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sábado, abril 16, 2011

Zimbabwe: Descida abrupta nas taxas de HIV ligada ao aumento da abstinência e da fidelidade

Apesar da proliferação de maciças campanhas em favor do preservativo na luta contra o HIV/SIDA, mais um estudo mostra que a estratégia mais eficiente é promover a fidelidade matrimonial e a responsabilidade sexual.

O novo estudo proveniente do Zimbabwe, onde a prevalência caiu 50% desde que atingiu o seu máximo no final dos anos 90, verificou que o sucesso foi motivado primariamente pela modificação dos comportamentos sexuais, particularmente uma queda no sexo casual, comercial ou extra-marital.

O Dr. Daniel Halperin da "Harvard School of Public Health" e os seus colegas reportam:

No Zimbabwe, tal como em todos os outros lugares, a redução dos parceiros parece ter desempenhado um papel crucial na reversão da epidemia do HIV.
O estudo, publicado este mês na PLoSMedicine.org, foi comissionado pela UNFPA e a UNAIDS.

Os pesquisadores verificaram que a mudança de comportamento foi motivada pelo medo da infecção, medo esse exacerbado pela elevada mortandade causada pela SIDA. Eles afirmam também que o declínio económico amplificou a queda nas taxas de HIV uma vez que os homens tem agora menos dinheiro para pagar para ter sexo ou manter múltiplos relacionamentos.

Embora contrair uma DST no Zimbabwe tenha sido imagem de marca num passado recente, segundo os pesquisadores, este dado tem-se tornado embaraçoso e humilhante.

Foi sugerido pela equipa investigadora que o Zimbabwe foi mais bem sucedido no combate à SIDA que outros países africanos porque tem elevadas taxas de casamento e escolaridade secundária em maior número. Devido a isto, a população estava melhor colocada para agir em conformidade com a educação em torno da SIDA e aceitar melhor os métodos de prevenção com a mensagem "Sê fiel".

Embora colocando ênfase na importância da fidelidade e da responsabilidade sexual, o artigo da equipa suporta o uso de preservativos durante o sexo casual.

O Dr. Edward C. Green, presidente do "New Paradigm Fund" e antigo director do "AIDS Prevention Research Project" (Harvard), declarou à LifeSiteNews que esta pesquisa é "mais uma evidência" em favor sua posição de longa data de que "a fidelidade (às vezes chamada de redução de parceiros) e, com menor ênfase, a abstinência, são as medidas mais eficientes no combate à SIDA especialmente em África."

Ele concorda também com a verificação do artigo de que "quando as pessoas estão com medo de contrair a SIDA, elas tendem a usar o senso comum e evitar comportamentos promíscuos."

O Dr. Green tem sido um dos maiores críticos da promoção dos preservativos por parte das grandes agências do combate à SIDA. Ele foi notícia em 2009 ao confirmar o que Bento XVI disse quando este declarou que os preservativos apenas "aumentam o problema" do HIV e da SIDA.

Há uma consistente associação mostrada pelos nossos melhores estudos entre maior disponibilidade de preservativos e uma maior (e não menor) taxa de infecção do HIV....Isto pode ocorrer em parte devido ao fenómeno conhecido como "compensação de risco". Quando alguém usa uma tecnologia que "reduz o risco", muitas vezes essa pessoa perde o benefício (redução do riso) ao "compensar" ou correndo riscos maiores que correria se não usasse a tecnologia redutora dos riscos.

Isto demonstra mais uma vez a Sabedoria de Deus ao ordenar aos seres humanos que se mantenham em abstinência enquanto solteiros e sejam fiéis depois de casados.

Como acontece sempre, os comportamentos que a ciência mostra serem os mais saudáveis já estavam codificados na Bíblia há séculos. Parece que os "ignorantes pastores do deserto" tinham acesso a Uma Fonte de Informação com um profundo conhecimento da natureza humana.

terça-feira, março 08, 2011

Ciência: abstinência antes do casamento melhora vida sexual

"Fugi da prostituição. Todo o pecado que o homem comete é fora do corpo; mas, o que se prostitui peca contra o seu próprio corpo."
1 Cor 6:16

"Mas, por causa da prostituição, cada um tenha a sua própria mulher, e cada uma tenha o seu próprio marido."
1 Cor 7:2



Pessoas que praticaram abstinência até a noite do casamento deram notas 22% mais altas para a estabilidade do relacionamento que as demais

Casais que esperam para ter relações sexuais depois do casamento acabam tendo relacionamentos mais estáveis e felizes, além de uma vida sexual mais satisfatória, segundo um estudo publicado pela revista científica Journal of Family Psychology, da Associação Americana de Psicologia.

Pessoas que praticaram abstinência até a noite do casamento deram notas 22% mais altas para a estabilidade de seu relacionamento do que os demais.

As notas para a satisfação com o relacionamento também foram 20% mais altas entre os casais que esperaram, assim com as questões sobre qualidade da vida sexual (15% mais altas) e comunicação entre os cônjuges (12% maiores).

