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quinta-feira, junho 23, 2011

O argumento da imperfeição

As imperfeições são as evidências primárias em favor da teoria da evolução.
(Stephen Jay Gould , "The Panda's Thumb of Technology" National History, Vol 96, No.1, página 14)
O argumento da imperfeição foi desenvolvido por Darwin como resposta ao brilhante argumento para o Design feito por Paley. Darwin mostrou que a natureza continha muitos exemplos de design curioso, estranho e não óptimo, o que, segundo Darwin, nunca seria a forma de operar dum designer competente.

Usando o dualismo sempre negado pelos evolucionistas (vêr este postal) Darwin concluiu que a evolução é responsável por essas formas. Ele disse que tal design "imperfeito" não se espera dum designer capaz mas é o resultado esperado da evolução uma vez que ela modifica as estruturas disponíveis em favor dum uso imediato.

Este argumento é muito do agrado dos evolucionistas. Alguns deles, transformaram-no num argumento com força considerável.

Design ideal é um péssimo argumento em favor da evolução uma vez que imita a acção postulada de Um Criador Omnipotente. Arranjos estranhos e soluções curiosas são as provas em favor da evolução - caminhos que Um Deus Cuidadoso nunca usaria mas que um processo natural, limitado pela história, seguiria.
(Stephen Jay Gould,1980, "The Panda's Thumb", página 20-22)

....

Se não existissem imperfeições, não haveria evidências de um passado histórico, e desde logo, nada para preferir a evolução através da selecção natural em detrimento da criação.
(J. Cherfas, 1984, "The dificulties of Darwinism", New Scientist, May 17, página 29)

O argumento da imperfeição era a classe preferida de evidências evolutivas por parte de Stephen Gould. Ele desenvolveu muitos artigos e livros a promovê-lo, particularmente o livro "The Panda's Thumb". Ele alegou que as tais soluções curiosas e estranhas são as melhores evidências em favor da evolução. Ele chama a esta linha de pensamento "o princípio do panda".

No entanto, o argumento da imperfeição não é evidência em favor da evolução. Aliás, nem a perfeição nem a imperfeição são evidências em favor da evolução uma vez que esta teoria pode acomodar ambas as situações.

Mesmo que o design fosse todo "perfeito" (segundo aquilo que os evolucionistas consideram "perfeito"), isso não estaria imune às histórias da carochinha do evolucionismo, uma vez que o próprio Gould admite:

Mas a perfeição pode ser imposta por Um Criador Sábio ou evoluir a partir da selecção natural.
(Stephen J. Gould, 1982, "Evolution as Fact and Theory", página 122)
Ou seja, a imperfeição é evidência em favor da evolução, mas mesmo que houvesse perfeição, isso também seria evidência em favor da mesma teoria. Dois cenários opostos são usados como evidência para o mesmo processo natural.

Isto é ciência?

Conclusão:

O argumento da imperfeição nunca foi evidência para a evolução. Este tipo de evidências, que os evolucionistas dizem serem as provas PRIMÁRIAS para o mito evolutivo, nada mais são que evidência contra o Criador.

Sempre que alguém apelar ao "mau design" ou ao "argumento da imperfeição" como evidência em favor da evolução, nós temos que questioná-lo como é que isso suporta a tese de que a biosfera é o resultado dum processo aleatório de mutação e selecção.

Posteriormente, devemos perguntar ao evolucionista se essa linha de pensamento não assume o dualismo "Criação ou evolução". Se ele disser que sim, então nós podemos dizer que evidências contra a evolução são evidências em favor da Criação. Se ele disser que não, então evidências de "mau design" não são evidências em favor da evolução.


Fonte: "The Biotic Message" página 26

sábado, abril 23, 2011

Evolucionista: o corpo humano não revela design inteligente

Em Março passado a professora de anatomia e fisiologia da "Curry College", a Drª Abby Hafer, "explicou" o porquê da teoria da evolução ser a única teoria das origens genuinamente científica. Na sua apresentação na Universidade de Connecticut, Hafer expliciou que os foto-receptores estão ao contrário:
Outro acidente mecânico é a forma como o design dos nossos olhos obstruir a nossa visão devido ao facto da "cablagem" estar em frente aos foto-receptores.

Estes foto-receptores são cruciais porque eles reconhecem a luz e discernem o mundo à nossa volta. Se os outros animais, tal como alguns peixes, podem ter a cablagem na parte de trás, porque é que nós os temos na parte da frente?

