feira, março 15, 2012

Cirurgião revela mais falhas na teoria da evolução

O cirurgião Joseph Kuhn (Baylor University Medical Center) descreveu recentemente 3 problemas sérios com a evolução darwiniana num artigo intitulado "Dissecting Darwinism" (Dissecando o Darwinismo). Ele escreveu que os 3 pontos eenunciados foram citados em frente à "Texas State Board of Education", que, passados alguns dias de deliberação, decidiu que os livros escolares deveriam ensinar os pontos fortes e os pontos fracos da teoria da evolução.

Diga-se de passagem que as únicas pessoas que se insurgiram com o ensino da teoria da evolução como uma teoria científica (e não como um dogma religioso) foram os evolucionistas. Aparentemente ensinar os pontos fortes e as fraquezas da teoria da evolução é problemático . . . para a teoria da evolução.

A primeira fraqueza que Kuhn descreveu é, na verdade, bem mais do que uma fraqueza, mas sim um argumento poderoso contra a noção de que processos naturais alguma vez poderiam produzir células a partir de químicos sem vida.

O que mantém as células com vida, diz Kuhn, é a não-natural informação que existe dentro das moléculas da vida. Estas moléculas não possuem o tipo de aleatoriedade que os processos naturais produzem. De facto, quando estas forças naturais operam de forma aleatória sobre estas moléculas, as mesmas perdem a sua vital informação e o organismo morre.

Kuhn escreveu:

O problema fundamental e insuperável da evolução darwiniana encontra-se na complexidade espantosa e na informação inerente contida no ADN.
(Kuhn, J. A. 2012. Dissecting Darwinism. Baylor University Medical Center Proceedings. 25 (1): 41-47.)
O tipo de informação que o ADN codifica é o tipo de linguagem "tudo-ou-nada". Sistemas celulares que usam o ADN possuem as mesmas características básicas e irredutíveis de qualquer linguagem humana:
* símbolos.
* significado para cada um dos símbolos
* regras gramaticais dentro das quais os símbolos podem ser interpretados
* emissores e receptores
* propósito ou efeito desejado aquando do envio das mensagens

Este tipo de estrutura organizacional e informática nunca provém de forças naturais mas é sempre o efeito de uma ou mais mentes pensantes e conscientes.

Kuhn escreveu:

Tendo como base a consciencialização da inexplicável informação em código presente no ADN, para além da inconcebível auto-formação do ADN e inabilidade de se justificar os biliões de nucleotídeos especificamente organizados em cada célula, é razoável concluir que existem várias fraquezas na teoria que postula melhoria gradual através da selecção natural (Darwinismo) como forma de explicar a origem química da vida.

Para além disso, a evolução darwiniana e a selecção natural nunca poderiam ser os mecanismos por trás da origem da vida uma vez que estes processos requerem o funcionamento da replicação e esta não existia antes da origem da vida.
(Kuhn, J. A. 2012. Dissecting Darwinism. 41-47.)

Até mesmo o ardente evolucionista e militante ateu Richard Dawkins admitiu em 2009 que "o problema mais profundo ainda por resolver da Biologia é a origem da vida em si" (Dawkins, R. 2009. Evolution: The next 200 years. New Scientist. 2693: 41).

Claro que o problema não é da "Biologia" mas especificamente da teoria da evolução. A Biologia propriamente dita não tem "problemas profundos" quando se trata da origem da vida. Só quando operamos dentro da camisa de forças chamada "naturalismo" é que ficamos com "problemas profundos" quando se fala na origem da vida.

Enquanto que o militante ateu Dawkins ainda tem fé de que um dia - talvez - o naturalismo consiga explicar a origem da vida, o médico Joseph Kuhn reconheceu o óbvio: a natureza por si só nunca poderia ter produzido a vida. Ou seja, ambos reconhecem que as sugestões que se restringem ao naturalismo têm sido cientificamente insuficientes.

Fonte

. . . . . .

Sem duvida que os estudantes deveriam ficar a par das inúmeras fraquezas que a teoria da evolução possui, mas infelizmente isso não acontece.

Não é dito aos estudantes que o naturalismo falha logo na origem da vida e nem é dito que os próprios militantes ateus e ávidos evolucionistas não possuem respostas científicas para essa questão. Os evolucionistas que controlam o sistema de ensino não revelam esse tipo de informação porque estão perfeitamente cientes que o neo-darwinismo não sobreviveria ao escrutínio científico.

Se o naturalismo falha logo no início do processo, será lógico restringir a Biologia nesse mesmo constrangimento? Se as forças naturais não conseguem gerar uma única célula auto-replicante, porque é que os evolucionistas acreditam que essas mesmas forças naturais conseguiram gerar olhos, ouvidos, braços, pernas, sistemas reprodutores, sistemas de refrigeração, sistemas de auto-reparação, asas, ecolocalização e muito mais?

É por dados científicos como os levantados pelo Dr Kuhn que os evolucionistas tentam desesperadamente separar a origem da vida da teoria da evolução em si. Eles claramente apercebem-se que, se o naturalismo falha na origem da vida, não há justificação científica para se excluir teorias e hipóteses biológicas que não estejam de acordo com o mesmo naturalismo.

Mas nós, que confiamos Naquele em Quem estão escondidos todos os tesouros da ciência e sabedoria, não podemos dar margem de manobra aos ideólogos evolucionistas.

Ou o naturalismo explica todo o processo Biológico (desde a origem da vida) ou então não pode ser o constrangimento filosófico dentro do qual todas as teorias da biologia têm forçosamente que operar.

