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sábado, setembro 29, 2012

O que levou Adolf Eichmann a rejeitar a salvação?

Fonte

Adolf Eichmann (1906–1962) foi um dos principais arquitectos do Holocausto Nazi, onde seis milhões de Judeus foram sistematicamente assassinados. A sua função era a de manter a capacidade de matança dos campos de concentração, providenciando um fluxo constante de vítimas.

Depois de ter sido capturado na Argentina (1960), ele foi julgado por crimes de guerra em 1961, num tribunal de Jerusalém, declarado culpado, e sentenciado à morte. Depois do seu julgamento, o Rev. William L. Hull, que passou 27 anos em Israel como missionário Cristão, foi designado como conselheiro espiritual do condenado pelo Ministério Israelita dos Assuntos Religiosos.

Entrevistando um assassino

Durante o ano de 1962, e por um período de 50 dias - desde o dia 11 de Abril até ao dia em que ele foi executado, 31 de Maio - Hull levou a cabo 14 entrevistas com Eichmann (cada uma com a duração de uma hora) quando ele se encontrava na sua cela em Ramleh. Na primeira destas emtrevistas Hull deu a Eichmann uma Bíblia em alemão, e as entrevistas que se seguiram tomaram a forma de discussões em torno de versículos escolhidos por Hull que Eichmann concordou em ler entre as entrevistas.

Muitos destes versículos lidavam com assuntos como o julgamento de Deus sobre todos os homens, e incluíam passagens como Lucas 12:3-5, Salmo 9:17, Hebreus 9:27, Romanos 1:16-32, e passagens do Evangelho tais como João 3 e João 14:6. No total, Hull usou mais de 70 passagens Bíblicas.

The Struggle for a Soul é a descrição de  Hull  do que transpirou desses encontros. No prefácio, Hull cita uma razão para escrever o livro:

O mundo tem  direito de saber, se é que se pode saber, como é que um ser humano se disponibilizou para ser usado como tal instrumento de destruição. . . .que sirva de aviso contra ele, uma vez que foi o mundo que produziu um Adolf Eichmann (p. xii).



Hull continua afirmando que  "Eichmann morreu negando fé em Jesus Cristo, e negando precisar que qualquer Mediador [entre ele e Deus]", e que "a sua rejeição quase pública de Jesus Cristo desassociou-o completamente, bem como os seus actos malignos, do Cristianismo" (p. xiii)

Hull ressalva que não havia nada de confidencial ou de confessional no que Eichmann disse uma vez que o Chefe Prisional encontrava-se presente durante as entrevistas, para além de estarem presentes quatro guardas (que ouviram todas as palavras que ele disse - p. xi), bem como a Srª Mrs Hull, que serviu de intérprete. Para além disso, Eichmann nunca chegou a fazer qualquer admissão de culpa.

Durante estas entrevistas, Eichmann confirmou que ele havia sido educado na Igreja Evangelische (p. 34), mas que não acreditava que Jesus havia morrido para salvar os pecadores (p. 37). Eichmann disse que encontrou Deus na natureza (p. 35) e através do que os filófosos escreveram (p. 83). Ele disse que o Antigo Testamento "mais não era do que uma colecção de histórias e fábulas Judaicas" (p. 23), e que ele não tinha qualquer uso para o Novo Testamento. (p. 30).

Ele não acreditava no inferno (p. 24) ou em Satanás (p. 86), e não acreditava que alguém precisasse dum Salvador (pp. 132–33, 140). Ele declarou "Não tenho nada a confessar", "Não tenho pecado", e "Não me arrependo de nada" (p. 83). Outros assuntos levantados por Eichmann inclu´´iam o Budismo, e as crenças de Kant, Planck, Schopenhauer, Nietzsche e Spinoza.

O evolucionismo de Eichmann

Houve um tópico que Eichmann mencionou pelo menos seis vezes, em visitas distintas: a sua crença na teoria da evolução e nos milhões  de anos.
  1. Durante a segunda visita de Hull, Eichmann perguntou, “Se Deus precisava de enviar o Seu Fillho, porque é que Ele esperou? Porque é que Ele não O enviou milhões de anos mais cedo?” (p. 36).

  2. Na terceira visita, Hull pediu-lhe que lesse Génesis 2:7. Eichmann leu em voz alta: "E formou o Senhor Deus o homem do pó da terra, e soprou em seus narizes o fôlego da vida: e o homem foi feito alma vivente." Eichmann respondeu imediatamente , "Mas eu não acredito que o homem foi criado por Deus. A minha crença é a de que o homem evoluiu a partir dum protoplasma". (pp. 46–47).

  3. Durante a quarta vista Eichmann perguntou outra vez, “ … porque é que Deus esperou … milhões de anos, desde o princípio da criação, e só disponibilizou esta salvação através do Seu Filho há 2,000 anos atrás?” (p. 53).

  4. Depois desta visita, Eichmann escreveu uma carta a Hull: “Não me encontro pronto a aceitar o que quer que seja que contradiga as minhas concepções naturalistas.” Disse ainda “ … durante os milhões de anos de transformação, o homem desenvolveu-se de modo progressivo até se tornar no ‘Homo sapiens’” (p. 77).

  5. Na sexta visita Eichmann repetiu, "Durante milhões de anos Deus criou e preparou o mundo” (p. 69).

  6. Então, numa longa carta que Eichmann escreveu a Hull, que surgiu da sua oitava visita, ele citou o Papa Pio XII dizendo “o início do tempo pode ter acontecido há cerca de 10 mil milhões de anos atrás.” Ele citou também Spinoza afirmando que “neste mundo não exista nada que seja maligno nele mesmo”.  Ele acrescentou o seu próprio comentário: “O Homem. o produto dum desenvolvimento ordenado pelo Criador, encontra-se ainda na fase inicial do seu desenvolvimento, a caminho da perfeição.” E: “O nosso antigo instinto animal desaparecerá mediante o esforço presente em nós mesmos. Mas o desenvolvimento humano rumo à perfeição tem que ser quantificado não em gerações mas em eões” (pp. 146–49).


Claramente, Eichmann tinha uma mundivisão evolucionista. Embora comparativamente este seja um termo moderno, isto não significa que os efeitos deste sistema de crenças não  existiam em 1962.


