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segunda-feira, setembro 12, 2011

Bebés defendem-se do sistema imunitário materno


Salmo 139:13
Pois possuíste os meus rins;
entreteceste-me no ventre de minha mãe.

Quando alguém recebe um órgão pertencente a outra pessoa, a mesma tem que ingerir drogas suficientemente poderosas para impedir a rejeição do dito órgão. Isto acontece porque o corpo onde foi implantado o órgão reconhece que o mesmo não é "seu", e portanto trata-o como se fosse um "invasor" a ser destruído.

Isto levanta um problema: Porque é que o sistema imunitário da mulher grávida não reconhece o seu próprio filho como sendo distinto do seu corpo? Sendo um ser humano com uma composição genética herdada tanto do pai como da mãe, ele é distinto da sua mãe.

Alguns cientistas teorizam que a placenta é uma barreira física entre o bebé e o sistema imunitário da mãe. Outros, porém, acreditam que o bebé de alguma forma "esconde-se" do sistema imunitário da mãe. Uma terceira teoria afirma que o sistema imunitário da mãe é de alguma forma "obrigado" a tolerar a criança não nascida.

Pesquisas levadas a cabo pelos cientistas da "Medical College of Georgia" em Augusta, Geórgia, suportam esta terceira alternativa. Foi descoberto que a placenta produz um enzima (IDO) que opera de forma a suprimir as células da sistema imunitário materno. Mais precisamente, o bebé ainda por nascer produz a enzima correcta de forma a impedir que o sistema imunitário da mãe o ataque. Isto, claro, como efeito de milhões de mutações aleatórias filtradas pela sempre atenta selecção natural.

Os cientistas afirmam que esta descoberta pode servir de inspiração para a produção de novas drogas médicas que sirvam para tratar doenças relativas ao sistema auto-imunitário, bem como para tratar situações de rejeição de órgãos doados.

Conclusão:

Este sistema tinha que estar 100% operacional desde que apareceu na Terra uma vez que um bebé que não tivesse o enzima para combater o sistema imunitário da progenitora, morreria. O enzima não poderia ser um qualquer, mas apenas e só o enzima certo para combater o sistema de auto-defesa da mãe. A mãe, como é óbvio, também esteve num útero e como tal tinha que ter o mesmo enzima.

Os adivinhos evolucionistas, obviamente, não têm qualquer explicação naturalista e aleatória para a origem deste sistema, mas eles continuam a acreditar (por fé) que a evolução explica a sua origem. Cientificamente falando, é mais lógico inferir que este sistema interdependente apareceu na Terra completamente funcional (sem nenhuma evolução gradual) uma vez que o gradualismo mataria o bebé.

Ou o sistema está lá por inteiro ou não funciona.

Biblicamente falando, isto é mais uma evidência para o que o Rei David disse:

Salmo 139:14 Eu Te louvarei, porque de um modo terrível e tão maravilhoso fui formado; maravilhosas são as Tuas obras, e a minha alma o sabe muito bem.
O sistema de auto-defesa que os bebés possuem mostra ainda mais o Génio Infinito do Criador, o Senhor Jesus Cristo.

Como é normal, a teoria da evolução é totalmente desnecessária para a medicina, biologia e todas as áreas científicas que envolvam o estudo das formas de vida.

..................................................

PS: Se vocês virem "refutações" ateístas a este post, ou a outro post que aponta para a interdependência entre sistemas biológicos, façam esta pergunta a vocês mesmos:

Será que esta resposta mostra como é que o dito sistema surgiu como resultado de forças aleatórias, ou será que esta refutação apenas explica como é que o sistema funciona?
Eu digo isto porque, quando os ateus evolucionistas tentam refutar o que a ciência tem mostrado, os blogues evolucionistas invariavelmente evitam explicar a origem aleatória, não-inteligente, natural dos supracitados sistemas, e confundem os leitores com descrições sobre o funcionamento dos mesmos.

Mas reparem que o ponto de discórdia entre os cientistas evolucionistas e os cientistas criacionistas não é o funcionamento mas a origem da diversidade. Tanto os criacionistas como os evolucionistas estão de acordo em relação ao funcionamento.

Portanto, fiquem atentos à ilusão que os evolucionistas fazem. Sem dúvida que irão notar que as "explicações" dos mesmos são tudo menos algo que confirme os poderes criativos das forças aleatórias . Provavelmente eles precisem de um "jeitinho evolutivo"?*

* Referência à seguinte frase presente neste post do Ludwig:

"Foi possivelmente isto que induziu Haeckel a dar um “jeitinho” aos desenhos, convencendo-o que o embrião revivia formas ancestrais."

