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quinta-feira, julho 26, 2012

O segredo da aranha

As formas de vida possuem uma variedade infindável de métodos que lhes permitem agarrarem-se a algo.1 Alguns destes métodos, que incluem a exploração de forças químicas com os pêlos finos das patas (lagartixas 2 e aranhas 3), inspiraram a construção de a) fita adesiva que se limpa a ela mesma,4 b) maquinaria mecânica e hidráulica que imita os pés das formigas e das abelhas 5, e c) mexilhões que secretam proteínas especiais que podem até colar-se a panelas com superfícies lisas.6

Uma das coisas mais pegajosas que existe na natureza é a teia de aranha. O site CMI havia já descrito a espantosa força das fibras que para além de serem mais fortes que qualquer fibra construída pelos homens que tenha a mesma espessura, incluindo o Kevlar e o aço ,7 são também resistentes ao calor.8

No entanto, a força não é suficiente para aprisionar os insectos e como tal, as aranhas depositam também pequenas gotas de cola sobre as fibras - cerca de 20 por cada milímetro de distância. A forma como isto funcionava foi um mistério até que biólogos da Universidade de Akron (Ohio, EUA) descobriram o segredo.9

A maior parte da cola existente actualmente é uni-funcional: a sua função única é manter as superfícies juntas. Mas a cola da aranha é multi-funcional - um material "inteligente", portanto. 10 O mesmo é composto polímeros - que são moléculas longas compostas por moléculas mais pequenas unidas - com o nome de glicoproteínas, onde as moléculas pequenas são aminoácidos e açucares.

Estas encontram-se reticuladas, o que significa que a força pode ser transmitida de modo eficiente, tal como disse um dos pesquisadores:

O sucesso dum adesivo, no entanto, depende da forma eficiente como a força é transmitida através do mesmo. 11
Esta disposição torna as gotículas 100 vezes mais aderentes.

Mas isto pode ser um problema no momento em que a aranha quiser remover da teia o insecto capturado. A solução é uma cola com força variável: muito mais forte em alturas de maior velocidade do que em alturas de menor velocidade. Devido a isto, a cola pode-se colar fortemente a um insecto voador, mas quando o insecto luta para se libertar (fazendo movimento mais lentos que aqueles que faz durante o vôo) a cola age mais como um elástico.

Quando o insecto pára de se debater, a aranha pode remover o insecto de uma forma ainda mais fácil uma vez que a força de adesão é ainda menor.

Como é normal, os pesquisadores prestaram homenagem verbal ao ídolo de Darwin, embora as desilusões do mesmo tenham sido 100% irrelevantes para a pesquisa. Retirando toda a mitologia evolutiva dos seus comentários, ficamos com uma evidência poderosa em favor do design:

A natureza [sic] causou a evolução de uma miríade de adesivos bem construídos que assistem a locomoção, a auto-defesa e a captura das presas.9
Depois disto, eles listam alguns exemplos no primeiro parágrafo. Os evolucionistas acrescentam ainda:
A existência de estratégias de adesão em espécies de animais indistintamente relacionadas sugere um princípio de design comum na evolução dos adesivos naturais.11
Para ressalvar a realidade do design, os pesquisadores tentam agora aprender os mecanismos em volta da teia da aranha. Um pesquisador disse:

Este achado deverá beneficiar significativamente o desenvolvimento de adesivos sintéticos para aplicações biomédicas, ortopédicas e cura. O entendimento da forma como as aranhas usam esta cola única vai permitir aos cientistas desenvolver adesivos reversíveis que operam na presença da água.11

Como é normal, este não é o único exemplo que mostra como os seres humanos aprendem com o Designer Supremo. 12 Verdadeiramente, "Nada na biologia faz sentido sem ser à luz do design."13

A questão restante é: Por que é que Deus ter criou um dispositivo para caçar insectos?

Primeiro, a resposta a essa pergunta é irrelevante para o facto de design. Ou seja, mesmo que os Cristãos não consigam articular uma resposta minimamente credível para o facto das formas de vida se matarem umas às outras, isso não invalida que a cola da aranha - e a aranha em si - seja o resultado de design inteligente.

É importante dizer isto porque os evolucionistas não aceitam as respostas Bíblicas em torno do motivo da existência da morte e do sofrimento actual, e como tal assumem que a sua rejeição das explicações Bíblicas serve de evidência em favor da mitologia de que estes sistemas são o resultado de milhões de anos de tentativa e erro.

Eles usam o "não sei" do Cristão como plataforma para o seu "então evoluiu!" Obviamente que este salto de fé dos evolucionistas não faz qualquer sentido, mas é preciso não esquecer que a forma de "pensar" dos evolucionistas é diferente da forma de pensar do resto da humanidade.

Originalmente estes sistemas poderiam ter outras funções, algo que é confirmado pela actual existência de aranhas que "capturam" pólen com as suas teias.,14 e também pela existência de aranhas vegetarianas. 15 Isto significa que o facto duma característica biológica estar a ser levada a cabo com um propósito nos dias de hoje, não implica que esse função também era levada a cabo logo após Deus ter construído o universo e o ter declarado "Muito Bom" (Génesis 1:31) - isto é, sem morte, decadência ou pecado.

