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quinta-feira, maio 10, 2012

Os fantasmas evolutivos

Os colégios, as universidades e os média estão sempre prontos a atacar a ciência de criação e qualificá-la de "não científica" por fazer alegações que não estão de acordo com o preconceito naturalista. No entanto, será a evolução uma teoria científica ? Em oposição ao que é normalmente alegado, a "ciência" secular não só acredita no sobrenatural, como depende dela.

Por exemplo, os evolucionistas acreditam em "fantasmas". Comentando as implicações da descoberta de pegadas de tetrápode com "18 milhões de anos", os autores do estudo da revista Nature declararam:

Isto força-nos a inferir linhagens-fantasma mais longas para os tétrapodes e os elpistostegídeos do que aquelas que o corpo do registo fóssil sugere.
(
Nied´zwiedzki, G. et al. 2010. Tetrapod trackways from the early Middle Devonian period of Poland. Nature. 463 (7277): 43-48.)
"Linhagens-fantasma" são inventadas como forma de explicar as falhas perturbadoras no registo fóssil. Um animal particular parece aparecer na base dum registo fóssil, ficar ausente durante muitas camadas e reaparecer na primeira camada. Em alguns casos, o animal no topo da escala evolutiva é encontrado primeiro que o animal de quem ele supostamente provém.

Surpreendentemente, alguns animais da base do registo fóssil são encontrados vivos!

Comentando o tópico das linhagens-fantasma, o escritor criacionista David Coppedge disse:

Ou seja, [os evolucionistas] vêem fantasmas com os olhos da sua mente evolutiva. Eles observam entidades míticas que devem ter existido apenas e só porque o seu sistema de crenças depende delas.

E pensavas tu que a ciência dependia das evidências.
(Coppedge, D. Creation/Evolution Headlines. Commentary to “Tiktaalik Demoted to Has-Been.”)

O enigma das linhagens-fantasma é resolvido quando o registo geológico é desligado da crença nos milhões de anos. Alguns dos mesmos tipos de organismos podem ter sido inundados e fossilizados no princípio do Grande Dilúvio, enquanto que outros fossilizaram um pouco mais tarde.

Enormes hiatos no registo fóssil não são problemáticos quando nos apercebemos que estas formas de vida viveram no mesmo espaço cronológico, como registado no Livro de Génesis.

Seguindo a mesma linha de pensamento sobrenatural, os evolucionistas acreditam em forças misteriosas como a "5ª Força: uma nova e misteriosa força que está a moldar o nosso cosmos," segundo o New Scientist. O artigo afirma, "Uma força que muda de localização a toda a hora pode explicar o mistério da energia escura," embora esta críptica energia escura "nunca tenha sido vista ou produzida na Terra." (Reich, E. S. 2010. Chameleon Cosmos. New Scientist. 6: 31.)

Alguns evolucionistas acreditam também em "mãos invisíveis":

As nossas observações confirmam que nem sempre a cooperação requer benevolência ou planeamento deliberado. Esta forma de cooperação, pelo menos, é guiada por uma "mão invisível", tal como acontece frequentemente com a teoria da selecção natural de Darwin.
(Research shows that “invisible hand” guides evolution of cooperative turn-taking. University of Leicester press release, July 9, 2009.)

Alguns evolucionistas acreditam na magia. Kathryn Applegate da BioLogos disse:

O flagelo da bactéria tem a aparência dum motor externo, mas há pelo menos uma diferença profunda: o flagelo construiu-se espontaneamente, sem a ajuda de qualquer agente cônscio.
Admitindo que a "auto-construção de máquina tão complexa é algo que desafia a nossa imaginação", a Drª Applegate assegurou os leitores que isso não é um problema sério uma vez que "as forças naturais operam 'tal como a magia'" (Applegate, K. Self-Assembly of the Bacterial Flagellum: No Intelligence Required. The BioLogos Forum).

A magia é definida como "o uso de encantamentos, feitiços, etc. como forma de buscar ou fingir controlar os eventos." ou "poder misterioso" (Magic. 1995. Webster’s New World Dictionary. New York: Simon & Schuster, 354. )

Alguns evolucionistas têm fé de que há algo desconhecido em operação por aí - desde que não seja o Criador descrito na Bíblia. Martin John Rees, presidente da Royal Society, afirma:

Suspeito que que pode existir vida [alienígena] por aí em formas que nós não podemos conceber.
(Ghosh, P. Astronomers hopeful of detecting extraterrestrial life. BBC News)
. . . . . . .

Cada uma destas alegações metafísicas contradizem a doutrina padrão do naturalismo evolutivo - que defende que nada mais existe fora do mundo físico. No entanto, perante o facto do cosmos criado, onde as "coisas invisíveis" de Deus são tão claras que ninguém se pode desculpar por falhar em reconhecer o seu Criador, os evolucionistas preferem atribuir o design do universo a causas malucas, invisíveis e desconhecidas.

Ou seja, os evolucionistas não são contra o sobrenatural em si; eles são contra o sobrenatural Cristão. Se for um "sobrenatural" que esteja de acordo com a teoria da evolução e o naturalismo, eles aceitam-no sem problemas alguns.

O MOTIVO.
A razão que leva os cientistas anti-Cristãos a aceitar um tipo de sobrenatural mas rejeitar o sobrenatural Bíblico, centra-se na moralidade que Deus exige que a Sua criação siga. As "mãos invisíveis" ou a "magia" ou os "aliens" não exigem que sejamos fiéis às nossas esposas, e nem ordenam que não roubemos e que não nos envolvamos em sexualidade fora do casamento.

Deus ordena estas coisas, e a natureza caída do ser humano rejeita de forma brutal a Lei Divina.

Como forma de se justificarem perante eles mesmos, os evolucionistas anti-Cristãos preferem, assim, acreditar em forças nunca vistas, mãos invisíveis, aliens, magia e linhagens-fantasma. E defendem que isto é "ciência".

Modificado a partir do original


terça-feira, outubro 11, 2011

Telepatia: Dawkins rejeita as evidências que contradizem o naturalismo

Cruzado ateu e autor do livro The God Delusion, Richard Dawkins é o Professor de "Entendimento Público da Ciência" em Oxford. No ano de 2007 ele visitou o biólogo Rupert Sheldrake em busca de uma entrevista a incluir no seu programa "Inimigos da Razão".

Richard Dawkins é um homem com uma missão - a erradicação da religião e da superstição e a sua substituição pela ciência e a razão. A Channel 4 TV tem -lhe repetidamente providenciado um púlpito através do qual Dawkins pode pregar a sua mensagem. A sua polémica série de TV chamada Inimigos da Razão
(2 episódios) foi uma sequela a sua diatribe contra a religião, A Raiz de Todo o Mal? (2006).

Pouco antes da série Inimigos da Razão ser filmada, a IWC Media (companhia da produção) disse-me que Richard Dawkins queria visitar-me para discutir a minha pesquisa nas habilidades inexplicáveis de pessoas e animais. Eu estava relutante em tomar parte nisto mas a representante da companhia garantiu-me que "este documentário, após insistência da Channel 4, seria mais balanceado que A Raiz de Todo o Mal".

Ela acrescentou ainda que "Estamos desejosos que isto seja uma discussão entre dois cientistas acerca de modos científicos de investigação". Como tal eu concordei e agendei uma data.

