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terça-feira, novembro 29, 2011

O pescoço da girafa

Como é que a girafa adquiriu o seu longo pescoço? Existe alguma explicação cientificamente válida?

Um famoso contador de histórias disse que "a girafa tinha a aparência semelhante a de outros animais que pastam nas savanas de África".

A dada altura, a girafa viu folhas frescas em ramos mais elevados.

A girafa reparou que essas folhas tinham uma aparência mais deliciosa e como tal, ele esticou-se, esticou-se e foi-se esticando.[Rudyard Kipling, "How the Giraffe Got its Long Neck," Just So Stories.]

O seu pescoço aumentou de tamanho, mas o mesmo aconteceu com o seu orgulho. De facto, diz-nos o contador de histórias, a girafa ficou demasiado orgulhosa ao se recusar a inclinar o seu pescoço como forma de comer a comida que se encontrava perto do chão.

Devido a isto, só as girafas com pescoços suficientemente longos conseguiram atingir os ramos mais altos e alimentarem-se. Todos os outros morreram.

História triste, certo?

Imaginem o cenário: centenas de girafas mortas espalhadas pelas savanas de África apenas e só porque não quiseram vergar os pescoços e comer a vegetação mais rasa ao mesmo tempo que os antílopes, os búfalos, as zebras e todos os outros herbívoros africanos caminhavam entre os cadáveres, alimentando-se calmamente da erva rasa.

Mas isto são histórias infantis; certamente que ninguém acredita que o uso de partes corporais vai modificar a informação genética que é passado aos descendentes, certo?

Daí, talvez não..

Entra a teoria da evolução.

Charles Darwin tentou dar uma explicação cientifica mais específica em relação à origem do pescoço da girafa. Ele diz:
. . . . os membros que conseguiam chegar aos ramos mais elevados e eram, durante [as secas], capazes de atingir 1 ou 2 centímetros acima dos outros, foram preservados.

Através deste processo longamente contínuo . . . sem dúvida combinado de um modo importante com os efeitos hereditários incrementado pelo uso de partes, parece-me com toda a certeza que qualquer quadrúpede com cascos (inglês: "hoofed") poderia ser convertido numa girafa.
[Charles Darwin, Origin of the Species (1859), p. 202, em Link]

Mas será isto verdade? Se as girafas mais baixas morreram porque não conseguiram chegar aos ramos mais elevados, o que é que aconteceria às girafas bebés ou ainda em desenvolvimento físico? Os seus pescoços seriam bem mais pequenos. E se as girafas mais pequenas começassem a morrer, não existiriam girafas adultas.

Mas há razões científicas que demonstram de forma bem clara que os delírios de Darwin são pura fantasia. Vamos examiná-las uma a uma.

  • Foram alguma vez encontrados fósseis de manadas de girafas com pescoços mais pequenos, num estado evolutivo anterior?

RESPOSTA: Não.

  • Será verdade que as girafas mais pequenas morreram porque não conseguiam chegar à comida?

RESPOSTA: Não. Tal como todos os outros animais, elas poderiam muito bem inclinar a cabeça e ingerir a vegetação mais rasa. A crença de que a girafa tenta sempre chegar aos ramos mais elevados é falsa:

De acordo com a hipótese competitiva, as girafas usam os seus pescoços como arma vantajosa durante as secas quando a comida é mais rara. No entanto, o que é observado nas savanas é exactamente o oposto.

( . . . )

As fêmeas passam mais de 50% do seu tempo a alimentarem-se com o pescoço na posição horizontal [um comportamento tão comum que é usado para determinar o sexo do animal à distância] e ambos os sexos alimentam-se de um modo mais rápido e mais frequentemente com os pescoços inclinados.

Estas observações, eles concluem, sugerem que 'os longos pescoços não evoluíram especificamente para levar a alimentação nos ramos mais elevados.'
["THE TALLEST TALE" - Link]

Darwin não tinha conhecimentos suficientes para levantar hipóteses ridículas, mas isso pode ser de alguma forma "desculpado". Os militantes evolucionistas modernos, ao aderirem aos erros de Darwin mesmo depois do que a ciência já mostrou, estão "inexcusáveis" (Romanos 1:20).
  • O que é que acontece quando os seus pescoços são mais longos que as suas pernas? Como é que eles atingem as folhas junto ao chão?

RESPOSTA: Elas apenas afastam as suas pernas da frente. É isso que fazem quando querem beber água.

  • Uma vez que a sua cabeça está abaixo do seu corpo, será que o sangue invade o seu cérebro e causa a que ela desmaie?

RESPOSTA: Os vasos sanguíneos do pescoço da girafa possuem válvulas especiais que controlam o fluxo de sangue. Se ela apenas tivesse um pescoço longo mas as válvulas não estivessem presentes, a girafa morreria.

Desde o princípio que a girafa foi construída para sobreviver:

O coração da girafa é provavelmente o mais poderoso do mundo animal uma vez que é necessária uma pressão duplamente superior para fornecer sangue ao cérebro da girafa.

Com um coração tão poderoso e uma pressão sanguínea tão forte, apenas características cuidadosamente construídas impedem que a sua cabeça "expluda" quando ela se inclina para beber água.

Igualmente maravilhoso é o facto do sangue não invadir as pernas da girafa, e elas não sangrarem muito se se ferirem nas pernas. O segredo encontra-se na pele extremamente dura e na fáscia interna que impede que o sangue se concentre.

Esta combinação dérmica está a ser estudada pelos cientistas da NASA como forma de se desenvolverem fatos de gravidade para os astronautas.
[Lynn Hofland, B.S.E.E., "Giraffes … animals that stand out in a crowd," - Link]

Não se afigura possível que os evolucionistas construam um cenário cientificamente plausível para a origem quer do pescoço da girafa quer do seu complicado sistema de regulação da pressão sanguínea.

Este sistema espantoso gera pressão sanguínea suficientemente forte para impulsionar o sangue até 5 metros até chegar ao cérebro, mas rapidamente reduz a pressão - para impedir danos cerebrais - quando o animal se inclina para beber água.


Depois de mais de um século de intensa exploração em busca de fósseis, os mais populares museus evolucionistas do mundo são incapazes de fornecer um único fóssil intermédio que consiga ligar a girafa a qualquer outro animal [Luther D. Sunderland, Darwin's Enigma (1988), pp. 83-84. t., pp. 26-27. - Link].

  • Existe planeamento na origem destas estruturas ou são elas obra do acaso evolutivo? Será credível afirmar que todos estes sistemas são o resultado dum processo aleatório não-inteligente filtrado pela selecção natural?

RESPOSTA: Não. A interpretação evolutiva é claramente ridícula e deficiente. Afirmar que estes mecanismos são o resultado de processos não inteligentes não é muito diferente da história infantil aludida no início do post. A diferença é que Rudyard Kipling não tencionava que a sua história fosse levada a sério, mas Darwin sim.

Então para quê o pescoço tão longo?

O pescoço da girafa cumpre de um modo perfeito dois critérios da Teoria da Mensagem:
  • Refuta o naturalismo ao mostrar que o pescoço nunca poderia ser o resultado de forças naturais
  • Une a girafa com o padrão de vida; Quem criou a girafa e o seu complexo sanguíneo, criou as outras formas de vida presentes na biosfera.

O criacionismo Bíblico - um sub-conjunto da Teoria da Mensagem - fornece-nos uma explicação 100% satisfatória em torno da origem do pescoço da girafa.