Por fim, não há qualquer tipo de evidência que suporte a tese de que os insectos são o que a Bíblia qualifica de animal com "alma vivente" (Hebraico nephesh chayyah), especialmente se levarmos em conta que eles não foram trazidos para a Arca, quando a Bíblia diz que o Dilúvio tinha como um dos propósitos a eliminação das criaturas que respiravam pelas narinas (Génesis 7:22).


quinta-feira, dezembro 08, 2011

Comunicando com as abelhas e fragilizando o darwinismo

Cercaram-me como abelhas, mas apagaram-se como fogo de espinhos; pois no Nome do Senhor as despedacei.
Salmo 118:12

Em Junho de 1989 os cientistas reportaram terem conseguido pela primeira vez usar a linguagem das abelhas para comunicar com elas. Há já algum tempo que os cientistas sabiam como interpretar a "dança" das abelhas. Segundo se sabe, esta "dança" é usada pelas abelhas "batedoras" para comunicar às abelhas recolectoras a localização de fontes de alimentação.

Os pesquisadores decidiram levar a cabo experiências para confirmar se o seu entendimento em torno da comunicação das abelhas estava correcto. Mas como é que nos dirigimos a uma abelha e confirmamos que ela entendeu o que dissemos? Os cientistas decidiram que a única forma seria construir uma abelha-robô através da qual seria possível comunicar.

As primeiras tentativas não funcionaram muito bem: os modelos robóticos iniciais foram atacados viciosamente pelas abelhas. Após várias tentativas, os cientistas conseguiram por fim construir uma abelha-robô aceite pelas demais.

Estes pesquisadores, que descrevem a linguagem das abelhas como elegante e precisa, aprenderam o suficiente para comunicar com sucesso a localização duma fonte de alimentação nas redondezas às abelhas verdadeiras.

Apesar do seu sucesso, os pesquisadores são cautelosos ao afirmar que há ainda muito que aprender. Mas estas pesquisas podem um dia tornar possível controlar as abelhas de modo a enviá-las para um sítio específico que precise de polinização.

Nenhuma referência foi feita à teoria da evolução nem foi dito como uma firme fé na mesma poderia de alguma forma aprimorar o nosso conhecimento em torno da linguagem das abelhas.

No entanto, apesar da total irrelevância da teoria da evolução para a ciência, existe um significativo (mas minoritário) número de pessoas que religiosamente defende que sistemas de informação podem aparecer como o efeito de eventos aleatórios, irracionais, sem propósito e sem direcção. As evidências em favor desta hipótese fazem-se notar pela ausência.

Conclusão:

Este tipo de pesquisas demonstram de forma cabal que a teoria da evolução está em contradição com a ciência. Poderia a linguagem das abelhas ser o resultado de milhões de anos de mutações aleatórias filtradas pela selecção natural? Como é que ela sobreviveu antes de "evoluir" esta dança?

Para haver comunicação é necessário, no mínimo, a existência 1) dum emissor, 2) uma linguagem comum e 3) um receptor. Mesmo que uma das abelhas "aprendesse" a dançar como forma de indicar uma localização, este avanço só se fixaria na população se houvesse outra abelha por perto que falasse a mesma linguagem gestual/corporal. Como é que isto evoluiu através de mutações aleatórias?

Mas por mais espantoso que seja o facto de nós humanos aprendermos a linguagem das abelhas para podermos comunicar com elas, o maior gesto de comunicação alguma vez visto pelo Homem ocorreu quando o Próprio Deus tomou a forma dum Homem, e viveu entre nós durante cerca de 3 décadas, preparando assim o caminho para que um dia possamos subir com Ele para a Glória Eterna quando a nossa alma se separar do corpo físico.

Aqueles que estão em Cristo, certamente subirão com Ele para as mansões celestiais porque está escrito "porquanto teve por Fiel Aquele que lho tinha prometido." (Hebreus 11:11).

Aqueles cujas transgressões não foram perdoadas enquanto era possível, e morreram nas suas transgressões, certamente que descerão com o inimigo das nossas almas para a prisão eterna.

Então [O Filho de Deus] dirá, também, aos que estiverem à Sua esquerda: Apartai-vos de Mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o diabo e os seus anjos
Mateus 25:41
Este é o "decreto do Altíssimo" (Daniel 4:24) e ele certamente se cumprirá. A pergunta é: de que lado estás tu?


domingo, outubro 09, 2011

10 perguntas a fazer ao teu professor de Biologia sobre design

Se nós soubermos fazer as perguntas certas, os darwinistas revelarão a natureza religiosa da sua teoria pagã. Como tal, apresento aqui uma lista de 10 perguntas que podem ser feitas aos professores de biologia darwinistas.

Esta lista é uma modificação da lista originalmente proposta pelo Dr William Dembski.

1. Se a natureza ou alguns aspectos dela foram arquitectados inteligentemente, como é que nós podemos saber?

2. O projecto científico que opera sob o nome de SETI (Search for Extraterrestrial Intelligence) procura sinais espaciais com origem inteligente. Deveriam os cientistas procurar indícios biológicos com origem inteligente? Porquê? E se não, porque não?

3. Como é que podemos explicar a complexidade e a saturação informacional presente nos sistemas biológicos? Como é que eles originaram?

4. Existe alguma estrutura presente nas células que se assemelhe a algum engenho feito por humanos? Como é que podemos explicar tais estruturas?

5. O que são sistemas de complexidade irredutível? Existe algum sistema assim na biologia? Se sim, serão esses sistemas evidência para design inteligente? Se não, porque não?

