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quinta-feira, março 01, 2012

Não há aquecimento global desde 1997

Em outras notícias relacionadas, o Sol alegadamente é quente e a água é molhada.

Como já foi dito por várias pessoas, a teoria do aquecimento global antrópico nunca teve nada a ver com a ciência visto que a mesma mais não é que um plano para um governo mundial.

O alegado "consenso" em torno do aquecimento global antrópico (AGA) enfrenta agora um desafio inconveniente após o conhecimento público de dados que mostram que o planeta não ficou mais quente desde 1997.

Os dados sugerem até que nós podemos estar a caminhar para uma mini idade do gelo análoga à queda de temperatura que ocorreu há cerca de 70 anos.

Tendo como base as leituras de mais de 30,000 estações de monitorização de temperaturas. os dados foram disponibilizados ao público pela Met Office e pela "University of East Anglia Climatic Research Unit."

O estudo confirma que a tendência de aumento das temperaturas mundiais terminou em 1997.

Mais uma vez, o consenso estava errado e os "negacionistas" estavam certos.

Lembrem-se disto da próxima vez que alguém quiser finalizar uma discussão apelando ao cientificamente irrelevante "consenso".

Fonte


quinta-feira, fevereiro 16, 2012

Faz sentido

Havendo demonstrado de forma científica como é que um lobo/vaca/urso evoluiu para uma baleia, ou como um dinossauro evoluiu para um colibri, os evolucionistas voltam-se agora para outro grande mito da "ciência" moderna: a teoria do aquecimento global antrópico (AGA).

De certa forma, faz sentido que sejam os evolucionistas a liderar este processo visto que tanto a crença de que lobos evoluíram para baleias como a crença de que o homem consegue aumentar a temperatura da Terra nada mais serem que ficção cientifica:

Será a educação em torno das alterações climáticas a nova evolução, isto é, ameaçada por parte de grupos de interesse muito bem organizados nas escolas distritais dos EUA bem como nos padrões de educação?

Um crescente número de proponentes da educação acha que sim. Devido a isto a partir de ontem, a National Center for Science Education (NCSE) em Oakland, Califórnia, que se dedica a combater o ensino do Criacionismo, anunciou que vai se dedicar também ao combate dos negacionistas climáticos.

A NCSE espera que a tarefa seja mais complicada do que o combate ao Criacionismo. Eugenie Scott afirma:
As forças unidas contra a ciência climática são mais numerosas e com melhor financiamento.
Devido a isto, Scott defende que estas "forças" são mais capazes de propagar a sua mensagem nos órgãos de informação do que os defensores do Criacionismo.

. . . . . .

Um dos motivos que vai tornar o combate ao "negacionismo climático" mais complicado é o facto de ser mais difícil mentir às pessoas sobre algo que elas podem observar empiricamente, independentemente das formidáveis "forças unidas" contra a "ciência climática".

Outro motivo óbvio para o à vontade que muitos cientistas têm em demonstrar a idiotice da teoria do AGA é a inexistência de ramificações religiosas por parte desta (embora existam ramificações políticas). Quer uma pessoa acredite em Deus ou não acredite em Deus, a rejeição do AGA não vai alterar a sua cosmovisão.

No entanto, a crença no Criacionismo implica uma alteração fundamental na forma como vêmos o mundo. Para um militante ateu que claramente observa a insuficiência da teoria da evolução como explicação coerente para a origem dos sistemas biológicos, é complicado passar a defender o Criacionismo - embora se aperceba que esta teoria está melhor suportada pelos dados observáveis.

Para alguém que sempre se auto-glorificou em ser um "céptico" apenas e só por acreditar que o mundo biológico criou-se a si mesmo, o Criacionismo é muito mais perigoso que o AGA.

Como tal, prevejo que o NCSE mais cedo ou mais tarde desista de combater o "negacionismo climático" e volte a defender a tese de que a vida criou-se a si mesma.



sexta-feira, setembro 23, 2011

A resposta estática

Breve demonstração das supremacia da ideologia sobre as evidências e a ciência:
Surtos de cólera parecem estar a aumentar, mas um novo estudo descobriu que os mesmos não podem ser explicados pelo aquecimento global. . . . . O vibrião vive em águas perto da foz do rio - aumentando e diminuindo de tamanho consoante a variação do plâncton das plantas.