Eu ainda não sabia ainda o que esperar. Será que Dawkins se comportaria de forma dogmática, com uma firewall mental a bloquear qualquer tipo de evidência que contradissesse as suas crenças? Ou será que ele seria mais mente aberta e divertido com quem se conversar?

O naturalista chega.

Foi-nos pedido que nos sentássemos frente à frente; fomos filmados com uma câmara manual (eng: "hand held"). O Richard começou por dizer que ele e eu concordaríamos em muitas coisas, "mas o que me preocupa em si é que você está preparado para acreditar em praticamente tudo. A ciência deveria ser baseada num número mínimo de crenças."

Eu concordei que nós tínhamos de facto muito em comum, "mas o que me preocupa em si é que você dá uma imagem dogmática de si, dando uma má impressão do que a ciência é."

Seguidamente, e num espírito romântico, ele afirmou que "gostaria de acreditar em telepatia", mas não havia evidência alguma para isso. Ele ignorou todas as pesquisas em torno da questão.

Ele comparou a falta de aceitação da telepatia por parte de cientistas como ele com a forma como o sistema de eco-locação foi descoberto nos morcegos, seguido da sua rápida aceitação pela comunidade científica durante os anos 40 do século 20.

Na realidade, como mais tarde descobri, Lazzaro Spallanzani tinha mostrado no ano de 1793 que os morcegos dependem da audição para encontrarem o seu caminho, mas os oponentes cépticos ignoraram as suas experiências e ajudaram a atrasar as pesquisas em mais de um século.

[Ou seja, o consenso científico impediu o avanço da ciência.]

No entanto o Richard reconheceu que a telepatia era uma mudança mais radical que a eco-locação. Ele disse que se realmente ela ocorresse, isso haveria de "transtornar as leis da Física" e acrescentou que "alegações extraordinárias requerem evidências extraordinárias."

"Isso depende do que você considera como extraordinário" respondi. "A maioria das pessoas afirma que elas já experimentaram a telepatia especialmente no que toca a chamadas telefónicas.

Neste sentido, a telepatia é bem ordinária. A alegação de que a maioria das pessoas está iludida em relação às suas próprias experiências é extraordinária. Onde está a evidência extraordinária para isto?".

Ele não ofereceu nenhuma evidência para isto à parte de argumentos genéricos acerca da falibilidade do julgamento humano. Ele assumiu que as pessoas querem acreditar no "paranormal" devido a pensamento desejoso.

Nós concordamos então que mais experiências controladas eram necessárias. Eu disse então que era por isso que eu vinha a fazer tais experiências, incluindo testes de modo a verificar se as pessoas poderiam saber quem é que as estava a ligar através do telefone quando a pessoa que estava a ligar era escolhida aleatoriamente. Os resultados eram bem superiores o que seria de esperar ao nível do acaso.

Durante a semana anterior, e de modo a que ele pudesse ver os dados, eu tinha envidado ao Richard cópias dos meus artigos publicados em jornais sujeitos a revisão de pares.

O Richard pareceu um bocado incomodado e disse "Eu não quero discutir as evidências". Eu perguntei "Porque não?". "Não há tempo. É demasiado complicado. Além disso, não é para isso que este programa está a ser feito."

A câmara parou.

O director, Russel Barnes, afirmou que ele também não estava interessado nas evidências. O filme que ele estava a fazer era só mais uma polémica ao estilo de Dawkins. Eu disse ao Russell :

"Se você vai tratar a telepatia como uma crença irracional certamente que as evidências acerca da sua existência são essências para a discussão. Se a telepatia ocorre, então não é irracional acreditar nela.

Pensei que era sobre isso que haveríamos de falar. Eu fui bem claro desde o princípio que não estava interessado em tomar parte em mais um exercício de falsificação de baixo nível."

O Richard disse
"Isto não é um exercício de falsificação de baixo nível, mas sim um exercício de falsificação de alto nível."
Nesse caso, disse eu, tinha havido um mau entendimento porque eu tinha sido levado a acreditar que isto seria uma discussão científica equilibrada acerca das evidências. O Russell Barnes pediu para ver os emails que eu tinha recebido da sua assistente. Ele leu-os com óbvia consternação e disse que as certezas que ela me tinha dado estavam erradas.

A equipa de filmagem empacotou o seu equipamento e saiu.

Richard Dawkins há muito que proclamou que "O paranormal é uma fraude. Todos aqueles que tentam vende-lo são uns falsos e uns charlatães". A série Inimigos da Razão tinha como propósito popularizar esta crença.

Mas será que esta sua cruzada promove realmente um "entendimento público da ciência", posição que ele é professor em Oxford?

Deveria a ciência ser uma veículo de preconceito, uma variante dum sistema de crenças fundamentalista? Ou deveria ser um método de investigação para dentro do desconhecido?


Depois de ler estas linhas ficamos a ver que os militantes ateus não estão interessados nas evidências. Para eles o que importa é a distorção da ciência como forma de ela sempre apontar para o neo-ateísmo.

O Rupert Sheldrake é um cientista que ficou interessado na pesquisa da telepatia, e como um verdadeiro cientista, ele gerou hipóteses, fez testes e chegou a algumas conclusões. A maior dessas conclusões é que a telepatia é um fenómeno universal e bem mais frequente do que muitos de nós pensa.

Os militantes ateus, claro está, não podem aceitar isto porque para eles nenhuma informação pode chegar a outro ser humano (ou animal) senão através do mundo físico (natural, material, etc). Como é difícil de ignorar as evidências a favor da telepatia, os ateus da estirpe do Dawkins evitam discutir as evidências e focam-se em ridicularizá-las. É mais fácil assim.

Perguntem-se a vocês mesmos: desde quando é que um cientista diz "não estou interessado nas evidências!" ? Não são as evidências o cerne de um bom processo científico? Porque será que o militante ateu Richard Dawkins não quer ver as evidências? Será porque ele sabe que isso seria destrutivo para o seu naturalismo?

Com eventos como este pode-se ver como o ateísmo é contra a ciência. Se não fosse o ateísmo de Dawkins, ele não teria problemas em investigar a telepatia, mas como ele sabe onde isso acaba, ele rejeita qualquer empreendimento cientifico em torno disso.

O ateísmo impede o avanço da ciência.

Para nos cristãos a habilidade humana e animal de poder emitir informação para além dos meios chamados naturais não é nada de estranhar. O Nosso Deus , quando assim Ele entende, também comunica com o ser humano de uma forma que não depende do mundo material. Portanto não é de estranhar que Ele tenha dado ao ser humano (e a alguns animais) alguma dessa capacidade.

Ao contrário do ateísmo, o Cristianismo está de acordo as evidências científicas.