Para os casais que ficaram no meio do caminho - tiveram relações sexuais após mais tempo de relacionamento, mas antes do casamento - os benefícios foram cerca de metade daqueles observados nos casais que escolheram a castidade até a noite de núpcias.


Mais de duas mil pessoas participaram da pesquisa, preenchendo um questionário de avaliação de casamento online chamado Relate, que incluía a pergunta "Quando você se tornou sexualmente ativo neste relacionamento?".

Religiosidade

Apesar de o estudo ter sido feito pela Universidade Brigham Young, financiada pela Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, também conhecida como Igreja Mórmon, o pesquisador Dean Busby diz ter controlado a influência do envolvimento religioso na análise do material.

"Independentemente da religiosidade, esperar (para ter relações sexuais) ajuda na formação de melhores processos de comunicação e isso ajuda a melhorar a estabilidade e a satisfação no relacionamento no longo prazo.

"Há muito mais num relacionamento que sexo, mas descobrimos que aqueles que esperaram mais são mais satisfeitos com o aspecto sexual de seu relacionamento."

O sociólogo Mark Regnerus, da Universidade do Texas, autor do livro Premarital Sex in America, acredita que sexo cedo demais pode realmente atrapalhar o relacionamento.
"Casais que chegam à lua de mel cedo demais - isso é, priorizam o sexo logo no início do relacionamento - frequentemente acabam em relacionamentos mal desenvolvidos em aspectos que tornam as relações estáveis e os cônjuges honestos e confiáveis."

(Fonte)
Como seria de esperar, a proibição que Deus impôs aos seres humanos de se coibirem de ter relações sexuais antes do casamento, é um mandamento que visa a nossa satisfação - e não algo que é apenas um desejo arbitrário por parte do Criador.

Tudo aquilo que Deus nos proíbe de fazer é para o nosso próprio bem. Quanto mais cedo olharmos para os Mandamentos de Deus como Mandamentos de Alguém que só quer o nosso bem, mais cedo nós nos condicionamos para sermos aquilo que Deus sempre quis que fossemos: mais do que vencedores (Romanos 8:37).

Outra coisa que se pode deduzir desta notícia é que, mais uma vez, aqueles que defendem o "sexo livre" promovem comportamentos que reduzem as hipóteses de termos um casamento realizador ao nível sexual e emocional.

1 Tessalonicenses 4
1. Finalmente irmãos, vos rogamos e exortamos no Senhor Jesus, que assim como recebestes de nós, de que maneira convém andar e agradar a Deus, assim andai, para que abundeis cada vez mais.

2. Porque vós bem sabeis que mandamento vos temos dado pelo Senhor Jesus.

3. Porque esta é a vontade de Deus, a vossa santificação: que vos abstenhais da prostituição.

Hebreus 13
4. Venerado seja entre todos o matrimónio e o leito sem mácula; porém aos que se dão à prostituição e aos adúlteros Deus os julgará.

Vêr também:

1. Vida sexual + relacionamento sério = satisfação

2. Benefícios da Abstinência

3. O Insucesso Dos Métodos Humanos

4. Distribuição de preservativos ineficaz no combate as DSTs

5. “Só os castos são fortes”

6. Provincia chinesa combate promiscuidade usando material cristão

7. Feminista: Porque é que os homens não se querem casar com mulheres promíscuas?

8. Coabitação Prenupcial Pode Estragar Casamento

9. Como combater a epidemia de DST: Seguir a Bíblia

segunda-feira, fevereiro 14, 2011

Estudo indica que 75% dos homossexuais sexualmente ativos são portadores do Vírus do Papiloma Humano

A homofobia da Medicina

Matthew Cullinan Hoffman
BARCELONA, Espanha, 2 de dezembro de 2010 (Notícias Pró-Família) — Resultados preliminares de um estudo espanhol de homossexuais sexualmente ativos indicam que setenta e cinco por cento são portadores do vírus do Papiloma Humano (HPV), de acordo com um relatório da Europa Press.
O estudo, que está buscando seguir homossexuais sexualmente ativos que normalmente usam camisinhas, até agora seguiu 40 participantes do estudo durante um período de vários meses, e chegou a um número preliminar de 75 por cento de infecção do HPV.
A estatística é mais que duas vezes a média para os jovens espanhóis, de acordo com a Europa Press, que relata que 30 por cento são portadores do HPV.
Acredita-se que o Vírus do Papiloma Humano, que surge em centenas de variedades, causa câncer no colo de útero nas mulheres e câncer no pênis dos homens. É também um marcador para o risco de contrair o Vírus da Imunodeficiência Humana (conhecido como HIV), o vírus que se crê provoca a AIDS.
Conforme LifeSiteNews noticiou anteriormente, homossexuais sexualmente ativos têm muito mais probabilidade de contrair uma variedade de doenças debilitantes, inclusive a AIDS, hepatite, sífilis e infecções estafilococas. O elevado nível de doenças infecciosas entre homossexuais tem relação com elevados níveis de promiscuidade sexual. Os homossexuais têm um número estimado de parceiros sexuais a vida inteira estendendo-se às centenas, de acordo com alguns estudos.
O elevado índice de infecção do HIV entre homossexuais levou o Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos EUA a proibir a doação de sangue proveniente de homens que têm cometido sodomia com homens depois de 1977.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

terça-feira, janeiro 04, 2011

Holanda e a SIDA: desproporcional presença de homossexuais nas novas contaminações

Há umas semanas atrás foi colocada a seguinte questão a um militante ateu: "porque é que os homens que tem sexo com outros homens estão desproporcionalmente representados nos casos de SIDA?". Ainda estamos à espera de uma resposta coerente.