O plâncton é comido por pequenos crustáceos sob cujas conchas o vibriao se agarra. A superfície superior mais quente da água oceânica suprime o crescimento do plâncton, e como tal os cientistas assumiram que o surto de cólera diminuiria com o aquecimento global.

Portanto, a hipótese defendia que os surtos haveriam de diminuir com o aquecimento global. No entanto, observações subsequentes mostram que os surtos de cólera estão a aumentar.

A mente lógica e racional concluiria que provavelmente o aquecimento global não está a ocorrer, mesmo que seja possível que não haja relação entre os surtos de cólera e as temperaturas globais.

Mas como o que hoje em dia passa por "ciência" não permite que certos dogmas revelados pelo Consenso Divino sejam escrutinados (atenção, evolucionistas!), a conclusão é a de que a hipótese ("aquecimento global = diminuição dos surtos de cólera") deve estar errada. Pior, para se manter a ideologia intacta vai ser necessário construir uma nova hipótese que 1) aceite o aquecimento global e 2) acomode o aumento dos surtos de cólera.

Portanto, mesmo quando a "nova ciência" está errada, ela está certa. Deve ser aquela coisa da "auto-correcção" que os evolucionistas e os aquecimistas tanto falam ("sim, as observações não estão de acordo com a teoria, mas isso é a vantagem da ciência: auto-correcção!").

Na mente dos evolucionistas e dos proponentes do aquecimento global, a resposta é sempre estática; o que varia é a pergunta.

quinta-feira, setembro 08, 2011

Revendo a revisão


Um estudo que tenha sido alvo de revisão de pares (eng: "peer-review") é normalmente considerado o exemplo perfeito para a verdade e fiabilidade científica. No entanto, depois de vários escândalos proeminentes, a preocupação em torno da utilidade do "peer-review" propagou-se para além do mundo académico.

A situação tornou-se de tal maneira alarmante que a Casa dos Comuns inglesa publicou uma reportagem em torno do processo de revisão depares. Uma vez que o governo britânico é um financiador relevante das pesquisas científicas, o seu parecer é relevante.

Como pano de fundo para esta desconfiança em torno da revisão de pares estão os escândalos em torno do Dr Andrew Wakefield e a sua fraudulenta e sem ética pesquisa em torno do autismo, e o "ClimateGate", a enorme controvérsia em torno de emails revelados ao público mostrando manipulação de dados e preconceitos editoriais por parte de alguns defensores do aquecimento global.

Mesmo alguns cientistas estão-se a tornar críticos. Entre algumas das objecções levantadas na reportagem encontram-se alegações de que a revisão depares "afoga" a novidade, reflecte os preconceitos dos editores, é onerosa e cansativa para os pesquisadores.

Para além disso, alguns editores de jornais científicos mundiais de renome questionam a sua eficiência. Drummond Rennie, editor do "Journal of the American Medical Association" disse a dada altura:

Se a revisão de pares fosse uma droga [com fins médicos], nunca teria permissão para ser vendida ao público.
Richard Horton, editor-chefe do "The Lancet", citou um estudo que concluía:
A revisão de pares editorial, embora amplamente usada, não é, em larga medida, testada e os seus efeitos são incertos.
Por outro lado, o grupo Research Councils UK afirmou ao comité que "a força da revisão de pares excede em muito as suas fraquezas."

De um modo geral, a reportagem expressa um certo grau de confiança na revisão de pares, mas ao mesmo afirma que o processo pode ser melhorado. A fiscalização da integridade das pesquisas é insatisfatória, segundo a reportagem. Deveria existir um regulador externo que lidasse com os raros casos de má conduta profissional nas pesquisas.

