Mostrar mensagens com a etiqueta Modelos Evolutivos. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Modelos Evolutivos. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, setembro 29, 2011

Golfinhos: comunicação especializada permite "diplomacia"

"E disse Deus: Produzam as águas abundantemente répteis de alma vivente; e voem as aves sobre a face da expansão dos céus."
Génesis 1:20

O que é que acontece quando dois golfinhos nadam rapidamente em direcção ao mesmo pedaço de comida? Sem qualquer tipo de capacidade para anular choques, os golfinho nariz-de-garrafa rapidamente se tornaria nos golfinhos nariz-espalmado (ou pior).

Felizmente, os golfinhos têm uma solução: comunicação especializada. Como é que o "modelo evolutivo" explica (mais) esta espantosa capacidade?

Pesquisadores do "Italian Institute for Research on Bottlenose Dolphins" na Sardenha (Itália) compilaram a mais compreensiva análise (até hoje) das "conversas" entre golfinhos. O estudo foi publicado no livro técnico "Dolphins: Anatomy, Behavior and Threats."

Embora se pensasse anteriormente que os assobios fossem o método de vocalização dominante entre os golfinhos, estas novas descobertas revelam que um conjunto de sons ainda mais importante são "burst-pulsed." A complexidade destes sinais mais subtis demonstram claramente "a nossa falta de entendimento àcerca da comunicação entre estes mamíferos marinhos."

Quando vários golfinhos se aproximam da mesma fonte de alimento, uma comunicação complicada baseada nos sons "burst-pulsed" assegura que o golfinho dominante recebe a direcção certa e chega à comida sem colisões. Isto já foi chamado de "diplomacia" uma vez que permite que estes mamíferos marinhos evitem conflitos físicos.

Surpreendentemente, os pesquisadores descobriram também que estas formas de comunicação são personalizadas de um golfinho para outro golfinho específico - ao contrário da vocalização humana que pode ser escutada por qualquer pessoa que esteja por perto.

Conclusão:

O "modelo evolutivo" é totalmente desnecessário para explicar a origem deste sofisticado sistema de comunicação.

Em vez de ser o resultado de uma série de transições evolutivas através dos mitológicos "milhões de anos", os golfinhos são conhecidos apenas como eles são hoje: totalmente equipados, munidos com um sofisticado sistema sonar (integrado nos seus lubrificados corpos hidrodinâmicos) e com capacidades instintivas que lhes permitem entender exactamente o que eles dizem uns aos outros e porquê o dizem.

Certamente que Um Criador Omnipotente merece receber o crédito por ter criado um sistema natural tão extraordinário. Ou será que os crentes nos modelos evolutivos têm explicação melhor (e de acordo com as evidências) que a criação?

"E Deus criou as grandes baleias e todo o réptil de alma vivente que as águas abundantemente produziram, conforme as suas espécies; e toda a ave de asas, conforme a sua espécie. E viu Deus que era bom." - Génesis 1:21


-Modificado a partir do original-

domingo, setembro 25, 2011

Modelo evolutivo insuficiente para explicar origem do sistema de visão

O olho do vertebrado está muito bem construído. As suas muitas partes críticas trabalham em união de modo a que os fotões de luz individuais sejam capturados e convertidos em dados que o cérebro possa, então, traduzir para imagem visual.

Considerando o óbvio génio do design da visão, alegar que um processo natural não-inteligente formou o olho é algo que só pode ser defendido ignorando as leis da lógica.

Recentemente, um neuro-cientista australiano com o nome de Trevor Lamb escreveu um artigo na Scientific American com o título de "A Evolução do Olho". No artigo, ele incluiu uma narrativa dita de forma como se ele tivesse observado a imaginada evolução do glóbulo ocular.

No entanto, e como é normal quando se trata da teoria da evolução, as coisas começam a ficar mais complicadas quando se trata de fornecer evidências científicas. Trevor Lamb não foi diferente; em vez de disponibilizar algum tipo de suporte científico para as suas alegações, ele preencheu a sua apresentação com falácias lógicas.

Primeiro, Lamb conferiu inteligência Divina a uma força inanimada à qual deu o nome de "pressão selectiva".

