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domingo, fevereiro 06, 2011

União Europeia: Cristãos não podem ser vítimas

Como de certo se lembram, terroristas muçulmanos mataram cristãos no Egipto durante a passagem de ano. A União Europeia fez uma declaração onde "condenou" o ataque. Uma coisa ficou a faltar nessa "condenação": identificar as vítimas como "Cristãs".

E porquê é que o Politburo europeu não quis identificar a fé das vítimas? Aparentemente porque não seria politicamente correcto usar a palavra "Cristão" na identificação das vítimas.


A Baronesa Ashton (na foto em baixo) está debaixo de grande criticismo depois da UE não chegar a acordo na declaração na qual condenou os ataques às minorias religiosas porque não seria politicamente correcto usar a palavra "Cristão".

A Itália acusou a Lady Ashton, a Ministra dos Negócios Estrangeiros da UE, de excesso de correctismo político. Uma reunião dos ministros dos Negócios estrangeiros da UE não chegou a acordo em relação à condenação da violência sectária durante o Natal, que teve como alvos os Cristãos do Egipto e do Iraque.

As conversações terminaram de forma enervada quando a Itália acusou a Lady Ashton de "excesso" de correctismo político uma vez que ela se recusou a nomear os grupos religiosos específicos vítimas dos ataques muçulmanos.

Franco Frattini, o Ministro dos Negócios Estrangeiros da Itália, exigiu uma resposta por parte da UE em relação à perseguição aos Cristãos depois do atentado suicida no dia do Ano Novo, na igreja Copta no norte do Egipto.

O bombardeamento egípcio segue-se a ataques que se realizaram no Iraque, e aos receios (também expressos pelo Vaticano) de que a perseguição conduza a um êxodo dos Cristãos do Médio Oriente.

O sr Frattini, com o apoio da França, disse que é supérfluo emitir declarações a defender a tolerância religiosa sem mencionar a minoria que está a ser alvo de ataque, nomeadamente, os Cristãos.

Esta posição é um excesso de secularismo, o que está a destruir a imagem da Europa.....O texto final nem sequer menciona os Cristãos, como se estivesse a falar de outra coisa qualquer, por isso pedi que o texto fosse retirado.

Os diplomatas acusaram a Lady Ashton de aplacar as sensibilidades Muçulmanas de modo a evitar um "conflito de civilizações" depois do Egipto ter reagido de forma furiosa ao pedido do Papa Benedito XVI para uma melhor protecção à minoria Cristã do país.


Ficamos a saber, portanto, que a UE, que supostamente conduz os destinos da Europa (antigo bastião do Cristianismo), não consegue usar as palavras "vítimas" e "Cristãs" na mesma frase com medo de ofender os perpétuamente ofendidos muçulmanos.

Que outras coisas a UE se recusa a aceitar devido ao politicamente correcto?

quarta-feira, dezembro 15, 2010

Angela Merkel: O Multi-Culturalism Falhou

Os alemães podem ser muitas coisas (arrogantes, frios, etc) mas há uma coisa que eles não são: burros.

A chanceler alemã Angela Merkel disse aos membros do seu partido que o "multiculturalismo falhou". Merkel acrescentou ainda que as tentativas de se assimilar os imigrantes muçulmanos à sociedade alemã tem sido um fracasso. A BBC reportou:

Os esforços de se construir uma sociedade multicultural na Alemanha "falharam estrondosamente", afirma a chanceler Angela Merkel.

Num discurso feito em Potsdam, ela afirmou que o conceito "multikulti" - onde as pessoas viveriam "lado a lado" em harmonia - não funcionaram.

Os comentários da sra Merkel surgem numa altura em que sentimentos anti-imigrantes por parte de políticos "mainstream" vieram a público. Uma pesquisa recente mostrou que mais de 30% dos alemães acredita que a Alemanha foi "inundada por estrangeiros".

O estudo mostrou também que mais ou menos o mesmo número de alemães acredita que alguns dos 16 milhões de imigrantes existentes na Alemanha vieram ao país apenas devido aos benefícios sociais.

Socialismo: punir aqueles que produzem e dão empregos ao resto da sociedade (via impostos elevados) e premiar aqueles que não querem trabalhar.
A sra Merkel afirmou perante um grupo de jovens membros do seu partido conservador União Democrática Cristã (CDU) que "no início dos anos 60 o nosso país convidou trabalhadores estrangeiros e agora eles vivem cá.....Nós engana-mo-nos e pensamos: "Eles não vão ficar. Mais cedo ou mais tarde eles vão-se embora", mas isto não corresponde à realidade.

