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segunda-feira, setembro 19, 2011

ADN dos golfinhos reflecte ecolocalização dos morcegos

Naquele dia, o homem lançará às toupeiras e aos morcegos os seus ídolos de prata, e os seus ídolos de ouro, que fizeram para ante eles se prostrarem.
Isaías 2:20

Tanto os morcegos como os golfinhos usam nos seus ecossistemas uma forma natural de tecnologia sonar para navegar e caçar - chamada de "ecolocalização". Ambos partilham nos seus ouvidos uma pequena mas fundamental proteína que lhes permite ouvir frequências bastante elevadas. Como é que este sistema evoluiu duas vezes em dois tipos de animais distintos?

Duas reportagens presentes na Current Biology exploram a semelhança entre estas duas criaturas díspares. Os pesquisadores verificaram que: 1) um gene nomeado de prestina possui uma sequência semelhante nas duas espécies, e 2) ambos os animais produzem uma proteína - também chamada de prestina - com as mesmas especificações estruturais.

Stephen Rossiter, da "Queen Mary’s School of Biological and Chemical Sciences" (Reino Unido) e co-autor de um dos estudos, disse à BBC News:

Encontramos um conjunto inteiro de alterações nos aminoácidos que são comuns entre estes dois grupos que evoluíram paralelamente e de modo convergente.
(Amos, J. ‘Echoes’ in bat and dolphin DNA. BBC News. Posted on news.bbc.co.uk January 26, 2010, accessed February 8, 2010.)
Ignorando a mitologia evolutiva e fazendo uma análise científica baseada no que foi observado, o que eles encontraram foram sequências genéticas similares e nada mais. A história evolutiva do gene não foi determinada empiricamente mas assumida tendo como base a premissa evolutiva.

Versões distintas da proteína prestina são encontradas através dos mamíferos - com a excepção dos mamíferos ecolocalizadores que possuem uma forma específica da proteína (Li, Y. 2010. The hearing gene Prestin unites echolocating bats and whales. Current Biology. 20 (2): R55-R56.).

Os pesquisadores construíram uma árvore filogenética a partir da proteína. Esta árvore, como todas as outras árvores evolutivas, foi construída de modo a ajustar-se à sequência de dados do paradigma evolutivo - excluindo à priori qualquer outra explicação.

No entanto, faz mais sentido defender que este mesmo gene é o resultado de design intencional em ambas as criaturas. Não só a prestina codifica para a mesma proteína - executando na sua essência as mesmas funções tanto nos ouvidos dos morcegos como nos ouvidos dos golfinhos - como outras especificações são necessárias para a ecolocalização.

Todos os mamíferos possuem uma cóclea para amplificar, detectar e converter ondas de som em impulsos electro-químicos que estão em sincronismo com o cérebro. Mas os golfinhos e os morcegos possuem cócleas especiais.

Alguns dos mesmos pesquisadores haviam reportado em 2008 os requerimentos gerais para a ecolocalização dos morcegos. Para além duma versão única da proteína motora prestina, regiões extensas da cóclea dos morcegos dedicam-se aos sons de alta frequência.

A cóclea dos morcegos possui células-pêlo especializadas que são menores que as células-pêlo detectoras de som em baixa frequência dos outros mamíferos. Eles [os morcegos] possuem também "especializações nos centros auditivos do cérebro" que lhes permitem uma correcta interpretação dos dados provenientes do bio-sonar (Li, G. et al. 2008. The hearing gene Prestin reunites echolocating bats. Proceedings of the National Academy of Sciences. 105 (37): 13959-13964).

Portanto, não só os evolucionistas estão a propôr que a prestina especifica para o ultra-som evoluiu duas vezes, mas também que cada uma das partes componentes é também o resultado da selecção de mutantes que foram capazes de viver normalmente sem a ecolocalização antes das alterações.

De acordo com a BBC News, ambas as equipas de pesquisa possuem evidências que mostram que estas modificações na prestina foram selecionadas. A questão, no entanto, é: será que a natureza fez a selecção ao longo dos mitológicos milhões de anos, ou será que Deus fez a "selecção" logo no princípio da criação?

Considerando que a proteína prestina "deve ser fundamental para a ecolocalização animal" e que as probabilidades estão claramente contra uma adição por etapas dos componentes específicos necessários para o funcionamento da ecolocalização (e também contra duas adições faseadas em animais distintos), é perfeitamente óbvio que Um Criador Intencional , e não a natureza aleatória, é o Responsável.



quarta-feira, setembro 14, 2011

Golfinhos: modelo evolutivo impede avanço científico. Professor Ludwig Krippahl destroçado.