Vêr Também:


quarta-feira, novembro 03, 2010

Estudos indicam que enjoo matinal pode ser mecanismo para proteger bebé

Salmo 71:6
Por Ti, tenho sido sustentado desde o ventre: Tu és aquele que me tiraste das entranhas da minha mãe: o meu louvor será para Ti constantemente.

Mais de 75% das mulheres sofre de algum tipo de enjoo matinal durante o primeiro trimestre da sua gravidez. Mais de metade fica fisicamente doente. Embora o dado seguinte possa não ajudar a mulher que sofre de enjoo matinal, pode ser útil saber que esse enjoo pode ter um propósito benéfico.

Uma bióloga da Universidade da Califórnia concluiu que o enjoo matinal pode ser um das formas do corpo proteger a criança em desenvolvimento. Margie Profet passou seis anos a estudar os hábitos alimentares, os defeitos de nascença e o nível de toxinas naturais na nossa comida e chegou a algumas conclusões interessantes.

A maior parte da nossa comida tem uma concentração mínima de toxinas em si. Por exemplo, as plantas geram toxinas para se protegerem de alguns insectos. Normalmente estas toxinas são tão fracas que elas são totalmente inofensivas para nós. No entanto, até à oitava semana de desenvolvimento, o bebé em crescimento está bastante susceptível ao efeito destas toxinas em baixas quantidades. Quando o corpo detecta um nível de toxinas perigoso para a criança, ele pode usar o enjoo matinal para se livrar delas.

Profet menciona outros estudos onde se mostra que mulheres que sentiam o acima mencionado enjoo matinal (e consequente vómito) durante a fase inicial da gravidez tinham taxas mais baixas de aborto natural do que as mulheres que não tem o enjoo matinal.

Ainda não há dados conclusivos, mas o enjoo matinal pode ser uma das formas que Deus encontrou para proteger a criança durante uma fase tão sensível da sua vida.



Atribuir a origem deste sistema integrado a forças não-inteligentes faz tanto sentido como afirmar que um portátil é o resultado de forças não inteligentes. Mas, claro, afirmações absurdas são a base da teoria da evolução.

Para quem acredita que a mais pequena célula humana (mais complexa do que qualquer coisa que o ser humano pode alguma vez construir) é o resultado de uma acumulação fortuita de variações aleatórias (filtradas pela selecção natural) acreditar que o sistema que detecta o nível toxicológico do corpo da mãe é o resultado de forças não inteligentes é apenas a consequência "lógica".

Não é ciência, mas sim mitologia ateísta mascarada de ciência.

Referência: "Morning sickness may protect fetus from toxins." Minneapolis Star Tribune, June 13. p. 7A

segunda-feira, agosto 30, 2010

Leite materno favorece crescimento de bactérias intestinais que protegem bebês

Eis aqui um artigo que oferece uma evidência muito forte para o design inteligente mas que no entanto foi manchado por referências cientificamente desnecessárias ao mito ateu que se dá pelo nome de "teoria da evolução".

Interdependência bio-química é um dado científico que está de acordo com Génesis.

Grande parte do leite humano não pode ser digerida pelos bebês e parece ter uma finalidade bastante distinta da nutrição infantil – influenciar na composição das bactérias nos intestinos do bebê.

Os detalhes dessa relação a três entre mãe, criança e micróbios intestinais estão sendo analisados por três pesquisadores da Universidade da Califórnia, em Davis – Bruce German, Carlito Lebrilla e David Mills.

Junto a colegas, eles descobriram que um tipo específico de bactérias, uma subespécie da Bifidobacterium longum, possui um conjunto especial de genes que possibilita seu desenvolvimento nos componentes indigeríveis do leite.

Essa subespécie é comumente encontrada nas fezes de bebês amamentados. Ela reveste a superfície interior dos intestinos infantis, protegendo contra bactérias nocivas.

Os bebês supostamente adquirem a classe especial de “bifido” de suas mães, mas ela ainda não foi identificada em adultos. “Estamos todos imaginando onde ela se esconde”, disse Mills.

A substância indigerível que favorece a bactéria bifido é uma grande quantidade de açúcares complexos derivados da lactose, o principal componente do leite. Os açúcares complexos consistem de uma molécula de lactose à qual foram acrescentadas cadeias de outras unidades de açúcar.