"E claro, a tentativa de construir uma sociedade multicultural onde pudéssemos viver lado-a-lado e desfrutar da presença uns dos outros....falhou; falhou desastradamente."

Antes que algum esquerdista auto-pretensioso comece a atacar a sra Merkel de "racismo" e "xenofobia", deixem-me mostrar duas fotos.


A primeira foto pertence a Miroslav Klose e a segunda pertence a Lukas Pudolski. Ambos os jogadores tem origens polacas mas estão perfeitamente integrados na cultura alemã. Apesar de manterem as suas raízes polacas (Klose diz que na sua casa só se fala polaco) ambos conseguiram superar as barreiras que naturalmente poderiam aparecer e tornaram-se jogadores de sucesso pela selecção do país que os acolheu.

Quando a sra Merkel fala de imigrantes que não conseguiram integrar na cultura alemã, ela não está a falar dos polacos, ou dos portugueses ou ainda dos árabes cristãos que lá vivem, mas apenas e só daqueles que defendem uma ideologia que os força a não aceitar a assimilação na nova cultura.

Portanto, a questão aqui não é racismo mas sim senso comum. A sra Merkel finalmente se apercebeu que pessoas que levem a ideologia islâmica para as suas naturais consequências nunca vão ser cidadãos totalmente integrados e assimilados na cultura ocidental.

A tragédia desta realização é que ela vem provavelmente tarde demais para salvar a Europa do seu futuro islâmico.

sexta-feira, outubro 01, 2010

Infanticidas ganham peso na União Europeia

Aparentemente qualquer dia vamos ser obrigados a fazer abortos mesmo que isso seja contra o nosso código moral. Isto é o que acontece quando os "revolucionários" chegam ao poder: a liberdade individual diminui.

A vitória da agenda política feminista e gayzista na União Europeia

A União Europeia prepara-se para retirar ao cidadão o direito à liberdade de consciência — e à objecção de consciência — no que respeita à prática do aborto.


No dia 7 de Outubro p.f. será aprovada uma moção no parlamento europeu que retira ao cidadão a sua liberdade de consciência; nomeadamente retira o direito à objecção de consciência por parte dos profissionais de saúde quando se trate da prática do aborto. Para isso, a União Europeia vai decidir que o aborto é um “direito” inalienável, tal como é um direito inalienável o acesso à alimentação básica; as duas situações — a alimentação básica e o aborto — são assim colocadas pela União Europeia em pé de igualdade e exactamente com o mesmo valor.

A partir do momento em que o aborto é classificado como um “direito” inalienável, os profissionais de saúde são confrontados com uma nova “ética” que coloca as suas posições e convicções pessoais em situação de colisão com “valores mais elevados” a favor do aborto livre. Assim, a objecção de consciência em relação ao aborto será considerada como “um atentado a um direito inalienável”, e portanto, preterida em termos “éticos”.

Isto significa, em termos práticos e que toda a gente entenda, que passará a ser médico ou enfermeiro somente quem não tiver convicções sólidas acerca da vida humana, e todos os que não reconheçam no aborto um “direito inalienável” serão convidados a sair da área da saúde. Os profissionais de saúde que tiverem objecção de consciência em relação ao aborto livre e progressivamente sem limite de tempo para abortar, passam a fazer parte de uma lista negra de tipo estalinista.

O conceito de “saúde reprodutiva das mulheres” — segundo o relatório McCafferty (elaborado por uma feminista radical e lésbica inglesa, de seu nome Christine McCafferty) que será apresentado no parlamento europeu a 7 de Outubro para aprovação — dizia eu, o conceito de “saúde reprodutiva das mulheres” passa a ser sinónimo literal de “aborto livre”, sem restrições de objecção de consciência de quem quer que seja.

A questão que se pode levantar é saber qual é a preocupação de uma lésbica em relação à gravidez das outras mulheres: não só as lésbicas se recusam a ficar grávidas por opção cultural, como querem impôr às outras mulheres o acesso livre e irrestrito ao aborto.

