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sábado, julho 07, 2012

Fotossíntese usa física quântica


A vida animal e a vida humana dependem directamente ou indirectamente das plantas. Estas, por sua vez, dependem de máquinas biológicas precisas que capturam e convertem a luz em energia que as células possam usar.

Pesquisadores da "Argonne National Laboratory" (Illinois) têm vindo a usar espectroscopia ultra-rápida para descobrir a forma como estes sistemas operam. A sua última observação em torno da recentemente descoberta complexidade da fotossíntese deixou-os perplexos. Aparentemente a maquinaria biológica em volta da fotossíntese é tecnologicamente tão sofisticada que ela tira vantagem da natureza quântica da luz.

Inicialmente os pesquisadores arrefeceram a bactéria fotossintética de modo a que a interacção entre o fotão e o electrão - na proteína que recolhe a luz - ocorresse mais devagar de modo a ser investigada mais detalhadamente.

Eles incidiram um comprimento de luz sobre moléculas de pigmentos específicas dentro do complexo bioquímico das proteínas que capturam a luz. Cada complexo contém múltiplos pigmentos ordenados de forma precisa. Segundo reportado pela "Argonne Labs",

Os cientistas de Argonne viram algo que ninguém havia alguma vez observado: um único fotão parecia agitar cromóforos [pigmentos] distintos simultaneamente.

(Sagoff, J. Scientists uncover a photosynthetic puzzle. Argonne National Laboratory)

Isto está de acordo com observações peculiares da "coerência quântica" da luz onde uma única partícula super-rápida aparece em dois lugares distintos ao mesmo tempo (DeYoung, D. 1998. Creation and Quantum Mechanics. Acts & Facts. 27 (11)). A bioquímica bacteriana explora esta propriedade da luz quando a captura. Mas como?

Os pesquisadores escreveram no "Proceedings of the National Academy of Sciences" que capturar a luz na sua coerência quântica era "provavelmente devido ao acoplamento electrónico entre o cofactor [pigmento]," e as proteínas precisamente posicionadas especificam o acoplamento (Huang, L. et al. 2012. Cofactor-specific photochemical function resolved by ultrafast spectroscopy in photosynthetic reaction center crystals. Proceedings of the National Academy of Sciences).

Tal como aquelas algas que vivem em zonas com pouca luminosidade (Thomas, B. Algae Molecule Masters Quantum Mechanics), os complexos que capturam a luz estão organizados de forma a explorar a propriedade quântica da luz de modo a maximizar a transferência de energia através de grandes distâncias. Isto aumenta de modo significativo a sua eficiência na captura da luz (Lee, H., Y-C Cheng, and G. Fleming. Coherence Dynamics in Photosynthesis: Protein Protection of Excitonic Coherence. Science. 316 (5830): 1462-1465 e Strumpfer, J. et al. 2012. How Quantum Coherence Assists Photosynthetic Light-Harvesting. Journal of Physical Chemistry Letters. 3 (4): 536-542.).

Ou seja, a bactéria encontra-se equipada com maquinaria que só poderia ter sido construída por Alguém - ou por outra maquinaria que, por sua vez, só poderia ter sido feita por Alguém - que possuía um conhecimento aprofundado da natureza quântica da luz (As àves usam também a mecânica quântica para navegar. Ver: Sherwin, F. Bird Brains and Quantum Mechanics).

Isto surpreendeu o co-autor Gary Wiederrecht que perguntou:

Como é que Mãe Natureza criou este solução elegante?

(Sagoff, J. Scientists uncover a photosynthetic puzzle. Argonne National Laboratory.)

Claro que "ela" não criou nada uma vez que se assim tivesse acontecido, ele nunca pensaria nesta pergunta.

Semelhantemente, o bioquímico de Argonne e autor sénior David Tiede disse:

Isto leva-nos a ponderar se elas estão ali por acidente, ou se nos estão a dizer algo subtil e único sobre estes materiais.

(Sagoff, J. Scientists uncover a photosynthetic puzzle. Argonne National Laboratory)

A "mãe natureza" e a sua mão mágica de acidentes aleatórios nunca poderiam ter gerado esta tecnologia avançada uma vez que ela não só está muito para além da tecnologia humana actual, como se encontra para além da compreensão humana actual em torno da operacionalidade da coerência quântica. Se seres inteligentes não conseguem nem imaginar como é que estas máquinas funcionam - muito menos construir uma igual - é ridículo dizer que as forças não-inteligentes da natureza tenham essa capacidade.