Reparem que sem apresentar qualquer tipo de alternativa, o Dr Kuhn levantou um argumento devastador contra a teoria da evolução. Imaginem o que aconteceria aos estudantes que saíssem duma aula do Dr Kuhn (em torno da inabilidade da teoria da evolução para explicar a origem da vida) e deparassem com um Cristão - em evangelismo e firme crente no que Deus diz em Génesis - a anunciar "todo o conselho de Deus" desde a Criação até Revelação.

O efeito que teria!

Infelizmente, a maior parte dos Cristãos está mais interessada em colocar fotos suas no facebook e no blogger do que defender a Verdade da Bíblia. Estes "Cristãos" não entram na guerra cultural e nem tomam parte da batalha espiritual mas gostam de andar com a etiqueta que diz "Cristão" - como se fazer parte da Igreja de Deus fosse análogo a pertencer a um grupo social e não a pertencer ao Corpo Místico do Senhor Jesus.

Vêr também:

Evolucionista recorre à censura como forma de defender a sua fé em Darwin



domingo, março 11, 2012

Esponja altera data do aparecimento da vida animal na Terra

Mais uma pérola do submundo evolutivo.
Uma equipa de investigadores descobriu na Namíbia fósseis de esponja considerados a primeira prova da vida animal na Terra, que faz remontar em várias dezenas de milhões de anos a data estimada do aparecimento desta forma de vida.

Os fósseis foram encontrados na sua maioria no Parque Nacional de Etosha (norte), e também noutros pontos deste país africano, em rochas de até 760 milhões de anos, segundo uma equipa internacional de dez cientistas que publicaram os seus resultados no South African Journal of Science.

Até agora, a comunidade científica considerava que a vida animal apareceu na Terra entre 600 e 650 milhões de anos. Com esta descoberta, essa origem remontaria entre 100 e 150 milhões de anos a mais.

Segundo o estudo, estas minúsculas esponjas esféricas, do tamanho de um grão de pó e cheias de buracos que permitem a passagem da água, são os nossos ancestrais mais distantes, assegura Tony Prave, um dos co-autores do estudo, da Universidade de St Andrew (Escócia).

«Se pegarmos na árvore genealógica e remontarmos até o que se chama grupo mãe, o ancestral de todos os animais, então, sim, esta seria a nossa mãe comum», afirmou.

Segundo o professor Prave, a descoberta de fósseis de 760 milhões de anos é coerente com a hipótese dos especialistas da genética, que trabalham no «relógio molecular». Trata-se de um método que permite determinar a idade de uma espécie comparando as variações de seu ADN com as de outras espécies vizinhas.

Fonte

. . . . . . . . .

Adivinhação evolutiva continua a mostrar o quão fiável ela é. Um "erro" de "apenas" 100-150 milhões de anos pode parecer pouco, se levarmos em conta a imaginada imensidão da idade da Terra, no entanto, estas constantes modificações em datas alegadamente "consensuais" são uma evidência muito forte em favor da tese que defende que este tipo de datação não tem o valor científico que os evolucionistas afirmam que ela tem.


segunda-feira, fevereiro 06, 2012

Evolucionista recorre à censura como forma de defender a sua fé em Darwin

O Dr. Joseph A. Kuhn é um distinto cirurgião afiliado à "Baylor University Medical Center" em Dallas. O Dr. Kuhn publicou recentemente um artigo crítico em relação ao Darwinismo na revista Proceedings do centro médico. Este artigo causou a que o militante ateu e geneticista Jerry A. Coyne ficasse mais zangado que um vespão.

Segundo o militante evolucionista Jerry Coyne, o artigo do Dr. Kuhn está "pobremente escrito, terrível, cheio de erros científicos e como tal, o jornal não só se deveria envergonhar do mesmo, como retratá-lo."

Há outro caminho a seguir que é refutar os "erros científicos" do tal artigo, mas o evolucionista não quer seguir esse caminho; é mais fácil e "científico" exigir que o jornal retire de circulação a publicação.

Aparentemente, dentro da fé evolucionista, a censura é uma forma válida de resposta científica.

Coyne escreve que a crítica que Kuhn faz às milhentas teorias em torno da origem da vida são "absurdamente engraçadas" - embora tais pesquisas nunca tenham levado a cabo a formação de uma única proteína funcional, muito menos duma célula viva.

Coyne prossegue rejeitando o argumento do Dr. Kahn (onde este alega que o sistema de visão depende dum sistema de transdução de luz irredutivelmente complexo) alegando que Kuhn (seguindo o exemplo de Michael Behe) está meramente a levantar um argumento baseado na ignorância e "não oferece qualquer tipo de exemplos" - embora o Dr. Kuhn tenha fundamentado o seu argumento com vários exemplos.

Coyne escreve que Dan-Erik Nilsson e Susanne Pelger, "usando um modelo computacional fixe, demonstraram que um complexo olho-tipo-câmara poderia evoluir facilmente." No entanto Nilsson e Pelger nunca fizeram o que este evolucionista mentiroso alega. A alegação de Coyne, se não for baseada na sua ignorância do que Nilsson e Pelger escreveram, está no limite da fraude.

Para além disso, a evolução do olho-câmara a partir duma área sensível à luz - mesmo que fosse assim tão fácil - é irrelevante para a discussão em torno da origem do sistema de transdução da luz, tal como Behe ressalvou em 1996.