O Darwinismo Racial, proposto por Hitler e absorvido por Eichmann, influenciou todo o seu pensamento e forneceu-lhe a base racional para a sua participação no Holocausto Nacional Socialista sem qualquer tipo de condenação pelo que fez. Também lhe preveniu de aceitar a verdade de qualquer dos versos que Hull lhe citou.

Parece que Hull não se apercebeu da chave para a alma de Eichmann, embora Eichmann lhe tenha agitado a bandeira em torno dela em pelo menos seis ocasiões distintas da sua interacção.  Como já vimos, o prefácio de Hull culpou "o mundo" por produzir um Adolf Eichmann, no entanto, foi a crença evolucionista de Eichmann, de que a Terra tem milhões de anos (com tudo o que isso implica), que motivou as suas acções e endureceu a sua consciência.

Essa crença evolucionista revelou-se um bloqueio absoluto nas tentativas de Hull em levá-lo a, pelo menos, levar em consideração qualquer dos versos do Evangelho retirados da Bíblia (que ele leu ou que lhe foram citados).

Curiosamente e surpreendentemente, no seu livro, e na linha que se seguiu à citação do Papa Pio XII que Eichmann fez em torno dos "dez mil milhões de anos", Hull acrescentou um parentesis:  (Segundo a datação radioactiva, foi há cinco mil milhões de anos.)” (p. 147). Isto parece indicar que o próprio Hull acreditava nos "milhões de anos". Será que isto indica que ele era um evolucionista teísta?

De qualquer das formas, parece que Hull não ofereceu qualquer refutação científica ou Bíblica ao sistema de crenças evolucionista de Eichmann, e nem viu necessidade de o fazer.

A mensagem para nós, Cristãos

A mensagem para qualquer Cristão quer quer ganhar almas para Cristo nos dias de hoje é clara. Não só ele tem que subscrever a visão Bíblica sem qualquer tipo de reservas, e aceitar a Autoridade total da Palavra de Deus, como tem que ser capaz de manter e defender essa visão contra os argumentos da visão mantida pelos outros. Basicamente, ele tem que substituir a cosmovisão não-Bíblica da pessoa que quer ganhar para Jesus pela visão Bíblica.

Como diz Hull no seu prefácio (p. xiii), é verdade que “A salvação não é o resultado de se vencer debates ou de se convencer alguém da sabedoria de ser salvo . . . [mas] o resultado do Evangelho ser pregado a um coração amolecido e suavizado pelo Espírito Santo”. No entanto, duas coisas têm que ser ditas:
  1. Qualquer pessoa que quer manejar a Espada do Espírito ("que é a Palavra de Deus" - Efésios 6:17), tem que se certificar primeiro que a mesma não está bloqueada pela não aceitação da autoridade da mesma pela pessoa que a maneja.
  2. Também é verdade que antes do "solo pedrajoso" se tornar "bom solo", as pedras têm que ser primeiro retiradas.
Quão trágico que Hull não tinha respostas para os argumentos centrais e determinantes da cosmovisão de Eichmann. A Bíblia inequivocamente descreve uma criação recente do universo e da Terra, e  especificamente  atribui estas actividades aos actos imediatos de Deus através do Poder da Sua Palavra.


Para além disso, existe uma vasta gama de evidências no mundo físico à nossa volta que demonstra que o Registo Histórico reportado no Livro de Génesis não só é o correcto, como é a forma como o universo e a Terra vieram a existir (Romanos 1:20).

Quantas pessoas existem hoje que precisam de ser convencidas desta verdade antes de aceitarem que precisam da salvação que Deus gratuitamente disponibiliza?

1 Coríntios 1:18 lembra-nos duma coisa muito importante: "Porque a palavra da cruz é loucura para os que perecem; mas, para nós, que somos salvos, é o poder de Deus."

* * * * * * *
A importância de Génesis fica mais uma vez demonstrada através dos momentos finais da vida de Eichmann, e através da forma como ele usou a teoria da evolução para justificar a rejeição da salvação gratuitamente oferecida por Deus. É precisamente com esse propósito que o inimigo das nossas almas criou a teoria da evolução: para separar o homem de Deus e colocá-lo na rota do inferno.

Todos os Cristãos sabem (ou deveriam saber) que a fé na evolução é um passo que é dado depois de se ter perdido a fé em Cristo. Ou seja, embora existam pessoas que afirmam ter perdido a fé em Cristo "depois de ler Darwin", a verdade dos factos é que a sua fé já estava perdida antes disso ; ela só buscava uma forma de se justificar.

No entanto, apesar do uso da teoria da evolução ser uma desculpa a posteriori que os ateus usam para justificar a sua rejeição da Moralidade Bíblica, a verdade dos factos é que é muito importante que o Cristão esteja munido com os versículos e com os dados científicos relevantes de modo a que ele possa contradizer o ateu,  e mostrar a ele que a sua rejeição nada tem a ver com a ciência, mas sim com a sua aversão de ter que responder a Alguém.


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terça-feira, dezembro 14, 2010

Sinisterismo - A religião secular da mentira

"The behavior of power-intensive regimes such as Nazism and Stalism is best explained by a shared hostility toward Christianity and Judaism."

URL - http://www.intellectualconservative.com/2006/02/23/bruce-walker%E2%80%99s-sinisterism-secular-religion-of-the-lie/

sexta-feira, dezembro 03, 2010

O racismo dos palestinos

"Nunca irei permitir que um só judeu viva entre nós em terra palestina." - Mahmoud Abbas, (Presidente Palestino e "Parceiro da paz") 26 de Agosto de 2010

Estou disposto a permitir um terceiro interveniente como a NATO na supervisão dos acordos, mas nunca iria concordar com a presença de judeus entre as forças da NATO, ou permitir que um só judeu viva em terras palestinas."Mahmoud Abbas - citado pela Wafa, a agência noticiosa oficial da Palestina, e publicado no dia 28 de Julho na sua versão em árabe da entrevista de Abbas aos média egípcios.

"Vender terras aos Judeus é uma ofensa enorme, punível com a morte." - Afirmado pelo Procurador Geral da Autoridade Palestina Ahmed al-Mughni no seu bem sucedido apelo aos tribunais palestinos para manter a pena de morte a quem vendesse terras aos Judeus. 20 de Setembro de 2010.