Se a maquinaria fotossintética das bactérias descarta a "mãe natureza" como agente criador, então a sua origem só pode ser explicada da mesma forma que outras maquinarias o são: como efeito de inteligência. Neste caso, como estamos a falar da natureza biológicaem si, então Quem fez a natureza existe para além do mundo natural.

Fonte

* * * * * * *

Através deste tipo de evidências científicas podemos ver a natureza religiosa da teoria da evolução. Os evolucionistas, note-se, são as pessoas que investem largas somas de dinheiro para - parafraseando Carl Sagan - procurar "sinais de inteligência" pelo universo afora ao mesmo tempo que rejeitam de todo o complexo e surpreendente equipamento informático que se encontra dentro deles - e dentro das bactérias.

Por isso é que nós, Cristãos, temos que tomar ciência duma coisa muito importante: sempre que falamos com um ateu evolucionista, estamos a falar com um devoto religioso fundamentalista que rejeita as evidências como forma de manter o seu sistema de crenças intacto. Não é que ele seja menos inteligente que os Cristãos; não é. O que se passa é que ele propositadamente se recusa a usar a sua inteligência devido as ramificações anti-ateístas dos dados da ciência.

É em relação a estas pessoas que o Espírito Santo diz em 2 Pedro 3:5:

Eles voluntariamente ignoram isto.
Não é que os mecanismos da ciência os force a chegar a essa conclusão; é a sua filosofia de vida que os força a fechar o seu entendimento de modo a que não vejam a verdade estampada bem à sua frente. Eles são aqueles que "dizendo-se sábios, tornaram-se loucos" (Romanos 1:22).


segunda-feira, abril 16, 2012

O computador dos morcegos

Quase todos nós estamos familiarizados com a forma como o som proveniente de (por exemplo) comboios se modifica à medida de se aproxima e posteriormente se afasta de nós.

A variação na frequência é causada pela alteração do movimento do comboio tendo como referência a posição do ouvinte. Primeiro o comboio dirige-se ao ouvinte, mas depois passa por ele e começa a afastar-se. Esta variação no tom chama-se "Efeito Doppler" ou "Variação Doppler".

Aplique-mos agora o mesmo princípio para o sistema de ecolocalização dos morcegos.

Os morcegos são mais sensíveis a certas frequências à medida que escutam o eco do grito breve e curto por eles emitido. Se tu és um morcego, tu escutas o eco proveniente de objectos fixos, como as árvores, mas também de insectos que estão em vias de se tornarem a tua próxima refeição.

Devido à diferença de movimento entre estes objectos - tendo como ponto de referência o teu vôo - o retorno que o efeito Doppler causa ao grito por ti emitido varia de uns para os outros. Essa variação pode colocar o eco de retorno fora do intervalo de alcance a que tu és mais sensível.

Os cientistas descobriram que o morcego resolve este problema calculando a modificação esperada na frequência devido ao efeito Doppler, e posteriormente, alterando o grito de modo a que o eco de retorno esteja na frequência necessária.

Quantos de nós poderia fazer o mesmo sem um computador ou outro tipo de equipamento sofisticado? Pois, o morcego já nasceu com um "computador" dentro de si.

Fonte: "Bats alter frequency of squeaks to aid hunt for prey." The San Diego Union, Mon., Oct. 23, 1989. p. D 1. Para mais informação em relação aos morcegos e à sua ecolocalização, ver http://science.howstuffworks.com/environmental/life/zoology/mammals/bat2.htm

* * * * * * * * *

Segundo os crentes evolucionistas, o morcego e o aparato biológico que ele usa para voar e caçar para sobreviver são o resultado de forças aleatórias que não o tinham em vista nem em mente. Ou seja, segundo os evolucionistas, o morcego é o resultado de forças naturais - e não o resultado de design inteligente.

Se alguém disser a um evolucionista que o computador que ele usa todos os dias é o resultado de forças não inteligentes, ele correctamente dirá que é impossível que forças não inteligentes gerem a informação em código lá presente.