Em resposta ao argumento de Kuhn (de que o registo fóssil falha ao não conter as inumeráveis formas transicionais requeridas pela teoria da Darwin, e que as mutações genéticas são inadequadas como forma de modificar um peixe para um anfíbio ou um primata primitivo para um humano) Coyne responde dizendo:

Ele [Kuhn] falha ao não se aperceber que este é um ponto morto uma vez que NÓS SABEMOS que isso aconteceu: nós temos os fósseis!"
Portanto, diz Coyne, nós evolucionistas sabemos que a nossa teoria está certa porque temos os fósseis. No entanto, os fósseis - que são pedras congeladas no tempo - não nos dizem como é que uma forma de vida gradualmente se modificou até passar a ser outra.

Em resposta ao falhanço do registo fóssil em confirmar a imaginação evolutiva, os neo-darwinistas alegam que as modificações genéticas explicam essa transformação. No entanto, quando o Dr. Kuhn mostra aos evolucionistas o quão improvável isso é, Coyne - um geneticista! - ignora o ponto fulcral do argumento de Kuhn e repete um mantra como se fosse uma criança mimada: "Eu estou certo! Eu estou certo! Eu estou certo! Ganhei!"

Em vez de dar uma resposta minimamente científica ao argumento do Dr. Kuhn, Coyne apela a que seja feita uma censura ao artigo do mesmo. Ele conclui a sua "crítica" com as seguintes palavras:

Este artigo está cheio de erros, apropriações desenganadas provenientes da literatura criacionista, e ignorância básica das evidências em favor da evolução.

O mesmo é um embaraço para o autor, para o jornal e para o campo da Medicina em si.

Apelo ao jornal que retracte esta publicação visto que de outra forma a "Proceedings of the Baylor University Medical Center" vai para sempre ficar identificada como um veículo de propagação dos disparates criacionistas.

Perceberam? Ou querem um desenho? Segundo Coyne, artigos que ressalvam os inúmeros problemas científicos da teoria da evolução têm que ser censurados sob pena de serem identificados de "literatura criacionista". Não é que haja genuínos erros científicos no artigo; o problema é que o artigo insurge-se contra o Santo Consenso Evolutivo (TM). Como tal, o mesmo tem que ser censurado.

É assim que os evolucionistas defendem a sua fé em Darwin. Em qualquer outra área científica os argumentos seriam analisados de forma científica (e não emotiva) e rejeitados (ou aceites) segundo bases sólidas.

Quando se trata da teoria da evolução, visto que a mesma não é uma teoria científica mas uma religião mascarada de ciência, o mais nobre é censurar a oposição.

Façam uma pergunta a vocês mesmos: quando alguém não quer que a voz contrária seja ouvida pela maioria, o que é que isso demonstra em relação à pessoa que apela à censura? Será que ela tem genuína fé no acredita, ou será que ela sabe que a sua teoria não sobrevive o escrutínio científico?

Ao contrário dos evolucionistas, os Cristãos não apelam à censura como forma de propagar a Verdade do Livro de Génesis. Pelo contrário, nós queremos que as pessoas saibam em detalhe os absurdos da teoria da evolução como forma delas saberem o quão baixo uma pessoa pode descer na sua rejeição do Criador.

Quem tem a Verdade do seu lado não precisa de censurar os inimigos ideológicos.


quarta-feira, outubro 19, 2011

As 15 perguntas que os evolucionistas mais temem

  • 1. Como é que a vida surgiu?

O evolucionista Paul Davies admitiu:

Ninguém sabe como é que uma mistura de químicos sem vida espontaneamente se organizou de modo a gerar a primeira célula.
(Davies, Paul, Australian Centre for Astrobiology, Sydney, New Scientist 179(2403):32, 2003.)
Andrew Knoll, professor de Biologia em Harvard, disse:
Na verdade, nós não sabemos como é que a vida se originou neste planeta.
(Knoll, Andrew H., PBS Nova interview, How Did Life Begin? July 1, 2004)
Por mais pequena que a célula possa ser, ela necessita de centenas de proteínas para poder levar a cabo as funções mais básicas. Mesmo que todos os átomos do universo fossem uma experiência com todos os aminoácidos presentes para todas as vibrações moleculares possíveis na suposta idade evolutiva do universo, nem uma única proteína funcional se formaria.

Como tal, como é que a vida, com centenas de proteínas, se originou apenas como efeito das forças da química (sem design inteligente)?

  • 2. Como é que o código genético surgiu?

Um código é um sistema de linguagem sofisticado com letras e palavras onde o significado das palavras é independente das propriedades químicas das letras - tal como a informação neste texto não é produto das propriedades químicas da tinta (ou pixeis no ecrân)

Que outro sistema de código existe que não tenha sido efeito de design inteligente? Como é que o sistema de código do ADN surgiu sem ser obra de design inteligente?

  • 3. Como é que as mutações - acidentes na cópia ("letras" do ADN trocadas, apagadas ou acrescentadas, duplicação de genes, inversão cromossómica, etc) - geraram os enormes volumes de informação de ADN nos sistemas biológicos?

Como é que tais erros poderiam gerar 3 mil milhões de letras de informação ADN de modo a modificar um micróbio num microbiólogo? Há informação para construir proteínas mas também para controlar o seu uso - tal como um livro de culinária possui os ingredientes mas também a forma como usar os ditos ingredientes. Um se o outro não serve para nada.

As mutações são conhecidas pelo seu poder destrutivo, incluindo mais de 1,000 doenças tais como a hemofilia. Muito raramente elas são fonte de algum tipo de ajuda. Como é que a mistura de informação ADN existente poderia gerar novos caminhos bioquímicos ou nano-máquinas biológicas?