À medida que o corpo crescia, aumentaram também as pressões evolutivas que favoreceram a evolução dum tipo distinto de olho; a variedade câmara [vertebrado].
No entanto, só um agente inteligente - e não os passivos e não-inteligentes factores ambientais - poderiam moldar a maciça colecção de componentes interdependentes que formam o olho dos vertebrados.

Lamb escreveu também que "a selecção natural . . . molda o material disponível" quando na realidade só personalidades é que podem moldar algo de forma intencional (Lamb, T. D. 2011. Evolution of the Eye. Scientific American. 305 (1): 64-69).

O artigo tornou a evolução do olho em algo fácil de imaginar ao excluir os complicados detalhes arquitectónicos da anatomia do sistema de visão.

Como é que a "selecção" poderia, de forma gradual (passo a passo), posicionar 12 músculos que habilmente movem o olho no seu soquete, incluindo o músculo que usa uma polia para causar a adequada rotação dos olhos? (Gurney, P. 2002. Our eye movements and their control: part 1. Journal of Creation (formerly TJ). 16 (3): 111-115)

E mesmo que olhos perfeitamente formados, bem como os músculos adjacentes, tivessem de alguma forma evoluído, o aparato continuaria a ser inútil sem as computações involuntárias que fazem com que o olho direito e o esquerdo se movam em sintonia.

Para além de ignorar todas estas características, Lamb não deu explicação alguma sobre a forma como as "pressões selectivas" poderiam ter programada o cérebro para converter o input de luz bruta em imagens mentais discerníveis.

Lamb escreveu:

Os biólogos levaram a cabo avanços significativos no que toca a identificação das origens do olho [do vertebrado] ao estudarem as etapas embrionárias da sua formação.
Ele sugeriu que o desenvolvimento embrionário do olho move-se do simples para o complicado num padrão semelhante à evolução do globo ocular.

Mas isto é uma explicação ridícula uma vez que os olhos embrionários forçosamente têm que começar o seu desenvolvimento num estado pequeno e, desde logo, mais simples. Assumir - sem evidências - que o desenvolvimento embrionário é um espelho dum passado evolutivo apenas levanta a questão em torno das suas supostas origens evolutivas.

Enquanto relatava a história evolutiva dos olhos, Lamb usou palavras como moldadores, divergiu, proliferaram, surgiram, favoreceu, inseriram-se a elas mesmo, invenção, modificou, emergência e evoluiu - ignorando o facto de ninguém alguma vez ter observado "pressões selectivas" sem-inteligência e não direccionadas a fazer ou a causar qualquer dessas coisas.

Estas palavras mágicas não só servem de máscara para a falta de explicações evolutivas para a origem dos olhos, como emitem a convicção de que se os evolucionistas acreditarem firmemente, as suas explicações irão um dia ser verdade - embora actualmente tais modelos evolutivos estejam em oposição aos dados observacionais (Guliuzza, R. 2010. Unmasking Evolution's Magic Words. Acts & Facts. 39 (3): 10-11. ).

Conclusão:

Palavras místicas e falácias lógicas são substitutos miseráveis da ciência e da razão, mas elas são as melhores ferramentas explicativas disponíveis àqueles que estão determinados em encontrar uma explicação puramente naturalista para a origem dos olhos.

Segundo as evidências, a Fonte mais lógica para o aparato informático presente nos olhos dos vertebrados é Um Designer Inteligente.

O modelo evolutivo, como seria de esperar, é inútil para o avanço da ciência.

Cientista evolucionista usando o modelo evolutivo.

domingo, setembro 18, 2011

Agrupamento cosmológico embaraça modelo evolucionista


No dia 10 de Junho deste ano, a ICR News exibiu uma reportagem sobre o último "mapa do céu", um imenso olhar em 3-D para as galáxias distantes. Esse mapa claramente mostra que a matéria dentro do universo está concentrada em grupos maciços separados por enormes espaços vazios. Estes cachos cosmológicos são um enorme embaraço para as versões naturalistas da origem do universo.