Não é preciso ser um génio para se ver o porquê, mas os esquerdistas - mais importados com a ideologia do que com a Medicina - ainda tentam forçar este comportamento auto-destrutivo à sociedade.

Os homens que tem relações sexuais com outros homens vivem uma vida que é conhecida pela promiscuidade, portanto não é de estranhar que esse segmento da sociedade esteja desproporcionalmente representado nos novos casos de SIDA. Como exemplo, veja-se o caso de Luiz Mott. O líder do movimento homossexual brasileiro, afirma que já teve relações sexuais com 500 homens diferentes (!!).

Fundação de Monitoramento do HIV na Holanda divulga novos dados de infecção do HIV

A Fundação de Monitoramento de HIV da Holanda acabou de fazer públicos os dados sobre novas infecções pelo vírus da AIDS, e notou um forte aumento que afeta, primariamente, homens homossexuais.

De acordo com as projeções feitas no último relatório da fundação, há atualmente cerca de 1.100 novas contaminações registradas por ano, incluindo 850 (mais de 77%) entre homens contaminados devidos a uma relação com outro homem. O número absoluto de contaminações heterossexuais, em que são incluídas as infecções relacionadas ao vício de drogas, está em um declínio estável.

A título de comparação, o número total de contaminações no seio da comunidade gay era de somente 400 em 1996. E o número atual excede mesmo o pico da epidemia que coincidiu com sua implementação: é estimado que, no início dos anos 1980, houve 800 novas infecções por ano entre a "população de risco".

Obviamente, estes dados não incluem pessoas infectadas ou infectadas recentemente sem sabê-lo.

Fonte: Le Blog de Jeanne Smits via E-Deo

Há alguns militantes ateus e esquerdistas fanáticos que tentam usar a desculpa que "o problema não é a homossexualidade mas a promiscuidade". Este linha de pensamento poderia ter a sua validade não fosse o facto da homossexualidade levar as pessoas à promiscuidade.

sexta-feira, dezembro 31, 2010

Organização aborcionista alega que livro que promove sexo casual é um sucesso

Nenhuma pessoa normal de congratula com o sucesso de um livro que promove comportamentos auto-destrutivos. Mas como já sabemos, o esquerdismo destrói a capacidade humana de formular pensamento lógico e coerente.

Para os esquerdistas o facto dos jovens se destruírem (física e emocionalmente) com cada relacionamento sexual casual é apenas uma "casualidade de guerra". O que importa é a destruição da estrutura familiar e o rendimento que advém das consequências do sexo casual (aborto).

Num mundo normal as pessoas ficaram suspeitas de conflito de interesse que há entre promover a promiscuidade e lucrar com a mesma, mas nos já não vivemos num mundo normal. Vivemos num mundo onde a elite mundial está enganada voluntariamente pela ideologia esquerdista.