  • 4. Porque é que a selecção natural, um princípio aludido por um criacionista 25 anos antes de Darwin, é ensinada como "evolução" como se isso explicasse a origem e diversidade da vida?

Por definição, a selecção natural (SN) é um processo selectivo (escolhendo entre informação genética que já existe) e como tal, não é um processo criativo. A SN pode explicar a sobrevivência dos mais aptos (como certos genes beneficiam um certo tipo de criaturas a viver num ecossistema específico) mas não a origem dos mais aptos

A morte de formas de vida mal-adaptadas a um ecossistema, bem como a sobrevivência dos melhor adaptados, não explica a origem das características que tornam um organismo melhor ajustado a um meio ambiente.

  • 5. Como é que as novas reacções bioquímicas, que envolvem múltiplos enzimas a operarem em sincronia, se originaram?

Todas as reacções químicas (bem as nano-máquinas) requerem múltiplos componentes "proteína + enzima" para funcionarem. Como é que acidentes fortuitos criaram apenas uma das tais estruturas?

O bioquímico evolucionista Franklin Harold escreveu:

Temos que admitir que actualmente não existe nenhuma explicação darwiniana em torno da evolução de qualquer sistema bioquímico ou celular - apenas uma variedade de especulações esperançosas.
(Harold, Franklin M. (Prof. Emeritus Biochemistry, Colorado State University) The way of the cell: molecules, organisms and the order of life, Oxford University Press, New York, 2001, p. 205.)
Porque é que as escolas públicas - pagas por todos - escondem este tipo de declarações?
  • 6. Os seres vivos têm a aparência de terem sido criados; como é que os evolucionistas sabem que eles não foram?

O militante ateu e evolucionista Richard Dawkins escreveu:

A Biologia é o estudo de coisas complicadas que possuem a aparência de terem sido projectadas [criadas] com um propósito.
(Dawkins, R., The Blind Watchmaker, W.W. Norton & Company, New York, p. 1, 1986)
Francis Crick, outro militante ateu e fervoroso evolucionista (e co-descobridor da estrutura dupla-hélix do ADN) escreveu:
Os biólogos têm que se lembrar constantemente que o que eles observam não foi criado mas, em vez disso, evoluiu.
(Crick, F., What mad pursuit: a Personal View of Scientific Discovery, Sloan Foundation Science, London, 1988, p. 138.)
O problema para os evolucionistas é que os seres vivos demonstram demasiado design. Quem é que levanta objecções a um arqueólogo quando ele declara que um certo tipo de cerâmica aponta para design intencional e inteligente?

No entanto, e numa total inversão da lógica e da ciência, os evolucionistas rejeitam qualquer interpretação da biologia que aponte para o Design Inteligente.

Porque é que as origens da biosfera se devem restringir apenas e só a causas que estejam de acordo com a versão actual do Naturalismo?

  • 7. Como é que a vida multi-celular surgiu?

Como é que as células adaptadas para a sobrevivência individual "aprenderam" a cooperar para formar plantas e animais complexos?

  • 8. Como é que o sexo surgiu?

A reprodução assexuada produz o dobro do sucesso reprodutivo que a reprodução sexual. Dada esta situação, como é que a última se tornou suficientemente vantajosa para ser seleccionada?

Como é que a forças da Física e da Química conseguiram, ao mesmo tempo, e na mesma área geográfica, inventar o aparato complementar necessário para a reprodução sexual? É importante não esquecer que processos não-inteligentes não conseguem planear futura coordenação entre macho e fêmea.

  • 9. Porque é que os esperados incontáveis milhões de fósseis transicionais ainda estão em falta?

Darwin ressalvou o problema mas o mesmo ainda se mantém. As árvores evolutivas dos livros escolares baseiam-se na imaginação dos evolucionistas e não nos fósseis em si. O famoso evolucionista e paleontólogo Stephen Jay Gould escreveu:

A extrema raridade das formas transicionais no registo fóssil continua a ser o segredo comercial da paleontologia.
(Gould, Stephen Jay, Evolution’s erratic pace, Natural History 86(5):14, May 1977.)
Outros evolucionistas afirmam essencialmente o mesmo.
  • 10. Como é que os "fósseis vivos" permanecem essencialmente na mesma durante os supostos "milhões de anos", se a evolução transformou minhocas em seres humanos durante o mesmo período?

O evolucionista Gould escreveu:

A persistência da estabilidade entre as espécies tem que ser considerada um problema evolutivo.
(Gould, S.J. and Eldredge, N., Punctuated equilibrium comes of age. Nature 366:223–224, 1993.)
Não seria do interesse dos alunos saber que o padrão da vida não está de acordo com as expectativas evolutivas?
  • 11. Como é que a química cega gerou a mente, a inteligência, o propósito, o altruísmo e a moralidade?

Se tudo evoluiu e o ser humano inventou Deus, qual é o propósito e o significado da vida - se é que há algum? Devem os estudantes receber aulas de niilismo (a vida não tem sentido) nas aulas de ciência?

  • 12. Porque é que os evolucionistas toleram histórias da carochinha?

Os evolucionistas usam com frequência histórias maleáveis e imaginativas como forma de "explicar" uma observação que contradiga a teoria da evolução. O falecido professor de Química Dr Philip Skell escreveu:

As explicações darwinistas para coisas como essas são usualmente demasiado flexíveis: a selecção natural torna os homens mais egocêntricos e agressivos excepto -- excepto quando os torna mais altruístas e pacíficos. Ou, a selecção natural produz homens viris que estão desejosos de disseminar a sua semente -- excepto quando a selecção prefere homens que são protectores fiéis.