No entanto, este mesmo evolucionista acredita que o morcego e o seu sistema de ecolocalização - bem mais complexos que o melhor dos computadores existentes no mundo - são o resultado das forças naturais a operar nas formas de vida durante os ridículos "milhões de anos".

Segundo o credo evolucionista, aquilo que seres inteligentes não conseguem fazer - ou têm dificuldade em fazer - as forças da natureza conseguem fazer por si só.

Isto, sim, é fé e devoção religiosa.

É desnecessário repetir isto, mas a maquinaria interna dos morcegos ajusta-se na perfeição com a tese que defende uma Causa Inteligente por trás do design existente no mundo. Forças não inteligentes não possuem a capacidade de gerar informação em código. Como a vida é composta por informação em código, é cientificamente valido rejeitar a teoria da evolução e subscrever a teoria do design inteligente.

Digno és, Senhor, de receber glória, e honra, e poder;
porque Tu criaste todas as coisas,
e por Tua vontade são e foram criadas.

Apocalipse 4:11


segunda-feira, fevereiro 13, 2012

Comunicação entre pirilampos contradiz religião evolucionista

João 8:12
"Falou-lhes, pois, Jesus, outra vez, dizendo: Eu sou a luz do mundo; quem Me segue não andará em trevas, mas terá a luz da vida."

A sequência de luzes que os pirilampos produzem são na verdade um sistema de comunicação e linguagem bastante complexo. Cada uma das mais de 200 espécies de pirilampos possui a sua linguagem particular e distinta.

Cada espécie usa combinações distintas de cor, intensidade e intervalos entre os "flashes" (sinais luminosos).

À medida que o macho voa através da comunidade de pirilampos, ele automaticamente emite um série de sinais de luzes. "Falando" com os flashes de luz, ele busca a resposta apropriada por parte de fêmeas que estejam prontas a acasalar.

Como dito em cima, cada espécie de pirilampo possui a sua linguagem de luz distinta, o que ajuda os machos a identificar os membros da sua comunidade. As fêmeas que não estão prontas a acasalar, ou que já tenham acasalado, comunicam-no através dos flashes de luz aos machos voadores.

Existem evidências de que pelo menos uma espécie de pirilampo consegue entender a linguagem de outra espécie de pirilampo. As fêmeas desta espécie atraem machos de outra espécie para baixo usando a linguagem do macho e fingindo serem fêmeas prontas a acasalar. Quando o macho se aproxima para o acasalamento, a fêmea captura-o e come-o.

Tu podes também "falar" a língua dos pirilampos; para tal basta teres uma lanterna e ajustá-la de modo a que apenas um pequeno feixe de luz seja visível. Depois disso, observa com atenção os padrões de luz que as fêmeas estão a emitir e tentar imitar.

Se fizeres isto da forma certa, os pirilampos macho aproximar-se-ão para investigar a tua lanterna.

. . . . . . . .

Linguagem, codificação, emissores, receptores e imitação são entidades que refutam de todo a tese de que a biosfera possui causas não inteligentes. Forças não-inteligentes não possuem a capacidade de gerar sistemas que dependam de informação em código.

Como nós observamos na natureza sistemas cuja subsistência depende do código que possuem dentro de si (ADN) e do código que usam para propagar a espécie, é cientificamente seguro rejeitar a teoria da evolução como explicação válida para a origem destes sistemas.

A inteligência embutida na criação é uma das impressões digitais do Criador Infinitamente Inteligente. Tal inteligência natural nunca poderia ser o resultado de acidentes genéticos filtrados pela não-inteligente selecção natural.


quinta-feira, fevereiro 09, 2012

Estrutura interna do fígado contradiz mitos evolutivos

Salmo 139:13
"Pois possuíste os meus rins; entreteceste-me no ventre de minha mãe"

O fígado dum adulto médio tem essencialmente o tamanho duma pequena bola de futebol americano. Pesando cerca de 1,360 Kgs, é o maior órgão interno do corpo humano.

Ajustado de modo elegante entre costelas, o fígado não só executa mais de 500 funções distintas, como desempenha um papel de ligação fundamental e vital entre o coração, os pulmões e o sistema digestivo.

(Nada mau para algo que, segundo os evolucionistas, é o resultado de milhões de mutações aleatórias através dos mitológicos "milhões de anos".)