O MP que presidia o comité, Andrew Miller, disse o seguinte à BBC:

A questão aqui não são quantos erros são feitos e quantos desses erros escapam à rede, mas sim a potencial seriedade dos erros e da actividade fraudulenta. Para além disto ser algo que nos deveria preocupar, nós temos que pensar não só no incidente individual mas também no impacto que tal teria na confiança depositada na ciência. ~ BBC, Julho 28.
○Fonte○

Claro que se Deus não existe, não há"Regulador Externo" que lide com os "raros" (?) casos de má conduta profissional. No mundo estritamente materialista e naturalista, as fraudes são moralmente neutras. Sim, ninguém gosta de ser enganado, mas quem disse que a moralidade se deve basear no que nós gostamos ou deixamos de gostar?

Este tipo de notícia revela também a forma como o consenso evolutivo rejeita à priori qualquer artigo que mostra a fragilidade dos mitológicos "milhões de anos" ou do naturalismo: preconceito editorial.

Todos nós sabemos que estas coisas existem em todas as áreas da existência humana, mas os crentes evolucionistas esperam que nós acreditemos que a única razão que leva a que os jornais "científicos" rejeitem à priori trabalhos anti-evolutivos é a falta de "base científica".

terça-feira, fevereiro 15, 2011

Cientista de topo admite que aquecimento global é uma farsa

Dinheiro, poder e ganância na base da pseudo-ciência do "aquecimento global antropogénico".

The following is a letter to the American Physical Society released to the public by Professor Emiritus of physics Hal Lewis of the University of California at Santa Barbara.

Sent: Friday, 08 October 2010 17:19 Hal Lewis
From: Hal Lewis, University of California, Santa Barbara
To: Curtis G. Callan, Jr., Princeton University, President of the American Physical Society
6 October 2010

Dear Curt:

When I first joined the American Physical Society sixty-seven years ago it was much smaller, much gentler, and as yet uncorrupted by the money flood (a threat against which Dwight Eisenhower warned a half-century ago).

Indeed, the choice of physics as a profession was then a guarantor of a life of poverty and abstinence—it was World War II that changed all that. The prospect of worldly gain drove few physicists. As recently as thirty-five years ago, when I chaired the first APS study of a contentious social/scientific issue, The Reactor Safety Study, though there were zealots aplenty on the outside there was no hint of inordinate pressure on us as physicists. We were therefore able to produce what I believe was and is an honest appraisal of the situation at that time.

We were further enabled by the presence of an oversight committee consisting of Pief Panofsky, Vicki Weisskopf, and Hans Bethe, all towering physicists beyond reproach. I was proud of what we did in a charged atmosphere. In the end the oversight committee, in its report to the APS President, noted the complete independence in which we did the job, and predicted that the report would be attacked from both sides. What greater tribute could there be?

How different it is now. The giants no longer walk the earth, and the money flood has become the raison d’être of much physics research, the vital sustenance of much more, and it provides the support for untold numbers of professional jobs. For reasons that will soon become clear my former pride at being an APS Fellow all these years has been turned into shame, and I am forced, with no pleasure at all, to offer you my resignation from the Society.

It is of course, the global warming scam, with the (literally) trillions of dollars driving it, that has corrupted so many scientists, and has carried APS before it like a rogue wave. It is the greatest and most successful pseudoscientific fraud I have seen in my long life as a physicist. Anyone who has the faintest doubt that this is so should force himself to read the ClimateGate documents, which lay it bare. (Montford’s book organizes the facts very well.)

I don’t believe that any real physicist, nay scientist, can read that stuff without revulsion. I would almost make that revulsion a definition of the word scientist.

So what has the APS, as an organization, done in the face of this challenge? It has accepted the corruption as the norm, and gone along with it…

A confiança que o mundo tinha nos cientistas está seriamente abalada. Nós agora sabemos que muito daquilo que nos vendem como "ciência" nada mais é que teorias com o expresso propósito de avançar com uma determinada agenda política, ideológico ou económica.

Tendo isto em consideração, o que é que podemos dizer sobre o "facto" da evolução? Haverá semelhanças com o mitologia do AGA?

Sem dúvida.

A teoria da evolução é uma teoria que nos é forçada como um "facto da ciência" mas que cujas evidências se fazem notar pela ausência. Não há nenhuma força natural capaz de gerar sistemas de informação como aqueles que vêmos dentro das formas de vida. Não há nenhuma força natural capaz de modificar um lobo ou uma vaca ou seja lá o que for para uma colossal baleia. Pura e simplesmente não há.

