Mostrar mensagens com a etiqueta Darwin. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Darwin. Mostrar todas as mensagens

sábado, junho 23, 2012

O papel da selecção natural no mundo real


Quando vejo os Teus céus, obra dos Teus Dedos, a lua e as estrelas que preparaste
Salmo 8:3

O livro "A Origem das Espécies Por Meio da Selecção Natural" tornou-se popular - e ainda é - porque tenta [sem sucesso] explicar a criação sem referência ao Criador - colocando no Seu lugar um fenómeno conhecido como selecção natural (ou "sobrevivência do mais apto").

Hoje, se um evolucionista ateu e um criacionista se encontrassem lado a lado a observar uma bela flor - ou o vôo espectacular do beija-flor - eles teriam ideias bastante díspares em relação à origem de tais mecanismos. O ateu, limitado pela sua aderência ao naturalismo, não teria escolha senão em reconhecer o imaginado "poder ilimitado" da selecção natural afirmando algo do género:

A selecção, agindo sobre a variabilidade genética nas populações naturais, é responsável pela espantosa e aparente diversidade entre os animais e as plantas à nossa volta.
(Wen-Hsiung Li, Molecular Evolution, Sinauer, 1997, p. 432)
Mas estas alegações estão cheias de problemas científicos, tal como os próprios darwinistas modernos (neo-darwinistas) reconhecem. Numa admissão franca, um eminente evolucionista declarou:
No entanto, quando, em 1859 [Charles Darwin] publicou a Origem das Espécies, ele não tinha qualquer tipo de evidência inequívoca da existência da selecção [natural].
(Ernest Mayr, What Evolution Is, Basic Books, N.J., 2001, p. 1213. . Vêr também: Margulis & Sagan, Acquiring Genomes, Basic Books, 2002.)

Um professor da "Nottingham Trent University" questiona:

Mesmo que os neo-darwinistas estejam correctos, a que nível é que a selecção natural é suposta operar?
(Trevor Palmer, Controversy—Catastrophism and Evolution, Kluwer Academic, 1999)
Certamente que não é ao nível mais baixo:
A forma como a selecção natural opera ao nível molecular é ainda um problema enorme para a biologia evolutiva.
(Yokoyama, "Color vision of the Coelacanth," Journal of Heredity, May/June 2000)
O falecido evolucionista Stephen Jay Gould descreveu os limites deste processo supostamente criativo:
A selecção natural é, portanto, um princípio de adaptação local e não um avanço ou progresso geral.
(Scientific American, Outubro 1994, p. 85)
E é exactamente esse o ponto que os criacionistas levantam contra a mitologia evolutiva. Os cientistas criacionistas não só não possuem qualquer tipo de argumento contra as palavras de Gould. como acrescentariam ainda que a selecção natural não tem nada a ver com a origem das espécies ou dos tipos básicos.

Outros biólogos evolucionistas concordam:

A selecção natural só pode operar sobre as propriedades biológicas que já existem [criação]; não pode criar propriedades que satisfaçam necessidades de adaptação.
(Noble, et al., Parasitology, sixth edition, "Evolution of Parasitism," Lea and Febiger, 1989, p. 516)
Fonte

. . . .

Concluindo, sempre que um evolucionista apelar à selecção natural como agente criativo, podemos ter a certeza que estamos a falar com uma pessoa muito mal informado sobre aquilo que ela diz acreditar.

Para nós cristãos, os limites das forças naturais não são problemáticas uma vez que nós sabemos que a natureza não se criou a ela mesma (Salmo 8:3-4).


sexta-feira, fevereiro 17, 2012

Richard Dawkins, o ignorante

Mais humor por parte do militante ateu e ávido evolucionista Clinton R. Dawkins. Se depois de lerem e ouvirem as suas palavras ficarem com alguma réstia de respeito por este indivíduo, então se calhar são mais crédulos do que parece.

Se por acaso tentassem definir o que é a arrogância intelectual deslocada não poderiam fazê-lo de melhor forma do que pedir ao mais famoso ateu do mundo que dissesse quem é e quem não é Cristão.

O militante ateu Richard Dawkins anunciou triunfalmente que "um surpreendente número [de Cristãos] não consegue dizer qual é o primeiro Livro do Novo Testamento".

A transcrição da discussão demonstra o quão embaraçoso foi o momento para Dawkins:

Fraser: Richard, se eu lhe perguntasse qual é o título completo do livro "A Origem das Espécies", estou certo que você seria capaz de responder a isso.

Dawkins: Sim, seria.

Fraser: Então diga lá.

Dawkins: "A Origem das Espécies" . . . . uh . . . . . "Com" . . .oh Deus . . . "A Origem das Espécies". . . . . . . Há um sub-título em torno da preservação das raças favorecidas no combate . . . . na luta pela vida.

Fraser: Se você perguntasse às pessoas que acreditam na teoria da evolução o que eu lhe perguntei e apenas 2% respondesse de forma acertada, seria terrivelmente fácil para mim afirmar que eles, afinal, não acreditam na teoria da evolução. Portanto, não é justo você fazer este tipo de perguntas.
Foi um minuto de ouro radiofónico. Para além de ser hilariante, foi bastante simbólico.

O que temos aqui portanto é o Richard Dawkins a demonstrar que não sabe o título integral do livro cuja obediência religiosa ele tão avidamente promove por todo o mundo.

Como já foi dito por várias pessoas, Dawkins é uma fraude intelectual de todo o tamanho. Este tipo de comportamento não foi um lapso de memória temporário mas sim uma característica sua.

Este indivíduo frequentemente finge ter conhecimento que ele obviamente não tem, e assume saber coisas que claramente não sabe. É precisamente por isto que ele evita debater com pessoas que estão cientes da sua arrogância intelectual e que facilmente o poderiam ridicularizar em publico.

É suficientemente mau que Dawkins não tenha sido capaz de dizer o título integral do livro que ele afirma ser o livro mais importante da história - logo depois de ter defendido que seria capaz. Mas mais importante ainda, ele esqueceu-se da parte do título que se refere ao mecanismo supostamente responsável pela evolução!

Lembrem-se deste tipo de vergonha da próxima vez que um militante evolucionista vier com ares de superioridade intelectual e moral. Lembrem-se disto sempre que alguém quiser citar o Dawkins como algum tipo de "autoridade" científica no que toca a questões em torno da Biologia.

Entretanto, fica aqui o título integral do livro que Dawkins promove como sendo o livro mais importante da história do homem mas cujo titulo ele não sabe.

On the Origin of Species by Means of Natural Selection, or the Preservation of Favoured Races in the Struggle for Life.


E para o caso do Youtube tirar o vídeo:







domingo, dezembro 18, 2011

Sistema de visão confirma Paley e refuta Darwin

O olho é um mecanismo biológico criado de uma forma engenhosa. Em 1802, William Paley usou o sistema de visão como ilustração para o que ele chamou de "contrivances," isto é, e., "máquinas muito bem arquitectadas."

Antes de Darwin ter inundado a Biologia com as suas desilusões naturalistas, muitos cientistas usavam o livro de Paley, Natural Theology.