6. Designers humanos (arquitectos, engenheiros, etc) re-utilizam sistemas que funcionam bem. As formas de vida também exibem evidência de re-utilização de sistemas e estruturas (o sistema de visão humano é semelhante ao dos polvos e lulas, por exemplo). Será isto evidência para descendência comum, design comum, ou uma combinação dos dois?

7. Para melhor se entenderem os sistemas biológicos, os biólogos moleculares muitas vezes têm de usar aquilo que se chama de "engenharia revertida". Uma vez que se tem que usar engenharia revertida para melhor se entenderem as funções de certos sistemas biológico, será isto evidência que esses sistemas foram originalmente "arquitectados" (isto é, feitos por uma Inteligência)?

8. Existe alguma diferença entre previsões científicas feitas pela teoria da evolução e as previsões feitas pela teoria do design inteligente? Tomemos o exemplo do chamado "ADN lixo" (junk DNA). Para qual das duas teorias a noção de que largas partes ADN são "lixo" seria mais plausível? Evolução ou design inteligente?

9. Que tipo de evidências te poderiam convencer que a teoria do design inteligente é verdadeira e que o neo-Darwinismo é falso? Se nenhuma evidência a esse nível existe, e nem sequer pode existir, de que forma é o neo-darwinismo uma teoria científica testável?

10. Será possível determinar se um objecto foi feito por alguém sem sabermos quem esse alguém é? Por exemplo, será possível determinar que um objecto é um artefacto antigo mesmo sem sabermos qual foi a civilização que o produziu?


Longe vão os tempos em que os darwinistas agitavam uns ossinhos numa sala de aula e afirmavam que isso eram "evidências" para "evolução".

Hoje em dia, e em parte (não em todo) graças ao trabalho dos cientistas Cristãos, o público está a inteirar-se mais sobre o que se está a debater. Um bom exemplo disso foi o título do passado debate em Oeiras entre o Ludwig e o Jónatas. Para constrangimento do Ludwig, o título do debate foi "EvolucioNISMO vs Criacionismo", e não "A Teoria da Evolução vs Criacionismo".

O "-ismo" posto à frente é uma boa forma das pessoas pensarem nestes assuntos sem assumirem à partida que sabem qual dos lados é ciência e qual é religião.

O que está a ser debatido são duas interpretações sobre o passado, e não "ciência versus religião". Os darwinistas não gostam que a natureza religiosa da sua teoria seja exposta, mas a ciência e o Evangelho de Cristo não podem parar só porque os ateus não gostam de ser escrutinados cientificamente.

sábado, setembro 03, 2011

Alfred Wallace rejeitou selecção natural como mecanismo suficiente

Numa nova biografia, Alfred Russel Wallace: A Rediscovered Life, o historiador de ciência e professor na Universidade do Alabama Michael Flannery reporta como Wallace, co-fundador da teoria da evolução, progressivamente ficou desencantado com a noção da selecção natural ser mecanismo suficiente para explicar a complexidade da vida.

Wallace (1823-1913) concluiu que muitas das características dos organismos vivos só poderiam ser explicadas como o resultado de design por parte "Duma Mente Criativa.

Os críticos do DI frequentemente atacam a teoria afirmando que a mesma é "um impedimento para o avanço da ciência". Flannery mostra, por outro lado, que foi o compromisso de Alfred Wallace com a investigação aberta que o levou a concluir que, longe de ser aleatória e não-direccionada como Darwin insistia, a evolução manifesta evidências cientificamente detectáveis de design planeado.

Segudo Flannery, a Biologia está finalmente a aperceber-se da presciência de Wallace.

O livro de Flannery recebeu endosso entusiástico por parte de cientistas e historiadores incluindo Philip K. Wilson da Penn State College of Medicine, John S. Haller da Southern Illinois University e Michael Behe da Lehigh University.

Michael Egnor, professor e vice-director do"Department of Neurological Surgery" na "Stony Brook University Medical Center" disse:

O livro soberbo Flannery providencia o leitor com uma visão indespensável das guerras iniciais em torno da tempestade moderna em torno da teoria de Darwin e o design inteligente.

Para além do livro, as ideias de Wallace são o assunto dum novo site, www.alfredwallace.org, repleto de recursos gratuitos que incluem vídeos, excertos de livros e informação biográfica adicional àcerca de Wallace.

Wallace, um naturalista inglês, concebeu a sua versão da selecção natural no ano de 1859, altura em que Darwin ainda se encontrava "sentado" sobre o seu livro ainda por publicar. Depois de ter entrado em contacto com Darwin e ter partilhado a sua ideia com ele, Wallace colocou Darwin num tumulto, forçando-o a publicar o seu livro rapidamente antes que fosse suplantado por Wallace.

A tensão cresceu entre os dois quando no ano de 1869 Wallace revelou publicamente as suas dúvidas em torno da teoria darwiniana. Posteriormente, Wallace elaborou a uma versão madura da "evolução inteligente" culminando no seu magnum opus, The World of Life (1910).

Ao contrário de Darwin, Wallace opôs-se vocalmente ao racismo e à eugénica pseudo-científica.


Sem dúvida que qualquer escola pública interessada na educação científica dos alunos informaria os seus alunos que um dos promotores iniciais da teoria da selecção natural como mecanismo da evolução perdeu fé nessa posição e começou a postular um tipo de design inteligente.