Dentro do fígado existe uma série espantosa de veias microscópicas onde cada gota de sangue é processada. Lá, as condições do sangue são constantemente monitorizadas de modo a garantir que a sua química esteja de acordo com os parâmetros necessários e restritos. Químicos inúteis são transformados em químicos úteis.

Paralelamente, o fígado produz proteínas, corrige factores em torno da coagulação do sangue, controla o balanceamento hormonal e neutraliza os venenos. Se substâncias são necessárias para combater uma infecção, o fígado encarrega-se de as produzir e adicioná-las à corrente sanguínea.

O fígado não só armazena vitaminas e minerais, como prepara-se a ele mesmo para fornecer ao corpo a energia necessária quando requisitada. Como se não fosse suficiente, o fígado produz a bílis, essencial para a digestão.

. . . . . .

Como é que os evolucionistas explicam a origem aleatória dum sistema integrado que leva a cabo mais de 500 funções - cada uma tão ou mais importante que a outra? Nem vamos levar em conta o facto de haver funções que são executadas em simultâneo.

Qual das funções do fígado evoluiu primeiro? Como é que a forma de vida em questão sobreviveu enquanto esperava que as outras funções evoluíam ? Há algum tipo de registo fóssil que demonstre essa tal "evolução"?

Apontar a existência actual de fígados com complexidades distintas não ajuda a teoria da evolução uma vez que, antes de apontar as variações na complexidade, os evolucionistas primeiro têm que estabelecer uma linhagem evolutiva.

É contra-producente apontar fígados com complexidades distintas, e alinhá-los em ordem de complexidade, sem primeiro demonstrar que o animal a quem pertence tal fígado está no sítio "certo" dentro da mitológica escala evolutiva.

Como seria de esperar, a operacionalidade do fígado tem levado muitos evolucionistas a abandonar a noção de que o mesmo é o resultado de milhões de anos de acidentes genéticos filtrados pela selecção natural.

Estruturas como o fígado são demasiado complexas e especificadas para serem o efeito da forças naturais sem propósito e sem capacidade de raciocínio. Como diz a Bíblia, é por demais óbvio que Deus merece a Glória por ter criado um sistema integrado como o fígado.


segunda-feira, dezembro 26, 2011

A engenharia procura cada vez mais ideias na natureza

O fato do nadador Michael Phelps ou os aviões são dois exemplos de como a engenharia vai buscar inspiração à natureza para produzir objectos de utilidade ao Homem, como mostra o “Engenharia num minuto”, uma rubrica feita pela Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto.

O vídeo pode ser visto aqui. “Nem sempre a engenharia se inspirou na natureza, mas quando o fez os avanços foram revolucionários”, disse ao PÚBLICO o investigador Mário Barbosa, da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto, especialista em medicina regenerativa, com utilização de biomateriais e nanotecnologias.

Para o investigador, a tradição de estudar a natureza para encontrar novas ideias de engenharia ainda é pequena, mas há uma tendência crescente. “É um movimento imparável”, disse Barbosa, acrescentando que os alunos de bioengenharia são hoje treinados para olhar os “sinais inscritos nos sistemas vivos e descodificá-los, de modo a poderem desenvolver novos produtos”.

Um dos exemplo mais típicos do chamado biomimetismo – produzir objectos de engenharia que imitam processos biológicos – é o velcro, que se inspirou na forma das patas do Gecko, um lagarto capaz de andar nas superfícies lisas. “A parte inferior das patas é constituída por milhões de pequenos pêlos que se ligam às superfícies usando forças bastante fracas. Porém, como os pontos de contacto são muitíssimos, o animal consegue andar em todas as superfícies”, explicou o cientista.

Uma das áreas mais importantes que se está a desenvolver e tem impacto na qualidade de vida das pessoas é a regeneração dos tecidos e órgãos. “No nosso instituto estão a ser produzidos biomateriais destinados à regeneração de tecidos humanos, que se inspiram em materiais em animais marinhos, como o ouriço-do-mar e o camarão, e em componentes dos próprios tecidos humanos”, disse o cientista.

Fonte

. . . . .

Sem surpresa alguma, a teoria da evolução foi copiosamente deixada de fora do texto presente no jornal "O Público". Mas, dados os termos que foram usados no mesmo, seria complicado defender a tese de que estes sistemas são o resultado de processos naturais aleatórios - sem guia, sem planeamento, sem capacidade de prever o futuro.

