segunda-feira, junho 13, 2011
terça-feira, março 01, 2011
O marxismo cultural mata
Esta é a história trágica de um menino que, depois de ter perdido o pénis numa circuncisão mal realizada, cresceu como rapariga para que um médico pudesse provar a sua teoria: a de que a socialização é mais importante que a biologia.
O menino nasceu como Bruce, tornou-se Brenda aos 17 meses, escolheu ser David aos nove anos. Suicidou-se aos 38.
O drama de um menino canadiano criado como rapariga após perder o pénis num acidente durante uma cirurgia nos anos 1960 é o tema do documentário que a estação britânica BBC irá transmitir esta semana.
Os irmãos gémeos Bruce e Brian Reimer nasceram perfeitos, mas aos sete meses a dificuldade que ambos mostravam em urinar fez com que os seus pais os levassem ao hospital. Sob orientação médica, foi decidido que os meninos deveriam ser circuncidados, o que aconteceria no próprio dia. Mas na manhã seguinte, os pais receberam um telefonema devastador: tinha havido um acidente durante a cirurgia de Bruce.
Os médicos usaram uma agulha cauterizadora em vez de um bisturi, o equipamento eléctrico apresentou problemas e a elevação súbita da corrente elétrica queimou completamente o pénis do menino. Os pais cancelaram imediatamente a operação do irmão gémeo Brian e levaram as duas crianças para casa.
Alguns meses depois, e sem soluções para o problema, o casal Reimer conheceu um médico que haveria de mudar a vida desta família para sempre. John Money era um psicólogo especializado na mudança de sexo. Acreditava que não era a biologia que determina se somos homens ou mulheres, mas a maneira como somos criados.
"Estávamos a ver televisão", recorda Janet, a mãe. "O doutor Money estava lá, muito carismático, parecia muito inteligente e muito confiante no que dizia." Janet escreveu-lhe uma carta a dar conta do caso do seu filho e poucas semanas depois levaria Bruce ao seu consultório em Baltimore, nos Estados Unidos.
Para o psicólogo, o caso representava uma experiência ideal. Ali estava uma criança que ele acreditava que poderia ser criada como sendo do sexo oposto e que, ainda por cima, trazia um bónus: um irmão gémeo, que facilitaria a comparação directa. Se funcionasse, a experiência daria uma evidência irrefutável de que a criação pode sobrepor-se à biologia. E Money acreditava genuinamente que Bruce seria mais feliz como mulher do que como homem sem pénis.
Foi assim que, aos 17 meses, Bruce transformou-se em Brenda. Quatro meses depois, a 3 de Julho de 1967, foi dado o primeiro passo cirúrgico para a mudança de sexo: a castração.
Voltar a ser rapaz aos nove anos
Concluído o processo, o psicólogo avisou que se os pais quisessem garantir o sucesso da mudança de sexo, nunca deveriam contar a Brenda ou ao seu irmão gémeo que ele havia nascido como menino.
Desde então, aquele casal passou a ter uma filha e todos os anos visitava o Dr. Money para que este acompanhasse o desenvolvimento dos gémeos, o que haveria de ficar conhecido como o "caso John/Joan". A identidade de Brenda foi mantida em segredo.
"A mãe afirmou que a sua filha Brenda é muito mais arrumada do que o irmão Brian e que, ao contrário dele, não gosta de ficar suja", registou Money numa das primeiras consultas.Apesar disso, o médico também observou: "A menina tem muitos traços masculinos, uma energia física abundante, um alto nível de actividade, teimosia e é frequentemente a figura dominante no seu grupo de meninas."
Em 1975, tinham as crianças nove anos quando Money publicou um artigo sobre este caso. A experiência, assegurava, foi um sucesso. "Ninguém sabe que aquela criança é a mesma cujo acidente durante a circuncisão foi alvo de noticiários", escreveu.
"O comportamento dela é tão normal como o de uma rapariga activa e, por comparação, tão completamente diferente do comportamento do irmão gémeo, que não há margem para qualquer outro tipo de conjecturas", escreveu.
Impulsos suicidas aos 13 anos
Em plena puberdade, quando Brenda atingiu os 13 anos, começou a sentir impulsos suicidas. "Eu via que a Brenda não era feliz como menina", lembra ainda a mãe. "Era muito rebelde, muito masculina e eu não conseguia convencê-la a fazer nada do que era normal as meninas fazerem. Brenda quase não tinha amigos enquanto crescia. Todos a ridicularizavam, chamavam-lhe mulher das cavernas. Era uma muito solitária."
Confrontados com a tristeza de Brenda, os pais tomaram nova decisão: parar com as consultas de Money e fazer o que o médico havia pedido para não fazerem: contar a verdade. Que Brenda tinha afinal nascido como menino.