Pergunta para os esquerdistas: será que isto não qualifica como actos de apartheid? Ou será que o vosso multiculturalismo só vê "racismo" quando o mesmo é feito pelos ocidentais?

"Judeus não, por favor! Quero tornar a Palestina judenrein."

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segunda-feira, outubro 11, 2010

Mulher judia e sua filha escapam a ataque palestino

É com estas pessoas que os Judeus são obrigados a fazer "acordos de paz".

segunda-feira, outubro 04, 2010

Amor não correspondido: evangélicos e judeus

Alguns líderes israelitas começam a ver quem de facto está do lado de Israel.
Dr. Stuart Schwartz
Quem teria pensado que a maior arma no combate à crescente onda de antissemitismo nos Estados Unidos de Obama se encontraria nestas palavras: “Jesus me ama! Disto eu sei, pois é o que a Bíblia me diz.
Os filhos dos cristãos evangélicos cantam este hino em escolas bíblicas de todo o país, refletindo a crença em uma vida vivida de acordo com a vontade de Deus, tal qual revelada na Bíblia. Nada de relativismo moral aqui: de um lado, uma existência que honre a Deus; do outro, o pecado e a rebeldia. Certo e errado — simples assim. E é esta visão bíblica do mundo que embasa o apoio inabalável dos cristãos evangélicos a Israel e ao Judaísmo. Como o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu observou, Israel e os judeus “não têm maiores amigos e aliados” do que a comunidade de 70 milhões de cristãos evangélicos dos Estados Unidos — amigos melhores, na verdade, do que boa parte da comunidade judaica americana.
Sua visão de mundo — influenciada pelos valores judaico-cristãos que embasam as Escrituras — sempre tem levado os evangélicos à conclusão de que a obra-em-curso conhecida como Israel merece apoio, em uma região do mundo onde brutalidade, terrorismo, e desprezo às mulheres são o status quo. Enfatizando o valor individual e uma vida correta, os israelenses possuem uma clareza moral que lhes permitiu construir uma democracia que está em sexto lugar entre 35 países democráticos no que diz respeito à justiça, próximo aos Estados Unidos. Os evangélicos americanos reconhecem isso, parcialmente contrabalançando o apoio suicida que uma parte significativa da comunidade judaica dá ao Partido Democrata, que se alia com aqueles que desejam eliminar os judeus, tanto estrangeiros quanto domésticos. Uma medida do poder desse apoio é o trabalho a que os esquerdistas têm se dado, diz Ed Lasky, da American Thinker, para criar uma cisão entre os evangélicos e Israel.
O Cristianismo continua a pôr de lado uma longa história de antissemitismo, para se investir do que os evangélicos, cada vez mais influentes, veem como uma perspectiva divina do povo judeu. O manual de teologia evangélica mais popular em voga é bastante direto em sua instrução aos crentes: reverenciar e respeitar o lugar especial dos judeus, do Judaísmo e de Israel no plano de Deus para a humanidade. Zev Chafets, politico israelense e ex-colunista do New York Daily News, chama a aliança judaico-evangélica de “um casamento feito no céu.” O Dr. Randall Price, líder do prestigioso instituto de estudos judaicos da Liberty University (universidade evangélica), tem uma relação de 30 anos com Israel, baseada na ordem para “amar a Deus, amar Israel e amar os judeus” dada pelas Escrituras.
Essa abordagem de base bíblica produziu um forte apoio evangélico. O turismo cristão manteve vivo o setor de turismo Israelense, enquanto os judeus o evitavam. O Ministério do Turismo israelense informa que 1.8 milhões dos 3 milhões de visitantes do ano passado eram cristãos, totalizando um aumento de 40% nos últimos oito anos, entre os cristãos dos Estados Unidos.
Os evangélicos são dramaticamente mais simpáticos a Israel do que os quase seis milhões de judeus americanos que, de acordo com a Pesquisa Populacional Judaica Nacional, se identificam como judeus reformados e/ou seculares, muitos dos quais são hostis, tanto a Israel quanto ao Judaísmo de base bíblica. Eles rejeitam Deus em favor da “nacionalidade.” Como Dennis Prager, o colunista e apresentador de talk show que se descreve como um judeu que honra a Bíblia observa, "a religião deles raramente é o Judaísmo.” Ao invés disso, “é todos os ‘ismos’ da esquerda. Eles incluem liberalismo, socialismo, feminismo, marxismo e ambientalismo.”
Resultado: Deus se tornou o inimigo de um número significativo de judeus americanos e os inimigos de Deus, seus aliados. O destacado erudito James Q. Wilson, ex-professor de Harvard que ganhou a Medalha Presidencial da Liberdade pela “clareza moral” de sua erudição, apontou que, na verdade, Deus está de permeio, entre a metade progressista e mais visível da comunidade judaica americana e os evangélicos. Os evangélicos olham as Escrituras como um guia para uma existência moral, enquanto que os judeus progressistas são radicais ordinários que veem Deus como um mito opressivo.
Ele prossegue: Depois que “as ideias do marxismo sobre o proletariado comprovaram ser falsas e o capitalismo provou ser o melhor meio de se alcançar a abundância econômica,” a esquerda substituiu “o proletariado” com “o oprimido” como seu “objeto de afeição.” Para a esquerda judaica, “Israel apenas substituiu John D. Rockefeller no topo de sua lista (de inimigos)”. Esses judeus são parte de uma fervorosa esquerda para a qual faz sentido que os cristãos evangélicos apoiem Israel, pois ambos reforçam o terrorismo com sua opressão aos “indefesos.” O caso em questão: o judeu furiosamente marxista e antissemita Dr. David Boyarin, um professor de Talmude (comentários tradicionais à bíblia judaica) na Universidade da Califórnia, em Berkeley, que afirma que a mais alta forma de judaísmo é a destruição de Israel e que a composição da raça judaica — se deixada crescer — resultará na opressão dos outros por parte dos judeus.
Os judeus americanos precisam repensar as alianças. O colunista e comentarista da Fox News Charles Krauthammer alerta a comunidade judaica de que “é um sinal da desorientação de um povo aflito e confuso que nós devamos achar tão difícil distinguir nossos amigos de nossos inimigos.” Ele bem pode ter tido em mente os comentários do rabino Eric Yoffie, que dirige a maior e mais amplamente secular afiliada do judaísmo americano (e que menos apoia Israel). Yoffie comparou líderes evangélicos como o falecido Dr. Jerry Falwell a Hitler. Entretanto, de acordo com Yechiel Eckstein, o rabino ortodoxo que dirige a Associação Internacional de Cristãos e Judeus, Falwell teve uma longa e intensa relação de amor com Israel e o Judaísmo, baseada em valores bíblicos comuns — em outras palavras, porque foi o que a Bíblia lhe ensinou. Outro judeu americano progressista, o líder de uma das maiores organizações judaicas nos Estados Unidos, a Liga Anti-Difamação, recentemente “declarou guerra contra os cristãos conservadores.” Os judeus progressistas têm demonstrado que, na ausência da fé no Deus das Escrituras e de uma visão de mundo baseada na Bíblia, os judeus americanos tendem à hostilidade contra Israel e à moralidade inspirada por Deus que define o judaísmo centrado na Bíblia (veja “Pensamento Progressista Judaico e o Novo Antissemitismo”). Na verdade, como o pensador americano Richard Baehr coloca, muitos já estão “trabalhando para o inimigo.”
Rodney Stark, o sociólogo educado em Berkeley que fez grande carreira explodindo o dogma das esquerdistas Elites do Conhecimento (o título de seu recente e altamente louvado estudo dos efeitos do Cristianismo sobre a cultura dá uma ideia de sua abordagem, “The Victory of Reason: How Christianity Led to Freedom, Capitalism, and Western Success” [A Vitória da Razão: Como o Cristianismo levou à Liberdade, ao Capitalismo e ao Sucesso Ocidental]), usa um estudo para mostrar que os “judeus irreligiosos” compõem uma parcela significativa das elites altamente educadas que estão abertas às religiões da Nova Era e a movimentos cúlticos. Os judeus irreligiosos afluem a movimentos semirreligiosos, tanto políticos quanto sociais, porque eles “carecem de uma ancoragem (na) fé convencional” das tradições judaico-cristãs. Em outras palavras, eles estão espiritualmente desnutridos.
Como Pogo, o personagem dos quadrinhos, (e gambá não sectário), famosamente disse, "Nós encontramos o inimigo e ele é a gente." Sem referências bíblicas, os judeus progressistas americanos se enfiaram em uma cena autodestrutiva de bar saída de Jornada nas Estrelas, um boteco Mos Eisley de liberais típicos, acadêmicos marxistas, e elites políticas e midiáticas abrindo o caminho a rosnadas rumo a sua aniquilação.
Talvez seja a hora de a outra metade mostrar sua cara. A parte menos visível da comunidade judaica americana teria, nos evangélicos, aliados fiéis, a exemplo de Israel, apoiando, juntamente com eles, as tradições judaico-cristãs e uma nação de Israel que tem sempre demonstrado moralidade e moderação para com aqueles que buscam destruí-la.
O que seria necessário? O primeiro passo para a comunidade judaica americana é adotar o slogan que surgiu de suas tradições bíblicas, servindo de fundação para o apoio cristão aos judeus e Israel: "Em Deus confiamos."
O Dr. Stuart H. Schwartz é ex-executivo na área de jornalismo e de vendas. Atualmente estuda na Liberty University, em Lynchburg, Virginia.
Tradução de Larry Martins, da equipe do blog DEXTRA, feita por recomendação e a pedido de Julio Severo
Texto original: The American Thinker
Divulgação: www.juliosevero.com