Ninguém disse à evolucionista que os peixes vivem na água e os seres humanos vivem em Terra. Isso deveria ser uma evidência muito forte para ela se calar em vez de dizer asneiras, mas modéstia é algo que os evolucionistas não possuem.
Isto parece ser uma escolha pobre - a não ser que o Criador favoreça os polvos e as lulas no lugar dos seres humanos.
Hafer acrescentou outros "problemas" à lista de "mau design", não deixando dúvidas em relação ao estatuto científico da sua teoria da evolução. Ela acrescentou que o sistema reprodutor masculino é "mau design", enquanto que os sapos, por exemplo, não tem esses contratempos. Além disso, as cabeças dos bebés são demasiados grandes, o que demonstra mais "mau design".

A Drª Hafer também usou o sistema respiratório da baleia para ilustrar a "inferioridade" do sistema respiratório humano. A baleia possui tubos separados para respirar e para comer. Isto impede que aconteça uma coisa que é comum no ser humano: engasgar. O facto da baleia viver num meio aquático e o ser humano não, foi (mais uma vez) ignorado pela evolucionista/indoutrinadora. Vejam este texto para se verem como os evolucionistas erram na sua análise.

A apresentação foi um sucesso absoluto, não deixando dúvidas na mente dos jovens estudantes sobre o que é a verdadeira ciência:

Os estudantes apreciaram a sua forma directa de abordar a questão, e os irmãos Kevin e Kristina Breuninger disseram que "já tinham ouvido estes pontos antes, mas ela transformou-os em simples argumentos científicos".
E não há substituto para verdadeiros argumentos científicos. Felizmente que os evolucionistas como a Drª Hafer tiram parte do seu tempo para demonstrar a verdadeira ciência em acção.

Conclusão:

Voltem a ler o post e procurem por verdadeiros argumentos científicos a favor da evolução. Não encontrarão. Todas as "evidências" apresentadas pela indoutrinadora são evidências contra Deus e não a favor da evolução.

Essencialmente o que ela diz é "Deus não faria o sistema de respiração assim, portanto o mesmo evoluiu". "Deus não criaria o sistema de reprodução assim, portanto deve ter evoluído." Isto não são argumentos científicos mas sim argumentos religiosos mascarados de ciência.

Reparem também o dualismo criação-evolução manifesto na lógica desta evolucionista. Ela usa a lógica de que evidências contra Deus são evidências a favor da evolução. Isto destrói o mito de que na mente dos evolucionistas "há outras alternativas".

sexta-feira, março 04, 2011

A ignorância dos evolucionistas no que toca à respiração

Num artigo da revista Scientific American intitulado "Se os Seres Humanos Tivessem Sido Construídos Para Durar" (eng: If Humans Were Built to Last) os evolucionistas S. Jay Olshansky, Bruce Carnes, e Robert Butler argumentam que o corpo humano reflecte o descuidado processo da selecção natural e não o design inteligente.

Os autores afirmaram que muitas das nossas deficiências físicas existem porque a selecção natural causa a que nós sobrevivamos "o tempo suficiente para reproduzir". Segundo alegam os adivinhos evolucionistas, mal nós passamos os nossos genes o nosso corpo começar a decair uma vez que a selecção natural já não opera.

Um dos exemplos de "mau design" por eles proposto é o esófago humano. Na base do pescoço, a traqueia (local que dá passagem até aos pulmões) entra no esófago. Quando engolimos líquidos ou comida, uma estrutura com o nome de epiglote cobre a traqueia de modo a impedir que estes materiais não entre nos pulmões.

Como todos nós já experimentamos ao nos engasgarmos com líquidos ou comida que entram no canal errado, o sistema nem sempre funciona de modo perfeito. Em algumas situações, este engasgo pode ter consequências trágicas.

Devido a isto, Olshansky et al. sugerem que um "design superior" teria que possuir dois tubos distintos: um entre o nariz e os pulmões e um segundo entre a boca e o estômago.

A Medicina destrói mitos evolutivos.

Vamos analisar este "melhor design" proposto pelos evolucionistas:
  • Ter dois tubos no pescoço haveria de requer mais espaço e mais consumo de energia para os manter.
  • Se tivéssemos uma infecção/sinusite, seria muito complicado respirar.
  • Congestão nas narinas seria quase fatal uma vez que não poderíamos respirar pela boca.
  • Se entrassem líquidos nos pulmões, eles teriam que sair pelo nariz. Com o sistema que Deus criou, basta subir até a traqueia, entrar no esófago, e descer até ao estômago.
  • Seria mais difícil fazer exercício físico com o sistema de dois tubos. Quando nós corremos, inalamos ar através da boca como forma de fornecer mais oxigénio ao corpo. Com o método evolutivo de dois tubos, as entradas nasais teriam que ser MAIORES para inalar mais oxigénio. Não só ficaríamos com umas narinas enormes, como haveria o risco de inala insectos. Que tal uma mosca a ter acesso directo aos pulmões?