Avanços científicos baseados no genuíno design que a vida tem são evidência muito forte contra o ateísmo, e evidência bastante forte em favor da Criação. Se os militantes evolucionistas defendem que não, então eles têm que enumerar as forças naturais que são capazes de gerar sistemas cuja subsistência dependa de informação em código.


domingo, setembro 25, 2011

Modelo evolutivo insuficiente para explicar origem do sistema de visão

O olho do vertebrado está muito bem construído. As suas muitas partes críticas trabalham em união de modo a que os fotões de luz individuais sejam capturados e convertidos em dados que o cérebro possa, então, traduzir para imagem visual.

Considerando o óbvio génio do design da visão, alegar que um processo natural não-inteligente formou o olho é algo que só pode ser defendido ignorando as leis da lógica.

Recentemente, um neuro-cientista australiano com o nome de Trevor Lamb escreveu um artigo na Scientific American com o título de "A Evolução do Olho". No artigo, ele incluiu uma narrativa dita de forma como se ele tivesse observado a imaginada evolução do glóbulo ocular.

No entanto, e como é normal quando se trata da teoria da evolução, as coisas começam a ficar mais complicadas quando se trata de fornecer evidências científicas. Trevor Lamb não foi diferente; em vez de disponibilizar algum tipo de suporte científico para as suas alegações, ele preencheu a sua apresentação com falácias lógicas.

Primeiro, Lamb conferiu inteligência Divina a uma força inanimada à qual deu o nome de "pressão selectiva".

À medida que o corpo crescia, aumentaram também as pressões evolutivas que favoreceram a evolução dum tipo distinto de olho; a variedade câmara [vertebrado].
No entanto, só um agente inteligente - e não os passivos e não-inteligentes factores ambientais - poderiam moldar a maciça colecção de componentes interdependentes que formam o olho dos vertebrados.

Lamb escreveu também que "a selecção natural . . . molda o material disponível" quando na realidade só personalidades é que podem moldar algo de forma intencional (Lamb, T. D. 2011. Evolution of the Eye. Scientific American. 305 (1): 64-69).

O artigo tornou a evolução do olho em algo fácil de imaginar ao excluir os complicados detalhes arquitectónicos da anatomia do sistema de visão.

Como é que a "selecção" poderia, de forma gradual (passo a passo), posicionar 12 músculos que habilmente movem o olho no seu soquete, incluindo o músculo que usa uma polia para causar a adequada rotação dos olhos? (Gurney, P. 2002. Our eye movements and their control: part 1. Journal of Creation (formerly TJ). 16 (3): 111-115)

E mesmo que olhos perfeitamente formados, bem como os músculos adjacentes, tivessem de alguma forma evoluído, o aparato continuaria a ser inútil sem as computações involuntárias que fazem com que o olho direito e o esquerdo se movam em sintonia.

Para além de ignorar todas estas características, Lamb não deu explicação alguma sobre a forma como as "pressões selectivas" poderiam ter programada o cérebro para converter o input de luz bruta em imagens mentais discerníveis.

Lamb escreveu:

Os biólogos levaram a cabo avanços significativos no que toca a identificação das origens do olho [do vertebrado] ao estudarem as etapas embrionárias da sua formação.
Ele sugeriu que o desenvolvimento embrionário do olho move-se do simples para o complicado num padrão semelhante à evolução do globo ocular.

Mas isto é uma explicação ridícula uma vez que os olhos embrionários forçosamente têm que começar o seu desenvolvimento num estado pequeno e, desde logo, mais simples. Assumir - sem evidências - que o desenvolvimento embrionário é um espelho dum passado evolutivo apenas levanta a questão em torno das suas supostas origens evolutivas.

Enquanto relatava a história evolutiva dos olhos, Lamb usou palavras como moldadores, divergiu, proliferaram, surgiram, favoreceu, inseriram-se a elas mesmo, invenção, modificou, emergência e evoluiu - ignorando o facto de ninguém alguma vez ter observado "pressões selectivas" sem-inteligência e não direccionadas a fazer ou a causar qualquer dessas coisas.

Estas palavras mágicas não só servem de máscara para a falta de explicações evolutivas para a origem dos olhos, como emitem a convicção de que se os evolucionistas acreditarem firmemente, as suas explicações irão um dia ser verdade - embora actualmente tais modelos evolutivos estejam em oposição aos dados observacionais (Guliuzza, R. 2010. Unmasking Evolution's Magic Words. Acts & Facts. 39 (3): 10-11. ).

