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sábado, outubro 09, 2010

Horripilante: aborcionistas apanhados com bebés abortados no congelador

A polícia fez uma rusga aos estabelecimentos de dois aborcionistas de Maryland e encontrou dúzias de bebés não nascidos em arcas congeladores.

As entidades de Maryland suspenderam as licenças dos dois "médicos" e ordenou que eles parassem de exercer Medicina no Estado. (WJZ)

O NC Register reportou:

Dois aborcionistas de Maryland (Dr. Steven Brigham e Dr. Nicola Riley) foram ordenados a parar de executar abortos em Maryland depois de uma mulher ter sido severamente ferida.

Subsequentemente, a polícia fez uma rusga às instalações em busca de registos médicos e, para seu horror, descobriram dúzias de bebés não nascidos guardados no congelador.

Depois do choque e dos sentimentos de repugna, a minha mente recuou alguns meses até um incidente que ocorreu por essa altura.

Isto seria uma história estranha e horrível se nunca tivesse ocorrido no passado, mas a alguns meses outro aborcionista (desta vez, em Filadélfia) foi apanhado com bebés abortados guardados em jarros.

Podem ver essa história de horror e nojo aqui.
As instalações do aborcionista Kermit Gosnell foram sujeitas a uma rusga no princípio deste ano, e o que se verificou lá é que as condições de higiene eram "deploráveis".
Mas eu pensava que legalizando o aborto, todas as mulheres teriam condições "excelentes" para matar os seus filhos, mas pelos vistos não foi isso que aconteceu.. Mesmo com o aborto legalizado, os abortos em condições bárbaras continuam. Parece que esse argumento era - como sempre acontece - falso.
As autoridades reportaram que "havia sangue no chão e partes do corpo de fetos abortados estavam dispostos em jarras".
Quando Deus é Removido da vida pública, quem sofre com isso são os mais frágeis da sociedade.

"Obrigado", feministas. A vossa cultura de morte está a reduzir o valor dum ser humano para o nível dum coelho, um rato ou um outro animal "digno" de ser exposto numa jarra.

Que Deus tenha misericórdia de todos nós, especialmente de todos aqueles que não só oferecem os seus filhos para o sacrifício humano, como também daqueles que tem prazer na morte de inocentes.


Jérôme Lejeune, geneticist. Discovery the Down’s syndrome:
  • If a fertilized ovule is not in itself a human, it could not become one, because nothing is added to it.

Pode-se perguntar qual é a relação entre o aborto e o debate “evolução versus criação”, mas acho que é bem claro. A crença de que se pode remover o bebé de dentro do útero humano e deitá-lo fora como um pedaço de carne é uma das consequências da rejeição do Deus Criador.

Se as pessoas pensam que não são o resultado do Poder criativo de Deus, mas sim uma forma de vida que, por acaso, conseguiu sobreviver ao longo dos milhões de anos, então o aborto é perfeitamente aceitável.

Quem não aceita o que Deus diz na Bíblia, e o valor que Deus confere ao ser humano desde o momento da concepção, é mais susceptível de estar de acordo com o aborto do que aquele que aceita a Bíblia como a Palavra de Deus.

Não é por acaso que alguns dos países com incidência elevada de aborto são países que foram dominados pela ideologia ateísta com o nome de comunismo durante muitos anos.

Salmo 130:13-16
Pois possuíste os meus rins; entreteceste-me no ventre de minha mãe. Eu Te louvarei, porque de um modo terrível e tão maravilhoso fui formado; maravilhosas são as Tuas obras, e a minha alma o sabe muito bem. Os meus ossos não Te foram encobertos, quando, no oculto, fui formado e entretecido, como nas profundezas da terra. Os teus olhos viram o meu corpo ainda informe, e no Teu livro todas estas coisas foram escritas; as quais iam sendo, dia a dia, formadas, quando nem ainda uma delas havia.

quarta-feira, junho 09, 2010

CS Lewis: O Ateu Não Tem Justificação Para Usar o Argumento do Mal

C.S. Lewis:
O meu argumento contra Deus era o de o universo parecia cruel e injusto. Mas donde é que eu aprendi os conceitos do justo e injusto? Um homem não qualifica uma linha torta de "torta" a não ser que ele tenha uma ideia do que uma linha recta é. Com o quê é que eu comparava o universo quando o qualifiquei de "injusto"?

Se tudo o que aconteceu desde o princípio foi mau e injusto, como é que eu, que supostamente faço parte do espectáculo, me encontro da posição de rebeldia contra a situação? Um homem sente-se molhado quando cai na água porque ele não é um animal aquático: um peixe nunca se sentiria molhado.

Claro que eu poderia ter abandonado a minha ideia de justiça afirmando que ela apenas era uma ideia pessoal minha. Mas se eu fizesse isso, então o argumento contra Deus tinha um colapso uma vez que o argumento depende do facto de o mundo ser de facto injusto e não simplesmente que ele não agradava as minhas preferências pessoais.

