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sábado, junho 11, 2011

"Civilizações religiosas sobrevivem; civilizações seculares morrem"

por Lord Sacks (Rabino Chefe - United Hebrew Congregations of the Commonwealth)

Há uns tempos atrás, durante uma apresentação pública, ofereci uma refutação composta por 5 pontos ao neo-ateísmo - sendo este baseado em princípios neo-darwinianos: O Universo é cego, a vida evolui, não há Deus transcendente nem propósito transcendente, e assim por diante.

Vou repetir os pontos aqui uma vez que os mesmos são dignos de reflexão genuína. É mais ou menos assim:

  • (1) Se tu és um darwinista, o que verdadeiramente interessa é o sucesso reprodutivo.

O resto é irrelevante. Esquece Deus, a fé e outras relíquias da era da crença. Estamos aqui para passar a nossa herança genética à próxima geração. Cada pessoa está à distância dum gene de criar outro gene. A linha fulcral é só a reprodução.

  • (2) A Europa é o lugar mais secular da Terra. Em todos os outros lugares a religião está em crescimento enquanto que na Europa está em queda.
  • (3) A Europa está a falhar no propósito de se reproduzir.

A taxa de fertilidade para uma população estável é 2,1 (maior do que 2 porque algumas crianças morrem antes de chegar à idade adulta). Nenhuma nação europeia possui uma taxa de fertilidade assim tão alta hoje em dia.

Na França é 1,9, na Grã-Bretanha é 1,37, na Itália é 1,33, na Grécia é 1,29. A média é 1,47. A população nativa da Europa está a envelhecer e a declinar.

  • (4) Em quase todo o mundo, quanto mais religiosa for uma população, mais filhos ela vai produzir.

Isto é verdadeiro em relação ao Judaísmo, ao Cristianismo e ao islão. Quanto mais ortodoxos forem os crentes, maiores são as suas famílias. Suspeito que isto seja verdade em relação aos hindus e aos sikhs. A revolução demográfica a ocorrer actualmente é detalhada no recente livro de Eric Kaufmann "Shall the Religious Inherit the Earth?" ("Irão os Religiosos Herdar a Terra?")

  • (5) A maior ameaça à crença religiosa nos dias de hoje é o ateísmo baseado no neo-Darwinismo.

Conclusão:

Se tu és um ateu neo-Darwinista consistente, irás desejar que haja o menor número de pessoas possível que partilhem as tuas crenças.


quinta-feira, dezembro 30, 2010

A influência Judaico-Cristã sobre a ciência moderna

http://www.americanvision.org/articlearchive2007/08-15-07.asp

John D. Barrow, escrevendo no The World Within the World, comenta:

Já foi mesmo sugerido que essa visão teve um papel determinante no desenvolvimento bem sucedido da ciência nas culturas Ocidentais, e isso aconteceu porque essas culturas foram influenciadas pela tradição Judaico-Cristã, que promulgou a fé na racionalidade e na ordem da Natureza, durante um período da história em que as ideias humanas estavam intimamente ligadas a todo o tipo de noções mágicas e ocultas.
Hoje em dia, com o domínio das cosmologias "big bang" na astronomia e a desproporcional fé em Darwin entre os biólogos, podemos afirmar com algum nível de segurança que as noções "mágicas e ocultas" voltaram a fazer parte daquilo que chamamos de ciência.

terça-feira, dezembro 14, 2010

Sinisterismo - A religião secular da mentira

"The behavior of power-intensive regimes such as Nazism and Stalism is best explained by a shared hostility toward Christianity and Judaism."

URL - http://www.intellectualconservative.com/2006/02/23/bruce-walker%E2%80%99s-sinisterism-secular-religion-of-the-lie/

segunda-feira, outubro 11, 2010

Mulher judia e sua filha escapam a ataque palestino

É com estas pessoas que os Judeus são obrigados a fazer "acordos de paz".