Em relação à lente, Paley escreveu:

Poderá alguma coisa ser mais decisiva em favor da invenção (inglês: "contrivance ") que isto? As leis da óptica mais secretas tinham que ser sabidas pelo Autor duma estrutura dotada com tal capacidade de mudança.
(Paley, W. 1802. Natural Theology: Or, Evidences of the Existence and Attributes of the Deity, Collected from the Appearances of Nature. London: Wilks and Taylor, 29.)

Enquanto que Darwin atribuiu a origem deste sistema às forças não.inteligentes da natureza, Paley correctamente atribuiu o design e construção dos olhos ao Deus Criador. A retina possui minúsculas máquinas moleculares que capturam a luz e convertem-na em sinais electromagnéticos. Pesquisas recentes que demonstram a forma como isto é feito colocam ênfase no que Paley escreveu.

Analisando os processos químicos.

Duas moléculas na retina - a vitamina A e uma proteína com o nome de opsina (que, juntas, formam a rodopsina) - capturam fotões individuais. Quando a luz atinge a vitamina A, ela muda de forma e torna-se na molécula "11-cis-retinal." Isto, por sua vez, muda a forma da rodopsina.

Quando a luz activa o número suficiente destes interruptores moleculares dentro da célula sensível à luz, isto causa a que sistemas bioquímicos amplifiquem o sinal e enviem-no da retina para o cérebro.

Esta reacção fotoquímica complexa encontra-se no cerne do processo que permite que os olhos detectem a luz e enviem sinais ao cérebro de modo a que este possa construir imagens com significado.

Quando a luz atinge a vitamina A, a molécula dobra-se na 11º elo. Em outras versões (ou isómeros) deste químico, a dobragem poderia ocorrer no 9º, ou no 10º ou no 13º átomo de carbono.

Curiosos em saber o porquê dos olhos dos vertebrados e das lulas usarem o 11-cis-retinal em vez de qualquer outro, os cientistas testaram os vários isómeros no que toca à receptibilidade da luz.

Segundo uma reportagem da PhysOrg, eles construíram modelos moleculares digitais e "analisaram a estrutura, estabilidade, energética, e a espectroscopia como forma de saberem o porquê da 11-cis-retinal ser o isómero preferido da natureza".

Mas será que foi a natureza que "preferiu" esta vitamina particular, e integrou-a com a opsina como forma de gerar um impulso eléctrico para a luz?

Publicando no "Journal of the American Chemical Society", a equipa escreveu:

Um dos puzzles mais básicos e ainda por resolver da química em volta da visão centra-se na selecção natural da 11-cis-retinal como o cromóforo [molécula] detector de luz .
(Sekharan, S. and K. Morokuma. 2011. Why 11-cis-Retinal? Why Not 7-cis-, 9-cis-, or 13-cis-Retinal in the Eye? Journal of the American Chemical Society. 133 (47): 19052-19055.)
A pergunta por trás desta frase é: porque é que a molécula 11-cis-retinal foi escolhida e não outra molécula qualquer?

Sivakumar Sekharan, autor principal e químico na "Emory University" disse o seguinte:

Os nossos resultados mostram que a forte interacção electrostática entre a retinal e a opsina favorecem a selecção natural da molécula 11-cis sobre todos os outros isómeros-cis.
Por outras palavras, os pesquisadores descobriram que só quando a vitamina A se dobra no 11º átomo de carbono - e não no 9º, ou 10º ou outro qualquer - é que ela recebe a luz e interage com a opsina.

No entanto, os seus resultados não "mostraram" nenhum tipo de selecção natural; eles apenas mostraram que a opsina e a 11-cis-retinal se encaixam que nem uma luva.

Sekharan disse ainda:

Isto é, sem dúvida, surpreendente dado que, fora do ambiente proteico, o 11-cis-retinal é um dos isómeros menos estáveis.

Aparentemente, os nossos resultados nos olhos das vacas, dos macacos e das lulas demonstram que um pouco por todo o lado os organismos tendem a gravitar rumo a uma selecção comum.

No entanto o foco da sua pesquisa força a pergunta em torno do quê ou Quem "seleccionou" este isómero. Seguindo o padrão comum dentro da cosmovisão evolucionista, eles não deram espaço para a possibilidade de Uma Pessoa ser responsável pela escolha: só pode ter sido a natureza porque só pode ter sido a natureza.

A grande surpresa vem do facto de que, por si só, a vitamina A nunca existir na sua forma 11-cis-retinal. Portanto, a selecção natural nunca a poderia ter "visto". Dado isto, como é que a natureza pode ter seleccionado o que nem pode ver?

. . . . .

Longe dos problemas científicos que a teoria da evolução possui, a Bíblia revela-nos uma hipótese cientificamente mais plausível:

Aquele que fez o ouvido, não ouvirá? e o que formou o olho, não verá? - Salmo 94:9
Não só o Criador está bem Ciente das leis da óptica a que Paley aludiu há mais de 200 anos atrás, como, aquando da formação do sistema de visão, Ele sabia previamente as leis da electrostática, a estabilidade biomolecular e energética química exploradas nesta recente pesquisa em torno da retina.

Uma vez que foi Ele Quem formou todas as moléculas, na Sua Omnisciência Deus escolheu a vitamina perfeita que iria levar a cabo esta tarefa chave de transformar a luz em visão.

Conclusão:

Não só a teoria da evolução é um embaraço científico, como é suplantada por uma hipótese mais robusta: a Criação. Faz muito mais sentido atribuir o poder de escolher a Um Ser Inteligente do que às forças não-inteligentes da natureza.


sábado, setembro 10, 2011

Mentiroso evolucionista

A seguinte declaração por parte dum evolucionista demonstra de forma cabal a necessidade de se assumir que um militante ateu é um mentiroso inclinado a redefinir a terminologia como forma de usá-la numa determinada discussão:
O termo "darwinismo" é uma expressão sem sentido que só existe na literatura criacionista.
Não é surpreendente que alguns ateus , especialmente os militantes, pratiquem a sua forma de Taqiyya. Eles rejeitam o Ponto de Referência para a moralidade (Deus) e como tal, não têm necessidade de agir de forma honesta e moral.

Mas o intrigante é o facto dos militantes evolucionistas afirmarem as mesmas mentiras vezes e vezes sem conta quando é empiricamente fácil expô-las.

Do "Oxford English Dictionary":

Darwinism
Pronunciation:/ˈdɑːwɪnɪz(ə)m/
noun

the theory of the evolution of species by natural selection advanced by Charles Darwin.

Derivatives

Darwinist
noun & adjective.
Ou seja, segundo o "Oxford English Dictionary" darwinismo é "a teoria da evolução das espécies tal como avançada por Charles Darwin".

Sem dúvida que mais cedo ou mais tarde os evolucionistas irão alegar que o dicionário Oxford English é "literatura criacionista". Mas aí podemos sempre apontar-lhes os dicionários "Collins", "Merrian-Webster", e "World Heritage".

Dar·win·ism

noun
the Darwinian theory that species originate by descent, with variation, from parent forms, through the natural selection of those individuals best adapted for the reproductive success of their kind.
Origin:
1855–60; Darwin + -ism
Regra número um quando se refuta as mentiras evolucionistas (e neo-ateístas) é nunca deixar que eles definam os termos.