Quando uma explicação é assim tão flexível que pode explicar qualquer tipo de comportamento, torna-se difícil testá-lo empiricamente -- muito menos usá-la como catalisadora de descobertas científicas.
(Skell, P.S., Why Do We Invoke Darwin? Evolutionary theory contributes little to experimental biology, The Scientist 19(16):10, 2005.)

Se uma teoria (evolução) explica dois comportamentos ou duas observações mutuamente exclusivas, será que se pode considerar a mesma uma teoria "científica"?
  • 13. Onde estão os avanços científicos causados pela teoria da evolução?

Dr Marc Kirschner, fundador do Departamento de Biologia Sistemática, na Universidade de Harvard diz

De facto, durante os últimos 100 anos, practicamente toda a biologia progrediu independente da teoria da evolução, excepto a própria biologia evolucionária.

A Biologia Molecular, Bioquímica. Fisiologia não tiveram em conta a teoria da evolução.

(citado no “Boston Globe” 23 de Outubro 2005)

O Dr Skell escreveu:

É o nosso conhecimento da operacionalidade das formas de vida - e não especulações sobre a forma como eles surgiram há milhões de anos atrás - que é essencial para os médicos, veterinários, agricultores.
(Skell, P.S., The Dangers Of Overselling Evolution; Forbes magazine, 23 Feb 2009)
Na verdade, a teoria da evolução impede o avanço científico. Porquê, então, as escolas e as universidades ensinarem o darwinismo de forma tão dogmática, retirando tempo à biologia experimental que tanto tem beneficiado a Humanidade?
  • 14. A ciência envolve a experimentação como método de descobrir a forma como as coisas funcionam. Porque é que a evolução, uma "teoria" sobre o passado, é ensinada como se fosse o mesmo que a ciência operacional?

Nós não podemos experimentar -- ou observar -- o que ocorreu no passado. Quando questionado se a evolução alguma vez havia sido observada, o militante ateu e evolucionista Richard Clinton Dawkins disse:

A evolução já foi observada; ela só não foi observada durante o período em que estava a ocorrer.
(pbs.org/now/printable/transcript349_full_print.html>, 3 December, 2004.)
Não seria benéfico se os evolucionistas fossem honestos e revelassem ao mundo que a sua teoria é uma hipótese (entre muitas) sobre o que alegadamente ocorreu no passado?
  • 15. Porque é que uma ideia fundamentalmente religiosa, um sistema de crenças de falha em explicar as evidências, é ensinada nas aulas de ciência?

Karl Popper, famoso filósofo da ciência, disse:

O darwinismo não é ciência testável mas sim um programa metafísico [religioso] de pesquisa.
(Popper, K., Unended Quest, Fontana, Collins, Glasgow, p. 151, 1976)
Michael Ruse, um fervoroso evolucionista, declara:
A evolução é promovida pelos seus aderentes como algo mais do que ciência.

A evolução é promovida como uma ideologia, uma religião secular – uma alternativa ao Cristianismo, com propósito e moralidade.

Eu sou um ardente evolucionista e um ex-Cristão, mas tenho que admitir que esta queixa – e o sr [Duane] Gish é um dos que a faz – os literalistas [criacionistas] estão correctos. A evolução é uma religião.

Isto foi assim em relação à evolução no princípio e é assim em relação à evolução hoje.

(Michael Ruse, “Saving Darwinism from the Darwinians,” National Post (May 13, 2000)

Se "não se pode ensinar religião nas aulas de ciência", porque é que se ensina a "teoria" da evolução?

-Fonte-

sábado, outubro 01, 2011

As probabilidades da primeira célula

Como é que a vida surgiu? Para aqueles que rejeitam o Testemunho de Génesis, a busca está restrita a pistas existentes na natureza. Uma das pistas é o número mínimo de informação genética necessária para o crescimento e para a reprodução. Se o número for suficientemente pequeno, então é concebível que a vida se tenha gerado como efeito de forças não-inteligentes.

O documentário de 2008 com o nome de "Expelled: No Intelligence Allowed" defendeu que 250 é o número mínimo de proteínas necessárias para o funcionamento da célula. As probabilidades de tantas proteínas se formarem por acaso é equivalente a um homem jogar nas máquinas caça-níqueis e ganhar 250 vezes consecutivas.

No entanto, as verdadeiras probabilidades são ainda mais problemáticas para os naturalistas. O biólogo molecular Doug Axe disse:

Estamos a falar de algo vertiginosamente improvável; mais ou menos 1 num trilhão de trilhão de trilhão de trilhão de trilhão de trilhão.
(Stein, B. 2008. Expelled: No Intelligence Allowed. DVD. Directed by Nathan Frankowski. Premise Media Corporation, L.)
No entanto, novas pesquisas podem fazer com que Axe tenha que quadruplicar estas probabilidades impossíveis.

Uma equipa de biólogos da "Stanford University School of Medicine" empregou um novo método como forma de estimar a informação genética mínima necessária para a sobrevivência da bactéria chamada de Caulobacter crescentus.

Eles usaram uma nova técnica para identificarem as mutações específicas no ADN das bactérias mutantes. Posteriormente, eles mapearam o genoma da Caulobacter para descobrirem as áreas que não toleravam mutações.

De acordo com o comunicado à imprensa, os pesquisadores descobriram 480 genes codificadores de proteína, mais 532 outras regiões essenciais no ADN da bactéria (Digitale, E. New method reveals parts of bacterium genome essential to life. Stanford School of Medicine news release, August 30, 2011, reporting on research published in Christen, B. et al. 2011. The essential genome of a bacterium. Molecular Systems Biology. 7 (1): 528. ).