Dra. Seana Cranston
NOVA IORQUE, EUA, 11 de novembro de 2010 (C-FAM/Notícias Pró-Família) — O principal provedor de abortos do mundo está continuando a promover um livreto explícito que defende o sexo casual entre os jovens. De acordo com a Federação Internacional de Planejamento Familiar, o livreto chamado “Saudáveis, Felizes e Quentes” se tornou sua publicação mais popular.
Dirigido para um público alvo de jovens com HIV, o livreto contém linguagem sexualmente explícita e promove o sexo casual com múltiplos parceiros, bem como o sexo oral, anal e homossexual.
“Algumas pessoas gostam de ter sexo agressivo”, diz o livreto. “Não há jeito certo ou errado de fazer sexo”. O livreto incentiva os jovens que estejam tendo sexo depois de beber ou usar drogas a “fazerem planos de antemão trazendo camisinhas”. Outra seção sugere que os leitores visitem as clínicas de planejamento familiar para buscar ajuda para prevenção ou abortar gravidezes não planejadas.
A publicação incentiva os jovens a guardar segredo de suas atividades sexuais, escondendo-as de seus pais, bem como visitas às clínicas de planejamento familiar. “Você precisa descobrir se há centros de saúde perto de você, onde você possa ir sem precisar da permissão de seus pais ou guardiões”.
O livreto critica os países que têm leis que exigem que os portadores do HIV revelem sua condição a seus parceiros sexuais. Tais leis violam os direitos das pessoas que vivem com o HIV, argumenta o livreto.
A Federação de Planejamento Familiar também distribuiu o livreto em agosto na Conferência Mundial da Juventude em Leon, México.
Originalmente publicado em janeiro deste ano, “Saudáveis, Felizes e Quentes” está agora disponível numa tradução russa. A Rússia tem o segundo índice mais elevado de HIV na Europa Oriental e na Eurásia, de acordo com a USAID.
A presidenta regional da Federação de Planejamento Familiar na Europa é a Dra. Elena Dmitrieva, uma russa que também dirige a Fundação Russa Saudável. Financiada pelos Estados Unidos por meio da USAID, a fundação patrocina um projeto de saúde que está em andamento ali. Russa Saudável 2020 promove a prevenção do HIV/AIDS e a contracepção entre os jovens e outras populações vulneráveis na Rússia. Seu programa autoproclamado de estilos de vida saudáveis para os jovens tem como alvo pessoas entre as idades de 13 a 19.
Aproximadamente 77 milhões em dólares dos contribuintes do imposto de renda dos EUA foram para programas na Rússia em 2008, de acordo com o site do USAID. Parte desses $77 milhões possibilitou que mensagens de planejamento familiar e saúde reprodutiva alcançassem mais de 25 mil russos.
Isso ocorre apesar de que a Rússia está sofrendo de uma crise demográfica. A ONU prediz que a população da Rússia cairá para 23 milhões durante os próximos 40 anos. Em resposta, o presidente Vladimir Putin recentemente ofereceu 11 mil dólares para premiar famílias que têm pelo menos dois filhos.
Conforme Friday Fax de C-Fam disse em reportagem no começo deste ano, uma mãe mórmon detectou o livreto numa reunião somente para meninas e fechada ao público patrocinada pela organização de escoteiras dos EUA Girl Scouts USA na sede da ONU em Nova Iorque. Desde então, as filiais de Girl Scouts em todos os Estados Unidos estão envolvidas num acalorado debate sobre as conexões entre Girl Scouts e a Federação Internacional de Planejamento Familiar. Girl Scouts USA se recusa a denunciar o livreto e nega que o livreto estava na sala da ONU onde as meninas se reuniram.
Este artigo foi publicado com a permissão de www.c-fam.org
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/ldn/2010/nov/10111106.html

sexta-feira, dezembro 17, 2010

Mídia abafa pandemia mundial de AIDS entre gays

Tendo em conta que é do interesse dos esquerdistas que controlam os órgãos de informação que o homossexualismo se propague, não é estranhar que os mesmos órgãos não falem muito sobre as consequências desse mesmo comportamento.

Mídia abafa pandemia mundial de AIDS entre gays

por Roberto Cavalcanti

Apesar da mídia tentar esconder a realidade de que os gays são de fato um grupo de risco, fato é que estamos diante de uma pandemia mundial de AIDS entre gays.

Esse blog já noticiou que na França o HIV está fora de controle entre os gays. A incidência de AIDS entre os gays chega a ser 200 vezes maior que a dos supostamente heterossexuais. Já noticiou, também, que nos EUA 20% dos gays têm AIDS, muito embora a população total nesse país totaliza uma fração de 1 a 2%. No Reino Unido, a Agência de Proteção à Saúde noticiou que 38% dos novos diagnósticos de AIDS são entre gays. No Japão, a coisa é ainda pior:

"Dez anos depois, o número de pacientes com HIV através de intercurso heterossexual foi de 180, enquanto que o número de pessoas infectadas através de sexo gay cresceu para 659."

Ou seja, os gays computam nesse país o espantoso índice de 78,5% do total de contaminados. Isso se levarmos em consideração o mínimo, pois é de se duvidar e muito dos supostos casos de transmissão de AIDS via heterossexual. Primeiro, pela sua real possibilidade clínica, considerada duvidosa por muitos especialistas. Segundo porque muitos dos assim-chamados "heterossexuais" mentem afirmando ter praticado sexo heterossexual, a fim de não serem tachados vergonhosamente de homossexuais. Ainda por cima numa sociedade masculinista como a japonesa. Portanto, o índice deve ser ainda bem maior.

Enfim, tudo isso sem considerar outras doenças venéreas, como sífilis, herpes etc., cuja incidência entre gays é também monumental, porém minimizada por serem doenças cujo tratamento já não é mais tão complexo.

Uma conclusão salta aos olhos: a prática homossexual sempre foi e continuará sendo nociva à humanidade, e os homossexuais jamais deixaram e deixarão de ser grupo de risco. A prática homossexual continua sendo o maior de todos os vetores da AIDS. Basta praticá-la para se arriscar a contrair HIV. O homossexualismo é um tormento para a saúde pública.

COMPAIXÃO GENUÍNA

A nossa sociedade contemporânea vem perdendo o referencial do verdadeiro significado de civilização. Devemos ter compaixão pelos mais fracos, como deficientes mentais e físicos, pois não pediram para vir ao mundo dessa forma. Da mesma maneira, devemos ter compaixão pelas crianças, mulheres e idosos, pela sua fragilidade física natural.

Entretanto, não faz parte de uma compaixão genuína acolher pessoas que pelo seu comportamento irresponsável e dissoluto, procuram doenças e morte como um divertimento inconseqüente, tal como o macaco procura banana. Esse não é o real sentido de civilização, mas sim uma perda de referencial moral do verdadeiro sentido de civilização, que não passa por agasalhar comportamentos que são prejudiciais a toda humanidade.