quinta-feira, setembro 30, 2010

A outra Palestina

Mais informação que não chega aos ouvidos do mundo. Talvez seja porque os factos não correspondem com o mito do "pobre palestino" que nos é oferecida diariamente.
A outra Palestina

A Palestina vive uma guerra civil larvar, mas os media ignoram este facto. O Hamas e a Autoridade Palestiniana adiam ad eternum as eleições, mas os media ignoram o facto. Porquê?

I. Na narrativa dos media europeus (e portugueses), a Palestina só aparece quando um grupo de palestinianos troca tiros com o exército israelita. Esta é a Palestina dos picos mediáticos. Porém, existe outra Palestina, mais constante, mais corrente, a Palestina do dia-a-dia. Sucede que esta Palestina não aparece nos nossos media. Mas convém acompanhar a Palestina durante os 350 dias do ano em que não há notícias sobre tanques israelitas a contra-atacar (contra-atacar).

II. Nessa Palestina do dia-a-dia, a Fatah e o Hamas vivem uma guerra civil larvar, e o Hamas até ataca campos da ONU. Nessa Palestina quotidiana, Salam Fayyad (Cisjordânia) e Ismail Haniyeh (Gaza) controlam a política com punho de ferro, adiando para as calendas gregas as eleições que já deviam ter acontecido. Aliás, a Autoridade Palestiniana já anulou três eleições no último ano, e, não por acaso, os mandatos legislativos e autárquicos já expiraram .

Ou seja, a moderada AP está a construir outro estado autoritário no Médio Oriente. Não é totalitário como a Gaza do Hamas. É só autoritário. É uma espécie de islamismo on the rocks. Sob o patrocínio dos governos europeus (que financiam a Autoridade Palestiniana), Fayyad está a construir um estado autoritário e policial, com um evidente desprezo pelo parlamento e pelos jornalistas (jornalistas independentes, que não seguem a linha oficial, são silenciados).

III. E, como é óbvio, este autoritarismo é "legitimado" com manifestações e actos contra Israel. Enquanto cria um estado autoritário contra as liberdades dos palestinianos, Fayyad faz discursos e paradas anti-Israel. Moral da história: Telavive é o fantasma externo que legitima estes excessos internos; estes pequenos ditadores palestinianos precisam do estado de guerra com Israel para se perpetuarem no poder.