Pior que isso, a evolução de um réptil para uma áve é cientificamente impossível. A respiração das áves está tão conectada com a sua locomoção que qualquer modificação - por mais mínima que seja - resultaria na morte do organismo. Organismos mortos geralmente não evoluem.

A total desacreditação do AGA é uma coisa boa e uma coisa má: é boa porque reduz de forma imensa o poder do lobby ambientalista. É uma coisa boa porque mostra que a ciência pode triunfar sobre ideologias pagãs.

Uma pseudo-ciência está a ser destruída. Resta-nos agora trabalhar para destruir a outra: a teoria da evolução.

quinta-feira, fevereiro 10, 2011

Índios Americanos Lutam Contra "Benfeitores" Ambientalistas

Os esquerdistas tem apenas as melhores intenções para os ameríndios que querem servir de exemplo multicultural vivendo vidas pitorescamente pré-colombianas. No entanto, os mesmos esquerdistas e fanáticos ambientalistas já não são tão simpáticos com ameríndios que não querem viver na Idade da Pedra.

Felizmente, alguns índios nativos estão a dar luta:

A Tribo Hopi tem uma mensagem dirigida ao Sierra Club e aos outros grupos ambientalistas: Ponham-se a andar daqui para fora!
Esta é a resposta do concílio Tribal dos Hopi para aquilo que têm sido ataques contínuos e concertados oriundos de grupos ambientalistas locais e nacionais "determinados em avançar com os seus interesses e a sua agenda em detrimento da Tribo Hopi e dos seus legítimos interesses".
O concílio quer que o Sierra Club e outros grupos ambientalistas - bem como as organizações afiliadas a estes grupos localizados dentro das reservas índias - saibam que eles já não são bem vindos na Reserva Hopi, declarando-os persona non grata.
Através duma resolução aprovada com a margem de 12 a favor e ninguém contra (12-0) o concílio declarou que os ambientalistas lesaram a tribo de "mercado para os seus recursos de carvão" e ganhos provenientes do mesmo carvão, necessários para sustentar os serviços governamentais, fornecer empregos para os membros da tribo e proteger a cultura e a tradição da tribo Hopi.
Em 2005 grupos ambientalistas tiveram um papel significativo no encerramento do Mohave Generating Station, que o concílio Hopi afirma "ter lesado a Tribo Hopi em muitos milhões de dólares de rendimentos operacionais anuais", de acordo com a resolução. As perdas monetárias anuais encontram-se entre os $6.5 e os $8.5 milhões.
O concílio sente que a viabilidade económica da Navajo Generating Station - o único cliente consumidor do carvão da tribo Hopi restante - está também a ser ameaçada, e que as acções dos ambientalistas podem conduzir a um "total colapso económico da tribo."

O Sierra Club respondeu aludindo ao fictício aquecimento global, aos mitológicos empregos ecológicos (eng: "green jobs") e às alegadamente ameaçadas "fontes sagradas".

Pena é que o ambientalismo santimonial não possa ser usado para pagar a renda e colocar comida em cima da mesa - a não ser que se faça parte da elite esquerdista como o Al Gore.

quarta-feira, fevereiro 02, 2011

Documentos mostram que Obama usou de espionagem, ameaças e suborno para conseguir apoio para Copenhague

Quem diria que um político socialista de Chicago fosse capaz de fazer este tipo de coisas? Estou chocado!

(Fonte)