Mas como nós todos sabemos, o papel do "professor" de Biologia não é ensinar a verdade mas sim ensinar a teoria da evolução. Daí se infere que a "apostasia" de Wallace vai ser ignorada pelas pessoas que alegadamente tem como missão informar os alunos.

sábado, abril 23, 2011

Evolucionista: o corpo humano não revela design inteligente

Em Março passado a professora de anatomia e fisiologia da "Curry College", a Drª Abby Hafer, "explicou" o porquê da teoria da evolução ser a única teoria das origens genuinamente científica. Na sua apresentação na Universidade de Connecticut, Hafer expliciou que os foto-receptores estão ao contrário:
Outro acidente mecânico é a forma como o design dos nossos olhos obstruir a nossa visão devido ao facto da "cablagem" estar em frente aos foto-receptores.

Estes foto-receptores são cruciais porque eles reconhecem a luz e discernem o mundo à nossa volta. Se os outros animais, tal como alguns peixes, podem ter a cablagem na parte de trás, porque é que nós os temos na parte da frente?

Ninguém disse à evolucionista que os peixes vivem na água e os seres humanos vivem em Terra. Isso deveria ser uma evidência muito forte para ela se calar em vez de dizer asneiras, mas modéstia é algo que os evolucionistas não possuem.
Isto parece ser uma escolha pobre - a não ser que o Criador favoreça os polvos e as lulas no lugar dos seres humanos.
Hafer acrescentou outros "problemas" à lista de "mau design", não deixando dúvidas em relação ao estatuto científico da sua teoria da evolução. Ela acrescentou que o sistema reprodutor masculino é "mau design", enquanto que os sapos, por exemplo, não tem esses contratempos. Além disso, as cabeças dos bebés são demasiados grandes, o que demonstra mais "mau design".

A Drª Hafer também usou o sistema respiratório da baleia para ilustrar a "inferioridade" do sistema respiratório humano. A baleia possui tubos separados para respirar e para comer. Isto impede que aconteça uma coisa que é comum no ser humano: engasgar. O facto da baleia viver num meio aquático e o ser humano não, foi (mais uma vez) ignorado pela evolucionista/indoutrinadora. Vejam este texto para se verem como os evolucionistas erram na sua análise.

A apresentação foi um sucesso absoluto, não deixando dúvidas na mente dos jovens estudantes sobre o que é a verdadeira ciência:

Os estudantes apreciaram a sua forma directa de abordar a questão, e os irmãos Kevin e Kristina Breuninger disseram que "já tinham ouvido estes pontos antes, mas ela transformou-os em simples argumentos científicos".
E não há substituto para verdadeiros argumentos científicos. Felizmente que os evolucionistas como a Drª Hafer tiram parte do seu tempo para demonstrar a verdadeira ciência em acção.

Conclusão:

Voltem a ler o post e procurem por verdadeiros argumentos científicos a favor da evolução. Não encontrarão. Todas as "evidências" apresentadas pela indoutrinadora são evidências contra Deus e não a favor da evolução.

Essencialmente o que ela diz é "Deus não faria o sistema de respiração assim, portanto o mesmo evoluiu". "Deus não criaria o sistema de reprodução assim, portanto deve ter evoluído." Isto não são argumentos científicos mas sim argumentos religiosos mascarados de ciência.

Reparem também o dualismo criação-evolução manifesto na lógica desta evolucionista. Ela usa a lógica de que evidências contra Deus são evidências a favor da evolução. Isto destrói o mito de que na mente dos evolucionistas "há outras alternativas".

segunda-feira, abril 11, 2011

Pica-pau inspira engenheiros e refuta ateísmo

"Ou voa o gavião pela tua inteligência, estendendo as suas asas para o sul?"
Jó 39:26

Enquanto faz buracos na madeira em busca de alimento, o pica-pau exerce tanta força com cada golpe que o seu bico e o seu cérebro deveriam entrar em colapso . No entanto, um conjunto de propriedades na arquitectura do pássaro absorvem os choques e asseguram que a "tragédia" não aconteça. Como é que estas características servem de protector eficiente?

Após análise das estruturas e estratégias de design do pica-pau (para descobrirem o que faz com que os absorventes de impacto do pica-pau funcionem tão bem), Sang-Hee Yoon e Sungmin Park da Universidade da Califórnia (Berkeley) publicaram os resultados na Bioinspiration & Biomimetics.1 Durante as suas pesquisas eles repararam em 4 características essenciais para a eficiência do aparato do pássaro.

A New Scientist reporta:

Temos [1] o bico duro-mas-elástico; [2] como suporte para a língua temos uma estrutura flexível e cheia de nervos que se estende até a parte anterior do crânio chamada de hioide; [3] uma área contendo ossos esponjosos no crânio e [4] a forma como o crânio e o fluido cérebro-espinhal interagem como forma de suprimir a vibração.2

A dupla de pesquisadores determinou-se a copiar estas estruturas. Eles imitaram o estrutura resistente do bico com um cilindro metálico. Por dentro estava uma camada de borracha inspirada pelo hioide e uma camada interior de alumínio como forma de imitar a interacção entre o crânio e o fluido cerebro-espinal. No pica-pau a proximidade do bico em relação ao crânio reduz a vibração.

O cilindro foi enchido com "beads" (o tipo de bolas que se vê num rosário) para imitar a forma como o material de ossos porosos absorve a energia do impacto. Yoon e Park aconchegaram material electrónico sensível dentro "beads" e então todo o engenho foi disparado a partir duma arma de ar em direcção a uma parede de alumínio de forma a verificar a forma como a componente electrónica estava protegida.