    Com o sistema de Deus criou, a boca pode reter e expelir objectos - ou outras coisas que entrem na boca - na altura em que mais precisámos de oxigénio (práctica de exercício).

  • Nós usamos a boca para comunicar e essa comunicação precisa de expelir oxigénio. Com o modelo evolutivo de dois tubos, a comunicação teria que ser feita pelo nariz. Mas sem uma língua, provavelmente ficaríamos mais limitados em termos de sons e palavras. Portanto, o nariz teria que ter também uma língua para dar PELO MENOS o mesmo tipo de habilidade que nós temos hoje. (Façam um teste: abram a boca e NÃO mexam a língua enquanto tentam comunicar. Fantástico, certo? É isso que os evolucionistas chamam de "design superior")

Uma língua a sair pelo nosso nariz?!! "Excelente" design, sem dúvida.

Portanto este é o "melhor design" proposto pelos evolucionistas: a nossa traqueia continuaria até o nosso nariz, o que implicaria que o nosso pescoço tivesse que ser mais grosso; teríamos um nariz enorme e uma língua a sair dela e a nossa cara seria mais longa de modo a acomodar as estruturas adicionais. Sem dúvida, seríamos "lindos" à vista.

Conclusão:

Felizmente que nós não fomos criados por um evolucionista!

segunda-feira, fevereiro 14, 2011

Mimetismo: evidência para criação

Génesis 8:17
"Todo o animal que está contigo, de toda a carne, de ave, e de gado, e de todo o réptil que se roja sobre a terra, traze fora contigo; e povoem abundantemente a terra, e frutifiquem, e se multipliquem sobre a terra."


Os evolucionistas tem o péssimo hábito de usar a sua ignorância científica como evidência a favor da evolução. Vejam estes exemplos:

1. Evolucionista: “Eu Não Sei Qual É a Razão do Percurso do Nervo Laríngeo Portanto o Mesmo Evoluiu”

2. Deus para ateus: Estudem melhor o que EU criei antes de o qualificarem de “mau design”, ok?

Um número surpreendente de formas de vida imitam outras formas de vida, no entanto os evolucionistas rejeitam qualquer atitude de admiração perante tais eventos porque em muitos casos, o mimetismo é, segundo os evolucionistas, "imperfeito". O termo evolucionista para isso é mesmo "mimetismo deficiente". Só que à medida que a ciência vai avançado, os evolucionistas vão sendo obrigados a rever e contradizer as suas conclusões prévias. O mesmo se passa com o alegadamente mimetismo "deficiente".

Várias espécies de orquídeas são conhecidas por imitarem polinizadores de forma a atrair atenção. Uma orquídea chamada de orquídea de Ophreys procura atrair os machos de várias espécies de abelhas ao imitar o cheiro da fêmea da mesma espécie.

Só que quando os cientistas estudaram a composição exacta da composição feromônica usada pela orquídea, eles descobriram que ela não era exactamente igual ao cheiro usado pelas abelhas fêmeas locais. Devido a isto, estes cientistas qualificaram o evento de "mimetismo deficiente". No entanto, quando os pesquisadores expandiram a área de análise, eles fizeram uma descoberta surpreendente.

As orquídeas são capazes de alterar a composição feromônica dos odores que elas criam de forma a alterar de forma subtil a fragrância que elas produzem. De facto, as orquídeas mencionadas em cima haviam alterado a química do seu odor de modo a que este imitasse o cheiro de abelhas fêmeas que viviam a alguma distância delas. E porquê? Porque estudos demonstraram posteriormente que as abelhas macho preferem as fêmeas de outras localizações em vez das fêmeas locais.

Portanto aquilo que os evolucionistas haviam classificado de "deficiente" era na verdade um design calibrado de forma precisa para um determinado propósito. Mais uma vez se vê que a teoria da evolução é um embaraço para a ciência. Afirmar que algo evoluiu só porque não se sabe qual é a sua função é ridículo, mas se há alguém que sabe o que é acreditar no ridículo, esse alguém são os evolucionistas.

