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domingo, setembro 16, 2012

Sem evolução durante "230 milhões de anos"

Os ácaros são demasiado pequenos para serem vistos sem ajuda tecnológica, mas mesmo assim, cientistas viram dois deles depois de fazerem um scan a mais de 70,000 gotículas de âmbar numa cama geológica pertencente ao período Triásico.

Sempre que se encontram formas de vida fossilizadas em camadas geológicas - supostamente com "milhões de milhões de anos"- , a pergunta tradicional a ser feita é: quão diferentes as criaturas actuais são das suas ancestrais? Neste caso, qual foi a variação que ocorreu no ácaros durante os mitológicos 230 milhões de anos que se passaram desde que supostamente os ácaros foram preservados no âmbar?

Hoje em dia, as 3,500 espécies de ácaros vivem em espécies de planta específicas, sendo que a maior parte deles subsiste em angiospermas. A maioria vive em superfícies externas das plantas hospedeiras, mas outras causam a que o tecido da planta forme galhas inchadas na superfície de modo a que eles - os ácaros - possam subsistir no seu interior.1

Será que os ácaros das galhas existiram na antiguidade exactamente com a mesma forma com que eles existem hoje? Se estas pequenas criaturas evoluíram a partir de outro artrópode, então os fósseis deveriam exibir algum tipo de transformação contínua desde esse artrópode ancestral até ao ácaro moderno.

Sem surpresa alguma para quem acompanha a teoria da evolução, quando os cientistas descreveram alguns dos ácaros que se encontravam presos no âmbar, e os seus fósseis detalhados, eles - os evolucionistas - ficaram surpreendidos por observarem como os ácaros com "200 milhões de anos" são virtualmente idênticos aos actuais.

David Grimaldi é o auto-sénior do relatório da Proceedings of the National Academy of Sciences que descreve o novo fóssil de ácaro.2 Embora a sua equipa tenha descrito algumas distinções menores entre os ácaros antigos e as espécies actuais conhecidas, Gramaldi disse que, de forma geral, "eles são virtualmente idênticos aos modernos ácaros das galhas."3 O relatório técnico disse basicamente o mesmo. 2

Os pesquisadores descreveram também os traços fósseis das plantas que produzem a resina que endureceu e aprisionou os ácaros. Embora actualmente existam variedades da mesma planta, esta variante presente no fóssil encontra-se provavelmente extinta. Portanto, é bem provável que esta variedade de ácaros se tenha extinguido depois da planta onde ele hospedava também se ter tornado extinta. Como é óbvio, extinções não causam evolução.

A mesma fonte de âmbar revela também que, mesmo depois dos não-existentes "milhões de anos" que alegadamente se passaram desde a fossilização, a ameba unicelular não exibe qualquer tipo de modificação evolutiva uma vez que ela é idêntica às espécies actuais.

O paleontólogo Girard Vincent publicou descrições das amebas presas no âmbar - provenientes de França- afirmando que "A maior parte das amebas presas no âmbar são morfologicamente indistinguíveis das espécies modernas."4 Segundo o relatório de Grimaldi, as amebas do mesmo âmbar Triássico italiano, que contém os fósseis de ácaros, são idênticas às amebas ainda existentes com o nome de Centropyxis hirsuta.

Conclusão:

Os fósseis das amebas e os fósseis dos ácaros do âmbar italiano, tal como muitos outros fósseis de formas de vida (tais como aranhas e lagartos) não exibem qualquer sinal de progressão evolutiva vertical.5 Passados que estão os alegados 230 milhões de anos, os ácaros continuam a ser ácaros, e as maioria das amebas retidas no âmbar são exactamente idênticas às espécies ainda existentes.

Se a evolução não aconteceu durante todos estes [alegados] milhões de anos, então se calhar a evolução não aconteceu de todo.


sábado, junho 30, 2012

Tartarugas fossilizadas: Evidência em favor do Dilúvio de Noé

E, como foi nos dias de Noé, assim será, também, a vinda do Filho do homem.
Mateus 24:37


A palavra "excitação" não qualifica de modo exaustivo o evento. Os órgãos de informação anunciaram as "tartarugas em acasalamento" antes mesmo do artigo científico estar oficialmente disponível online.

O depósito fóssil de Messel Pit - Alemanha - forneceu já uma multitude de tesouros fósseis mas o anuncio da descoberta de vertebrados fossilizados em copulação era o sonho de qualquer editor informativo. Até a BBC deu publicidade à notícia com o título "Tartarugas fossilizaram num abraço sexual".

Note-se que não foi só um par de tartarugas aquáticas que foram encontradas mas sim nove.

Do ponto de vista evolutivo, é fácil entender a excitação dos cientistas e dos órgãos de informação evolucionistas. Tendo como base o seu paradigma naturalista, é surpreendente que fóssil algum tenha sido encontrado - mais surpreendente ainda se forem encontrados 9. Como o pesquisador de renome Walter Joyce (Universidade de Tübingen - Alemanha) devaneou "não há razão alguma para se entrar no registo fóssil quando se está a acasalar."

Se o paradigma uniformista evolutivo - que envolve milhões de anos de processos lentos e graduais - está correcto, então Walter tem razão no que diz. Tal como Joyce disse à LiveScience:

As probabilidades de ambos os parceiros morrerem exactamente na mesma altura são altamente baixas; as chances de ambos serem posteriormente preservados como fósseis é ainda mais baixas.
Por outro lado, tal como tem sido dito pelos cientistas criacionistas, as evidências fazem muito mais sentido à luz da descrição Bíblica da História. Estes nove pares de tartarugas são melhor entendidos como um legado dum enterramento rápido durante o Dilúvio de Noé.

Primeiro: note-se que os fósseis foram descritos como muito bem preservados: "espécimes fósseis incríveis", "fósseis verdadeiramente excepcionais", tais como todos os outros "milhares de extraordinariamente bem preservadas criaturas fósseis retiradas de Messel Pit”— fósseis conhecidos por serem "extraordinariamente bem preservados . . . [por exemplo] insectos e penas que possuem ainda indícios das suas cores originais."

Segundo: note-se que estas tartarugas, identificadas como Allaeochelys crassesculpta, nas palavras do pesquisador Walter Joyceteriam uma aparência similar a dos seus relativos vivos mais próximos, a tartaruga com nariz de porco (Carettochelys insculpta) da Nova Guiné e da Austrália, mas um bocado menor." Isto é precisamente o que o artigo da Creation magazine reportou sobre as tartarugas.

Dito de outra forma, apesar dos alegados 47 milhões de anos terem entretanto passado desde a fossilização, as tartarugas são virtualmente idênticas às tartarugas actuais, isto é, não houve evolução.

Na verdade, o verdadeiro tempo decorrido desde que estas tartarugas foram enterradas rapidamente é de ~4500 anos - isto é, começando a contar desde o Dilúvio de Noé.

Terceiro: apesar das alegações evolucionistas de que "é raro um animal morrer e fossilizar-se enquanto está envolvido num comportamento", a sua própria documentação está repleta de tais exemplos. Por exemplo, peixes que fossilizaram enquanto tinham presas na sua boca, e dinossauros que fossilizaram enquanto lutavam ou enquanto chocavam os ovos nos seus ninhos.

Devido a este acumular de evidências contraditórias não é de admirar que muitos paleontólogos se estejam a afastar do uniformitarianismo ("o presente é a chave do passado") e estejam de modo crescente a invocar cenários catastróficos. No entanto, e como forma de manterem os seus empregos, prestígio profissional e financiamento, eles estão proibidos de invocar o Dilúvio de Noé como o tal evento catastrófico.