"E fez Deus as bestas-feras da terra, conforme a sua espécie, e o gado, conforme a sua espécie, e todo o réptil da terra, conforme a sua espécie. E viu Deus que era bom."
Génesis 1:25


domingo, julho 03, 2011

Galáxias inesperadas contradizem o Big Bang

O Criador diz em Isaías 45:12:
Eu fiz a terra, e criei nela o homem; Eu o fiz: as Minhas Mãos estenderam os céus, e a todos os seus exércitos dei as Minhas ordens.
1 Coríntios 15:41 diz:
Uma é a glória do sol, e outra a glória da lua, e outra a glória das estrelas; porque uma estrela difere em glória de outra estrela.
Se o que a Bíblia diz é verdade, então os planetas, as estrelas e as galáxias deveriam ser únicas, desafiando deste modo as explicações naturalistas em torno da origem do universo. A mais famosa das teorias naturalistas em torno das causas do universo é o mitológico big bang.

A verdade da posição Bíblica em torno da singularidade dos corpos celestes está perfeitamente confirmada no sistema solar uma vez que cada planeta possui uma composição química essencialmente única.1 A descoberta de galáxias "velhas" misturadas com galáxias "novas" mostra que a formação galáctica como proposta pelos crentes no big bang (e nos milhões de anos) é practicamente impossível.2

Será que a criação Bíblica é a melhor explicação para a singularidade das entidades celestes?

No dia 13 de Junho deste ano, a revista New Scientist sumarizou o trabalho recente do astrónomo John Kormendy e o cosmólogo Jim Peebles. Os astrónomos estão a descobrir evidências que, segundo Peebles, mostram que "as galáxias são complicadas e nós não entendemos como é que elas se formam. Isto é realmente um embaraço."3

Na edição de Janeiro da revista Nature, Peebles sumarizou dois artigos científicos que descrevem discos galácticos que falham em se conformarem às expectativas dos modelos naturalistas em torno da origem do universo.4

As galáxias que eles investigaram continham pontos de massa muito densos no centro dos seus núcleos. Mas só cerca de metade delas tinham uma saliência de estrelas associadas por perto. As outras galáxias eram planas quando vistas de lado, embora aparentassem ser mais brilhantes perto do centro.

De acordo com Peebles, galáxias sem saliência são "espantosamente inesperadas, segundo o modelo padrão" [big bang].3 Ele escreve na Nature:

Um desafio para o poder progressivo dos métodos teoréticos é a compreensão desta migração interna da matéria e o porquê de ter preferencialmente alimentado pseudosaliências [concentração de estrelas dentro das galáxias] em algumas galáxias e buracos negros noutras.4
Por outras palavras, porque é que a matéria se tornou saliente para além da superfície plana de algumas galáxias em espiral ou em disco, enquanto que em outras galáxias (com formas semelhantes) a matéria se manteve confinada dentro da superfície lisa da galáxia?

Eles descobriram um largo número de galáxias "slimline" em "espirais pristinas". Estas são um "problema enorme" porque, tal como Kormendy disse à New Scientist, "Não sabemos como prevenir a formação de saliências quando as galáxias ficam demasiado grandes devido a fusões."3

Segundo o modelo tradicional, no início do universo, proto-galáxias chocaram umas com as outras até formarem as maciças galáxias actuais - proposição que não tem qualquer suporte científico algum. Mas mesmo esta conjectura defende que tais colisões gerassem desorganizações e saliências, mas o que se observa é que quase metade das galáxias observadas são ordenadas e achatadas.

Um aspecto das galáxias planas (como a Via Láctea e a Galáxia M101) que não foi discutido é o quão jovens aparentam. Não deveriam os seus milhões de estrelas ter tido ampla oportunidade para colidir durante os milhões de anos, especialmente nas áreas mais densas? Pelo menos algumas - senão a maioria - das estrelas deveria ter sido chocada para fora da planície galáctica. Em vez disso, o seu agrupamento é tão ordenado como pontos de tinta numa folha de papel. Observações similares mostram que os anéis achatados de Saturno aparentam ser jovens.5


Esta aparência juvenil não é problema alguma para a criação recente como expressa na Palavra de Deus. Paralelamente, a mistura entre galáxias salientes e galáxias sem saliência é facilmente explicável como sendo o resultado da Intenção Criativa de Deus. Isto foi feito desta forma precisamente para refutar qualquer tipo de interpretação naturalista.

Modificado a partir do original

Referências:

  1. Thomas, B. Exoplanet Discoveries Demolish Planet Formation Theories. ICR News. Posted on icr.org January 24, 2011, accessed June 16, 2011.
  2. Coppedge, D. F. 2006. Mature at Birth: Universe Discredits Evolution. Acts & Facts. 35 (10).
  3. Thomas, V. and R. Webb. 2011. Slim and beautiful: Galaxies too good to be true. New Scientist. 2816: 32-35.
  4. Peebles, P. J. E. 2011. Astrophysics: How galaxies got their black holes. Nature. 469 (7330): 305-306.
  5. Coppedge, D. 2008. Rescuing Ring Ages. Acts & Facts. 37 (10): 15.

quinta-feira, junho 23, 2011

O argumento da imperfeição

As imperfeições são as evidências primárias em favor da teoria da evolução.
(Stephen Jay Gould , "The Panda's Thumb of Technology" National History, Vol 96, No.1, página 14)
O argumento da imperfeição foi desenvolvido por Darwin como resposta ao brilhante argumento para o Design feito por Paley. Darwin mostrou que a natureza continha muitos exemplos de design curioso, estranho e não óptimo, o que, segundo Darwin, nunca seria a forma de operar dum designer competente.

Usando o dualismo sempre negado pelos evolucionistas (vêr este postal) Darwin concluiu que a evolução é responsável por essas formas. Ele disse que tal design "imperfeito" não se espera dum designer capaz mas é o resultado esperado da evolução uma vez que ela modifica as estruturas disponíveis em favor dum uso imediato.

Este argumento é muito do agrado dos evolucionistas. Alguns deles, transformaram-no num argumento com força considerável.

Design ideal é um péssimo argumento em favor da evolução uma vez que imita a acção postulada de Um Criador Omnipotente. Arranjos estranhos e soluções curiosas são as provas em favor da evolução - caminhos que Um Deus Cuidadoso nunca usaria mas que um processo natural, limitado pela história, seguiria.
(Stephen Jay Gould,1980, "The Panda's Thumb", página 20-22)

....

Se não existissem imperfeições, não haveria evidências de um passado histórico, e desde logo, nada para preferir a evolução através da selecção natural em detrimento da criação.
(J. Cherfas, 1984, "The dificulties of Darwinism", New Scientist, May 17, página 29)

O argumento da imperfeição era a classe preferida de evidências evolutivas por parte de Stephen Gould. Ele desenvolveu muitos artigos e livros a promovê-lo, particularmente o livro "The Panda's Thumb". Ele alegou que as tais soluções curiosas e estranhas são as melhores evidências em favor da evolução. Ele chama a esta linha de pensamento "o princípio do panda".

No entanto, o argumento da imperfeição não é evidência em favor da evolução. Aliás, nem a perfeição nem a imperfeição são evidências em favor da evolução uma vez que esta teoria pode acomodar ambas as situações.