Conclusão:

Palavras místicas e falácias lógicas são substitutos miseráveis da ciência e da razão, mas elas são as melhores ferramentas explicativas disponíveis àqueles que estão determinados em encontrar uma explicação puramente naturalista para a origem dos olhos.

Segundo as evidências, a Fonte mais lógica para o aparato informático presente nos olhos dos vertebrados é Um Designer Inteligente.

O modelo evolutivo, como seria de esperar, é inútil para o avanço da ciência.

Cientista evolucionista usando o modelo evolutivo.

quarta-feira, setembro 14, 2011

Morcegos usam mapas internos na sua navegação

"Naquele dia, o homem lançará às toupeiras e aos morcegos os seus ídolos de prata, e os seus ídolos de ouro, que fizeram para ante eles se prostrarem." - Isaías 2:20

Há muitos anos que o sistema de ecolocalização dos morcegos fascina os observadores. Durante o curso da história temos aprendido que, graças às suas capacidades radar, os morcegos não só conseguem detectar presas em pleno vôo (tais como insectos), mas podem-se também manobrar através das cavernas e entre as árvores facilmente.

Mas como é que os morcegos navegam grandes distâncias? Esta pergunta atormentou os pesquisadores durante anos e graças a pequenas experiências em laboratórios, eles começam a suspeitar que os morcegos têm algo parecido a um mapa interno. Mas como é que testámos isso na natureza?

De Sião vem a resposta.

Um grupo de pesquisadores Israelitas determinou-se em localizar e acompanhar os morcegos na natureza. Eles desenvolveram um mini sistema GPS que conseguiram colocar nos morcegos da fruta do Egipto. Os engenhos GPS transmitiram a localização dos morcegos aos pesquisadores.

Eles descobriram que os morcegos voltavam para a mesma árvore da fruta todas as noites, chegando mesmo a passar ao lado de outras árvores de fruta similares durante o seu percurso. Eles aprenderam também que os morcegos voavam em linha recta em direcção a árvores que estavam entre 11 a 24 quilómetros das suas caves.

Foi sugerido que os morcegos poderiam estar a usar algum tipo de navegação que se baseasse no reconhecimento de marcos paisagísticos ou luzes. Devido a isso, os investigadores levaram alguns dos morcegos para uma área 40 quilómetros a sul das suas cavernas.

Posteriormente, libertaram alguns dos morcegos e descobriram que eles continuaram a voar directamente para as suas árvores da fruta favoritas. Os outros morcegos foram alimentados e mantidos presos até a madrugada. Quando eles foram libertos, os mesmos voaram directamente para as suas cavernas.

Foi então sugerido que eles poderiam estar a usar a visão e marcos geográficos, e como tal os morcegos foram desta vez transportados para uma região 80 quilómetros a sul da sua caverna e libertos no crepúsculo. Mais uma vez, os morcegos voaram directamente para as suas árvores de fruta favoritas.

No entanto, alguns dos morcegos foram libertos numa cratera e como tal não tinham linha visual em direcção ao horizonte. Estes morcegos demoraram algum tempo a encontrar a forma de sair da cratera, mas mal se encontraram fora, os mesmos voaram em linha recta em direcção às suas árvores de fruta.

Isto levou a que os pesquisadores concluíssem que que os morcegos usam uma combinação de visão e algum tipo cognitivo de mapa interno que cobre uma larga área - provavelmente uma área que excede os 96 quilómetros em tamanho.

Conclusão:

Não só Deus construiu os morcegos com um sofisticado sistema de ecolocalização (vêr 1, 2, 3) como também os dotou com a capacidade de criar e utilizar um mapa interno dentro dos seus pequenos cérebros.

Da próxima vez que alguém te acusar de ser "cego que nem um morcego", agradece-os pelo elogio e aproveita a oportunidade para lhe falares dos características de design que Deus colocou nos morcegos. Posteriormente, fala-lhe do Plano de Salvação que Deus preparou para todos os que querem viver eternamente.


Em nenhuma parte da pesquisa a teoria da evolução serviu de plataforma frutífera para o avanço do nosso conhecimento científico. Não foi necessário acreditar nos ridículos "milhões de anos", nem acreditar que animais terrestres evoluíram para baleias. (Sim, os evolucionistas realmente acreditam nisso).