Portanto, durante o acto em tentar provar que Deus não existe - por outras palavras, que a realidade era sem sentido - vi que era forçado a assumir que uma parte da realidade - nomeadamente, a minha concepção de justiça - fazia sentido. Consequentemente o ateísmo revela-se muito simples.

Se o universo não tem propósito nós nunca haveríamos de saber que ele não tem propósito ou sentido: do mesmo modo que se não existisse luz no universo, e portanto não houvesse criaturas com olhos, nós nunca saberíamos que ele estava escuro.

A palavra "escuro" não faria sentido.

O que o C.S. Lewis implicitamente diz é que quando o ateu usa o argumento do "mal", ele está a assumir coisas que contradizem o que ele tenta provar com esse mesmo argumento do "mal". Ele está a revelar ter conhecimento que vai para além do mundo em que nós vivemos.

O argumento do mal assume muitas coisas, uma delas sendo que o ser humano não foi feito para viver com o que o ateu qualifica de "mal". Mas donde vem essa crença? Se a morte, violência, assassinatos, violações, pedofilia, terremotos e outras coisas mais sempre fizeram parte da existência humana, donde é que vem o conhecimento de que essas coisas são más? Com o quê é que o ateu as compara? Existe algum padrão absoluto na base da qual o ateu qualifica comportamentos e eventos? Houve alguma altura em que o homem não sofreu? Será que há uma versão ateísta do Jardim do Éden?

Claro que a razão pela qual o ateu sabe que isto está errado é a Natureza de Deus em si. A Bíblia diz-nos que o ateu sabe que Deus existe (Romanos 1) e que conscientemente rejeita o que Deus lhe diz como forma de manter a sua moralidade intacta. A forma através da qual nós podemos ver que o ateu sabe que Deus existe é a sua constante alusão ao "problema do mal". Se Deus não existe, não há Padrão Absoluto que sirva de modelo comportamental, e como tal o ateu não tem argumento nem forma de classificar situações e comportamentos como "maus".

Mas como o ateu sabe que Deus existe, então ele apela a uma Lei Moral Absoluta, embora se tente convencer de que o Criador dessa Mesma Lei não existe.

domingo, abril 25, 2010

A perda do infeliz petiz de Mirandela

Vi este pequeno texto num jornal gratuito.


As catástrofes naturais são sobremaneira incontroláveis, tendo em conta a pequenez humana, mesmo que o ser humano se ponha em bicos de pés e as queira dominar. Portanto, criar sistemas conducentes para minorar tais malefícios são sempre bem vindos.

Já as catástrofes humanas, essas sim, que são da única responsabilidade do homem, dado o seu livre arbítrio mal direccionado, ao sabor das modas e ao exclusivo da bestialidade animalesca, é que podem ser evitadas, minoradas e erradicadas.

Mas não, quanto as sociedades evoluem ou isso pensam, cada vez mais se desregram, entregues a uma libertinagem despojadas de quaisquer valores morais de exemplaridade vivencial.

Assim, o egoísmo e a monstruosidade humana sobrepõem-se a qualquer tipo de construção de bem estar social racional. Parece que os humanos não conseguem ultrapassar o estigma do pecado original e, portanto, quanto mais é o seu saber, mais se perpetua e evidencia o seu lado de selvajaria e bestialidade, numa simbiose de crime e de desumanidade.

Então, o crime por todos nós perpetrado sobre o infeliz petiz de Mirandela não é mais do que as cinzas do que resta da fogueira dantesca atiçada por Humanidade que, desgraçadamente, se extinguirá também, sem conseguir ter alcançado as bem-aventuranças do Reino do Céu na Terra.

por José Amaral - Vila Nova de Gaia
Jornal "Destak", 16 de Março de 2010

sexta-feira, abril 02, 2010

O que a Bíblia diz sobre a pena de morte/pena capital?

Pergunta: "O que a Bíblia diz sobre a pena de morte/pena capital?"

Resposta: A lei do Antigo Testamento ordenava a pena de morte para vários atos: assassinato (Êxodo 21:12), sequestro (Êxodo 21:16), deitar-se com animais (Êxodo 22:19), adultério (Levítico 20:10), homossexualismo (Levítico 20:13), ser um falso profeta (Deuteronômio 13:5), prostituição e estupro (Deuteronômio 22:4), e diversos outros crimes. No entanto, Deus frequentemente demonstrava misericórdia quando a pena de morte era dada. Davi cometeu adultério e homicídio, e mesmo assim Deus não exigiu que sua vida fosse tirada (2 Samuel 11:1-5, 14-17; 2 Samuel 12:13). No fim das contas, todo e qualquer pecado que nós cometemos deveria resultar na pena de morte (Romanos 6:23). Felizmente, Deus demonstra o Seu amor por nós não nos condenando (Romanos 5:8).