Invariavelmente, eles irão definir as palavras de forma a que a única teoria verdadeiramente científica (por exclusão de partes e não por possuir evidências positivas em seu favor) seja a sua teoria da evolução.

sábado, setembro 03, 2011

Alfred Wallace rejeitou selecção natural como mecanismo suficiente

Numa nova biografia, Alfred Russel Wallace: A Rediscovered Life, o historiador de ciência e professor na Universidade do Alabama Michael Flannery reporta como Wallace, co-fundador da teoria da evolução, progressivamente ficou desencantado com a noção da selecção natural ser mecanismo suficiente para explicar a complexidade da vida.

Wallace (1823-1913) concluiu que muitas das características dos organismos vivos só poderiam ser explicadas como o resultado de design por parte "Duma Mente Criativa.

Os críticos do DI frequentemente atacam a teoria afirmando que a mesma é "um impedimento para o avanço da ciência". Flannery mostra, por outro lado, que foi o compromisso de Alfred Wallace com a investigação aberta que o levou a concluir que, longe de ser aleatória e não-direccionada como Darwin insistia, a evolução manifesta evidências cientificamente detectáveis de design planeado.

Segudo Flannery, a Biologia está finalmente a aperceber-se da presciência de Wallace.

O livro de Flannery recebeu endosso entusiástico por parte de cientistas e historiadores incluindo Philip K. Wilson da Penn State College of Medicine, John S. Haller da Southern Illinois University e Michael Behe da Lehigh University.

Michael Egnor, professor e vice-director do"Department of Neurological Surgery" na "Stony Brook University Medical Center" disse:

O livro soberbo Flannery providencia o leitor com uma visão indespensável das guerras iniciais em torno da tempestade moderna em torno da teoria de Darwin e o design inteligente.

Para além do livro, as ideias de Wallace são o assunto dum novo site, www.alfredwallace.org, repleto de recursos gratuitos que incluem vídeos, excertos de livros e informação biográfica adicional àcerca de Wallace.

Wallace, um naturalista inglês, concebeu a sua versão da selecção natural no ano de 1859, altura em que Darwin ainda se encontrava "sentado" sobre o seu livro ainda por publicar. Depois de ter entrado em contacto com Darwin e ter partilhado a sua ideia com ele, Wallace colocou Darwin num tumulto, forçando-o a publicar o seu livro rapidamente antes que fosse suplantado por Wallace.

A tensão cresceu entre os dois quando no ano de 1869 Wallace revelou publicamente as suas dúvidas em torno da teoria darwiniana. Posteriormente, Wallace elaborou a uma versão madura da "evolução inteligente" culminando no seu magnum opus, The World of Life (1910).

Ao contrário de Darwin, Wallace opôs-se vocalmente ao racismo e à eugénica pseudo-científica.


Sem dúvida que qualquer escola pública interessada na educação científica dos alunos informaria os seus alunos que um dos promotores iniciais da teoria da selecção natural como mecanismo da evolução perdeu fé nessa posição e começou a postular um tipo de design inteligente.

Mas como nós todos sabemos, o papel do "professor" de Biologia não é ensinar a verdade mas sim ensinar a teoria da evolução. Daí se infere que a "apostasia" de Wallace vai ser ignorada pelas pessoas que alegadamente tem como missão informar os alunos.

quarta-feira, agosto 31, 2011

Os axiomas tipológicos e a imaginação de Darwin

O padrão empírico da natureza existente conforma-se de um modo notável com o modelo tipológico (vêr este postal). Os axiomas tipológicos básicos - que as classes são absolutamente distintas, que as classes possuem traços diagnósticos únicos e que esses traços diagnósticos estão presentes de um modo fundamentalmente invariante em todos os membros da classe - aplicam-se universalmente em toda a esfera da vida.

Consequentemente, a isolação das classes é invariavelmente absoluta e as transições para um traço característico [que nunca ocorreu] são normalmente abruptas e o fenómeno da descontinuidade encontra-se através de todo o reino dos seres vivos.

Mesmo se um certo número de espécies fossem reconhecidas pela biologia como intermédias, possuindo sistema de órgãos perfeitamente transicional no sentido requerido pela teoria da evolução, isto não seria suficiente para validar o modelo evolutivo da natureza.

Para refutar a tipologia e validar de um modo seguro as alegações evolutiva, seriam necessárias centenas ou mesmo milhares de diferentes espécies, todas intermédias em termos da sua biologia geral, fisiologia e anatomia dos seu sistema de órgãos.

De acordo com alguns evolucionistas, as bases filosóficas e ideológicas por trás do modelo tipológico (Criação Bíblica) podem ser alegações metafísicas descabidas, mas a verdade é que o padrão da biodiversidade ajusta-se de um modo perfeito com o modelo tipológico.

Devido a isto, é fácil de entender a resistência que Cuvier e Agassiz ofereceram às teorias evolutivas dos seus tempos. Aquilo que eles observavam no padrão da natureza estava de acordo com a sua interpretação anti-evolutiva dos dados.

A rejeição da evolução por parte dos grandes biólogos do século 19 não foi um recuar perante os dados empíricos; eles apenas e só não viam qualquer tipo de evidência para a ordem sequencial do padrão da natureza - e isto eles consideravam essencial antes de alguém sugerir o conceito da evolução orgânica a partir dos factos da biologia.

Nesta história toda, se havia alguém que rejeitava os dados, esse alguém era Darwin - o mesmo que admitiu não ter qualquer tipo de evidência empírica sólida para qualquer tipo de transformação evolutiva que ele postulava terem acontecido no passado.

Foi Darwin, o evolucionista, que admitiu numa carta a Asa Gray que "a imaginação tem que preencher as enormes falhas". (Darwin, C. (1858) numa carta a Asa Gray, 5 de Setembro de 1857, Zoologists, 16; 6297-99, ver p6299).


Modificado a partir do livro "Evolution: A Theory in Crisis", página 117.

segunda-feira, agosto 15, 2011

O racismo dos evolucionistas


A teoria da evolução ao serviço do racismo.
Num período futuro, não muito distante quando medido em séculos, as raças humanas civilizadas vão certamente exterminar e suplantar as raças selvagens por todo o mundo. ~ Charles Darwin.
Claro Darwin pertencia à "raça" que ele descrevia como "raça civilizada".
Nenhum homem racional, conhecedor dos factos, acredita que o negro comum é igual, e muito menos, superior que o homem branco ~ Thomas Huxley
Thomas Huxley foi chamado de "Darwin's bulldog" porque foi ele quem anunciou a mitologia da evolução por toda a Inglaterra quando Darwin se retirou da vida pública.

O credo do eugenismo foi fundado na ideia da evolução ~ Francis Galton
Francis Galton era o primo do Darwin.

De todos os problemas que terão de ser encarados no futuro, na minha opinião, o mais difícil vai ser aquele relativo ao tratamento das raças inferiores da humanidade. ~ Leonard Darwin.
Não muito politicamente correcto, sr Leonardo.