segunda-feira, outubro 04, 2010

Amor não correspondido: evangélicos e judeus

Alguns líderes israelitas começam a ver quem de facto está do lado de Israel.
Dr. Stuart Schwartz
Quem teria pensado que a maior arma no combate à crescente onda de antissemitismo nos Estados Unidos de Obama se encontraria nestas palavras: “Jesus me ama! Disto eu sei, pois é o que a Bíblia me diz.
Os filhos dos cristãos evangélicos cantam este hino em escolas bíblicas de todo o país, refletindo a crença em uma vida vivida de acordo com a vontade de Deus, tal qual revelada na Bíblia. Nada de relativismo moral aqui: de um lado, uma existência que honre a Deus; do outro, o pecado e a rebeldia. Certo e errado — simples assim. E é esta visão bíblica do mundo que embasa o apoio inabalável dos cristãos evangélicos a Israel e ao Judaísmo. Como o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu observou, Israel e os judeus “não têm maiores amigos e aliados” do que a comunidade de 70 milhões de cristãos evangélicos dos Estados Unidos — amigos melhores, na verdade, do que boa parte da comunidade judaica americana.
Sua visão de mundo — influenciada pelos valores judaico-cristãos que embasam as Escrituras — sempre tem levado os evangélicos à conclusão de que a obra-em-curso conhecida como Israel merece apoio, em uma região do mundo onde brutalidade, terrorismo, e desprezo às mulheres são o status quo. Enfatizando o valor individual e uma vida correta, os israelenses possuem uma clareza moral que lhes permitiu construir uma democracia que está em sexto lugar entre 35 países democráticos no que diz respeito à justiça, próximo aos Estados Unidos. Os evangélicos americanos reconhecem isso, parcialmente contrabalançando o apoio suicida que uma parte significativa da comunidade judaica dá ao Partido Democrata, que se alia com aqueles que desejam eliminar os judeus, tanto estrangeiros quanto domésticos. Uma medida do poder desse apoio é o trabalho a que os esquerdistas têm se dado, diz Ed Lasky, da American Thinker, para criar uma cisão entre os evangélicos e Israel.
O Cristianismo continua a pôr de lado uma longa história de antissemitismo, para se investir do que os evangélicos, cada vez mais influentes, veem como uma perspectiva divina do povo judeu. O manual de teologia evangélica mais popular em voga é bastante direto em sua instrução aos crentes: reverenciar e respeitar o lugar especial dos judeus, do Judaísmo e de Israel no plano de Deus para a humanidade. Zev Chafets, politico israelense e ex-colunista do New York Daily News, chama a aliança judaico-evangélica de “um casamento feito no céu.” O Dr. Randall Price, líder do prestigioso instituto de estudos judaicos da Liberty University (universidade evangélica), tem uma relação de 30 anos com Israel, baseada na ordem para “amar a Deus, amar Israel e amar os judeus” dada pelas Escrituras.
Essa abordagem de base bíblica produziu um forte apoio evangélico. O turismo cristão manteve vivo o setor de turismo Israelense, enquanto os judeus o evitavam. O Ministério do Turismo israelense informa que 1.8 milhões dos 3 milhões de visitantes do ano passado eram cristãos, totalizando um aumento de 40% nos últimos oito anos, entre os cristãos dos Estados Unidos.
Os evangélicos são dramaticamente mais simpáticos a Israel do que os quase seis milhões de judeus americanos que, de acordo com a Pesquisa Populacional Judaica Nacional, se identificam como judeus reformados e/ou seculares, muitos dos quais são hostis, tanto a Israel quanto ao Judaísmo de base bíblica. Eles rejeitam Deus em favor da “nacionalidade.” Como Dennis Prager, o colunista e apresentador de talk show que se descreve como um judeu que honra a Bíblia observa, "a religião deles raramente é o Judaísmo.” Ao invés disso, “é todos os ‘ismos’ da esquerda. Eles incluem liberalismo, socialismo, feminismo, marxismo e ambientalismo.”
Resultado: Deus se tornou o inimigo de um número significativo de judeus americanos e os inimigos de Deus, seus aliados. O destacado erudito James Q. Wilson, ex-professor de Harvard que ganhou a Medalha Presidencial da Liberdade pela “clareza moral” de sua erudição, apontou que, na verdade, Deus está de permeio, entre a metade progressista e mais visível da comunidade judaica americana e os evangélicos. Os evangélicos olham as Escrituras como um guia para uma existência moral, enquanto que os judeus progressistas são radicais ordinários que veem Deus como um mito opressivo.
Ele prossegue: Depois que “as ideias do marxismo sobre o proletariado comprovaram ser falsas e o capitalismo provou ser o melhor meio de se alcançar a abundância econômica,” a esquerda substituiu “o proletariado” com “o oprimido” como seu “objeto de afeição.” Para a esquerda judaica, “Israel apenas substituiu John D. Rockefeller no topo de sua lista (de inimigos)”. Esses judeus são parte de uma fervorosa esquerda para a qual faz sentido que os cristãos evangélicos apoiem Israel, pois ambos reforçam o terrorismo com sua opressão aos “indefesos.” O caso em questão: o judeu furiosamente marxista e antissemita Dr. David Boyarin, um professor de Talmude (comentários tradicionais à bíblia judaica) na Universidade da Califórnia, em Berkeley, que afirma que a mais alta forma de judaísmo é a destruição de Israel e que a composição da raça judaica — se deixada crescer — resultará na opressão dos outros por parte dos judeus.
Os judeus americanos precisam repensar as alianças. O colunista e comentarista da Fox News Charles Krauthammer alerta a comunidade judaica de que “é um sinal da desorientação de um povo aflito e confuso que nós devamos achar tão difícil distinguir nossos amigos de nossos inimigos.” Ele bem pode ter tido em mente os comentários do rabino Eric Yoffie, que dirige a maior e mais amplamente secular afiliada do judaísmo americano (e que menos apoia Israel). Yoffie comparou líderes evangélicos como o falecido Dr. Jerry Falwell a Hitler. Entretanto, de acordo com Yechiel Eckstein, o rabino ortodoxo que dirige a Associação Internacional de Cristãos e Judeus, Falwell teve uma longa e intensa relação de amor com Israel e o Judaísmo, baseada em valores bíblicos comuns — em outras palavras, porque foi o que a Bíblia lhe ensinou. Outro judeu americano progressista, o líder de uma das maiores organizações judaicas nos Estados Unidos, a Liga Anti-Difamação, recentemente “declarou guerra contra os cristãos conservadores.” Os judeus progressistas têm demonstrado que, na ausência da fé no Deus das Escrituras e de uma visão de mundo baseada na Bíblia, os judeus americanos tendem à hostilidade contra Israel e à moralidade inspirada por Deus que define o judaísmo centrado na Bíblia (veja “Pensamento Progressista Judaico e o Novo Antissemitismo”). Na verdade, como o pensador americano Richard Baehr coloca, muitos já estão “trabalhando para o inimigo.”
Rodney Stark, o sociólogo educado em Berkeley que fez grande carreira explodindo o dogma das esquerdistas Elites do Conhecimento (o título de seu recente e altamente louvado estudo dos efeitos do Cristianismo sobre a cultura dá uma ideia de sua abordagem, “The Victory of Reason: How Christianity Led to Freedom, Capitalism, and Western Success” [A Vitória da Razão: Como o Cristianismo levou à Liberdade, ao Capitalismo e ao Sucesso Ocidental]), usa um estudo para mostrar que os “judeus irreligiosos” compõem uma parcela significativa das elites altamente educadas que estão abertas às religiões da Nova Era e a movimentos cúlticos. Os judeus irreligiosos afluem a movimentos semirreligiosos, tanto políticos quanto sociais, porque eles “carecem de uma ancoragem (na) fé convencional” das tradições judaico-cristãs. Em outras palavras, eles estão espiritualmente desnutridos.
Como Pogo, o personagem dos quadrinhos, (e gambá não sectário), famosamente disse, "Nós encontramos o inimigo e ele é a gente." Sem referências bíblicas, os judeus progressistas americanos se enfiaram em uma cena autodestrutiva de bar saída de Jornada nas Estrelas, um boteco Mos Eisley de liberais típicos, acadêmicos marxistas, e elites políticas e midiáticas abrindo o caminho a rosnadas rumo a sua aniquilação.
Talvez seja a hora de a outra metade mostrar sua cara. A parte menos visível da comunidade judaica americana teria, nos evangélicos, aliados fiéis, a exemplo de Israel, apoiando, juntamente com eles, as tradições judaico-cristãs e uma nação de Israel que tem sempre demonstrado moralidade e moderação para com aqueles que buscam destruí-la.
O que seria necessário? O primeiro passo para a comunidade judaica americana é adotar o slogan que surgiu de suas tradições bíblicas, servindo de fundação para o apoio cristão aos judeus e Israel: "Em Deus confiamos."
O Dr. Stuart H. Schwartz é ex-executivo na área de jornalismo e de vendas. Atualmente estuda na Liberty University, em Lynchburg, Virginia.
Tradução de Larry Martins, da equipe do blog DEXTRA, feita por recomendação e a pedido de Julio Severo
Texto original: The American Thinker
Divulgação: www.juliosevero.com