Tais práticas, sabemos, impactam em nosso patrimônio, quando somos chamados a contribuir com impostos em proporção ainda maior para custear a saúde pública. Tais valores poderiam, em lugar de financiar divertimentos tão torpes, migrar para outras atividades, ou mesmo para a cura de doenças como Câncer e Diabetes, que não atingem pessoas de comportamento irresponsável e de risco.

O homossexualismo, como tal, além de ser uma imoralidade, é um problema de saúde pública. O homossexual não pode ser tratado como parte de uma minoria injustiçada, vítima de discriminação, equiparado, p. ex., aos negros e deficientes, pois o homossexual procura o mal deliberadamente. Neste sentido, não poderia ser respeitado e muito menos fazer jus a um rol de direitos especiais. Isso beira o absurdo, pois estará se privilegiando um grupo realmente nocivo à humanidade.

O homossexual deve ser compelido a mudar. Pelos males do cigarro, o fumante, que sequer é imoral, é compelido a mudar seu hábito. Por que então no mínimo isso não acontece com o homossexual? Fica a pergunta...

quinta-feira, dezembro 16, 2010

EUA: 20% dos homossexuais tem o HIV; metade nem sabe que tem

De acordo com os Centros de Controle de Doenças americanos (em inglês: Centers for Disease Control - CDC) quase metade dos homossexuais infectados com o virus que causa a SIDA não estão cientes de que são portadores da doença mortal.

O recentemente publicado estudo de 21 áreas metropolitanas verificou que de entre os 8,153 sexualmente activos homens homossexuais e bissexuais , um em cada cinco (1562) era portador do HIV. Dos infectados, 44% (680) não sabiam que estavam infectados - e por implicação, a infectar outros.

O CDC diz que os homens que tem relações sexuais com outros homens (MSM = men sex [with] men) expõem-se a maiores riscos de infecção De acordo com o CDC, a taxa de novos contágios entre os MSM é 44% mais elevada do que os homens heterossexuais.

O CDC reportou também que os MSM foram responsáveis por 53% das novas infecções do HIV nos EUA durante o ano de 2006.

O sistema "National HIV Behavioral Surveillance" (NHBS) da CDC recolheu os dados ao entrevistar homens com idades iguais ou superiores a 18 anos em sítios onde se espera que os homossexuais sexualmente activos se encontrem, nomeadamente, bares, clubes e organizações sociais.

O organização americana "Food and Drug Administration" (FDA) tem estado debaixo de pressão por certos lobbis pró-sodomia para levantar a recusa de sangue doado por homens homossexuais. Segundo aqueles que visam a remoção desta recusa dos bancos de sangue, já é possível detectar a presença do HIV através da tecnologia actual.

No entanto, os defensores da política da FDA alertam para o facto de haver um período superior a seis meses após o contágio durante o qual os testes sanguíneos não revelam o HIV. Isto aumenta as hipóteses dum homem homossexual contaminar pessoas inocentes com o seu sangue.

A FDA declara também que os testes podem não detectar todo o sangue infectado. Uma vez que mais de 20 milhões de transfusões são feitas todos os anos, a FDA diz que mesmo uma pequena taxa de erro tem a possibilidade de aceitar sangue contaminado com o HIV.

Conclusão:

Quem é que no seu normal estado mental acha que um comportamento sexual que causa a que 1/5 dos participantes esteja com uma doença mortal seja normal? A homossexualidade não é um comportamento que se deva promover do mesmo modo que o consumo do tabaco não é um comportamento que seja publicitável.

Que outro segmento da sociedade é que está barrado de doar sangue? Ora, os drogados e as prostitutas.

Vejamos então: homens que fazem sexo com outros homens, pessoas dependentes de estupefacientes, e mulheres sexualmente promiscuas estão barrados de doar sangue. O que é que o senso comum nos diz à cerca desses comportamentos?

Claro que para o esquerdista isto não conta para nada uma vez que a promoção da homossexualidade tem um "bem maior" em vista: a destruição da instituição do casamento. Isto mostra que para os supostos "defensores da ciência" a sua ideologia está acima da ciência. Para eles é mais importante combater o casamento do que admitir que a homossexualidade é um comportamento auto-destrutivo.

A tragédia disto tudo (para além dos milhões de jovens que todos os anos são atraídos para a solidão da homossexualidade) é que as mesmas pessoas que acham que a homossexualidade é "normal" são as mesmas pessoas que querem entrar pelas escolas a dentro e dar aulas de "educação sexual".

Não erreis: nem os devassos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados, nem os maldizentes, nem os roubadores, herdarão o reino de Deus.
1 Cor 6:10

(Fonte)

quinta-feira, novembro 25, 2010

Cavalcanti: Homossexualismo é mais perigoso que fumar

Dr. Paul Cameron, psiquiatra norte-americano, PHD, publicou estudo sobre a expectativa de vida de homossexuais [1]. Segundo ele, a típica expectativa de vida de homossexuais sugere que suas atividades são mais destrutivas do que fumar e tão perigosas quanto usar drogas.