No caso destas tartarugas, o cenário preferido por Joyce e os seus colegas é o das mesmas terem sido preservadas num lago vulcânico.

As tartarugas acasaladoras dizem-nos que a superfície das águas do lago Messel eram suficientemente hospitaleiras para permitir que as tartarugas lá vivessem e lá acasalassem, mas os animais poderiam morrer acidentalmente quando - durante o acasalamento - se afundassem nas relativamente superficiais e venenosas camadas subsuperficiais.

Muitos animais entram num estado de transe quando estão a acasalar ou a colocar ovos, e é inteiramente possível que estas tartarugas simplesmente não se tenham apercebido que estavam a entrar em águas venenosas até que já era tarde demais.

Esta é inequivocamente uma criativa "estória" mas, e como é normal na teoria da evolução e nos milhões de anos, há falhas fatais. A Nature cita um estudante de paleontologia na Universidade da Carolina do Norte, Edwin Cadena - em processo de doutoramento - que considera plausível a explicação de Joyce para as tartarugas, mas insuficiente para explicar os outros fósseis encontrados no mesmo local.
A noção do lago estratificado funciona para o que aconteceu às tartarugas mas não funciona tão bem para outros fósseis encontrados em Messel, tais como morcegos, áves ou mesmo outros mamíferos.
Se as camadas superiores eram inóspitas, pergunta Cadena, o que é que causou a morte das áves e dos mamíferos terrestres?
As tartarugas são apenas uma parte do mistério em decurso.

(Switek, B., Sex locked in stone, Nature doi:10.1038/nature.2012.10850, 20 June 2012.)

Na verdade, mesmo que nenhum outro animal tivesse sido achado fossilizado em Messel, a explicação de Joyce nem para as tartarugas funcionaria uma vez que seria preciso acreditar numa misteriosa ordem de eventos que se abateu sobre os nove pares de tartarugas, e que todos os nove pares tivessem sido protegidos da decomposição e da predação. Quais são as probabilidades disso ocorrer no mundo natural?

Fonte

* * * * * * *

O contínuo "mistério fóssil" é facilmente explicável se olharmos para Génesis como o relato de eventos históricos - e não "mitos" ou "alegoria". As evidências em favor do cataclismo com a duração dum ano que a Bíblia descreve encontram-se ao nosso redor, e por baixo de nós.

A melhor explicação para estas tartarugas que fossilizaram enquanto acasalavam é a subterração rápida após um dos muitos eventos catastróficos sedimentários que ocorreram durante o Dilúvio global descrito na Palavra de Deus.

Que pena que muitos Cristãos ainda estejam do lado errado da ciência e da Verdade Bíblica.

Porquanto, assim como, nos dias anteriores ao dilúvio,
comiam, bebiam, casavam e davam-se em casamento, até ao dia em que Noé entrou na arca.

E não o perceberam, até que veio o dilúvio e os levou a todos, assim será, também, a vinda do Filho do homem.
Mateus 24:38-39


sábado, outubro 29, 2011

Olhos da libélula demasiado complexos para terem evoluído

As libélulas voam com habilidade surpreendente à medida que evitam os obstáculos e caçam outros insectos voadores. Isto é possível devido a forma precisa que os seus olhos lhes permite entender o meio que as rodeia.

De facto, os artrópodes como as libélulas e os camarões possuem alguns dos melhores equipamentos ópticos do mundo (Thomas, B. Shrimp Eye May Inspire New DVD Technology. ICR News. Posted on icr.org November 4).

Se estes avançados sistemas visuais fossem o resultado de milhões de anos de tentativa-e-erro, como defendido pelos crentes evolucionistas, seria de esperar encontrar algum tipo de progressão simples-para-complicado no registo fóssil. No entanto, o que os dados nos mostram são olhos complexos e avançados presentes em camadas geológicas que os evolucionistas acreditam serem as mais antigas.

Na Kangooroo Island (Austrália) foram descobertos olhos complexos entre os fósseis do Período Câmbrico - demasiado cedo para se ajustar à mitologia evolucionista. Os olhos possuem indentações que são análogas aos traços superficiais dos olhos dos artrópodes modernos.

Olhos compostos como estes possuem muitas linhas de unidades conhecidas como omatídeos, cada uma com a sua própria lente. Numa reportagem publicada na Nature, os autores do estudo afirmaram:

Estas lentes não só são muito numerosas e largas, como estão dispostas de forma hexagonal em arranjos de seis em seis: este é o sistema mais denso e mais eficiente de arrumação.
(Lee, M. S. Y. et al. 2011. Modern optics in exceptionally preserved eyes of Early Cambrian arthropods from Australia. Nature. 474 (7353): 631-634.)
Um vídeo online da Universidade de Adelaide descreveu os olhos câmbricos como "surpreendentemente avançados em muitos aspectos. Isto mostra que as criaturas primitivas evoluíram rapidamente uma visão poderosa durante a 'Explosão Câmbrica'".


Esta "explosão" refere-se ao aparecimento súbito dos representantes de todos os filos animais (existentes ou extintos) na camada fóssil mais baixa das rochas Câmbricas - aquelas que os evolucionistas religiosamente insistem que foram depositadas há mais de 500 milhões de anos atrás.

Mas será que estes dados demonstram "rápida evolução"?

O composto óptico que os pesquisadores analisaram - os mais avançados descobertos até hoje nos fósseis Câmbricos -possuíam mais de 3,000 lentes. Os mesmos foram comparados com os olhos do "robber fly". Este insecto possui uma visão detectora de movimento excelente, o que lhe permite caçar em pleno vôo. Os autores do estudo afirmaram:

Estes novos fósseis revelam que alguns dos mais antigos artrópodes haviam já adquirido sistemas de visão similares aos sistemas de visão dos actuais insectos, sublinhando a velocidade e a magnitude da inovação evolutiva que ocorreu durante a Explosão Câmbrica.
(Lee, M. S. Y. et al. 2011. Modern optics in exceptionally preserved eyes of Early Cambrian arthropods from Australia. Nature. 474)
Uma observação estritamente científica (vazia de interpretações evolutivas) mostra apenas que estes fósseis de artrópodes possuíam olhos totalmente desenvolvidos análogos aos olhos dos artrópodes ainda existentes. Declarações como "antigos artrópodes" e "inovação evolutiva" não são científicas uma vez que derivam da visão evolutiva da Biologia e da História -- e não dos dados fósseis.

Este avançado sistema tecnológico óptico nunca poderia vir a existir sem Um Criador Inteligente (Deus). Design técnico é sempre o efeito de técnicos de design.

Mas mesmo que estes olhos pudessem ser aleatoriamente especificados, dentro da linha temporal evolutiva não há tempo suficiente para eles se desenvolverem. Alegadamente, a evolução inovou os olhos compostos num período de apenas 30 milhões de anos (desde a altura em que os evolucionistas pensam que a vida surgiu - 542 milhões de anos atrás - até à data atribuída a este fóssil - 521 milhões de anos).

Quantidades enormes de informação codificada são necessários para construir estes olhos compostas. Para além disso, cada parcela de informação genética supostamente apareceu devido a mutações fortuitas.