O genoma humano não contém os genes necessários para quebrar os açúcares complexos, mas a subespécie bifido sim, afirmaram os pesquisadores, numa revisão de seu progresso na “Proceedings of the National Academy of Sciences”.

Sempre se acreditou que os açúcares complexos não possuíam importância biológica, mesmo constituindo até 21% do leite. Além de promover o crescimento da classe bifido, eles também servem como iscas para bactérias nocivas que possam atacar os intestinos do bebê.

Até aqui foi-nos oferecida ciência testável e empírica que nada tem a ver com mitos ateus. Mas os evolucionistas não poderiam deixar que as pessoas pensassem em "design" ou em "Deus" e como tal, trataram de acender mais uma vela ao seu deus Charles Darwin:
Produto da evolução

Os açúcares são muito parecidos com aqueles encontrados na superfície das células humanas, e são construídos nas mamas pelas mesmas enzimas. Muitas bactérias e vírus tóxicos se unem a células humanas ao se ancorar nos açúcares da superfície. Mas aqui, em vez disso, eles se unem aos açúcares complexos do leite. “Achamos que as mães evoluíram para transmitir essa substância ao bebê”, afirmou Mills.

Ah, eles "acham" que as mães evoluíram para transmitir esse químico aos seus filhotes. Não nos foi oferecida nenhuma evidência para tal posição. Ficamos só com o que este cientista "acha". A ciência evolutiva é assim; ela avança na base da fé e do que os cientistas "acham" e não baseada em evidências e dados concretos.
German considera o leite como “um impressionante produto da evolução”, que foi vigorosamente moldado pela seleção natural por ser tão essencial à sobrevivência de mãe e filho.
Reparem na lógica: este evolucionista não oferece nenhum suporte para o que ele "acha". Ele apenas diz que é "impressionante" e que foi "vigorosamente moldado" por ser essencial". Ou seja, a evidência de que o leite materno evoluiu é o facto de ele existir. Se ele não existisse, ele não teria evoluído.

Depois de divagarem na mitologia, os evolucionistas voltaram para a verdadeira ciência.

Tudo no leite vem da mãe – ela está literalmente dissolvendo seus próprios tecidos para produzi-lo”, explicou ele.

Do ponto de vista do bebê, ele nasce num mundo repleto de micróbios hostis, com um sistema imunológico destreinado e sem o cáustico ácido estomacal que, nos adultos, mata a maioria das bactérias. Qualquer elemento no leite capaz de protejer o bebê será fortemente favorecido pela seleção natural.

Ficamos impressionados que o leite tivesse tanto material indigerível pelo bebê”, disse German. “Descobrir que ele seletivamente estimula o crescimento de bactérias específicas, que por sua vez protegem a si mesmo, nos permite enxergar a genialidade da estratégia – as mães recrutando outra forma de vida para cuidar de seus filhos”.

Ok. Agora vem mais mitologia:
German e seus colegas estão tentando “desconstruir” o leite, na teoria de que o fluido foi moldado por 200 milhões de anos de evolução mamífera e guarda uma riqueza de informações sobre a melhor forma de alimentar e defender o corpo humano.
Não há evidências para "evolução mamífera" nem para os "200 milhões de anos", mas estes evolucionistas (baseados no que eles "acham" e não no que eles demonstraram), mas estes evolucionistas vão perder o seu tempo a tentar estudar o leite materno sob a óptica evolucionista.

Conclusão:

Podem ler o artigo completo aqui e ver como a complexa e altamente especificada interdependência química entre a mãe, o seu filho e as bactérias em nada depende de mitos ateus.

É triste que em muitos artigos científicos que podemos ler online haja muitas vezes mitologia mistura com dados reais.

quinta-feira, agosto 12, 2010

Grávidas tendem a ficar com doenças adormecidas

Quem é como o Senhor, Nosso Deus, que habita nas alturas
Que Se curva, para ver o que está nos céus e na terra;
Que do pó levanta o pequeno, e do monturo ergue o necessitado,
Para o fazer assentar com os príncipes, sim, com os príncipes do seu povo;
Que faz com que a mulher estéril habite em família e seja alegre mãe de filhos?!
Louvai ao Senhor.
Salmo 113:5-6

Mais um impressionante sistema de auto-defesa que Deus colocou na mulher.

A medicina a chama de remissão. Basicamente, isso é um estado de saúde no qual uma doença fica aparentemente inerte e sem nenhum sintoma na pessoa, mas não deixa de existir. É comum em grávidas, especialmente quando se trata de doenças auto-imunes (aquelas em que as células de defesa atacam o próprio organismo, sem motivo aparente), que são especialmente perigosas nesse período.