A maior parte destas 532 regiões regulam a expressão genética, 91 regiões possuem funções desconhecidas e o restante são genes com funções desconhecidas mas necessárias.

Portanto, a experiência descobriu que o número de regiões de ADN necessárias para a vida básica desta bactéria é de 1000, o que é quatro vezes mais que as 250 proteínas estimadas pelo filme Expelled.

Se a origem e a sobrevivência da primeira célula era miseravelmente insolúvel através de qualquer maquinação das leis da natureza, muito menos solúvel ela é agora. Se não se quiser chegar a um impasse científico e impedir o avanço do nosso conhecimento, temos que postular que aquilo que a natureza por si só não consegue levar a cabo tem que ser forçosamente explicado por forças que vão para além das forças não-inteligentes da natureza.

Curiosamente, é precisamente neste impasse que se encontram os proponentes do naturalismo ; devido à sua fé nesta filosofia não-científica, os evolucionistas materialistas construíram imensas (e muitas vezes mutuamente exclusivas) teorias para a origem da vida.

Todas elas são cientificamente deficientes, mas os evolucionistas, havendo rejeitado Deus, não as podem rejeitar.

Este é um exemplo claro que demonstra como o naturalismo e a a teoria da evolução são um impedimento para o avanço da ciência.


terça-feira, setembro 06, 2011

A vida que Deus dá

Jó 12:9-10
Qual dentre todas estas coisas não sabe que a Mão do Senhor fez isto? Na Sua Mão está a vida de todo ser vivente, e o espírito de todo o género humano.

Muitos de nós provavelmente já ouviu dizer que 98% do nosso corpo é composto por químicos, no entanto, a matéria viva da qual é composta o nosso corpo é bem diferente da matéria morta.

O nosso crescente conhecimento da Bioquímica continua a fechar portas à teoria da evolução e a mostrar que o que Bíblia diz sobre a origem da vida está de acordo com as observações científicas.

Muitos cientistas evolucionistas admitem que dizer que a vida é apenas a composição certa de químicos, é como afirmar que o computador é apenas a composição certa de plástico, metal e eletricidade.

O crescente conhecimento do código de informação presente dentro das formas de vida tem conduzido muitos evolucionistas a procurarem explicações alternativas, alguns deles a considerarem a teoria da Criação.

O criacionismo Bíblico não tem aumentado a sua exposição pública devido ao facto de conseguir angariar muitos fundos, mas sim porque está a tornar-se por demais óbvio que as leis da ciência, tal como as conhecemos, não têm a capacidade de gerar os sistemas existentes na biosfera. Alguns cientistas, sabendo disto, preferem continuar a acreditar naquilo que sabem ser insuficiente, mas outros cientistas, e dentro do bom espírito científico, pesquisam alternativas.

O número de cientistas críticos da teoria da evolução está a aumentar devido ao facto de que, se há alguma coisa que a ciência tem revelado nas últimas décadas é que a vida é "impossível" - isto é, nunca poderia ser o resultado de causas naturais.

Isto está de acordo com a Palavra de Deus, a Bíblia, nos diz que, sem a intervenção Directa de Deus, a vida não poderia existir.

Revelação 4:11
Digno és, Senhor nosso e Deus nosso, de receber a glória e a honra e o poder; porque Tu criaste todas as coisas, e por Tua Vontade existiram e foram criadas.
O facto de só Deus poder ser a Fonte da Vida deveria aproximar-nos para o que Deus diz no Resto da Bíblia.

O que Deus nos diz no restante da Bíblia é que a vida é mais do que comida e bebida. A vida plena e satisfatória só se pode ter com Jesus Cristo, uma vez que, sendo Ele o Nosso Criador, Ele sabe o que é que nós precisamos para termos uma vida satisfatória.

Ter uma vida plena, no entanto, não quer dizer uma vida sem dificuldade, mas sim a certeza de que, apesar das dificuldades, o Senhor Jesus está connosco. O propósito da vida cristã não é ter uma vida fácil mas sim uma vida com um propósito que transcende a nossa mera existência material.

Uma das coisas que tenho aprendido a esse respeito é o de que o que causa desespero a muitas pessoas não são os problemas, mas sim a crença de que os seus problemas não tem solução.

A Mensagem de Deus para todos os seres humanos é precisamente o de que a vida é importante, mas mais importante que a vida é Ele. Os nossos problemas são temporários mas Deus é Eterno.

Se por acaso tu te encontras numa altura da tua vida em que só vês problemas e mais problemas, então descansa em Deus. Eu não digo com isto que os teus problemas vão desaparecer, mas sim que vais passar a ter o Todo Poderoso ao teu lado, sempre Pronto a confortar e ajudar. Mesmo que a vida te esmague e te deixe sem esperança, se tiveres a certeza de Quem Deus é, a tua alegria e vontade de lutar não vão acabar.

Confia no Senhor Jesus, e a tua vida vai mudar.

João 11:25-26
Declarou-lhe Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em Mim, ainda que morra, viverá; e todo aquele que vive, e crê em Mim, jamais morrerá. Crês isto?

domingo, agosto 21, 2011

Sem evolução durante "550 milhões" de anos

De vez em quando acontece nós lermos "notícias evolutivas", e imaginar o que seria se os redactores removessem os óculos naturalistas. Neste artigo nós ficamos a saber que foram "descobertos três mil microrganismos semelhantes aos de há 550 milhões de anos".