Jim Hoff
Caramba! O governo de Obama usou suas táticas mafiosas para espionar e ameaçar países que se opunham ao acordo de aquecimento global de Copenhague, mesmo esse aquecimento global sendo baseado em ciência fajuta.
E estávamos nós aqui pensando que eles reservavam o uso de suas táticas comunistas apenas para os oponentes nos EUA. Cara, estávamos errados.
O governo de Obama espionou, ameaçou e subornou países para que apoiassem o Acordo de Copenhague. O acordo teria devastado as empresas e indústrias americanas.
Em sua reportagem sobre o assunto, o jornal inglês Guardian diz:
Despachos de embaixadas mostram que os Estados Unidos usaram espionagem, ameaças e promessas de ajuda para conseguir apoio para o Acordo de Copenhague
Escondida atrás da retórica de salvação do mundo envolvendo as negociações sobre a mudança climática está a sórdida política da força bruta: dinheiro e ameaças compram apoio político; espionagem e guerra cibernética são usadas para se obter controle.
Os documentos diplomáticos revelam como os Estados Unidos procuram escândalos nos países que se opõem às políticas americanas que lidam com o aquecimento global; como a ajuda financeira e outros tipos de assistência são usadas por países para ganhar apoio político; como a desconfiança, promessas quebradas e fraudulências financeiras vencem as negociações; e como os EUA montaram uma ofensiva diplomática global secreta para esmagar a oposição ao polêmico “Acordo de Copenhague”, o documento não-oficial que surgiu das ruínas do encontro de cúpula sobre a mudança climática que ocorreu em Copenhague, em 2009.
Negociar um tratado climático é um jogo de apostas altas, não só por causa do perigo que o aquecimento global representa para a civilização, mas também porque uma reengenharia da economia global para um modelo de baixas taxas de carbono fará com que o fluxo de bilhões de dólares seja redirecionado.
Buscando algo com que barganhar nas negociações, o Departamento de Estado dos EUA enviou uma mensagem secreta, em 31 de julho de 2009, solicitando informações confidenciais de diplomatas da ONU acerca de uma série de assuntos, inclusive mudança climática. O pedido teve origem na CIA. Pediu-se aos diplomatas que fornecessem provas da “evasão do tratado” ambiental da ONU e de acordos entre nações, bem como as posições dos países sobre as negociações.
Mas a coleta de dados confidenciais não estava sendo feita apenas pelo governo dos EUA. Em 19 de junho de 2009, o Departamento de Estado enviou uma mensagem falando em detalhes sobre um ataque cibernético ao escritório do enviado americano para assuntos climáticos, Todd Stern, enquanto ocorriam as negociações com a China, em Pequim. Cinco pessoas receberam emails, personalizados para parecerem como se tivessem vindo da revista National Journal. Um arquivo em anexo continha um programa que daria completo controle, para um hacker, do computador de quem recebeu a mensagem. Embora o ataque não tenha tido sucesso, a divisão de análise de ameaças cibernéticas observou: “É provável que tentativas de invasão como esta continuem.”
As conversações de Beijing não conseguiram levar a um acordo em Copenhague.
É bom que os meios de comunicação dos EUA estejam ignorando esta notícia, que poderia dar impressões péssimas sobre o governo de Obama.
Com certeza eles não querem que isso aconteça.
Tradução (feita por recomendação e a pedido de Julio Severo, que também revisou): Dextra
Divulgação: www.juliosevero.com

quinta-feira, dezembro 30, 2010

Cientistas com 8 anos publicam artigo em jornal revisto pelos infalíveis pares

Não se sabe se esta iniciativa põe as crianças sob boa luz ou se faz com que os cientistas fiquem mal vistos.

Como é possível que uma revista científica sujeita a revisão de pares publique material escrito por crianças? Durante a altura do ClimateGate a frase "revisto por pares" era suposto acabar com todo e qualquer debate uma vez que (supostamente) tudo o que passa pela revisão de pares é impecável e a ciência por trás dela inquestionável.

Uma revista científica da prestigiosa Royal Society publicou um estudo conduzido e escrito por estudantes de 8 anos.

Baseados no trabalho levado a cabo no pátio duma igreja, as crianças investigaram a forma como os abelhões viam as cores e os padrões. A organização científica diz que o projecto escolar das crianças reportou descobertas que são "um genuíno avanço" nas áreas de coloração insectívora e na área de reconhecimento de padrões.

Os cientistas que comentaram o trabalho das crianças afirmam que, embora as experiências fossem modestas e não tinham análise estatística, elas aguentavam-se bem quando comparadas com o trabalho de especialistas treinados.

Como é que um trabalho sem análise estatística pode ser publicado numa revista científica? O que é que isto nos diz sobre o rigor do "peer-review"?