Cientistas da Universidade de Michigan (EUA) fizeram um estudo para descobrir porque é comum as mulheres entrarem nesse estado de remissão quando estão esperando um bebê. A chave para entender o motivo seria uma proteína, chamada de piruvato-quinase.

Essa enzima é parte fundamental no sistema imunológico, e a falta dessa substância no organismo é muito perigosa, pelo seguinte motivo: sem ela, o sistema imunológico não funciona com a mesma eficiência, o que abre espaço para a ação das doenças auto-imunes.

Assim, o corpo combate essas doenças apenas pela metade, o que leva o corpo ao estado de remissão: a doença foi aparentemente combatida, mas na verdade ainda existe e pode voltar mais forte ainda depois.

Por essa razão, os médicos apontam para a importância da descoberta, já que a partir dela podem se desenvolver tratamentos para suprir o organismo das grávidas com piruvato-quinase. Essa proteína tem um decréscimo natural em gestantes, por isso a preocupação especial com elas.

Descobriu-se essa carência da proteína a partir de testes de comparação, nos quais os organismos de 46 mulheres grávidas foram analisados ao lado de não-gestantes. O desenvolvimento de novos medicamentos nesse sentido pode ajudar a preservar a saúde das futuras mães no mundo todo. [Science Daily]

Nenhuma referência foi feita ao mito ateu chamado de "teoria da evolução" e nem era preciso. Se já é difícil aceitar que a reprodução sexual seja o resultado de forças não inteligentes, mais complicado fica aceitar que este sistema de "suspensão" de doenças seja o resultado de forças naturais (sem inteligência, sem propósito, sem plano, etc).

A teoria da evolução é uma história mitológica usada com o propósito de cegar as pessoas para o design que existe na natureza. Esse design é melhor explicado como o resultado de um Designer Inteligente, e não como o resultado de forças sem inteligência. Por mais semântica que os nossos amigos ateus possam inventar a volta dos dados da ciência, a verdade é que o que eles acreditam não faz sentido nenhum.

Mas também, não é suposto fazer sentido, mas sim manter Deus fora da equação.

sábado, julho 24, 2010

Hibernação: Evolução Confirmada Mais Uma Vez.

Tal como crianças de escola sabem muito bem, diversos animais de sangue quente entram num estado de sono como forma de superar parte do inverno. Há muito pouca comida e a temperatura é muito baixa, portanto uma longa soneca parece ser uma boa ideia.

Curiosamente, muitos dos processos fisiológicos no animal são desligados incluindo o sistema imunitário. Será que isto torna o animal mais vulnerável a infecções durante a hibernação? Poderá ser esta a razão que leva a que alguns animais por vezes acordem durante breves períodos de tempo?

Pesquisas recentes sugerem que os hibernantes resolveram esta questão relativa ao equilíbrio entre o combate a infecções e a conservação de energia (como forma de sobreviver o inverso).

Um pesquisador explica:

O nosso modelo, confirmado por dados recolhidos em campo, mostra que os padrões de torpor geralmente vistos em alguns animais hibernantes pode ser uma adaptação evolutiva como forma de proteger o animal de bactérias que crescem bem em temperaturas baixas.
Portanto, há "milhões de anos atrás" algumas mutações geraram o comportamento hibernante e ele funcionou. Isto não é nada de anormal se pensarmos que as mutações criaram o animal originalmente. Mais tarde outras mutações equilibraram o comportamento. Isto inclui acordar temporariamente como forma de resolver a permuta entre combater as infecções e sobreviver o inverno. Mais uma vez, isto não é nada de anormal uma vez que as mutações aleatórias frequentemente testam novos designs.

Mais uma vez, as evidências confirmam a teoria da evolução.

segunda-feira, junho 28, 2010

Cientistas criam anticorpos artificiais

Eis algo interessante:
Anticorpos sintéticos

Logo depois da ciência ter apresentado uma célula com DNA sintético, que muitos chamaram de "vida artificial", agora um outro grupo de cientistas anuncia a criação do primeiro anticorpo sintético.

Um grupo de pesquisadores do Japão e dos Estados Unidos criou uma versão artificial, sintética, de proteínas produzidas pelo sistema imunológico humano capazes de reconhecer e lutar contra infeccões e substâncias estranhas que entrem na corrente sanguínea.