Os aviões modernos estão equipados com registos de vôo que capturam informação importante. Estes engenhos estão seguros em dispositivos que absorvem o choque até a medida de 1000g, que é 1,000 vezes a força da aceleração dum objecto perto da superfície da Terra. O dispositivo que imitava o pica-pau suportou 60,000g, oferecendo possibilidades no sentido de "melhorias notáveis na tolerância a forças g" por parte dos dispositivos feitos pelo homem.1


O pica-pau há muito que é considerado uma refutação viva do cenário evolutivo. No seu livro The Evolution of a Creationist, o autor e orador Dr. Jobe Martin tentou imaginar um cenário evolutivo através do qual um pica-pau pudesse surgir a partir dum outro tipo de áve:

Imaginemos que uma áve decide que deve haver uma vasta gama de criaturas apetitosas escondidas dentro das árvores. Esta áve decide perfurar através da casca da árvore até ao interior da madeira dura da árvore.

Mal dá a primeira bicada, esta áve descobre problemas com a forma como ela própria está construída. O seu bicou parte-se quando choca contra a árvore, as suas penas caiem e fica com uma terrível dor de cabeça.

Com um bico destruído, o pequeno pássaro é incapaz de comer e como tal morre.3

Claro que uma áve morta é incapaz de evoluir mais além.

Todas as características que Yoon e Park imitaram não só incluem materiais e arranjos específicos como também os quatro dispositivos tem que estar presentes para o pica-pau perfurar as árvores com sucesso. Qual das quatro surgiu primeiro?

Para piorar a situação para os evolucionistas, estas quatro características são insuficientes para o pássaro retirar a comida vital de dentro das árvores. Para tal, o pássaro está equipado com uma língua em forma de lança, penas da cauda rígidas e um "dedo" do pé especializado de forma a que se possa agarrar a um trono de árvore vertical.

Conclusão:

Temos aqui um sistema que oferece evidências suficientes para fazer um sincero analista aperceber-se que há Uma Mente por trás deste aparato bio-tecnológico. Não há força natural com capacidade de organizar todas estas estruturas específicas através dos mitológicos "milhões de anos". Ou está tudo presente desde o início (isto é, criação) ou então o pássaro morre.

Provavelmente sem ser a sua intenção, os cientistas que usaram a sua inteligência para criar uma cópia crude do original corroboraram a tese criacionista de que a única forma do aparato funcionar é com a presença simultânea de todas as sub-estruturas. Devido a isto, o pica-pau é um testemunho vivo para o Génio Criativo de Deus.

sábado, fevereiro 05, 2011

A ciência pode detectar os efeitos de design inteligente

A maior parte dos evolucionistas alega que as teorias científicas só podem usar explicações naturalistas. O problema é que eles oferecem este argumento como critério científico para distinguir o que é a ciência e o que não é. Os seus esforços visam tornar a teoria da evolução "científica" e o criacionismo ou o design inteligente "não científico" por definição.

No entanto este critério para a ciência está manifestamente errado uma vez que nada na ciência suporta a tese de que TUDO tem que ter uma explicação "naturalista".

A ciência é a constante procura da verdade. A ciência pode colocar mais peso nas explicações naturais mas isso não significa que a ciência em si se restrinja ao naturalismo. Do ponto de vista lógico faz sentido começar por procurar explicações naturais uma vez que tais eventos constituem a esmagadora maioria dos eventos que ocorrem no universo.

Mesmo a Bíblia, sendo um Livro com origens Sobrenaturais, contém muito poucos milagres e eventos chamados "sobrenaturais".

Detectando o Design Inteligente.

Imaginem que um polícia-detective investiga o desaparecimento dum carro. O carro tinha sido visto pela última vez estacionado numa descida perto da casa do dono. O detective não está constrangido a considerar apenas design inteligente (furto). Até pode ter acontecido que os travões tenham falhado e o carro tenha deslizado pela rua abaixo. Esta é uma explicação natural para o desaparecimento do carro e ela tem que ser levada em conta. O detective, tal como o cientista, está em busca da verdade.

O que une o detective e o cientista é que as suas explicações tem que depender nas evidências empíricas, evidências assimiláveis com um ou mais dos nossos sentidos. No entanto esta dependência não anula o facto de tanto o cientista como o detective serem capazes de detectar o design inteligente.

As ciências históricas reconhecem o design inteligente. Quando os arqueólogos investigam pedras e outros objectos antigos, muitas vezes eles podem saber se os mesmos tem uma origem natural ou uma origem inteligente. A Arqueologia muitas vezes vai mais longe e consegue perceber a cultura dos criadores de certos artefactos apenas e só analisando os ditos artefactos.

Tendo isto em conta, podemos declarar que não há razões científicas para se aceitar o design inteligente na Arqueologia mas excluir o Design Inteligente da Biologia.

O Homem de Piltdown confirma: é possível detectar design.

O Homem de Piltdown (HP) foi uma fraude evolutiva. Os perpetradores são ainda desconhecidos mas os cientistas sabem que houve um perpetrador. Os cientistas não tiveram que apanhar o falsificador em flagrante para determinar a sua existência. Os detalhes do caso fizeram o "design inteligente" (falsificação) evidente e as explicações naturalistas não suportáveis.

O que foi o Homem de Piltdown?

Em meados de 1908 um grupo de evolucionistas escavava perto de Piltdown (Inglaterra) em busca dos fósseis dos imaginados ancestrais humanos. Vários fósseis aparentado antiguidade foram encontrados na área.