Conclusão:

Talvez esta falta de rigor nas revistas científicas actuais explique a sua devoção em torno da teoria da evolução. Para quem acredita que répteis evoluíram para pássaros, acreditar que crianças de 8 anos podem trazer "um genuíno avanço" à ciência é um pequeno passo.

Esta notícia mostra também que o facto de algo passar o peer-review (revisão de pares) não significa que seja de facto científico. Há muito jogo de poder e muitos interesses envolvidos nas revistas científicas. Algumas teorias podem ser firmemente confirmadas pelos dados observacionais mas serem rejeitadas das publicações científicas por motivos políticos (Aquecimento Global) ou ideológicos (Criacionismo).

domingo, dezembro 12, 2010

Aquecimento Global Antropogénico = Socialismo

Grandes coisas estão a acontecer em Cancun, coisas essa que demonstram a utilidade dessa mentira:
Depois de uma sessão nocturna que incluiu uma disputa entre a Ministra dos Negócios Estrangeiros mexicana Patricia Espinosa e o embaixador da Bolívia Pablo Solon, os membros da "U.N. Framework Convention on Climate Change" (UNFCC) concordaram em:
  • criar o “Green Climate Fund” que irá transferir dinheiro dos países ricos para os países pobres
  • criar centros de pesquisa que irão suavizar a transferência de tecnologia ecológica
  • criar um sistema onde as nações em desenvolvimento serão compensadas por não destruírem as suas florestas.
Semelhantemente, as nações mais pobres serão recompensadas por respirarem apenas o oxigénio, por incutirem os seus cidadãos para tomarem banho todos os dias, e claro está, por falarem apenas e só com a boca.

Se mais evidências fossem necessárias para demonstrar que a teoria do AGA (Aquecimento Global Antropogénico) nada tem a ver com a ciência ou com a protecção do meio ambiente, acho que Cancun confirmou isso de uma vez por todas. A redistribuição da riqueza é a espinha dorsal do socialismo, e portanto não é de estranhar que políticos com sede de poder sejam tão facilmente sugados para essa mentira.

Uma coisa que deveria ser perguntada é: de que forma é que as medidas listadas em cima irão reduzir o AGA?

segunda-feira, dezembro 06, 2010

Ecotretas

Fonte

...
Há 10 anos atrás o Jornal britânico The independent, publicava uma noticia sobre o alegado "Aquecimento Global" com o seguinte catastrófico:
(Os nevões são hoje uma coisa do passado)

Neste artigo, um cientista do Climatic Research Unit (CRU) da Universidade de East Anglia, David Viner afirmava que dentro de alguns anos a queda de neve seria um fenómeno raro e excitante, rematando esta afirmação com "As crianças não vão saber o que é a neve".

Nesse ano, o aquecimento global já não era uma evidência - Tinha-se transformado no primeiro dogma cientifico ao qual toda e qualquer pessoa que dele duvidasse seria "queimada" na fogueira à boa maneira da Santa Inquisição de há 500 anos atrás.

Hoje, dia 3 de Dezembro de 2010, o mesmo jornal publica a seguinte noticia em Manchete:

(Ainda não se prevê o fim da tempestade de neve)
A noticia diz basicamente que a Grã-Bretanha está a ficar paralisada devido às mais baixas temperaturas registadas no último século, para além de noticiar a morte por congelamento de vários idosos.

Do Dogmático David Viner e do seu CRU, o jornal não publica qualquer opinião, dogmática ou não.

Equipamento para abraçar glaciares

Nenhum esquerdista totalmente imerso na propaganda estatal de que os glaciares estão a derreter deveria viver sem o seu Conjunto para Abraço a Glaciares (C.A.G.)

O conjunto explora a avenida que existe entre a linguagem corporal e a comunicação não verbal. Criado para os encontros introdutórios embaraçosos com os glaciares, ele serve também de "quebra-gelo" ao permitir que a pessoa se deite na superfície do glacial e lhe ofereça um abraço.

Usado na parte da frente do corpo, o material reflector serve de mediador entre as diferenças temperaturas que há no corpo humano e no glacial.

Abracem os glaciares antes que eles derretam, aquecimistas! Não se esqueçam que são estes mesmos pagãos que querem tomar conta da economia mundial.

Glacier-Embracing-Suit.jpg
Pronto, pronto. O glacial também gosta de ti.