Há já algum tempo que os cientistas sabem que os golfinhos usam a visão e a sonda sub-aquática para encontrar comida e identificar objectos. No entanto, pesquisadores descobriram recentemente que para além da visão e do som, os golfinhos possuem percepção sensorial eléctrica. Como é que se explica que após anos de estudo este sentido nunca havia sido descoberto?

Nem sempre os golfinhos podem depender da sua visão - especialmente quando operam em águas turvas - e devido a isso, eles foram equipados com um afinado sistema de ecolocalização que lhes permite saber se o que os sinais captaram representa alimento, animal que não representa perigo ou um adversário (ou predador).

Mas os sinais sonoros não são muito eficientes a curta distância. Devido a isso, os pesquisadores acreditam terem identificado pelo menos uma espécie de golfinhos que sente a presença de campos eléctricos usando uma técnica chamada electro-percepção (Czech-Damal, N. U. et al. Electroreception in the Guiana dolphin (Sotalia guianensis). Proceedings of the Royal Society B. Published online before print July 27, 2011).

Quando os animais usam os seus músculos, eles geram campos eléctricos mínimos e estes golfinhos podem sentir esses pequenos sinais eléctricos a curta distância.

As descobertas de novas capacidades sensoriais são um processo contínuo. Por exemplo, em 2009 investigadores verificaram que as focas podem usar os seus bigodes para "lêr" mensagens subaquáticas deixadas para trás por peixes. Um estudo distinto reportou que certos olhos de camarão podem detectar doze cores primárias (os seres humanos conseguem vêr 3), e que tal facto pode levar a avanços na tecnologia (Thomas, B. Shrimp Eye May Inspire New DVD Technology).

Problemas para o modelo ateu evolutivo.

Os evolucionistas deparam-se com um desafio enorme ao tentarem explicar como estas capacidades sensoriais - muito mais miniaturizadas e eficientes do que qualquer artefacto por nós feito - pode ter uma origem não-inteligente. Qual é a força natural capaz de gerar um sistema de emissão, recepção e análise de sinais sonoros? E à prova de água.

Do lado oposto desta discussão encontram-se os Cristãos com fé no que Deus disse em Génesis. Criacionistas Bíblicos fazem a interpretação mais frontal, parcimónia, de acordo com as evidências e, desde logo, científica: criações superiores implicam Um Criador Superior.

Então como é que os crentes evolucionistas "explicam" a origem (e não o funcionamento) do electro-receptor do golfinho da Guina? O evolucionista Wolf Hanke declarou a Science Now que "Isto é um caso de convergência evolutiva" (Morell, V. Guiana Dolphins Can Use Electric Signals to Locate Prey. Science Now.).

A noção da "convergência evolutiva" refere-se à suposta evolução de sistemas biológicos semelhantes (mas nunca exactamente iguais no seu todo) em formas de vida totalmente distintos. Só que isto é um argumento circular uma vez que assume que a evolução ocorreu sem demonstrar como e quando (Lisle, J. 2010. Discerning Truth: Exposing Errors in Evolutionary Arguments. Green Forest, AR: Master Books, 23-38.).

Para mais informação em torno da "convergência evolutiva" leiam este e este artigo.

Não é mais lógico afirmar que a noção da "convergência evolutiva" é mais uma tentativa de se forçarem as evidências de modo a que estas estejam de acordo com a mitologia evolutiva?

Embora muitos peixes e anfíbios possuam electro-receptividade, entre os mamíferos apenas ornitorrinco e o equidna (na foto) estão identificados como animais com essa capacidade. O problema para os crentes evolucionistas é que não se consideram o ornitorrinco e o golfinho como tendo ancestralidade evolutiva próxima.

Dentro da cosmovisão evolutiva/naturalista, não há explicação científica para a origem de um único mecanismo electro-receptor - muito menos para dois em animais distintos.

Modelo evolutivo impediu avanço da ciência.

Como se a falta de um mecanismo que explique a origem do sistema de captação de sinais eléctricos nos golfinhos não fosse suficientemente mau para a teoria da evolução, ficamos a saber que foi essa mesma fé em Darwin que atrasou a pesquisa produtiva nos golfinhos ao se assumir que os pequenos buracos no focinho do golfinho fossem "vestígios" evolutivos.