Exactamente. Durante os supostos 500 milhões de anos, dinossauros vieram e foram, mamíferos surgiram sabe-se lá donde, baleias apareceram de animais terrestres, mas... o microrganismo conseguiu ficar essencialmente na mesma durante.... 500 milhões de anos.

Cientistas mexicanos descobriram no deserto de Cuatro Ciénegas, no Norte do México, perto de três mil microrganismos com características muito semelhantes aos de há 550 milhões de anos, que podem desempenhar um papel-chave no estudo da evolução.
Mais uma descoberta que provavelmente vai "iluminar certos aspectos da teoria da evolução".


O artigo não diz como é que a descoberta de seres vivos totalmente funcionais vai servir de evidência para a teoria que afirma que as formas de vida tem uma origem não-inteligente. Mas isso já seria pedir demais aos evolucionistas.
Esta espécie de "parque jurássico" das bactérias encontra-se num habitat de quase 400 poças de água, no qual foi mantido um sistema alimentar parecido ao que existiu há milhões de anos.
Daí se infere que, como o habitat era essencialmente o mesmo (segundo os evolucionistas), elas não tiveram necessidade de evoluir. No entanto, no caso da girafa e de outros animais que vivem lado a lado a ela, embora fizessem parte do mesmo ecossistema, ela (a girafa) sentiu pressão evolutiva suficiente para evoluir pescoços mais longos (com todas as mudanças daí inerentes).

Portanto, a teoria da evolução tem o mesmo peso científico que a frase "se não chover, então vai fazer Sol".

O que vemos são bactérias plenamente vivas e adaptadas [observação], que têm origem nas que há milhões de anos existiram ali, mas não sabemos se são muito ou pouco iguais [interpretação/especulação].
Metade desta frase é científica e depende das observações. A outra metade é interpretação baseada em pressuposições não confirmadas. Esta é uma das formas que os evolucionistas usam para manter a ilusão de rigor científico em torno da sua religião.

É importante saber o que foi observado e demonstrado, e separar o mesmo daquilo que é uma interpretação baseada no naturalismo.

Através do seu estudo podemos entender como foi a origem da vida e a diversidade biológica da Terra.

Não se entende como é que o estudo de formas de vida que, segundo os evolucionistas, estão essencialmente na mesma há mais de 500 milhões de anos pode-nos ajudar a entender "como foi a origem da vida".

Reparem como a discussão sobre a origem da vida flui naturalmente quando se fala em evolução. O artigo não tem a menor dificuldade em juntar a teoria da evolução com o estudo da origem da vida porque as duas estão umbilicalmente ligadas. Normalmente os evolucionistas costumam ser cuidadosos em distinguir uma da outra (devido ao manifesto fracasso das versões naturalistas sobre a origem da vida), mas, obviamente, essa separação é só para o público


A ciência só tem a ganhar com este tipo de descobertas, mas contrariamente ao que os nossos amigos evolucionistas possam afirmar, este tipo de observações não servem de evidências para os mitos de Darwin.

Se já é difícil de acreditar que a vida teve uma origem não-inteligente, mais ridículo é aceitar que microrganismos que normalmente possuem um tempo de vida mais curto tenham ficado essencialmente na mesma durante mais de 500 milhões de anos. Não se esqueçam que enquanto estes microorganismos se "esqueciam de evoluir", todo o resto da biodiversidade "emergiu".

Ridículo.

Salmo 92:6 - O homem brutal nada sabe, e o louco não entende isto.

Vêr também:

1. Teorias evolutivas sobre a origem da vida anulam-se mutuamente

segunda-feira, julho 18, 2011

"Cientistas" não sabem como a vida começou

Há vinte anos atrás John Horgan, escrevendo para o Scientific American, queria publicar um artigo com o título:
“Pssst! Não Digam Nada aos Criacionistas, mas os Cientistas Não Sabem como é que a Vida Começou”
O editor da altura não gostou do título e alterou-o. No entanto, Horgan esperou 20 anos e agora que o editor que não aprovou o seu título já não se encontra por lá, Horgan reutilizou o título para um artigo que ele escreveu em Fevereiro de 2001, duas décadas após a primeira tentativa.

O facto de Horgan poder acertadamente dizer que a comunidade científica não fazia ideia nenhuma há 20 anos como a vida tinha iniciado, e a situação se manter após duas décadas de pesquisa intensas, revela-nos muito sobre a mitologia da teoria da evolução e os cenários naturalistas para a origem da vida.

O motivo pelo qual os "cientistas não sabem como a vida teve início" é devido ao facto daqueles a quem Horgan identifica como "cientistas" eliminaram à priori a única opção viável para a origem da vida.

O que Horgan quer realmente dizer é que os cientistas que acreditam na teoria da evolução não conseguem fornecer qualquer cenário naturalista cientificamente sólido que explique o que torna a vida possível. Horgan erradamente equivale "cientistas" com "cientistas evolucionistas".

A verdade é que milhares de cientistas por todo o mundo sabem exactamente como a vida começou: Deus criou-a durante os seis dias da Semana da Criação. De facto, sites Cristãos como a Apologetics Press possuem vários cientistas qualificados que estudaram as evidências e sabem como a vida começou.

O dilema em que se encontram os "cientistas" evolucionistas surge devido à crença de que, segundo a evolução, a vida ter surgido espontaneamente a partir de químicos sem vida - e não há justificação naturalista para isto. Para defender a posição de que os "cientistas" não possuem a mínima pista, Horgan explicou que a ideia das moléculas de ADN formarem-se espontaneamente possui vários problemas:

O ADN não consegue fazer cópias de si mesmo, nem fazer proteínas catalíticas, sem a ajuda de proteínas catalíticas conhecidas por enzimas.