Estudos têm demonstrado que anos de fumo encurtam a expectativa de vida do fumante de 1 a 7 anos. Mas a análise da idade de morte na Noruega e na Dinamarca para gays que estão legalmente casados sugere que se engajar em comportamento homossexual reduz a expectativa de vida em 24 anos.

Conforme frisado pelo Dr. Paul Cameron:

"Dada a grandemente reduzida expectativa de vida para homossexuais, crianças na escola deveriam ser fortemente e consistentemente avisadas sobre os perigos do homossexualismo muito mais do que de fumar. Aquelas escolas que estão introduzindo currículos pró-gay necessitam repensar suas prioridades."[2]

A preocupação da sociedade com riscos de saúde é legítima – eles impactam em nossos impostos e no perigo de todos à doença e ao dano. Porque nós temos cuidado com isso, fumantes são desencorajados de fumar por mais altos incrementos de segurança, com impostos em cigarros e com proibições de fumar em público.

Essas pressões sociais motivam muitos a abandonar tais hábitos. Elas, outrossim, encorajam não-fumantes a permanecer como não-fumantes.

Homossexuais são pessoas sexualmente problemáticas se engajando em atividades perigosas. Porque nós temos cuidado com eles e aqueles que aliciam a se juntar a eles, é importante que nós nem encorajemos nem legitimemos um tal destrutivo estilo de vida.

Enfim, se precisamos de Dia Mundial sem Tabaco, precisamos muito mais de um Dia Mundial sem Homossexualismo.


[1] http://www.lifesite.net/ldn/2007/apr/07040309.html

[2] http://www.lifesite.net/ldn/2007_docs/CameronHomosexualFootpr

sábado, novembro 06, 2010

Segundo a medicina o homossexualismo é auto-destrutivo: Um a cada cinco homens gays nos EUA é portador do HIV

O Roberto Cavalcanti faz uma pergunta importante:

"Se fumantes são incentivados a deixar de fumar, por que homossexuais não são incentivados a abandonar o homossexualismo?"

Do ponto de vista estritamente médico, o consumo de tabaco e o sexo entre homens é nocivo para o indivíduo. Porque é que uma é combatida e outra é "um direito humano"? Será que a mentalidade do controlo populacional e a luta contra a instituição da família estão acima da saúde pública? Pergunta de retórica, obviamente. Para os esquerdistas a ideologia está acima de tudo, inclusive da saúde pública.

Um a cada cinco homens gays nos EUA é portador do HIV
Agência AFP

Um a cada cinco homens homossexuais nas principais cidades dos Estados Unidos é portador do vírus da Aids, e quase a metade ignora ser soropositivo, revela um estudo publicado nesta sexta-feira.

O Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) informa que de 2005 a 2008 a taxa de contágio por HIV entre os homens gays cresceu 17%.

No total, 19% dos "homens que fazem sexo com outros homens" são soropositivos e 44% não sabem que têm o vírus da Aids, assinala o CDC, baseado em um estudo que analisou mais de 8 mil homossexuais.

"A mensagem deste estudo é clara: o HIV registra números devastadores entre homens que mantêm sexo com outros homens nas principais cidades dos Estados Unidos", disse Kevin Fenton, diretor do Centro Nacional de HIV/Aids do CDC.

"Precisamos aumentar o acesso aos exames de HIV para que mais pessoas saibam de seu estado". (*)

(*) Os homossexuais são um grupo de risco. Constituem cerca de 1% da população norte-americana. Não obstante, sua população de infectados com o virus da AIDS é 19 vezes maior. A desproporção é gritante.

O homossexualismo nunca poderia ser considerado um direito humano a ensejar medidas de proteção e incentivo à sobrevivência de tais grupos. É um comportamento nocivo à sobrevivência e perpetuação da espécie, e por isso jamais poderia ser incentivado ou protegido. Trata-se de um suicídio coletivo protegê-lo. E mesmo que seja tutelado em alguns países, não passa de uma construção jurídica sem qualquer fundo de legitimidade, derivando senão da exigência autolátrica de um grupo minoritário com um poder de pressão bastante forte. O homossexualismo é, pois, um flagelo em todos os sentidos: um flagelo moral e, como a reportagem acima demonstra, um flagelo para a saúde pública. Se fumantes são incentivados a deixar de fumar, por que homossexuais não são incentivados a abandonar o homossexualismo?

sexta-feira, outubro 15, 2010

Homofobia em França: SIDA fora do controle entre homossexuais

Deve ser por isto que o sangue doado por homossexuais é barrado em alguns países.

HIV está fora de controle entre gays franceses

LONDRES (Reuters) - A transmissão do vírus da Aids parece estar "fora do controle" entre os homens homossexuais na França, apesar da queda generalizada no número de novos casos de HIV no país, de acordo com um estudo publicado nesta quinta-feira.