O problema é que, de acordo com os cálculos levados a cabo por evolucionistas, 216 milhões de anos seriam necessários só para adquirir duas mutações coordenadas - pelo menos nos seres humanos (Durrett, R. and D. Schmidt. 2008. Waiting for Two Mutations: With Applications to Regulatory Sequence Evolution and the Limits of Darwinian Evolution. Genetics. 180 (3): 1501-1509).

Os olhos compostos necessitam de milhares de mutações coordenadas em apenas 30 milhões de anos. Essencialmente, os evolucionistas refutam a sua próprio história.

Conclusão:

A hipótese que defende que estes sistemas ópticos são o resultado de "inovação evolutiva" é claramente falsa. A única alternativa viável é que os mesmos foram criados.

Olhos com elevado estado de sofisticação nos fósseis Câmbricos não são surpresa alguma para aquele que acredita Naquele em Quem "estão escondidos todos os tesouros da sabedoria e da ciência" (Colossenses 2:3).

Uma vez que Ele "falou, e tudo se fez; mandou, e logo tudo apareceu" (Salmo 33:9), faz todo o sentido que os animais apareçam no registo fóssil totalmente funcionais e operacionais - sem registo algum dum mitológico "passado evolutivo" por trás de si.

Pode ser que num futuro próximo os evolucionistas se coloquem do lado da ciência e abandonem os delírios de Darwin. Até lá, a função dos Cristãos é anunciar as "grandezas de Deus" (Actos 2:11) "a tempo e fora de tempo" (2 Timóteo 4:2).


sexta-feira, setembro 16, 2011

A ressurreição dos "fósseis vivos".

A expressão paradoxal "fóssil vivo" é muito sugestiva. Vêr um animal ou planta a ressurgir quando o mesmo só era conhecido por meio dos fósseis pode parecer um milagre. Provavelmente a frase foi inventada como forma de salvar o darwinismo dos milhões de anos que a teoria absolutamente precisa.

É credível ter fé nas falhas temporais? Eis aqui uma história recente àcerca duma criatura anteriormente tida como "extinta" mas que está viva.

Pesquisadores sul africanos estavam certos que o fóssil vivo de carrapato (carraça ou chato) por eles encontrado representava um "elo perdido" que poderia explicar os relacionamentos entre várias linhagens de artrópodes que [alegadamente] evoluíram a característica de se alimentarem de sangue.

Isto originou frases estranhas tais como as que estão presentes no artigo (PLoS One)

Portanto, embora o acto de se alimentar de sangue tenha evoluído na linhagem ancestral do carrapato, a adaptação para os interfaces mamíferos e aviários ocorreu independentemente nas famílias moles e duras de carrapatos.
(Mans, de Klerk, Pienaar, and Latif, “Nuttalliella namaqua: A Living Fossil and Closest Relative to the Ancestral Tick Lineage: Implications for the Evolution of Blood-Feeding in Ticks,” Public Library of Science One, 6(8): e23675. doi:10.1371/journal.pone.0023675.)
Parece estranho que o ancestral das diversas linhagens de carrapatos estar a viver normalmente, sem alterações evolutivas durante milhões de anos.
Em conclusão, a análise filogenética indica que os grupos N. namaqua são fundamentais para ambas as famílias de carrapatos e são a linhagem mais próxima do último ancestral comum da linhagem dos carrapatos.

...

A preferência dos N. namaqua por ecossistemas secos e a existência de pequenos répteis podem, portanto, ser uma indicador dum estilo de vida mantido por mais de 250 milhões de anos. Isto tornaria esta espécie de carrapato num fóssil vivo.


Sem evolução durante 250 milhões de anos? Isto é "ciência"?

terça-feira, agosto 23, 2011

Baleias evoluiram rapidamente excepto quando não evoluiram rapidamente


As baleias evoluíram bastante depressa mas depois esqueceram-se de evoluir durante milhões de anos. Num estudo que alega que "As baleias evoluíram variadas formas e tamanhos de um modo explosivamente rápido" Brett Israel escreveu para a Live Science que "As baleias evoluíram num piscar de olhos". Supostamente esta evolução aconteceu há 35 milhões de anos atrás, mas durante os 25 milhões de anos seguintes, a sua evolução parou. Estranho, sem dúvida.

Durante um período de 5 milhões de anos, "quase como um piscar de olhos" segundo, Graham Slater da UCLA, algo dramático ocorreu:

A evolução da baleia iniciou. Havendo as baleias começado basicamente com o mesmo tipo de corpo, elas evoluíram para tudo desde as "porpoises" (um tipo de golfinho) para as baleias azuis. Isto num período de 5 milhões de anos.
Esta hipótese (ou fábula - como quiserem entender) é conhecida por “Explosive Radiation Hypothesis” (algo como o big bang mas aplicado às origens das baleias). Dentro destas novas formas de vida que surgiram como resultado desta radiação explosiva vieram coisas como a sonda usada pelos golfinhos, cérebros maiores e interacções sociais complexas.

E como, perguntam vocês? Através da evolução, claro.

Quaisquer que tenham sido as condições que permitiram as baleias modernas persistir, permitiram que elas tivessem evoluído para formas de vida únicas e díspares. Esses nichos [ecológicos] foram, na sua maioria, mantidos durante a maior parte da sua historia.
Quem fala assim é Michael Alfaro. Ele é um evolucionista e um perito na UCLA. Ele deve saber do que fala.

Ciência ou mitologia?

Vamos lá a por os pontos nos i em torno desta "Hipótese da Radiação Explosiva": um mamífero do tamanho de um cão entrou nos mares há cerca de 48 milhões de anos atrás e tornou-se numa baleia genérica há cerca de 35 milhões de anos atrás. Posteriormente, e numa fracção de tempo semelhante a um piscar de olhos (5 milhões de anos), aparecem (explosivamente) os variados tipos de baleias e os variados tipos de golfinhos nos mares.

Quem foi que deu a essas formas de vida sondas, bocas compostas por cerdas de material queratinoso com a função de filtrar a água e recolher o alimento e a sociabilidade complexa? A evolução, pois claro.

Não era suposto a evolução ser uma acumulação gradual de numerosas e sucessivas pequenas modificações? Então o que é que aconteceu?

Essas diferenças provavelmente já estavam nos seus lugares há 25 milhões de anos atrás, pelo menos, e durante milhões de anos, elas não mudaram muito.
Assim falou o oráculo do evolucionista Slater.

Portanto, a radiação da evolução das baleias criou sistemas tão complexos como a sonda sub-aquática no espaço de 5 milhões de anos, mas durante 25 milhões de anos, nada mais aconteceu debaixo do sol (ou debaixo da água, neste caso).

A evolução, portanto, gera complexidade num curto espaço de tempo, excepto quando não gera nada de novo durante um longo período de tempo.

Faz sentido, certo? Evolutivamente, talvez, mas cientificamente não.

domingo, agosto 21, 2011

Sem evolução durante "550 milhões" de anos

De vez em quando acontece nós lermos "notícias evolutivas", e imaginar o que seria se os redactores removessem os óculos naturalistas. Neste artigo nós ficamos a saber que foram "descobertos três mil microrganismos semelhantes aos de há 550 milhões de anos".

Exactamente. Durante os supostos 500 milhões de anos, dinossauros vieram e foram, mamíferos surgiram sabe-se lá donde, baleias apareceram de animais terrestres, mas... o microrganismo conseguiu ficar essencialmente na mesma durante.... 500 milhões de anos.

Cientistas mexicanos descobriram no deserto de Cuatro Ciénegas, no Norte do México, perto de três mil microrganismos com características muito semelhantes aos de há 550 milhões de anos, que podem desempenhar um papel-chave no estudo da evolução.
Mais uma descoberta que provavelmente vai "iluminar certos aspectos da teoria da evolução".