domingo, agosto 08, 2010

Muçulmano Cuja Filha Foi Curada Por Médicos Judeus Mata Polícia Judeu

O adágio "dá-lhe uma mão e eles pedem o braço todo" não é novo, e nem é novo em referência aos muçulmanos e os seus ataques aos judeus, cristãos, Israel, americanos, o ocidente, etc, etc... Nem deveria ser novo para todos os esquerdistas que se juntam para atacar Israel e legitimar o terrorismo islâmico.

Infelizmente, os esquerdistas não aceitam que os muçulmanos estejam ideologicamente motivados contra Israel, e portanto vêem os ataques do calibre que se fala em baixo como "anomalias não representativas" dos muçulmanos.

Esta história é mais um exemplo em como o mais pacífico tratamento judeu feito aos muçulmanos - e aos terroristas do Hamas - é "recompensado" com a matança de mais judeus. As consequências de se desconhecerem as motivações religiosas dos muçulmanos, e forçar-se os judeus que fazerem "paz" com os mesmos (à força) tem consequências mortais.

shukisofer

Shuki Sofer, Zichrono LiVrachah [Abençada Seja a Sua Memória]: Assassinado Por Um Terrorista do Hamas Cuja Filha Foi Tratada Por Médicos Judeus e Caridade Judaica.

Um terrorista do Hamas que emboscou e assassinou um polícia israelita no mês passado, é o pai de uma menina de 6 anos que foi tratada por judeus israelitas no Hospital Hadassah em Jerusalém. Duas semanas antes de assassinar o polícia de 39 anos Yehoshua “Shuki” Sofer, a filha do terrorista foi sujeita a uma operação onde lhe foi removido um tumor da vista.

Toda a operação e o trabalho dos médicos foi pago por uma instituição de caridade Israelita. Se calhar isto faz dela mais saudável para odiar os judeus no futuro, tal como o seu pai.

O terrorista muçulmano que levou a cabo o assassínio planeavam vestirem-se como judeus religiosos e raptar judeus.

O ódio vem da ideologia.

Tanto amor, paz e mútuo entendimento. "Obrigado por curares a minha filha, judeu. Agora vou-te matar!"