IV. Ora, deste lado do Mediterrâneo, os media não falam desta Palestina quotidiana. Deste lado do Mediterrâneo, a malta só se lembra da Palestina quando troveja em hebraico. Por que razão a Palestina não interessa nos 350 dias em que os trovões israelitas estão calados?

segunda-feira, setembro 06, 2010

O que os muçulmanos realmente querem em relação a Israel

Pela boca morre o peixe.

sábado, setembro 04, 2010

Terrorristas Islâmicos usam crianças como escudos humanos

Usam as crianças como escudos e depois usam a morte dessas mesmas crianças como propaganda contra Israel.




domingo, agosto 08, 2010

Muçulmano Cuja Filha Foi Curada Por Médicos Judeus Mata Polícia Judeu

O adágio "dá-lhe uma mão e eles pedem o braço todo" não é novo, e nem é novo em referência aos muçulmanos e os seus ataques aos judeus, cristãos, Israel, americanos, o ocidente, etc, etc... Nem deveria ser novo para todos os esquerdistas que se juntam para atacar Israel e legitimar o terrorismo islâmico.

Infelizmente, os esquerdistas não aceitam que os muçulmanos estejam ideologicamente motivados contra Israel, e portanto vêem os ataques do calibre que se fala em baixo como "anomalias não representativas" dos muçulmanos.

Esta história é mais um exemplo em como o mais pacífico tratamento judeu feito aos muçulmanos - e aos terroristas do Hamas - é "recompensado" com a matança de mais judeus. As consequências de se desconhecerem as motivações religiosas dos muçulmanos, e forçar-se os judeus que fazerem "paz" com os mesmos (à força) tem consequências mortais.

shukisofer

Shuki Sofer, Zichrono LiVrachah [Abençada Seja a Sua Memória]: Assassinado Por Um Terrorista do Hamas Cuja Filha Foi Tratada Por Médicos Judeus e Caridade Judaica.

Um terrorista do Hamas que emboscou e assassinou um polícia israelita no mês passado, é o pai de uma menina de 6 anos que foi tratada por judeus israelitas no Hospital Hadassah em Jerusalém. Duas semanas antes de assassinar o polícia de 39 anos Yehoshua “Shuki” Sofer, a filha do terrorista foi sujeita a uma operação onde lhe foi removido um tumor da vista.

Toda a operação e o trabalho dos médicos foi pago por uma instituição de caridade Israelita. Se calhar isto faz dela mais saudável para odiar os judeus no futuro, tal como o seu pai.

O terrorista muçulmano que levou a cabo o assassínio planeavam vestirem-se como judeus religiosos e raptar judeus.

O ódio vem da ideologia.

Tanto amor, paz e mútuo entendimento. "Obrigado por curares a minha filha, judeu. Agora vou-te matar!"

Porquê tanto ódio aos judeus? Ora, porque isso é algo que emana dos ensinamentos da sua religião. Durante os seus 23 anos de ministério o "profeta" do Islão teve sentimentos mistos em relação aos judeus. Inicialmente, quando ainda era militarmente fraco e não tinha muitos adeptos, ele tentou fazer-se passar por um profeta na mesma linhagem dos profetas da Bíblia Hebraica. A dada altura ele rezava juntamente com os judeus voltado para Jerusalém (e não para Meca, como os muçulmanos fazem hoje em dia).

Mas os judeus claramente viram que Muhammad era uma farsa, e portanto rejeitaram a sua "mensagem". Isto fez com que o "profeta" se sentisse exposto e fragilizado perante eles e perante os árabes. Mas como não tinha exército e forma de reduzir a influência maciça dos judeus, Muhammad conteve-se.

Quando ele se mudou para Medina e começou a ganhar adeptos e homens de guerra, ele começou a exterminar as tribos judaicas uma a uma. Khaibar foi invadida depois de Muhammad e os seus seguidores terem sido negados acesso à "Kabah". Foi nessa invasão que Muhammad torturou um judeu como forma deste lhe dizer onde é que ele tinha escondido o ouro da tribo:

At the Massacre of Khaybar, Muhammad brutally tortured a Jewish chieftain for extracting information about where he had hidden his treasures. When the treasure was uncovered, the chieftain was beheaded.
Um "profeta" de Deus a torturar um homem como forma de extorquir o seu dinheiro não é algo muito digno. Antes disso Muhammad já tinha decapitado cerca de 800 homens e jovens judeus da tribo Banu Quraizah (Ver este texto).

A lista de ataques (verbais e físicos) de Muhammad aos judeus é longa, portanto não iria caber aqui. O que interessa reter destes dados históricos é que quando os muçulmanos atacam e matam os judeus, eles estão a agir de acordo com a sua fé uma vez que foi isso que o seu "profeta" lhes ensinou. É legítimo nos culparmos a religião uma vez que a sua motivação para tais actos é exactamente aquilo que a sua fé lhes diz.

É triste que haja pessoas que tentem equivaler o ódio que os muçulmanos tem aos judeus (ensinado pelo seu "profeta") com aquilo que os cristãos fizeram aos judeus durante muitos séculos. Enquanto que o que os muçulmanos fazem está de acordo com o Islão, aquilo que os "cristãos" fizeram aos judeus contradiz a Bíblia.

Mas não esperem que os factos mudem a semântica ateísta contra o cristianismo uma vez que a sua "lógica" não é baseada em factos mas em mitos.


quinta-feira, agosto 05, 2010

Aristades De Souza Mendes - Herói Português

Este texto é um bocado longo para se traduzir, mas acho que é fácil de entender o que lá está.

Este homem provavelmente fez mais pelo bom nome da nação portuguesa do que muitos homens que hoje em dia são tidos em grande conta na nação lusitana.

Notem como a sua fé católica foi uma das forças motivadores para a sua acção salvadora, mas de certo que esse "pequeno detalhe" é emitido quando a sua coragem é contada. Numa altura em que os cristãos estão a ser atacados por todos os lados (tal como o Senhor Jesus Cristo disse que iria acontecer) é bom ver um blog judeu a saudar o comportamento deste católico. (Ênfase adicionado)

Aristades De Souza Mendes - Tribute To A Hero



I'd rather be with God against man than with man against God.."
- Aristades De Sousa Mendes


The miracle of courage is an amazing thing when it happens on the battlefield..but some times it is even more pronounced when it amounts to doing the right thing when doing the right thing is difficult and costly and simply following the herd is easy.

Today, June 17, 2010, a special ceremony is being held in Portugal in honor of the Portuguese Consul Aristides de Sousa Mendes. A Mass of Thanksgiving was celebrated in his honor by D. Tomaz da Silva Nunes, the Bishop of the Patriarchate of Lisbon.