De acordo com a cosmologia standard, um início explosivo (tal como o big bang) deveria ter distribuído a matéria de forma mais homogénea no universo. Shaun Thomas, autor principal da pesquisa publicada no jornal Physical Review Letters, declarou o seguinte à Wired Science,

Potencialmente, isto pode ser um dos primeiros sinais de que algo peculiar está a decorrer.
"Potencialmente?" Sinais de que as teorias naturalistas são deficientes foram já expostas neste blogue:

Thomas e os seus colegas usaram dados provenientes do Sloan Digital Sky Survey para analisar em 3-D a distribuição de centenas de milhares de galáxias. Vistas a partir de tão grandes distâncias, e assumindo uma origem naturalista, a matéria deveria parecer ser duplamente mais homogénea (isto é, distribuída de forma uniforme) do que realmente é.

No entanto, e contradizendo as expectativas naturalistas, a matéria dentro do universo é "mais agrupada do que os astrónomos esperavam" (Grossman, L. Clumpiness of Distant Universe Surprises Astronomers. Wired Science. Posted on wired.com June 16, 2011, accessed June 17, 2011. ).

(Por "astrónomos" entenda-se "astrónomos que acreditam no big bang".)

Esta observação recente, adicionada às outras que, juntas, demonstram como a distribuição da matéria dentro do universo não se ajusta aos modelos evolutivos, demonstram como os dados empíricos estão de acordo com o modelo Bíblico.

Tal como a organização das moléculas numa célula viva, a organização das galáxias é melhor explicada como ajuste propositado (isto é, criação).

Evolucionistas "respondem".

Numa tentativa de ajustar as observações científicas em torno do agrupamento material com a sua fé no big bang, os evolucionistas inventaram entidades como "matéria escura" e "energia escura". Supostamente a gravidade de entidades não observadas chamadas de "energia escura" ou a força de energia não detectada podem ter atraído a matéria que compõe as galáxias até ao estado agrupado que hoje existe - deixando grandes zonas vazias onde não há galáxias.

Mas a invocação da distribuição da matéria ou energia escura como forma de resolver o problema da distribuição da verdadeira matéria gera ainda mais questões. O que é a matéria escura e donde vem ela? Qual foi o processo que distribuiu a matéria escura em grupos e zonas vazias de modo a que a verdadeira matéria fizesse o mesmo?

Este novo estudo descreve o universo com características que não podem ser justificadas mesmo por uma distribuição ad hoc da energia e da matéria escura. Devido a isto, os autores escrevem que agrupamentos desta dimensão implicam "uma anomalia nas maiores escalas físicas por parte das galáxias" (Thomas, S. A., F. B. Abdalla and O. Lahav. 2011. Excess Clustering on Large Scales in the MegaZ DR7 Photometric Redshift Survey. Physical Review Letters. 106 (24): 241301.)

Segundo a Wired Science:

O resultado pode significar que os cosmólogos [evolucionistas] precisem de reavaliar o seu entendimento da energia escura, a força misteriosa que conduz o universo para o exterior segundo uma taxa crescente.

É suposto que a energia escura seja quase perfeitamente uniforme, mas os agrupamentos de energia escura podem atrair cachos de matéria visível ao seu redor.

Estes agrupamentos extra podem significar também que a energia escura não exista de todo. Em vez disso, o comportamento da gravidade a larga escala pode ser diferente do seu comportamento em escalas menores - significando que a teoria da Relatividade de Einstein tenha que ser revista.
(Thomas, B. Inflation Hypothesis Doesn't Measure Up to New Data. ICR News. Posted on icr.org January 29, 2009, accessed June 20, 2011.)

Portanto, em vez de inferirem que as galáxias são o resultado de ordenação inteligente - hipótese que melhor se adapta aos dados - estes "cientistas" questionam as leis fundamentais da Física tais como a relatividade.

O que é que causaria que a gravidade se comportasse de um modo diferente em distancias amplas? Donde é que surgiu essa causa?

Não era suposto as teorias científicas adaptarem-se às evidências? Porque é que os evolucionistas distorcem a ciência como forma da mesma se "ajustar" ao naturalismo?