Os ossos - conhecidos como "Homem de Piltdown" - incluíam um crânio e uma mandíbula. Esta mandíbula aparentava ser de um macaco e continha dois dentes molares "lisos" (tal como se encontram nos seres humanos mas nunca se encontravam nos macacos).

Infelizmente a mandíbula estava partida em duas zonas que poderiam determinar a quem pertencia o crânio: na área do queixo e na área da articulação com o crânio.

Durante cerca de 40 anos os evolucionistas discutiram o lugar do HP na linhagem humana.

Nos anos 50 do século passado os cientistas eventualmente detectaram a fraude em torno do HP. As 3 linhas de evidências que finalmente convenceram os evolucionistas que eles haviam sido enganados foram:

  • 1. Quando os ossos são enterrados, eles rapidamente absorvem flúor do solo. Testes químicos mostraram que os ossos continham uma pequena quantidade de flúor. Isto indicava que os ossos não estavam enterrados há muito tempo.
  • 2. A superfície dos dentes continha marcas de riscos muito pouco usuais, presumivelmente de uma lima ou lixa usada para remodelar os dentes.
  • 3. Os ossos continham manchas de potássio de bicromado, fazendo com que os mesmos aparentassem ser antigos.

Mais tarde os cientistas mostraram que o HP havia sido fabricado com um crânio humano e uma mandíbula de orangotango. Este fóssil evolutivo foi finalmente destruído pela ciência.

Para além dos cientistas terem mostrado que o Homem de Piltdown não era um fóssil de um ancestral humano como erradamente pensavam os evolucionistas, foi também possível ficar a saber um pouco do falsificador. O mesmo sabia o que incluir na falsificação de modo a tornar o fóssil convincente, e mais importante ainda, sabia o que não incluir no dito fóssil. O falsificador engenhosamente deixou de fora o queixo e a junção da mandíbula - exactamente as duas estruturas que poderiam revelar a farsa se estivessem presentes.

O falsificador estava bem ciente do ambiente científico e conhecia bem a anatomia humana e a anatomia dos macacos.

Conclusão:

Este exemplo mostra como é possível a ciência distinguir entre causas inteligentes e causas naturais (sem inteligência, sem visão, sem plano e sem propósito). Este exemplo mostra também que a ciência pode ir mais além e deduzir o carácter do designer e as suas motivações. A ciência faz isso analisando o padrão dos dados.

Do mesmo modo, é possível nós analisarmos o padrão dos dados da Biologia e claramente observar que a informação genética tem Uma Causa Inteligente. Para além disso, se observarmos o padrão que a Biologia revela, podemos ficar a saber um pouco mais das motivações e Carácter do Designer.

O design inteligente é científico e nada do que os militantes ateus digam pode contradizer esse facto.

Isaías 40:28-31

"Não sabes, não ouviste, que o eterno Deus, o Senhor, o Criador dos fins da terra, nem se cansa nem se fatiga? não há esquadrinhação do Seu entendimento. Dá esforço ao cansado, e multiplica as forças ao que não tem nenhum vigor. Os jovens se cansarão e se fatigarão, e os mancebos certamente cairão, Mas os que esperam no Senhor renovarão as suas forças, subirão com asas como águias: correrão, e não se cansarão; caminharão, e não se fatigarão."


Modificado a partir das páginas 29 e 30 do livro "The Biotic Message" (Walter ReMine)

sábado, dezembro 18, 2010

Vídeo: hotel de 15 andares construído em 6 dias

Será que também descansaram ao sétimo dia?


Claro que o record ainda pertence ao Senhor Jesus Cristo. Em seis dias Ele construiu os céus, a terra e os mares e tudo o que neles há.

"Porque em seis dias fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo o que neles há, e ao sétimo dia descansou: portanto, abençoou o Senhor o dia do sábado, e o santificou." - Êxodo 20:11

quinta-feira, julho 22, 2010

Dr. Stephen Meyer: What is the key thing to be explained in origin of life research

sexta-feira, abril 23, 2010

Arqueólogo usa métodos de detecção de design

Existem centenas de pedras grandes na Costa Rica. Algumas chegam a ter quase 2 metros e meio de diâmetro e a pesar 16 toneladas. Não há registos escritos ou tradições tribais sobre elas.

John Hoopes, um antropólogo da Universidade de Kansas, tem vindo a estudar estas esferas há muito tempo. Segundo a PhysOrg, ele teve que rejeitar alguns mitos que circulavam em torno das pedras. Algumas pessoas diziam que elas estavam relacionadas com Stonehenge ou a Ilha da Páscoa, ou que elas vieram de extraterrestres.

No entanto ele julga que elas possuem algum valor especial para a humanidade, e como tal elas deveriam ser protegidas pela Nações Unidas.

Ele não sabe quando elas foram feitas nem quem as fez. Elas parecem estar associadas a cerâmica de tribos do período pré-Colombiano, mas ninguém sabe quem, quando, ou porquê elas foram feitas. Tribos a viver na área não possuem tradições orais acerca delas. O Professor Hoopes confessou que elas podem ter sido feitas muito antes dos artefactos à sua volta. Ele detectou marcas em algumas delas, e ele propõe que elas tenham sido pedras-martelo. Elas estão muito perto de serem esferas perfeitas, embora elas variem da perfeição na ordem dos 5 cm.