"HAVENDO Deus antigamente falado muitas vezes e de muitas maneiras aos pais, pelos profetas, a nós, falou-nos, nestes últimos dias, pelO Filho"

Hebreus 1:1

sábado, fevereiro 26, 2011

Em experiência de quase morte, menino diz “o céu é real”


Natalie Tysdal
IMPERIAL, Nebraska, EUA — Parece uma estória que um menino teve num sonho, mas para entender o que Colton Burpo diz você tem de ouvir o que ele conta que lhe aconteceu.
Tudo começou durante uma viagem ao Colorado. (Para assistir ao vídeo, siga este link: http://www.youtube.com/watch?v=z1VEXX3o9TQ)
Colton se queixou de uma dor no estômago, que o levou a uma ida ao médico e um diagnóstico de gripe. Depois, a família Burpo foi para casa, que fica na pequena cidade de Imperial, no Nebraska, onde outro médico descartou indicações de que Colton estivesse sofrendo de apendicite.
Mal se passaram dois dias, Todd e Sonja Burpo tiveram de levar urgente seu filho inerte a outro centro médico, onde ele foi imediatamente conduzido à cirurgia. O cirurgião de Colton estima que o apêndice do menino havia se rompido cinco dias antes de ser diagnosticado de forma adequada.
Todd se lembra de pensar: “Como pais, estávamos nos sentindo muito mal. O que foi que fizemos de errado?”
Enquanto Colton estava na cirurgia, Todd e Sonja oravam em quartos separados. Eles achavam que seu filho estava morrendo e se culpavam.
Miraculosamente, depois de uma recuperação difícil e outra cirurgia, Colton sobreviveu. Mas seu testemunho está longe de terminar.
Havia coisas que Colton fez e coisas que ele disse depois da cirurgia que estavam fora do normal, mas nada disso fazia sentido até que passaram em frente do hospital quatro meses depois da cirurgia.
Seu pai perguntou para Colton, em tom de brincadeira, se ele queria voltar ao hospital.
A resposta de Colton? “Sabe, papai, os anjos cantaram para mim enquanto eu estava ali”, disse o menino.
Todd se lembra de olhar para o espelho e ver a face de seu filho totalmente séria, sem nenhum sorriso ou noção de que ele estivesse brincando em retribuição.
Todd olhou para sua esposa e perguntou: “Alguma vez conversamos sobre anjos com você antes?”
Colton afirma que enquanto estava na mesa de operação ele foi para o céu e que ele conheceu seu bisavô Pop. Colton diz que seu avô não se parecia com o homem na foto de sua casa, mas em vez disso parecia o homem na foto que havia sido enviada meses depois por sua avó, um jovem sem óculos.
Mas talvez a parte mais chocante do testemunho de Colton seja o bebê sobre o qual ele nunca soube.
Um dia enquanto Colton estava brincando ele foi até sua mãe, e do nada perguntou: “Mamãe, tenho duas irmãs. Você teve um bebê que morreu na sua barriga, não é?”
Sonja ficou chocada e de boca aberta com o que seu menininho havia acabado de dizer. Quando ela lhe perguntou quem havia contado para ele, ele disse: “Ela mesma me disse, mamãe. Ela disse que morreu na sua barriga”.
Todd e Sonja nunca haviam dito para seu filho acerca do aborto espontâneo que Sonja tivera antes de Colton nascer. Afinal, esse era um assunto que estava muito além da capacidade de compreensão de um menino de quatro anos.
Colton também disse para sua mãe que ela era uma menina e “parecia conhecida e começou a me dar abraços e ela estava feliz de ter alguém da família dela lá em cima”.
Com o tempo as visões dele se tornaram mais fáceis de acreditar. Ele descreveu Jesus, e até falou sobre o Armagedom e como Deus lhe disse que seu pai lutaria nesta batalha final. Embora Todd fosse pastor, ele diz que nunca conversou detalhes dessa natureza com seu filho, que nem estava ainda em idade escolar.
Depois de anos de estórias e novos detalhes, os amigos de Todd e membros de sua igreja começaram a pedir-lhe que registrasse suas estórias. Eles incentivaram Todd a escrever um livro, que não era algo que ele quisesse fazer ou tivesse alguma ideia de como fazer.
Ele se lembra de orar sobre o assunto, e disse que só o faria se a oportunidade lhe fosse muito favorável. Não muito tempo depois de sua oração, uma editora ligou para ele.
Agora as estórias do céu contadas por Colton estão documentadas num livro intitulado “Heaven is for Real” (O Céu É Real).
Foram impressos 500.000 exemplares do livro e já se fala em fazer um filme. Sonja diz que é muito para sua família de cidade pequena, mas eles estão vendo sua história fazer uma diferença em muitas vidas.
Quanto a Colton, ele tem agora 11 anos de idade e adora cantar, praticar esportes e tocar trompete. Seu pai diz que sua experiência no céu não mudou seu filho, mas pelo fato de que Colton era tão novo quando tudo aconteceu definiu sua vida.
Quando lhe perguntam o motivo por que ele pensa que seu filho e sua família tiveram essa experiência, Todd diz: “Não sei a razão por que Deus nos escolheu. Se tivéssemos uma chance de votar quando vimos nosso filho sofrendo e a ponto de morrer, nós teríamos votado “não”. Não queríamos aquilo. Somos apenas pessoas normais para quem Deus fez um milagre”.
Copyright © 2011, KDVR-TV
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Fonte: Fox31.com
Para encomendar o livro “Heaven is for Real” (O Céu É Real), clique aqui.
Veja também artigo de WND sobre o mesmo assunto, com links no final que contêm material importante sobre esse assunto.
Outro artigo interessante em português:

quarta-feira, fevereiro 16, 2011

O sobrenatural e a inteligência

A essência do mundo natural é duplo. Se algo atinge os dois critérios, então essa entidade ou fenómeno faz parte do mundo natural:
  • O mundo natural é empírico. Pode ser observado pelos cinco sentidos directamente ou indirectamente com ajuda de equipamentos.
  • O comportamento do mundo natural pode ser expresso através de leis que são consistentes através do tempo e do espaço. Nós podemos reconhecer estas leis naturais através da sua repetibilidade; elas são consistentes de momento a momento e de um local para o outro.

Nós não podemos observar os electrões directamente através dos nossos olhos, mas mesmo observando-as de outro modo, podemos concluir que eles obedecem leis regulares e repetíveis.

A gravidade é natural porque nós podemos observar que as suas acções são fenómenos repetíveis, embora nós ainda não a entendamos de todo.

Com a inteligência temos uma situação diferente uma vez que ela parece desafiar o mundo natural.

A inteligência não obedece às leis naturais e nem é um fenómeno repetível. (Vocês podem confirmar que a inteligência não é um fenómeno repetível lendo alguns blogues neo-ateus). Nós não podemos observar a inteligência com os nossos sentidos; temos que a "observar" inferencialmente. Nós observamos as criações da inteligência, como por exemplo, as fórmulas matemáticas escritas num pedaço de papel mas não observamos a inteligência em si.

A nossa maravilhosa inteligência humana é espantosamente complexa e, muitas vezes, intrigante. Ninguém mostrou que a mesma é o resultado de leis naturais a actuar nas moléculas e nos átomos.

É a inteligência natural ou sobrenatural?


Modificação da página 43 do livro "The Biotic Message"

domingo, fevereiro 13, 2011

O Sobrenatural

[NOTA: O texto em baixo é uma modificação do livro "The Biotic Message". O autor do original acredita no "big bang" e nos mitológicos "milhões de anos".]

A Teoria da Mensagem não assume a existência do sobrenatural, no entanto as evidências sugerem que o Emissor da Mensagem Biótica é Sobrenatural.
  • O sistema da vida mostra que a vida foi criada para a sobrevivência e para emitir uma mensagem biótica. Isto requer inteligência e tecnologia muito superior à nossa. A isto acresce-se que a sequência fóssil mostra que o ser humano não estava presente na Terra até virtualmente ao fim. Isto indica que o ser humano nunca poderia ser o criador da vida. Nenhuma forma de vida na Terra tinha a capacidade e a oportunidade para ser o Criador.