Semanas depois, a menina escolheu voltar a ser rapaz e transformou-se em David. Fez uma cirurgia de reconstrução do pénis e até casou. Não podia ser pai, mas adorou ser padastro dos três filhos da sua mulher.
Parecia ter ficado tudo bem. Mas o que David não sabia, era que o seu caso tinha sido imortalizado como "John/Joan" em artigos médicos e académicos a respeito de mudança de sexo e que o "sucesso" da teoria de Money estava a afectar outros pacientes com problemas semelhantes ao seu.
"Ele não tinha como saber que o seu caso tinha ido parar a uma ampla série de livros de teoria médica e psicológica e que servia de base para o processo de tratar hermafroditas e pessoas que tinham perdido o pénis", afirmou John Colapinto, jornalista do The New York Times, que descobriu a história de David. "Ele mal conseguia acreditar que o seu caso estava a ser divulgado como caso bem-sucedido e que estava afectar outras pessoas como ele."
Depressão aos 30 anos
Quando fez 30 anos, David mergulhou numa depressão. Perdeu o emprego e divorciou-se. Na Primavera de 2002, o seu irmão Brian morreu com uma overdose de drogas. Dois anos depois, a 4 de Maio de 2004, tinha David 38 anos, os pais, Janet e Ron Reimer, voltaram a receber uma notícia devastadora: à entrada de casa, a polícia informou-os de que o seu filho tinha cometido suicídio.
"Eles pediram que nos sentássemos, disseram que tinham más notícias. David estava morto. Eu apenas chorei", conta Janet.
Casos na sequência de um acidente como o "John/Joan" são muito raros. Mas ainda não há certezas, teorias inabaláveis sobre sobre como criar uma criança, como menino ou menina, se ela sofrer do que actualmente é conhecido como Distúrbio do Desenvolvimento Sexual.
"Agora temos equipas multidisciplinares, que funcionam bem, em todo o país. A decisão será tomada por uma ampla série de profissionais", explicou Polly Carmichael, do Hospital Great Ormond Street, de Londres.
"Os pais ficarão muito mais envolvidos em termos do processo da tomada de decisão", acrescentou. Carmichael afirma que, de acordo com a sua experiência, essas decisões têm sido mais bem-sucedidas para ajudar as crianças a levar uma vida feliz quando crescerem.
"Fico constantemente surpreendida como, devidamente apoiadas, essas crianças são capazes de enfrentar e lidar com o problema", disse.
sábado, fevereiro 26, 2011
Mulheres têm cérebro mais activo do que os homens
Um estudo canadiano revela que os homens, quando comparados com as mulheres, apresentam uma predisposição maior para viver sem pensar. A descoberta ocorreu acidentalmente durante uma pesquisa sobre esquizofrenia.
Investigação descobriu diferenças entre os sexos Enquanto o cérebro das mulheres consegue atender inúmeras solicitações ao mesmo tempo, o cérebro dos homens entra mais frequentemente em repouso, revela o estudo liderado por Adrianna Mendrek, investigadora canadiana do departamento de Psiquiatria da Universidade de Montreal.
Na verdade, os homens são mais dados a viver do que a pensar, menciona o trabalho dos investigadores que chegaram à conclusão que os cérebro masculino entra com maior facilidade em repouso durante uma pesquisa sobre esquizofrenia.
"Na realidade, os cérebros estão sempre activos. É uma questão de intensidade, mas podemos dizer que o cérebro dos homens repousa mais do que o das mulheres", explicou Adrianna Mendrek, em declarações ao jornal francês "Le Figaro".
Segundo a investigadora, existe uma explicação neurológica para esta característica que dota os homens com a capacidade "de não pensar em nada". A actividade neural do cérebro é maior em pessoas do sexo feminino, por isso o cérebro dos homens entra em repouso com mais facilidade.
A descoberta surgiu por mero acaso, já que a área de estudos de Adrianna Mendrek é a esquizofrenia - um transtorno mental que difere entre os sexos em termos de idade de início, sintomatologia, resposta à medicação e anormalidades estruturais do cérebro. Nesse contexto, analisou diversos sujeitos de ambos os sexos afectados por esta doença e comparou a sua actividade cerebral.
"Nós fomos os primeiros a relatar as diferenças sexuais no funcionamento do cérebro de esquizofrénicos", assevera Adrianna Mendrek.
O estudo envolveu 42 pessoas sem a doença, com idades compreendidas entre os 25 e 45 anos, que foram submetidas a uma tarefa de rotação mental, a partir de uma figura a três dimensões, com a finalidade de medir a actividade cerebral através de ressonância magnética. Essa medida de actividade neural foi registada quando os sujeitos, de ambos os sexos, repousavam.
Foi na sequência deste estudo que a equipa de Mendrek verificou que as mulheres se encontravam em auto-avaliação sobre aquilo que tinham acabado de fazer e a pensar naquilo que iriam realizar posteriormente. Os homens, por sua vez, apenas descansavam completamente.