A Science Now reportou:

Num ponto distante do passado evolutivo dos golfinhos, um dos seus ancestrais possuía bigodes que emergiam destes pequenos buracos; a maioria dos pesquisadores pensava que estes buracos não desempenhavam função alguma.
(Morell, V. Guiana Dolphins Can Use Electric Signals to Locate Prey. Science Now.)
Mas contrariamente ao que os evolucionistas acreditavam, esses orifícios desempenham funções: eles recebem os sinais eléctricos transmitidos através da água. A linha de pensamento evolutivo (aquilo que o evolucionista ateu Ludwig Krippahl chama de "modelos evolutivos") impediu esta descoberta espantosa devido ao seu preconceito contra o design intencional.

Esta mesma forma de pensar antiquada encontra-se dentro da alegação que defende a existência de "órgãos vestigiais" na natureza. Segundo esta argumento, estruturas classificadas como "vestigiais" são sistemas que no passado tinham função mas que, com o decorrer da evolução, a haviam perdido.

O problema (para os evolucionistas) é que o que eles pensavam ser "vestigial" a ciência mostrou ser funcional e operacional. Por exemplo, Darwin e os seus seguidores defendiam que o apêndice era um órgão vestigial e sem função, mas hoje sabemos que o mesmo desempenha funções importantes no nosso sistema imunitário.

Conclusão:

Aqueles pequenos buracos no focinho do golfinho não são vestígios do seu não-existente passado evolutivo mas sim sistemas bem construídos e totalmente funcionais dentro do aparato electro-receptor. Esta descoberta não é surpreendente se os animais foram 1) criados por Uma Mente Infinitamente Sábia e 2) criados para sobreviver.

Ao contrário da teoria da evolução, o Livro de Génesis relata-nos a Verdade sobre as nossas origens e sobre a origem dos sistemas biológicos na natureza. O facto da teoria da evolução impedir (mais uma vez) o avanço da ciência é precisamente o que seria de esperar se a teoria da evolução fosse exactamente o que ela é, isto é, uma teoria falsa criada com o expresso propósito de tirar de Deus a Glória de ter criado sistemas tão engenhos e magníficos.

Eu fiz a terra, o homem e os animais que estão sobre a face da terra, pelo Meu Grande Poder e com o Meu Braço Estendido, e a dou àquele que Me agrada em Meus Olhos.

Jeremias 27:5


quarta-feira, agosto 03, 2011

Traça bloqueia sonar dos morcegos

Os engenheiros náuticos não são os únicos que podem perturbar o sonar do inimigo. Cientistas descobriram uma espécie de traça-tigre que frustra os planos dos morcegos esfomeados emitindo cliques ruidosamente altos para bloquear a habilidade de eco-localização do morcego.

Há muito que os pesquisadores sabiam que algumas espécies de traças enviam cliques em resposta ao sonar dos morcegos, mas até agora, ninguém tinha provado que os supracitados cliques tinham alguma influência no morcego.

O estudante de ecologia da Universidade Wake Forest Aaron Corcoran, (co-autor do estudo publicado na revista Science) declara:

A ideia da perturbação do mecanismo já circulava há cerca de 50 anos, mas ninguém havia colocado um morcego e uma traça juntas (numa sala de vôo) para vêr o que acontecia.
Corcoran e os seus colegas colocaram uma espécie específica de traça-tigre, a Bertholdia trigona, contra morcegos castanhos treinados a caçar numa sala de vôo.

Enquanto as traças foram capazes de emitir cliques, os morcegos não as conseguiram capturar (embora as traças estivessem presas e suspensas por uma corda).


Mas quando os cientistas perfuraram as estruturas produtoras de som da traça (impossibilitando-a de emitir os cliques), a traça rapidamente se tornou no almoço do morcego.


James Fullard da Universidade Toronto - que não esteve envolvido no estudo - afirmou:

Este é o primeiro bom caso sólido disto ocorrer . . . Para este morcego e para esta traça parece convincente que algum tipo de perturbação está a ocorrer.

Fullard afirmou que uma das coisas que torna este estudo tão excitante é que nem todas as traças que produzem cliques conseguem perturbar o sonar. Pesquisas prévias revelaram que duas outras variedades da traça-tigre produzem cliques que são demasiado tranquilos para interferir com a eco-localização dos morcegos.

Em vez disso, afirmou Fullard, estas traças provavelmente usam o clique como um aviso: uma vez que a maioria das traças que respondem com cliques são venenosas, os cientistas colocam a hipótese do clique servir de aviso: "Não me comas. Eu tenho um mau sabor".

Mas não só a traça B. trigona não é venenosa como se deve levar em conta que os pesquisadores da Wake Forest usaram morcegos jovens que não haviam tido ainda qualquer contacto com traças produtoras de cliques e portanto não haviam aprendido a equivaler os cliques com o mau gosto. Mesmo depois de tentativas múltiplas e em noites distintas, os morcegos não podiam capturar a traça B. trigona.