Porquê tanto ódio aos judeus? Ora, porque isso é algo que emana dos ensinamentos da sua religião. Durante os seus 23 anos de ministério o "profeta" do Islão teve sentimentos mistos em relação aos judeus. Inicialmente, quando ainda era militarmente fraco e não tinha muitos adeptos, ele tentou fazer-se passar por um profeta na mesma linhagem dos profetas da Bíblia Hebraica. A dada altura ele rezava juntamente com os judeus voltado para Jerusalém (e não para Meca, como os muçulmanos fazem hoje em dia).

Mas os judeus claramente viram que Muhammad era uma farsa, e portanto rejeitaram a sua "mensagem". Isto fez com que o "profeta" se sentisse exposto e fragilizado perante eles e perante os árabes. Mas como não tinha exército e forma de reduzir a influência maciça dos judeus, Muhammad conteve-se.

Quando ele se mudou para Medina e começou a ganhar adeptos e homens de guerra, ele começou a exterminar as tribos judaicas uma a uma. Khaibar foi invadida depois de Muhammad e os seus seguidores terem sido negados acesso à "Kabah". Foi nessa invasão que Muhammad torturou um judeu como forma deste lhe dizer onde é que ele tinha escondido o ouro da tribo:

At the Massacre of Khaybar, Muhammad brutally tortured a Jewish chieftain for extracting information about where he had hidden his treasures. When the treasure was uncovered, the chieftain was beheaded.
Um "profeta" de Deus a torturar um homem como forma de extorquir o seu dinheiro não é algo muito digno. Antes disso Muhammad já tinha decapitado cerca de 800 homens e jovens judeus da tribo Banu Quraizah (Ver este texto).

A lista de ataques (verbais e físicos) de Muhammad aos judeus é longa, portanto não iria caber aqui. O que interessa reter destes dados históricos é que quando os muçulmanos atacam e matam os judeus, eles estão a agir de acordo com a sua fé uma vez que foi isso que o seu "profeta" lhes ensinou. É legítimo nos culparmos a religião uma vez que a sua motivação para tais actos é exactamente aquilo que a sua fé lhes diz.

É triste que haja pessoas que tentem equivaler o ódio que os muçulmanos tem aos judeus (ensinado pelo seu "profeta") com aquilo que os cristãos fizeram aos judeus durante muitos séculos. Enquanto que o que os muçulmanos fazem está de acordo com o Islão, aquilo que os "cristãos" fizeram aos judeus contradiz a Bíblia.

Mas não esperem que os factos mudem a semântica ateísta contra o cristianismo uma vez que a sua "lógica" não é baseada em factos mas em mitos.


quinta-feira, agosto 05, 2010

Aristades De Souza Mendes - Herói Português

Este texto é um bocado longo para se traduzir, mas acho que é fácil de entender o que lá está.

Este homem provavelmente fez mais pelo bom nome da nação portuguesa do que muitos homens que hoje em dia são tidos em grande conta na nação lusitana.

Notem como a sua fé católica foi uma das forças motivadores para a sua acção salvadora, mas de certo que esse "pequeno detalhe" é emitido quando a sua coragem é contada. Numa altura em que os cristãos estão a ser atacados por todos os lados (tal como o Senhor Jesus Cristo disse que iria acontecer) é bom ver um blog judeu a saudar o comportamento deste católico. (Ênfase adicionado)

Aristades De Souza Mendes - Tribute To A Hero



I'd rather be with God against man than with man against God.."
- Aristades De Sousa Mendes


The miracle of courage is an amazing thing when it happens on the battlefield..but some times it is even more pronounced when it amounts to doing the right thing when doing the right thing is difficult and costly and simply following the herd is easy.

Today, June 17, 2010, a special ceremony is being held in Portugal in honor of the Portuguese Consul Aristides de Sousa Mendes. A Mass of Thanksgiving was celebrated in his honor by D. Tomaz da Silva Nunes, the Bishop of the Patriarchate of Lisbon.

Arisitades De Sousa Mendes was the Portuguese consul general in Bordeaux, France, when the Nazis invaded in 1940.By then, few people had any illusions left about Hitler's plans for the Jews unless they simply preferred not to know.

Thousands of refugees fled to the south of France in the wake of the Nazi invasion, desperate for a haven. For most of them, particularly Jews, the only possible escape was to make it to the Portuguese port of Lisbon or one of the Spanish ports, which meant getting a Portuguese transit visa to leave France and enter Spain.

De Sousa Mendes was specifically instructed by his government not to issue any transit visas, especially to Jews. Instead, De Sousa Mendes defied his own government's instructions and he and a handful of his staff worked around the clock to issue visas to an estimated 10,000 Jews and 20,000 other people fleeing the Nazis.