Conclusão:

Obviamente que a imitação é sempre o resultado de design inteligente, por isso é mais do que claro que o mimetismo é algo gerado por Alguém (Deus). A teoria da evolução, por sua vez, ao propôr que forças não inteligentes criaram sistemas com a capacidade de imitar outros sistemas é uma afronta à razão e à ciência.

O facto de haver plantas com a capacidade de imitar insectos é algo que une o sistema de vida e mostra que a origem dos insectos é a mesma que a origem das plantas. Quem criou as plantas criou os insectos. Isto suporta a teoria da Mensagem Biótica.

quinta-feira, julho 15, 2010

Aprendendo com Deus: Como Criar Sistemas de Locomoção Mais Eficientes

Certamente que as pessoas que seguem sites criacionistas já devem estar familiarizadas com este tipo de notícias, mas nunca é demais repeti-las principalmente porque ainda há uma vasta comunidade de ateus que acredita que as formas biológicas tem "mau design".
Engenheiros da Universidade de Oregon, nos Estados Unidos, fizeram um avanço fundamental em robótica, em um trabalho que poderá fazer com que os robôs humanoides possam andar e correr de forma mais parecida com o ser humano.
Mas para quê copiar o "mau design"?
Além disso, o aprimoramento da técnica de movimento resultante do trabalho permitirá que os robôs gastem menos energia para andar e correr.
Portanto, o "mau design" é mais eficiente do que alguma coisa que nós alguma vez construímos.
Dinâmica robótica

"Os pesquisadores vêm trabalhando há muito tempo na locomoção dos robôs baseando-se principalmente na experimentação e na intuição," explica Jonathan Hurst, coordenador da pesquisa.

"O que nós fizemos agora foi dar um passo atrás para analisar a dinâmica fundamental do sistema mecânico robótico, [para descobrir] qual comportamento é realmente possível para um dado sistema robótico. Esse é um avanço importante e nos dá fundamentos para dizer o que de fato irá funcionar antes de tentar construir o sistema," diz Hurst.

Pedras não voam

Já existem robôs capazes de andar e correr, mas eles tendem a ser rígidos demais para serem eficientes em qualquer terreno. O pior de tudo é que mesmo o mais básico modo de andar robótico consome energia demais.

Incrível portanto que a "mamã natureza" tenha conseguido fazer o que seres inteligentes não conseguiram.
Não é para menos: copiar o andar de um humano ou de um animal não é uma tarefa fácil.
Deve ser bastante fácil, uma vez que basta acrescentar milhões de anos, mutações aleatórias e a selecção natural!
Usando uma quantidade limitada de energia, os seres biológicos usam um conjunto impressionante de tendões e músculos para se adaptar rapidamente a qualquer terreno, alcançando um equilíbrio que não é nada menos do que fascinante para os olhos de qualquer roboticista.
Um criacionista não teria dito isto de melhor forma.
Nos robôs, a maior parte do problema é tratado pelo programa de computador que o controla, que lê o resultado dos sensores e aciona os motores correspondentes para compensar qualquer tendência ao desequilíbrio.
Isto pode significar também que o "programa de computador" que controla os nossos músculos também "lê o resultado dos sensores" e aciona os músculos correspondentes para compensar qualquer tendência ao desequilíbrio.

Pensem na última vez que vocês quase tropeçaram. Já o visualizaram? Visualizem a forma como o vosso corpo reagiu à perturbação rapidamente e usou os músculos certos, na altura certa, para voltarem a ganhar o equilíbrio. As reacções químicas e os cálculos matemáticos que se verificaram em fracções de segundos são vastamente superiores a qualquer computador que exista hoje em dia.

Se é preciso programação para criar robôs mecânicos que saibam controlar os seus motores, não será lógico inferir que os seres humanos (e todas as formas de vida que usem a locomoção) também tem dentro de si um programa para controlar os músculos? Se isto é assim, então Quem criou o programa que nós temos dentro do nosso corpo?

A resposta religiosa dos ateus geralmente é "ninguém", mas isso é tão ilógico como acreditar que o programa que controla a mecânica dos robôs surgiu por si só. Isto não é ciência. Programas informáticos não se escrevem a si mesmos, e como tal o nosso programa tem Uma Causa Inteligente, tal como o programa dos robôs tem causas inteligentes.

Cientistas esperam usar este conhecimento para melhorar a vida humana.

O texto continua:
Com seu novo aparato, mais baseado em um avestruz do que em um humano, o objetivo dos pesquisadores é juntar as duas coisas, explorando ao máximo a capacidade passiva, e usando motores ou controles ativos somente se for estritamente necessário.
Isto é verdadeira ciência. Os cientistas aprenderam com as formas de vida e agora esperam usar esse conhecimento para construir melhores sistemas de locomoção.