Arisitades De Sousa Mendes was the Portuguese consul general in Bordeaux, France, when the Nazis invaded in 1940.By then, few people had any illusions left about Hitler's plans for the Jews unless they simply preferred not to know.

Thousands of refugees fled to the south of France in the wake of the Nazi invasion, desperate for a haven. For most of them, particularly Jews, the only possible escape was to make it to the Portuguese port of Lisbon or one of the Spanish ports, which meant getting a Portuguese transit visa to leave France and enter Spain.

De Sousa Mendes was specifically instructed by his government not to issue any transit visas, especially to Jews. Instead, De Sousa Mendes defied his own government's instructions and he and a handful of his staff worked around the clock to issue visas to an estimated 10,000 Jews and 20,000 other people fleeing the Nazis.

The following is from Yad Vashem's website:

Rabbi Haim Kruger, one of the refugees, told Mendes: “If we should be trapped here, I don’t know what will happen to us.” The rabbi rejected Mendes’ initial offer to issue visas only to the rabbi and his family, insisting that visas also be issued to the thousands of Jews stranded on the streets of the city. After further reflection, Mendes reversed himself and decided to grant visas to all persons requesting it. “I sat with him a full day without food and sleep and helped him stamp thousands of passports with Portuguese visas,” Rabbi Kruger relates. To his staff, Mendes explained: “My government has denied all applications for visas to any refugees. But I cannot allow these people to die. Many are Jews and our constitution says that the religion, or politics, of a foreigner shall not be used to deny him refuge in Portugal. I have decided to follow this principle. I am going to issue a visa to anyone who asks for it – regardless of whether or not he can pay... Even if I am dismissed, I can only act as a Christian, as my conscience tells me.”


It was an unseemly sight as people of all ages, including pregnant women and sick persons, waited in line to have their passports stamped with the Portuguese visa. The reaction of the Portuguese government was not long in waiting. Two emissaries were dispatched to accompany home the insubordinate diplomat. On their way to the Spanish border, the entourage stopped at the Portuguese consulate in Bayonne. Here too, Mendes, still the official representative of his country for this region, issued visas to fleeing Jewish refugees, again in violation of instructions from Lisbon.

He saved these people's lives.

For this heroic act, Aristades De Sousa Mendes was recalled to Lisbon, fired from Portugal's diplomatic service, publicly dishonored and denied a pension by Portugal's dictator Antonio Salazar. He was forced to sell his family estate in Cabanas de Viriato to support his family and spent the rest of his life in poverty and obscurity, dying in 1954.

Aristades De Sousa was named a Righteous Gentile and is honored at Yad Vashem in Israel,the museum dedicated to the victims of the Holocaust

In 1988 Portugal's parliament voted unanimously to make amends and approved a bill that posthumously reinstated him as a diplomat, promoted him to the rank of ambassador and paid compensation to his surviving relatives, who used the money to repurchase the family home.

On February 20th of last year, Portuguese Parliament Speaker Jaime Gama presided over a special ceremony celebrating the official launch of a website honoring the life and work of Aristides de Sousa Mendes. It is part of a museum containing a database of photographs, videos and historic documents.



The website's only in Portuguese at this time but will eventually be translated into several languages, and is co-sponsored by the Portuguese government as well as by foreign and national universities and institutions, including the German Foreign Ministry and several Jewish groups.

Aristades De Souza Mendes became a hero when he was put in circumstances where he simply made the choice to do the right thing, no matter what it cost him.

At a time when there is virtual silence by the UN in the face of genocidal threats of a second Holocaust by one of its members, at a time when the carnage of Darfur continues unabated, his example is a welcome one for these troubled times. Some of us may very well be faced with a similar choice in the not too distant future.

Obrigado, o Senor De Sousa Mendes. E pode Deus abençoe a sua memória.

segunda-feira, julho 26, 2010

Artefacto do Tempo dos Juízes Bíblicos Encontrado

A cavilha da roda de uma carroça de ferro ("chariot") foi encontrada em Israel aparentando ser do tempo dos Juízes Bíblicos. A cavilha contém gravada a imagem de uma mulher e está a ser datada como pertencendo aos anos de 1200 Antes de Cristo.

Os pesquisadores acreditam que o sítio onde foi encontrada a cavilha é a antiga Harosheth Haggoyim, o local de origem de Sísera - mencionado na história de Baraque e Débora em Juízes 4 e 5. O artigo na PhysOrg tem mais fotos e o site Bible Places Blog desenvolve esta e outras descobertas científicas que confirmam a Bíblia.


É sempre bom quando encontramos artefactos que emergem de sítios onde eventos Bíblicos ocorreram. Estes achados iluminam mais detalhes sobre a vida e as circunstâncias onde os eventos se realizaram. A arqueologia não pode confirmar/provar as histórias Bíblicas mas a mesma ajuda a validá-las aos mostrar que as mesmas são consistentes com as evidências físicas independentes.

A Arqueologia mostra também que os eventos Bíblicos não são mitos criados num vazio da História, mas sim factos que aconteceram a pessoas verdadeiras em locais verdadeiros - em zonas que podem ser visitadas e verificadas.

A cavilha da roda diz muito pouco em si, mas a soma total dos achados arqueológicos que são consistentes com a Bíblia é suficiente para oferecer confiança acrescida ao leitor das Escrituras de que o Senhor falou e actuou em favor daqueles que confiam na Sua Palavra.

Se naquilo que se pode testar e verificar, a Bíblia é historicamente fiável, porque é que há cristãos que tentam distorcer o Livro de Génesis de modo a este estar de acordo com mitos ateus?

segunda-feira, julho 12, 2010

"I am Israel"

sexta-feira, junho 25, 2010

A Mão de Deus, Israel e Obama

Antes que este vídeo seja removido pela YouTube, aqui fica.

terça-feira, junho 15, 2010

A má-fé contra Israel

Original

Henrique Raposo (www.expresso.pt)

Quando o Hamas mata um israelita com um rocket, a Europa nem suspira. Quando o Hamas destrói o campo da ONU em Gaza, a Europa não diz nada. Bravo.