Passa, assim, a ser proibida a objecção de consciência; passa a ser proibido ao cidadão pensar pela sua própria cabeça; o marxismo cultural marca pontos, rumo a um totalitarismo que se torna cada vez mais distinguível e identificável, mesmo pelo cidadão menos esclarecido. O Francisco Louçã, o Jerónimo de Sousa e o José Sócrates, devem estar contentes.

segunda-feira, março 01, 2010

O maior inimigo de Richard Dawkins é ele próprio

  1. Richard Dawkins, e os neodarwinistas e neo-ateístas em geral, dizem que a vida humana (e a vida em geral) é comandada pelo “gene egoísta” ― nada de religião, nada de valores, nada de ideais; tudo se resume à “passagem dos genes à próxima geração”.

  2. A região do mundo mais secularista e mesmo anti-religiosa ― portanto, mais de acordo com a tese de Richard Dawkins ― é a Europa.

  3. A Europa é o único continente que apresenta um declínio da população autóctone (ou seja, os genes não passam à próxima geração).

  4. Em todo o mundo, é nas comunidades religiosas onde podemos encontrar mais crianças (os tais genes que passam à próxima geração).
  • Conclusão: a maior ameaça ao neodarwinismo é o neodarwinismo. O maior inimigo de Richard Dawkins é ele próprio.

sexta-feira, fevereiro 05, 2010

Itália para ateus: "no nossa casa mandamos nós!"

Os italianos ganharam o meu respeito por resistirem ao avanço do ateísmo através do sistema legal. Como, pelos vistos, os ateus não conseguem remover a fé cristã por via do debate, ciência e lógica, os ateus tentam usar o sistema legal para o fazer.

Felizmente ainda existem países que não se envergonham da sua identidade cristã.

Hilary White

ROMA, Itália, 6 de janeiro de 2010 (Notícias Pró-Família) — O Tribunal Constitucional da Itália deu uma decisão declarando a supremacia das leis e costumes italianos sobre as ordens do Tribunal de Direitos Humanos da Europa (TDHE). Em novembro, uma ordem do TDHE sediado em Estrasburgo para que todos os crucifixos fossem retirados das escolas públicas italianas provocou revolta na Itália. Especialistas legais avisaram que a decisão minaria as liberdades religiosas e a soberania nacional em todos os países membros da União Européia.

Mas o Supremo Tribunal da Itália disse que nos pontos em que as decisões do TDHE entram em conflito com as cláusulas da Constituição italiana, tais decisões “carecem de legitimidade”. Piero A. Tozzi, do Instituto Católico de Direitos Humanos e da Família, disse que a decisão tem o propósito de alertar contra veredictos politicamente motivados do tribunal de Estrasburgo e contra suas tentativas de ultrapassar limites de jurisdição.

Depois dessa decisão antes do Natal, veio um projeto de lei, apresentado no Senado da Itália, que pretende regular a exibição de crucifixos em todas as escolas estatais. O Senador Stephen Ceccanti, professor de direito constitucional, disse que o projeto exige que os crucifixos sejam exibidos, “considerando o valor da cultura religiosa da herança histórica do povo italiano e a contribuição dos valores constitucionais, e como sinal do valor e limites da Constituição”.

O projeto, apresentado no Senado em 17 de dezembro, propõe lidar com o problema de crianças cujos pais se ofendem com a presença de um crucifixo permitindo que outros símbolos religiosos sejam exibidos, ou que o crucifixo seja removido em casos individuais em que não se pode alcançar nenhum acordo mútuo.

Em novembro, o TDHE, órgão do Conselho da Europa que é influente nas políticas da União Européia, havia sustentado uma queixa de Soile Lautsi, uma finlandesa atéia com cidadania italiana. Ela disse que seus filhos foram obrigados a ver um crucifixo todos os dias na escola pública que freqüentavam e que isso constituía violação de sua liberdade religiosa. Ela foi compensada em €5000 (US $7200), a serem pagos pelo governo italiano.

O veredicto do TDHE disse: “A exibição compulsória de um símbolo de determinada confissão em dependências usadas pelas autoridades públicas… restringe o direito dos pais de educar seus filhos conforme suas convicções”.

O veredicto do TDHE já havia provocado ultraje nacional entre os italianos, virando manchete durante semanas. Prefeitos de várias municipalidades em todo o país responderam à ordem do TDHE de remover crucifixos ordenando em vez disso que todas as escolas e órgãos públicos que não os tivessem que exibissem um crucifixo ou enfrentassem multas diárias de até €500. Um prefeito, Umberto Macci de Priverno na Província de Latina, Lazio, no centro da Itália, até despachou a polícia local para inspecionar as escolas para garantir que os crucifixos estivessem ali.