Mesmo que o design fosse todo "perfeito" (segundo aquilo que os evolucionistas consideram "perfeito"), isso não estaria imune às histórias da carochinha do evolucionismo, uma vez que o próprio Gould admite:

Mas a perfeição pode ser imposta por Um Criador Sábio ou evoluir a partir da selecção natural.
(Stephen J. Gould, 1982, "Evolution as Fact and Theory", página 122)
Ou seja, a imperfeição é evidência em favor da evolução, mas mesmo que houvesse perfeição, isso também seria evidência em favor da mesma teoria. Dois cenários opostos são usados como evidência para o mesmo processo natural.

Isto é ciência?

Conclusão:

O argumento da imperfeição nunca foi evidência para a evolução. Este tipo de evidências, que os evolucionistas dizem serem as provas PRIMÁRIAS para o mito evolutivo, nada mais são que evidência contra o Criador.

Sempre que alguém apelar ao "mau design" ou ao "argumento da imperfeição" como evidência em favor da evolução, nós temos que questioná-lo como é que isso suporta a tese de que a biosfera é o resultado dum processo aleatório de mutação e selecção.

Posteriormente, devemos perguntar ao evolucionista se essa linha de pensamento não assume o dualismo "Criação ou evolução". Se ele disser que sim, então nós podemos dizer que evidências contra a evolução são evidências em favor da Criação. Se ele disser que não, então evidências de "mau design" não são evidências em favor da evolução.


Fonte: "The Biotic Message" página 26

quarta-feira, maio 11, 2011

Sistema auditivo das corujas suporta Génesis

Mas o pelicano e a coruja a possuirão, e o bufo e o corvo habitarão nela: e ele estenderá sobre ela cordel de confusão e nível de vaidade.
Isaías 34:11


Já é sabido a algum tempo que as corujas possuem uma excelente visão nocturna, no entanto pesquisadores da Cal Tech (Pasadena) descobriram que, para além da sua visão, as corujas possuem outras formas sofisticadas para caçar.

Para poderem recolher mais dados, foram colocados auscultadores em 14 corujas e estudadas as suas reacções ao som. Os resultados mostram de forma convincente que a coruja constrói no seu cérebro um mapa detalhado do seu meio ambiente.

Para localizar a origem dum ruído, as corujas não adicionam simplesmente os sinais sonoros como seria de esperar. Em vez disso, as células nervosas auditivas da coruja calculam a distância do som, e depois aplicam esta informação ao seu mapa mental num processo que os pesquisadores classificam de "multiplicação".

Acreditou-se durante muito tempo que o ser humano era o único ser vivo cujo processo mental usava a "multiplicação", mas estes novos dados vêem perturbar o consenso.

Os pesquisadores acrescentaram ainda que a "multiplicação" é uma forma mais poderosa de processar a informação.


Deus sabia que as corujas necessitariam de sobreviver e como tal dotou-as (desde a criação) com um processo auditivo complexo e funcional (embora elas só o tivesse posto em funcionamento depois da Queda).

O facto de duas formas de vida tão distintas terem um processo mental relativamente análogo (no que toca à audição) suporta a tese de que ambos tem a Mesma Origem, e destrói a tentativa de se construir uma linha evolutiva/filogenia. Isto está de acordo com a Teoria da Mensagem Biótica.

Segundo, sendo a evolução um processo não inteligente, sem direcção e sem capacidade de ver para além da sobrevivência imediata duma forma de vida ou duma população, a mesma nunca poderia ser a explicação para a origem de um sistema inteligente e dependente de informação codificada, como o é a audição das corujas.

Isto leva-nos a concluir que, contrariamente ao que os militantes evolucionistas alegam, a Biologia funciona perfeitamente sem levar em conta os mitos naturalistas.

Notas: Science, Vol. 292, 13/4/01, Laura Helmuth,Location Neurons Do Advanced Math.

sábado, abril 09, 2011

Embriologia e as leis de Von Baer

Leis científicas são observações àcerca do mundo empírico. Ao contrário das teorias científicas, as leis científicas sumarizam as observações sem as tentar explicar aprofundadamente.

No ano de 1828 o anti-evolucionista Karl von Baer generalizou as observações em torno da embriologia em leis que possuem o seu nome. Elas continuam a ser as generalizações mais poderosas em torno dos dados. Stephen Jay Gould afirma que elas são "provavelmente as palavras mais importantes na história da embriologia" (Gould, "Ontogeny and Philogeny",1977, página 70).

Estas são as leis de von Baer:

  1. As características gerais de um largo grupo de animais aparecem no embrião mais cedo que as características mais específicas.
  2. As características menos generalizadas desenvolvem-se a partir das mais generalizadas, e assim sucessivamente até as mais especializadas.
  3. O embrião de uma dada espécie, em vez de passar pelas fases de outros animais, afasta-se mais e mais delas.
  4. Portanto, de um modo fundamental, o embrião de uma forma de vida superior nunca é como o adulto de um forma inferior, mas sim parecido com o seu embrião.
As leis de von Baer indicam que quanto mais cedo estivermos na fase embrionária, mais próximas as classes de organismos distantes se parecem umas com as outras. À medida que os embriões se desenvolvem, eles divergem-se ainda mais dos embriões de outras espécies.

Por exemplo, o embrião dos seres humanos é semelhante ao embrião dos peixes, mas nunca idêntico. À medida que o embrião humano e o embrião do peixe se tornam mais maduros, eles tornam-se totalmente distintos um do outro.

Os desenvolvimentos embrionários parecem, assim, os raios da roda duma bicicleta. Os organismos começam num ponto central e comum, e divergem seguindo caminhos únicos e distintos. Há semelhanças no desenvolvimento, e há alguns caminhos paralelos, mas os embriões tendem a possuir rotas de desenvolvimento únicas e divergentes em relação a outras espécies.


O padrão von Baer da ontogenia é uma evidência poderosa para a teoria da Mensagem Biótica. O padrão indica de um modo gráfico que os organismos nunca poderiam ter sido criados por criadores a operarem independentes uns dos outros. A vida parece ter originado a partir de Uma Fonte. Este facto emite a mensagem unificadora (a biosfera foi toda criada pela Mesma Inteligência e não várias inteligências).

A sequência de von Baer coloca mais problemas para a mitologia evolutiva uma vez que a selecção natural não consegue explicar o padrão do desenvolvimento embrionário. A selecção natural não quer saber se uma característica é generalizada ou específica. Ela não vê atributos portanto não os pode ordenar segundo uma sequência especial.

As duas características dominantes da embriologia - o desenvolvimento radial e a sequência von Baer - não são facilmente explicadas pela mitologia evolutiva.

Devido aos problemas que a ciência da Embriologia colocou à teoria da evolução, os materialistas desenvolveram algumas tentativas para harmonizar a sua teoria com a ciência. A tentativa mais famosa são os fraudulentos gráficos do ateu evolucionista Ernst Haeckel. Essencialmente essa tentativa defende que o desenvolvimento embriológico repete (recapitula) as fases das formas adultas dos ancestrais. Daí o nome pomposo para esta teoria: "Ontogenia recapitula a filogenia".

Numerosos exemplos foram citados e até Darwin caiu no mesmo erro.

Haeckel referiu-se à sua teoria como a "Lei Biogenética", aparentemente como forma de elevar a sua importância e ensombrar von Baer. No entanto, a "Lei" Biogenética nunca chegou a ser uma lei.