O artigo não diz como é que a descoberta de seres vivos totalmente funcionais vai servir de evidência para a teoria que afirma que as formas de vida tem uma origem não-inteligente. Mas isso já seria pedir demais aos evolucionistas.
Esta espécie de "parque jurássico" das bactérias encontra-se num habitat de quase 400 poças de água, no qual foi mantido um sistema alimentar parecido ao que existiu há milhões de anos.
Daí se infere que, como o habitat era essencialmente o mesmo (segundo os evolucionistas), elas não tiveram necessidade de evoluir. No entanto, no caso da girafa e de outros animais que vivem lado a lado a ela, embora fizessem parte do mesmo ecossistema, ela (a girafa) sentiu pressão evolutiva suficiente para evoluir pescoços mais longos (com todas as mudanças daí inerentes).

Portanto, a teoria da evolução tem o mesmo peso científico que a frase "se não chover, então vai fazer Sol".

O que vemos são bactérias plenamente vivas e adaptadas [observação], que têm origem nas que há milhões de anos existiram ali, mas não sabemos se são muito ou pouco iguais [interpretação/especulação].
Metade desta frase é científica e depende das observações. A outra metade é interpretação baseada em pressuposições não confirmadas. Esta é uma das formas que os evolucionistas usam para manter a ilusão de rigor científico em torno da sua religião.

É importante saber o que foi observado e demonstrado, e separar o mesmo daquilo que é uma interpretação baseada no naturalismo.

Através do seu estudo podemos entender como foi a origem da vida e a diversidade biológica da Terra.

Não se entende como é que o estudo de formas de vida que, segundo os evolucionistas, estão essencialmente na mesma há mais de 500 milhões de anos pode-nos ajudar a entender "como foi a origem da vida".

Reparem como a discussão sobre a origem da vida flui naturalmente quando se fala em evolução. O artigo não tem a menor dificuldade em juntar a teoria da evolução com o estudo da origem da vida porque as duas estão umbilicalmente ligadas. Normalmente os evolucionistas costumam ser cuidadosos em distinguir uma da outra (devido ao manifesto fracasso das versões naturalistas sobre a origem da vida), mas, obviamente, essa separação é só para o público


A ciência só tem a ganhar com este tipo de descobertas, mas contrariamente ao que os nossos amigos evolucionistas possam afirmar, este tipo de observações não servem de evidências para os mitos de Darwin.

Se já é difícil de acreditar que a vida teve uma origem não-inteligente, mais ridículo é aceitar que microrganismos que normalmente possuem um tempo de vida mais curto tenham ficado essencialmente na mesma durante mais de 500 milhões de anos. Não se esqueçam que enquanto estes microorganismos se "esqueciam de evoluir", todo o resto da biodiversidade "emergiu".

Ridículo.

Salmo 92:6 - O homem brutal nada sabe, e o louco não entende isto.

Vêr também:

1. Teorias evolutivas sobre a origem da vida anulam-se mutuamente

terça-feira, agosto 09, 2011

Sinais de stop genéticos impossibilitam evolução

E, naquele dia, Eu separarei a terra de Gosen, em que meu povo habita, a fim de que nela não haja enxames de moscas, para que saibas que Eu Sou o Senhor, no meio desta terra.
Êxodo 8:22

As moscas da fruta, sujeitas a mais de um século de intensa investigação, não cessam de revelar segredos. Num estudo publicado em 1980, o cerne dos genes da mosca da fruta foi alterado, um a um, e a resultante pletora de moscas mortas provou que não havia espaço para a adição das mutações fundamentais para a evolução.

Os pesquisadores descobriram agora outra forma de desmantelar a mosca. A diferença é que em vez de se removerem genes, os cientistas removeram sinais de "stop" genéticos.

Os genes, que são sequências de ADN que codificam proteínas, são uma minoria do ADN total das moscas e dos humanos. O gene da mosca da fruta que os pesquisadores analisaram (com o nome de polo) possui dois sinais de stop. Estes marcam os sítios do ADN onde a cópia deve parar de modo a que o RNA mensageiro resultante e as proteínas tenham o tamanho certo.

Suspeitava-se que o sinal de stop duplicado servia de segurança dupla para que o gene fosse copiado de forma correcta. Devido a isso, os investigadores removeram o segundo sinal de stop, assumindo que o mesmo seria supérfluo.

No entanto, de acordo com notícia proveniente do Instituto Português de Biologia Molecular e Celular "os resultados foram surpreendentes e mais dramáticos do que seriam de esperar".

A coordenadora da equipa de pesquisa, Alexandra Moreira, disse:

Quando construímos a mosca usando apenas o primeiro sinal de stop, os resultados são letais. . . . Quando o segundo sinal de stop é removido, as moscas da fruta nasciam com um abdómen mal formado e o resultado foram insectos mortos.
A pesquisa fornece dois argumentos em favor da Ciência da Criação - argumentos que também mostram que as moscas nunca poderiam ser o resultado de um processo fundamentado na tentativa e erro.
  • Primeiro, em adição ao código para as proteínas transportada nos genes, esta sequência de stop genético é necessária para que qualquer mosca da fruta possa sobreviver. Por outras palavras, os genes e o ADN regulador fazem parte do sistema tudo-ou-nada.

Esta aparato está em contradição directa com a noção evolucionista da mosca ser o produto de um acréscimo gradual das suas partes. Se a mosca só funciona com os dois sinais de stop genéticos, então quando ela apareceu na Terra, ela já os possuía (isto é, foi criada assim).

Alexandra Moreira afirmou que ambos os sinais de stop são requeridos para que haja "uma regulação eficiente dos níveis das proteínas resultantes." O número correcto de proteínas tem que ser expresso durante o desenvolvimento embrionário.

  • Segundo, estes resultados são acrescentados à sempre-crescente lista de sequências de ADN reguladoras que não codificam para proteínas mas são mesmo assim vitais.

Aparentemente, uma vasta maioria do genoma dos organismos está altamente regulada e densamente cheia de informação, e, desde logo, incapaz de tolerar muitas mutações sem se deteriorar. Isto é exactamente o contrário de que seria de esperar se a evolução fosse o caminho através do qual as formas de vida vieram a existir.

Sem as evolutivamente necessárias mas cientificamente inexistentes mutações acrescentadoras de informação genética, o suposto "motor" da evolução depara-se com uma parede para além da qual não consegue atravessar.

Da mesma forma que o volante condiciona a direcção para onde o carro caminha, o número e a posição dos sinais de stop genéticos no ADN da mosca regulam a produção de proteínas durante o seu desenvolvimento. Em ambos os casos, a remoção do sistema regulador faz com que o sistema inteiro se torne inútil (tentem conduzir um carro sem forma de regular a sua direcção).

Conclusão:

Da mesma forma que os efeitos da remoção do volante dum carro demonstra que mesmo é o resultado de engenharia propositada, a remoção de apenas um destes sinais de stop da mosca demonstra que toda a mosca é sem dúvida o resultado de engenharia propositada.

Até hoje ainda não foi encontrado Melhor Candidato para o posição de Engenheiro Biológico que o Deus da tradição Judaico-Cristã.