Quando os fariseus trouxeram a Jesus uma mulher que havia sido pega em adultério e perguntaram a Ele se ela deveria ser apedrejada, Jesus respondeu: “Aquele que dentre vós estiver sem pecado seja o primeiro que lhe atire a pedra” (João 8:7). Isto não deve ser usado para indicar que Jesus rejeitava a pena de morte em qualquer situação. Jesus estava simplesmente expondo a hipocrisia dos fariseus. Os fariseus queriam fazer com que Jesus violasse a lei do Antigo Testamento... eles realmente não se importavam com o fato de a mulher ser apedrejada (onde estava o homem pego em adultério?).

Foi Deus quem instituiu a pena de morte: “Se alguém derramar o sangue do homem, pelo homem se derramará o seu; porque Deus fez o homem segundo a Sua imagem” (Génesis 9:6). Jesus concordaria com a pena de morte em alguns casos. Jesus também demonstrou graça quando a pena de morte foi imputada a alguém (João 8:1-11). O apóstolo Paulo definitivamente reconheceu o poder do governo para instituir a pena de morte onde fosse apropriado (Romanos 13:1-5).

Então, basicamente, estamos de volta ao lugar onde começamos. Sim, Deus permite a pena de morte. Mas ao mesmo tempo, Deus nem sempre exige a pena de morte quando ela é aplicável. Qual deveria ser a visão de um cristão acerca da pena de morte, então? Primeiro, devemos nos lembrar de que Deus instituiu a pena de morte na Sua Palavra; portanto, seria presunçoso da nossa parte pensar que nós podemos instituir um padrão mais alto que o Dele ou que nós podemos ser mais bondosos do que Ele.

Deus tem um padrão mais alto do que o de qualquer outro ser, visto que Ele é perfeito. Este padrão se aplica não apenas a nós, mas para Ele mesmo. Portanto, Ele ama em um grau infinito, e Ele tem misericórdia em um grau infinito. Nós também vemos que Ele tem ira em um grau infinito, e tudo isto se mantém em perfeito equilíbrio.

Segundo, nós devemos reconhecer que Deus deu ao governo a autoridade de determinar quando a pena de morte deve ser dada (Génesis 9:6; Romanos 13:1-7). Não é bíblico afirmar que Deus se opõe à pena de morte em qualquer situação.

Os cristãos jamais devem comemorar quando a pena de morte é empregada, mas, ao mesmo tempo, os cristãos não devem lutar contra o direito do governo de executar os autores dos crimes mais hediondos.

quarta-feira, dezembro 30, 2009

A Bíblia é um Livro violento?

Dentro da religião ateísta existem grupos de pessoas que se focam no suposto "mal" que existe na Bíblia como forma de justificarem a sua rejeição do Cristianismo. A sua lógica é a de que como a Bíblia é um Livro cheio de "maldade" e "violência", então o ateu é perfeitamente coerente ao rejeitá-la como a Palavra de Deus.

Provavelmente para grande surpresa dos crentes ateus, os cristãos estão bem cientes que a Bíblia é um Livro cheio de violência, crimes, violações, fornicação e outras coisas. Existe uma boa razão para isso.

A Bíblia está cheio de violência e crime (e tudo o mais que os crentes ateus quiserem lá pôr) porque a Bíblia fala àcerca da forma de vida mais violenta que existe sobre a Terra: o ser humano. Como nós somos violentos, e como a Bíblia revela a interacção dO Criador com a Sua mais preciosa criação, é normal que a Bíblia esteja cheia daquilo que os ateus chamam de "maldade". Nós somos maus e portanto um Livro que fale sobre nós teria que conter as maldades feitas por nós.

Ao contrário dos outros livros ditos sagrados ("Alcorão", "Gita", "Origem das Espécies", etc) a Bíblia não só revela-nos como nós realmente somos, mas mostra-nos também os efeitos da nossa conduta. A Bíblia é, por assim dizer, um espelho apontado para a nossa vida. O que nós vemos no espelho não nos agrada e como tal tentamos afastar o espelho de nós (ou afirmar que o espelho está defeituoso). Infelizmente as coisas não funcionam assim. (Aliás, felizmente, as coisas não funcionam assim!)

Uma das primeiras "maldades" a que a Bíblia refere é o assassínio de Abel por parte de seu irmão Caim. A razão que levou Caim a matar o seu irmão é tão actual hoje como o era na altura: inveja. Caim não gostou que Deus tivesse dado preferência às escolhas de Abel e em vez de mudar o seu comportamento, ele mudou o seu relacionamento com o seu irmão.

