sábado, março 31, 2012

Formigas











quinta-feira, março 29, 2012

Robô chita bate recorde de velocidade

E cantavam o cântico de Moisés, servo de Deus, e o cântico do Cordeiro, dizendo: Grandes e maravilhosas são as Tuas obras, Senhor Deus Todo-Poderoso! justos e verdadeiros são os Teus caminhos, ó Rei dos santos.
Revelação 15:3

Um robô bateu um novo recorde de velocidade para um robô com pernas. A máquina é conhecida como chita, atinge os 29 quilómetros por hora e os criadores pretendem utilizá-la em situações de guerra.

O robô chita pertence à Agência de Pesquisa Avançada e Projectos da Defesa americana (Darpa, sigla em inglês), administrada pelo Pentágono, e foi criado pela empresa Boston Dynamics.

A máquina de quatro patas atingiu a velocidade de 29 quilómetros por hora, em laboratório.

video

O recorde de velocidade de um robô desta classe era 21 quilómetros por hora e pertencia ao Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), desde 1989.

O objectivo desta nova máquina é ajudar soldados em missões de longa distância durante guerras.

Os movimentos do robô foram baseados em movimentos de animais velozes e a máquina projecta-se, estendendo as suas costas e tornando-as flexíveis, aumentando o alcance dos passos.

O robô chita tem o tamanho de um cachorro.

Para já, a versão actual do animal depende de uma bomba hidráulica externa e um cientista tem que agarrar num tubo para que este não lhe atrapalhe a corrida. No entanto, deve sair um protótipo, este ano, que resolverá o problema.

A mesma empresa já criou outros modelos baseados em animais. O BigDog (Cão Grande, traduzido em português) faz percursos até 20,6 quilómetros, percorre caminhos húmidos de 35 graus de inclinação e transporta até 150 quilos.

Já o Rise, semelhante a um lagarto, sobe paredes, árvores e cercas usando as pequenas garras dos pés e uma cauda para ter equilíbrio.

Fonte

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Se a cópia duma chita precisou de design, planeamento, inteligência e informação em código, porque é que os militantes evolucionistas pensam que o original (bem mais complexo) não precisou de mais design, mais inteligência e mais planeamento?

Dito de outra forma: se são precisos seres inteligentes para criar a chita mecânica, porque é que não foi preciso Um Ser Inteligente para criar a bem-mais-complexa chita original? Ou é a chita original (carne e osso) obra de forças aleatórias?


Falarei da magnificência gloriosa da tua majestade e das tuas obras maravilhosas. - Salmo 145:5

Se não fosse o compromisso com o naturalismo, os evolucionistas há muito que teriam abandonado a sua fé em Darwin.


domingo, março 25, 2012

Eles sabem o que está em jogo


É comum os Cristãos questionarem a importância e a necessidade de se falar da idade da Terra durante a sua defesa do Teísmo Bíblico. É mesmo assim tão importante acreditar que a Terra tem alguns milhares de anos? Qual é o cerne da questão? O que é que a idade da Terra tem a ver com o Cristianismo?

Primeiro, a Bíblia implicitamente ensina que a criação é recente (Lucas 11:49-51; Marcos 10:6; Romanos 1:20; Êxodo 20:11; etc). Embora este facto não seja o tema central da Bíblia (essa honra pertence ao Senhor Jesus Cristo), os Cristãos deveriam respeitar este ensino Bíblico, da mesma forma que respeitam o facto de Matusalém ter vivido 969 anos (Génesis 5:27) ou o facto de Jonas ter estado "3 dias e 3 noites na barriga do peixe gigante" (Mateus 12:4).

Segundo, a idade da Terra é extremamente importante dentro do debate criação versus evolução - facto confirmado pelo evolucionista Michael Le Page num artigo presente numa edição recente da New Scientist ("Evolution: The Ultimate Guide to a Beautiful Theory").

Uma das "evidências e experiências que poderiam falsificar a teoria da evolução é a uma Terra jovem" (2008, 198[2652]:26). Entre todas as coisas que o jornal evolucionista e ateísta New Scientist considera passíveis de derrotar a teoria da evolução moléculas-para-homem, a segunda na lista é "uma Terra jovem" (p. 26). Le Page escreveu:

Uma Terra jovem seria também um problema para a teoria visto que a evolução via selecção natural requer vastas quantidades de tempo - "tempo profundo" - como se apercebeu Darwin.