Conclusão:

Se a Bíblia está correcta quando diz que "o Senhor, o que estende o céu, e que funda a terra, e que forma o espírito do homem dentro dele" (Zacarias 12:1), então faz sentido que o universo tenha uma organização que contradiga as teorias naturalistas. Faz sentido que Deus tenha construído o universo com particularidades propositadas (não-aleatórias) de modo a que quem quer que as observe fique sem justificação ao negar a Sua existência.

O recentemente observado agrupamento da matéria universal, que é "mais agrupada do que os modelos cosmológicos [naturalistas] prevêem" parece ser exactamente este tipo de assinatura.

Para além de falharem no campo da biologia, os modelos evolutivos defendidos por Ludwig Krippahl (aqueles que supostamente são melhores que o modelo Bíblico em torno das nossas origens) falham também na cosmologia. Fica então a pergunta: qual é a utilidade dum modelo que falha em todas as áreas onde é testado?


quarta-feira, setembro 14, 2011

Golfinhos: modelo evolutivo impede avanço científico. Professor Ludwig Krippahl destroçado.

Há já algum tempo que os cientistas sabem que os golfinhos usam a visão e a sonda sub-aquática para encontrar comida e identificar objectos. No entanto, pesquisadores descobriram recentemente que para além da visão e do som, os golfinhos possuem percepção sensorial eléctrica. Como é que se explica que após anos de estudo este sentido nunca havia sido descoberto?

Nem sempre os golfinhos podem depender da sua visão - especialmente quando operam em águas turvas - e devido a isso, eles foram equipados com um afinado sistema de ecolocalização que lhes permite saber se o que os sinais captaram representa alimento, animal que não representa perigo ou um adversário (ou predador).

Mas os sinais sonoros não são muito eficientes a curta distância. Devido a isso, os pesquisadores acreditam terem identificado pelo menos uma espécie de golfinhos que sente a presença de campos eléctricos usando uma técnica chamada electro-percepção (Czech-Damal, N. U. et al. Electroreception in the Guiana dolphin (Sotalia guianensis). Proceedings of the Royal Society B. Published online before print July 27, 2011).

Quando os animais usam os seus músculos, eles geram campos eléctricos mínimos e estes golfinhos podem sentir esses pequenos sinais eléctricos a curta distância.

As descobertas de novas capacidades sensoriais são um processo contínuo. Por exemplo, em 2009 investigadores verificaram que as focas podem usar os seus bigodes para "lêr" mensagens subaquáticas deixadas para trás por peixes. Um estudo distinto reportou que certos olhos de camarão podem detectar doze cores primárias (os seres humanos conseguem vêr 3), e que tal facto pode levar a avanços na tecnologia (Thomas, B. Shrimp Eye May Inspire New DVD Technology).

Problemas para o modelo ateu evolutivo.

Os evolucionistas deparam-se com um desafio enorme ao tentarem explicar como estas capacidades sensoriais - muito mais miniaturizadas e eficientes do que qualquer artefacto por nós feito - pode ter uma origem não-inteligente. Qual é a força natural capaz de gerar um sistema de emissão, recepção e análise de sinais sonoros? E à prova de água.

Do lado oposto desta discussão encontram-se os Cristãos com fé no que Deus disse em Génesis. Criacionistas Bíblicos fazem a interpretação mais frontal, parcimónia, de acordo com as evidências e, desde logo, científica: criações superiores implicam Um Criador Superior.

Então como é que os crentes evolucionistas "explicam" a origem (e não o funcionamento) do electro-receptor do golfinho da Guina? O evolucionista Wolf Hanke declarou a Science Now que "Isto é um caso de convergência evolutiva" (Morell, V. Guiana Dolphins Can Use Electric Signals to Locate Prey. Science Now.).

A noção da "convergência evolutiva" refere-se à suposta evolução de sistemas biológicos semelhantes (mas nunca exactamente iguais no seu todo) em formas de vida totalmente distintos. Só que isto é um argumento circular uma vez que assume que a evolução ocorreu sem demonstrar como e quando (Lisle, J. 2010. Discerning Truth: Exposing Errors in Evolutionary Arguments. Green Forest, AR: Master Books, 23-38.).

Para mais informação em torno da "convergência evolutiva" leiam este e este artigo.