Fonte


"Eu fiz a terra, o homem e os animais que estão sobre a face da terra, pelo Meu Grande Poder e com o Meu Braço Estendido, e a dou àquele que Me agrada em Meus Olhos."
Jeremias 27:5

Darwin disse que se houvesse um sistema natural que não pudesse ser o resultado de um processo gradual, a sua teoria teria que ser rejeitada.

Pois bem; a ciência já demonstrou a existência de muitos sistemas que nunca poderiam ser o resultado dum processo gradual e faseado. Não está na hora dos evolucionistas reconhecerem o erro e rejeitarem a mitologia neodarwinista?

sexta-feira, julho 15, 2011

Correndo para Deus

"Não sabeis vós que os que correm no estádio, todos, na verdade, correm, mas um só leva o prémio? Correi, de tal maneira que o alcanceis."
(1 Coríntios 9:24)

"Portanto, ide, ensinai todas as nações, baptizando-as em Nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo."
(Mateus 28:19)


Vários estudos científicos examinaram a mecânica da locomoção humana. e observaram que, aparentemente, o homem foi feito com equipamento extremamente eficiente para caminhar. Pode um processo não-inteligente como a evolução legitimamente tomar crédito pelo design das nossas pernas (bem como a eficiência requerida) ? Ou é mais lógico inferir Uma Causa Inteligente?

Um estudo recente descobriu que a locomoção humana possui duas mudanças: andar e correr. Quando nós andamos, uma grande proporção da transferência de energia entre os passos ocorre na anca. O estudo, publicado no jornal Interface, mostrou que quando a velocidade atinge os 2 metros por segundo, o corpo ajusta-se para o modo de corrida.1 Quando corremos, mais transferência de energia ocorre nos tornozelos.

Resumindo, "alterar o modo de locomoção de andar para correr resulta numa significante (p = 0.02) alteração na produção de energia da anca para o tornozelo".1 Os pesquisadores da "North Carolina State University" mediram a produção de energia de dez pessoas a andar ou a correr a velocidades distintas.

Um estudo distinto (2010) descobriu que andar colocando os calcanhares no chão antes do resto do pé é mais eficiente do que as formas alternativas.2

O próprio acto de andar é um processo muito eficiente, quer seja no homem, quer seja nos animais. David Carrier, autor-principal do tal estudo, afirmou:

O nosso estudo mostra que a postura que usa os calcanhares primeiro aumenta aumenta a economia da caminhada mas não da corrida.3
Correr é igualmente eficiente quer se pouse primeiro o calcanhar ou quer se pouse primeiro o dedo grande do pé.

Não há evidências de evolução.

Um artigo dos evolucionistas da Nature declara:
Presentemente, no entanto, o registo fóssil oferece pouca informação àcerca da origem do bipedalismo [andar sobre duas pernas], e apesar de um século de pesquisa dos fósseis existentes e a anatomia comparativa, não há consenso em torno do modo de locomoção que precedeu o bipedalismo.4
Semelhantemente, um estudo de 2003 explicou que a transição evolutiva dum animal que se movimenta sobre as quatro pernas para o bipedalismo seria algo simples, mas os dados não se enquadram nesta crença.

Os autores escreveram no The Journal of Experimental Biology:

No entanto, estudos experimentais em torno da locomoção nos humanos e nos primatas não-humanos demonstraram que a evolução do bipedalismo envolveu uma série mais complexa de transições.5

E o facto de tantas transições - todas elas muito específicas - serem necessárias antes da eficiência de andar poder conferir ganhos metabólicos, é um dado que mitiga contra a evolução por via da selecção natural. Dito de outra forma, as estruturas anatómicas que supostamente são o resultado de todas estas "transições" são, na verdade, características de design intencionais.

Entre estas estruturas estão "a pouco usual estrutura do nosso pé", incluindo o "grande calcanhar", bem como o comprimento e orientação recta do dedo grande do pé e os ossos da anca - que apontam os joelhos para a frente em direcção àquilo que nós caminhamos.3

Sem todos estes ossos, ligamentos, tendões e músculos propriamente integrados entre si a toda a hora, seria impossível caminhar como um homem. Os evolucionistas têm que depositar a sua fé em "transições" físicas imaginárias que nunca iriam trabalhar uma vez que elas requereriam imensas criaturas vazias de tais estruturas . Isto practicamente causaria que essas formas de vida fossem imóveis.

No entanto, aqueles que "humildemente caminham com Deus" podem confiar nas evidências físicas que claramente demonstram que a mecânica por detrás da locomoção é resultado de criação Divina.

Eu Te louvarei, porque de um modo terrível e tão maravilhoso fui formado; maravilhosas são as Tuas obras, e a minha alma o sabe muito bem.
Salmo 139:14.

Vêr também:

1. Laetoli: ciência pisa teoria da evolução (outra vez)

2. Aprendendo com Deus: Como Criar Sistemas de Locomoção Mais Eficientes


Modificado a partir do original.

Referências:

  1. Farris, D. J. and G. S. Sawicki. The mechanics and energetics of human walking and running: a joint level perspective. Interface (a journal of the Royal Society). Published online before print May 25, 2011.
  2. Cunningham, C. B. et al. 2010. The influence of foot posture on the cost of transport in humans. The Journal of Experimental Biology. 213 (5): 790-797.
  3. The Cost of Being on Your Toes. The University of Utah news release, February 11, 2010.
  4. Richmond, B. G. and D. S. Strait. 2000. Evidence that humans evolved from a knuckle-walking ancestor. Nature. 404 (6776): 382-385. Quoted in Sherwin, F. 2006. Walking the Walk. Acts & Facts. 35 (11).
  5. Schmitt, D. 2003. Insights into the evolution of human bipedalism from experimental studies of humans and other primates. The Journal of Experimental Biology. 206 (9): 1437-1448.
  6. Miquéias 6:8.


segunda-feira, janeiro 10, 2011

Camarão com "360 milhões de anos" idêntico ao actual

A PhysOrg mostra a foto dum "antigo" camarão (encontrado em Oklahoma) junto a um camarão vivo. Eles são idênticos mas o artigo alega que o fóssil tem "360 milhões de anos" - o mais antigo decápode de sempre.

O fóssil de camarão ainda contém uma delicada preservação dos músculos da sua cauda, "extremamente raro nos fósseis". O artigo alega que o organismo está tão bem preservado porque poisou no fundo do mar em águas ácidas fracas em oxigénio e que "foi enterrado rapidamente".

Em relação ao significado do achado, um dos cientistas da Universidade Kent State alega que:

O fóssil é um passo importante no desvendar da evolução dos decápodes. No entanto, mais achados são necessários.

Chamar este animal complexo de "uma passo importante no desvendar da evolução dos decápodes" é a mesma coisa que encontrar um prédio totalmente formado, com canalização, electricidade, metal na sua estrutura e com mobília no seu interior e dizer que o mesmo é um passo importante no desvendar da evolução dos prédios mas que mais achados são necessários.

O que é preciso desvendar aqui é o mito que a teoria da evolução é. Será que ninguém na comunidade evolutiva faz as questões relevantes num caso como o citado em cima?

  • Como é que se explica que um animal que alegadamente viveu há mais de 300 milhões de anos é virtualmente idêntico ao actual?
  • Onde está a evolução?
  • Quando se diz que este fóssil foi enterrado rapidamente, não será isso evidência para um evento catastrófico?
  • Não está esse facto (juntando a muitos outros) em concordância com o Dilúvio de Noé?
  • Quando animais com mais de "300 milhões de anos" são virtualmente idênticos aos actuais, não será altura de se questionarem os métodos de datação convencionais?