Portanto, segundo os evolucionistas, se a Terra é relativamente jovem (com milhares de anos e não os imaginados "milhões e milhões de anos") a sua teoria, que depende dos milhões e milhões de anos, cai por terra.

Consequentemente, e uma vez que a Bíblia ensina que a Terra é jovem (com apenas alguns milhares de anos), os Cristãos devem usar a Bíblia e a imensidão de evidências científicas disponíveis para mostrar aos evolucionistas que a sua teoria favorita está errada.

Os crentes na Autoridade da Bíblia que escolham não usar tal informação na sua defesa da Criação, estão a rejeitar uma das armas que o Criador nos deu para enfrentar a ímpia, religiosa e não-Bíblica teoria da evolução.

A verdade dos factos é que a idade da Terra é muito importante neste debate. Que pena que a maioria dos Cristãos não se aperceba disso.

Fonte


quinta-feira, março 22, 2012

Será que Richard Dawkins tem o gene escravagista?


Aparentemente Richard Dawkins é apenas o último da longa linha de idiotas socialmente destrutivos com o nome de Dawkins , visto que já há um Dawkins do lado errado da História há séculos.

Ele faz campanha contra os "males da religião" e lecciona o mundo inteiro em torno da alegadas "virtudes" do "ateísmo". Agora, Richard Dawkins, o grande activista secularista que visa acabar com a "intolerância e o sofrimento" tem que enfrentar uma revelação embaraçosa: ele é descendente de donos de escravos e o erário familiar foi comprado com a fortuna parcialmente adquirida com o trabalho forçado.

Um dos seus antepassados, Henry Dawkins, acumulou tanta riqueza que, aquando da sua morte (1744), a sua família possuía 1013 escravos na Jamaica.

A propriedade da família Dawkins, que consiste em 400 acres perto de Chipping Norton, Oxfordshire, foi parcialmente comprada com a riqueza acumulada através da plantação de açúcar e posse de escravos.

As posses em Norton Park, herdadas pelo pai de Richard Dawkins, não só continuam na família como têm o activista do neoateísmo como accionista e director de negócios associados.

No ano de 1796 o filho mais velho, James Dawkins (1760-1843), votou contra a proposta de Wilberforce em abolir a escravatura, ajudando a derrotar a medida pela margem de 4 votos. Em 1807 ele fez parte dum pequeno grupo de intransigentes que se opôs à "Slave Trade Act", que aboliu a escravatura no Império Britânico

Acredita-se que ele tenha sido um dos 18 MPs que suportou uma emenda que visava adiar a implementação do Slave Trade Act por 5 anos. Foram derrotados pelos votos de 174 MPs.

Em assuntos envolvendo a religião, James Dawkins foi um forte oponente do "alívio Católico", uma das medidas que removeu as restrições à adoração, posse de propriedade e direitos eleitorais dos Católicos.

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Coitadinho do Richard Dawkins. Afinal o seu comportamento anti-social é apenas consequência dos genes escravagistas e intolerantes que ele herdou dos seus antepassados. Ele não em culpa de agir assim; os seus genes é que o forçam a ser assim.

"As vossas iniquidades, e juntamente as iniquidades dos vossos pais, diz o Senhor, que queimaram incenso nos montes, e me afrontaram nos outeiros; pelo que, lhes tornarei a medir as suas obras antigas no seu seio." Isaías 65:7


domingo, março 18, 2012

Será que é necessário que um médico tenha fé em Darwin?

Por Dr Michael Egnor , médico-cirurgião.

Os indivíduos da "Alliance for Science" patrocinaram um concurso de redacção dirigido aos alunos secundários. Nesse concurso eles pedem aos estudantes que escrevam um texto em torno do tema "O Porquê de Eu Querer Que o Meu Médico Tenha Estudado a Teoria da Evolução".

