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domingo, abril 01, 2012

Podem as abelhas reconhecer as nossas caras?

"E Eu o sustentaria com o trigo mais fino, e o saciaria com o mel saído da rocha."
Salmo 81:16

Dado o tamanho do seu cérebro, será que a abelha pode reconhecer uma cara humana específica? E se ela tem essa capacidade, como é que os contadores de "estórias" evolucionistas explicam essa capacidade?

Pesquisadores que estudam as abelhas e a visão humana ressalvam que não existira "pressão evolutiva" para que as abelhas aprendessem a reconhecer pessoas específicas (Adrian Dyer da Johannes Gutenberg University em Mainz, Alemanha). A previsão "cientifica" baseada na teoria da evolução seria, portanto, que as abelhas não têm a a capacidade de reconhecer os rostos humanos.

Como forma de testar esta previsão os cientistas colocaram fotos com caras humanas sobre os pontos de alimentação das abelhas. A mesma cara foi sempre colocada sobre o local onde havia uma solução doce.

Uma variedade de outras caras foram colocada sobre sítios onde se encontravam soluções como a quinina - uma solução amarga. As abelhas rapidamente aprenderam a associar uma cara específica com a solução doce. As abelhas continuaram a voar em direcção ao sítio com o líquido doce mesmo depois dos pesquisadores baralharam os pontos de alimentação.

Depois disto, os cientistas removeram a comida e deixaram apenas as fotos com as caras. 80% das vezes as abelhas voaram em direcção à cara que estava associada à solução doce.

* * * * * *

Portanto, a previsão científica que foi feita com base na teoria da evolução revelou-se como falsa. As abelhas tem algum certo tipo de capacidade para reconhecer os padrões das faces humanas.

Nancy Kanwisher do "Massachusetts Institute of Technology" diz no entanto que mais testes tem que ser levados a cabo antes de se concluir que as abelhas reconhecem caras em si e não padrões. Por exemplo, será que as abelhas reconheceriam a mesma cara mas com uma expressão diferente? Será que reconheceria caras distintas exibindo a mesma expressão facial?

De qualquer das formas, um sistema que possui a capacidade de detectar padrões e/ou expressões faciais nunca poderia ser o efeito de forças não inteligentes. Este aparato das abelhas requer sempre Uma Inteligência na sua origem.

Fonte: Science News, 12/3/5, p. 360, S. Milius, "Face Time."


quinta-feira, dezembro 08, 2011

Comunicando com as abelhas e fragilizando o darwinismo

Cercaram-me como abelhas, mas apagaram-se como fogo de espinhos; pois no Nome do Senhor as despedacei.
Salmo 118:12

Em Junho de 1989 os cientistas reportaram terem conseguido pela primeira vez usar a linguagem das abelhas para comunicar com elas. Há já algum tempo que os cientistas sabiam como interpretar a "dança" das abelhas. Segundo se sabe, esta "dança" é usada pelas abelhas "batedoras" para comunicar às abelhas recolectoras a localização de fontes de alimentação.

Os pesquisadores decidiram levar a cabo experiências para confirmar se o seu entendimento em torno da comunicação das abelhas estava correcto. Mas como é que nos dirigimos a uma abelha e confirmamos que ela entendeu o que dissemos? Os cientistas decidiram que a única forma seria construir uma abelha-robô através da qual seria possível comunicar.

As primeiras tentativas não funcionaram muito bem: os modelos robóticos iniciais foram atacados viciosamente pelas abelhas. Após várias tentativas, os cientistas conseguiram por fim construir uma abelha-robô aceite pelas demais.

Estes pesquisadores, que descrevem a linguagem das abelhas como elegante e precisa, aprenderam o suficiente para comunicar com sucesso a localização duma fonte de alimentação nas redondezas às abelhas verdadeiras.

Apesar do seu sucesso, os pesquisadores são cautelosos ao afirmar que há ainda muito que aprender. Mas estas pesquisas podem um dia tornar possível controlar as abelhas de modo a enviá-las para um sítio específico que precise de polinização.

Nenhuma referência foi feita à teoria da evolução nem foi dito como uma firme fé na mesma poderia de alguma forma aprimorar o nosso conhecimento em torno da linguagem das abelhas.

No entanto, apesar da total irrelevância da teoria da evolução para a ciência, existe um significativo (mas minoritário) número de pessoas que religiosamente defende que sistemas de informação podem aparecer como o efeito de eventos aleatórios, irracionais, sem propósito e sem direcção. As evidências em favor desta hipótese fazem-se notar pela ausência.

Conclusão:

Este tipo de pesquisas demonstram de forma cabal que a teoria da evolução está em contradição com a ciência. Poderia a linguagem das abelhas ser o resultado de milhões de anos de mutações aleatórias filtradas pela selecção natural? Como é que ela sobreviveu antes de "evoluir" esta dança?