Conclusão:

Deixem-me contar as vezes que a teoria da evolução foi mencionada no artigo.........Ok. Já está. O mito ateu que se dá pelo nome de "teoria da evolução" não foi mencionado uma única vez em todo o artigo. Surpreendidos? Espero que não.

Já viram o ridículo que seria os cientistas debruçarem-se sobre o imaginado "ancestral comum" em vez de se dedicarem ao design por trás dos sistemas de locomoção? De que forma é que a fábula darwinista aumentaria o nosso conhecimento no que toca à construção de sistemas mais eficientes baseados na Biologia? Como é possível que ainda haja pessoas inteligentes que ainda acreditam que "nada da Biologia faz sentido sem ser à luz da evolução", quando aparentemente os cientistas trabalham alegremente, sem levar em conta a dita teoria?

Torna-se por demais aparente que a utilidade da teoria não é uma de operacionalidade científica mas sim a de necessidade ideológica. O propósito da teoria da evolução é o de tentar mostrar (sem sucesso) como as formas de vida poderiam-se gerar a elas mesmas através dos milhões de anos sem intervenção Divina.

Infelizmente para os ateus, a ciência recusa-se a conformar.

Haverá, porventura, entre as vaidades dos gentios, alguma que faça chover? ou podem os céus dar chuvas? não és Tu, somente, ó Senhor, nosso Deus? portanto, em Ti esperaremos, pois Tu fazes todas as coisas.

Jeremias 14:22

segunda-feira, maio 10, 2010

Deus para ateus: Estudem melhor o que EU criei antes de o qualificarem de "mau design", ok?

Há já algum tempo que os crentes darwinistas vem alegando que o sistema de visão humano é um exemplo de "mau design" porque está ligado em reverso: os fotos-receptores estão localizados por trás do mar de vasos sanguíneos e outros materiais.

Mas no ano de 2007 cientistas alemães descobriram que as células em forma de cone chamadas de "Células Müller" agem como guias de ondas (eng: waveguides") que transmitem a luz através confusão directamente para os foto-receptores. Alguns darwinistas responderam que isto foi apenas a forma que a selecção natural encontrou de fazer correcções. Isto não mudava o argumento de que o olho foi pobremente arquitectado, diziam eles

Para grande desespero dos ateus, mais factos vieram a ser descobertos acerca das células Müller. Pesquisadores da "Technion-Israel Institute of Technology", em Haifa, descobriram que essas células fazem muito mais do que apenas transportar a luz para os foto-receptores. Kate McAlpine reportou para a New Scientist que as células Müller proporcionam diversas vantagens. Elas agem como filtros de ruído, afinadoras e focalizadoras de côr.

Pelo menos dois tipos de luz entram nos olhos: luz informativa, que vem directamente através da pupila, e "ruído" que já foi reflectido múltiplas vezes dentro do olho. As simulações mostraram que as células Müller transmitem uma maior proporção das primeiras (...) enquanto que as últimas tendem a esvair. Isto sugere que as ditas células agem como filtros de luz, mantendo as imagens nítidas.

Os pesquisadores descobriram também que a luz que foi rejeitada por uma das células Müller era menos susceptível de ser aceite por uma vizinha uma vez que as células nervosas circundantes dispersam-na.

Para acrescentar a isto, as propriedades ópticas intrínsecas das células Müller aparentam terem sido afinadas para a luz visível, deixando escapar ondas de luz que estejam nos limites do espectro visível ou estejam fora do mesmo.

As células também parecem manter as cores em foco. Do mesmo modo que a luz se separa num prisma, as lentes dos nossos olhos separam as diferentes cores causando a que algumas frequências estejam fora do foco na retina. As simulações mostraram que o largo topo das células Müller permitem-lhes "recolher" qualquer cor separada e voltar a focá-las para dentro da mesma célula-cone. Isto garante que todas as cores duma imagem estejam em foco.

Estes achados foram feitos por Amichai Labin e Erez Ribak da Technion. Um dos autores do estudo de 2007, Kristian Franze da Universidade Cambridge, alegrou-se com o facto desta última experiência complementar o seu trabalho prévio. Ele disse:
Isto sugere que o emparelhamento de luz por parte das células Müller é crucial para a visão tal como nós a conhecemos.