No estado mais baixo do desenvolvimento mental humano estão os Australianos, algumas tribos da Polinésia, os Bosquímanos, os "Hottentots", e algumas tribos Negras ~ Ernst Haeckel.
Ernest Haeckel foi o darwinista ateu que inventou a "lei biogenética" (que nunca chegou a ser lei alguma), e que mentiu descaradamente sobre o desenvolvimento dos embriões.

O Fuhrer alemão é um evolucionista, tal como eu tenho dito consistentemente. Ele tem conscientemente tentado que a Alemanha esteja de acordo com a teoria da evolução.~ Arthur Keith

quinta-feira, julho 14, 2011

Quem realmente se opôs a Darwin?

Um dos grandes mitos urbanos que os darwinistas propagam é o de que quando seu livro "On the Origin of Species" foi publicado, a maior oposição que Darwin encontrou veio dos líderes religiosos e não dos cientistas.

Nada poderia estar mais longe da verdade. A maior oposição que Darwin encontrou veio de outros cientistas que apontaram evidências que não estavam de acordo com a sua teoria, principalmente o registo fóssil.

Eis uma pequena lista de centistas que rejeitaram o darwinismo por razões científicas:

  • Louis Agassiz - Professor de Zoologia na Universidade de Harvard
  • George Cuvier
  • H.G. Bronn
  • François Jules Pictet
  • Richard Owen - Anatomista britânico
O Dr Michael Denton, no seu livro "Evolution: A Theory in Crisis", páginas 104 e 105, diz:
O anti-evolucionismo dos eminentes biólogos do século 19 não era baseado na religião.
Ele acrescenta na página 100:
O facto de que muito dos fundadores da Biologia moderna, aqueles que descobriram todos os factos básicos da morfologia comparativa sobre o qual a Biologia evolutiva moderna é baseada, viam a Natureza como essencialmente um descontinuo de tipos isolados, únicos e sem "pontes" de variedades transitórias, posição totalmente contrária às ideias evolucionistas, é obviamente muito difícil de reconciliar com a noção popular de que todos os factos da Biologia irrefutavelmente suportam a interpretação evolucionista.
("Evolution: A Theory in Crisis; pag 100)"
Por outras palavras, aqueles que fundaram os alicerces da Biologia moderna não acreditavam na teoria da evolução, mas acreditavam que a natureza exibia "tipos" distintos.

Esta clara divisão existente entre as formas de vida é precisamente aquilo que poderíamos prever, baseados na Palavra de Deus. No capítulo 1 do Livro de Génesis, quatro vezes a Palavra de Deus diz "conforme a sua espécie" ou "segundo a sua espécie", referindo-se às plantas e aos animais.

Ou seja, as formas de vida quando nascem, já têm dentro de si a informação genética necessária para a geração seguinte. Os gatos hão-de sempre dar a luz gatos, os cães hão-de sempre dar à luz cães, os macacos hão-de sempre dar à luz outros macacos, assim sucessivamente.

Não só isto é totalmente o contrário do que poderíamos esperar se a teoria da evolução estivesse de acordo com as evidências, mas é uma confirmação da Bíblia.

Mais uma vez vêmos que a ciência, quando propriamente interpretada, confirma a Palavra de Deus.

A ciência e as Escrituras são contra a teoria da evolução.

terça-feira, julho 12, 2011

Árvore de Darwin atacada por criacionistas evolucionistas

A Julho de 1837 Charles Darwin teve uma ideia original. Durante os seus estudos em Londres, ele voltou a página do seu livro de apontamentos e escreveu "I think". Então fez um esboço de uma árvore.

Tanto quanto se sabe, essa foi a primeira vez que ele aludiu ao conceito da "árvore da vida" como forma de explicar o suposto relacionamento evolutivo entre as espécies. Esse conceito ficou tão firme na mente de Darwin, que quando o seu livro "On The Origin of Species" foi publicado 22 anos mais tarde, a sua árvore já se tinha transformado e crescido bastante.

Este ícone da teoria da evolução ganhou vida própria e hoje é muito difícil encontrar um evolucionista que não aluda a árvore de Darwin como explicação dos acima mencionados supostos relacionamentos evolutivos.

Mas a ciência tem o "péssimo" hábito de refutar os mitos darwinistas.

Segundo este artigo, os problemas começaram com a descoberta doa ADN:

Então, o que é que aconteceu? Estritamente falando, o ADN aconteceu.
A descoberta do ADN abriu novos horizontes para a Biologia:
Finalmente aqui estava o cerne da hereditariedade onde certamente estava escrita a história da vida. Se ao menos nós conseguíssemos descodificá-lo.
"Descodificação" implica "codificação". Quem é que codificou o ADN? Infelizmente o artigo não disse.

Com esta descoberta, os darwinistas naturalmente acreditaram que o que fosse descoberto haveria de confirmar a crença de que o mundo biológico criou-se a si mesmo. Infelizmente, como o artigo refere, aconteceu exactamente o contrário.

Os problemas começaram no princípio da década 90 quando se tornou possível sequenciar os genes "archaeal" e os genes das bactérias, e não só o RNA. Toda a gente esperou ["toda a gente" = evolucionistas) que estas sequências do ADN fossem confirmar a árvore do RNA.

De facto, em casos pontuais, assim se verificou, mas em momentos cruciais, isso não aconteceu. O RNA, por exemplo, pode sugerir que a espécie A está mais próxima em termos evolutivos da espécie B, do que a espécie C, mas uma árvore feita com o ADN sugeria exactamente o contrário."

Lembrem-se de artigos como este e como este sempre que virem a suposta "árvore da vida" exposta num livro escolar. O que estão a vêr não é ciência mas um mito naturalista mascarado de ciência.

Conclusão:
Não existe nenhuma "árvore da vida" evolutiva porque a evolução nunca aconteceu. A ciência mais uma vez acrescenta lenha na fogueira onde a teoria da evolução está a arder.

Os tipos básicos das formas de vida estão separadas desde o princípio da criação, e a única forma de uni-las é rejeitar as observações e converter-se ao naturalismo.

Mais uma vez se vê que a interpretação Bíblica está de acordo com as observações, e a mitologia darwinista não tem bases científicas.

domingo, maio 29, 2011

Quem realmente se opôs a Darwin?

Um dos grandes mitos urbanos que os darwinistas propagam é o de que quando seu livro "On the Origin of Species" foi publicado, a maior oposição que Darwin encontrou veio dos líderes religiosos e não dos cientistas.

Nada poderia estar mais longe da verdade. A maior oposição que Darwin encontrou veio de outros cientistas que apontaram evidências que não estavam de acordo com a sua teoria, principalmente o registo fóssil.