    A ausência de vida extra-terrestre aponta para o Sobrenatural como a possibilidade restante.

  • A sequência fóssil une o padrão da vida com a crosta da Terra. Juntos, e aliados à ausência de vida extra-terrestre, previnem o observador de "explicar" o problema da vida mudando a origem da Terra para o espaço. Além disso, a Terra tem muitas propriedades necessárias para a vida e para a sua peculiar habilidade de preservar e revelar o registo fóssil.

    Estas propriedades foram essenciais para a Mensagem Biótica e as mesmas indicam que o Emissor da Mensagem possui poderes com alcance cosmológico.

  • O universo em si possui muitas propriedades improváveis que são necessárias para a vida. (Os evolucionistas tentam "explicar" estas propriedades com o princípio antrópico). O universo possui também propriedades necessárias para o sucesso da Mensagem Biótica.

    Estas incluem:

    • A inabilidade de confirmar uma origem naturalista da vida.
    • A ausência de vida extra-terrestre.
  • Estas propriedades sugerem que o universo foi criado para suportar a Mensagem Biótica.

Se os dados falhassem em qualquer um destes tópicos, poderiam-se gerar outro tipo de interpretações, no entanto as evidências descobertas até hoje apontam consistentemente para uma conclusão:

O Emissor da Mensagem Biótica é Sobrenatural, e Ele intencionalmente deixou-nos vários sinais nesse sentido.

Conclusão:

Enquanto que os dados da ciência nos levam a saber que existe Um Criador, só a Bíblia nos revela de forma coerente Como é o Criador e Qual é a Sua Personalidade. A Bíblia revela-nos que o Criador é Poderoso (Jeremias 27:5), Omnibenevolente (João 3:16), Omnipresente (Salmo 139:7-12), Justo Juiz (Génesis 19) e Omnisciente (Hebreus 4:13).

É precisamente por estas Qualidades que Deus não pode ter aliança com o pecado, mas ao mesmo tempo não quer condenar toda a humanidade ao sofrimento eterno (fogo do inferno). Devido a isto, e como forma de salvar aqueles que estão cientes de que o seu pecado é barreira para a vida eterna, o Criador enviou o Seu Filho, o Senhor Jesus, para pagar pelo pecado da Humanidade. A Palavra diz:

Porque Deus amou o mundo, de tal maneira, que deu o seu Filho unigénito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.
Como a dívida está paga na Pessoa do Senhor Jesus, Deus Pai abre-nos as portas da vida eterna mediante a nossa fé na Obra Perfeita do Seu Filho.

Em que posição é que tu te encontras? A tua vida para onde te leva? Achas que as tuas "boas obras" são suficientemente boas para as apresentar perante o Deus Puro?

Os militantes ateus e os apologistas muçulmanos gostam de validar as suas crenças aludindo para a "divisão" entre os cristãos. Supostamente, a existência de várias denominações cristãs de alguma forma ou outra "provam" que o Cristianismo está errado.

Pois bem, deixa-me dizer um pequeno segredo: aos Olhos de Deus só há duas denominações:

  • Os pecadores perdoados.
  • Os pecadores condenados.

Em que segmento te encontras? Encontras-te na posição de pecador perdoado ou pecador condenado? Caminhas para o céu e para a vida eterna, ou para o inferno e a morte eterna?

E logo depois da aflição daqueles dias, o sol escurecerá, e a lua não dará a sua luz, e as estrelas cairão do céu, e as potências dos céus serão abaladas.

Então aparecerá no céu o sinal do Filho do homem; e todas as tribos da terra se lamentarão, e verão o Filho do homem, vindo sobre as nuvens do céu, com poder e grande glória.

E Ele enviará os seus anjos, com rijo clamor de trombeta, os quais ajuntarão os seus escolhidos, desde os quatro ventos, de uma à outra extremidade dos céus.

Mateus 24:29-31

terça-feira, outubro 19, 2010

Presidente do Chile louva a fé dos mineiros

Nas Suas Mãos estão as profundezas da terra, e as alturas dos montes são Suas.
Salmo 95:4

Enquanto o mundo esteve focado na salvação dramática dos 33 mineiros no Chile, o presidente do país louva a fé dos homens que de forma surpreendente surgiram das minas com espíritos positivos apesar de terem estado 69 dias debaixo da superfície.

Falando ao público no local de onde os mineiros foram retirados, o presidente Sebastian Pinera disse:

Os mineiros não são as mesmas pessoas que ficaram presas no dia 5 de Agosto. Eles voltaram mais fortes e ensinaram-nos uma lição. Mas o Chile também já não é o mesmo.

O que terminou como uma bênção de Deus começou como uma possível tragédia. Mas a unidade, a fé, o compromisso, a honestidade, a solidariedade dos chilenos durante aqueles 69 dias dão-nos orgulho.

A operação de salvação dos mineiros - que durou 22 horas - viu cada um dos mineiros a serem içados dentro de uma cápsula estreita.

Muitos vieram com problemas de saúde como resultado de terem vivido na sujidade e na escuridão da mina. Um dos mineiros foi diagnosticado com pneumonia mas a sua situação não é tida como séria.

O capelão presidencial, o Reverendo Alfredo Cooper reportou o seguinte à Premier Radio:

Todos eles querem testificar acerca do Senhor Jesus Cristo. Todos eles dizem que tiveram um encontro com Deus naquela mina. Cinco ou seis deles já eram Cristãos e realizaram serviços religiosos na mina. Muitos desceram sem fé em Deus mas todos eles afirmam:
Não éramos só 33 mas sim 34 porque o Senhor Jesus Cristo estava connosco lá embaixo.

O Reverendo afirma que a fé teve um papel importante neste drama, com muitos mineiros a terem um "encontro com Deus".

O capelão não só pediu aos apoiantes da Premier para se alegrarem e louvarem a Deus uma vez que "das profundezas veio este maravilhoso testemunho para o Senhor Jesus Cristo", mas também para orarem para que um verdadeiro avivamento ocorra no Chile e por todo o mundo.

Assim seja.

Que Deus use este incidente para aquecer os corações que entretanto tinham esfriado e para acender aqueles que nunca tiveram o seu espírito em sintonia com o Espírito de Deus.

PS: Que tipo de conforto espiritual o ateísmo poderia ter dado aos mineiros chilenos?



Fonte: http://www.christiantelegraph.com/issue11104.html

sexta-feira, outubro 08, 2010

O tsunami e os animais

"Mas, pergunta agora às alimárias, e cada uma delas to ensinará; e às aves dos céus, e elas to farão saber"
Job 12:7

Quase todas pessoas do mundo sabem do tsunami que atingiu o sudoeste asiático a alguns anos atrás. Os órgãos de informação norte americanos não só reportavam quase diariamente o resultado da contagem dos corpos que se iam encontrando, como também falavam da tragédia humana e dos danos que ocorreram. No entanto, segundo se sabe, muito poucos mencionaram os animais.

Contrariamente a isto, as reportagens asiáticas provenientes das áreas danificadas não só mencionavam a habilidade das árvores de sobreviver as ondas devastadoras como também a total ausência de animais mortos. Aparentemente os animais - desde os flamingos até aos elefantes - fugiram para as montanhas antes dos humanos o fazerem.