Paralelamente, não foi preciso acreditar que as formas de vida são o resultado dum processo aleatório , impessoal, sem guia e sem direcção. Pelo contrário, as evidências científicas apontam na direcção contrária. Sistemas de emissão, recepção e análise de sons são SEMPRE o resultado de design inteligente. Porque é que os militantes evolucionistas não usam a mesma forma de pensar para os sistemas biológicos?

A resposta é clara: DEUS. Os evolucionistas sabem que, se concederem que as formas de vida demonstram serem o efeito Duma Causa Inteligente, isso servirá de evidência muito forte contra o seu naturalismo, humanismo e ateísmo. Devido a isso, os ateus em geral negam que os morcegos e os seus sistemas de ecolocalização e de navegação sejam o resultado de design.

Mas a verdade não se deixa prender por motivos ideológicos. Mais cedo ou mais tarde todos aqueles que usam a teoria da evolução como desculpa para rejeitarem o Deus que eles sabem que existe irão ter um encontro com Esse Mesmo Deus. Para o seu próprio bem, oremos para que esse encontro seja ainda em vida, porque se fôr depois de mortos, já vai ser tarde demais.

Referências:

Fruit Bats Use Internal Maps to Navigate, RedOrbit.com, Aug. 16, 2011.

Siegel-Itzkovich, Judy, Researchers Use GPS to Study Fruit Bat Navigation, Jerusalem Post, Aug. 16, 2011.

quarta-feira, junho 08, 2011

Maquinaria sofisticada

O New York Times publicou uma pequeno artigo em torno de factos conhecidos àcerca do cérebro humano. Quando começarmos a pensar sobre o que está envolvido cada vez que pensamos, ficaremos sobrepujados.

Nicholas Wade reportou um novo inventário de proteínas envolvidas nas sinapses - a junção fulcral entre os neurónios.

Os pesquisadores, liderados por Seth Grant . . . . compilaram o primeiro inventário exacto de todos componentes proteicos na maquinaria sináptica processadora de informação. Não menos de 1,461 proteínas estão envolvidas nesta máquina biológica, reportaram eles num artigo da Nature Neuroscience . . . .

Cada neurónio no cérebro humano faz em média 1,000 conexões com outros neurónios. Existem cerca de 100 mil milhões de neurónios, portanto o cérebro contém 100 triliões de sinapses, a sua parte funcional mais sensível.

Perto da sinapse que pertence ao neurónio transmissor, um sinal eléctrico chega e liberta pacotes [de informação] química. Os químicos propagam-se rapidamente através da falha entre os neurónios e o "dock" com receptores na superfície do neurónio receptor.

Estes receptores oferecem o sinal que recebem a maquinas proteicas complexas e delicadas que processam e armazenam a informação.

Os 1,461 genes que especificam estas proteínas sinápticas constituem mais de 7% dos 20,000 genes codificadores de proteínas do genoma humano. Isto demonstra a complexidade e importância das sinapses.

O Dr. Grant acredita que as proteínas estão provavelmente conectadas de modo a formar várias máquinas biológicas que processam a informação e mudam as propriedades físicas do neurónio como uma forma de dispôr uma memória.

Antes que alguém pense que há espaço suficiente para se inserir uma explicação evolutiva, o artigo em questão descreveu o que as mutações realmente fazem a sistemas ordenados.

A equipa Sanger observou que uma mutação singular em 169 genes causa 269 distintas doenças nos humanos.

A tolerância desta maquinaria parece ser bastante reduzida uma vez que practicamente qualquer mutação nos genes conduzem a uma proteína deformada e, consequentemente, à doença.
A Science Daily reportou que a remoção de um só gene conduz-nos à forma comum de cancro entre os adultos.

Conclusão:

Máquinas feitas a partir de outras máquinas, processamento de informação, complexidade fantástica e pouca tolerância a mutações. Se tu estiveres a pensar da forma correcta, então tu vais agradecer ao teu Criador por ter criado o teu cérebro.

Se tu és um evolucionista, e acreditas que máquinas que processam informação são o resultado de forças não inteligentes ("A Evolução É Um Facto"®) , então precisas de uns ajustes nos neurónios.

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