Eis uma pequena lista de centistas que rejeitaram o darwinismo por razões científicas:

  • Louis Agassiz - Professor de Zoologia na Universidade de Harvard
  • George Cuvier
  • H.G. Bronn
  • François Jules Pictet
  • Richard Owen - Anatomista britânico
O Dr Michael Denton, no seu livro "Evolution: A Theory in Crisis", páginas 104 e 105, diz:
O anti-evolucionismo dos eminentes biólogos do século 19 não era baseado na religião.
Ele acrescenta na página 100:
O facto de que muito dos fundadores da Biologia moderna, aqueles que descobriram todos os factos básicos da morfologia comparativa sobre o qual a Biologia evolutiva moderna é baseada, viam a Natureza como essencialmente um discontinuo de tipos isolados, únicos e sem "pontes" de variedades transitórias, posição totalmente contrária às ideias evolucionistas, é obviamente muito difícil de reconciliar com a noção popular de que todos os factos da Biologia irrefutavelmente suportam a interpretação evolucionista.
("Evolution: A Theory in Crisis; pag 100)"
Por outras palavras, aqueles que fundaram os alicerces da Biologia moderna não acreditavam na teoria da evolução, mas acreditavam que a natureza exibia "tipos" distintos.

Esta clara divisão existente entre as formas de vida é precisamente aquilo que poderíamos prever, baseados na Palavra de Deus. No capítulo 1 do Livro de Génesis, quatro vezes a Palavra de Deus diz "conforme a sua espécie" ou "segundo a sua espécie", referindo-se às plantas e aos animais. Ou seja, as formas de vida quando nascem, já têm dentro de si a informação genética necessária para a geração seguinte. Os gatos hão-de sempre dar a luz gatos, os cães hão-de sempre dar à luz cães, os macacos hão-de sempre dar à luz outros macacos, assim sucessivamente.

Não só isto é totalmente o contrário do que poderíamos esperar se a teoria da evolução estivesse de acordo com as evidências, mas é uma confirmação da Bíblia.

Mais uma vez vêmos que a ciência, quando propriamente interpretada, confirma a Palavra de Deus.

A ciência e as Escrituras são contra a teoria da evolução.

segunda-feira, abril 18, 2011

Criação ou evolução: evolucionistas negam este dualismo mas usam-no com frequência

Por motivos prácticos muitos criacionistas limitam a discussão das nossas origens a duas teorias, onde a criação e a evolução são as únicas alternativas. Dentro deste quadro as evidências contra um modelo são evidência a favor do modelo alternativo.

Os evolucionistas choramingam e dizem que esta limitação é inválida porque existem outras alternativas.

O criacionista avança segundo a assumpção subentendida de que a criação pode ser validada desacreditando a evolução - uma forma de pensar que não é nem científica nem lógica.
(S. Weiberg , "Review of Origins: Two Models", 1984, página 6)

A própria justaposição da evolução com a Ciência da Criação - o que os Criacionistas chamam de "a abordagem dois-modelos" - é nela mesma falaciosa. Não se pode provar o Criacionismo refutando a evolução.
(Michael Ruse, "A Philosopher's Day in Court", 1984, página 330)

A negação evolucionista tem sido tão bem sucedida que até conseguiram convencer um tribunal federal da existência desse dualismo (citado por "The Biotic Message" na página 457).

O curioso desta situação é que, como a teoria da evolução foi inventada especialmente e unicamente para refutar o argumento do design (brilhantemente proposto pelo Teólogo William Paley), quem inventou a abordagem dois-modelos foram os evolucionistas. As "evidências" evolutivas clássicas não são evidências em favor da evolução mas sim, contra o Criador.

A lógica evolutiva funciona do seguinte modo:

  • Evolucionistas observavam o facto peculiar na natureza. Chamemos-lhe de X.
  • Seguidamente alegam que não faz sentido nenhum o Criador ter criado X.
  • Depois arranjam uma teoria qualquer para acomodar X.
  • Finalmente concluem que a teoria da evolução faz "mais sentido" que o Designer.

Historicamente, o facto X tem sido as aberturas branquiais, a recapitulação de Haeckel, órgãos vestigiais, estruturas estranhas e curiosas (o argumento da "imperfeição"), adaptações semelhantes usadas para propósitos distintos, adaptações distintas usadas para o mesmo propósito, universalidades biológicas, homologias, e a hierarquia em ninho da vida.

Todos estes argumentos foram usados contra o Criador, mas a teoria da evolução não os prevê. Isto é o dualismo original em acção - tradição que pode ser seguida até o próprio Darwin. Como os evolucionistas ainda usam esta lógica (exemplificada no uso de algumas das "evidências" listadas em cima), eles não se podem queixar do dualismo criação-evolução. Eles ainda o usam.

Stephen Jay Gould, Luria e Singer (1981) exemplificam de forma clara este dualismo no seu livro* dirigido ao iniciantes em Biologia (nível universitário):

  • Eles afirmam que as questões biológicas tem "duas potenciais resoluções": ou a criação ou a evolução (página 572). Isto dá legitimidade ao dualismo criação-evolução.
  • Todas as "evidências" usadas em favor da evolução - quer sejam a biogeografia, órgãos vestigiais, embriologia, homologia ou design "imperfeito" - são argumentos explicitamente contra o Criador (combinadas com acomodações plásticas por parte da teoria da evolução - página 576-581). Isto valida o dualismo.

Conclusão:

Há alguns dias atrás um dos evolucionistas que comenta no blogue "Darwinismo" alegou que "há outras alternativas" e que o facto da teoria da evolução poder vir a ser falsificada (como se já não tivesse sido), não significa que o Design Inteligente fica automaticamente provado.

As perguntas para os evolucionistas que pensam assim são:

  • Se é verdade que vocês acreditam na existência de "alternativas" à criação e à evolução, porque é que todas as evidências que vocês usam em suporte da teoria da evolução são evidências contra Deus? Onde estão as evidências contra as "alternativas"?
  • Porque é que Darwin e os seus adoradores têm usado o dualismo criação-evolução desde o princípio, se o mesmo é uma "invenção criacionista"?
Logicamente falando, os evolucionistas tem razão ao usarem o dualismo criação-evolução uma vez que a vida ou é o resultado de Design Inteligente ou é o resultado de um processo não inteligente. Não há meio termo.

A crítica não deve ser feita aos evolucionistas que se apoiam nesse dualismo mas sim aos evolucionistas que negam a existência dessa crença subentendida na sua visão das origens, mas ao mesmo tempo usarem evidências que validam o mesmo dualismo que eles afirmam não existir.

quarta-feira, janeiro 05, 2011

Darwin destronado por geólogo

Evolução gradual parece sinónimo com Charles Darwin, mas um geólogo da "New York University" discorda. De acordo com um artigo na PhysOrg, Michael Rampino acha que Patrick Matthew merece ser identificado por oferecer uma visão mais realista da evolução - a visão catastrófica.
"Matthew descobriu e claramente declarou a ideia da selecção natural, aplicou-a à origem das espécies e colocou-a no contexto dum registo geológico marcado por extinções em massa seguida por adaptações relativamente rápidas," afirma Rampino, cuja pesquisa em torno de eventos catastróficos inclui estudos sobre actividade vulcânica e impacto de asteróides.
Levando em conta a aceitação recente da importância das extinções em massa catastróficas na história da vida, talvez seja tempo de considerar a visão evolutiva de Patrick Matthew como uma muito mais de acordo com as ideias actuais do que a visão de Darwin.
Ao colocar o ênfase em eventos catastróficos, Rampino está ao mesmo tempo a desqualificar um dos melhores amigos de Darwin - Charles Lyell, o ponto mais alto da geologia uniformitarianista. Rampino acha que Patrick Matthew estava muito à frente em relação aos seus pares, mas este dado escapou a atenção da comunidade científica da altura.