Os chineses já realizaram experiências extensivas em animais e com engenhos para detectar terremotos mas não conseguem explicar este fenómeno. Eles concluíram que os animais possuem uma sensibilidade superior aos melhores instrumentos científicos.

A Agência Reuters reportou desde a Tailândia que os elefantes usados nos negócios turísticos começaram a "chorar" a partir das 9 da manhã, sensivelmente a mesma hora que ocorreu o terremoto. Alguns elefantes quebraram as suas correntes e correram para as montanhas, levando consigo os seus turistas surpreendidos. Algumas pessoas foram "apanhadas" pelos elefantes usando as suas trombas. Estes animais chegaram a um ponto alto onde as ondas pararam mesmo antes do local onde eles se encontravam.

Morreram cerca de 380 mil pessoas nessa área.

Conclusão:

O homem é sem dúvida a forma de vida mais espectacular que existe à face da Terra, mas uma coisa podemos concordar: ainda temos muito que aprender com os animais que Deus colocou à nossa volta. Se o ser humano conseguir entender os sinais que os animais fazem antes de um terremoto, já imaginaram quantas vidas podem ser salvas?

O ser humano tem gasto milhões em busca de formas de prevenir-se contra tais calamidades, mas se calhar "Deus já fez o milagre" ao colocar estes animais com sensibilidade superior a nossa para fazer esse trabalho.

Como normalmente acontece, Deus já tinha dado à Sua mais preciosa criatura solução para um problema que ele muito dificilmente poderia resolver. Mas a maior solução que Deus alguma vez deu ao ser humano não foi uma forma de escapar à calamidades físicas, mas Uma Forma de escapar a calamidade e consequência do pecado (separação eterna).

Essa Forma não é um engenho nem uma máquina, mas sim Uma Pessoa: Jesus Cristo.


Nota: Reuters. Mark Bendeich, "Jumbos Save Tourists from Tsunami." January 03, 2005

domingo, agosto 29, 2010

Depressão diminui o olfato

Se tudo o que o homem é restringe-se à sua composição material, como é que se explicam eventos aqui descritos?
Além do mundo parecer menos colorido, quando você está deprimido, os cheiros também não ficam mais tão fortes. Segundo pesquisas, a parte do cérebro responsável por esse sentido fica menor – isso pode modificar o tratamento usado para a doença.

A depressão, a esquizofrenia e alguns outros distúrbios afetam a forma com que você percebe os aromas ao seu redor.

Para descobrir os motivos disso, pesquisadores da Universidade de Dresde, na Alemanha, expuseram 20 voluntários com depressão severa e 20 voluntários normais a um químico de cheiro forte. No início do estudo, a concentração do químico era baixa e os depressivos não conseguiam sentir o cheiro. Ela foi aumentando gradualmente até que eles perceberam o odor.

Depois os pesquisadores mediram os bulbos olfatórios, responsáveis, como o nome já indica, pela nossa percepção de cheiros, usando ressonância magnética.

Usando esse método os cientistas descobriram que os bulbos olfatórios das pessoas com depressão eram 15% menores. Eles também descobriram que, quanto mais grave era a depressão do voluntário, menor era essa parte do cérebro. Os efeitos se mantinham independente da pessoa estar ou não se tratando com remédios antidepressivos.

Segundo os pesquisadores, agora o bulbo olfatório poderá ser usado para analisar se determinado tratamento contra a depressão está, ou não, funcionando. [NewScientist]

sexta-feira, junho 25, 2010

Espíritos com amnésia ou mentira do diabo?

Eis um artigo interessante que nos fala um pouco das mentiras dos demónios.

Espíritos com amnésia ou mentira do diabo?

Quando perguntamos a um espírita se ele crê em vidas passadas, certamente a resposta é "sim". Quando perguntamos se ele se lembra dessas vidas passadas, a vasta maioria responde "não".

E se perguntarmos por que ele não se lembra das vidas passadas, a resposta é aquele velho argumento: "Para eu não me lembrar dos meus erros, e isso me acompanhar por todas as minhas reencarnações."

Quanto a pequenina minoria que diz se lembrar de outras existências, quase todos viveram em cidades importantes e ocuparam cargos destacados. Nunca encontrei algum espírita que dissesse ter vivido no ano de 1500 entre os índios que aqui moravam.

Talvez, depois desse artigo, talvez surjam uns dois ou três. Mas vejamos como Allan Kardec, o codificador da Doutrina Espírita, explica o que ocorre entre uma vida e outra, no que se refere ao suposto "eu esqueci".



"Um fenômeno particular, igualmente assinalado pela observação, acompanha sempre a encarnação do Espírito. [...] O Espírito perde toda a consciência de si mesmo, de sorte que ele nunca é testemunha consciente de seu nascimento. No momento em que a criança respira, o Espírito começa a recobrar suas faculdades. [...] Mas ao mesmo tempo que o Espírito recobra a consciência de si mesmo, ele perde a lembrança do seu passado, sem perder as faculdades, as qualidades e as aptidões adquiridas anteriormente.” - Allan Kardec, A Gênese, página 187, 14a. Edição Revisada e Corrigida, Editora Ide.



O Espiritismo Kardecista ousa dizer que esse fenômeno é assinalado pela observação, talvez para dar o ar de científico. Todavia, isso não pode ser provado. Pura imaginação. É muito fácil ensinar a doutrina da reencarnação desta forma: Eu vivi vidas passadas, mas não me lembro de nada, para não viver magoado. Todavia, lembrar-se dos erros é um excelente modo de nos conscientizarmos de não errar mais.

Se uma pessoa tivesse sido assassina numa suposta vida passada, ela teria a chance de viver novamente com a pessoa que ela assassinou, e demonstrar o seu amor por ela. Ambas se lembrariam do fato, e viveriam em amor. Entre uma vida e outra, poderiam se encontrar, receber instruções de como se perdoarem, e receberem então uma nova chance. Mas sabemos que nada disso ocorre, porque está ordenado ao homem morrer uma única vez, e depois vem o juízo. - Ler Hebreus 9:27.



Lembramos também que a Bíblia ensina-nos uma verdade lógica e facilmente aceitável sobre o que ocorre depois da morte. Ao ler esse relato, observe que ela nada diz sobre o espírito pensar em retornar para uma nova vida:


"Porque os vivos sabem que hão de morrer, mas os mortos não sabem coisa nenhuma, nem tampouco terão eles recompensa, porque a sua memória jaz no esquecimento. [...] Tudo quanto te vier à mão para fazer, faze-o conforme as tuas forças, porque no além, para onde tu vais, não há obra, nem projetos, nem conhecimento, nem sabedoria alguma" - Eclesiastes 9:5, 10.



O Texto afirma que os mortos (evidentemente o espírito deles) não sabem de nada, e o contexto indica que não estão cônscios do que acontece debaixo do sol, ou seja, dos assuntos da terra. Assim, quando se diz que a memória dos que morreram jaz no esquecimento, refere-se ao espírito não ter mais acesso a nós. No que chamamos de estado intermediário, o espírito não tem mais nada a ver com os assuntos debaixo do sol.

Mas nada se diz de ele planejar voltar numa reencarnação. No além, ou no mundo dos mortos [sheol, no hebraico], não há projetos, conhecimento, nem sabedoria alguma, no que se refere aos assuntos humanos.