Depois disso, abracem também um urso polar.


sábado, novembro 27, 2010

Bill Clinton: Vamos Vender a Ideia do Aquecimento Global Para Trazer Justiça Social

A questão do não-existente aquecimento global causado pelo homem nunca foi nada que tivesse a ver com ciência mas sim com o controle dos recursos naturais.

Há uma minoria de pessoas da esquerda que usa a mitologia do AGA como forma de implementar a sua versão da "justiça social" (slogan dos comunistas).

segunda-feira, novembro 22, 2010

Más notícias para os ambientalistas radicais: alarmismo é contra-produtivo

Apesar das elevadas somas de dinheiro gastas, do monopólio das instituições universitárias, da ampla publicidade difundida, os aquecimistas estão tão confiantes no não-existente aquecimento global que tentam propagar a sua mensagem através de anuncios alarmistas.

Berkeley: Mensagens alarmistas acerca do aquecimento global são contra-produdentes, revela estudo.

Avisos emotivos ou alarmantes acerca do aquecimento global podem ser inconsequentes se forem apresentados de forma demasiado negativa uma vez que isso torna as pessoas menos susceptiveis de reduzir as emissões de carbono.
Eis aqui uma sugestão radical: que tal se os profetas da desgraça vivessem de acordo com a mensagem que propagam? ? Antes de ti, Tom Friedman.

Ver também:

1. Grupo ambientalista enforca criança em anuncio publicitário

3. James Cameron e a hipocrisia dos ambientalistas

4. Osama Bin Laden e “consenso científico” de acordo: aquecimento global é um facto

6. Cientista mostra como lidar com aquecimistas

7. Ambientalismo é Religião

8. Cientista das Nações Unidas: Nunca Houve Consenso em Relação ao Aquecimento Global – Só Meia Dúzia de Gatos Pingados Acreditava Nisso

9. Cepticismo climático aumenta no Reino Unido

A Verdade do Controle Populacional

domingo, novembro 21, 2010

Bill Gates: Temos que matar tudo e todos para acabar com o não existente aquecimento global

"Controle populacional". Esta frase pode estar na base das grandes políticas económicas e médicas do nosso tempo.

Há um grande número de indivíduos que genuinamente acredita que a única forma de "salvar" a Terra é reduzir drasticamente o número de pessoas que existem. Isso pode ser feito de várias formas: aborto, recusa de assistência médica, genocídio em nome de qualquer ideologia esquerdista ou promoção de comportamentos auto-destrutivos.

A tragédia dessa crença é que muitos dos seus proponentes estão colocados em lugares chave da política mundial. Não só isso, mas também contam com grandes financiadores para a sua causa. Bill Gates é um deles.

Bill Gates pode ser um génio quando se trata de computadores mas é um tótó quando abre a boca e começa a falar do não-existente AGA (aquecimento global antropogénico). Ou isso ou ele é maldoso ou mentalmente desequilibrado.

No vídeo debaixo podemos ver Gates a apelar para "melhorias" no sistema de saúde - e nas vacinas - de forma a que a população mundial possa ser reduzida em mil milhões (reduzindo assim as emissões do inofensivo dióxido de carbono).

Vamos pensar um pouco: que "sistema de saúde" seria esse que reduziria em milhões a população mundial? Geralmente quando o sistema de saúde melhora, a população mundial aumenta. Que misterioso "sistema de saúde" tem o Gates em manga? Infelizmente ele não diz.



Para a demente alegação de Gates de que as emissões de CO2 tem que ser reduzidas para zero, matar mil milhões de almas com sinistras vacinas anti-vida não seria suficiente. Uma vez que os animais exalam CO2, e uma vez que as plantas libertam o mesmo químico quando entram em decomposição, isto significa que Bill Gates está a apelar para o término da vida na Terra.

Ou seja, de acordo com Gates, toda a vida tem que deixar de existir para que a Terra possa continuar a existir. Aparentemente o propósito seria trancar o clima num sitio para que, pela primeira vez na História da humanidade, ele não variasse.

