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sábado, janeiro 28, 2012

Coabitação é degradante para a mulher

Mais casais vivem hoje em regime de coabitação do que em qualquer outra era da história, no entanto, os motivos que levam os homens a enveredar pela coabitação - e as suas preocupações - são vincadamente distintas das motivações femininas.

O estudo presente no Journal of Family Issues baseia-se em entrevistas pessoais aprofundadas e foca-se em sessões de grupos compostas por 192 indivíduos nos seus 20-quase-30 anos.

Em termos de sexo o grupo dividia-se em 50-50 (50% homens, 50% mulheres). Em termos de divisões rácicas, havia um número equivalente de caucasianos (brancos), negros e hispânicos.

Os tópicos incluíam os aspectos positivos e os negativos da coabitação, os motivos por trás da decisão da coabitação em substituição do casamento, motivos para não se coabitar, e o tipo de mudanças que poderiam ocorrer a partir do momento que o casal passasse a viver em regime de coabitação.

A socióloga Pamela Smock (University of Michigan Population Studies Center) afirmou:

Os homens e as mulheres espressaram expectativas distintas em relação ao relacionamento coabitante. Encontramos maior variação de sexo para sexo do que para grupo étnico para étnico. Isto sugere que há uma diferença substancial no papel que cada sexo atribui à coabitação durante a formação da união.
Smock levou a cabo o estudo juntamente com Huang of the University (California Hastings College of the Law), Wendy Manning (Bowling Green State University), e Cara Bergstrom-Lynch (East Connecticut State University). O estudo teve o financiamento da Eunice Kennedy Shriver National Institute of Child Health and Human Development.

Razões.

De modo geral, as razões-chave em favor da coabitação foram:
* Querer passar mais tempo com o/a parceiro/a
* Partilhar as dificuldades económicas
* Testar a compatibilidade.

No entanto, a maneira como os homens e as mulheres falavam destes 3 motivos era muito díspares. Enquanto que as mulheres identificam o "amor" três vezes mais do que os homens como motivo para viver junto, os homens identificam o "sexo" quatro vezes mais do que a mulher como motivo para a coabitação.

Embora ambos os sexos tivessem identificado a coabitação como um estado temporário onde a compatibilidade seria "medida", grandes diferenças emergiram quando se falou nos propósitos finais da coabitação.

As mulheres olhavam para a mesma como um arranjo transicional tendo em vista o casamento, enquanto que os homens olham para o mesmo como uma forma de análise da relação - conveniente e de baixo-risco - com o objectivo de apurar se o relacionamento tinha o potencial para uma relação de longo duração.

Para além disto, aquando da qualificação deste "arranjo"alguns homens usaram termos degradantes para a mulher como "test-drive". Para estes homens, a mulher é um "objecto" a testar durante a coabitação, tal como se testa um carro antes de adquiri-lo.

No entanto, a maior diferença entre os sexos centrou-se no que cada grupo identifica como sendo as desvantagens da coabitação. As mulheres acreditam que viver junto envolve menos compromisso e legitimidade que o casamento, enquanto que os homens viam a coabitação como uma limitação à sua liberdade.

O resto pode ser lido aqui.

. . . . . . . . . .

Qualquer mulher que se deixe enganar pela coabitação está a reduzir as suas hipóteses de ter um casamento longo, satisfatório e realizador. Qualquer homem que proponha a coabitação a uma mulher, está implicitamente a dizer "Eu quero usufruir de tudo o que tu tens para dar como mulher, mas não quero qualquer tipo de compromisso sério contigo".

Que tipo de mulher aceita um "arranjo" tão degradante como este? Só mesmo a mulher que pensa que esta é a única forma de algum dia vir a casar, ou a forma mais "segura". Mas se isto é assim, e se ela se acha com tão pouco valor para ser reduzida a um "objecto" a ser "testado", então se calhar ela merece o tipo de sofrimentos que normalmente acompanham as relações sem compromisso.



quinta-feira, setembro 01, 2011

A importância do casamento

A razão principal que levou a que virtualmente todas as civilizações desde o início da história do homem tenham reconhecido e promovido o casamento entre o homem e a mulher é por esta ser a única união natural capaz de produzir crianças. Sim, o casamento existe muito por causa da procriação e todas as civilizações precisam de produzir crianças para sobreviver.

Sem as crianças - que só podem ser geradas na união sexual entre um homem e uma mulher - todas as nações, estados ou civilizações morrem. É, portanto, muito importante proteger e promover a instituição do casamento.