Enfim, há tantas perguntas que podem ser feitas que é de estranhar os auto-denominados "defensores da ciência" não colocarem nenhuma. Mas todos sabemos o porquê disso. Eles não querem fazer perguntas relevantes devido ao valor da teoria da evolução.

Eles sabem que a teoria não sobrevive a análise cientifica e como tal, preferem regurgitar o que quer que os órgãos de informação evolutivos reportam. É mais fácil assim.

domingo, janeiro 09, 2011

Biologia Molecular Não Suporta Darwinismo

"E, além disso, está posto um grande abismo entre nós e vós, de sorte que, os que quisessem passar daqui para vós, não poderiam, nem tão-pouco os de lá passar para cá."
Lucas 16:26

Entre os seres vivos e o mais ordenado sistema não-biológico existente - como os cristais ou os flocos de neve - há um abismo tão vasto e tão absoluto que é virtualmente impossível imaginar como unir as extremidades. A biologia molecular tem mostrado que mesmo o mais "simples" sistema orgânico de hoje - as células bacterianas - é extraordinariamente complexo e estruturado.

Embora as mais pequenas células bacterianas sejam incrivelmente pequenas, cada uma delas é de facto uma fábrica em miniatura, contendo milhares de peças de maquinaria molecular, somando no total mais de 100 mil milhões de átomos e sendo bem mais complexas e complicadas que qualquer máquina construída pelo ser humano.

Esta estrutura não tem paralelo no mundo não-vivo.

Para além de mostrar o enorme fosso que há entre os seres vivos e a matéria sem vida, a biologia molecular tem revelado que o design básico dos sistemas celulares é essencialmente o mesmo em todos os seres vivos - desde a bactéria até aos mamíferos. Em todos os organismos as funções do ADN, mADN e das proteínas é idêntico. O significado do código genético é virtualmente idêntico em todas as células. O tamanho, estrutura e o design composicional da maquinaria sintética das proteínas é praticamente o mesmo em todas as células.

Em termos do seu design bioquímico, nenhum sistema vivo pode ser considerado "primitivo" ou "ancestral" em relação a qualquer outro sistema biológico. Para além disso, não há evidência alguma para uma mitológica "sequência evolutiva" nas células existentes no mundo.

Para todos aqueles evolucionistas que esperavam que a biologia molecular pudesse unir a química com a bioquímica, os dados da ciência foram profundamente frustrantes.

Porquê?

A pergunta impõem-se: porque é que a biologia molecular não confirma as diversas e muitas vezes mutuamente exclusivas árvores evolutivas? Porque é que a ciência não consegue mostrar que da não-vida para a vida não há um grande salto informacional?

O falhanço da ciência em confirmar a fé evolutiva deve-se unicamente à inabilidade das forças naturais de gerar o tipo de estrutura e padrões que vêmos no biosfera. Isto acontece porque os evolucionistas erradamente assumem que a questão da origem e diversificação da vida pode ser respondida pela Química e Física quando tal não é possível.

A vida rege-se por uma entidade que não depende da Física e da Química para existir (embora possa depender delas para ser transmitida): informação. É a informação genética - e não a Química - que determina como os átomos se vão comportar nos diversos sistemas biológicos existentes no mundo. É a informação genética - e não a Física - que "diz" aos corpos como reagir quando se ingere carne, peixe ou fruta.

Um homem pode dar ao seu animal de estimação exactamente a mesma comida que ele ingere durante o ano inteiro, mas nenhum deles se vai tornar mais parecido com o outro. Isto acontece porque a informação genética dentro do homem controla a forma como este converte a energia que vem com a comida duma forma, mas a informação genética do animal de estimação resolve as coisas de outra forma; constrói outro tipo de padrão, de acordo com a informação dentro de si.

A inabilidade naturalista de levar em conta a informação como agente activo na biosfera explica a frustração evolutiva em construir sequências funcionais entre a matéria morta e o mais "simples" dos sistemas biológicos.

A resistência dos evolucionistas em aceitar o que a ciência tem mostrado em relação à dependência informacional dos seres vivos deve-se única e exclusivamente com a Fonte dessa informação. Como informação codificada tem sempre uma causa inteligente, a existência de informação em código nos seres vivos leva-nos a inferir cientificamente que os mesmos tem Uma Causa Inteligente.

Como isto é uma evidência poderosa para Deus, os naturalistas violam os princípios científicos e tentam encontrar origens não inteligentes para a informação e codificação dos seres vivos.

É devido a essa fé no naturalismo que os evolucionistas ansiavam poder usar a biologia molecular para de alguma forma mostrar que da química para a bioquímica não há nada de relevante a assinalar. Eles ansiavam poder explicar a origem, diversificação e funcionamento dos sistemas biológicos a partir das mesmas forças que controlam a matéria morta, mas isto é cientificamente impossível.

segunda-feira, novembro 08, 2010

Polícia de trânsito do sistema nervoso

O que é que faz com que os sinais nervosos se movimentem numa direcção nos neurónios? É uma questão importante uma vez que o sinal reflectivo dum encontrão no joelho tem que ir em direcção ao músculo adjacente e em direcção ao cérebro e não numa direcção qualquer.

Será que há algum tipo de polícia de trânsito que controla a localização dos sinas "Sentido Único" nas células nervosas? De facto existe. De acordo com uma notícia proveniente da Universidade da Geórgia, é a enzima MEC-17. Os pesquisadores não tentavam curar uma doença e nem derivar uma aplicação a partir desta descoberta.

Como é que os neurónios sabem em que direcção enviar os sinais? Aparentemente o tal MEC-17, que foi estudado nos nematóides, nos peixe-zebra e nas células cancerígenas, é responsável por colocar os sinais de trânsito - chamados de marcas de acetilação - nas auto-estradas celulares construídas de micro-tubos. Os caminhos com níveis superiores destas marcas estão na zona de envio, e as zonas com níveis inferiores estão na área receptora.

Quando as marcas não são montadas correctamente, coisas más acontecem: o peixe-zebra desenvolve defeitos neuromusculares, e os humanos ficam sujeitos a doenças neurológicas debilitantes como a doença de Parkinson, Alzheimer e a doença de Huntington. Esta descoberta pode conduzir a novas estratégias de tratamento ao aumentar ou diminuir a acção do MEC-17.

Ao notar que o MEC-17 funciona da mesma forma em animais tão diversos como os nematóides, os peixes ou os seres humanos, os pesquisadores deduziram que "este processo de acetilação dos microtubos usando o MEC-17 é uma função evolutivamente conservada".

"Conservada" significa "não evoluiu".


Afirmar que algo está "evolutivamente conservado" é o mesmo que dizer "entortadamente direita". É uma frase sem sentido que não nos pode enganar e levar-nos a pensar que tem algum sentido.

Esta descoberta coloca mais ênfase no facto das coisas não acontecerem por acaso; partes específicas são necessárias para a funcionalidade.

Uma pergunta que a equipa de pesquisa não considerou foi: o que é que controla o MEC-17? Se este enzima coloca sinais, quem é o capataz? Nós não estamos conscientemente a controlar este sistema; a maioria acontece sem o nosso conhecimento. Isto é como a regressão infinita: quem observa os observadores? A hierarquia de design eventualmente tem que parar no Designer que é Omnisciente e Omnipotente.