Não é mais lógico afirmar que a noção da "convergência evolutiva" é mais uma tentativa de se forçarem as evidências de modo a que estas estejam de acordo com a mitologia evolutiva?

Embora muitos peixes e anfíbios possuam electro-receptividade, entre os mamíferos apenas ornitorrinco e o equidna (na foto) estão identificados como animais com essa capacidade. O problema para os crentes evolucionistas é que não se consideram o ornitorrinco e o golfinho como tendo ancestralidade evolutiva próxima.

Dentro da cosmovisão evolutiva/naturalista, não há explicação científica para a origem de um único mecanismo electro-receptor - muito menos para dois em animais distintos.

Modelo evolutivo impediu avanço da ciência.

Como se a falta de um mecanismo que explique a origem do sistema de captação de sinais eléctricos nos golfinhos não fosse suficientemente mau para a teoria da evolução, ficamos a saber que foi essa mesma fé em Darwin que atrasou a pesquisa produtiva nos golfinhos ao se assumir que os pequenos buracos no focinho do golfinho fossem "vestígios" evolutivos.

A Science Now reportou:

Num ponto distante do passado evolutivo dos golfinhos, um dos seus ancestrais possuía bigodes que emergiam destes pequenos buracos; a maioria dos pesquisadores pensava que estes buracos não desempenhavam função alguma.
(Morell, V. Guiana Dolphins Can Use Electric Signals to Locate Prey. Science Now.)
Mas contrariamente ao que os evolucionistas acreditavam, esses orifícios desempenham funções: eles recebem os sinais eléctricos transmitidos através da água. A linha de pensamento evolutivo (aquilo que o evolucionista ateu Ludwig Krippahl chama de "modelos evolutivos") impediu esta descoberta espantosa devido ao seu preconceito contra o design intencional.

Esta mesma forma de pensar antiquada encontra-se dentro da alegação que defende a existência de "órgãos vestigiais" na natureza. Segundo esta argumento, estruturas classificadas como "vestigiais" são sistemas que no passado tinham função mas que, com o decorrer da evolução, a haviam perdido.

O problema (para os evolucionistas) é que o que eles pensavam ser "vestigial" a ciência mostrou ser funcional e operacional. Por exemplo, Darwin e os seus seguidores defendiam que o apêndice era um órgão vestigial e sem função, mas hoje sabemos que o mesmo desempenha funções importantes no nosso sistema imunitário.

Conclusão:

Aqueles pequenos buracos no focinho do golfinho não são vestígios do seu não-existente passado evolutivo mas sim sistemas bem construídos e totalmente funcionais dentro do aparato electro-receptor. Esta descoberta não é surpreendente se os animais foram 1) criados por Uma Mente Infinitamente Sábia e 2) criados para sobreviver.

Ao contrário da teoria da evolução, o Livro de Génesis relata-nos a Verdade sobre as nossas origens e sobre a origem dos sistemas biológicos na natureza. O facto da teoria da evolução impedir (mais uma vez) o avanço da ciência é precisamente o que seria de esperar se a teoria da evolução fosse exactamente o que ela é, isto é, uma teoria falsa criada com o expresso propósito de tirar de Deus a Glória de ter criado sistemas tão engenhos e magníficos.

Eu fiz a terra, o homem e os animais que estão sobre a face da terra, pelo Meu Grande Poder e com o Meu Braço Estendido, e a dou àquele que Me agrada em Meus Olhos.

Jeremias 27:5


terça-feira, julho 12, 2011

Evolucionista: Se a evolução não fosse um FACTO eu nem poderia beber um copo de água!


O evolucionista Nuno Mendes comentou neste post e disse:

Eu uso todos os dias modelos evolutivos para fazer investigação.

É mesmo? Será que se a teoria da evolução não fizesse parte do lote de crenças do Nuno, ele faria a sua investigação de alguma forma diferente? Não, e já se vai vêr porquê.

Modelos esses que permitem fazer genómica comparativa e testar hipóteses sobre evolução de proteínas, genes e outras moléculas. Esses modelos permitem comparar a informação genómica associada a organismos cujo antepassado comum existiu presumivelmente há dezenas ou por vezes centenas milhões de anos.