Vírus, bactérias e alergias

A descoberta, sugerem eles em um artigo do jornal da American Chemical Society, é um avanço rumo ao uso médico de simples partículas de plástico que podem ser adaptadas para combater uma série de "antígenos problemáticos".

Esses antígenos incluem qualquer coisa, de vírus e bactérias causadores de doenças, até as incômodas proteínas que causam reações alérgicas ao pólen, à poeira doméstica, a determinados alimentos, à hera venenosa ou a picadas de abelhas.

Um dos cientistas citados afirmou:

Mais uma evidência irrefutável para a teoria da evolução. Se nós conseguimos fazer estas coisas em tão pouco tempo, imaginem o que a natureza não fará em milhões de anos de mutações aleatórias. Quero ver a cara dos criacionistas agora!
Esta última frase pode ter sofrido alguma interferência minha parte.

Mais um avanço biológico que nada deve ao mito ateu (teoria da evolução).

Coisa curiosa é os ateus acreditarem que as cópias que nós (isto é, os cientistas) fazemos serem o resultado de inteligência mas o original que existe dentro de nós (o sistema imunitário) ser a obra do forças não inteligentes.

É preciso muita fé para se ser ateu, especialmente nesta era de grandes avanços científicos.

segunda-feira, dezembro 14, 2009

Computadores com Software de Auto-Reparação

O software ClearView está construído para operar sobre outros computadores que estão a executar o mesmo software. O ClearView monitoriza o comportamento de programas e estabelece uma sequência de regras e parâmetros para aquilo que são consideradas operações normais.

Quando os engenheiros descobrem uma vulnerabilidade prejudicial num software, eles demoram em média um mês para descobrir uma aplicação que restaure os sistemas afectados.

O artigo na LiveScience diz:

Researchers collaborated with a startup called Determina on the work, hoping that the new software, ClearView, will speed this process up, making software significantly more resilient against failure or attack.
O ClearView funciona sem assistência humana e sem acesso ao código-fonte dos programas. (Este código-fonte é uma sequência de instruções que determina o comportamento do software). Em vez disso, o programa monitoriza o comportamento de um binário: a forma que o programa assume de modo a executar instruções no hardware de um computador.

Quando o ClearView determina que um software intruso está no sistema, ele determina que regra operacional o programa-alvo está a violar. O ClearView aplica então um software-"remendo" (inglês: "patch") que está focado num problema particular, e depois testa o aparato para ver se a solução já está em funcionamento.

O mais impressionante disto tudo é que o ClearView aplica então o software-remendo em todas as outras instâncias do software a ser executado em máquinas distintas, "inoculando-as" contra as intrusões.

De acordo com a MIT's Technology Review:

Para se testar o sistema, os pesquisadores instalaram o ClearView num grupo de computadores a usar o Firefox e depois contrataram um equipa independente para o atacar.

A equipa hostil usou 10 métodos distintos de ataque, todos eles envolvendo a inserção de código malicioso no Firefox. o ClearView bloqueou com sucesso todas as tentativas de ataque ao detectar o mau comportamento, e ao terminar a aplicação antes do ataque poder ter o seu efeito pretendido.

Mal o ClearView detecta uma anomalia, ele fecha o programa e começa a analisar o binário procurando por um software-remendo que poderia ter parado o erro.

Para sete das tácticas da equipa de ataque, o ClearView criou "remendos" que corrigiram os erros. Em todos os casos, o ClearView descartou correcções que tinham efeitos secundários negativos.

Em média, o ClearView construiu um "remendo" eficiente no espaço de 5 minutos após estar exposto ao ataque.

Conclusão:

Se alguém nos disser que este sistema de auto-reparação é o resultado de milhões de anos de mutações aleatórias não-inteligentes, filtradas pela selecção natural, alguém vai acreditar? Acho que não, e isso não se deve ao facto de sabermos a sua origem, mas sim ao facto das propriedades que o dito sistema possui.

Mas quando observamos sistemas biológicos que fazem exactamente isto (auto-reparação), porque é que os ateus acreditam que o mesmo veio a existir sem Uma Mente Criativa por trás?

O Poder de Deus está manifesto em muitas áreas da existência humana, sendo o sistema imunitário um deles. Até há quem aprenda com o que Deus fez para desenvolver melhores programas informáticos, mas os ateus afirmam que "não há evidências" que suportem o Criacionismo Bíblico.

Para nós cristãos aquilo que o artigo da LiveScience mostra não só é um testemunho do poder criativo do ser humano (feito à Imagem de Deus - Génesis 1:26), mas acima disso, é um testemunho óbvio do Poder Criativo Daquele que deu ao homem o poder de ser criativo.