Contudo, a investigadora assume que, ainda, não se encontra em posição de referir qual é a parte da pressão social ou quais as hormonas biológicas que diferenciam os dois sexos.
A equipa está, ainda, a medir os níveis de estrogénio e testosterona. Resta saber quais as medidas de actividade cerebral que devem ser exactamente observadas, a fim de possibilitar uma ligação entre os papéis das hormonas e da pressão social nas mulheres relativamente aos homens.
quarta-feira, fevereiro 23, 2011
Secretário-geral da ONU: Por Favor, Respeitem os Comportamentos Sexuais Auto-Destrutivos!
Patrick B. CraineNOVA IORQUE, EUA, 14 de dezembro de 2010 (C-FAM/Notícias Pró-Família) — Falando no aniversário de 62 anos em que a ONU adotou a Declaração Universal dos Direitos Humanos (DUDH) na sexta-feira, Ban Ki-moon, secretário-geral da ONU, pediu o fim das leis que criminalizam a homossexualidade e exigiu maior respeito por “direitos” homossexuais e transgêneros.“Hoje, muitas nações têm modernas constituições que garantem direitos e liberdades essenciais. Mas a homossexualidade é considerada crime em mais de 70 países”, disse o dirigente da ONU. “Isso não está certo”.A DUDH, disse ele, “não é chamada de a declaração ‘parcial’ de direitos humanos. Não é a declaração ‘às vezes’ de direitos humanos. É a declaração universal, garantindo a todos os seres humanos seus direitos humanos básicos — sem exceção’”.A declaração do secretário-geral da ONU foi atacada por Austin Ruse, presidente do Instituto Católico de Família e Direitos Humanos (C-FAM), que disse para LifeSiteNews que Moon está “atribuindo à Declaração Universal dos Direitos Humanos o sentido de defesa à agenda gay”. A DUDH, disse ele, abrange homossexuais tanto quanto qualquer outra pessoa, mas “não inclui a agenda homossexual”.“Há um bloco sólido de pelo menos 60 países na Assembleia Geral da ONU que não permitirá que isso ocorra”, acrescentou ele.Moon falou num grande evento organizado na sede da ONU por ativistas homossexuais.Susan Rice, embaixadora dos EUA na ONU, expressou revolta com uma recente votação numa comissão da Assembleia Geral que excluiu menções à “orientação sexual” de uma medida condenando assassinatos extrajudiciais de pessoas vulneráveis no mundo inteiro.Rice prometeu que os Estados Unidos patrocinarão uma emenda à resolução. “Vamos permanecer firmes nesse princípio básico”, disse ela.Eles tiveram o apoio do arcebispo Desmond Tutu, que falou por teleconferência. O prelado anglicano comparou as iniciativas homossexuais à luta contra o apartheid na África do Sul.Contudo, Ruse disse que os negros americanos veriam a comparação de Tutu como “profundamente repulsiva porque há uma vasta diferença entre algo que é inato como raça e algo que é causado por fatores psicológicos ou trauma”.A comparação entre raça e “orientação sexual”, disse ele, é “profundamente repulsiva” para aproximadamente metade, ou até mais, da Assembleia Geral da ONU.Embora ele tenha reconhecido que a oposição ao homossexualismo tenha ido longe demais em certas partes do mundo, Ruse apontou para o fato de que os homossexuais na América do Norte e Europa estão “entre as pessoas mais ricas, realizadas e elogiadas de nossa sociedade”.“Dizer que eles se comparam às pessoas que sofreram sob o apartheid é ridículo”, disse ele.“O que isso realmente significa é que a agenda homossexual não só é uma moda, mas também se tornou normal na sociedade”, continuou ele. “O que estão tratando não é simplesmente acabar com e pena de morte e a criminalização da homossexualidade… Querem colocar a agenda homossexual em pé de igualdade, e ate mesmo acima, da liberdade religiosa”.Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.comVeja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/news/un-head-calls-for-more- respect-for-gay-transgender- rights Copyright © LifeSiteNews.com. Este texto está sob a licença de Creative Commons Attribution-No Derivatives. Você pode republicar este artigo ou partes dele sem solicitar permissão, contanto que o conteúdo não seja alterado e seja claramente atribuído a “Notícias Pró-Família”. Qualquer site que publique textos completos ou grandes partes de artigos de Notícias Pró-Família ou LifeSiteNews.com em português tem a obrigação adicional de incluir um link ativo para “NoticiasProFamilia.blogspot.com ”. O link não é exigido para citações. A republicação de artigos de Notícias Pró-Família ou LifeSiteNews.com que são originários de outras fontes está sujeita às condições dessas fontes.
sexta-feira, fevereiro 18, 2011
LifeSiteNews está sob ameaça de fechar por causa de processo de 500 mil dólares
segunda-feira, fevereiro 14, 2011
"Casamento" culturalmente marxista
quinta-feira, fevereiro 10, 2011
Índios Americanos Lutam Contra "Benfeitores" Ambientalistas
Felizmente, alguns índios nativos estão a dar luta:
A Tribo Hopi tem uma mensagem dirigida ao Sierra Club e aos outros grupos ambientalistas: Ponham-se a andar daqui para fora!