The following is from Yad Vashem's website:

Rabbi Haim Kruger, one of the refugees, told Mendes: “If we should be trapped here, I don’t know what will happen to us.” The rabbi rejected Mendes’ initial offer to issue visas only to the rabbi and his family, insisting that visas also be issued to the thousands of Jews stranded on the streets of the city. After further reflection, Mendes reversed himself and decided to grant visas to all persons requesting it. “I sat with him a full day without food and sleep and helped him stamp thousands of passports with Portuguese visas,” Rabbi Kruger relates. To his staff, Mendes explained: “My government has denied all applications for visas to any refugees. But I cannot allow these people to die. Many are Jews and our constitution says that the religion, or politics, of a foreigner shall not be used to deny him refuge in Portugal. I have decided to follow this principle. I am going to issue a visa to anyone who asks for it – regardless of whether or not he can pay... Even if I am dismissed, I can only act as a Christian, as my conscience tells me.”


It was an unseemly sight as people of all ages, including pregnant women and sick persons, waited in line to have their passports stamped with the Portuguese visa. The reaction of the Portuguese government was not long in waiting. Two emissaries were dispatched to accompany home the insubordinate diplomat. On their way to the Spanish border, the entourage stopped at the Portuguese consulate in Bayonne. Here too, Mendes, still the official representative of his country for this region, issued visas to fleeing Jewish refugees, again in violation of instructions from Lisbon.

He saved these people's lives.

For this heroic act, Aristades De Sousa Mendes was recalled to Lisbon, fired from Portugal's diplomatic service, publicly dishonored and denied a pension by Portugal's dictator Antonio Salazar. He was forced to sell his family estate in Cabanas de Viriato to support his family and spent the rest of his life in poverty and obscurity, dying in 1954.

Aristades De Sousa was named a Righteous Gentile and is honored at Yad Vashem in Israel,the museum dedicated to the victims of the Holocaust

In 1988 Portugal's parliament voted unanimously to make amends and approved a bill that posthumously reinstated him as a diplomat, promoted him to the rank of ambassador and paid compensation to his surviving relatives, who used the money to repurchase the family home.

On February 20th of last year, Portuguese Parliament Speaker Jaime Gama presided over a special ceremony celebrating the official launch of a website honoring the life and work of Aristides de Sousa Mendes. It is part of a museum containing a database of photographs, videos and historic documents.



The website's only in Portuguese at this time but will eventually be translated into several languages, and is co-sponsored by the Portuguese government as well as by foreign and national universities and institutions, including the German Foreign Ministry and several Jewish groups.

Aristades De Souza Mendes became a hero when he was put in circumstances where he simply made the choice to do the right thing, no matter what it cost him.

At a time when there is virtual silence by the UN in the face of genocidal threats of a second Holocaust by one of its members, at a time when the carnage of Darfur continues unabated, his example is a welcome one for these troubled times. Some of us may very well be faced with a similar choice in the not too distant future.

Obrigado, o Senor De Sousa Mendes. E pode Deus abençoe a sua memória.

quarta-feira, agosto 04, 2010

Envolvimento público na vida religiosa judaico-cristã aumenta niveis de saúde

"Não deixando a nossa congregação, como é costume de alguns, antes admoestando-nos uns aos outros, e tanto mais, quanto vedes que se vai aproximando aquele dia."
Hebreus 10:25


Vários estudos já aludiram a pesquisas independentes que fazem uma ligação entre saúde e envolvimento religioso. É sempre fácil de encontrar estudos individuais que "provam" praticamente qualquer ponto de vista. Devido a isso, pesquisadores fizeram um estudo estatístico a 42 trabalhos individuais feitos desde 1977.

Os 42 estudos que foram examinados envolveram mais de 125,000 pessoas, na sua maioria Cristãos e Judeus. A análise, conduzida pela "National Institute for Healthcare Research" fez uma distinção entre actividade religiosa pública e actividade religiosa privada. Actividade religiosa pública envolveu coisas como ir à igreja ou a sinagoga e fazer voluntariado para actividades religiosas. Actividade religiosa privada incluía coisas como orar sozinho e "sentimentos internos de espiritualidade".

Embora os ateus questionem estes estudos científicos (tal como contestam todos os dados científicos que contradizem a sua fé), as pesquisas consistentemente mostram que as pessoas religiosamente envolvidas com o cristianismo e o judaísmo não só vivem mais anos de vida, como em média possuem melhores níveis de saúde.

No entanto, os pesquisadores que analisaram todos estes estudos chegaram a uma nova conclusão à medida que analisavam as diferenças entre actividade religiosa pública e actividade religiosa privada. Eles concluíram que o envolvimento religioso público, em oposição ao envolvimento privado ou a nenhum envolvimento, mostrou uma relação estatisticamente importante no que toca a melhor saúde e níveis de sobrevivência.

Por outras palavras, as pessoas que se envolviam mais profundamente com a sua igreja ou com a sua sinagoga eram pessoas com tendência a viver mais tempo e a ter melhor saúde física e psicológica do que as pessoas menos envolvidas com a sua igreja ou com a sua sinagoga.

Conclusão:

Há 2000 anos atrás o Espírito Santo falou aos cristãos e encorajou-os a não abandonar a congregação com os santos. Tal como brasas retiradas da fogueira, quando os cristãos deixam de se congregar com outros cristãos, não só começam a esfriar na fé, como também começam a perder o fogo tão necessário para sobreviver neste mundo amaldiçoado pelo pecado.