O governo italiano prometeu recorrer da decisão do TDHE, citando o Artigo 7 da Constituição italiana que diz: “O Estado e a igreja são, cada um em sua própria esfera, independentes e soberanos”. O relacionamento entre a Igreja Católica e o Estado italiano é regulado pelo Patti Lateranensi, o Tratado de Latrão, que estabelece a coabitação e o reconhecimento mútuo das esferas seculares e religiosas e declara claramente que os crucifixos têm de ser exibidos em escolas públicas e nos tribunais.

Vejam a notícia integral aqui.

quinta-feira, dezembro 17, 2009

União Europeia: o que se temia começa a acontecer

O que se temia em relaçao aos auto-conferidos poderes da União Europeia começa a acontecer.
Lituânia se defende de resolução da Europa favorecendo propaganda homossexual

UE ameaça suspender Lituânia por causa de sua lei que protege menores de idade contra a promoção homossexual

Austin Ruse

WASHINGTON, D.C., EUA, 12 de novembro de 2009 (Notícias Pró-Família) — A luta por causa da propaganda homossexual nas escolas que está ocorrendo entre os Parlamentos Lituanos e Europeus se intensificou nesta semana com o Parlamento Lituano (Siemas) instruindo seu governo a entrar com uma ação legal contra os europeus no Tribunal de Justiça da União Européia (UE).

O argumento começou com a passagem da “Lei de Proteção aos Menores de Idades contra os Efeitos Prejudiciais de Informações Públicas” da Lituânia que proíbe a promoção de “relações homossexuais, bissexuais e polígamas” entre menores de 18 anos. Embora o presidente lituano subsequentemente vetasse a medida, o Siemas derrubou o veto dele e a lei está marcada para entrar em vigor em março próximo.

Como consequência, em setembro o Parlamento Europeu (PE) votou 349-218 para condenar a nova lei e pedir à Agência da UE de Direitos Fundamentais que a analise. O Parlamento também considerou o que é chamado de ação do “artigo 7” contra a Lituânia, que poderia ter resultado na suspensão da Lituânia da União Européia. Jean Lambert, parlamentar britânica, disse na época: “Essa lei viola os Tratados da UE, a Carta da UE e a Convenção Européia de Direitos Humanos, e tem de ser urgentemente revogada nessas bases”.

Além da educação de crianças e direitos dos pais, a questão da soberania nacional é fundamental no debate. Os lituanos insistem em que são livres para promulgar tais leis e que as instituições européias não têm nenhuma “competência” neles. Muitos europeus há muito temem o que vêem como inevitável interferência da UE em assuntos de vida e família.

O Tratado de Lisboa, que entre outras mudanças tornaria a Carta da UE de Direitos Fundamentais obrigatória sobre os membros, foi derrotado pela Irlanda há dois anos em parte por causa de tais questões de soberania. Os eleitores irlandeses acabaram aprovando o Tratado de Lisboa, mas só depois que garantias escritas de soberania foram introduzidas no tratado.

A resposta lituana aprovada recentemente quer que o Tribunal Europeu de Justiça decida a “legalidade” da resolução do Parlamento Europeu e decida, além disso, que a resolução não tem validade. O Siemas argumenta que se a resolução européia não for formalmente invalidada se tornaria “um precedente perigoso”.

A resolução lituana também expressou “tristeza” e “profunda preocupação” que o Parlamento Europeu tentou “duvidar da legalidade da lei aprovada pela grande maioria do parlamento democraticamente eleito de um país membro, embora essa questão não seja da jurisdição do PE”.

Mecislovas Zasciurinskas, membro do Partido Trabalhista lituano, pediu na tribuna lituana: “O que vocês acham: Essa é apenas uma tentativa isolada de interferir nos assuntos de um Estado soberano? Ou é o começo de uma imposição absoluta? Anos atrás chamávamos isso ‘o Controle de Moscou’, a tendência de se meter na vida de todos…”

O conservador Ceslovas Stankevicius disse: “Isso é da competência do Siemas, e o PE não tem nenhum direito de se enfiar nisso, pois a Lituânia não violou nenhuma lei”.

A resolução do Parlamento Europeu não é obrigatória e não tem a força de lei. Contudo, tais resoluções são usadas por ativistas para construir um precedente legal de relações públicas contra o país visado. Embora a Agência de Direitos Fundamentais não seja obrigada a executar a resolução do PE, poderia usar a resolução do PE como incentivo para começar uma investigação.