Corcoran afirma:

Estivemos em testes durante sete dias mas os morcegos nunca se habituaram. Eles foram imediatamente "desviados" pela traça através de toda a experiência.
Os mamíferos assustam-se facilmente, mas estes morcegos não parecem estar a ser afectados pelo susto.

Mecanismo desconhecido.

Os pesquisadores não sabem ainda como é que o sistema anti-sonar das traças funciona, mas eles possuem duas hipóteses:
  • Os cliques da traça provavelmente agem como ecos falsos - essencialmente forçando o morcego a vêr em duplicado
  • Ou então elas interrompem o eco do morcego, fazendo com que a presa pareça estar mais próxima do que realmente está.

Ao contrário das outras traças, a B. trigona parece estar particularmente construída [por Quem?] para perturbar o sonar do morcego uma vez que consegue produzir 4,500 cliques por segundo. Um barulho quase constante é importante porque previne que o morcego oiça o eco do seu próprio sonar.

O perito em eco-locação Bill Conner, líder do projecto, misturou verdadeira ciência com mitologia evolutiva ao afirmar:

Se a temporização for acertada, se um clique chegar ao morcego na janela dos 2 milisegundos antes da chegada do eco verdadeiro, isto vai desviar o software de mapeamento do morcego . . . . Por isso é que pensamos que este animal tenha evoluído sons que cobrem todo o tempo acústico.
Esta referência à teoria da evolução está totalmente fora do contexto uma vez que até agora falamos de estruturas que envolvem planeamento, sofisticação, design e interdependência. Nada disto requer a intromissão de Darwin.

Conner continua:

Se ouvirmos as gravações, as traças fazem cliques o tempo todo e isso aumenta de forma significativa as probabilidades de alguns cliques serem assimilados na janela temporal precisa.
O grupo descobriu a traça B. trigona numa floresta do Equador, mas ficaram felizes por haverem descoberto a mesma forma de vida em regiões tão a norte como o Arizona.

Fonte


A única menção que é feita em todo o texto à mitologia neodarwinista é a que foi ressalvada logo na altura. Como se pôde ver, ela era totalmente desnecessária para o avanço do nosso conhecimento.

Este tipo de pesquisa revela mais uma vez que a inferência para o design é a que melhor explica a origem dos sistemas e sub-sistemas presentes nas formas de vida. Tentar encontrar uma força não-inteligente que consiga gerar sistemas de emissão, recepção e análise de som é claramente um empreendimento cientificamente ridículo.

A tragédia da ciência actual é que há centenas de pessoas um pouco por todo o mundo que passam o seu tempo (e o nosso dinheiro) a tentar encontrar evidencias para as alegações neodarwinistas. Isto é o que se chama perder o tempo a perseguir traças.

sexta-feira, junho 03, 2011

Sondando o darwinismo (a "ciência" alternativa)

Por mais que o tempo avance, e por mais que a ciência progrida, a teoria da evolução está literalmente presa aos mitos vitorianos de Darwin. Qualquer fenómeno que se observe pode ser explicado com o clássico "se existe, é porque era bom". Da parte dos crentes evolucionistas não nos é mostrada qualquer tipo de força natural que seja minimamente capaz de gerar os sistemas e sub-sistemas presentes na biosfera.

Não é que os evolucionistas sejam menos inteligentes que o resto da sociedade; a questão não é uma de inteligência inata mas sim de ignorância voluntária. Os evolucionistas escolhem acreditar em algo manifestamente ridículo apenas e só porque a alternativa (terem que prestar contas a Deus) não lhes agrada.

O exemplo mais recente da incapacidade evolucionista de demonstrar um mecanismo natural com a capacidade de gerar a complexidade da vida é-nos dada pelo militante ateu e ardente evolucionista Ludwig Krippahl.

No postal com o nome O grilo e o seu alarme ultra-sónico, foi mostrada a interdependência entre o sistema sonar dos morcegos e o "alarme" de alguns grilos em relação a esse sonar específico.

Ele [DEUS] construiu o grilo com um detector de morcegos mono-celular conectado ao seu sistema nervoso. O detector é activado pela mesma frequência que o morcego usa para a sua detecção de insectos.

Quando o sistema soa o alarme (e é activado), a célula dispara 500 impulsos por segundo (!) o que causa a que o grilo voe em direcção contrária à fonte da frequência ultra-sónica.