Que pena que ninguém estará cá para ver se o método de Gates funciona.

quinta-feira, novembro 18, 2010

A "ciência" do aquecimento global

terça-feira, outubro 26, 2010

Definições científicas da eco-religião

Agradecimentos ao "Insurgente"

PEER REVIEW: The act of banding together a group of like-minded academics with a funding conflict of interest, for the purpose of squeezing out any research voices that threaten the multi-million dollar government grant gravy train.

SETTLED SCIENCE: Betrayal of the scientific method for politics or money or both.

DENIER: Anyone who suspects the truth.

CLIMATE CHANGE: What has been happening for billions of years, but should now be flogged to produce ‘panic for profit.’

NOBEL PEACE PRIZE: Leftist Nutcase Prize, unrelated to “Peace” in any meaningful way.

DATA, EVIDENCE: Unnecessary details. If anyone asks for this, see “DENIER,” above.

CLIMATE SCIENTIST: A person skilled in spouting obscure, scientific-sounding jargon that has the effect of deflecting requests for “DATA” by “DENIERS.” Also skilled at affecting an aura of “Smartest Person in the Room” to buffalo gullible legislators and journalists.

JUNK SCIENCE: The use of invalid scientific evidence resulting in findings of causation which simply cannot be justified or understood from the standpoint of the current state of credible scientific or medical knowledge

The SPPI blog.

sexta-feira, outubro 22, 2010

James Cameron e a hipocrisia dos ambientalistas

Eles querem que o resto do mundo viva com menos, mas eles vivem rodeados de luxo e de todas as coisas que ele dizem que o resto do mundo se deveria privar.

Se calhar é por causa deste tipo de hipocrisia que a religião ambientalista e aquecimista está a perder a já de si pouca credibilidade.


quinta-feira, outubro 14, 2010

Osama Bin Laden e "consenso científico" de acordo: aquecimento global é um facto

O genocida Osama bin Laden apelou aos muçulmanos para combater a fome e cuidar dos programas que visam aliviar as consequências das enchentes. Para além disso, Osama juntou-se ao "consenso científico" e declarou que o aquecimento global é "pior que a guerra".

A MSNBC reportou:

Numa nova gravação áudio feita pela Al-Qaida Osama bin Laden apela à criação de programas de suprimento de comida para os muçulmanos afectados pelos desastres naturais e pelas guerras.

Numa cópia da mensagem fornecida pela "SITE Intelligence Group", bin Laden critica também os governos dos países muçulmanos por gastarem mais dinheiro em armamento do que em medidas de ajuda social.

A mensagem tem aproximadamente 11 minutos e inclui imagens fixas de bin Laden e imagens de desastres naturais. (...)

De acordo com a agência noticiosa AFP, pode-se ouvir uma voz a afirmar que “O número de vítimas causado pelas mudanças climáticas é enorme.....maior do que as vítimas das guerras."

A gravação chega depois de algumas mensagens similares vindas da Al-Qaida terem chegado ao público. Nessas gravações o governo paquistanês é acusado de não fazer o suficiente para ajudar a população depois dos maciços dilúvios que mataram centenas de pessoas e deixaram 8 milhões sem casa.

Agora, sim, o debate sobre o aquecimento global chegou ao fim. O desacreditado Al Gore já tem um companheiro de batalha.

terça-feira, outubro 12, 2010

Grupo ambientalista enforca criança em anuncio publicitário

Como convencer a humanidade da verdade do aquecimento global? Fazendo um anúncio publicitário onde se mostra uma criança à beira de morrer enforcada. Sim. Nada nos convence mais rapidamente da verdade do AGA (aquecimento global antropogénico) do que imagens de adultos a matar crianças.

Andrew Bolt alerta os leitores australianos para a última "pérola" no que toca ao marketing do não-existente AGA. Ironicamente, este último anúncio vem dum grupo que se chama ACT-Responsible.

Este tipo de pessoas - que não tem vergonha de usar imagens e videos de crianças a morrer - é o mesmo grupo de pessoas que durante anos impediu o uso de DDT em países sub-desenvolvidos (causando a morte de milhões de seres humanos durante mais de 30 anos), e é o mesmo grupo de pessoas que quer controlar os recursos naturais como forma de "salvar" a Terra.

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