Rampino talvez não saiba, mas ao criticar o santo do ateísmo - Charles Darwin - ele colocou-se na linha de fogo dos militantes ateus. Não se pode pôr em causa Charles Darwin sem se sofrer ataques pessoais uma vez que, aos olhos do mundo secularista, um ataque a Darwin equivale a promover a Bíblia.

Como os secularistas são na sua maioria Teofóbicos, eles não toleram cientistas que criticam o homem que tornou possível ser um "ateu intelectualmente realizado".

segunda-feira, outubro 18, 2010

Fanático ambientalista queria mais programas dedicados a Darwin

Foi assustador e patético o que se verificou em Maryland, nas instalações do Discovery Channel, quando um terrorista ambientalista reteve alguns reféns durante um período de tempo. O acto foi uma tentativa de forçar a emissora televisiva não só a mostrar mais programas em torno de Malthus e Darwin, como também a forcá-los a difundir mais a mensagem da "sobre-população" e o do não-existente aquecimento global antropogénico (AGA).

Notoriamente ausente das reportagens iniciais estavam as referências a Darwin, no entanto, num manifesto por si feito, James J. Lee deixa bem claro quais eram as ideologias que o motivavam:

Desenvolvam programas que mencionam o facto das ciências Malthusianas mostrarem que produção alimentar conduz a uma sobre-população da raça humana. Falem da evolução. Falem de Malthus e Darwin até que isso seja assimilado pelos cérebros estúpidos das pessoas!!
A trindade do inferno está bem patente nestas breves palavras:
  • 1) ódio ao ser humano
  • 2) evolução
  • 3) controle dos recursos alimentares.

Já imaginaram o que é um país ser dominado por pessoas que querem fazer um controle populacional, mesmo que para isso tenham que reduzir a produção alimentar, ou matar bebés em larga escala? Bem, não pensem mais. Vejam este vídeo.

É curioso que Lee tivesse exigido que o Discovery Channel emitisse mais programas acerca da evolução quando este deve ser um dos canais que mais propaganda faz ao mito ateu com o nome de evolução. Pelos vistos não era o suficiente para Lee porque as pessoas teimavam em continuar a ter filhos e teimavam em continuar a produzir mais alimento para saciar a população.

Aquando do massacre de Columbine a alguns anos atrás, a conexão darwinista foi também omitida pelos órgãos de informação embora tenha sido bem explícito nas palavras dos dois assassinos. Pelos vistos o ateu James Lee vai ter a sua mensagem revista como forma de proteger o barbudo vitoriano.

Ideias tem consequências, e a crença de que o ser humano nada mais é que um acidente fortuito no grande esquema da vida tem as suas consequências. Primeiramente, se se ensina as crianças que nós somos animais então eles vão-se comportar como tal. Segundo, se essas mesmas crianças crescem debaixo da indoutrinação da "sobre-população", eles ficam mais susceptíveis de desenvolver um ódio irracional contra o ser humano.

É sempre de estranhar quando uma ideologia tenta avançar com métodos que envolvam exterminar seres humanos. O ser humano não só é a mais maravilhosa criação que Deus colocou na Terra como também é a razão pela qual a natureza existe. Sem o homem, a natureza não faz sentido.

sábado, maio 22, 2010

Darwin e os fueguinos

Original "Os fueguinos encontram-se no mais miserável estado de barbarie, maior do que eu havia imaginado que veria num ser humano".

"É impossível imaginar a diferença que existe entre o homem selvagem e o homem civilizado; é muito maior do que se observa entre um animal silvestre e outro domesticado, pelo que o homem é suscetível de um maior aperfeiçoamento".

"A linguagem destes fueguinos, conforme nossa maneira de pensar, apenas merece ser considerado algo articulado. O capitão Cook a tem comparado ao pigarro como quando alguém faz cócegas, porém posso garantir que nunca ouvir europeu algum que limparia a garganta com sons tão roucos, tão guturais e tão estalados" ("Viagem de um naturalista ao redor do mundo").


"Jamais esquecerei o espanto que tive quando pela primeira vez vi uma reunião de fueguinos numa praia selvagem e impérvia, diante da ideia que logo me veio à mente — assim eram os nossos antepassados. Esses homens estavam completamente pelados e tinham o corpo pintado, com os longos cabelos emaranhados, as bocas espumavam de excitação e tinham uma expressão selvagem, apavorada e cheia de suspeita. Malmente tinham alguma arte e viviam como animais selvagens daquilo que conseguiam capturar e eram impiedosos com o que não fosse da sua tribo. Quem tiver visto um selvagem em sua terra nativa não sentirá muita vergonha se for constrangido a reconhecer que em suas veias corre o sangue das mais humildes criaturas. Quanto a mim, quisera antes ter descendido daquela pequena e heróica macaquinha que desafiou o seu terrível inimigo para salvar a vida do próprio guarda; ou daquele velho babuíno que, des cendo da montanha, levou embora triunfante um companheiro seu jovem, livrando-o de uma matilha de cães estupefatos, ao invés de descender de um selvagem que sente prazer em tor turar os inimigos, que encara as mulheres corno escravas, que não conhece o pudor e que é atormentado por enormes superstições"("A Origem do Homem". Hemus Editora, p. 711).

terça-feira, maio 04, 2010

Edward Blyth e a génese da selecção natural

Pela hipocrisia de homens que falam mentiras, tendo cauterizada a sua própria consciência,
1 Tim 4:2

De acordo com Loren C. Eiseley, que antes da sua morte era professor de Antropologia na "Benjamin Franklin" e professor da História da Ciência na Universidade da Pensilvânia, "os princípios básicos do trabalho de Darwin -- a luta pela sobrevivência, variação, selecção natural e a selecção sexual -- estão totalmente expressas" num trabalho escrito pelo criacionista Edward Blyth em 18351 (ênfase adicionado).

Ao contrário de Darwin, Blyth via a selecção natural como um factor de preservação e não um fenómeno "potencialmente liberalizador". De acordo com este mal apreciado naturalista, o princípio conservador foi implantado "pela Providência [Deus] como forma de preservar as qualidades típicas duma espécie". Variações atípicas, segundo as próprias palavras de Eiseley, levavam à "descoberta e à destruição do animal".2

Eiseley, não sendo um criacionista, escreveu que "Blyth é mais que um percursor do Darwinismo; ele é o pai intelectual do mesmo....". Segundo Eiseley, Blyth "pertence à linhagem real.....um dos parentes esquecidos de um grande clássico." Na mesma página Eiseley diz que "Darwin fez uso não reconhecido do trabalho de Blyth".3

O editor Kenneth Heuer concluiu: "Esta é a descoberta de Eiseley." Darwin "falhou ao não reconhecer a sua obrigação perante Blyth".4 Ele chegou a reconhecer outros (e mesmo Blyth ao de leve) mas como Eiseley demonstra persuasivamente, por alguma razão Darwin escolheu não atribuir a Blyth o reconhecimento do elemento chave da sua teoria: a selecção natural.