Esta é a resposta do concílio Tribal dos Hopi para aquilo que têm sido ataques contínuos e concertados oriundos de grupos ambientalistas locais e nacionais "determinados em avançar com os seus interesses e a sua agenda em detrimento da Tribo Hopi e dos seus legítimos interesses".
O concílio quer que o Sierra Club e outros grupos ambientalistas - bem como as organizações afiliadas a estes grupos localizados dentro das reservas índias - saibam que eles já não são bem vindos na Reserva Hopi, declarando-os persona non grata.
Através duma resolução aprovada com a margem de 12 a favor e ninguém contra (12-0) o concílio declarou que os ambientalistas lesaram a tribo de "mercado para os seus recursos de carvão" e ganhos provenientes do mesmo carvão, necessários para sustentar os serviços governamentais, fornecer empregos para os membros da tribo e proteger a cultura e a tradição da tribo Hopi.
Em 2005 grupos ambientalistas tiveram um papel significativo no encerramento do Mohave Generating Station, que o concílio Hopi afirma "ter lesado a Tribo Hopi em muitos milhões de dólares de rendimentos operacionais anuais", de acordo com a resolução. As perdas monetárias anuais encontram-se entre os $6.5 e os $8.5 milhões.
O concílio sente que a viabilidade económica da Navajo Generating Station - o único cliente consumidor do carvão da tribo Hopi restante - está também a ser ameaçada, e que as acções dos ambientalistas podem conduzir a um "total colapso económico da tribo."
O Sierra Club respondeu aludindo ao fictício aquecimento global, aos mitológicos empregos ecológicos (eng: "green jobs") e às alegadamente ameaçadas "fontes sagradas".
Pena é que o ambientalismo santimonial não possa ser usado para pagar a renda e colocar comida em cima da mesa - a não ser que se faça parte da elite esquerdista como o Al Gore.
domingo, janeiro 23, 2011
Os mandamentos gramscianos
- Corrompa a juventude e dê-lhe liberdade sexual;
- Infiltre e depois controle todos os veículos de comunicação de massa;
- Divida a população em grupos antagônicos, incitando-os a discussões sobre assuntos sociais;
- Destrua a confiança do povo em seus líderes;
- Fale sempre sobre Democracia e em Estado de Direito, mas, tão logo haja oportunidade, assuma o Poder sem nenhum escrúpulo;
- Colabore para o esbanjamento do dinheiro público; coloque em descrédito a imagem do País, especialmente no exterior e provoque o pânico e o desassossego na população por meio da inflação;
- Promova greves, mesmo ilegais, nas indústrias vitais do País;
- Promova distúrbios e contribua para que as autoridades constituídas não as coíbam;
- Contribua para a derrocada dos valores morais, da honestidade e da crença nas promessas dos governantes. Nossos parlamentares infiltrados nos partidos democráticos devem acusar os não-comunistas, obrigando-os, sem pena de expô-los ao ridículo, a votar somente no que for de interesse da causa socialista;
- Procure catalogar todos aqueles que possuam armas de fogo, para que elas sejam confiscadas no momento oportuno, tornando impossível qualquer resistência à causa.
sábado, janeiro 22, 2011
Terapeuta cristã "força" homossexual a abandonar homossexualidade
O jornalista homossexual mentiu outra vez e concordou. Devido a isso, a mulher agora tem que responder junto da Associação Britânica de Aconselhamento e Psicoterapia. O seu crime? Ser cristã, e querer trabalhar dentro dessa metodologia com pessoas que LIVREMENTE assim o desejem.
Terapeuta cristã enfrenta perda de licença depois de operação secreta de jornalista homossexualA mulher cristã foi clara e honesta desde o princípio, coisa que não se pode dizer do activista homossexual.(Notícias Pró-Família) — Em mais um exemplo do crescente conflito entre profissionais cristãos e o movimento homossexual na Inglaterra, uma psicoterapeuta cristã que ajuda indivíduos a vencerem inclinações homossexuais poderá ser “removida” ou proibida de exercer sua profissão.Lesley Pilkington foi alvo de uma operação secreta de Patrick Strudwick, um jornalista disfarçado que a procurou para pedir ajuda com relação à sua sexualidade. Ele havia dito para Pilkington que queria deixar o estilo de vida homossexual e ela o informou que só trabalhava dentro de uma metodologia de aconselhamento cristão.