Resumindo, comparam-se genes, fazem-se hipóteses, e especula-se sobre um mitológico "parente comum" que supostamente viveu há “milhões de anos”. Presumivelmente.

Vamos fazer uma jogo. Vamos imaginar que o Nuno não era um evolucionista. Será que ele poderia fazer comparação genómica sem acreditar na evolução? Obviamente que sim! A crença na teoria da evolução não acrescenta nada ao método de trabalho (de uma forma que beneficie a ciência).

Admitamos, por hipótese, que eu amanhã tinha um acesso de fé criacionista e resolvia repudiar a teoria da evolução. Como sugere que eu fizesse o meu trabalho?

Não é preciso acreditar-se na teoria da evolução para se comparar genes.

Em que teoria devem sustentar o seu trabalho os milhares de cientistas que trabalham na área da Biologia e usam constantemente genómica comparativa para fazer pesquisa fundamental e aplicada que eventualmente nos permite compreender melhor os processos biológicos e, por vezes, melhorar a qualidade de vida das pessoas possibilitando o desenvolvimento de medicamentos ou outras terapias?

Qual foi o medicamento que foi desenvolvido tendo como fundamento a crença de que a vida biológica é o resultado de milhões de mutações aleatórias filtradas pela selecção natural?

Deixa-me propôr-te uma situação hipotética. Imagina que eu era mecânico e tinha à minha frente vários carros cujo funcionamento eu tinha que estudar. Se por acaso alguém chegasse, e dissesse “Sabes, Mats, estes carros desenvolveram-se durante um período de milhões de anos por si só, através de uma série de acidentes fortuitos e selecção natural“, deveria eu mudar a minha metodologia de investigação relativo ao funcionamento interno da maquinaria? Obviamente que não.

Agora aplica o mesmo princípio à Biologia e a teoria da evolução. Eu tenho um gato, um pombo e um sapo e tenho que estudar e comparar os seus genes. Se alguém vier e disser “Mats, os pombos, como áves que são, evoluíram dos dinossauros“, deveria eu mudar o meu método investigação se quisesse saber mais sobre a informação genética dos ditos seres vivos? Absolutamente que não.

A teoria da evolução é uma história imaginativa sobre um hipotético passado. Não é alguma coisa que seja fundamental para o progresso e desenvolvimento da Biologia.

Dr Michael Denton, no seu livro “Evolution: A Theory in Crisis”, (páginas 104 e 105), diz:

O anti-evolucionismo dos eminentes biólogos do século 19 não era baseado na religião.

Ele acrescenta na página 100:

O facto de que muitos dos fundadores da Biologia moderna - aqueles que descobriram todos os factos básicos da morfologia comparativa sobre o qual a Biologia evolutiva moderna é baseada - terem mantido uma visão da Natureza como um descontinuo de tipos isolados, únicos e sem “pontes” de variedades transitórias, posição totalmente contrária às ideias evolucionistas, é obviamente muito difícil de reconciliar com a noção popular de que todos os factos da Biologia irrefutavelmente suportam a interpretação evolucionista.

(”Evolution: A Theory in Crisis; pag 100)

Por outras palavras, aqueles que fundaram os alicerces da Biologia moderna não acreditavam na teoria da evolução. Isto não prova nada, mas serve para pôr um grande ponto de interrogação às palavras do Nuno.

Dr Marc Kirschner, fundador do Departamento de Biologia Sistemática, na Universidade de Harvard diz:

De facto, durante os últimos 100 anos, practicamente toda a biologia progrediu independente da teoria da evolução, excepto a própria biologia evolucionária. A Biologia Molecular, Bioquímica. Fisiologia não tiveram em conta a teoria da evolução.

(citado no “Boston Globe” 23 de Outubro 2005)”

Conclusão:

Sim, eu entendo que provavelmente o Nuno tenha uma forte crença na teoria da evolução, mas, tal como os cientistas acima referidos disseram

1) os fundadores dos vários ramos da Biologia não eram evolucionistas e

2) durante os últimos 100 anos a Biologia avançou tranquilamente sem levar em conta os mitos darwinistas.


Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Share

Twitter Delicious Facebook Digg Stumbleupon Favorites More