O Dr. Eiseley forneceu ao leitor ensaios escritos pelo creacionista Blyth - ensaios que certamente foram lidos por Charles Darwin. Eles apareceram originalmente na publicação The Magazine of Natural History em 1835, 1836, e 1837. Exemplos em como este naturalista honrou o Criador são providenciados.

No primeiro exemplo, The Varieties of Animals (pags. 97–111), Blyth levou em consideração, entre outras coisas, as modificações na coloração animal. A lebre montanhesa, por exemplo, torna-se branca durante o inverno e "dificilmente distinguível da neve". Na mesma página, Blyth escreve:

Por incrível que pareça, tem havido uma diferença de opinião entre os naturalistas, se estas variações cromáticas sazonais eram intencionadas pela Providência [Deus] como forma de se adaptarem às mudanças climáticas, ou como um meio de preservar as variadas espécies da observação dos seus adversários, ao adaptarem as suas tonalidades em conformidade com a cor da superfície. O facto é que essas modificações de cor não só realizam os dois propósitos como também estão no grupo de instâncias que tão claramente e forçosamente atestam para a existência de Uma Primeira Causa Omnisciente. 5
É triste que tal linguagem seria censurada na maioria, senão em todos, jornais científicos de hoje - especialmente se escritas por um naturalista ainda vivo. No entanto, é refrescante ver um naturalista do calibre de Blyth a creditar o Criador com preocupação pelas Suas criaturas. As Palavras do Criador a que Blyth alude vem à memória:
E disse o Senhor: Tiveste compaixão da aboboreira, na qual não trabalhaste, nem a fizeste crescer; que numa noite nasceu, e numa noite pereceu; E não hei-de Eu ter compaixão da grande cidade de Nínive, em que estão mais de cento e vinte mil homens, que não sabem discernir entre a sua mão direita e a sua mão esquerda, e também muitos animais?
Jonas 4:10-11
O ensaio seguinte 7 revela o coração do naturalista inclinado em reverência pelO Criador (mantido na língua original):
It is the grand and beautiful, the sublime and comprehensive system which pervades the universe, of which the sun and planets are but a portion, and which, to return to ornithology, is so well exemplified in the adaptation of the ptarmigan to the mountain top, and the mountain top to the habits of the ptarmigan; which suits the ostrich to the arid desert, the woodpecker to the forest, and the petrel to "the far sea wave."

It is the majestic and admirable system by which all nature works so beautifully together, and to which all that our external senses reveal appertains. It is the system which, exquisite and intensely interesting in all its minutest details, is, if possible, even more so in its complicated relation; by which, by the unity of design pervading which, all is demonstrable to be the workmanship of one omnipotent and all-foreseeing providence, under the beneficent dispensation of whom naught that ever exists or occurs stands isolated and alone, but all conduce and work admirably together for the benefit of the whole; by whose all-wise decree it is ordained, that, while the lofty and sterile mountain peak attracts the clouds, which in winter, in consequence, precipitate themselves upon it in the form of snow, it should cause itself to become clad in the hue of all others the most calculated to prevent its internal temperature from being farther reduced, and itself from thereby becoming an increased source of cold by radiation to all around; while, at the same time, the concretion of snow itself, instead of deluging the country round with superfluous moisture, is thus retained for a time upon the heights, not only to shelter the more tender organized productions of the mountain from severer cold, but also to furnish, by the action of the summer sun, a due supply of water, when needed, to the fountains and rills which irrigate and fertilize the more level country; there having done its part, to flow on to the mighty reservoirs of the ocean, again to arise in clouds, and to fulfill again its appointed rounds, with perpetual never ceasing energy, while the world endures.8

Dr. Eiseley escreveu que "Edward Blyth era pessoa para se lembrar da cor e forma de uma ave em movimento rápido ou de uma raposa a saltar uma cerca Ele viu coisas a esconderem-se, a mudarem , a cantar. Ele tinha o que hoje em dia se chama de memória fotográfica."9 Ele declarou explicitamente que Blyth era um "criacionista".10

Como um evolucionista, Eiseley via Blyth como alguém que trabalhava debaixo de "limitações do século 18 no que toca a variações orgânicas, coisa que cegou muitos dos pensadores do século 18". 11 Mas quem é de facto cego? Os geneticistas sabem que há limites definitivos em relação às divergências. Por mais que se tente, os evolucionistas não podem transformar um réptil numa ave. No entanto, eles acreditam que o que seres inteligentes não conseguem, as forças não inteligentes da natureza conseguem. Basta dar tempo, dizem eles.

No seu terceiro ensaio, Psychological Distinctions Between Man and Other Animals, Blyth escreveu que os outros animais "manifestam sabedoria sobre humana uma vez que é inata e portanto, instilada por Um Criador Omnisciente". De facto, recursos animais não premeditados, em casos de emergência, são frequentemente superiores aos dos humanos. E porquê? Porque eles não precisam da experiência como guia mas são motivados a agir por intuição.

Mais uma vez, quão descontextualizadas as palavras deste naturalista estariam nas publicações seculares contemporâneas! A evolução é uma religião e artigos científicos que se afastem deste credo não são tolerados pela ortodoxia secularista. As referências ao "Criador Omnisciente" violam a ortodoxia secular da teoria da evolução.

O Apostolo Paulo escreveu há muitos anos atrás que os homem maldosamente suprimem a Verdade.12 As razões que levaram Darwin a não creditar Blyth de forma mais generosa pela concepção do conceito de selecção natural só vai ser sabido quando o Criador a Quem Blyth se referiu, o Senhor Jesus Cristo, voltar para estabelecer o Seu Reino na Terra.

Eiseley construiu um argumento forte em suporte da tese de que Darwin beneficiou com o trabalho de Blyth mas "esqueceu-se" de lhe dar crédito. Parece que a mentira, o engano e a decepção que existem dentro da cosmovisão evolucionista não é algo que seja periférico, mas endémico à mesma teoria.


1 Loren Eiseley, Darwin and the Mysterious Mr. X (New York: E.P. Dutton, 1979), p. 55.
2 Ibid., p. 56.
3 Ibid., p. 59.
4 Ibid., p. x.
5 Ibid., p. 108.
6 Jonah 4:10, 11.
7 Seasonal and Other Changes in Birds, pp. 112–140.
8 Ibid., pp. 116–117.
9 Ibid., p. 49. (Edward Blyth's sister wrote of him, "Never was any youth more industrious; up at three or four in the morning, reading, making notes, sketching bones, coloring maps, stuffing birds by the hundreds, collecting butterflies, and beetles — teaching himself German sufficiently to translate it readily, singing always merrily at intervals," p. 170.)
10 Ibid., pp. 68,69.
11 Ibid., p. 54.
12 Romans 1:18.

terça-feira, janeiro 12, 2010

Teoria da evolução e a sua importância para o avanço do ateísmo

Um dos grandes paradoxos da religião ateísta está na veneração a que Darwin é alvo: os seus fiéis devotos consideram-no como um dos grandes cientistas de todos os tempos, posição esta que não deixa de ser curiosa uma vez que ele estava errado em practicamente tudo o que postulou:
1. A natureza das características herdadas (foi o criacionista Gregory Mendel - que não achou as teorias de Darwin convincentes - quem estabeleceu os fundamentos da genética moderna);

2. A origem das variações (Darwin pensava que elas apareciam devido ao uso e desuso);

3. O poder da selecção natural (que nunca foi mostrado como sendo capaz de produzir nada mais que as pequenas variações dentro do mesmo tipo);

4. A origem das espécies (que continua a ser um problema para os ateus);

5. Embriões dos vertebrados (que Darwin falsamente acreditava que mostravam o nosso progenitor "na fase adulta");

6. E a distribuição geográfica das espécies (muitas das quais, como documentou o biólogo francês Léon Croizat, não estão de acordo com a teoria de Darwin).