O que é que os evolucionistas vão fazer com mais esta revelação científica? Afinal de contas, a repórter McAlpine mostrou que a retina invertida foi listada pela New Scientist em 2007 como um dos "maiores erros da evolução". A Kate começou por confessar que "Isto parece errado" mas depois teve que admitir que, de acordo com este estudo, "a estrutura estranha e "invertida" da retina dos vertebrados pode, na verdade, melhorar a visão".

Não sei se repararam, mas a Kate está a dizer que o que os evolucionistas classificavam de "erro" na verdade é algo que MELHORA a nossa visão. A teoria dizia uma coisa, mas a ciência mostra outra. Os evolucionistas usaram a sua falta de conhecimento científico como evidência a favor da sua religião. Vejam este artigo.

No entanto, e na boa tradição do que já se viu no passado, esta repórter não podia de maneira nenhuma deixar a teoria da evolução tão fragilizada aos olhos dos leitores. Ela tinha que fazer alguma coisa. Ela trouxe à baila o biólogo Ken Miller, "católico" e evolucionista e um grande adversário da teoria do Design Inteligente.

Sem pestanejar, o Dr Miller rapidamente acalmou as hostes ateístas ao dizer realmente o que este achado significa e o que ele não significa. Evolutivamente falando, claro.

No entanto, Ken Miller aconselha cuidado em não se assumir que a retina invertida nos ajuda a ver. Em vez disso, ele enfatiza o quanto a evolução teve que se acomodar ao design defeituoso. "A forma, orientação e estrutura das células Müller ajudam a retina a superar uma das principais desvantagens da ligação invertida" afirmou Miller.
Mas se isto é uma desvantagem, porque é que Ribak e os seus colegas pensam que os seres humanos deveriam imitar um design defeituoso? McAlpine terminou dizendo:
O novo entendimento do papel das células Müller pode encontrar aplicabilidade em transplantes de olhos bem sucedidos e melhor design de câmaras.

Não muito católico!

O ideólogo Ken Miller mostrou que os factos e os dados não são relevantes no que toca a defender o tio Darwin. Grande "católico" ele nos saiu! Será que ele lê Bíblia?
O ouvido que ouve, e o olho que vê, o Senhor os fez a ambos
Provérbios 20:12
Como é que ele se pode chamar de católico quando ele nem acredita no que a Bíblia diz? Ele prefere falar mal de Deus, e colocar defeito na Sua criação, do que ofender o seu verdadeiro deus e o seu profeta, a teoria da evolução e Charles Darwin respectivamente.

O olho do vertebrado é uma maravilha da engenharia. A sua performance é boa e nós nem estamos minimamente perto de imitar todas as suas especificações simultâneas (estereoscopia, "fotografar" imagens em movimento, miniatura, alta definição, auto-reparadora, auto-higiénica, alto alcance dinâmico, focalização rápida, processador de imagem, durabilidade, e muito mais).

De que forma é que o falso católico Miller quer que Deus melhore este design? Será que Deus deve ouvir as opiniões falíveis de humanos no que toca a construção de melhores sistemas de visão? Que audácia!

Ciência refuta ateísmo:

Há razões para o olho estar construído de forma que está. Os foto-receptores largam partes de si e requerem muita energia; eles precisam de estar perto dos vasos sanguíneos por trás do olho. Agora ficamos a saber que não só eles tem que estar lá por razões de nutrição mas também porque isso oferece vantagens ópticas. A noção de que o nosso sistema de visão está mal construído não só está cientificamente errado, como revela uma grande arrogância da nossa parte. Deus reservou para os evolucionistas vários versos da Bíblia:
Porque do céu se manifesta a ira de Deus sobre toda a impiedade e injustiça dos homens, que detêm a verdade em injustiça. Porquanto, o que de Deus se pode conhecer, neles se manifesta, porque Deus lho manifestou. Porque as Suas coisas invisíveis, desde a criação do mundo, tanto o Seu Eterno Poder, como a Sua Divindade, se entendem, e claramente se vêem, pelas coisas que estão criadas, para que eles fiquem inexcusáveis; Porquanto, tendo conhecido a Deus, não O glorificaram como Deus, nem Lhe deram graças, antes em seus discursos se desvaneceram, e o seu coração insensato se obscureceu. Dizendo-se sábios, tornaram-se loucos, E mudaram a glória do Deus incorruptível, em semelhança da imagem de homem corruptível, e de aves, e de quadrúpedes, e de répteis. Pelo que, também, Deus os entregou às concupiscências dos seus corações, à imundícia, para desonrarem seus corpos entre si; Pois mudaram a verdade de Deus em mentira, e honraram e serviram mais a criatura do que o Criador, que é bendito eternamente. Ámen.

terça-feira, março 03, 2009

Resposta ao Argumentativo Leandro - Parte 5

O argumentativo Leandro aproveitou o espírito do carnaval, e mascarou a sua resposta de conteúdo .