Se calhar a artificial aversão que os evolucionistas tem a Deus faz com que eles não falem muito sobre as rotinas que controlam o MEC-17.

sábado, setembro 25, 2010

Aumenta o desespero dos naturalistas e ateístas

Original

Quanto mais a ciência vai descobrindo e descrevendo os genomas das diversas espécies, mais parece que o naturalismo se vai dissolvendo nas suas próprias contradições. Se eu fosse naturalista, proibia a ciência…

Um estudo sobre os genes da esponja do mar parece ter contribuído para uma irritação acrescida dos naturalistas, ao mesmo tempo que acaba por se ir reforçando a credibilidade dos filósofos da antiguidade clássica que defendiam o conceito de Forma (Platão) e de Essência (Aristóteles). O que, no fundo, nos separa de uma esponja — e ao contrário do que têm defendido os naturalistas e ateístas — não são propriamente os genes, mas antes a Forma entendida no sentido platónico, ou a Essência entendida no sentido aristotélico.

As esponjas têm entre 18.000 e 30.000 genes, aproximadamente o mesmo número dos genes do ser humano, da mosca-da-fruta, vermes e outros animais. Uma comparação entre os genes da esponja e de outros animais revela que os genes, no primeiro e segundo caso, têm uma estrutura idêntica. A esponja é considerada como estando na base da “árvore evolucionária”. Depois, mais um dado curioso: a esponja tem 97,86% de água na sua composição; o ser humano tem 97,86% de água na sua composição.

Porém, os biólogos e naturalistas contemporâneos vêem o problema às avessas: dado que o genoma da esponja tem semelhanças com o do ser humano, então o Homem é uma espécie de esponja e a sua vida pouco mais vale — se é que vale mais — do que a vida de uma esponja. A questão de saber como é que uma idêntica disposição genética gera seres tão diferentes, é totalmente ocultada ou esquecida pelos naturalistas. Os naturalistas já entraram em um processo de desespero.

A esponja do mar surgiu há cerca de 635 milhões de anos! Lá se vai o “gradualismo darwinista” por água abaixo… a cada descoberta da ciência aumenta o silêncio desesperado dos naturalistas — incluindo os intelectualóides naturalistas portugueses que escrevem na blogosfera. Como alguém pergunta, no artigo: o que interessa saber é onde estavam os genes da esponja — que são idênticos aos do ser humano e de outros animais — antes de a esponja aparecer no nosso planeta.

Adenda: resposta a esta treta, aqui.

terça-feira, agosto 24, 2010

Mosca da Fruta: Cem Anos de Tortura e Nenhuma Evolução

22 de Julho de 2010 marcou o centésimo aniversário das pesquisas genéticas usando as moscas da fruta. O primeiro estudo desse tipo foi publicado na revista Science em 1910 e descreveu a aparição inesperada de uma mosca da fruta macho com olhos brancos após gerações de moscas com olhos pigmentados. Isso inaugurou um século de estudos que se concentraram nas mutações das moscas da fruta.

Mas o que realmente se aprendeu com tudo isso? Na maior parte do século passado – e especialmente desde a descoberta do DNA como molécula que carrega informações físicas hereditárias –, as mutações foram o conceito dominante da evolução neodarwinista tido como o gerador central de informações novas e úteis. Assim, as mutações, se fossem selecionadas naturalmente, teriam o poder de conduzir a evolução de todas as coisas vivas na direção da melhoria positiva.

As moscas da fruta, com seu tempo curto de uma geração a outra e apenas quatro pares de cromossomos, representaram excelente campo de testes para a evolução. Em laboratórios de todo o mundo, elas foram submetidas a todo tipo de mutação, induzindo fenômenos, incluindo produtos químicos e tratamentos de radiação, para tentar acelerar as mutações na tentativa de “imitar a evolução”. Depois de tudo isso, era de se esperar que as moscas da fruta de fato exemplificassem a evolução. Mas eles não fizeram isso.

Assim, não tendo conseguido a progressão evolutiva em moscas da fruta por esses meios aleatórios, os pesquisadores mudaram o foco de inúmeras pesquisas para a manipulação intencional dos genes. As mais populares, a partir de uma perspectiva evolucionista, foram as experiências com os genes chamados HOX.

HOX (uma abreviação de Homeobox) são genes utilizados pelo organismo durante o desenvolvimento embrionário. Muitos argumentaram que seria mais simples para a evolução operar através da mutação desses genes, uma vez que uma pequena alteração pode produzir grande efeito no corpo da mosca.

No entanto, isso foi antes de os estudos recentes mostrarem que o desenvolvimento embrionário é mais influenciado pelo DNA regulador, e não por genes. E mutações (através da substituição, exclusão ou duplicação) de genes de desenvolvimento como o HOX sempre resultaram apenas em moscas mortas, moscas normais (se a mutação aconteceu sem ter nenhum efeito notável) ou em pequenos monstros. Nenhum desses resultados corresponde à melhoria “positiva” esperada da evolução darwiniana.

Segmentos corporais extras, um conjunto extra de asas ou pernas no lugar das antenas caracterizam as formas estranhas que foram geradas. Três gerações de alterações específicas no DNA produziram moscas com quatro asas – mas elas não conseguiram voar. As asas extras não tinham músculos e representaram peso morto.

Stephen Meyer conclui:

“Moscas mutantes que produzem quatro asas sobrevivem hoje apenas em um ambiente cuidadosamente controlado e somente quando pesquisadores qualificados meticulosamente orientam seus estudos por meio de um estágio não-funcional após o outro. Essa experiência cuidadosamente controlada não nos diz muito sobre o que mutações não direcionais podem produzir na natureza” (Stephen C. Meyer, Explore Evolution: The Arguments for and Against Neo-Darwinism, p. 105).
Em seu livro Evolution, Colin Patterson resumiu a esperança perdida de encontrar a evolução nas pesquisas com o HOX:
Os efeitos espectaculares das mutações do gene homeobox foram vistos pela primeira vez na Drosophila, no início da história da genética. Portadoras de algumas dessas mutações com certeza podem ser qualificadas como monstros – embora sem muita esperança (Colin Patterson, Evolution, p. 114).
Considerando que os estudos com as moscas da fruta têm fornecido informações importantes sobre como genes, nervos, longevidade e outras máquinas e processos biológicos funcionam, nenhum progresso foi feito na tentativa de acelerar a evolução desses insetos por mutações. Os sobreviventes dos cem anos de torturas em laboratório ainda são apenas moscas.

(Institute for Creation Research)



Nota: Conforme Enézio E. de Almeida Filho, “a Drosophila melanogaster ‘teima’ em não ‘confessar’ e tampouco demonstrar o fato, Fato, FATO da evolução depois de ser ‘cientificamente torturada’ por um século! Cruz, credo! Nem sob tortura se aceita a evolução!”

Enézio, que é mestre em História da Ciência, está levantando bibliografia para um artigo sobre o uso das mosquinhas das frutas, e a conclusão parcial a que se chega, segundo ele, é que a natureza não faz as alterações realizadas em laboratórios pelos cientistas, geralmente por meio de radiações.

“E olha que pela cronologia dos milhões de anos, a natureza, como laboratório natural, não fez o que eles fizeram”, conclui.[MB]

sexta-feira, agosto 20, 2010

As pegadas do réptil e a imaginação do ateu

Existem inferências científicas que são plenamente justificadas, e existem "inferências" que nada devem à ciência. Este texto é um exemplo da segunda.
Pegadas de répteis com 318 milhões de anos

Marcas são as mais antigas de répteis e foram feitas quando havia a Pangeia.