Isto transformou a origem da vida num clássico dilema ovo-ou-galinha: o que veio primeiro: proteínas ou o ADN?

Horgan ressalvou então que os cientistas que estudam a origem da vida postularam que o RNA pode ser a resposta para para o início da vida. No entanto ele concluiu:
O mundo RNA é tão insatisfatório que alguns cientistas frustrados estão a propôr especulações bem absurdas.
(Sim, porque propôr que a vida criou-se a si mesma não é absurdo!)

As ideias absurdas a que Horgan se refere são noções tais como a vida ter sido largada na Terra por extra-terrestres, ou a mesma ter-se originado a partir de micróbios provenientes do espaço que se "plantaram" na Terra.

Horgan correctamente observou que tais cenários só mudam o problema da origem da vida para o espaço. Se a vida não começou na Terra, como é que começou no espaço?

No seu parágrafo final, Horgan escreveu:

Sem dúvida que os criacionistas estão alegres com o facto das pesquisas em torno da origem da vida terem chegado a um impasse....mas eles não tem razões para estar.

As suas explicações sofrem da mesma falha: Quem criou o Criador Divino? Pelo menos os cientistas estão a levar a cabo um esforço honesto para resolver o mistério em vez de culparem Deus por tudo.

Horgan está correcto quando afirma que os cientistas (leia-se "cientistas evolucionistas") não fazem ideia nenhuma da forma como a vida começou. Ele está errado, no entanto, quando insiste que a ignorância evolutiva sobre a origem da vida está ao mesmo nível da alegada "ignorância" em torno das "origens" do Criador.

As pesquisas em torno da origem da vida não mostram apenas que os cenários naturalistas são improváveis; elas mostram que são sim impossíveis - a vida não se pode gerar espontaneamente a partir de químicos sem vida.

Dada esta situação, a única ideia verdadeiramente "científica" seria seguir as evidências onde quer que elas nos levem: para Um Criador Sobrenatural e Infinitamente Inteligente.

Anthony Flew, que durante décadas foi o líder filosófico do mundo ateu, chegou a essa conclusão:

A única explicação satisfatória para a origem da vida com um fim, e auto-replicante tal como vêmos na Terra é Uma Mente Infinitamente Inteligente.
○Fonte: Apologetics Press○

REFERENCIAS:

  • Flew, Antony and Roy Varghese (2007), There Is No God: How the World’s Most Notorious Atheist Changed His Mind (New York: HarperOne).

terça-feira, julho 12, 2011

Árvore de Darwin atacada por criacionistas evolucionistas

A Julho de 1837 Charles Darwin teve uma ideia original. Durante os seus estudos em Londres, ele voltou a página do seu livro de apontamentos e escreveu "I think". Então fez um esboço de uma árvore.

Tanto quanto se sabe, essa foi a primeira vez que ele aludiu ao conceito da "árvore da vida" como forma de explicar o suposto relacionamento evolutivo entre as espécies. Esse conceito ficou tão firme na mente de Darwin, que quando o seu livro "On The Origin of Species" foi publicado 22 anos mais tarde, a sua árvore já se tinha transformado e crescido bastante.

Este ícone da teoria da evolução ganhou vida própria e hoje é muito difícil encontrar um evolucionista que não aluda a árvore de Darwin como explicação dos acima mencionados supostos relacionamentos evolutivos.

Mas a ciência tem o "péssimo" hábito de refutar os mitos darwinistas.

Segundo este artigo, os problemas começaram com a descoberta doa ADN:

Então, o que é que aconteceu? Estritamente falando, o ADN aconteceu.
A descoberta do ADN abriu novos horizontes para a Biologia:
Finalmente aqui estava o cerne da hereditariedade onde certamente estava escrita a história da vida. Se ao menos nós conseguíssemos descodificá-lo.
"Descodificação" implica "codificação". Quem é que codificou o ADN? Infelizmente o artigo não disse.

Com esta descoberta, os darwinistas naturalmente acreditaram que o que fosse descoberto haveria de confirmar a crença de que o mundo biológico criou-se a si mesmo. Infelizmente, como o artigo refere, aconteceu exactamente o contrário.

Os problemas começaram no princípio da década 90 quando se tornou possível sequenciar os genes "archaeal" e os genes das bactérias, e não só o RNA. Toda a gente esperou ["toda a gente" = evolucionistas) que estas sequências do ADN fossem confirmar a árvore do RNA.

De facto, em casos pontuais, assim se verificou, mas em momentos cruciais, isso não aconteceu. O RNA, por exemplo, pode sugerir que a espécie A está mais próxima em termos evolutivos da espécie B, do que a espécie C, mas uma árvore feita com o ADN sugeria exactamente o contrário."

Lembrem-se de artigos como este e como este sempre que virem a suposta "árvore da vida" exposta num livro escolar. O que estão a vêr não é ciência mas um mito naturalista mascarado de ciência.

Conclusão:
Não existe nenhuma "árvore da vida" evolutiva porque a evolução nunca aconteceu. A ciência mais uma vez acrescenta lenha na fogueira onde a teoria da evolução está a arder.

Os tipos básicos das formas de vida estão separadas desde o princípio da criação, e a única forma de uni-las é rejeitar as observações e converter-se ao naturalismo.

Mais uma vez se vê que a interpretação Bíblica está de acordo com as observações, e a mitologia darwinista não tem bases científicas.

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