O mais impressionante facto de engenharia biológica àcerca deste detector de morcegos é que ele só funciona se o grilo estiver em pleno vôo – e desde logo, mais vulnerável aos ataques dos morcegos. Quando o insecto está a salvo dos morcegos – a descansar, escondido, a comer ou em higiene pessoal – o sistema de detecção de morcego não dispara nenhum sinal de alarme.

Para qualquer pessoa não ébria com o darWINE, este aparato biológico revela claro sinal de teleologia e design. Mas não para os nossos amigos evolucionistas. Esses, quais adeptos da medicina alternativa, usam outras "regras" de "ciência.

Para já, a origem dum sistema sonar é algo que é melhor explicada como resultado de design inteligente do que como efeito de forças não-inteligentes. O sonar, pela sua própria natureza, envolve uma construção cerebral específica com capacidade de emitir, receber e decifrar os sons e as respostas dos mesmos sons.

(Os submarinos usam um sonar mais pobre do que o que os golfinhos e os morcegos usam, mas ninguém tem dúvidas de que os sonares mecânicos e electrónicos requerem design, plano e inteligência.)

Segundo, o grilo supracitado interage com o sistema sonar do morcego de uma forma específica e bem precisa. O texto diz: "O detector é activado pela mesma frequência que o morcego usa para a sua detecção de insectos". Isto é muito importante porque um detector que seja activado com qualquer outra referência seria inútil para este grilo. Tem que ser uma referência própria para o grilo próprio para um morcego próprio.

Dada esta sofisticação, elegância e design, seria de esperar que os evolucionistas evitassem apontar o seu dedo aos criacionistas quando eles usam mais este engenho em suporte da Criação. Mas não o Ludwig. Ele "sabe" muito bem como é que o sonar e o anti-sonar evoluíram. Eis aqui a explicação "científica":

Há grilos que se escapam e morcegos que comem grilos. Os grilos que são comidos e os morcegos que morrem à fome deixam de se poder reproduzir. Cada grilo e morcego descende de antepassados parecidos consigo que, obviamente, se conseguiram reproduzir. E assim por diante.
E pronto. A explicação "científica" do Ludwig para a origem do sonar e do anti-sonar é "os que não morreram, ficaram vivos e tiveram muitos filhinhos e foram felizes para sempre. E assim por diante."

É esta "resposta" realmente capaz de explicar a origem dos sistemas mencionados em cima? Está esta resposta num patamar superior a inferência para o design? Claramente que não, mas nunca ficaríamos a saber disso lendo o post do Ludwig.


Incapaz de explicar de forma científica a origem do sistema sonar dos morcegos (e o detector dos grilos), o Ludwig recorre a caricaturas do Cristianismo (como é normal nos blogs evolucionistas). O que interessa reter da "resposta" do Ludwig é o que já todos sabemos: o evolucionismo não tem resposta científica para a origem dos sistemas da biosfera.

Até os evolucionistas serem capazes de apontar para uma força com capacidade de gerar sistemas de informação, nós vamos continuar a qualificar a sua religião darwinista aquilo que ela realmente é: uma "ciência alternativa construída como forma de se rejeitar a Deus.

quarta-feira, maio 04, 2011

Sonar do morcego refuta neodarwinismo

O sonar do morcego é um discriminador maravilhoso: do meio dum conjunto de morcegos, quer seja de noite ou de dia, o morcego consegue identificar o seu som de entre milhares de vizinhos móveis, mesmo que o seu sinal seja 2000 vezes mais fraco que o som de fundo.

Usando o seu sistema de eco-locação, o morcego consegue "vêr" a presa a uma distância de 30 metros e capturar 4 ou 5 num segundo. O mais espantoso é que este sistema auditivo pesa uma fracção duma grama.

Em termos comparativos (e mantendo as proporções de tamanho e consumo de energia) o equipamento que o morcego carrega consigo é milhões de vezes mais eficiente e mais sensível que os melhores radares e sonares construídos pelo homem.

O morcego "vê" literalmente melhor com o som do que com a luz.

A noção de que tal sistema de eco-locação (que teria que funcionar desde o princípio ou acidentes eliminariam a criatura) "evoluiu" gradualmente por via de mutações aleatórias (e através de ancestrais peculiarmente nunca identificados) é uma explicação inadequada. Aliás, chamar a isto de "explicação" é uma afronta à razão humana.


Uma vez que numerosas alterações teriam que ocorrer simultaneamente para que a criatura pudesse operar de modo eficiente, a pessoa que deixe a ciência falar mais alto que o naturalismo filosófico será forçada a postular Uma Causa Inteligente para explicar a origem do aparato.

Fonte: Michael Pitman, Adam and Evolution, Rider & Company, London, 1984, pp. 219–220.

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