Claro que o Espírito tem memória, raciocina, tem consciência de si mesmo, mas não tem mais contato algum com tudo que está debaixo do sol. Ele não projeta, ou planeja, renascer aqui. Jesus nos mostra isso na parábola do Rico e do Lázaro, quando ambos morrem e têm destinos diferentes.

O Espírito do Rico, em tormentos, suplica a Abrãao que envie alguém dentre os mortos para alertar seus familiares (do Rico) para que se arrependam. Abraão, que jamais havia reencarnado, pois continuava como Abraão, e há mais tempo no mundo dos mortos (hades, em grego) responde ao recém-chegado Rico qual seria a única forma de um espírito voltar para a terra. Observe:



"Mas ele insistiu: Não, pai Abraão; se alguém dentre os mortos for ter com eles, arrepender-se-ão. Abraão, porém, lhe respondeu: Se não ouvem a Moisés e aos Profetas, tampouco se deixarão persuadir, ainda que ressuscite alguém dentre os mortos." - Lucas 16:30, 31.



Então, afirmar que o Espírito perde a consciência ao nascer aqui na terra, mas quando a criança respira ele recobra a consciência de si mesmo, mas se esquece da sua vida passada - tudo isso nada mais é do que pura estória de ficção. Para um espírito vir aqui, segundo a Bíblia, e as próprias palavras de Jesus, nessa parábola, baseada evidentemente em fatos reais, só através da ressurreição. Nem nascer aqui se menciona! Fala-se ressurreição.



Os espíritas deveriam se preocupar mais em ensinar seus adeptos a se arrependeram e buscarem a Jesus como seu Salvador e, portanto, perdoador, enquanto estão vivos. A morte de Jesus é um milagre, pois ela faz por quem O aceita em seu coração o que nem um milhão de reencarnações seria capaz de fazer - salvar o pecador.



Quanto ao "esquecimento", ou se preferir "amnésia espiritual", uma técnica muito interessante de evitar a busca de provas mais concretas, fazendo o leigo aceitar e pronto, dizemos que não estamos interessados em fábulas como essas. Fazemos nossas as palavras de Pedro:



"Porque não vos demos a conhecer o poder e a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo seguindo fábulas engenhosamente inventadas, mas nós mesmos fomos testemunhas oculares da sua majestade." - 2 Pedro 1:16.



Todavia, assim como Satanás usou as escrituras para tentar o absurdo dos absurdos - desencaminhar o Deus encarnado, Jesus Cristo - ele tem usado a mesma tática através de seus médiuns espíritas para provar mediante as Escrituras que o Espírito, ao reencarnar, perde a lembrança de vidas passadas. Usam o caso de Jesus. Os espíritas nos perguntam:



"Jesus, enquanto na terra, tinha o mesmo grau de conhecimento que possuía antes de vir à terra? Não diz a Bíblia sobre o menino Jesus que ele "crescia e se fortalecia, enchendo-se de sabedoria"? (Lucas 2:40) Não prova isso que ele deixou de conhecer o que sabia, enquanto espírito, e precisou aprender tudo de novo, numa nova existência?"



Essa argumentação é errônea porque a Bíblia ensina que Jesus é Deus, e sendo Deus, era eternamente pré-existente. A Bíblia, a quem os espíritas buscam desesperadamente provas para suas alucinações, não ensina que nós somos pré-existentes. Os espíritas não crêem que Jesus era Deus, mas apenas um espírito criado como outro qualquer, porém mais evoluído do que todos os que aqui vieram. Então, desconhecem as duas naturezas de Jesus:



Perfeitamente Deus (João 20:28) e perfeitamente homem (1 Timóteo 2:5). Como homem, Jesus era limitado em saber de todas as coisas, pois afirmou que só o Pai sabia o dia e a hora do fim dos tempos (Mateus 24:36), mas como Deus ele sabia de todas as coisas, fato este reconhecido pelos discípulos de Jesus durante a sua vida na terra (João 16:30) e depois de sua ressurreição (João 21:17) E o próprio Jesus mostrou que, como Deus, lembrava-se da glória que teve junto ao Pai antes de haver mundo. (João 17:1-5) Por fim, usar o exemplo de Jesus como tentativa de provar que nosso espírito se esquece das vidas passadas é uma afronta ao Cristianismo. Uma heresia.



Conclusão



Os Espíritas precisam saber das verdades bíblicas sobre o que ocorre quando morremos. Infelizmente, poucos entre nós estudam o que a Bíblia ensina sobre isso. Falta de tempo não é, porque Deus não é mentiroso em afirmar que para tudo há um tempo. (Eclesiastes 3:1)

O que precisamos é usar nosso tempo seletivamente para nos aprofundarmos em assuntos espirituais, e nos capacitarmos para evangelizarmos os em escuridão espiritual.

Embora nos reportamos aos irmãos em Cristo, aqui, com palavras de ousadia e corajosas sobre a crença espírita, devemos raciocinar com eles de forma compreensiva e amorosa, sem zombaria.

Precisamos entender que eles são vítimas de um falso-deus, chamado Satanás, o diabo (2 Coríntios 4:4), que tenta promover uma crença que, se fosse verdadeira, reduziria a nada o sacrifício de Jesus por nós, visto que a doutrina da reencarnação apregoa a salvação por méritos próprios através de sucessivas reencarnações, e não pela morte sacrificial de Jesus

sábado, maio 29, 2010

Telepatia: Dawkins e a necessidade ideológica de se rejeitar evidências incomodativas

Eis aqui uma interacção entre um verdadeiro cientista com o Richard Dawkins.
Cruzado ateu e autor do livro The God Delusion, Richard Dawkins é o Professor de "Entendimento Público da Ciência" em Oxford. No ano de 2007 ele visitou o biólogo Rupert Sheldrake em busca de uma entrevista a incluir no seu programa "Inimigos da Razão":

Richard Dawkins é um homem com uma missão - a erradicação da religião e da superstição e a sua substituição pela ciência e a razão. A Channel 4 TV tem repetidamente providenciado um púlpito através do qual Dawkins pode pregar a sua mensagem. A sua polémica série de TV chamada Inimigos da Razão
(2 episódios) foi uma sequela a sua diatribe contra a religião, A Raiz de Todo o Mal? (2006).

Pouco antes da série Inimigos da Razão ser filmada, a IWC Media (companhia da produção) disse-me que Richard Dawkins queria visitar-me para discutir a minha pesquisa nas habilidades inexplicáveis de pessoas e animais. Eu estava relutante em tomar parte nisto mas a representante da companhia garantiu-me que "este documentário, após insistência da Channel 4, seria mais balanceado que A Raiz de Todo o Mal".

Ela acrescentou ainda que "Estamos desejosos que isto seja uma discussão entre dois cientistas acerca de modos científicos de investigação". Como tal eu concordei e agendei uma data. Eu ainda não sabia ainda o que esperar. Será que Dawkins se comportaria de forma dogmática, com uma firewall mental a bloquear qualquer tipo de evidência que contradissesse as suas crenças? Ou será que ele seria mais mente aberta e divertido com quem se conversar?

O naturalista chega.

Foi-nos pedido que nos sentássemos frente à frente; fomos filmados com uma câmara manual (eng: "hand held"). O Richard começou por dizer que ele e eu concordaríamos em muitas coisas, "mas o que me preocupa em si é que você está preparado para acreditar em praticamente tudo. A ciência deveria ser baseada num número mínimo de crenças."