As marcas estão em rochas junto à baía de Fundy, em New Brunswick, no Canadá. Datam de há 318 milhões de anos, do chamado período Carbonífero, de quando a Terra ainda tinha apenas um continente, a Pangeia.

Eles conseguiram ver isso apenas pela análise das pegadas?
Foi nessa época que os répteis começaram a caminhar pela Terra. É isso que as marcas mostram.
Pegadas num pedaço de rocha mostram que "foi nessa época que os répteis começaram a caminhar pela Terra"? Como é que chegaram a essa conclusão? É mesmo isso que as marcas mostram, ou é isso que é assumido pela teoria da evolução?
As conclusões da equipa acabam por confirmar uma suspeita de longa data da comunidade científica: a de que os répteis foram os primeiros seres vivos a penetrar no interior dos continentes, por terra.
Sim, antes da descoberta destas pegadas, essa suspeita não estava confirmada - pese embora ter sido propagada por todas as universidades seculares, museus evolucionistas, jornais "científicos" evolucionistas e praticamente todos os órgãos de informação maciços. Não estava confirmado mas foi anunciado como tal.

Ah, e por "comunidade científica" entendam por "comunidade evolucionista".

A antiguidade das pegadas foi importante para esta demonstração porque colocou no seu contexto temporal esta caminhada para o interior.
Mas a "antiguidade" das pegadas é assumida à partida. Como é que algo que é assumido sem evidências se torna evidência para a imaginada transição da água para a terra
"A princípio, a vida estava restrita aos pântanos costeiros, onde existiam florestas luxuriantes, que estavam cheias de fetos gigantes e de libélulas.
Não nos foi dito como é que eles sabem disto.
No entanto, quando os répteis entraram em cena, levaram as fronteiras mais para diante, conquistando o interior seco dos continentes", adiantou o mesmo investigador.
Não foi dito como é que os répteis entraram em cena nem como é que eles conseguiram levar "as fronteiras mais para diante". Não foi mostrado qualquer mecanismo capaz de transformar um não-réptil num réptil de forma que este possa levar as "fronteiras mais para adiante.
Ao contrário dos seus primos anfíbios, os répteis não necessitam de estar sempre a regressar à água para respirar e essa vantagem deu-lhes autonomia para se embrenharem pelo interior, afastando-se cada vez mais da costa.
Ou então os répteis sempre foram o que são hoje (embora variando dentro do seu tipo), e a forma de vida que foi identificada pelas pegadas é apenas um réptil que vivia nessa área. O facto do réptil ter a capacidade de navegar mais profundamente em zonas mais afastadas da água não implica que ele seja o percursor dos animais terrestres.

Conclusão:

O tipo de inferências que suportam a teoria da evolução tem tendência a serem circulares:
  • Estas pegadas provam que este animal é o link entre animais marinhos e animais terrestres.
  • Como é que se sabe disso?
  • Ora, porque os animais evoluíram do mar para a terra, e este animal encaixa-se bem nessa história.
  • Ah, então este animal não serve de evidência uma vez que a história já estava feita mesmo antes de se encontrar estas pegadas. As evidências devem vir de outra fonte. Além disso, tudo o que as pegadas mostram é que um réptil andou sobre esta rocha.
  • Sim, mas esta rocha de milhões de anos.
  • Como é que sabes disso?
  • Porque os métodos de datação assim o mostram.
  • Mas os métodos de datação só "funcionam" e "mostram" alguma coisa quando os mesmos confirmam a história; se encontrarmos (e datarmos) um fóssil com uma idade que não esteja de acordo com a história, essa datação vai ser rejeitada ou esse fóssil vai ser rejeitado.

  • Sim, mas isso é porque a evolução é um facto. Os fósseis mostram isso.

  • Mas já vimos em cima que os fósseis são irrelevantes para a teoria da evolução, uma vez que os mesmos não são usados como evidência para a história evolutiva, mas sim a teoria é que é usada como forma de se saber se um fóssil é válido ou não.
Se nós pressionarmos os ateus de forma consistente, eles vão a dada altura exibir pensamento circular. Isto não é um ataque à sua inteligência mas sim uma exposição dos constrangimentos que o ateísmo e a teoria da evolução colocam à sua volta. O nosso propósito é ver o que eles dizem - e principalmente, ver o que eles não dizem - como forma de ressalvar a circularidade da sua ideologia.

quinta-feira, agosto 19, 2010

Baleias evoluiram rapidamente excepto quando não evoluiram rapidamente

As baleias evoluíram bastante depressa mas depois esqueceram-se de evoluir durante milhões de anos. Num estudo que alega que "As baleias evoluíram variadas formas e tamanhos de um modo explosivamente rápido" Brett Israel escreveu para a Live Science que "As baleias evoluíram num piscar de olhos". Supostamente esta evolução aconteceu há 35 milhões de anos atrás, mas durante os 25 milhões de anos seguintes, a sua evolução parou. Estranho, sem dúvida.

Durante um período de 5 milhões de anos, "quase como um piscar de olhos" segundo, Graham Slater da UCLA, algo dramático ocorreu:

A evolução da baleia iniciou. Havendo as baleias começado basicamente com o mesmo tipo de corpo, elas evoluíram para tudo desde as "porpoises" (um tipo de golfinho) para as baleias azuis. Isto num período de 5 milhões de anos.
Esta hipótese (ou fábula - como quiserem entender) é conhecida por “Explosive Radiation Hypothesis” (algo como o big bang mas aplicado às origens das baleias). Dentro destas novas formas de vida que surgiram como resultado desta radiação explosiva vieram coisas como a sonda usada pelos golfinhos, cérebros maiores e interacções sociais complexas.

Como? Através da evolução, claro.

Quaisquer que tenham sido as condições que permitiram as baleias modernas persistir, permitiram que elas tivessem evoluído para formas de vida únicas e díspares. Esses nichos [ecológicos] foram, na sua maioria, mantidos durante a maior parte da sua historia.
Quem fala assim é Michael Alfaro. Ele é um evolucionista e um perito na UCLA. Ele deve saber do que fala.

Ciência ou mitologia?

Vamos lá a por os pontos nos i em torno desta "Hipótese da Radiação Explosiva": um mamífero do tamanho de um cão entrou nos mares há cerca de 48 milhões de anos atrás e tornou-se numa baleia genérica há cerca de 35 milhões de anos atrás. Posteriormente, e numa fracção de tempo semelhante a um piscar de olhos (5 milhões de anos), aparecem (explosivamente) os variados tipos de baleias e os variados tipos de golfinhos nos mares.

Quem foi que deu a essas formas de vida sondas, bocas compostas por cerdas de material queratinoso com a função de filtrar a água e recolher o alimento, e a sociabilidade complexa? A evolução, pois claro.

Não era suposto a evolução ser uma acumulação gradual de numerosas e sucessivas pequenas modificações? Então o que é que aconteceu?

Essas diferenças provavelmente já estavam nos seus lugares há 25 milhões de anos atrás, pelo menos, e durante milhões de anos, elas não mudaram muito.
Assim falou o oráculo do evolucionista Slater.

Portanto, a radiação da evolução das baleias criou sistemas tão complexos como a sonda sub-aquática no espaço de 5 milhões de anos, mas durante 25 milhões de anos, nada mais aconteceu debaixo do sol (ou debaixo da água, neste caso).

A evolução, portanto, gera complexidade num curto espaço de tempo, excepto quando não gera nada de novo durante um longo período de tempo.

Faz sentido, certo? Evolutivamente, talvez, mas cientificamente não.

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