Existem muitas evidências para o criacionismo, mas o ateu não as quer ver porque isso acarreta consequências (mudar de vida, conformar a sua moralidade com aquilo que o Criador quer, reconhecer que é pecador, etc).

Mal sabe ele que ao rejeitar a Bíblia e os dados da ciência, quem perde com isso é ele.

Efésios 5:6
Ninguém vos engane com palavras vãs; porque, por estas coisas vem a ira de Deus sobre os filhos da desobediência.

domingo, setembro 06, 2009

Bébés defendem-se do sistema imunitário materno

Salmo 139:13
Pois possuiste os meus rins;
entreteceste-me no ventre de minha mãe.

Quando alguém recebe um orgão pertencente a outra pessoa, a mesma tem que ingerir drogas suficientemente poderosas para impedir a rejeição do dito orgão. Isto acontece porque o corpo onde foi implantado o orgão reconhece que o mesmo não é "seu", e portanto trata-o como se fosse um "invasor" a ser destruído.

Isto levanta um problema: Porque é que o sistema imunitário da mulher grávida não reconhece o seu próprio filho como sendo distinto do seu corpo? Sendo um ser humano com uma composição genética herdada tanto do pai como da mãe, ele é distinto da sua mãe.

Alguns cientistas teorizam que a placenta é uma barreria física entre o bébé e o sistema imunitário da mãe. Outros, porém, acreditam que o bébé de alguma forma "esconde-se" do sistema imunitário da mãe. Uma terceira teoria afirma que o sistema imunitária da mãe é de alguma forma "obrigado" a tolerar a criança não nascida.

Pesquisas levadas a cabo pelos cientistas da "Medical College of Georgia" em Augusta, Geórgia, suportam esta terceira alternativa. Foi descoberto que a placenta produz um enzima (IDO) que opera de forma a suprimir as células da sistema imunitário materno. Mais precisamente, o bébé ainda por nascer, produz a enzima correcta de forma a impedir que o sistema imunitário da mãe o ataque. Isto, claro, como efeito de milhões de mutações aleatórias filtradas pela sempre atenta selecção natural. Só pode ser isso, certo?... Certo?.....

Os cientistas afirmam que esta descoberta pode servir de inspiração para a produção de novas drogas médicas que sirvam para tratar doenças relativas ao sistema auto-imunitário, bem como para tratar situações de rejeição de orgãos doados.

Conclusão:

Este sistema tinha que estar 100% operacional desde que apareceu na Terra uma vez que um bébé que não tivesse o enzima para combater o sistema imunitário da progenitora, morreria. O enzima não poderia ser um qualquer, mas apenas e só o enzima certo para combater o sistema de auto-defesa da mãe. A mãe, como é óbvio, também esteve num útero e como tal tinha que ter o mesmo enzima.

Os adivinhos evolucionistas, obviamente, não têm qualquer explicação naturalista e aleatória para a origem deste sistema, mas eles continuam a acreditar (por fé) que a evolução explica a sua origem. Cientificamente falando, é mais lógico inferir que este sistema interdependente apareceu na Terra completamente funcional (sem nenhuma evolução gradual) uma vez que o gradualismo mataria o bébé. Ou o sistema está lá por inteiro ou não funciona.

Biblicamente falando, isto é mais uma evidência para o que o Rei David disse:

Salmo 139:14 Eu Te louvarei, porque de um modo terrível e tão maravilhoso fui formado; maravilhosas são as Tuas obras, e a minha alma o sabe muito bem.

O sistema de auto-defesa que os bébés possuem mostra ainda mais o Génio Infinito do Criador, o Senhor Jesus Cristo.

Como é normal, a teoria da evolução é totalmente desnecessária para a medicina, biologia e todas as áreas científicas que envolvam o estudo das formas de vida.

..................................................

PS: So vocês virem "refutações" ateístas a este post, ou a outro post que aponta para a interdepência entre sistemas biológicos, perguntem-se o seguinte:

Será que esta resposta mostra como é que o dito sistema surgiu como resultado de forças aleatórias, ou será que esta refutação apenas explica como é que o sistema funciona?

Eu digo isto porque, quando os mesmos tentam refutar o que a ciência tem mostrado, os blogues ateus invariavelmente evitam explicar a origem aleatória dos supracitados sistemas, e confundem os leitores com descrições sobre o funcionamento dos mesmos. Mas reparem que o ponto de discórdia entre os cientistas evolucionistas e os cientistas criacionistas não é o funcionamento mas a origem da diversidade. Tanto os criacionistas como os evolucionistas estão de acordo em relação ao funcionamento.