O primeiro prémio é uma cópia do livro "A Origem das Espécies" de Darwin. O segundo prémio são duas cópias do livro "A Origem das Espécies"! (Brincadeira)

Na verdade, o tema do concurso é hilariante se pensarmos um pouco nele. Será que alguma vez alguém faria um concurso em torno de temas como "O Porquê de Eu Querer Que o Meu Médico Tenha Conhecimentos de Anatomia" ou "O Porquê de Eu Querer Que o Meu Médico Tenha Conhecimentos de Fisiologia" ? Obviamente que não porque todos nós sabemos que estas disciplinas são importantes para a ciência.

É a "biologia" evolutiva importante para a Medicina? Se é, porque é que é preciso fazer essa pergunta?

Na verdade, os médicos não investem muito tempo na teoria da evolução. Eles não a estudam nas escolas médicas e nunca usam crenças evolutivas quando se dedicam a tentar curar os pacientes. Não há disciplinas evolutivas nas escolas médicas. Não há "professores de evolução" nas escolas médicas. Não há departamentos evolutivos nas escolas médicas.

Se precisarmos de tratamento para um tumor cerebral, a equipa médica incluirá um físico (que criou o dispositivo que faz a ressonância magnética), um químico, um farmacologista (que criou o medicamento para o tratamento), um engenheiro, um anestesista (que criou e usa a máquina que nos ministra a anestesia), um neurocirurgião (que leva a cabo a operação médica para remover o tumor), um patologista (que estudou o tumor sob um microscópio e determinou o tipo de tumor ele era), enfermeiras e oncologistas (que ajudam na recuperação e tomam medidas para que o mesmo não regresse).

Não haveria biólogos evolutivos na equipa médica.

Sou professor de neurocirurgia; trabalho e ensino numa escola médica, faço pesquisas em torno do cérebro e, em cerca de 20 anos, levei a cabo mais de 4000 operações ao cérebro. Nunca uso a teoria da evolução durante o meu trabalho.

Será que seria um melhor cirurgião se assumisse que o cérebro é o resultado de causas aleatórias? Claro que não.

Os médicos são detectives. Nós procuramos por padrões e no corpo humano, os padrões presentes possuem toda a aparência de terem sido criados. Começando na estrutura complexa do cérebro humano e acabando no não-menos-complexo código genético, os médicos sabem que os nossos corpos possuem evidências sobrepujantes em favor do design.

É precisamente por isso que a maioria dos médicos - quase 2/3 segundo sondagem nacional - não acredita que o ser humano é o resultado do acaso filtrado pela selecção natural. Ou seja, a maioria dos médicos não acredita que a teoria da evolução seja uma explicação adequada para a vida. Eles observam em primeira mão o design presente na vida.

No entanto, no meu trabalho eu uso muita ciência que gira em torno das alterações que ocorrem nos organismos. A genética é muito importante - tal como são a biologia populacional e a microbiologia. Mas a biologia evolutiva em si, distinta que é destas outras disciplinas, não contribui em nada para a medicina moderna.

Sem usar a teoria da evolução, os médicos e os cientistas descobriram:

  • as vacinas (Jenner, no século 18, antes do nascimento de Darwin)
  • que os germes causam doenças infecciosas (Pasteur, no século 19, e que ignorou Darwin)
  • os genes (Mendel, no século 19, que era um clérigo que nunca chegou a dar apoio a Darwin)
  • os antibióticos
  • e os segredos do código genético. A chave para estas últimas descobertas foi o aparente design da helix dupla do ADN.

Os transplantes de coração, fígado e rins, os novos tratamentos para o cancro e para o coração, e um conjunto de outros avanços benéficos para a preservação da vida humana, foram desenvolvidos sem qualquer input por parte dos biólogos evolutivos. De facto, até hoje, nenhum prémio Nobel da Medicina foi atribuído a trabalho envolvendo a biologia evolutiva.

É seguro afirmar que a única "contribuição" que a evolução fez para a Medicina foi levar-lhe para o horrível caminho do eugenismo. Isto trouxe a esterilização forçada e danos físicos a muitos milhares de americanos. Esta é uma "contribuição" que trouxe vergonha - e não avanço - ao campo da Medicina.

Conclusão:

Portanto, porque é que eu haveria de querer que o meu médico tivesse estudado a teoria da evolução? Eu nunca haveria de querer tal coisa. A biologia evolutiva não é fundamental para a medicina moderna.

Esta resposta, apesar de ser verdade, não serve para se vencer o prémio da 'Alliance for Science'.