Tal como foi dito logo no início deste post, as leis fazem um somatório das observações, e a "lei" de Haeckel alegava sumarizar observações que uniam a ontogenia à ancestralidade. No entanto, a ancestralidade nunca foi observada uma vez que a biosfera não tem uma filogenia identificável. Em vez de usar verdadeiras observações, o ateu evolucionista Haeckel usou de especulação e fraude.

Apesar da teoria da recapitulação estar cientificamente desacreditada, os evolucionistas continuam a dar ênfase à recapitulação e à "lei" biogenética. Eles fazem isto como forma de usar a embriologia como evidência para a evolução. A fraude evolucionista é de tal forma profunda que chegam a alegar que "A lei biogenética não está em disputa; apenas a versão de Haeckel" (Cracraft, Revisão de um livro - por Weinberg - 1984, página 63). Alguns livros de educação escolar referem-se às leis de von Baer como "a lei biogenética" (G.C. Kent, "Comparative Anatomy of the Vertebrates ", 1987, página 18).

Lovtrup reinterpretou as leis de von Baer sob o nome de "recapitulação von Baeriana" (S. Lovtrup, "Darwinism: The Refutation of a Myth", 1987, págin 378). Esta qualificação é um total absurdo uma vez que von Baer nunca deu suporte à recapitulação e as suas leis não podem ser usadas como evidência para recapitulação uma vez que não identificam ancestrais nem descendentes.

Conclusão:

O desenvolvimento embrionário é evidência forte para a Mensagem Biótica uma vez que distintas formas de vida começam num ponto central muito semelhante, mas depois divergem como raios de uma roda. Isto envia a mensagem unificadora (mesmo Criador).

Semelhantemente, a selecção natural não pode explicar o padrão de desenvolvimento embrionário, o que suporta a tese da origem Sobrenatural das formas de vida (mensagem não naturalista).

A existência de muitas convergências no desenvolvimento destrói as tentativas de se construir uma filogenia. Isto suporta a tese da origem Sobrenatural.

Os embriões mostram semelhanças com outros embriões e não com as formas adultas desses embriões, como erradamente pensava Haeckel. Isto também é evidência contra a evolução.

Em resumo, podemos dizer que a embriologia, tal como as outras áreas científicas, recusa-se a confirmar a mitologia evolutiva.


Modificado a partir do livro "The Biotic Message", páginas 369 e 377

sexta-feira, março 25, 2011

Funções semelhantes em design distinto

Para que a mensagem biótica pudesse ser enviada e recebida de forma eficiente, Deus não usou o mesmo design indiscriminadamente. Deste modo, Deus usou design distinto em estruturas que executam funções relativamente semelhante. As asas dos morcegos, das áves e dos pterodáctilos são um exemplo clássico.
Quando comparamos a anatomia das variadas plantas e dos variados animais, encontramos semelhanças e diferenças onde nós nunca esperaríamos que tivessem sido colocadas por Um Criador. Não é estranho que Um Criador tivesse conferido aos morcegos, as áves e aos pterodáctilos asas feitas com os mesmos elementos ósseos que as toupeiras usam para escavar e os pinguins usam para nadar?.....Um Criador Omnisciente não deveria experimentar diferentes designs.
(Douglas Futuyma, "Science on Trial: The Case for Evolution ", 1983, página 199)
A asa do morcego foi construída com o alongamento de quatro dedos, enquanto que a asa dos pterodáctilos foi construída com o alongamento de apenas um dos dedos. A asa das áves foi feita com a diminuição da mão e a colocação de penas.

Os evolucionistas alegam que isto é evidência para a evolução ao afirmarem que um Designer eficiente nunca testaria vários designs.

Os evolucionistas estão enganados. Como Deus queria que as formas de vida tivessem em si uma mensagem (a Mensagem Biótica), então seria de esperar coisas como as descritas em cima.

  1. A semelhança entre estes três organismos não pode ser negada. Eles não só são variações de um tema comum, como também possuem uma estrutura física comum. Isto envia a mensagem unificadora (o Criador é o Mesmo).

  2. Estes organismos foram sistematicamente colocados de modo a que o facto de terem asas não possa ser explicado como tendo origens num parente comum. Isto envia a mensagem não-naturalista (o Criador é Sobrenatural).

  3. O design das asas é suficientemente diferente de modo que não possam ser explicadas segundo um processo de transposição genética. Isto mais uma vez demonstra a origem Sobrenatural da vida ao enviar a mensagem não-naturalista.
    Esta é de facto a grande dificuldade para a evolução. Se as asas fossem idênticas não haveria problemas em racionalizar as suas origens segundo a transposição. Mas como as asas são semelhantes, mas não idênticas, isto destrói as interpretações que se baseiam na transposição.

Conclusão:

O Emissor da biomensagem (Deus) criou estes organismos de forma a que fosse impossível os evolucionistas explicarem segundo a "descendência com modificação". Devido a isto, os evolucionistas são obrigados a propor que a evolução de asas (e do próprio vôo) aconteceu separadamente em cada um dos casos.

Com isto se pode ver que, contrariamente ao que os evolucionistas alegam, as asas dos variados organismos não só não são evidência para a sua mitologia, como mais facilmente se pode constatar que a teoria que mais fortificada sai da análise dos supracitados sistemas é a Criação - mais especificamente, a teoria da Mensagem Biótica.


"Eu fiz a terra, o homem e os animais que estão sobre a face da terra, pelo Meu Grande Poder e com o Meu Braço estendido, e a dou àquele que Me agrada em Meus Olhos."
Jeremias 27:5

Modificado a partir do livro "The Biotic Message", página 354

quinta-feira, março 24, 2011

Convergência biológica

A natureza possui uma enorme colecção de convergências biológicas construídas de modo a dificultar uma interpretação evolutiva. O lobo marsupial da Tasmânia é espantosamente parecido com um cão, mas essa semelhança não provém da descendência comum. Estes dois animais com estruturas semelhantes alegadamente surgiram de ancestrais estruturalmente distintos mas evoluíram rumo a um design corporal similar. Os evolucionistas chamam a isto de "convergência".

As baleias são um exemplo conhecido uma vez que, apesar de serem mamíferos, elas possuem uma forma corporal (fusiforme) semelhante a dos peixes. Os evolucionistas acreditam que isso se deve também à convergência evolutiva uma vez que, de acordo com a mitologia evolutiva, as baleias surgiram de quadrúpedes terrestres que se aventuraram nas águas até se tornarem baleias. (Sim, os evolucionistas acreditam mesmo nestas coisas!)

Ainda mais impressionante é o ichthyossauro. Este réptil é parecido com os golfinhos na sua anatomia, mas este design não é tido como resultado de descendência comum.

Uma coisa importante que convém ter em conta é que as convergências são similares mas nunca idênticas. É exactamente por serem assim que as formas convergentes evitam suportar a noção de serem o resultado dum processo evolutivo.

Esta situação requer um equilíbrio delicado:

  • Se as características são demasiado semelhantes então elas podem ser explicadas como o resultado de uma transposição de informação genética de uma forma de vida para a outra.
  • Mas se os órgãos convergentes são demasiado diferentes, então eles já não precisam das racionalizações especiais (e formidáveis) para explicar as semelhanças.

Este equilíbrio delicado precisa dUm Designer.