Eu concordei que nós tínhamos de facto muito em comum, "mas o que me preocupa em si é que você dá uma imagem dogmática de si, dando uma má impressão do que a ciência é."

Seguidamente, e num espírito romântico, ele afirmou que gostaria de acreditar em telepatia, mas não havia evidência alguma para isso. Ele ignorou todas as pesquisas em torno da questão. Ele comparou a falta de aceitação da telepatia por parte de cientistas como ele com a forma como o sistema de eco-locação foi descoberto nos morcegos, seguida da sua rápida aceitação pela comunidade científica durante os anos 40 do século 20.

De facto, como mais tarde descobri, Lazzaro Spallanzani tinha mostrado no ano de 1793 que os morcegos dependem da audição para encontrarem o seu caminho, mas os oponentes cépticos ignoraram as suas experiências e ajudaram a atrasar as pesquisas em mais de um século.

No entanto o Richard reconheceu que a telepatia era uma mudança mais radical que a eco-locação. Ele disse que se realmente ela ocorresse, isso haveria de "transtornar as leis da Física" e acrescentou que "alegações extraordinárias requerem evidências extraordinárias."

"Isso depende do que você considera como extraordinário" respondi. "A maioria das pessoas afirma que elas já experimentaram a telepatia especialmente no que toca a chamadas telefónicas. Neste sentido, a telepatia é bem ordinária. A alegação de que a maioria das pessoas estão iludidas em relação às suas próprias experiências é extraordinária. Onde está a evidência extraordinária para isto?".

Ele não ofereceu nenhuma evidência para isto à parte de argumentos genéricos acerca da falibilidade do julgamento humano. Ele assumiu que as pessoas querem acreditar no "paranormal" devido a pensamento desejoso.

Nós concordamos então que mais experiências controladas eram necessárias. Eu disse então que era por isso que eu vinha a fazer tais experiências, incluindo testes de modo a verificar se as pessoas poderiam saber quem é que as estava a ligar através do telefone quando a pessoa que estava a ligar era escolhida aleatoriamente. Os resultados eram bem superiores o que seria de esperar ao nível do acaso.

Durante a semana anterior, e de modo a que ele pudesse ver os dados, eu tinha envidado ao Richard cópias dos meus artigos publicados em jornais sujeitos a revisão de pares. O Richard pareceu um bocado incomodado e disse "Eu não quero discutir as evidências". Eu perguntei "Porque não?". "Não há tempo. É demasiado complicado. Além disso, não é para isso que este programa está a ser feito."

A câmara parou.

O director, Russel Barnes, afirmou que ele também não estava interessado nas evidências. O filme que ele estava a fazer era só mais uma polémica ao estilo de Dawkins. Eu disse ao Russell "Se você vai tratar a telepatia como uma crença irracional certamente que as evidências acerca da sua existência são essências para a discussão. Se a telepatia ocorre, então não é irracional acreditar nela. Pensei que era sobre isso que haveríamos de falar. Eu fui bem claro desde o princípio que não estava interessado em tomar parte em mais um exercício de falsificação de baixo nível."

O Richard disse "Isto não é um exercício de falsificação de baixo nível, mas sim um exercício de falsificação de alto nível." Nesse caso, disse eu, tinha havido um mal entendimento porque eu tinha sido levado a acreditar que isto seria uma discussão científica equilibrada acerca das evidências. O Russell Barnes pediu para ver os emails que eu tinha recebido da sua assistente. Ele leu-os com óbvia consternação e disse que as certezas que ela me tinha dado estavam erradas. A equipa de filmagem empacotou o seu equipamento e saiu.

Richard Dawkins há muito que proclamou que "O paranormal é uma fraude. Todos aqueles que tentam vende-lo são uns falsos e uns charlatães". A série Inimigos da Razão tinha como propósito popularizar esta crença. Mas será que esta sua cruzada promove realmente um "entendimento público da ciência", posição que ele é professor em Oxford?

Deveria a ciência ser uma veículo de preconceito, uma variante dum sistema de crenças fundamentalista? Ou deveria ser um método de investigação para dentro do desconhecido?


Depois de ler estas linhas ficamos a ver que os ateus não estão interessados nas evidências. Para eles o que importa é a distorção da ciência como forma de ela sempre apontar para o ateísmo. O Rupert Sheldrake é um cientista que ficou interessado na pesquisa da telepatia, e como um verdadeiro cientista, ele gerou hipóteses, fez testes e chegou a algumas conclusões. A maior dessas conclusões é que a telepatia é um fenómeno universal e bem mais frequente do que muitos de nós pensa.

Os ateus, claro está, não podem aceitar isto porque para eles nenhuma informação pode chegar a outro ser humano (ou animal) senão através do mundo físico (natural, material, etc). Como é difícil de ignorar as evidências a favor da telepatia, os ateus como o Dawkins evitam discutir as evidências e focam-se em ridicularizá-las. É mais fácil assim.

Perguntem-se a vocês mesmos: desde quando é que um cientista diz "não estou interessado nas evidências!" ? Não são as evidências o cerne de um bom processo científico? Porque será que o ateu Richard Dawkins não quer ver as evidências? Será porque ele sabe que isso seria destrutivo para o seu naturalismo?

Com eventos como este pode-se ver como o ateísmo é contra a ciência. Se não fosse o ateísmo de Dawkins, ele não teria problemas em investigar a telepatia, mas como ele sabe onde isso acaba, ele rejeita qualquer empreendimento cientifico em torno disso.

O ateísmo impede o avanço da ciência.

Para nos cristãos a habilidade humana e animal de poder emitir informação para além dos meios chamados naturais não é nada de estranhar. O Nosso Deus também comunica com o ser humano da mesma forma, portanto não é de estranhar que Ele tenha dado ao ser humano (e a alguns animais) alguma dessa capacidade.

Ao contrário do ateísmo, o Cristianismo está de acordo as evidências científicas.

"HAVENDO Deus antigamente falado muitas vezes e de muitas maneiras aos pais, pelos profetas, a nós, falou-nos, nestes últimos dias, pelO Filho"

Hebreus 1:1

terça-feira, abril 06, 2010

E se tivessemos alma, como saberiamos?

Fiz-te uma pergunta específica em relação à forma directa com a qual tu "descobriste" que não tens alma, mas dizes que a tua posição faz parte de "modelos". Ou seja, a tua fé de que a alma não existe, não se baseia em evidências empíricas ou algo directamente observável como a ausência de asas, mas sim nos misteriosos "modelos" a que tu aludiste.

Não só não dizes qual é o sentido físico que te fez ver que supostamente não tens asas, como escondes a tua resposta por trás de "modelos" sempre vagos e subjectivos.

Eu repito o que disse inicialmente: a única razão pela qual tu rejeitas a existência da componente imaterial do homem é a tua fé no naturalismo. Seria mais claro se apenas dissesses isso em vez de falares em "modelos" especialmente quando - acho eu - todos nós sabemos qoe o verdeiro problema é só o naturalismo.

Os modelos iniciais das almas e dos deuses eram modelos a sério. Diziam-nos coisas.
Ainda dizem.
Tinham possessão demoníaca, fantasmas, diluvios, doenças para castigar os infiéis e trinta por uma linha. Mas foram-se desvanecendo como as minhas asas e, hoje, não adiantam de nada.
Mas essas coisas ainda estão de acordo com os dados. O que é que te faz pensar que "foram-se desvanecendo"?
É o deus que age sem intervir imanente na indeterminação da contingência que torna necessária pela constante criação, mas do qual não há vestígios.
Mas vestígios. A única razão segundo a qual tu acreditas que não é porque assumes o naturalismo.