Cientistas do Instituto Nacional para a Vigilância em Saúde Pública afirmaram que quase metade das 7 mil pessoas recém infectadas com o HIV no país em 2008 é de homens homossexuais, e a incidência entre esses é 200 vezes maior do que entre heterossexuais.

Especialistas disseram que os resultados mostraram que as autoridades francesas precisavam rever e renovar estratégias de prevenção e garantir que focassem os grupos de maior risco de infecção.

O vírus da imunodeficiência humana que causa a Aids infecta 33,4 milhões de pessoas no mundo. Na África subsaariana, 22,4 milhões de pessoas têm a doença, e no Leste Europeu é onde a epidemia cresce mais rapidamente na atualidade.

O estudo também mostrou que o HIV na França caiu significativamente de 8.930 novas infecções, em 2003, para 6.940 em 2008.

Mas o número de novas infecções entre homens homossexuais ficou estável, apesar da queda em outros grupos, e respondeu por 48 por centos dos novos casos na França em 2008. (*)

(*) A AIDS é uma doença gay. O sexo anal é uma prática tipicamente homossexual. A incidência monstruosa de AIDS entre gays demonstra que a supressão da noção de "grupo de risco", especialmente na mídia, foi uma decisão política no intuito de simplesmente evitar a discriminação a esses grupos. Por isso, penso que o homossexualismo, muito longe de ser tratado como um direito humano - o que é absurdo - deveria ser tratado como uma imoralidade e um problema de saúde pública. O fato é que a AIDS era uma doença gay, permanece sendo e sempre será.

domingo, outubro 03, 2010

A contínua homofobia da Medicina: 48% dos casos de HIV são de sexo entre dois homens nos EUA

Incrível como as pessoas continuam a ver estes números e ninguém parece interessado em analisar as causas. Se calhar porque eles sabem quais são as causas mas não querem que a população se aperceba disso?

Não se esqueçam que é a estes grupos sexuais que os esquerdistas querem entregar crianças ("adopção").

48% dos casos de HIV são de sexo entre dois homens nos EUA
Recente estudo do CDC (Centers for Disease Control and Prevention) mostram que o sexo entre dois homens é responsável por quase metade (48%) dos mais de 1 milhão de pessoas vivendo com HIV nos Estados Unidos. Ainda, o sexo entre dois homens é responsável por mais da metade de todas as novas infecções de HIV nos Estados Unidos todo ano (53% de um estimado de 28.700 infecções).

Enquanto o CDC estima que homens que fazem sexo com outros homens representam apenas 4% da população masculina dos Estados Unidos com 13 anos ou mais, a taxa de novos diagnósticos de HIV entre essas pessoas é mais de 44 vezes maior que a dos outros homens (que possuem apenas relações heterossexuais).

Por último, homens que fazem sexo com outros homens são o único grupo de risco nos Estados Unidos em que novas infecções de HIV estão crescendo. Enquanto novas infecções declinaram tanto em heterossexuais como usuários de drogas injetáveis, o número anual de novas infecções de HIV entre homens gays tem crescido firmemente desde o início dos anos 90.

Veja estudo completo aqui.

domingo, setembro 19, 2010

Quando vamos proteger os americanos da AIDS?

Da forma como algumas pessoas falam da epidemia da SIDA, até parece que é uma doença que atinge toda a população de igual modo e não uma coisa que está desproporcionalmente conectada a certos grupos sexuais.

O facto de sabermos que milhões são gastos nas pesquisas da SIDA e investidos em alguns grupos de pessoas que PROPOSITADAMENTE espalham o mesmo vírus chega a ser frustrante.

Eis uma sugestão que o post em baixo menciona: que tal fechar as saunas gays onde se sabe que a propagação de DST é feita?