  1. A convergência é uma forma eficiente de unificar os diversos organismos. Isto junta as diferentes partes do sistema da vida num todo unificado. Isto envia a mensagem unificadora.
  2. A convergência ajuda a destruir as tentativas do observador em identificar uma filogenia. Isto envia ao observador a mensagem não-naturalista da Mensagem Biótica.
  3. As próprias convergências não parecem ser o resultado da evolução. Elas não podem ser explicadas por descendência comum e nem por transposição. Isto, mais uma vez, envia a mensagem não-naturalista.

A convergência é uma das situações mais difíceis de explicar dentro da mitologia evolutiva, e como tal, é muito importante para a teoria criacionista com o nome de "Mensagem Biótica".

Um outro exemplo de estruturas convergentes é o platypus australiano. Este mamífero tem um bico parecido com o do pato. Em termos estruturais, o bico parece ser como borracha (e não duro como o dos patos). Ao contrário do bico dos patos, o bico do platypus possui sensores bioeléctricos usados para navegação sub-aquática e detecção de presas.

Devido a divergências como estas, o bico do pato e o bico do platypus não podem ser explicados como o resultado de uma transposição. Em vez disso, os evolucionistas são forçados a aludir a extremamente implausíveis mecanismos convergentes.

Conclusão:

A mitologia evolutiva acomoda qualquer facto e qualquer dado por mais auto-contraditório que seja. A ciência tem demonstrado um elevado nível de semelhanças entre formas de vida que nunca poderiam estar unidas por descendência comum. Em vez de abandonarem a teoria da evolução devido aos dados da ciência, os evolucionistas inventam histórias sobre uma hipotética convergência num passado cada vez mais distante e cada vez mais remoto (e vai ficando cada vez mais remoto e cada vez mais distante à medida que o nosso conhecimento biológico avança).

Se já é difícil aceitar que uma estrutura biológica possa ter surgido aleatoriamente UMA vez, imaginem o ridículo de acreditar que uma estrutura parecida possa ter surgiu NOUTRO animal executando funções semelhantes.

Do ponto de vista Bíblico, as semelhanças entre formas de vida tão distintas unem toda a vida debaixo do mesmo pano de fundo. Estas semelhanças mostra que todas elas tem o Mesmo Criador e o Mesmo Designer.

Do mesmo modo, como elas nunca poderiam ser unidas por descendência comum, isto demonstra que a origem de tais estruturas é distinta uma da outra. Os animais marinhos foram criados num dia enquanto que os terrestres foram criados noutro. Não houve nenhuma evolução de uns para os outros.

Terceiro: como este equilíbrio entre nível de semelhança e distância classificativa entre os animais requer planeamento, então tem que haver Alguém por trás do plano (Deus). Forças não inteligentes não tem a capacidade de gerar sistemas com esta estrutura.

segunda-feira, março 21, 2011

Humanos e macacos glorificam o Criador

Os historiadores naturais têm tendência de separar o homem da natureza. Aristóteles, Descartes e Kant, por exemplo, sentiam que o Homem era uma criatura distinta do resto da vida. Stephen Jay Gould, o falecido evolucionista marxista, lamenta esta situação extraordinariamente comum nas tentativas de unificarem as teorias:

Gould vê uma tendência dos historiadores naturais de separar o Homem da natureza. Gould está correcto e esta é de facto a importância dos macacos para a Teoria da Mensagem. Os macacos impedem as tentativas de se separar o Homem da natureza: eles unem o Homem à natureza.

Os macacos possuem inúmeras semelhanças com o ser humano e eles mostram que nós fazemos parte desta colecção unificada de "objectos" biológicos. Nós somos parte da Mensagem e como tal, nós temos que recolher as mesmas conclusões àcerca das nossas origens.

Os macacos mostram de forma bem visível que o Criador da diversidade biológica existente na Terra e o Criador do Homem é o Mesmo. O Nosso Criador é o Autor desta Mensagem Biótica.

O evolucionista Kenneth Miller afirma:

A grande questão emotiva entre os criacionistas é a evolução humana. É seguro afirmar que todos os seus argumentos prévios existem apenas e só para suportar a noção de que os seres humanos não estão de forma alguma conectados aos outros animais.
(Kenneth Miller, "Answers to the Standard Creationist Arguments", 1982, páginas 9 e 10)
Miller está totalmente enganado. Os criacionistas não afirmam que os seres humanos não estão de forma alguma conectados aos outros animais. Pelo contrário, Deus diz:
Eu [DEUS] fiz a terra, o homem e os animais que estão sobre a face da terra, pelo Meu grande Poder e com o Meu Braço estendido.
Jeremias 27:5
Nós defendemos que todos os organismos estão de facto unidos uns com os outros, mas por design e não por descendência comum. Esta sempre foi a forma de pensar dos criacionistas.

É precisamente por este ter sido o pensamento cristão desde o início que a descoberta de macacos por parte dos europeus cristãos não causou nenhum tumulto.

Sir Peter Medawar escreveu em 1983::
Seria de acreditar que a descoberta destes meio-animais, meio-humanos [os macacos] tivesse assustado e afectado as pessoas de um modo profundo - isto mostra a ligação entre os animais e os humanos. No entanto a literatura da época não mostra evidência alguma de tais declarações assustadas.
(Sir Peter Medawar, "The Evidences of Evolution", 1983, página 103)

Conclusão:

Os evolucionistas são muitas vezes culpados da falácia genética. Eles imputam aos criacionistas motivações que, para além de serem falsas, são irrelevantes. Uma dessa supostas sinistras motivações é a de "separar" o Homem da natureza. Segundo os evolucionistas, a existência dos macacos "refuta" as pretensões cristãs.

O que os evolucionistas não entendem é que nenhum cristão alguma vez alegou a inexistência de ligação entre humanos e macacos. A diferença entre a fé cristã e a fé evolucionista é que, enquanto esta última alega que os seres humanos e os macacos tem um parente comum, a Bíblia diz que ambos possuem Um Designer Comum.

A existência de macacos não é argumento contra a exclusividade da existência humana uma vez que, para além de ter uma componente física, o ser humano é criado à Imagem e Semelhança de Deus. Esta é a "separação" que a Bíblia faz entre os animais e o ser humano.

Mas ao nível físico (a nossa bioquímica, anatomia, etc) nós somos bastantes parecidos e essas semelhanças apontam para o Criador e não para Darwin.


Modificado a partir do livro "The Biotic Message", página 324

quinta-feira, março 10, 2011

A origem da sexo

A literatura focada nas nossas origens usa o termo "sexo" como referência a discussões em torno da mistura de material genético de dois indivíduos. Quando os teóricos discutem o "sexo" eles não se referem a acto sexual mas sim à união genética.

Hoje em dia a origem e a manutenção do sexo é um dos maiores problemas para o ateísmo aplicado à biologia (teoria da evolução). As coisas estão tão complicadas para o ateísmo biológico que alguns evolucionistas tentam transformar esta questão numa não-questão.

Os evolucionistas Lynn Margulis e Carl Sagan sugeriram que o sexo e a hereditariedade mendeliana são "acidentes históricos", e que ambos mais não são que restos acidentais da era dos organismos unicelulares. Eles alegam, portanto, que a manutenção do sexo é uma questão "não científica" que nos "leva a confusão com prejuízo intelectual" (citado por Crow, 1988, páginas 59-60, "The Importance of Recombination").

A maior parte dos evolucionistas, no entanto, discorda com Margulis e Sagan e alega que o sexo não pode ser explicado se não tiver alguma função útil. Se o sexo não tem utilidade, então para quê manter a sua especificidade e uniformidade durante os mitológicos "milhões de anos"?