Mas há mais razões. Em adição à procriação, o casamento entre o homem e a mulher é o melhor ambiente para educar crianças. Sempre foi e sempre dá-de ser. A Biologia não pode ser ignorada. As crianças tem que ser criadas e famílias com pai e mãe são o melhor meio através dos qual elas melhor podem ser educadas.

Portanto, é do interesse do estado promover o casamento como a melhor forma de se tomar conta das crianças e educá-las de modo a que se tornem membros produtivos da sociedade.

Acresce-se que o casamento civiliza o homem. Os homens casados são mais produtivos e melhor comportados. Os solteiros são mais problemáticos para a sociedade, e como tal, o casamento é uma excelente forma de se "domesticar" o homem.

Paralelamente, o casamento protege as mulheres. As mulheres que são casadas são menos susceptíveis de experimentar violência de qualquer tipo do que as solteiras. Elas estão também protegidas financeiramente se criam as crianças e deixam de lado a carreira profissional devido a presença dum marido responsável e providenciador.


É por estas razões que as sociedades humanas reconheceram o casamento como sendo a união entre um homem e uma mulher - e é por isso que celebraram esta instituição.

Estas razões não só têm o suporte da sabedoria popular e do senso comum, mas têm do seu lado as pesquisas empíricas.

Quer se goste ou não, os casamentos tradicionais são os alicerces de qualquer sociedade. Portanto é muito importante pensar-se seriamente antes de se redefinir o conceito de "casamento" como forma de satisfazer uma minoria ideologicamente motivada.

segunda-feira, maio 23, 2011

Coabitação e violência doméstica

A crescente taxa de violência entre casais nos EUA e na Europa tem sido amplamente creditada à recessão global, mas o problema tem outra dimensão que é frequentemente ignorada: a violência é mais provável entre casais em coabitação do que entre marido e mulher.

Estatísticas espanholas, que foram ressalvadas em anos recentes pelo "Family Policy Institute" Europeu (FPI), e recentemente reportadas pelo jornal espanhol ABC, indicam que apenas 11% dos casais espanhóis vivem em regime de coabitação (sem o vínculo do casamento), mas essas uniões são responsáveis por 58% dos crimes mais violentos entre casais. Para cada ordem judicial de protecção emitida para um casal casado, dez são emitidas para casais em coabitação.

A FPI reporta também que, de acordo com as estatísticas do governo espanhol, "para cada homicídio num casamento, 12 são produzidos" em duplas não-casadas. O aumento de tais homicídios em anos recentes é largamente explicado pela coabitação; homicídios aumentaram 45% entre coabitantes mas desceram 15% entre casados.

Resultados semelhantes foram observados em pesquisas estatísticas nos EUA e na Grã-Bretanha, afirma Ignacio Socías, blogando para o jornal espanhol El Razón.

Todos os estudos estatísticos oficiais do Departamento de Justiça dos EUA em torno da violência familiar, mostram que as mulheres que são casadas, incluindo aquelas que já passaram por uma separação ou por um divórcio, possuem menos de metade da possibilidade de sofrer [violência doméstica].

No Reino Unido, a pesquisa com o nome ‘The British Crime Survey’ indica que as mulheres casadas são as menos prováveis de sofrer violência doméstica.

Fonte

A Palavra de Deus diz-nos que "O ladrão não vem senão para roubar, a matar e a destruir: Eu vim para que tenham vida, e a tenham com abundância."A vida em abundância que o Senhor Jesus prometeu a todos aqueles que vivem de acordo com o Seu plano (que inclui casamento antes de viverem juntos) está a ser roubada a todos aqueles (e aquelas) que se "juntam" para "vêr se são compatíveis".

A destruição da instituição do casamento (obrigado esquerdistas!) está a fragilizar a mulher de forma bem visível, exactamente o reverso do que seria de esperar se as feministas estivessem certas.

Segundo elas, o casamento "oprime" as mulheres, e os papéis femininos tradicionais (mãe, cuidadora do lar - o que não exclui emprego fora de casa) são "degradantes". Aparentemente, o casamento não só não é degradante como parece ser é uma das instituições que melhor protege e defende a mulher.

Os anti-Cristãos que lutam para a destruição do casamento deveriam levar em conta o que estes dados mostram, mas como eles não se importam com o que acontece com as mulheres (mas sim usam-nas para avançar com uma ideologia política), estes dados irão ser ignorados.

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