Lesley Pilkington [mártir cristã]
Strudwick, que foi a duas sessões de aconselhamento de Pilkington e publicou um texto escrito a partir das gravações das sessões no jornal The Independent, foi premiado como jornalista do ano pela organização homossexual Stonewall pela operação secreta.Prémio por mentir?
Depois das sessões, ele fez uma denúncia na Associação Britânica de Aconselhamento e Psicoterapia alegando que Pilkington não havia respeitado a “natureza inalterável” de sua homossexualidade.Resumindo: ele foi atrás dela segundo a sua livre vontade, e ele pediu ajuda para mudar a sua "natureza inalterável" da sua homossexualidade. Como ela concordou em ajudá-lo em algo que ele afirmou que queria fazer, então ela é culpada por querer ajudá-lo em algo que ele afirmou querer fazer.
Faz sentido? Claro que não, e nem era suposto.
Pilkington, que está marcada para aparecer diante de uma comissão de conduta profissional em 20 de janeiro e enfrenta a perda de seu credenciamento na Associação Britânica de Aconselhamento e Psicoterapia, disse:Ou seja, ela revelou-lhe desde logo com que música seria feita a dança, e ele concordou.“Ele me disse que estava procurando um tratamento por ser gay. Ele disse que estava deprimido e infeliz e pediu-me que eu lhe desse alguma terapia. Eu lhe disse que só trabalho usando uma metodologia bíblica cristã e ele disse que isso era exatamente o que ele queria”.
Comentando acerca do caso, o parlamentar conservador Roger Helmer disse:Ora, seu homofóbico, você não sabe que, de alguma forma, isso afecta a "natureza inalterável" da homossexualidade? Você não sabe que, segundo os iluminados que nos dizem que Deus não existe, não há nada de fundamentalmente errado em inserir partes do corpo masculino no orifício anal de outro homem? Você não entende que a homossexualidade é o único comportamento que deve ser sempre protegido de crítica e censura, apesar dos efeitos nefastos do mesmo?“Por que um cirurgião tem total permissão de realizar uma operação de mudança de sexo, mas uma psiquiatra não tem permissão de ‘mudar’ um homossexual que deu consentimento?”
Mas, ó homofóbico, não se pode mudar o comportamento sexual. Nunca. Jamais. Never! Esqueça o que as evidências mostram.“Se, por algum motivo — quer moral, religioso ou pessoal —, um homem homossexual quer ter ajuda para curar isso, ele deveria ter a permissão para buscar tratamento. Não estou de forma alguma criticando a homossexualidade, mas se há pessoas que querem mudar, por que é que elas deveriam ser impedidas?”continuou Helmer.
O Centro Legal Cristão, que está lidando com a defesa de Pilkington, disse:Exacto. A homossexualidade é demasiado preciosa para os marxistas culturais uma vez que serve dois propósitos importantes: destruir a família e (com isso) destruir o Cristianismo. Por mais que ex-homossexuais venham a público dizer que deixaram esse comportamento, os marxistas culturais não vão aceitar os dados da ciência.“Aqueles que oferecem aconselhamento para homens e mulheres que querem mudar sua conduta homossexual estão cada vez mais se tornando alvos dos grupos homossexuais de pressão política, muitos dos quais não aceitam que as pessoas possam mudar sua conduta”.
Por isso é que muitas vezes me pergunto sobre a sabedoria de se apresentarem evidências científicas aos militantes humanistas. Não vai fazer efeito nenhum, portanto para quê fazê-lo?
Depois, claro, vem a resposta.
As evidências não são para mudar o coração de quem não quer acreditar mas sim para fortalecer o coração de quem já está no caminho certo. Por isso, vale sempre a pena lutar pela verdade.
Andrea Minichiello Williams, diretor do Centro Legal Cristão, disse:Nem mais.“Lesley é uma maravilhosa conselheira cristã que tem por muitos anos exercido sua profissão sem nenhum antecedente negativo. É chocante que ela tenha se tornado alvo de uma operação secreta, de mentiras e tenha sido descrita de forma deturpada por esse ativista homossexual e ainda pior que sua organização profissional esteja considerando suas ações dignas de investigação.Parece que a objeção da Associação Britânica de Aconselhamento e Psicoterapia é que Lesley Pilkington tenha a perspectiva profissional e pessoal de que a homossexualidade não é uma orientação fixa.
Estamos do lado da Lesley e cremos que numa sociedade civilizada, a terapia deveria permanecer livremente disponível para aqueles que desejam mudar sua conduta homossexual, sem o medo de intimidação e ameaças dos grupos homossexuais de pressão política”.
Vêr também:
sexta-feira, janeiro 21, 2011
Aborcionista preso por matar recém-nascidos em "clínica"
Coisas como esta são as consequências naturais da desvalorização da vida. Quando quem decide o valor do ser humano são outros seres humanos (e não Deus), coisas como os campos da morte erigidos pela Nacional Socialista alemã, os gulags dos socialistas soviéticos ou o assassinato de bebés (como reportado na notícia em baixo) são o desenvolvimento natural.