Portanto, fiquem atentos à ilusão que os evolucionistas fazem, e vão notar que as "explicações" dos mesmos é tudo menos algo que confirme os poderes criativos das forças aleatórias . Provavelmente eles precisem de um "jeitinho evolutivo".*

* Referência à seguinte frase presente neste post do Ludwig:

"Foi possivelmente isto que induziu Haeckel a dar um “jeitinho” aos desenhos, convencendo-o que o embrião revivia formas ancestrais."

Vêr Também:
1. O Poder de Deus manifesto no sistema imunitário
2. Sistema Imunitário e Spam: Aprendendo com Deus

sábado, agosto 29, 2009

Darwin estava errado em relação ao apêndice

O apêndice, esse orgão relegado pelos darwinistas para o estatuto de "orgão vestigial", está bem vivo e com redobrada consideração.

A "estória" por trás da relação entre o apêndice e os darwinistas é fácil de contar: havendo depositado a sua fé na mitologia darwiniana, e acreditando que as formas de vida são o resultado de processos não-inteligentes, os darwinistas inferiram que, dada essa situação, seria de prevêr a presença no corpo humano de orgãos que tenham perdido a sua função durante os imaginados "milhões de anos".

Há décadas atrás, os darwinistas elaboram uma lista de supostos "orgãos vestigias" e nessa lista estava incluido o apêndice (além de outros mais). Como geralmente acontece, a ciência destruiu essa crença evolucionista e mostrou que o apêndice afinal tem uma função.

A Science Daily anunciou os resultados do estudo. Conclusão?

Darwin estava errado. O apêndice é muito mais do que apenas um remanescente evolutivo. Não só ele está mais disperso na natureza do que se pensava anteriormente, mas tem estado presente há mais tempo do que se julgava.

Tradução: A teoria da evolução afirmava uma coisa, mas a ciência mostra exactamente o contrário.

Pesquisadores da "Duke University Medical Center" haviam já reportado que o apêndice parece fazer um "reboot" à flora intestinal após uma crise. Desta vez eles partiram do princípio proposto por Darwin segundo o qual o apêndice havia evoluido a partir de um ceco. No entanto eles depararam-se com dois problemas com esta ideia.

Primeiramente, alguns animais possuem um ceco e um apêndice. Não só isso, mas vasta propagação do apêndice na natureza mitiga contra a noção evolutiva de que o mesmo é um orgão sem função e em processo de ser eliminado pela selecção natural. Os pesquisadores da Universidade de Duke acreditam que o apêndice tem uma função no sistema imunitário.

O artigo tentou minimizar o golpe dado a Darwin dizendo que o sábio velhote não tinha dados suficientes à sua disposição. Neste ponto discordo. O Rei David não tinha "dados suficientes à sua disposição", mas pôde eloquentemente afirmar:

Eu Te louvarei, porque de um modo terrível e tão maravilhoso fui formado; maravilhosas são as Tuas obras, e a minha alma o sabe muito bem. - Salmo 139:14

Não foi a "falta de dados" que levou Darwin a imaginar que as formas de vida criaram-se a si mesmas, mas sim a falta de vontade.

Se Darwin estivesse ciente do facto de existirem espécies com um apêndice conectado ao ceco, e do facto do apêndice estar bem dissiminado na natureza, ele não teria pensado que o apêndice era um vestigio da evolução.

Do mesmo modo, se a minha avó não tivesse morrido, ela estaria viva. Claro. A questão não são "os dados disponíveis" no tempo de Darwin, mas sim o que levou o sábio velhote a imaginar uma coisa que a ciência refuta. Claro que não havia dados suficientes para se saber das funções imunitórias do apêndice, mas também não havia dados alguns que o levassem a imaginar que o mesmo era um orgão vestigial. Porque é que ele resolveu acreditar numa coisa sem dados em detrimento de outra opção também sem dados? A resposta é que uma das respostas está de acordo com o naturalismo e a outra não.

Um dos autores do estudo (Dr. William Parker) afirmou que

Se calhar está na hora de se corrigir os livros escolares.

Mais uma vez, os evolucionistas lá vão ter que "desdizer" o que anteriormente era um "facto científico".