Se calhar o problema não seja com as evidências (ou a imaginada falta delas) mas com as tuas crenças.

Faço-te a mesma pergunta que o escritor do livro "Darwin on Trial" fez ao Dawkins (não num debate, porque o Dawkins pelos vistos tem medo de debater com o Phil Johnson): Deixa de lado a tua crença no naturalismo. Assume por motivos meramente filosóficos que o universo não é um sistema fechado. Se assim for, há alguma razão empírica, testável observacional para se rejeitar a existência da alma, coisa que sempre fez parte da existência humana?

Dito de outra forma, se não fosse a tua aliança com o naturalismo, terias alguma razão para duvidar da existência da componente imaterial do homem?

Eu sinceramente acho que não. Tal como já disse anteriormente, tu usas as tuas limitações como evidência ("eu não vejo portanto não existe"), e isso não é lógico.

sexta-feira, dezembro 25, 2009

Visões e revelações do Senhor

2 Coríntios 12

1. É necessário gloriar-me, embora não convenha; mas passarei a visões e revelações do Senhor.

segunda-feira, abril 13, 2009

Oração de Médico e Ressurreição

posted by bibleprobe(R) Homepage, Mass., 07.19.2007


At World Doctor's Conference, Heart Surgeon Relates Astounding Account of a Resurrection from the Dead



[image]
Dr. Chauncey W. Crandall IV

"We quickly rushed the gentleman down to the intensive care unit, and the hospital was by now buzzing about the fact that a dead man had been brought back to life. After a couple of days he woke up. He had an amazing story to tell after I had asked him, 'Where have you been and where were you on that day that you had that massive heart attack? You were gone and we prayed you back to life in Jesus name.'"

Dan Wooding/TN (July 18, 2007)

(MIAMI, FL)—The audience of 120 doctors from 50 countries sat in stunned silence as a renowned heart doctor produced evidence of how, after he had prayed for a patient who had died and was being prepared for the morgue, was brought back to life after prayer.

Dr. Chauncey W. Crandall IV, who serves at the Palm Beach Cardiovascular Clinic in Palm Beach Gardens, Florida, made his dramatic presentation on Friday, July 13th at the 4th Annual World Christian Doctors Network Conference in Miami, Florida.

He produced dramatic evidence that was shown on the screen and then, afterwards, agreed to tell the story to Assist News Service in an interview with Dan Wooding.

The following is the interview as conducted by Dan:

Dr. Crandall began by saying that the dramatic incident took place almost a year ago in West Palm Beach, Florida. "We had a fifty-three year old man who came to the emergency room with a massive heart attack and actually his heart had stopped," he said. "The medical people had worked on him for over forty minutes in the emergency room and then declared him dead.

"They called me in to evaluate the patient towards the end of his treatment where they had unsuccessfully tried to revive him. The nurse was preparing his body to be taken down to the morgue when the Holy Spirit told me to 'turn around and pray for that man.' When the Holy Spirit talks to you, you have to respond. It's sometimes a quiet voice and this was a quiet voice and to honor the Lord I did turn around and I went to the side of that stretcher where his body was being prepared.

"There was no life in the man. His face and feet and arms were completely black with death and I sat next to his body and I prayed, 'Lord, Father; how am I going to pray for this man? He's dead. What can I do?' All of a sudden, these words came out of my mouth, 'Father, God, I cry out for the soul of this man if he does not know You as his Lord and Savior, please raise him from the dead right now in Jesus name.

"It was amazing as a couple minutes later, we were looking at the monitor and all of a sudden a heart beat showed up. It was a perfect beat; a normal beat; and then after a couple more minutes, he started moving and then his fingers were moving and then his toes began moving and then he started mumbling words.

"There was a nurse in the room—she wasn't a Believer—and she screamed out and said 'Doctor Crandall, what have you done to this patient?' And I said, 'All I've done is cry out for his soul in Jesus name.'

"We quickly rushed the gentleman down to the intensive care unit, and the hospital was by now buzzing about the fact that a dead man had been brought back to life. After a couple of days he woke up. He had an amazing story to tell after I had asked him, 'Where have you been and where were you on that day that you had that massive heart attack? You were gone and we prayed you back to life in Jesus name.'

"He said, 'Doctor Crandall, it's the most amazing thing. I was in a dark room and there was no light. It was complete darkness and I felt I was in a casket and I kept repeating that I was so disappointed.' He said the disappointment came from the fact that none of his family, friends or colleagues, had come to visit him. Then he told me, 'All of a sudden, these men came in and they wrapped me up and they threw me in the trash.'

"Dan, he was in hell that day and as he told me that story, I cried out, 'Lord, this gentleman needs to accept You as Lord and Savior.' I then explained the salvation message to this man as he sat in that bed and I held his hand and I cried out, 'Father God, in the name of Jesus, I pray that this man accepts you as his Lord and Savior right here in the intensive care unit.' He held out his hand and accepted Christ as his Savior with tears rolling down from his eyes and now he's a child of God.

"I told him, 'You never have to be thrown in the trash into total darkness now. The life of Christ is in you and the light of the kingdom of Heaven is on you now."

I asked Dr. Crandall if there had been any brain damage to the patient.

"No there was no brain damage at all; his brain was completely normal," he said. "I was most concerned about his hands because his fingers were completely black and he had some numbness in his fingers and his feet, but now that is totally resolved."

I asked Dr. Crandall if he could give the name of the man and he said he couldn't as the patient had requested that it would not be revealed.

"All I can say is that he was fifty-three years old and he was a car mechanic," he said. "He had a family who were Believers, but he left them twenty years ago because he didn't believe in the Lord. His family continued to pray for twenty years for his salvation, and his ex-wife was on her hands and knees praying for the salvation of her ex-husband, who came to know the Lord that day."

I then asked the doctor if he had seen other similar miracles in his practice.

"I've been witness to three cases of people being raised from the dead," he said. "One other case was when another patient came to the hospital with a massive heart attack. It was on the very day that I received the Baptism of the Holy Spirit and I'd been praying for weeks that I would receive this mighty baptism that the Lord can give us. We were working on this patient that came in again with a massive heart attack and who didn't survive in the operating room.

"All of a sudden, that Baptism of the Holy Spirit hit me and I started speaking in a spiritual language and crying over this patient who, in the operating room theater, had passed away. And then, within five or ten minutes, the heartbeat came back and life came back to this patient. Once again, the nurses who are not Believers looked at me as if to say, 'There goes Doctor Crandall on another case."

I concluded the interview by asking Dr. Crandall what he would like to say to doctors who do not believe in supernatural healing.

"I would just like to say to my colleagues and physicians out there, that the Lord is real. We've seen many miracles and we pray for our patients daily. There is not one week that goes by that we don't see a mighty miracle in our office. The people need this; they need the power of Christ in their life and they need the power of Christ for healing.

"I would just encourage my fellow doctors to get involved in a church, meet with a minister, and attend a healing service run by people that believe in the power of Jesus Christ. We love our colleagues in medicine—we pray for them."

Read about more real miracles and angel visits, here:
http://bibleprobe.com/miracles.htm

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