Se tu és cristão e tens o hábito de dizer que "não preciso de ir à igreja para adorar a Deus!", olha o que a ciência te diz sobre os benefícios da comunhão dos santos. Se não consideras Hebreus 10:25 com motivação suficiente para estares junto a outros cristãos, ao menos fá-lo para abençoares os outros com a tua presença, e seres abençoado (física e espiritualmente) pelas vidas de pessoas com a mesma ideologia que tu.

Oração: Obrigado Deus pelos irmãos que Tu colocaste na minha vida.



Referências: Science News, 6/3/00, p. 359, "Religious commitment linked to longer life."

quinta-feira, julho 22, 2010

Mais de 800 rabinos querem medida legislativa para impedir a homossexualização das forças armadas dos EUA

Parece que não são só os "fundamentalistas cristãos" que se apercebem que a normalização do comportamento homossexual não vai dar bons frutos sociais.
WASHINGTON, DC, EUA, 16 de junho de 2010 (Notícias Pró-Família) — O rabino Yehuda Levin, porta-voz oficial de questões da família para a Aliança Rabínica dos EUA, que tem mais de 800 membros, exortou o Senado a bloquear em vez de passar uma lei permitindo o serviço militar aberto de homossexuais nas forças armadas.
“A aprovação de tal projeto de lei maligno apressará a transformação de nosso país em Sodoma e Gomorra. Ameaçará também rechaçar a Graça Divina das lutas das nossas forças armadas, e muito mais”, disse ele.
“Pedimos que o Senado bloqueie, sem a utilização de desculpas, esse projeto de lei”.
O atual código militar proíbe o serviço militar daqueles que têm probabilidade de se envolver em conduta homossexual, embora a política “Não Pergunte, Não Diga” (NPND) permita que homossexuais sirvam nas forças armadas enquanto mantiverem em segredo sua orientação sexual.
Entretanto, a lei que permite o serviço militar aberto de homossexuais está atualmente anexada ao projeto de verbas de defesa para o ano fiscal 2010-2011 diante do Senado. Uma emenda que permite a realização de abortos em instalações nacionais e internacionais também está anexada ao projeto.
Os ativistas homossexuais têm há muito tempo mirado a revogação de NPND, atacando Obama por sua demora em eliminá-la, apesar das muitas outras ações de Obama em favor da agenda homossexual.
“Pessoas decentes de família que crêem na Bíblia estão cada vez mais revoltadas com a covardia de muitos políticos em sua corrida louca para transformar valores eternos na cabeça delas por meio do avanço da adoção homossexual, parcerias domésticas, uniões civis, ‘casamento’ e ‘[o livro sobre a menina] Heather [que] tem duas mamães’”, disse o rabino Levin.
“A próxima fatia do salame — a purificação da atividade homossexual praticada pela vontade, junto com todos os aspetos da cultura homossexual, em todas as forças armadas dos EUA — constitui rebelião contra D-s, e desmoraliza as forças armadas e a sociedade”, continuou ele.
Representantes das forças armadas estão falando fortemente em favor da NPND, inclusive o líder dos fuzileiros navais, 1.160 almirantes e generais aposentados, um ex-chefe da Divisão de Direito Criminal do Pentágono, mais de 40 capelães militares aposentados e outros grupos.
O rabino Levin disse que era esquisito que os “fanáticos da ‘igualdade’ politicamente correta nas forças armadas, que já reconheceram os ‘direitos religiosos’ dos bruxos, selecionariam os crentes tradicionais da Bíblia para serem alvos de suas políticas de tolerância zero”.
“Isso tornará quase impossível que seguidores da Bíblia sirvam nas forças armadas”.
Ele concluiu lamentando as posições políticas de dois membros judeus do Congresso.
“Desejamos expressar nossa angústia profunda e pedir perdão ao povo americano pelo papel que os senadores Lieberman e Levin estão desempenhando no avanço desse ‘abominável’ projeto de lei. Nós os condenamos”.
“Já basta”.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/ldn/2010/jun/10061612.html

segunda-feira, julho 12, 2010

"I am Israel"

sexta-feira, junho 25, 2010

A Mão de Deus, Israel e Obama

Antes que este vídeo seja removido pela YouTube, aqui fica.

terça-feira, junho 15, 2010

Os "pobrezinhos" palestinos e os "malvados" judeus

Ó DEUS, não estejas em silêncio; não cerres os Ouvidos nem fiques impassível, ó Deus.
Porque eis que Teus inimigos se alvoroçam, e os que Te aborrecem levantaram a cabeça.
Astutamente formam conselho contra o Teu povo, e conspiram contra os Teus protegidos.
Disseram: "Vinde, e desarreiguemo-los para que não sejam nação, nem haja mais memória do nome de Israel."
Porque à uma se conluiaram; aliaram-se contra Ti

Salmo 83:1-4


Parece que cada vez mais portugueses conseguem quebrar a mordaça informativa que nos chega do Médio Oriente, e conseguem ver a verdade por aquilo que ela é: Israel está a defender-se contra um inimigo ideologicamente motivado.
Tentar perceber

O Luís Naves disse: “Carlos do Carmo Carapinha, em Blogue de Direita, parece não ter compreendido esse facto simples. Segundo diz, Israel avisou que existia um embargo, logo, o que fez era justo. Esta lógica esquece um pormenor: além de ser ineficaz, o bloqueio a Gaza é ilegal; aliás, tal como escreve Gabriel Silva, o bloqueio está a ser desafiado pelo Egipto. Israel vai agora bombardear as pirâmides, é isso?