Michael Egnor, M.D.

* * * * * * *

Outra coisa que convém notar é que a maioria dos médicos não precisa de esconder as suas suspeitas em relação à teoria da evolução porque a sua posição catedrática não é afectada por isso.

Já os biólogos sofrem mais pressão dos seus pares para aceitar a teoria da evolução como um "facto". Como tal, é normal que muitos escondam as suas reservas em torno da mitologia evolutiva.


quinta-feira, março 15, 2012

Cirurgião revela mais falhas na teoria da evolução

O cirurgião Joseph Kuhn (Baylor University Medical Center) descreveu recentemente 3 problemas sérios com a evolução darwiniana num artigo intitulado "Dissecting Darwinism" (Dissecando o Darwinismo). Ele escreveu que os 3 pontos eenunciados foram citados em frente à "Texas State Board of Education", que, passados alguns dias de deliberação, decidiu que os livros escolares deveriam ensinar os pontos fortes e os pontos fracos da teoria da evolução.

Diga-se de passagem que as únicas pessoas que se insurgiram com o ensino da teoria da evolução como uma teoria científica (e não como um dogma religioso) foram os evolucionistas. Aparentemente ensinar os pontos fortes e as fraquezas da teoria da evolução é problemático . . . para a teoria da evolução.

A primeira fraqueza que Kuhn descreveu é, na verdade, bem mais do que uma fraqueza, mas sim um argumento poderoso contra a noção de que processos naturais alguma vez poderiam produzir células a partir de químicos sem vida.

O que mantém as células com vida, diz Kuhn, é a não-natural informação que existe dentro das moléculas da vida. Estas moléculas não possuem o tipo de aleatoriedade que os processos naturais produzem. De facto, quando estas forças naturais operam de forma aleatória sobre estas moléculas, as mesmas perdem a sua vital informação e o organismo morre.

Kuhn escreveu:

O problema fundamental e insuperável da evolução darwiniana encontra-se na complexidade espantosa e na informação inerente contida no ADN.
(Kuhn, J. A. 2012. Dissecting Darwinism. Baylor University Medical Center Proceedings. 25 (1): 41-47.)
O tipo de informação que o ADN codifica é o tipo de linguagem "tudo-ou-nada". Sistemas celulares que usam o ADN possuem as mesmas características básicas e irredutíveis de qualquer linguagem humana:
* símbolos.
* significado para cada um dos símbolos
* regras gramaticais dentro das quais os símbolos podem ser interpretados
* emissores e receptores
* propósito ou efeito desejado aquando do envio das mensagens

Este tipo de estrutura organizacional e informática nunca provém de forças naturais mas é sempre o efeito de uma ou mais mentes pensantes e conscientes.

Kuhn escreveu:

Tendo como base a consciencialização da inexplicável informação em código presente no ADN, para além da inconcebível auto-formação do ADN e inabilidade de se justificar os biliões de nucleotídeos especificamente organizados em cada célula, é razoável concluir que existem várias fraquezas na teoria que postula melhoria gradual através da selecção natural (Darwinismo) como forma de explicar a origem química da vida.

Para além disso, a evolução darwiniana e a selecção natural nunca poderiam ser os mecanismos por trás da origem da vida uma vez que estes processos requerem o funcionamento da replicação e esta não existia antes da origem da vida.
(Kuhn, J. A. 2012. Dissecting Darwinism. 41-47.)

Até mesmo o ardente evolucionista e militante ateu Richard Dawkins admitiu em 2009 que "o problema mais profundo ainda por resolver da Biologia é a origem da vida em si" (Dawkins, R. 2009. Evolution: The next 200 years. New Scientist. 2693: 41).

Claro que o problema não é da "Biologia" mas especificamente da teoria da evolução. A Biologia propriamente dita não tem "problemas profundos" quando se trata da origem da vida. Só quando operamos dentro da camisa de forças chamada "naturalismo" é que ficamos com "problemas profundos" quando se fala na origem da vida.

Enquanto que o militante ateu Dawkins ainda tem fé de que um dia - talvez - o naturalismo consiga explicar a origem da vida, o médico Joseph Kuhn reconheceu o óbvio: a natureza por si só nunca poderia ter produzido a vida. Ou seja, ambos reconhecem que as sugestões que se restringem ao naturalismo têm sido cientificamente insuficientes.