Este artigo foi publicado com a permissão de www.c-fam.org

Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

Fonte: http://noticiasprofamilia.blogspot.com

Isto é só principio. Mesmo tendo em vista coisas como estas (promoção de pornografia homossexual entre menores) ainda há pessoas que se admiram quando se diz que os secularistas são mais susceptíveis que os cristãos em legitimar a pedofilia. Quem dá legitimidade aos comportamentos homossexuais está a preparar o caminho para os "relacionamentos inter-geracionais" (pedofilia).

quinta-feira, dezembro 03, 2009

Nigel Farage: o Joe Wilson europeu?

Há poucas pessoas como o Nigel na europa, mas ainda há alguns.

quinta-feira, novembro 20, 2008

Corrupção Na União Europeia

E a corrupção continua. Esta é a mesma organização que promove o islão na europa, e combate o criacionsmo bíblico por ser "um atentado aos direitos humanos" (!).

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Sleaze might bring down the EU

Posted By: Daniel Hannan at Jun 11, 2008 at 22:22:00 [General]
Posted in: Politics
Tags:
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corruption, European Parliament, MEPs, Samson, sleaze
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http://blogs.telegraph.co.uk/daniel_hannan/blog/2008/06/11/sleaze_might_bring_down_the_eu
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I wonder whether this is how Samson felt as the pillars rumbled down and the dust filled his mouth.

Over the past week, I've been getting some extremely crotchety emails. "So, when are you MEPs finally going to publish your expenses?" says one. "You people disgust me. Hanging is to [sic] good for you," says another. "I don't suppose you'll tear yourself away from the gravy train for long enough to answer a mere constituent", says a third.
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When will MEPs ever come clean about their expenses?
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Vainly do I remonstrate that it was I who first exposed how European Parliament expenses work in a Daily Telegraph article right back in 1999. Vainly do I protest that I have been harping on about the subject single-mindedly, boringly even, ever since. (See here, here, here and here for examples). As Tim Bell used to maintain: "If they haven't heard it, you haven't said it".
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In the current climate, no one is disposed to distinguish between the MEPs who have come clean about their staff allowances and the ones who haven't. "For he maketh his sun to rise on the evil and on the good," Our Lord tells us, "and sendeth rain on the just and on the unjust."
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And, in a sense, the critics are right. It's not fallen individuals they are angry about; it's an entire system , a system that tends to corrupt, to make good people behave badly. The EU has become a racket, and all who work here, even those who are individually honest, are part of it.
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Just two observations, though. It seems disproportionate that Conservative MEPs, who have come clean about who handles their staff allowances, are being clobbered over information that they have voluntarily placed before the public, while Labour and Lib Dem MEPs, most of whom have refused to disclose equivalent information, have received almost no attention. I'm not trying to justify any wrong-doing: I'm simply wondering why there is no pressure on the other parties to declare where their allowances have gone.
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Second, why is there not equivalent attention in other countries? When are French, German and Italian MEPs going to be asked who their paying agents are, whether they have run any surpluses, whether any money is going to family members?
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It's striking how dismissive people on the Continent can be about Britain's "Europhobic" press. But at least our papers are discharging their primary investigative role. When are their European counterparts going to do the same thing?
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And, while we're on the subject, how many Irish MEPs, currently touring their country in support of the European Constitution Lisbon Treaty, are prepared to tell us who handles their staff allowances?

terça-feira, setembro 02, 2008

"Undercover Mosque"" Regressa

Mais um video onde se vê a verdadeira natureza da religião que a União Europeia defende.

sexta-feira, agosto 15, 2008

A Islamização da Europa Continua

Os corpos de todos aqueles europeus que lutaram para manterem a forma de vida ocidental devem estar a rebolar nos seus caixões.

Os ditadores da união europeia mostram cada vez mais as suas intenções e os seus sonhos de acabar com a cultura dominante na europa, e substituí-la por (mais) uma utopia marxista.

Não contentes em serem uma organização não-represntativa das intenções europeias, os traidores da união europeia tencionam re-escrever a história, e mostrar o islão numa "luz positiva".

Lembrem-se que este islão é o mesmo islão que causou as mortes no 7/7 em Londres, e o atentado em Madrid, para além de 1400 anos de agressões violentas à Europa.

Eis algumas das medidas da "união" europeia:

Resolution 1605 of the Council of Europe

Council of Europe member states should continue to be vigilant in their work to prevent and combat the phenomenon of Islamophobia.