Lembrem-se de estudos científicos como estes da próxima vez que os ateus usarem um "facto científico" como evidência contra a Bíblia.

sexta-feira, maio 08, 2009

O Poder de Deus manifesto no sistema imunitário

Embora nós tenhamos 100,000 genes, o nosso sistema imuntário é capaz de gerar dezenas de milhões de antibióticos distintos para defender e proteger o corpo de doenças.
Como é que 100,000 genes produzem milhares de vezes mais em antibióticos?

Na verdade, nós temos dois sistemas imunitários. O primeiro, chamado de "sistema inato", e é o sistema de resposta rápida. O mesmo é baseado nas características comuns encontradas na maioria das bactérias.

O segundo (adaptativo ou específico) é o que produz dezenas de milhões de antibioticos diferentes e específicos para a defesa do organismo. A sua resposta é mais lenta do que o sistema inato porque este sistema responde a uma infecção produzindo e enviando uma variedade de anticorpos aos invasores.

Dependendo dos anticorpos que reconhecem o invasor, o sistema combinatório começa então a produzir anticorpos mais específicos até que o invasor é conquistado

Pesquisadores que estudam o sistema imunitário estão perplexos em como a evolução pôde construir um sistema tão complexo, engenhoso e preciso.

A explicação mais lógica é que o sistema imunitário não foi construido por nenhum processo aleatório, mas sim por Uma Mente Superior (Deus). Deus sabia que mais cedo ou mais tarde Adão iria pecar e trazer a maldição do pecado sobre o universo perfeito que Ele tinha feito. Como tal, Deus preparou antecipadamente sistemas biológicos como forma de preservar o corpo humano (e muitos outros corpos biológicos) de ataques externos.

No entanto, o melhor "Anticorpo" que Deus preparou para o mundo não é um que se possa pôr no nosso sistema biológico, mas sim Um a Quem que se pode dar acesso ao nosso coração.

Ele chama-Se Jesus Cristo, e Ele aniquila o virus mais destrutivo de todos: o nosso pecado.

A Bíblia diz que todo aquele que invocar o Nome do Senhor será salvo (Rom 10:13). Todos nós estamos infectados com esse vírus do pecado (Rom 3:23) e o Senhor Jesus Cristo nos pode curar da culpa, poder e castigo do pecado (Actos 16:31, Actos 4:12). Como tal, todos nós temos que invocar o Nome do Senhor Jesus Cristo.

Ao contrário dos medicamentos feitos pelo homem, o Remédio de Deus é gratuito para todo aquele que reconhece que está devedor perante Deus (Efésios 2:8-9, Rom 6:23).

A pergunta fica: vais continuar a pensar que todas as mentiras, adultérios, rebeldia aos pais que já fizeste não vão ter consequências no futuro, ou vais-te reconciliar com Deus, sendo seguidamente transladado do reino das trevas para o Reino do Filho de Deus (Col 1:13) ?

Escolhe com prudência porque o teu futuro eterno depende disso.

Efésios 5:6
Ninguém vos engane com palavras vãs; porque, por estas coisas vem a ira de Deus sobre os filhos da desobediência.

quarta-feira, agosto 06, 2008

Sistema Imunitário e Spam: Aprendendo com Deus

O sistema imunitário do corpo humano está inspirar a próxima geração de software que luta contra o "spam". A Universidade de Southampton reportou que "Um algorítimo detector de spam inspirado pelo sistema imunitário vai ser apresentado na primeira conferência Europeia sobre a Vida Artificial (ALIFE XI), que está a decorrer em Winchester durante esta semana".
A lógica por trás desta iniciativa é a de que, da mesma forma que o sistema imunitário dos vertebrados aprende a distinguir entre substâncias nocivas e substâncias não-nocivas, estes princípios podem ser aplicados aos detectores de "spam".
Tal como este site correctamente diz, os sistemas biológicos não se arquitectaram a si próprios, nem a ciência dentro deles é produto deles mesmos. A engenharia está escrita no seu ADN. As instrucções presentes dentro do ADN requerem design. Sistemas como estes requerem design pré-programado causado por agentes inteligentes. Sistemas que são capazes de fazer tais coisas sem intervenção inteligente existem apenas na mente de evolucionistas seculares ( = ateus).
Esta é mais um evidência em como a ciência, quando correctamente interpretada, não só não está em conflito com a Bíblia, mas que confirma que o mundo biológico deve a sua existência a Um Ser Infinitamente Inteligente (Deus).
A complexidade do mundo natural vai bem para além do que nós podemos alguma vez imaginar, e nós estamos ainda a aprender (com o que Deus fêz).

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