I. Na semana anterior ao incidente com a tal "frota da liberdade", o Hamas invadiu e destruiu um campo da ONU em Gaza. Porquê? Ora, porque naquele campo existia uma escola onde as crianças aprendiam várias coisas. O Hamas destruiu aquilo, porque a ONU não ensinava ali a sharia. Um acto de cordialidade pedagógica, portanto. Caro leitor, V. ouvir falar disto nas TVs portuguesas? Não, pois não? Claro: as nossas TVs têm uma narrativa para aquela região, que reza assim: "os maus, os israelitas, batem nos bons, os palestinianos". Os factos que não encaixam nesta narrativa (ex.: palestinianos a atacar a ONU) são desprezados.

II. O Hamas não tolera que a ONU encha a cabeça das crianças com porcarias como matemática, ciências ou história. O Hamas quer que as crianças aprendam apenas a sharia e a narrativa do martírio. No ano passado, 200 mil crianças foram educadas nestes campos da ONU. Ou seja, 200 mil crianças foram "roubadas" às mesquitas radicais e "corrompidas" pelas escolas da ONU. O Hamas, claro, não gostou desta fruta pedagógica, e destruiu o inimigo (i.e., a ONU). Caro leitor, V. ouvir falar disto?

III. O director da ONU em Gaza, John Ging, afirma que tem uma missão: impedir que Gaza se transforme num mini-Afeganistão controlado por 'talibãs' palestinianos (Hamas). Caro leitor, V. ouviu falar disto? Não, não é preciso responder.

Os "pobrezinhos" palestinos e os "malvados" judeus

Ó DEUS, não estejas em silêncio; não cerres os Ouvidos nem fiques impassível, ó Deus.
Porque eis que Teus inimigos se alvoroçam, e os que Te aborrecem levantaram a cabeça.
Astutamente formam conselho contra o Teu povo, e conspiram contra os Teus protegidos.
Disseram: "Vinde, e desarreiguemo-los para que não sejam nação, nem haja mais memória do nome de Israel."
Porque à uma se conluiaram; aliaram-se contra Ti

Salmo 83:1-4


Parece que cada vez mais portugueses conseguem quebrar a mordaça informativa que nos chega do Médio Oriente, e conseguem ver a verdade por aquilo que ela é: Israel está a defender-se contra um inimigo ideologicamente motivado.
Tentar perceber

O Luís Naves disse: “Carlos do Carmo Carapinha, em Blogue de Direita, parece não ter compreendido esse facto simples. Segundo diz, Israel avisou que existia um embargo, logo, o que fez era justo. Esta lógica esquece um pormenor: além de ser ineficaz, o bloqueio a Gaza é ilegal; aliás, tal como escreve Gabriel Silva, o bloqueio está a ser desafiado pelo Egipto. Israel vai agora bombardear as pirâmides, é isso?

Não, não é isso. Esta conclusão (a das pirâmides) é, aliás, bastante patetinha. Eu não insinuei que basta Israel «avisar» para ser «justo». Que eu saiba, há uma história anterior ao «aviso». A forma como toda esta questão está a ser discutida revela falta de memória e parece poder ser resumida da seguinte forma:

Um belo dia, o tio Bibi e o tio Ehud, em plena paz perpétua com o mundo árabe, encontraram-se:

Bibi: Ehud, ando aborrecido.

Ehud: É do tédio, Bibi.

Bibi: O que fazer, Ehud, o que fazer?

Ehud: Não sei, Bibi.

Bibi: Ah, já sei! Vamos bloquear a Faixa de Gaza!

Ehud: Bora!

A Faixa de Gaza é controlada pelo Hamas. É de lá que têm partido os ataques a Israel. Para se defender, Israel optou pela prevenção, forçando um bloqueio para impedir a entrada de armas em Gaza. Não é de pipocas, pão ou arroz. É de armamento. Como escreveu Esther Mucznick, concorde-se ou não com a decisão de não permitir a acostagem dos barcos, a realidade é que dificilmente Israel podia não reagir ao desafio que lhe foi colocado.

Para todos os efeitos, e sob todos os prismas, a acção "Frota da Liberdade" contituía uma forte provocação política a um Estado soberano. Tanto mais que as autoridades israelitas propuseram a descarga dos alimentos no porto de Ashod (em Israel), para posterior entrega a Gaza.

Luís Naves recusa-se a tentar compreender isto. E a prova disso é que omite, não reflecte, não expõe as razões do bloqueio, apriorísticas a qualquer análise do que se passou, fazendo crer que eu disse que bastava «avisar» para «legitimar». Ora, o «aviso» existe por alguma razão.

O problema passa por aí: ninguém parece estar muito interessado em compreender o que faz Israel e por que razão o faz. Entre: a) ficar mal visto perante a «comunidade internacional»; e b) facilitar a entrada de armas em Gaza, que poderia conduzir à morte de civis israelitas; Israel optou pelo óbvio, ou seja, pelo que aprendeu a fazer de há muitas décadas a esta parte: defender o seu território de ameaças exteriores. Ineficaz? Não creio: o número de ataques a Israel desceu vertiginosamente nos últimos anos.

Não perceber isto, fazendo de conta que o bloqueio existe por dá cá aquela palha, é pouco sério. Coisa diferente, é discutir se esta forma de agir, que fragiliza a imagem de Israel, é benéfica para a causa israelita. Ou seja, se não havia alternativas (menos desproporcionadas), que evitassem a perda de vidas, não contribuindo para a delapidação da imagem de Israel.

Embora reconheça que esta seja uma forma de discussão provavelmente mais própria de quem vive à distância, como nós. Por ali, não há grande margem de manobra para contemplações.

PS: Quanto à questão da «legalidade», não me parece que seja «legal» atacar civis israelitas a partir de Gaza (nunca vi o Luís Naves sublinhar isso). Mas, como é habitual, os palestinianos, à conta de serem os «pobrezinhos» e «sofredores» desta história, parecem deter uma espécie de salvo-conduto que os absolve permanentemente de todo e qualquer acto de agressão, eufemísticamente tratado como «resistência».

Carlos do Carmo Carapinha

A miséria que é a vida em Gaza

sexta-feira, junho 11, 2010

Onde estão as manifestações esquerdistas em defesa dos homossexuais muçulmanos?