Mas como criticar este tipo de comportamento se, segundo os militantes ateus, não há Ponto de Referência Absoluto para a moral? Se Deus não existe, como qualificar o que este "médico" fez de "errado", se quem decide o que é o "errado" e o "certo" é cada indivíduo?
Talvez seja errado para alguns mas não para o tal "médico".
Sem Deus, o ser humano fica totalmente à mercê de tiranos: o pecado, o ser humano e os demónios.
sábado, janeiro 01, 2011
Suécia: o exemplo “perfeito”
Um polêmico projeto de lei, que proíbe os pais de disciplinar os filhos, foi aprovado por uma comissão da Câmara dos Deputados em Brasília. Segundo a autora socialista do projeto, uma surra ou palmada corretiva numa criança teimosa, desobediente e rebelde equivale à violência, e ela quer que o governo aja com força contra os pais disciplinadores. Para ela, a disciplina física é uma das causas da violência na sociedade, levando as crianças a um comportamento agressivo.
Se a disciplina conduz à violência, então a proibição à disciplina produzirá uma sociedade totalmente pacífica e feliz, onde tudo é resolvido na base do diálogo. Para provar essa teoria, a deputada socialista precisaria de um bom exemplo. E ela conseguiu!
Para defender o projeto antidisciplina durante os debates na Câmara dos Deputados, veio ao Brasil o sr. Peter Tamm. Ele viajou da Suécia para o Brasil especialmente para garantir a vitória do projeto socialista.[1]
Por influência da ONU, a Suécia foi o primeiro país do mundo a proibir os pais de aplicar castigos físicos nos filhos, em 1979. Os defensores suecos dos “direitos” das crianças alegavam que com tal lei a sociedade seria livre de violência, principalmente nos lares. A lei então se fortaleceu tanto que hoje a simples atitude de um pai ou mãe mandar o filho para o quarto ou levantar a voz para os filhos pode ser motivo de denúncia criminal. Qualquer filho pode denunciar os pais, na escola ou outro lugar. Uma simples discussão com um filho pode fazer com que os pais acabem tendo de enfrentar as autoridades! Na Suécia, não são os filhos que são disciplinados. São os pais. O sr. Peter Tamm relatou à comissão da Câmara dos Deputados a experiência da Suécia em leis contra a disciplina e aconselhou os deputados a aprovar semelhantes leis no Brasil. O Brasil, segundo ele, precisava imitar as maravilhas do paraíso sueco. Os deputados precisavam aprovar o projeto da deputada do PT. À primeira vista, pareceria estranho que uma deputada socialista precisasse da ajuda do modelo de uma nação européia na aprovação de uma lei no Brasil. Ela poderia ter utilizado o exemplo de uma nação declaradamente socialista. Mas ela preferiu a Suécia, um país com aparência capitalista, mas que na verdade é o país que possui a forma mais moderna e perigosa de socialismo “democrático”. As aparências enganam. Enganam mesmo. Quem olha para o Brasil do exterior, só vê praias, Carnaval, samba e futebol. Parece um paraíso. Quem ouviu o sueco na comissão da Câmara dos Deputados, também achou que a Suécia é um paraíso! Com tal exemplo sueco, os deputados não hesitaram em aprovar o projeto socialista. Se a própria aparência do Brasil no exterior não é o que se vê, então qual é a realidade da Suécia? Como é o paraíso sueco?
- A Suécia tem um dos mais elevados índices de aborto da Europa.[2]
- A Suécia tem um dos mais elevados índices de gravidez entre adolescentes.[3]
- O índice de casamentos suecos é um dos mais baixos do mundo, e o número de divórcios vem aumentando.[4]
- Na Suécia, pouquíssimas famílias querem filhos. O índice de natalidade sueco é um dos mais baixos do mundo.[5]
- A Suécia está entre os países em que há mais crimes violentos no mundo.[6]
- O uso de drogas é abundante e o número de overdoses fatais dobrou nos dez anos passados.[7]
- Os roubos são tantos que os cidadãos pararam de fazer boletim de ocorrência, pois a polícia sueca está sobrecarregada e não consegue investigar tudo.[8] Só entre 1950 e 2000, o índice de roubos aumentou 3.604 por cento.[9]
- Os ataques aos transportes monetários são tão freqüentes que as empresas transportadoras estão ameaçando parar.[10]
- A Suécia tem hoje um dos mais elevados índices de estupro do mundo.[11] Entre 1950 e 2000, o índice de estupros na Suécia cresceu 356 por cento. No mesmo período, todos os crimes aumentaram 424 por cento.[12] Está também aumentando o número de estupros cometidos por muçulmanos.[13]
Esse é o paraíso sueco.