«Não é contradição nenhuma,»

Ou é uma observação, ou é um postulado.Eu podia citar o dicionário para demonstrar que defender ambos é um disparate, mas tenho de ser capaz de usar os meus próprios argumentos :)

Tal como já disse, a inferência científica para o design é uma consequência das características e propriedades dos sistemas biológicos. Se não fossem as implicações teístas, toda a gente haveria de considerar a vida como resultado de design inteligente. Mas para algumas pessoas, o ateísmo fala mais alto que a ciência.
«Os estudos que já foram feitos, os cientistas que já foram enumerados, e tudo o mais, não te serve de evidência para a posição que afirma que é possível conhecer-se a teoria e rejeitá-la?»

Sem dúvida que serve! Mas a tua questão inicial - e, consequentemente, a minha resposta - era relativamente ao "fracasso darwinista" sobre as massas. O haver cientistas criacionistas não responde à tua própria questão. Já o estudo que eu proponho poderia ajudar a responder.

E o facto de haver biólogos não-criacionistas mostra que é possível conhecer a teoria e rejeitá-la?
«Totalmente falso, tal como mostrei com o exemplo do "Panda's Thumb".»

Mas tu já leste o livro? Certamente que não: deve ultrapassar o teu limite de páginas :) e, se tivesses lido, terias notado que o mesmo se trata de divulgação científica e que o argumento de mau-design só surge como contra-argumento ao "bom design" por parte do criacionismo. E se tivesses notado isso não estavas outra vez a insistir no mesmo assunto.

Mas tal como já disse, mesmo que nós usêmos o argumento do bom design, o argumento do mau design não o refuta, tal como um carro avariado não refuta a certeza de que os carros têm um construtor. Agora se perguntas o motivo para um carro estar avariado, então já estás a saltar para fora da mecânica, do mesmo modo que ao perguntares sobre o motivo do "mau design", tu já não estás dentro do domínio da ciência.
«Seguindo, o argumento "mau design" é tão ilógico, que os que o usam nem se apercebem que o "mau design" continua a ser design.»

Isso, parece-me, é uma incompreensão do argumento por tua parte. Quando um criacionista me chama a atenção para coisas formidáveis na natureza, inferindo dali que, certamente, terá existido um designer, eu terei de chamá-lo à atenção para todas as coisas não-tão-formidáveis que lá existem e que nos obrigam a levantar outras hipóteses.

E tal como já te disse, o facto de haver "mau design" não invalida o bom design, do mesmo modo que um carro avariado não invalida que os carros tenham um construtor. Não parece que estejas a assimilar (ou aceitar) isto.
Mas mesmo os criacionistas notaram que a hipótese de um designer divino tinha falhas e, munidos de um bom espírito científico, desataram a trabalhar em hipóteses que explicassem as observações.

A única falha que nós notamos foi na moral evolucionista em não aceitar a sua parte na presença de mau design no mundo.
Eis o que tu dizes a seguir:

«os cristãos podem defendê-lo teologicamente. O mau design (muitas vezes nem é mau design, mas sim ignorância evolucionista) é o resultado do pecado do homem (...) consequência do pecado (...) O mau design é consequência do pecado (...) etc.»

Mas o bom espírito científico acaba aqui.

Mas o "bom espírito científico" (seja lá o que isso fôr) tinha acabado quando tu pergutaste sobre a causa do mau design. Se tu fazes alusão a causas que vão para além das nossas observações, eu posso responder a isso mostrando como a Bíblia explica a presença do teu dito "mau design".
Ora, tanto quanto sei o argumento do pecado ainda não é científico.

O argumento do "mau design" também não é "científico".
E não é porquê? Porque não tens um meio de distinguir essa hipótese de outra qualquer - como, por exemplo, a hipótese de Satanás ter espirrado sobre o Eden e daí ter nascido todo o "mau-design".

Uma explicação tem como finalidade esclarecer sobre eventos passados, prevêr eventos futuros, e justificar a minha capacidade em explicar o passado e prevêr o futuro. A explicação Bíblica sobre a origem das deformações genéticas explica o passado, prevê o futuro, e justifica a minha capacidade em poder fazer tais coisas. Portanto, embora não seja aquilo que tu consideres "científico", as evidências confirmam-na. Agora a tua "explicação" sobre o espirro de satanás não explica o passado, não prevê o futuro, e muito menos justifica a minha capacidade em poder fazer previsões e a minha capacidade em poder fazer explicações. Ou seja, como argumento teológico, a tua explicação não explica nada.
«Não, regredir não é evolução, obviamente!»