A reprodução sexual parece ser bagagem excessiva para se suportar se não tem função alguma..... É difícil de imaginar como um processo tão elaborado, disperso e custoso tem sido mantido sem servir algum propósito importante em si mesmo.
(Crown, 1988, página 69)
O sexo acontece nos maiores grupos da vida terrestre. É a forma de reprodução de grupos tão diversos como os artrópodes, equinodermes, moluscos, e vertebrados. No entanto, apesar de tal grau de diversificação, o sexo é muito similar através da natureza.

Quando um organismo sexual forma gâmetas (esperma ou células do óvulo) uma divisão meiótica ocorre onde metade dos genes são removidos. Então, quando o esperma combina com o óvulo, a descendência resultante contém o integralidade dos genes.

Por outro lado, a reprodução assexual envia todos os seus genes para cada um dos descendentes. Na luta darwiniana de transmissão dos genes, a assexualidade é duplamente mais eficiente que a sexualidade. É portanto evolutivamente difícil de explicar a propagação do sexo na natureza.

O sexo é o problema-rei da biologia evolutiva. Provavelmente nenhum outro fenómeno natural causou tamanho interesse; certamente que nenhum semeou tanta confusão.
(G. Bell, 1982, "The Masterpice of Nature: The Evolution and Genetics of Sexuality", página 19)

A existência da reprodução sexual é realmente um grande paradoxo.
(Richard Dawkins, 1984, "The Blind Watchmaker", página 130)

Apesar algumas engenhosas sugestões por parte dos darwinistas ortodoxos, não existe historia Darwiniana convincente que explique o surgimento da reprodução sexual.
(P. Kithcer, 1982, "Abusing Science: The Case Against Creationism", página 54)

Ciência explica a criação Divina.

Na reprodução assexual todos os descendentes são clones dum parente - distinto dele apenas nas novas mutações. A reprodução sexual, por outro lado, gera diversidade: salvo em casos excepcionais (gémeos idênticos), não existem organismos geneticamente idênticos - mesmo que descendentes do mesmo casal.

Parece, portanto, que há alguma valor na diversidade biológica.

Ponham-se o lugar de Deus por alguns instantes. Imaginem que vocês iriam criar formas biológicas que mais tarde iriam estar sujeitas à deterioração devido ao pecado de Adão. Se vocês quisessem que essas formas de vida sobrevivessem, não iriam criar formas de auto-correcção na vida de modo a minimizar os efeitos da Maldição do pecado?

Pois bem, a reprodução sexual é uma dessas formas. O benefício do sexo não está na suposta aceleração da evolução (ao propagar as mutações benéficas, como opinaram alguns evolucionistas) mas sim na remoção das mutações maléficas. O sexo agiria portanto como um pano de limpeza genético, limpando as mutações prejudiciais em cada geração.

Uma das hipóteses é conhecida como "Muller's ratchet".

Segundo esta hipótese, um organismo assexual nunca pode conter menos mutações prejudiciais do que o seu progenitor, uma vez que ele é uma cópia do mesmo progenitor. Deste modo, organismos assexuais podem adquirir mais mutações prejudiciais mas nunca menos.

Por outro lado, com a reprodução sexual, e como os descendentes são uma mistura genética de dois organismos, a descendência pode conter menos mutações prejudiciais do que a progenitura. Quando a taxa de mutação é suficientemente baixa, o sexo poder ajudar a selecção natural.

Muller afirmou que esta é a vantagem da reprodução sexual. A sua hipótese sugere que o sexo tem um benefício a longo prazo para o grupo (e não para um indivíduo).

Dificuldades para a evolução.

A hipótese de Muller é problemática para os evolucionistas uma vez que a sua teoria propõe benefícios imediatos para o organismo. A evolução não só não pode olhar para o futuro como também a sua selecção ser baseada nas características correntes e com utilidade imediata.

Devido a isto, Muller (tal como Mendel) foi inicialmente ignorado pelos evolucionistas.

Mensagem Biótica:

Os criacionistas, por outro lado, aceitam que os mecanismos genéticos do sexo possuem uma utilidade biológica. Uma vez que os criacionistas olham para a biosfera como o resultado de Uma Mente Racional (Jeremias 27:5), eles olham para a sexualidade como algo funcional para a saúde e manutenção do grupo biológico.

Muito provavelmente o sexo opera funções aludidas por Muller. Tais funções estão em perfeita harmonia com a visão cristã do mundo uma vez que nela há Um Deus que pode "olhar para o futuro" e antever cenários onde a reprodução sexual seja o melhor método de reprodução.

Para além disso, a Teoria da Mensagem alega que as características biológicas possuem duas funções:

  • Instrumentos para a sobrevivência.
  • Portadores duma mensagem.

Isto sugere que o sexo faça parte da Mensagem Biótica. De facto, o sexo possui duas propriedades necessárias para a Mensagem Biótica:

  • O sexo possui uma uniformidade através dos sistemas biológicos. Isto une os diversos organismos - muitas vezes de uma forma bem visível.
  • A origem e a disseminação da reprodução sexual resiste a explicações naturalistas. Isto envia a mensagem não naturalista (Sobrenatural).

Conclusão:

A reprodução sexual é mais uma das inúmeras evidências para o Génio Criativo de Deus. A especificidade dos gâmetas, os requerimentos genéticos, a harmonia, a interdependência e a visão de grupo são factos que são melhor explicados como tendo Uma Causa Inteligente.

Os evolucionistas são livres de acreditar em mitos, mas não são livres de chamar de "ciência" aos seus mitos.

Quem operou e fez isto, chamando as gerações desde o princípio?
Eu, o Senhor, o Primeiro, e com os últimos, Eu mesmo.
Isaías 41:4

Eu sou o Senhor, e não há outro; fora de Mim não há Deus
Isaías 45:5

Eu fiz a terra, o homem e os animais que estão sobre a face da terra, pelo Meu Grande Poder e com o Meu Braço Estendido, e a dou àquele que Me agrada em Meus Olhos.
Jeremias 27:5


Fonte: "A Mensagem Biótica", páginas 196 até a 206

segunda-feira, fevereiro 14, 2011

Mimetismo: evidência para criação

Génesis 8:17
"Todo o animal que está contigo, de toda a carne, de ave, e de gado, e de todo o réptil que se roja sobre a terra, traze fora contigo; e povoem abundantemente a terra, e frutifiquem, e se multipliquem sobre a terra."


Os evolucionistas tem o péssimo hábito de usar a sua ignorância científica como evidência a favor da evolução. Vejam estes exemplos:

1. Evolucionista: “Eu Não Sei Qual É a Razão do Percurso do Nervo Laríngeo Portanto o Mesmo Evoluiu”

2. Deus para ateus: Estudem melhor o que EU criei antes de o qualificarem de “mau design”, ok?

Um número surpreendente de formas de vida imitam outras formas de vida, no entanto os evolucionistas rejeitam qualquer atitude de admiração perante tais eventos porque em muitos casos, o mimetismo é, segundo os evolucionistas, "imperfeito". O termo evolucionista para isso é mesmo "mimetismo deficiente". Só que à medida que a ciência vai avançado, os evolucionistas vão sendo obrigados a rever e contradizer as suas conclusões prévias. O mesmo se passa com o alegadamente mimetismo "deficiente".