Por que as autoridades suecas não tomam medidas duras contra os estupradores muçulmanos em seu país? Porque tais medidas poderiam atrair a retaliação dos países muçulmanos onde empresas suecas têm grandes negócios. Assim, proteger os interesses financeiros das grandes empresas suecas é mais importante do que aplicar a justiça contra a onda covarde de estupros muçulmanos contra moças suecas. Embora os imigrantes muçulmanos na Suécia estejam recebendo farta tolerância, os evangélicos suecos estão sofrendo repressão. Em Um dia depois da condenação do Pr. Green, a polícia apareceu de surpresa na casa do evangélico Em contraste, um juiz do Supremo Tribunal da Suécia esteve envolvido num episódio escandaloso: Ele foi pego tentando pagar para ter sexo com um rapaz.[ A lei sueca é dura e inflexível contra os pais que tentam disciplinar os filhos, mas é tolerante com adultos que buscam sexo homossexual com rapazes. As autoridades suecas assim ignoram os crimes de violação dos direitos humanos das jovens suecas cometidos por muçulmanos e toleram tentativas de abuso homossexual contra menores, mas não ignoram, de modo algum, uma pregação evangélica contra o pecado homossexual, nem toleram que um pai ou uma mãe discipline seus filhos. Preciso fazer uma pergunta aos deputados federais. A maioria deles, na comissão da Câmara dos Deputados que debateu a proibição da disciplina, aceitou a apresentação bela e maravilhosa que o cidadão sueco fez de seu país nessa questão. Pergunto:
Vocês querem que o Brasil vire uma Suécia, onde as autoridades ignoram os crimes reais, mas tratam como crime a disciplina física e a pregação de um pastor contra o pecado homossexual?
É esse tipo de “paraíso” que vocês querem para o Brasil?
Outros artigos de Julio Severo sobre a questão da disciplina:
O abuso estatal contra a ordem familiar
Quando um pai não disciplina o próprio filho
Artigos sobre perseguição contra os cristãos suecos:
Aconteceu em 2002: Suécia Adota Medidas para Tornar Crime a Oposição ao Homossexualismo
Aconteceu em 2004: Pastor Sueco é Condenado à Prisão por Pregar sobre o Homossexualismo
Aconteceu em 2005: Pastor Sueco Vence Processo que o Condenava por Crime de Preconceito Homossexual
Pastor Sueco É Inocentado da Acusação de Discurso de Ódio contra os Homossexuais
Fonte: www.juliosevero.com.br
Notas:
[1] http://www.camara.gov.br/
[2] http://www.cwfa.org/
[3] http://www.cwfa.org/
[4] http://www.family.org/cforum/
[5] http://www.frc.org/get.cfm?i=
[6] http://www.wnd.com/news/
[7] http://www.afa.net/clp/
[8] http://www.afa.net/clp/
[9] http://www.wnd.com/news/
[10] http://www.afa.net/clp/
[11] http://www.afa.net/clp/
[12] http://www.wnd.com/news/
[13] http://www.jihadwatch.org/
[15] http://www.prayforsweden.com/
[16] http://juliosevero.blogspot.
quinta-feira, dezembro 23, 2010
Material didático contra homofobia mostra adolescente que virou travesti
O sistema de ensino não é excepção. Aliás, para manter o fluir de novas gerações de soldados para a causa marxista cultural, os líderes deste movimento usam os sistemas de ensino para tal fim. O resultado disso são histórias como as reportadas nas linhas de baixo.
Ele ainda nem foi lançado oficialmente. Mas um conjunto de material didático destinado a combater a homofobia nas escolas públicas promete longa polêmica. Um convênio firmado entre o Ministério da Educação (MEC), com recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), e a ONG Comunicação em Sexualidade (Ecos) produziu kit de material educativo composto de vídeos, boletins e cartilhas com abordagem do universo de adolescentes homossexuais que será distribuída para 6 mil escolas da rede pública em todo o país do programa Mais Educação.
Parte do que se pretende apresentar nas escolas foi exibida ontem em audiência na Comissão de Legislação Participativa, na Câmara. No vídeo intitulado Encontrando Bianca, um adolescente de aproximadamente 15 anos se apresenta como José Ricardo, nome dado pelo pai, que era fã de futebol. O garoto do filme, no entanto, aparece caracterizado como uma menina, como um exemplo de um travesti jovem. Em seu relato, o garoto conta que gosta de ser chamado de Bianca, pois é nome de sua atriz preferida e reclama que os professores insistem em chamá-lo de José Ricardo na hora da chamada.O jovem travesti do filme aponta um dilema no momento de escolher o banheiro feminino em vez do masculino e simula flerte com um colega do sexo masculino ao dizer que superou o bullying causado pelo comportamento homofóbico na escola. Na versão feminina da peça audiovisual, o material educativo anti-homofobia mostra duas meninas namorando.O secretário de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade do MEC, André Lázaro, afirma que o ministério teve dificuldades para decidir sobre manter ou tirar o beijo gay do filme. “Nós ficamos três meses discutindo um beijo lésbico na boca, até onde entrava a língua. Acabamos cortando o beijo”, afirmou o secretário durante a audiência.