Fonte

. . . . . .

Sem duvida que os estudantes deveriam ficar a par das inúmeras fraquezas que a teoria da evolução possui, mas infelizmente isso não acontece.

Não é dito aos estudantes que o naturalismo falha logo na origem da vida e nem é dito que os próprios militantes ateus e ávidos evolucionistas não possuem respostas científicas para essa questão. Os evolucionistas que controlam o sistema de ensino não revelam esse tipo de informação porque estão perfeitamente cientes que o neo-darwinismo não sobreviveria ao escrutínio científico.

Se o naturalismo falha logo no início do processo, será lógico restringir a Biologia nesse mesmo constrangimento? Se as forças naturais não conseguem gerar uma única célula auto-replicante, porque é que os evolucionistas acreditam que essas mesmas forças naturais conseguiram gerar olhos, ouvidos, braços, pernas, sistemas reprodutores, sistemas de refrigeração, sistemas de auto-reparação, asas, ecolocalização e muito mais?

É por dados científicos como os levantados pelo Dr Kuhn que os evolucionistas tentam desesperadamente separar a origem da vida da teoria da evolução em si. Eles claramente apercebem-se que, se o naturalismo falha na origem da vida, não há justificação científica para se excluir teorias e hipóteses biológicas que não estejam de acordo com o mesmo naturalismo.

Mas nós, que confiamos Naquele em Quem estão escondidos todos os tesouros da ciência e sabedoria, não podemos dar margem de manobra aos ideólogos evolucionistas.

Ou o naturalismo explica todo o processo Biológico (desde a origem da vida) ou então não pode ser o constrangimento filosófico dentro do qual todas as teorias da biologia têm forçosamente que operar.

Reparem que sem apresentar qualquer tipo de alternativa, o Dr Kuhn levantou um argumento devastador contra a teoria da evolução. Imaginem o que aconteceria aos estudantes que saíssem duma aula do Dr Kuhn (em torno da inabilidade da teoria da evolução para explicar a origem da vida) e deparassem com um Cristão - em evangelismo e firme crente no que Deus diz em Génesis - a anunciar "todo o conselho de Deus" desde a Criação até Revelação.

O efeito que teria!

Infelizmente, a maior parte dos Cristãos está mais interessada em colocar fotos suas no facebook e no blogger do que defender a Verdade da Bíblia. Estes "Cristãos" não entram na guerra cultural e nem tomam parte da batalha espiritual mas gostam de andar com a etiqueta que diz "Cristão" - como se fazer parte da Igreja de Deus fosse análogo a pertencer a um grupo social e não a pertencer ao Corpo Místico do Senhor Jesus.

Vêr também:

Evolucionista recorre à censura como forma de defender a sua fé em Darwin



domingo, março 11, 2012

Esponja altera data do aparecimento da vida animal na Terra

Mais uma pérola do submundo evolutivo.
Uma equipa de investigadores descobriu na Namíbia fósseis de esponja considerados a primeira prova da vida animal na Terra, que faz remontar em várias dezenas de milhões de anos a data estimada do aparecimento desta forma de vida.

Os fósseis foram encontrados na sua maioria no Parque Nacional de Etosha (norte), e também noutros pontos deste país africano, em rochas de até 760 milhões de anos, segundo uma equipa internacional de dez cientistas que publicaram os seus resultados no South African Journal of Science.

Até agora, a comunidade científica considerava que a vida animal apareceu na Terra entre 600 e 650 milhões de anos. Com esta descoberta, essa origem remontaria entre 100 e 150 milhões de anos a mais.

Segundo o estudo, estas minúsculas esponjas esféricas, do tamanho de um grão de pó e cheias de buracos que permitem a passagem da água, são os nossos ancestrais mais distantes, assegura Tony Prave, um dos co-autores do estudo, da Universidade de St Andrew (Escócia).

«Se pegarmos na árvore genealógica e remontarmos até o que se chama grupo mãe, o ancestral de todos os animais, então, sim, esta seria a nossa mãe comum», afirmou.