O Henrique Raposo é uma lufada de ar fresco neste país à beira mar plantado. Fico à espera que ele lance o seu olhar à ditadura ateísta que hoje existe no debate em torno das nossas origens.
A hipocrisia da esquerda caviar
Henrique Raposo (www.expresso.pt)

I. A esquerda caviar tem indignações selectivas. Os nossos 'progressistas' apenas ficam incomodados com os actos de Israel e dos EUA. A Coreia do Norte afundou um barco da Coreia do Sul, matando dezenas e dezenas de pessoas. Perante isto, os nossos progressistas nada disseram (para o PCP, a Coreia do Norte ainda deve ser uma democracia). Todos os dias, o mundo muçulmano, lá e cá, viola os direitos das mulheres e dos homossexuais. Que dizem e fazem os nossos progressistas? Nada. Os "progressistas" do BE adoram apoiar os movimentos mais "reaccionários" do mundo (os islamitas).

II. No Egipto, as autoridades civis preparam-se para retirar a nacionalidade a 30 mil pessoas que escolheram casar com israelitas. Em 2005, um líder religioso lançou essa fatwa contra o casamento entre egípcios e israelitas. Ontem, as autoridades civis legitimaram essa fatwa. Perante este acto racista, o que faz a nossa esquerda 'tolerante'? Nada. Como se sabe, o racismo é propriedade dos povos 'brancos'.

III. O que poderá levar a nossa esquerda a fazer uma 'manif' contra um Estado muçulmano? Bom, seria preciso que o Egipto, por exemplo, fizesse leis contra os gays. Mas esperem lá: o Egipto já tem leis contra os gays. "Ser-se gay" no mundo árabe é sinónimo de doença e de morte na prisão. Noutros países islâmicos, "ser-se gay" é o mesmo que morrer através de uma chuva de pedras. Mas a nossa esquerda não faz nada por estes gays. Para a nossa esquerda, os gays muçulmanos são gays de segunda.

...e cristãos.

quarta-feira, junho 09, 2010

Ajuda "Humanitária" Para Gaza Levava Armas de Fogo

Julio Severo
O governo turco está se mobilizando para que as autoridades israelenses sejam julgadas pela Corte Criminal Internacional em Haia, na Holanda, porque Israel “ousou” inspecionar navios “humanitários” destinados aos árabes palestinos. Os navios, que saíram da Turquia, continham também armamento escondido, inclusive foguetes.
Afinal, como é que os árabes palestinos conseguirão prosseguir seus ataques contra Israel sem a ajuda “humanitária” de foguetes e outras armas?
A Turquia, país esmagadoramente muçulmano que tem um longo histórico de derramamento de sangue cristão, ficou histérica com as ações de Israel, que desmascarou o humanitarismo disfarçado. Os “pacifistas” enfrentaram os inspetores militares israelenses com extrema violência. E receberam o devido tratamento e resposta.
Desde quando armamento para uso contra cidadãos israelenses é ajuda “humanitária”? Se, num ousado cenário oposto, uma flotilha com semelhante “ajuda” fosse destinada à minoria separatista curda da Turquia, os turcos reagiriam com delicadeza? Aliás, a mesma Turquia que exige de Israel um estado para os árabes palestinos também persegue a minoria curda na Turquia, por querer um estado! Os bondosos turcos estão determinados a exterminar o desejo dos curdos.
Para os turcos, pode haver perseguição e derramamento de sangue à vontade, desde que não seja contra sua religião muçulmana favorita. Esse é o motivo por que a Turquia condena as tentativas da ONU de condenar o Sudão, cujo governo muçulmano assassinou aproximadamente meio milhão de sudaneses que não são muçulmanos. A maioria dos massacrados são cristãos.
No Conselho de Segurança da ONU — onde há décadas Israel é condenado sistematicamente por pressão dos países islâmicos —, o Sudão é protegido de toda condenação. Mesmo que seis milhões de judeus estivessem sendo assassinados hoje, por pura pressão ideológica a ONU acabaria dando um jeito de condenar Israel e inocentar o Sudão.
O primeiro-ministro turco Recep Tayyip Erdog disse: “Não é possível um muçulmano cometer genocídio. É por isso que estamos à vontade [com a visita do presidente islâmico do Sudão à Turquia]”.
A Turquia não tem motivo nenhum para reconhecer e se opor a genocídios cometidos por islâmicos. Logo antes da 1ª Guerra Mundial, o governo islâmico da Turquia assassinou a sangue frio centenas de milhares de homens, mulheres e crianças armênios cristãos. Até hoje, a Turquia não tolera quando alguém diz que esse massacre de inocentes foi genocídio.
A Turquia fala a partir da posição de quem cometeu genocídio e de quem hoje defende o governo genocida islâmico do Sudão.
Israel responde a partir da posição de quem sofreu o genocídio de mais de 6 milhões de judeus durante a 2ª Guerra Mundial. Com essa trágica experiência, Israel nunca pode descuidar da defesa de suas famílias, mesmo quando um carregamento de armas vem disfarçado em “inocentes” navios de ativistas esquerdistas da paz trazendo bombons e remédios.
Quanto à Corte Criminal Internacional, que tal a Turquia e o Sudão prestarem contas por suas atrocidades contra populações inocentes?

terça-feira, junho 08, 2010

Repórter Dinamarquês: "Não Há Crise Humanitária Nenhuma em Gaza"

Bem, este texto é demasiado longo para traduzir agora, mas entretanto, ficam as fotos de Gaza, aquilo que alguns esquerdistas chamam de "campo de concentração".

Reparem no sofrimento, nas lágrimas, na dor dos palestinos.......enquanto vão às compras para adquirir frutas e vegetais.

Horrível! Nem consigo olhar.



Este sorriso é só para disfarçar.


Reparem no sofrimento destes jovens.

*tapando olhos* Não consigo ver tanto sofrimento. :-/


Nem as crianças escapam à tortura!

Enfim, humor à parte, o que isto mostra é mais uma manobra publicitária com o propósito de fragilizar os Judeus. Não bastava que os socialistas europeus tenham morto cerca de 6 milhões nos campos de concentração. Eles agora querem matar mais 6 milhões de Judeus que tem o descaramento de não se deixar destruir pelos muçulmanos.

segunda-feira, junho 07, 2010

Manifestação em apoio a Israel

Ocorreu em Los Angeles uma manifestação em suporte do estado Judaico de Israel.

Eis aqui a notícia.

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