Não, não é isso. Esta conclusão (a das pirâmides) é, aliás, bastante patetinha. Eu não insinuei que basta Israel «avisar» para ser «justo». Que eu saiba, há uma história anterior ao «aviso». A forma como toda esta questão está a ser discutida revela falta de memória e parece poder ser resumida da seguinte forma:

Um belo dia, o tio Bibi e o tio Ehud, em plena paz perpétua com o mundo árabe, encontraram-se:

Bibi: Ehud, ando aborrecido.

Ehud: É do tédio, Bibi.

Bibi: O que fazer, Ehud, o que fazer?

Ehud: Não sei, Bibi.

Bibi: Ah, já sei! Vamos bloquear a Faixa de Gaza!

Ehud: Bora!

A Faixa de Gaza é controlada pelo Hamas. É de lá que têm partido os ataques a Israel. Para se defender, Israel optou pela prevenção, forçando um bloqueio para impedir a entrada de armas em Gaza. Não é de pipocas, pão ou arroz. É de armamento. Como escreveu Esther Mucznick, concorde-se ou não com a decisão de não permitir a acostagem dos barcos, a realidade é que dificilmente Israel podia não reagir ao desafio que lhe foi colocado.

Para todos os efeitos, e sob todos os prismas, a acção "Frota da Liberdade" contituía uma forte provocação política a um Estado soberano. Tanto mais que as autoridades israelitas propuseram a descarga dos alimentos no porto de Ashod (em Israel), para posterior entrega a Gaza.

Luís Naves recusa-se a tentar compreender isto. E a prova disso é que omite, não reflecte, não expõe as razões do bloqueio, apriorísticas a qualquer análise do que se passou, fazendo crer que eu disse que bastava «avisar» para «legitimar». Ora, o «aviso» existe por alguma razão.

O problema passa por aí: ninguém parece estar muito interessado em compreender o que faz Israel e por que razão o faz. Entre: a) ficar mal visto perante a «comunidade internacional»; e b) facilitar a entrada de armas em Gaza, que poderia conduzir à morte de civis israelitas; Israel optou pelo óbvio, ou seja, pelo que aprendeu a fazer de há muitas décadas a esta parte: defender o seu território de ameaças exteriores. Ineficaz? Não creio: o número de ataques a Israel desceu vertiginosamente nos últimos anos.

Não perceber isto, fazendo de conta que o bloqueio existe por dá cá aquela palha, é pouco sério. Coisa diferente, é discutir se esta forma de agir, que fragiliza a imagem de Israel, é benéfica para a causa israelita. Ou seja, se não havia alternativas (menos desproporcionadas), que evitassem a perda de vidas, não contribuindo para a delapidação da imagem de Israel.

Embora reconheça que esta seja uma forma de discussão provavelmente mais própria de quem vive à distância, como nós. Por ali, não há grande margem de manobra para contemplações.

PS: Quanto à questão da «legalidade», não me parece que seja «legal» atacar civis israelitas a partir de Gaza (nunca vi o Luís Naves sublinhar isso). Mas, como é habitual, os palestinianos, à conta de serem os «pobrezinhos» e «sofredores» desta história, parecem deter uma espécie de salvo-conduto que os absolve permanentemente de todo e qualquer acto de agressão, eufemísticamente tratado como «resistência».