O Professor Hoopes deveria ser despedido por não fazer o seu trabalho como cientista. Ele leva a ciência à estagnação ao assumir que as esferas são o resultado de design inteligente. Se elas foram criadas então quem é o designer? E quem criou o designer? Será que temos que aceitar que um designer inteligente perdeu o seu tempo a fazer pedras? Se ele não sabe quais são as funções das pedras, como é que ele pode saber que elas foram feitas por alguém?

Como um cientista ele tem que procurar explicações naturais para estes objectos. Estas pedras são perfeitamente naturais. Elas não são material angélico. Existem muitos processos naturais conhecidos capazes de fazer esferas; tudo o que precisamos é uma força centrípeta aplicada de forma uniforme ao material. É por isso que a lua e os planetas são esféricos.

Explicações naturais não faltam como forma de explicar a origem desta pedras, Não é preciso recorrer ao mito do "designer inteligente". Além disso o designer do Dr Hoopes fez um péssimo trabalho uma vez que as esferas não são perfeitas.

Será que não aprendemos nada desde que Darwin superou Paley? Se Hoopes não tem imaginação suficiente para propor uma explicação naturalista, então ele não pertence à ciência.

Ele tem que ser ridicularizado, desprezado, marginalizado, difamado e expulso!

terça-feira, maio 12, 2009

Evolução via Design Inteligente

A evolução não pode ser assim tão má se ela é usada para optimizar carros. Science Daily publicou um texto onde é dito que cientistas alemães estão a "simular a evolução" de modo a poderem descobrir soluções para problemas complicados.

Usando "algorítmos evolutivos", eles podem encontrar soluções para problemas de engenharia como gestão de recursos (água,etc), construção de travões, construção de "airbags" e construção de sistemas de refrigeração.

O programa que simula a evolução faz uma pesquisa aleatória entre um número largo de possibilidades de forma a fazer numerosas melhorias graduais e sucessivas.

O artigo declara ainda:

“The algorithms are called ‘evolutionary’ because the characteristics of evolution – mutation, recombination and selection – form the basis of their search for promising solutions”

As soluções que mostram potencial são então mutadas e selecionadas ainda mais.

Conferências sobre "Algorítmos Evolutivos" acontecem todos os anos, e o interesse neles está a espalhar-se para outras disciplinas.

“The Evolutionary Algorithms are therefore a collective term for the various branches of research which have gradually developed: evolution strategies, evolutionary programming, genetic algorithms and genetic programming.”

Conclusão:
Artigos como este são mais uma evidência para a recorrente contradição que existe no mundo evolucionista. Estas experiências, obviamente, não têm nada a ver com a evolução (e tudo a ver com o design inteligente).

"Algorítmos evolutivos" é uma contradião de termos: se é evolutivo, então não é um algorítmo, e se é um algorítmo, então não é evolutivo. Porquê? Porque a essência da teoria da evolução, tal como Darwin a concebeu, não tem nada a ver com o design inteligente.

A evolução é um processo impessoal, sem propósito e aleatório. Estes cientistas, por contraste, tinham propósitos claros nas suas mentes. Como forma de obterem melhores designs - designs inteligentes - eles estão conscientemente e propositadamente a seleccionar os produtos que advém da aleatoriedade .

Eles podem não saber o que é que os computadores vão produzir, mas de certeza que programaram o computador, colocando nele um critério para o sucesso. O uso da aleatoriedade num programa não o torna um programa evolutivo. A característica distintiva da inteligência é ter uma finalidade desejada, e retirá-la de dentro da aleatoriedade. Isto é algo que a evolução não pode fazer.

Lembrem-se de uma coisa: se há um propósito no processo, ou se há inserção de informação inteligente, então não é um processo evolutivo. De forma a discutir-se a evolução de forma mais clara, têmos que definir bem os termos ou os evolucionistas fazem saltos de lógica com os seus conceitos.

Charles Darwin saltou da selecção artificial (design inteligente) para a selecção natural (materialismo) apenas como ajuda pedagógica. Ele não tencionava que a selecção natural tivesse uma mente como um camponês que busca um fim.

A evolução é um processo impessoal e não-inteligente, como tal qualquer interferência inteligente torna o processo não realista.

Os evolucionistas continuam a usar eventos onde há design inteligente como forma de "mostrar a evolução em acção" porque eles estão cientes que processos não inteligentes não tem a capacidade de gerar a complexidade existente nas formas de vida,

domingo, fevereiro 15, 2009

Quando o Paradigma Cega o Crente

Uma das coisas que tenho reparado entre os darwinistas é a total falta de percepção do que é que se está a discutir. Não é isto um ataque pessoal à sua inteligência, mas sim a constatação de que eles estão imersos na sua fé em Darwin que muitos já nem conseguem pensar, fora do contexto darwinista.O que isto causa é que muitos deles comecem a usar argumentos irracionais a favor da sua teoria da evolução.

Neste pequeno artigo os cientistas darwinistas dão um bom exemplo do que foi dito em cima. Estes cientistas conseguiram produzir moléculas RNA auto-replicantes, e daí fazem uma extrapolação/conclusão curiosa. Eis aqui a sua conclusão:

“Ellington says that the observation that different winning enzymes emerge in different conditions is crucial because it further undermines the intelligent-design idea that life is too complex to have arisen without the intervention of a supernatural being.”

Por outras palavras, estes cientistas criaram moléculas RNA auto-replicantes e daí concluiram que a posição que afirma que a vida tem Uma Causa Inteligente está enfraquecida com esta experiência. Eles criaram este RNA usando sua a inteligência, controlando as consequências, medindo os factores, removendo e adicionando o que era necessário, e no entanto querem usar esta experiência como evidência que a natureza "pode ter feito" o mesmo. Como tal, deduzem eles, não há necessidade de se postular Uma Causa Inteligente.