Isto é equivalente ao que se passa nos dias de hoje. Muitas vezes pessoas bem intencionadas apontam-nos o caminho a seguir e nós, em vez de seguir o conselho que nos é oferecido com boas intenções, mudamos a forma como nos relacionamos com as pessoas que nos tentam ajudar.

Será lógico criticar o Livro que mostra esta má acção?

Outra maldade a que Deus alude na Sua Palavra é a violência que existia antes do Dilúvio. A Palavra do Criador diz:

Então disse Deus a Noé: O fim de toda carne é chegado perante Mim; porque a terra está cheia da violência dos homens; eis que os destruirei juntamente com a terra.Génesis 6:13
Mais uma vez convém perguntar: será que Deus errou em mostrar uma das razões que levaram à destruição do mundo pré-Dilúvio?

Imaginem um livro que diz de si mesmo ter origens no Criador mas que falha em nos mostrar realisticamente as consequências do comportamento humano; será que haveria alguma razão para se considerar o seu autor como sendo Aquele que sabe tudo?

Conclusão:

A especulação ateísta àcerca das "maldades" que se encontram na Bíblia são justificadas até certo ponto. De facto a Bíblia está cheia de maldades. No entanto, essas maldades devem-se à nossa natureza caída e não à Natureza de Deus.

Em vez de se queixarem àcerca da "maldade" existente na Bíblia, os crentes ateus deveriam procurar saber o porquê da Bíblia estar cheia de violência. Provavelmente eles já fizeram esse exercício e não gostaram de ver que toda a "violência" a que a Bíblia se refere parte da maldade do coração humano.

Enganoso é o coração do homem, mais do que todas as coisas, e perverso - Jeremias 17:10.
A tragédia disto tudo é que todo o tempo que o crente ateu perde a apontar a "maldade" da Bíblia fá-lo ficar cego em relação a grande verdade e a grande Mensagem da Palavra do CriadorBíblia:
A vontade de Deus é perfeita boa e agradávelRomanos 12:2
O motivo que leva Deus a revelar-nos a nossa condição não é o de impor fardos pesados sobre a nossa alma, mas o de sabermos que, apesar da nossa natureza caída, da nossa violência, dos nossos assassínios, roubos e tudo o mais, o Criador está de Braços Estendidos Pronto a aceitar de volta quem genuinamente quiser deixar para trás a vida de pecado.

Qual vai ser a tua escolha? Vais continuar a apontar defeitos ao espelho que Deus pôs à tua frente, ou vais aceitar o Plano da Salvação de Deus?

domingo, fevereiro 24, 2008

O Problema do Mal

Os ateus e os cépticos em geral gostam de apontar para o mal que existe no mundo como evidência de que Deus não existe. Por todo o lado onde olhamos vemos mortes, violência, terremotos, bébés nascerem deformados, e muitas outras coisas. Baseados nisto, os cépticos usam-se disso para refutar a crença NUM Deus Bondoso e Todo Poderoso.

O problema é que a existência do mal é mais uma evidência de que Deus existe, e não o contrário.

Senão vejamos:


1. Quando alguém diz que o Mal existe, ela está a admitir que o Bem existe.

2. Quando alguém diz que o Bem e o Mal existem, ela está a admitir que existe uma Lei Moral absoluta na base da qual nós distinguimos uma e a outra.

3. Ao concordar que existe uma Lei Moral *absoluta*, a pessoa está a admitir que tem que existir um Legislador Absoluto, porque sem Um Legislador Supremo, não há leis morais absolutas.

Portanto, se o Mal existe, isso, longe de ser uma evidência contra Deus, é mais uma evidência a favor de Deus.

Um outro ângulo para estudar é a forma que as pessoas reagem ao Mal. Se o Mal é uma forma clara e fácil de ver que Deus não existe, então, baseando-nos nisso, nós podemos projectar o seguinte:

"Em lugares onde há mais sofrimento, a crença NUM Deus Bondoso e Todo Poderoso não existe, ou está em declínio."


Quando estudamos o mundo à volta, o que é que descobrimos? Exactamente o contrário!

Em países como a Índia, El Salvador, China ou Uganda, onde o sofrimento, a guerra, a perseguição são uma constante da vida, o Cristianismo está em franco crescimento, contrariamente ao que seria de prevêr se a existência do Mal fosse uma arma eficaz contra Deus.

Finalmente, é importante não esquecer o que o Criador diz sobre a origem do Mal no mundo:

Romanos 5:12 * Pelo que, como por um homen entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim também a morte passou a todos os homens por isso que todos pecaram.

Romanos 8:20-22 * Porque a criação ficou sujeita à vaidade, não por sua vontade, mas por causa Do que a sujeitou, na esperança de também a mesma criatura será libertada de servidão da corrupção, para a liberdade da glória dos filhos de Deus. Porque sabemos que tod a criação geme, e está juntamente com dores de parto até agora.

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