9. In light of the above, the Assembly calls on the member states of the Council of Europe to:

9.1. act strongly against discrimination in all areas;

9.2. condemn and combat Islamophobia;

9.7.6. encouraging the participation of people with an immigrant background in political parties, trade unions and non-governmental organisations;

9.7.7. taking all the necessary measures to eliminate the inequality of opportunity faced by immigrants, including unemployment and inadequate education;

9.7.8. removing unnecessary legal or administrative obstacles to the construction of a sufficient number of appropriate places of worship for the practice of Islam;

9.7.9. ensuring that school textbooks do not portray Islam as a hostile or threatening religion;

11.6. encourage young European Muslims to become imams;

11.8. encourage the promotion of fair coverage of Muslim reality and views in the media and ensure that the voice of moderate Muslims is also reported;

11.9. develop ethical guidelines to combat Islamophobia in the media and in favour of cultural tolerance and understanding, in co-operation with appropriate media organisations;

Não deixa de haver uma certa ironia neste processo todo. Os ateus europeus lutaram com unhas e dentes para se livrarem do "jugo" judaico-cristão na cultura europeia. O que eles não sabiam, muito por desconhecimento da História e da Bíblia, é que o a cultura judaico-cristã era a "alma" da europa. Era a força ideológica que mantinha a europa unida. Uma vez dismantelada essa força, a europa é um barco à deriva, sem propósito, sem objectivo, sem força de viver, pronto a ser tomado.

O que os ateus europeus também não sabiam é que o vazio ideológico iria ser preenchido com outra religião, mais cedo ou mais tarde. A questão: que religião?



Mas, pronto, "tudo está bem" desde que a religião a ser promovida não seja o Senhor Jesus Cristo, e Ele Crucificado e Ressurrecto.

terça-feira, julho 01, 2008

A Vida Parasítica dos Membros Parlamento Europeu

Resumindo, não só não defendem a cultura europeia dos ataques islâmicos, não só não respeitam a vontade do povo, não só respiram intenções totalitárias, não só promovem o ateísmo mascarado de ciência que se dá pelo nome de "evolução", mas também vivem à grande à custa do dinheiro do Zé Povinho europeu.

Esta (Des)União Europeia é só "vantagens".

segunda-feira, junho 23, 2008

A Ditadura da União Europeia

A arrogância do parlamento europeu não para de crescer. Uma das coisas mais ridículas que foi dita depois dos irlandeses recusarem o Tratado de Lisboa foi:

"Os irlandeses não se podem opôr à vontade de 500 milhões de europeus."

Mas....quem disse que a vontade dos restantes europeus é diferente da vontade dos irlandeses? Os irlandeses ao menos tiveram a hipótese de votar. Nós nem a isso tivémos direito!
Façam o mesmo referendo aos outros 500 milhões, e depois vêmos a resposta.

Eis aqui um video da discussão parlamentar.



"Qual é a relação entre isto e o debate entre a criação e o evolucionismo?" pode-se perguntar?

Oh, apenas e só que a mesma organização ditaturial que quer forçar tratados bela guela abaixo dos europeus, é a mesma organização que diz que o criacionismo é um ataque ao direitos humanos. (Parem de rir, por favor. É tarde e os vizinhos podem ouvir, bolas!)

Sim, porque, como toda a gente sabe, os grandes violadores dos direitos humanos no século 20 eram todos firmes crentes no criacionismo Bíblico. Os "criacionistas" José Stalin, Pol Pot e Mao Tse Tung por várias vezes fizeram menção da sua fé na criação em 6 dias, e no Dilúvio Universal nos dias de Noé.

Isto para não falar no "criacionista" Hitler, que, tal como a Bíblia diz, sempre acreditou que todos os seres humanos são descendentes do mesmo pai (Adão) e da mesma mãe (Eva), e que nunca na sua vida considerou uma raça superior a outra. Se houver dúvidas disso, basta lembrar o que o Hitler fez quando o afro-americano Jesse Owens ganhou 4 medalhas nos jogos Olímpicos de 1936.



Concluindo:
Os ditadores que hoje governam a europa estão cada vez menos cuidadosos em esconder os seus sentimentos totalitários. Isto é visível não só ao nível das suas políticas mas especialmente ao nível do "controlo" da informação que eles querem fazer no que toca o debate sobre as nossas origens.

Ideologias que receiam a livre circulação de informação são ideologias que temem a verdade.

O que é que o parlamento europeu tem a esconder? Porque é que eles temem tanto o criacionismo?

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