Para haver comunicação é necessário, no mínimo, a existência 1) dum emissor, 2) uma linguagem comum e 3) um receptor. Mesmo que uma das abelhas "aprendesse" a dançar como forma de indicar uma localização, este avanço só se fixaria na população se houvesse outra abelha por perto que falasse a mesma linguagem gestual/corporal. Como é que isto evoluiu através de mutações aleatórias?

Mas por mais espantoso que seja o facto de nós humanos aprendermos a linguagem das abelhas para podermos comunicar com elas, o maior gesto de comunicação alguma vez visto pelo Homem ocorreu quando o Próprio Deus tomou a forma dum Homem, e viveu entre nós durante cerca de 3 décadas, preparando assim o caminho para que um dia possamos subir com Ele para a Glória Eterna quando a nossa alma se separar do corpo físico.

Aqueles que estão em Cristo, certamente subirão com Ele para as mansões celestiais porque está escrito "porquanto teve por Fiel Aquele que lho tinha prometido." (Hebreus 11:11).

Aqueles cujas transgressões não foram perdoadas enquanto era possível, e morreram nas suas transgressões, certamente que descerão com o inimigo das nossas almas para a prisão eterna.

Então [O Filho de Deus] dirá, também, aos que estiverem à Sua esquerda: Apartai-vos de Mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o diabo e os seus anjos
Mateus 25:41
Este é o "decreto do Altíssimo" (Daniel 4:24) e ele certamente se cumprirá. A pergunta é: de que lado estás tu?


terça-feira, maio 03, 2011

O vôo com origem Divina

"Sabei que o Senhor é Deus: foi Ele, e não nós, que nos fez povo seu e ovelhas do seu pasto."
Salmo 100:3

O que é que mantém os abelhões no ar tendo apenas aquelas pequenas asas como suporte? Os cientistas ainda tentam entender os segredos do seu vôo, e embora estejam a descobrir coisas espantosas sobre eles, eles ainda não sabem como é possível eles voarem.

Tem sido feitos testes nos abelhões através da monitorização do seu uso energético colocando-os em túneis de vento e medindo o seu consumo de oxigénio. Não, os cientistas não construíram máscaras de oxigénio para os abelhões: eles possuem 24 buracos respiratórios.

Os cientistas aprenderam que um abelhão bate as asas 160 vezes por segundo e consome, por hora, o equivalente a 180 barras energéticas. Uma abelha voadora usa a mesma quantidade de oxigénio (em relação ao seu corpo) que é usada pelas áves voadoras ou pelos morcegos. No entanto, ao contrário das áves, os abelhões usam a mesma quantidade de oxigénio quer estejam a planar ou pairar, ou quer estejam a voar em direcção a um destino específico.

Esta é uma das descobertas que contradiz as teorias humanas sobre o seu vôo. De facto, o director dos últimos estudos em torno do vôo dos abelhões admite que eles não fazem ideia nenhum como o abelhão se mantém no ar. Para alem disso, o mesmo cientista avisa os outros cientistas para deixarem de usar as teorias actuais uma vez que as mesmas são demasiado simplistas.


É assim que a ciência funciona. Fazem-se hipóteses e testam-se essas mesmas hipóteses à luz dos dados. Quando os dados falham em confirmar a teoria, muda-se a teoria. Com a teoria da evolução faz-se exactamente o reverso: como as observações falham em confirmar a mitologia darwinista, os militantes evolucionistas distorcem os dados de modo a que a sua "teoria" pareça científica.

Reparem uma coisa interessante: o cientista que alerta os seus colegas sobre a futilidade das teorias correntes sobre o vôo dos abelhões não está a "atacar a ciência" mas sim a melhorar a ciência ao mostrar que certas teorias não estão de acordo com as observações. No entanto, quando os criacionistas usam dados científicos para mostrar que a teoria da evolução é mitologia, os evolucionistas consideram isso como um "ataque â ciência".

Reparem também que os cientistas não tem problemas em reconhecer erros em torno do que se pode observar. Agora imaginem o quão ridículos são aqueles que se recusam a admitir erros de interpretação em eventos que supostamente ocorreram há "milhões de anos atrás".

Dogmatismo contrário às observações não faz parte da ciência, e isso é uma das coisas que demonstra que a teoria da evolução não é ciência.

Finalmente, que dizer do design dos abelhões? Os cientistas ainda não conseguem entender como funciona (e não como se pode fazer um igual) mas os evolucionistas dizem que este mesmo sistema é o resultado de milhões de modificações aleatórias filtradas pela não-inteligente selecção natural. Será que os evolucionistas esperam ser levados a sério quando dizem coisas como estas?

Infelizmente, sim. Eles esperam mesmo que o resto da Humanidade sacrifique o seu intelecto e subscreva a noção de que forças não inteligentes são capazes de gerar sistemas de vôo mais complexos do que a mente humana pode entender.


Referências: Cowen, R. 1990. "Bumblebee energy: What's the buzz?" Science News, v. 138, Oct. 6. p. 215.

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