Apesar dos óbvios falhanços científicos de Darwin, o jornalista Chris Mooney afirma que o livro de Darwin é "um dos livros mais brilhantes alguma vez escritos".

Em relação às festividades do Ano de Darwin, Mooney questiona:

Porque é que será que isto acontece? Existirá algum outro cientista que nós celebremos assim tanto? E será apenas devido a mais famosa teoria de Darwin ou será algo mais?
Mooney responde às suas próprias perguntas:
Eu acho que Darwin significa muito (mas muito!) mais do que a ciência por si só pode transmitir. Ele epitomiza algo mais e eu quero arriscar que é o seguinte: uma visão secular.....Darwin não é apenas alguém era brilhante; ele é uma forma de vida.
Importantes admissões por parte deste evolucionista.

Apanharam bem o que ele disse? Para os ateus, Darwin não é só alguém que transmite informação científica, mas um estilo de vida. Vida secular. Secularismo mascarado de ciência.

Existem cientistas mais importantes que Darwin.

Outros cientistas que nós poderíamos celebrar incluem nomes como Isaac Newton, James Clerk Maxwell e Albert Einstein na Física; Robert Boyle, Antoine Lavoisier e Willard Gibbs na Química; e Carolus Linnaeus, Georges Cuvier e Gregor Mendel na Biologia.

Cada um deles contribuiu mais para a ciência e tecnologia que Charles Darwin.

De facto, a Física, a Química e a Biologia contemporânea poderia nem existir se não fossem eles.

Se vamos celebrar o livro mais importante para a história da ciência, o livro "Principia" do criacionista Isaac Newton seria um candidato melhor colocado que "A Origem das Espécies" de Charles Darwin. Mas como Mooney afirmou, a importância de Darwin é a de suportar a "visão secular" (ateísmo).

Conclusão:

O ano de Darwin não era tanto uma celebração em torno de alguém cujas palavras foram cientificamente importantes, mas sim a celebração de alguém que ofereceu aos ateus uma plataforma pseudo-científica para avançar com o ateísmo. Isto explica o porque do Dia Internacional de Darwin ter sido projectado pela Associação Humanista Americana. Esta organização dedica-se a promover uma filosofia "não teísta". Isto também explica o porquê dos ateus quererem estabelecer o "Dia de Darwin" como a alternativa secular ao Natal.

O debate entre a criação e a evolução não é um debate entre religiosos e cientistas, mas sim entre dois grupos religiosos. O que muda é só a religião, mas o fervor é o mesmo.

segunda-feira, janeiro 11, 2010

Evolucionistas cansados de louvar Charles Darwin

O delírio do "ano Darwin" chegou a tal extremo que até os darwinistas estão cansados.O paleontólogo da Cambridge University Simon Conway Morris afirmou na "Current Biology"
Mais do que uma das minhas colegas observou a sobre lotada sala de conferência e afirmou em voz baixa que sofria ligeiramente da "fadiga à cerca de Darwin".
Conway Morris questionou-se se a "obsessão" em torno de Charles Darwin e o infinito ciclo de celebrações reflectiam "uma perda de rumo, um eclipse de confiança", e criticou aqueles que "saltam em volta do totem Darwiniano" enquanto ignoram as contribuições de outros.

Aparentemente Conway deve ser um evolucionista, porque de outra forma ele saberia que todo a adoração em volta de Darwin nada tem a ver com a ciência. Se os motivos da adoração ateísta em torno de Darwin fosse baseada no avanço do conhecimento científico, há muito que os mesmos teriam buscado outros deuses para venerarem.

O biólogo da "University of Florida" Vassiliki Betty Smocovitis escreveu o seguinte na Science:
Quando se julgava que os ultra-darwinistas estavam a vencer o "ano de Darwin" com as suas intermináveis festas de amor, narrativas triunfalistas, revisionismo histórico auto-satisfatório; quando se começávamos a  julgar que Darwin tinha sido o único evolucionista a ter vivido durante os últimos 150 anos (...), David Prindle publicou um livro à cerca de Stephen Jay Gould que "provavelmente desafiaria a maior parte da ultra-ortodoxia julgada ser história reflectiva e ciência escrita expressamente para o ano de Darwin.
Smocovitis concluiu: "Darwin está morto. Viva a evolução." 

Conclusão:

Se os próprios darwinistas claramente se apercebem que as celebrações em torno do ídolo de Darwin estavam a ser exageradas e desgastantes, o que é que nós, os não crentes na religião darwinista, dirá?
Verdadeiramente as coisas foram levadas longe demais, e isso não se deve a ciência.

sexta-feira, dezembro 25, 2009

Boas Festas!

quarta-feira, dezembro 23, 2009

Evolucionistas discordam com Darwin

Pelos vistos a morte, extinção e a fome não são boas causadoras de evolução.
17 mil espécies em extinção

A vida na Terra está seriamente ameaçada, de acordo com uma análise detalhada da Lista Vermelha das Espécies Ameaçadas elaborada pela União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN). A crise das espécies selvagens é pior do que a crise económica, diz a UICN.

Pouco importa que algumas espécies condenadas à morte encerrem a chave da cura do cancro ou da sida. A sangria é tal que uma quarta parte dos mamíferos vive à beira da extinção, segundo os últimos dados da UICN.

Actualmente estão ameaçadas de extinção pelo menos 16 928 espécies, incluindo um terço dos anfíbios, mais de um em cada oito espécies de aves e cerca de um quarto dos mamíferos. Nos últimos 500 anos já se extinguiram 869 espécies.

Darwin disse:
Thus, from the war of nature, from famine and death, the most exalted object which we are capable of conceiving, namely. the production of the higher animals, directly follows.
As guerras, a fome e a morte causaram o aparecimento dos animais mais elevados, no entanto os evolucionistas estão preocupados com a fome e a morte que existem hoje. Se isto causou a evolução no passado, porque é que os ateus querem acabar com a fome e a morte?

Se calhar eles fazem-no porque eles sabem que o que Darwin disse está errado.

Pode um ambientalista ser um evolucionista? Pode, mas não está a ser coerente.

quarta-feira, dezembro 02, 2009

Geologia: Onde Darwin se enganou

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Share

Twitter Delicious Facebook Digg Stumbleupon Favorites More