Várias espécies de orquídeas são conhecidas por imitarem polinizadores de forma a atrair atenção. Uma orquídea chamada de orquídea de Ophreys procura atrair os machos de várias espécies de abelhas ao imitar o cheiro da fêmea da mesma espécie.

Só que quando os cientistas estudaram a composição exacta da composição feromônica usada pela orquídea, eles descobriram que ela não era exactamente igual ao cheiro usado pelas abelhas fêmeas locais. Devido a isto, estes cientistas qualificaram o evento de "mimetismo deficiente". No entanto, quando os pesquisadores expandiram a área de análise, eles fizeram uma descoberta surpreendente.

As orquídeas são capazes de alterar a composição feromônica dos odores que elas criam de forma a alterar de forma subtil a fragrância que elas produzem. De facto, as orquídeas mencionadas em cima haviam alterado a química do seu odor de modo a que este imitasse o cheiro de abelhas fêmeas que viviam a alguma distância delas. E porquê? Porque estudos demonstraram posteriormente que as abelhas macho preferem as fêmeas de outras localizações em vez das fêmeas locais.

Portanto aquilo que os evolucionistas haviam classificado de "deficiente" era na verdade um design calibrado de forma precisa para um determinado propósito. Mais uma vez se vê que a teoria da evolução é um embaraço para a ciência. Afirmar que algo evoluiu só porque não se sabe qual é a sua função é ridículo, mas se há alguém que sabe o que é acreditar no ridículo, esse alguém são os evolucionistas.

Conclusão:

Obviamente que a imitação é sempre o resultado de design inteligente, por isso é mais do que claro que o mimetismo é algo gerado por Alguém (Deus). A teoria da evolução, por sua vez, ao propôr que forças não inteligentes criaram sistemas com a capacidade de imitar outros sistemas é uma afronta à razão e à ciência.

O facto de haver plantas com a capacidade de imitar insectos é algo que une o sistema de vida e mostra que a origem dos insectos é a mesma que a origem das plantas. Quem criou as plantas criou os insectos. Isto suporta a teoria da Mensagem Biótica.

domingo, fevereiro 13, 2011

O Sobrenatural

[NOTA: O texto em baixo é uma modificação do livro "The Biotic Message". O autor do original acredita no "big bang" e nos mitológicos "milhões de anos".]

A Teoria da Mensagem não assume a existência do sobrenatural, no entanto as evidências sugerem que o Emissor da Mensagem Biótica é Sobrenatural.
  • O sistema da vida mostra que a vida foi criada para a sobrevivência e para emitir uma mensagem biótica. Isto requer inteligência e tecnologia muito superior à nossa. A isto acresce-se que a sequência fóssil mostra que o ser humano não estava presente na Terra até virtualmente ao fim. Isto indica que o ser humano nunca poderia ser o criador da vida. Nenhuma forma de vida na Terra tinha a capacidade e a oportunidade para ser o Criador.

    A ausência de vida extra-terrestre aponta para o Sobrenatural como a possibilidade restante.

  • A sequência fóssil une o padrão da vida com a crosta da Terra. Juntos, e aliados à ausência de vida extra-terrestre, previnem o observador de "explicar" o problema da vida mudando a origem da Terra para o espaço. Além disso, a Terra tem muitas propriedades necessárias para a vida e para a sua peculiar habilidade de preservar e revelar o registo fóssil.

    Estas propriedades foram essenciais para a Mensagem Biótica e as mesmas indicam que o Emissor da Mensagem possui poderes com alcance cosmológico.

  • O universo em si possui muitas propriedades improváveis que são necessárias para a vida. (Os evolucionistas tentam "explicar" estas propriedades com o princípio antrópico). O universo possui também propriedades necessárias para o sucesso da Mensagem Biótica.

    Estas incluem:

    • A inabilidade de confirmar uma origem naturalista da vida.
    • A ausência de vida extra-terrestre.
  • Estas propriedades sugerem que o universo foi criado para suportar a Mensagem Biótica.

Se os dados falhassem em qualquer um destes tópicos, poderiam-se gerar outro tipo de interpretações, no entanto as evidências descobertas até hoje apontam consistentemente para uma conclusão:

O Emissor da Mensagem Biótica é Sobrenatural, e Ele intencionalmente deixou-nos vários sinais nesse sentido.

Conclusão:

Enquanto que os dados da ciência nos levam a saber que existe Um Criador, só a Bíblia nos revela de forma coerente Como é o Criador e Qual é a Sua Personalidade. A Bíblia revela-nos que o Criador é Poderoso (Jeremias 27:5), Omnibenevolente (João 3:16), Omnipresente (Salmo 139:7-12), Justo Juiz (Génesis 19) e Omnisciente (Hebreus 4:13).

É precisamente por estas Qualidades que Deus não pode ter aliança com o pecado, mas ao mesmo tempo não quer condenar toda a humanidade ao sofrimento eterno (fogo do inferno). Devido a isto, e como forma de salvar aqueles que estão cientes de que o seu pecado é barreira para a vida eterna, o Criador enviou o Seu Filho, o Senhor Jesus, para pagar pelo pecado da Humanidade. A Palavra diz:

Porque Deus amou o mundo, de tal maneira, que deu o seu Filho unigénito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.
Como a dívida está paga na Pessoa do Senhor Jesus, Deus Pai abre-nos as portas da vida eterna mediante a nossa fé na Obra Perfeita do Seu Filho.

Em que posição é que tu te encontras? A tua vida para onde te leva? Achas que as tuas "boas obras" são suficientemente boas para as apresentar perante o Deus Puro?

Os militantes ateus e os apologistas muçulmanos gostam de validar as suas crenças aludindo para a "divisão" entre os cristãos. Supostamente, a existência de várias denominações cristãs de alguma forma ou outra "provam" que o Cristianismo está errado.

Pois bem, deixa-me dizer um pequeno segredo: aos Olhos de Deus só há duas denominações:

  • Os pecadores perdoados.
  • Os pecadores condenados.

Em que segmento te encontras? Encontras-te na posição de pecador perdoado ou pecador condenado? Caminhas para o céu e para a vida eterna, ou para o inferno e a morte eterna?

E logo depois da aflição daqueles dias, o sol escurecerá, e a lua não dará a sua luz, e as estrelas cairão do céu, e as potências dos céus serão abaladas.

Então aparecerá no céu o sinal do Filho do homem; e todas as tribos da terra se lamentarão, e verão o Filho do homem, vindo sobre as nuvens do céu, com poder e grande glória.

E Ele enviará os seus anjos, com rijo clamor de trombeta, os quais ajuntarão os seus escolhidos, desde os quatro ventos, de uma à outra extremidade dos céus.

Mateus 24:29-31

terça-feira, janeiro 04, 2011

Borboletas anti-evolutivas


Mas Tu, Senhor, Te rirás deles: zombarás de todos os gentios. Por causa da sua força, eu Te aguardarei; pois Deus é a minha alta defesa.
Salmo 59:8

A maioria das 17,000 espécies de borboletas que existem no mundo são criaturas coloridas e delicadas. Os geneticistas tem estudado os vários padrões presentes nas suas asas, esperando associar os seus achados à mitologia da evolução. Mas até hoje não só os seus achados tem falhado no seu propósito de suportar a teoria da evolução, como muitos dos dados científicos por eles recolhidos suportam a teoria alternativa (Design Inteligente).

As asas das borboletas estão cobertas por pequenas escamas. Algumas borboletas possuem escamas que contem estruturas moleculares que se parecem com árvores de Natal em miniatura; estas estruturas entornam a luz como forma de gerar aquelas cores iridescentes.