Segundo o professor Prave, a descoberta de fósseis de 760 milhões de anos é coerente com a hipótese dos especialistas da genética, que trabalham no «relógio molecular». Trata-se de um método que permite determinar a idade de uma espécie comparando as variações de seu ADN com as de outras espécies vizinhas.

Fonte

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Adivinhação evolutiva continua a mostrar o quão fiável ela é. Um "erro" de "apenas" 100-150 milhões de anos pode parecer pouco, se levarmos em conta a imaginada imensidão da idade da Terra, no entanto, estas constantes modificações em datas alegadamente "consensuais" são uma evidência muito forte em favor da tese que defende que este tipo de datação não tem o valor científico que os evolucionistas afirmam que ela tem.


quinta-feira, março 08, 2012

Estrutura interna dos cães contradiz mitologia evolutiva

Mas, contra todos os filhos de Israel, nem ainda um cão moverá a sua língua, desde os homens até aos animais, para que saibais que o Senhor fez diferença entre os egípcios e os israelitas.
Êxodo 11:7


Quando expostos à neve sem protecção adequada, os nossos pés, ao contrário das patas dos cães que não parecem ter problemas com o frio, rapidamente congelam. Uma vez que a base das suas patas não estão protegidas com pêlo como o resto do corpo, seria de esperar que as suas patas fossem especialmente susceptíveis ao congelamento - mas não são. Pesquisadores japoneses recentemente descobriram o porquê.

Aparentemente as patas dos cães possuem pequenos vasos sanguíneos organizados de forma a reter calor. Desta forma, o calor interno dos cães não se perde através das suas patas. Em vez disso, o sangue frio é aquecido nas suas patas antes de prosseguir o seu curso.

Adicionalmente, a maior parte do sangue circula de volta para o corpo - em vez de ir para os pés - como forma de manter a temperatura consistentemente quente - embora o cão esteja a andar sobre gelo.

No seu estudo publicado no jornal Veterinary Dermatology, os pesquisadores observaram a "espantosa rede" de veias dos cães injectando uma substância parecida com borracha líquida nos vasos capilares dos pés dos cães.

Eles foram, posteriormente, capazes de examinar a rede tridimensional de vasos sanguíneos depois do químico ter endurecido. Os vasos sanguíneos "formaram uma tríade veia-artéria-veia" onde o calor poderia fluir à velocidade correcta através do sistema.

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Esta descoberta é mais uma na já-de-si-longa lista de propriedades e capacidades espantosas dos cães que os identificam como estruturas resultantes de Design Inteligente - e não seres resultantes de processos aleatórios através dos cientificamente inválidos "milhões de anos".

Entre essas estruturas incluem-se as costas dos mesmos que "melhor absorvem a energia que é gerada pelas patas traseiras quando o animal está em movimento"(Case, L. P. 2005. The Dog: Its Behavior, Nutrition, and Health, 2nd ed. Ames, IA: Blackwell Publishing, 44.).

O anatomista animal Daniel Schmitt qualificou a locomoção dos cães de "um milagre evolutivo, na minha opinião." (Dogs Chase Efficiently, but Cats Skulk Counterintuitively. Duke University news release, December 3, 2008, reporting on research published in Bishop K. L., Pai A. K. and D. Schmitt, 2008. Whole Body Mechanics of Stealthy Walking in Cats. PLoS ONE. 3 (11): e3808.)

Para além disto, o sentido de olfacto dos cães é tão apurado que conseguem fazer a distinção entre dois gémeos idênticos. (Kalmus, H. 1955. The discrimination by the nose of the dog of individual human odours and in particular of the odour of twins. The British Journal of Animal Behavior. 3 (1): 25-31.)

A sua audição está tão bem construída pela evolução por Deus que eles não só conseguem ouvir sons até 40,000 ciclos por segundo - duas vezes mais que os humanos - como conseguem ouvir sons que estejam 4 vezes mais longe do que o limite auditivo humano. (Case, The Dog, 57.)

Este design superior presente nos cães - desde as patas a cabeça - logicamente apontam-nos para o Designer Supremo.

Fonte

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Sempre que um evolucionista fala em "milagre da evolução" o que ele quer realmente dizer é "isto não é bem o que seria de esperar se a nossa teoria da evolução estivesse certa" ou "não sabemos como é que isto surgiu".