O material produzido ainda não foi replicado pelo MEC. A licitação para produzir kit para as 6 mil escolas pode ocorrer ainda este ano, mas a previsão de as peças serem distribuídas em 2010 foi interrompida pelo calor do debate presidencial. A proposta, considerada inovadora, de levar às escolas públicas um recorte do universo homossexual jovem para iniciar dentro da rede de ensino debate sobre a homofobia esbarrou no discurso conservador dos dois principais candidatos à Presidência.
O secretário do MEC reconheceu a dificuldade de convencer as escolas a discutirem o tema e afirmou que o material é apenas complementar. “A gente já conseguiu impedir a discriminação em material didático, não conseguimos ainda que o material tivesse informações sobre o assunto. Tem um grau de tensão. Seria ilusório dizer que o MEC vai aceitar tudo. Não adianta produzir um material que é avançado para nós e a escola guardar.”Apesar de a abordagem sobre o adolescente homossexual estar longe de ser consenso, o combate à homofobia é uma bandeira que o ministério e as secretarias estaduais de educação tentam encampar. Pesquisa realizada pelas ONGs Reprolatina e Pathfinder percorreram escolas de 11 capitais brasileiras para identificar o comportamento de alunos, professores e gestores em relação a jovens homossexuais. Escolas de Manaus, de Porto Velho, de Goiânia, de Cuiabá, do Rio, de São Paulo, de Natal, de Curitiba, de Porto Alegre, de Belo Horizonte e de Recife receberam os pesquisadores que fizeram 1.406 entrevistas.O estudo mostrou quadro de tristeza, depressão, baixo rendimento escolar, evasão e suicídio entre os alunos gays, da 6ª à 9ª séries, vítimas de preconceito. “A pesquisa indica que, em diferente níveis, a homofobia é uma realidade entendida como normal. A menina negra é apontada como a representação mais vulnerável, mas nenhuma menina negra apanha do pai porque é pobre e negra”, compara Carlos Laudari, diretor da Pathfinder do Brasil.
Nota: Realmente é lamentável qualquer tipo de preconceito e perseguição a alguém, especialmente jovens ou adolescentes categorizados como gays. É inadmissível este tipo de intolerância, assim como qualquer outro tipo de intolerância, incluindo a religiosa ou social. O problema em um material deste tipo é, na minha opinião, o uso que será feito.Há algum tipo de capacitação efetiva e permanente realizada com professores de escolas públicas no sentido de lhes explicar como utilizar este tipo de material com a finalidade não de estimular homossexualidade ou promiscuidade, mas de impedir a intolerância?
Se não há, um material deste tipo não tem validadealguma. A probabilidade de ser mal utilizado é grande. Outro ponto é o conteúdo. Se realmente o material contém cenas de homossexualidade escancarada, como a reportagem afirma, eu me pergunto qual o objetivo disso.
Se o material deve servir para combater preconceito, por que tem de chegar a um nível de detalhamento tão grande assim? É promoção de um conceito ou realmente apoio contra a intolerância sexual e prevenção ao bullying escolar?
Cabe às autoridades competentes responder a isso e refletir sobre o assunto antes de distribuir o material.
terça-feira, dezembro 14, 2010
Sinisterismo - A religião secular da mentira
"The behavior of power-intensive regimes such as Nazism and Stalism is best explained by a shared hostility toward Christianity and Judaism."
URL - http://www.intellectualconservative.com/2006/02/23/bruce-walker%E2%80%99s-sinisterism-secular-religion-of-the-lie/
domingo, dezembro 12, 2010
Aquecimento Global Antropogénico = Socialismo
Depois de uma sessão nocturna que incluiu uma disputa entre a Ministra dos Negócios Estrangeiros mexicana Patricia Espinosa e o embaixador da Bolívia Pablo Solon, os membros da "U.N. Framework Convention on Climate Change" (UNFCC) concordaram em:Semelhantemente, as nações mais pobres serão recompensadas por respirarem apenas o oxigénio, por incutirem os seus cidadãos para tomarem banho todos os dias, e claro está, por falarem apenas e só com a boca.
- criar o “Green Climate Fund” que irá transferir dinheiro dos países ricos para os países pobres
- criar centros de pesquisa que irão suavizar a transferência de tecnologia ecológica
- criar um sistema onde as nações em desenvolvimento serão compensadas por não destruírem as suas florestas.
Uma coisa que deveria ser perguntada é: de que forma é que as medidas listadas em cima irão reduzir o AGA?