Carlos do Carmo Carapinha

A miséria que é a vida em Gaza

quarta-feira, junho 09, 2010

Ajuda "Humanitária" Para Gaza Levava Armas de Fogo

Julio Severo
O governo turco está se mobilizando para que as autoridades israelenses sejam julgadas pela Corte Criminal Internacional em Haia, na Holanda, porque Israel “ousou” inspecionar navios “humanitários” destinados aos árabes palestinos. Os navios, que saíram da Turquia, continham também armamento escondido, inclusive foguetes.
Afinal, como é que os árabes palestinos conseguirão prosseguir seus ataques contra Israel sem a ajuda “humanitária” de foguetes e outras armas?
A Turquia, país esmagadoramente muçulmano que tem um longo histórico de derramamento de sangue cristão, ficou histérica com as ações de Israel, que desmascarou o humanitarismo disfarçado. Os “pacifistas” enfrentaram os inspetores militares israelenses com extrema violência. E receberam o devido tratamento e resposta.
Desde quando armamento para uso contra cidadãos israelenses é ajuda “humanitária”? Se, num ousado cenário oposto, uma flotilha com semelhante “ajuda” fosse destinada à minoria separatista curda da Turquia, os turcos reagiriam com delicadeza? Aliás, a mesma Turquia que exige de Israel um estado para os árabes palestinos também persegue a minoria curda na Turquia, por querer um estado! Os bondosos turcos estão determinados a exterminar o desejo dos curdos.
Para os turcos, pode haver perseguição e derramamento de sangue à vontade, desde que não seja contra sua religião muçulmana favorita. Esse é o motivo por que a Turquia condena as tentativas da ONU de condenar o Sudão, cujo governo muçulmano assassinou aproximadamente meio milhão de sudaneses que não são muçulmanos. A maioria dos massacrados são cristãos.
No Conselho de Segurança da ONU — onde há décadas Israel é condenado sistematicamente por pressão dos países islâmicos —, o Sudão é protegido de toda condenação. Mesmo que seis milhões de judeus estivessem sendo assassinados hoje, por pura pressão ideológica a ONU acabaria dando um jeito de condenar Israel e inocentar o Sudão.
O primeiro-ministro turco Recep Tayyip Erdog disse: “Não é possível um muçulmano cometer genocídio. É por isso que estamos à vontade [com a visita do presidente islâmico do Sudão à Turquia]”.
A Turquia não tem motivo nenhum para reconhecer e se opor a genocídios cometidos por islâmicos. Logo antes da 1ª Guerra Mundial, o governo islâmico da Turquia assassinou a sangue frio centenas de milhares de homens, mulheres e crianças armênios cristãos. Até hoje, a Turquia não tolera quando alguém diz que esse massacre de inocentes foi genocídio.
A Turquia fala a partir da posição de quem cometeu genocídio e de quem hoje defende o governo genocida islâmico do Sudão.
Israel responde a partir da posição de quem sofreu o genocídio de mais de 6 milhões de judeus durante a 2ª Guerra Mundial. Com essa trágica experiência, Israel nunca pode descuidar da defesa de suas famílias, mesmo quando um carregamento de armas vem disfarçado em “inocentes” navios de ativistas esquerdistas da paz trazendo bombons e remédios.
Quanto à Corte Criminal Internacional, que tal a Turquia e o Sudão prestarem contas por suas atrocidades contra populações inocentes?

terça-feira, junho 08, 2010

Repórter Dinamarquês: "Não Há Crise Humanitária Nenhuma em Gaza"

Bem, este texto é demasiado longo para traduzir agora, mas entretanto, ficam as fotos de Gaza, aquilo que alguns esquerdistas chamam de "campo de concentração".

Reparem no sofrimento, nas lágrimas, na dor dos palestinos.......enquanto vão às compras para adquirir frutas e vegetais.

Horrível! Nem consigo olhar.



Este sorriso é só para disfarçar.


Reparem no sofrimento destes jovens.

*tapando olhos* Não consigo ver tanto sofrimento. :-/


Nem as crianças escapam à tortura!

Enfim, humor à parte, o que isto mostra é mais uma manobra publicitária com o propósito de fragilizar os Judeus. Não bastava que os socialistas europeus tenham morto cerca de 6 milhões nos campos de concentração. Eles agora querem matar mais 6 milhões de Judeus que tem o descaramento de não se deixar destruir pelos muçulmanos.

segunda-feira, junho 07, 2010

Manifestação em apoio a Israel

Ocorreu em Los Angeles uma manifestação em suporte do estado Judaico de Israel.

Eis aqui a notícia.

domingo, junho 06, 2010

Turkish Paper Releases Images of Beaten & Stabbed Israeli Soldiers on the Mavi Marmara

Esta vai ficar na língua original senão alguém ainda me acusa de "distorcer" o que lá está. Isto é o que acontece aos Judeus que tem o azar de cair nas mãos de terroristas muçulmanos.

Images released of the welcoming party–
Turkey’s highest circulating newspaper Hurriyet on Sunday released photos of Israeli navy commandos who had been embroiled in the clash aboard the Gaza-bound Turkish aid ship Mavi Marmara last week.

An Israeli soldier holds his head after being beaten by the terrorist -peace activists with pipes, metal rods. chairs and knives on the Mavi Marmara. (Hurriyet)


An Israeli soldier being kicked and stomped on by the “peaceful” al-Qaeda-linked activists as they boarded the Mavi Marmara. (Hurriyet)

The Israel Defense Forces released a video depicting the activists aboard the ship attacking the navy commandos. The activists argued that they had been attacked first. Nine activists were killed in the melee, and dozens, including Israeli soldiers, were hurt – Via Haaretz.

sábado, maio 01, 2010

Israel: Abraço entre um judeu e palestino


Qual destes dois rapazes estaria mais em perigo se esta cena fosse presenciada pela família e amigos?

No que é que fundamentas a tua resposta?

Foto Original

quinta-feira, dezembro 03, 2009

Video: Muçulmana Esfaqueia Polícia Judeu

Impressionante.

[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=YMPfaPkPFLE&hl=pt_BR&fs=1&rel=0]

Será que ele foi motivada pela seguinte tradição islâmica?

"When judgment day arrives, Allah will give every Muslim a Jew or Christian to kill so that the Muslim will not enter into hell fire." -- Mohammed (Mishkat Al-Messabih, vol. 2, no. 5552.)

O video de cima foi removido, mas eis aqui um novo:

domingo, junho 21, 2009

Como boicotar Israel e os Judeus

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