O que é que se passa com os darwinistas?

sábado, setembro 13, 2008

Biólogo diz: "Ensinem o Criacionismo Nas Escolas"

De acordo com a Royal Society, e numa declaração que põe esta organização em rota de colisão com o governo, o Criacionismo tem que ser ensinado nas aulas de ciência como um ponto de vista legitimo.

Quem o diz é o professor Michael Reiss, membro da Royal Society e o seu director educativo.


O Dr Reiss diz ainda:

"So when teaching evolution, there is much to be said for allowing students to raise any doubts they have (hardly a revolutionary idea in science teaching) and doing one's best to have a genuine discussion."


Curiosamente, a posição do Dr Reiss é a posição lógica num debate que tem ramificações que vão para além da ciência. Se durante uma aula de ciência um estudante começa a enumerar evidências que ele julga suportarem uma teoria que contradiz a teoria da evolução, o que é que o professor deve fazer? Acabar com a aula, e mandar todos os alunos para casa, ou mostrar ao aluno como as ditas evidências estão de acordo com a teoria da evolução e não com a criação ou com a teoria do Design Inteligente?

Os fundamentalistas darwinistas, inseguros na sua fé em Darwin, nem sequer podem conceber que alguém ataque o "Holy Graal" do ateísmo chamado de "Evolução". No entanto, a ciência não precisa de pessoas inseguras no seu meio. Se a teoria da evolução é de facto suportada por inumeráveis evidências, então não há problemas em testar essas ditas evidências à luz de teorias competitivas.

Convém ressalvar que o Dr Reiss não considera que o cracionismo ou o DI estão ao mesmo nível científico da teoria da evolução:
"The overwhelming majority of biologists consider evolution to be the central concept in biological sciences, providing a conceptual framework that unifies every aspect of the life sciences into a single coherent discipline."

terça-feira, agosto 05, 2008

Design Inteligente Na India

Contrariamente ao que os crentes darwinistas dizem, o debate em torno do "Design Inteligente" não é apenas um fenómeno Americano. À medida que o debate continua a crescer um pouco por toda a Terra, a perspectiva do "design" mostra ser um conceito científico legitimamente explorável.

Uma das evidências para a universidalidade do debate "design versus Darwin" é um artigo presente no jornal Economic Times da India. O colunista Mukul Sharma escreve o seguinte no artigo "Design argument and beyond":
Um dos argumentos centrais da teoria do Design Inteligente é que as constantes fundamentais da Física e da Química estão bem afinadas para permitir a existência do universo, e a existência da vida tal como nós a conhecemos. Os valores existentes são os valores exactamente necessários de modo a termos um universo capaz de produzir vida.

Dito por outras palavras, tudo no universo aponta para os humanos e aponta para a necessidade de fazer e sustentar a vida. Isto refuta a noção dos biólogos darwinistas (que dizem que nós somos o produto da mera chance) uma vez que o universo não é aleatório de todo; o universo tem um princípio e foi criado para os seres humanos.

Pode se lêr o artigo (em inglês) aqui.

Conclusão:
Nada do que o Mukul Sharma será uma surpresa para o Cristão. Ele diz que as evidências científicas apontam para a noção de que o universo foi criado tendo o Ser Humano em vista. Isto está de acordo com o que a Palavra de Deus diz:

Isaias 45:18.
Porque assim diz o Senhor, que criou os céus, o Deus que formou a terra, que a fez e a estabeleceu,
não a criando para ser um caos, mas para ser habitada: Eu sou o Senhor e não há outro.

Habitada por quem? Humanos, obviamente.


O Mukul diz também que o universo tem um princípio. Isto também está de acordo com a Palavra do Criador que diz:
Génesis 1:1 No princípio criou Deus os céus e a terra.

Portanto, a ciência e a Bíblia estão de acordo nestes (e noutros) pontos. Surpreendidos? Eu não.

Quanto mais se investiga o universo, mais a noção de Design se torna aparente, e mais o ateísmo se revela um absurdo contrário à lógica. Talvez devido ao facto de o design no universo ser tão óbvio que o Apóstolo Paulo escreve o seguinte:

Romanos 1:20-24 Pois os seus atributos invisíveis, o seu eterno poder e divindade, são claramente vistos desde a criação do mundo, sendo percebidos mediante as coisas criadas, de modo que eles são inescusáveis; porquanto, tendo conhecido a Deus, contudo não o glorificaram como Deus, nem lhe deram graças, antes nas suas especulações se desvaneceram, e o seu coração insensato se obscureceu. Dizendo-se sábios, tornaram-se estultos, e mudaram a glória do Deus incorruptível em semelhança da imagem de homem corruptível, e de aves, e de quadrúpedes, e de répteis. Por isso Deus os entregou, nas concupiscências de seus corações, ã imundícia, para serem os seus corpos desonrados entre si;
Paulo diz ainda:

2 Timóteo 3:16
Toda Escritura é divinamente inspirada e proveitosa para ensinar, para repreender, para corrigir, para instruir em justiça.

+Amen+

domingo, junho 01, 2008

Exemplo de um sistema de complexidade irredutível

Exemplo de um sistema de complexidade irredutível

http://www.youtube.com/watch?v=VhWK3xJzL5E

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