Como devem calcular, e devido à forma espantosa como Deus construiu o mundo biológico, expressões como "milagre", "espantoso", "único", "muito bem organizado" fazem parte do léxico dos cientistas que estudam as formas de vida.

Este tipo de expressões não são bem as que seriam de esperar se a biosfera fosse o resultado de forças aleatórias através dos mitológicos milhões de anos (como defendem os evolucionistas). Pelo contrário, isto são expressões que nós usamos em dispositivos que são o efeito de design inteligente.


quarta-feira, março 07, 2012

Beleza da criação

Passatempo Fábrica de Letras. Tema do mês de Março: Fotografia

Fonte

domingo, março 04, 2012

2011: Mais um ano frustrante

A Nature, uma das mais famosas revistas evolucionistas do mundo, publicou recentemente a escolha editorial em torno das mais sonantes histórias cientificas de 2011. Das 9 histórias escolhidas, apenas uma falava na teoria da evolução - um artigo de Fred Spoor intitulado "Malapa and the genus Homo."

A Nature reportou que "os cientistas [evolucionistas] descobriram uma nova espécie de hominídeo, o Australopithecus sediba" e "o mesmo grupo [de pesquisa] publicou agora 5 relatórios detalhando fósseis adicionais e análises posteriores."

O Institute of Creation Research reportou em 2010 que, segundo a linha temporal evolutiva, A. sediba era um fóssil fora-do-lugar que possuía pés primitivos e tecido cerebral residual. Este tecido supostamente tem 1,9 milhões de anos. Ambos estes factos demonstram que a criatura não era humana nem uma transição para humana.

Para além disso, a mesma criatura nunca poderia ser muito antiga visto ter ainda tecido orgânico intacto - que entraria em decomposição e teria desaparecido em apenas alguns milhares de anos.

De facto, a própria Nature declarou:

Vai ser, sem dúvida, difícil manter a sugestão de que as extensivas alterações evolutivas necessárias ocorreram no tempo disponível (no máximo 80,000 anos) se o fóssil A. sediba de Malapa deu origem à espécie Homo.
(2011 Editors' choice. Nature. 480 (7378): 468-469.)

O resto do editorial inclui notícias em torno do maciço buraco negro, o autismo e outras pesquisas científicas. Nenhuma das outras histórias directa ou indirectamente fala na teoria da evolução.

Isto é deveras perturbador . . . . . para um evolucionista. Afinal, não é a evolução a teoria unificadora da ciência e da biologia que, se omitida, torna a ciência nula e vazia? É esta história em torno do fóssil A. sediba o melhor que a mitologia evolutiva tem para oferecer no ano 2011?

É mais fácil acreditar que os editores se sentiram na obrigação religiosa de colocar a uma história evolutiva no meio das suas escolhas do que aceitar que eles viam qualquer tipo de genuíno valor científico numa história que eles mesmos acham ser problemática.

Dado isto, podemos concluir que o ano de 2011 foi mais um ano frustrante para os evolucionistas. A sua teoria continua a ser a anedota da ciência e não parece que novos dados venham alterar esta situação.



quinta-feira, março 01, 2012

Não há aquecimento global desde 1997

Em outras notícias relacionadas, o Sol alegadamente é quente e a água é molhada.

Como já foi dito por várias pessoas, a teoria do aquecimento global antrópico nunca teve nada a ver com a ciência visto que a mesma mais não é que um plano para um governo mundial.

O alegado "consenso" em torno do aquecimento global antrópico (AGA) enfrenta agora um desafio inconveniente após o conhecimento público de dados que mostram que o planeta não ficou mais quente desde 1997.

Os dados sugerem até que nós podemos estar a caminhar para uma mini idade do gelo análoga à queda de temperatura que ocorreu há cerca de 70 anos.

Tendo como base as leituras de mais de 30,000 estações de monitorização de temperaturas. os dados foram disponibilizados ao público pela Met Office e pela "University of East Anglia Climatic Research Unit."

O estudo confirma que a tendência de aumento das temperaturas mundiais terminou em 1997.

Mais uma vez, o consenso estava errado e os "negacionistas" estavam certos.

Lembrem-se disto da próxima vez que alguém quiser finalizar uma discussão apelando ao cientificamente irrelevante "consenso".

Fonte


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