Outras borboletas possuem escamas cobertas com pigmento que produz as várias cores e os variados padrões do insecto. Mas a cor tem outro propósito.

As borboletas "Clouded Sulfur" encontram-se nas mais variadas altitudes das montanhas do Colorado. As fêmeas desta espécie são em regra mais escuras que os machos. De facto, as fêmeas tendem a ficar mais escuras à medida que a altitude aumenta. Isto tem valor na sobrevivência uma vez que as cores mais escuras absorvem mais calor do Sol que as cores mais claras. Isto permite que a taxa normal do metabolismo seja retida mesmo em zonas mais escuras e mais frias.

No entanto, os machos preferem as fêmeas com cores mais claras. Isto significa que a vantagem de ter cor mais escura nas altitudes mais elevadas tem menos probabilidades de ser passada às novas gerações. Este é um dado científico que não tem valor evolutivo algum, mas que serve para suportar a Mensagem Biótica:

  • Ajuda o organismo a sobreviver.
  • Refuta qualquer interpretação naturalista.


Tal como diz a Palavra de Deus, a Loucura de Deus é mais sábia que a "sabedoria" do homem - neste caso, a evolução.

"Porque a loucura de Deus é mais sábia do que os homens; e a fraqueza de Deus é mais forte do que os homens."
1 Cor 1:25

Referência: Science News, 2/15/03, pp. 104-106, Susan Milius, “How the Butterfly Gets Its Spots.”

sexta-feira, fevereiro 06, 2009

Resposta ao João: Naturalismo não é Ciência

O meu novo amigo darwinista João (animador do blog "Crónica da Ciência") respondeu a um post que eu fiz há poucos dias. Ele afirma:
O Mats, um defensor do criacionismo, no seu blogue chamado “Darwinismo” (!?) , dedicou uma entrada (1) a responder ao meu “post” intitulado “mutações cumulativas”(2). Ele começa assim:

“No blog intitulado de “Crónica da Ciência - Divulgar ciência, cepticismo e pensamento crítico”, encontramos este post onde tudo que é divulgado é mitologia mascarada de ciência. Não deixa de ser impressionante a quantidade de falsas crenças que dominam a religião evolucionista.”

Por trás destas afirmaçôes só pode estar a ideia de que existem algo como duas ciências. Existe aquela que lhes trás a tecnologia, utilizada no dia a dia e que suporta as suas crenças, e a outra - que sendo incompatível com os seus postulados teóricos – se trata de uma espécie de mitologia.

Curiosamente, é exactamente isso que o filósofo da ciência Karl Popper afirmou.
Mas a ciência é a mesma.
Não é e nunca poderia ser. Os métodos que se usam na Biologia não são os métodos que se usam na arqueologia. Tal como eu já disse no passado:
A pergunta põe-se: quando eu quero saber quem foi o rei da Assíria no século 6 antes de Cristo, eu uso o laboratório do Fìsico para isso? Quando eu quero encontrar a cura para uma doênça, trago a mala do arqueólogo para o laboratório? Não.

Estes exemplos servem apenas para mostrar que, apesar de os métodos de trabalho de toda a ciência terem algumas semelhanças, existem diferenças bem vincadas entre ciências que envolvam eventos que podem ser repetidos, e ciências que estudam eventos que não podem ser repetidos.

Essas distinções não são invenções criacionistas, mas sim a forma como o mundo que Deus fêz opera.

Tal como o Sabino já disse, o que vocês darwinistas tentam fazer é "jantar de borla". O vosso mito naturalista é irrelevante para a ciência operacional, mas vocês querem usar a ciência operacional como suporte para a vossa ideologia. Não funciona, amigo. Ciência é uma coisa, e naturalismo é outra.
"Não existe uma ciência que assente em qualquer tipo de mitologia, como se tivesse uma lista de factos e teorias definidos à priori a partir dos quais tivesse de se elaborar todo o resto".
Se isso assim fosse, não teríamos evolucionistas a admitir que eles assumem o naturalismo como ponto de partida:
"It is not that the methods and institutions of science somehow compel us to accept a material explanation of the phenomenal world, but, on the contrary, that we are forced by our a priori adherence to material causes to create an apparatus of investigation and a set of concepts that produce material explanations, no matter how counter-intuitive, no matter how mystifying to the uninitiated. Moreover, that materialism is an absolute, for we cannot allow a Divine Foot in the door."
Por outras palavras, aquilo que tu afirmas não existir é claramento admitido por evolucionistas eminentes. A teoria da evolução, e basicamente tudo aquilo que os ateus chamam de "ciência", nada mais é do que um empreendimento que tenta apenas e só validar a sua ideologia.
A ciência parte de facto de um conjunto de pressupostos e de princípios básicos, que evoluem, mas eles são transversais às diversas áreas. A fundação na Lógica e na Matemática, a experimentação sistemática e a preocupação com a metodologia, os critérios de falseabilidade e valor preditivo das teorias, o rigor da descrição das observações, a abertura a refutação, o principio de Occam, etc.
Obrigado pela informação, mas isto é totalmente irrelevante uma vez que eu não estou a criticar a ciência, mas sim a teoria da evolução.
É o criacionismo, neste caso, que como tem de partir de determinados factos e ou teorias pré-determinados,
Tal como a teoria da evolução parte de "factos" ("Deus não existe") e teorias pré-determinadas ("Mesmo que Ele exista, Ele é Irrelevante no que toca à origem da vida"). O que é que faz as tuas preosuposições melhores que as minhas?
depois precisa de fazer uma escolha quase ad-hoc entre o que é ciência e o que não é, para poder afirmar que se trata de uma teoria científica.
Mas os criacionistas não dizem que o criacionismo é uma teoria científica ao mesmo nível das teorias da Física ou da Química. O que nós dizemos é que os dados observáveis estão de acordo com a Bíblia. Não há uma única observação que esteja contra a Palavra de Deus.
Digo quase ad-hoc porque afinal tem um critério de exclusão. E o critério é não entrar em contradição com as teorias que pretende manter intocáveis.
Sim, nós excluímos as falsidades e mantemos as verdades. É pena que a teoria da evolução faça o contrário.
Por isso, é preciso para ele por de parte quase toda a biologia, onde nada faz sentido sem ser à luz da evolução como dizia Dobzhansky (3).
O Dobzhansky tinha razão mas não da forma que ele pensava. Nada na Biologia faz sentido sem ser à luz da evolução porque a vida biológica foi criada precisamente para resistir qualquer explicação evolutiva. Para qualquer "facto" que os darwinistas usem como "evidência" para a evolução, Deus, sabendo que isso iria acontecer, antecipou-Se e criou as formas de vida de forma que elas resistissem a qualquer interpretação naturalista. Pensa no que quiseres em relação à teoria da evolução. Qualquer coisa. Pensa bem nesse argumento. Depois disso, diz-me e vais vêr que a vida está feita de tal forma que resiste a interpretação que queres dar.

Mas, a sério, experimenta. Pensa naquilo a que tu chamas a "melhor evidência" para a evolução moléculas-para-homem, e vais vêr como as observações contradizem.

E negar a excelente integração da genética com o modelo evolutivo.
Estou certo que não estás a falar da mesma genética cujo trabalho do monge criacionista Mendel serviu de fundamento, certo? É dessa genética que estás a falar?

Continua....

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