Tens toda a razão. Utilizei a palavra errada. Regressão implica voltar a estados anteriores. O que eu queria dizer: mudar progressivamente de um estado a outro estado, mesmo que o estado posterior seja de "pior qualidade" também é evolução.

Não, não é. Se pensas assim, então a evolução não é ciência. Uma teoria dentro da Biologia que acomoda dois cenários mutuamente exclusivos não é uma teoria científica.
«Não tinham defeito inical. Tudo o que Deus criou era perfeito (Génesis 1:29-31). Depois do pecado do homem, Deus levantou alguma da força protetora que Ele tinha sobre o universo, e coisas más começaram a acontecer.»

Então o Homem tinha o defeito inicial de poder pecar. É isso?

Sim, se consideras o livre arbítrio como um "defeito".
«Repito, o mau design não serve de evidência contra a Criação»

Quando os argumentos são teológicos e não científicos, quando levantas hipóteses que não podem ser testadas, nada serve de evidência.

Mas não fui eu quem começou com argumentos teológicos, mas tu. Tu é que fizeste primeiramente alusão ao suposto "mau design". Já te esqueceste?
Estás safo: como não é falsificável, nunca vai ser refutada. Que bom! Podes ficar com a tua certeza indefinidamente, já viste! Eu adoro pessoas com certezas :')

Isso vindo de uma pessoa que afirma que qualquer que seja o evento que se verifique no mundo animal, ele estará sempre de acordo com a teoria da evolução. Faço minhas as tuas palavras:

Estás safo: como não é falsificável, nunca vai ser refutada. Que bom! Podes ficar com a tua certeza indefinidamente, já viste! Eu adoro pessoas com certezas :')

«Como tal, a moral absoluta, embora possa ser seguida por uma minoria, existe.»

A moral absoluta é seguida por algumas pessoas: é a moral baseada numa semântica universal, tal qual descrita por Umberto Eco. Eu sigo-a, por exemplo.

Quem disse que a moral que tu e o Umberto Eco seguem se aplica a todos os seres humanos?

sexta-feira, fevereiro 08, 2008

O Sistema de Visão dos Vertebrados

Eis aqui 2 artigos *, * (infelizmente, em inglês) sobre o sistema de visão.

Essencialmente o que os artigos dizem, especialmente o primeiro, é que o sistema de visão dos vertebrados é (mais) uma maravilha da tecnologia biológica, contrariamente ao que alguns evolucionistas dizem.

Segundo, quando os evolucionistas usam o "mau design" como argumento, o que eles estão a fazer é a usar um argumento anti-teológico. A sua lógica funciona da seguinte forma:

  1. Se Deus existe, então toda a natureza teria design excelente, e tudo funcionaria perfeitamente.
  2. Há sistemas biológicos que nascem com defeito (pessoas que nascem com problemas físicos, etc)
  3. Portanto, Deus não existe, e toda a biologia é resultado da evolução

Além do facto de este argumento não ser um argumento a favor da evolução, mas sim um argumento contra Deus, isto deixa a porta aberta a uma explicação teológica. Se o darwnista, por sua vez, disser que a nossa resposta é "religiosa" e não científica, convém ressalvar que o seu argumento do "mau design" é também um argumento religioso (neste caso, anti-teísta). Como tal nós podemos dar uma resposta "religiosa".

No entanto, existe uma razão para algumas formas biológicas nascerem com defeito: Pecado (Genesis 3).

Quando o Adão se revoltou contra Deus, e resolveu seguir a sua vida consoante os seus próprios desejos, Deus amaldiçou toda a natureza. Desde então a morte, a doença, e o mal em geral entraram na criação de Deus (Romanos 5, Romanos 8).

Portanto quando nós vemos bébés que nascem com deformações, não devemos perguntar "Porque é que Deus criou este bébé assim?", mas sim "Infelizmente, devido ao meu pecado em Adão, alguns bébés nascem assim".

Mas graças a Deus que a história não termina aí (Revelação 21:4). O Mesmo Deus que criou originalmente todo o universo e todos os animais, um dia voltará a recriá-lo (Isaías 65:17).

Nesse dia todas as coisas voltarão a ser como eram antes do pecado de Adão (Isaías 11). O que nós vemos agora é temporário, mas os novos céus e a nova Terra que Deus vai fazer serão eternos. Assim seja!

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