Les Kinsolving
Para seu crédito, o presidente Obama disse à platéia do encontro de estratégia nacional de AIDS-HIV, no Salão Leste da Casa Branca, na terça, 13 de julho:
“Mais de 1 milhão de americanos (estão) vivendo com HIV-AIDS e (há) quase 600 mil americanos que perderam a vida por causa da doença.”
Ele também observou:
“Homens gays e bissexuais constituem uma pequena porcentagem da população, mas mais de 50 por cento das novas infecções.”
É digna de nota também sua declaração:
“Para prolongar vidas e estancar as transmissões, nós precisamos garantir que todo americano HIV-positivo receba a assistência de que precisa.”
PERGUNTA: Como é que o tratamento médico pode estancar a transmissão do HIV-AIDS, se os homens gays e bissexuais — que ele mencionou — continuam a espalhá-lo — a respeito do que a Casa Branca chegou a anunciar 56 mil novos casos por ano?
PERGUNTA: Alguma coisa naquele discurso para uma platéia em grande parte composta por homossexuais aplaudidores incluiu um apelo para que a comunidade homossexual tomasse a liderança no fechamento das saunas gays, que espalham AIDS e sífilis?
Não encontrei nada do tipo naquele discurso.
PERGUNTA: O presidente afirmou (ou chegou a sugerir) que aqueles homossexuais que sabem que têm AIDS ou sífilis e praticaram intercurso anal com outros homens são culpados de um crime que resultou em muitas daquelas 600 mil pessoas morrerem de AIDS?
Não encontrei nada do gênero naquele discurso.
O presidente também disse:
“Quando nós deixamos de oferecer a uma criança uma educação adequada, quando deixamos de dar a ela as informações médicas corretas e de dotá-la de um senso de responsabilidade, então, como podemos esperar que ela tome as precauções necessárias para proteger a si mesma e aos outros?”
A declaração arrancou aplausos — mas pense a respeito.
O presidente não especificou o que queria dizer ao falar das “precauções necessárias para proteger a si mesma e aos outros.”
PERGUNTA: Será que ele quis dizer que os homossexuais que praticam intercurso anal sempre deveriam usar preservativo?
Ou será que ele percebe que, já que não há preservativo perfeito, e o intercurso anal é tamanho transmissor de AIDS, que o intercurso anal deveria ser evitado como a peste — à qual ele condenou tantos daqueles 600 mil à morte?
Há algum registro de que o colega democrata do presidente Obama, o presidente Franklin D. Roosvelt, alguma vez tenha discordado, ou tomado alguma medida contra as autoridades de seu estado natal de Nova Iorque, pelos anos em que deixaram Mary Mallon de quarentena?
Em 1915, trabalhando sob um nome falso na Maternidade Sloane, de Nova Iorque (onde eu nasci, em 1927), ela espalhou febre tifoide para 25 médicos, enfermeiras e membros da equipe — dois dos quais morreram. Eles foram apenas alguns dos que ela infectou e matou.
Ela foi mandada para uma instituição penal, North Brother Island, fora do Bronx, onde foi mantida em quarentena até sua morte, em 1938.
Se “Mary tifo” Mallon foi tão isolada durante tanto tempo para proteger o público do tifo, quando Nova Iorque e os Estados Unidos começarão a proteger o público dos disseminadores da doença muito mais mortal que é a AIDS?
Les Kinsolving é apresentador de um programa diário de rádio na WCBM, em Baltimore. Suas apresentações são transmitidas nacionalmente. Ele é correspondente do site WorldNetDaily na Casa Branca. Seu programa pode ser ouvido pela internet das 9h às 11h da noite, semanalmente. Antes de entrar para o rádio, Kinsolving foi repórter e colunista de jornal — duas vezes indicado para o Prêmio Pulitzer por suas análises. O estilo jornalístico independente de Kinsolving é descrito em um novo livro escrito por sua filha, Kathleen Kinsolving, “Gadfly: The Life and Times of Les Kinsolving White House Watchdog.”
Tradução do blog Dextra

Divulgação: www.juliosevero.com
Leia também:
A relação mortal da pílula anticoncepcional com o HIV/AIDS

quinta-feira, agosto 19, 2010

Homossexualidade em Londres: O que fazer quando o método da distribuição do preservativo falha? Continuar com ele.

Um em cada sete homens homossexuais da vida gay de Londres está infectado com o HIV. Os promotores da "saúde sexual" continuam a avançar com a mensagem do preservativo enquanto que as taxas de contaminação aumentam.

Já foi dito várias vezes no passado por pessoas conhecedoras do assunto que a promoção do uso do preservativo como forma de combater as DST não funciona. Só uma mudança de comportamentos pode reverter as incidências, mas como uma mudança de comportamento envolve coisas 'horríveis' como abstinência e fidelidade, o mundo ateu não está interessado nisso.

Além disso, não interessa aos líderes mundiais elevar o nível médico das sociedades uma vez que isso pode conduzir a um aumento populacional. O que os líderes mundiais querem, pressionados pelos grupos da extrema esquerda ambientalista e não só, é reduzir a população mundial a todo o custo, mesmo que isso envolva deixar de prestar ajuda médica a quem precise.

Quando nós olhamos para algumas medidas (falhadas) da elite mundial no que toca à sexualidade e no que toca aos seus desejos de "controle populacional", as coisas começam a fazer mais sentido. Percebe-se o porquê dos mesmos insistirem em coisas que manifestamente só nos causam problemas de saúde.


Segundo um grupo de saúde homossexual, as taxas de contaminação do vírus HIV entre os homens londrinos que tem relações sexuais com outros homens (HSH) aumentaram dramaticamente nos últimos 7 anos. O "The Terrence Higins Trust" (THT) anunciou números que mostram como 1 em cada 7 homossexuais em Londres está infectado com o HIV, quando no resto do país a incidência é de 1 em cada 20. O número aumentou de 299 novos casos no ano 2000 para 710 em 2007.

De acordo com a agência de consciencialização sobre a SIDA, a AVERT, nos finais de 2008 os HSH eram estimados como sendo 38% dos casos de HIV na Grã-Bretanha, isto apesar dos mesmos serem uma população bem pequena no que toca à população total. Claro que o mundo secular não se questiona sobre as razões que levam a que uma porção tão pequena da população total possa ter uma incidência tão elevada de DST. Para os esquerdistas, isto não é relevante. O que interessa é avançar com um estilo de "vida" que torna um homem mais propenso a tornar-se mais um ser humano criado à Imagem de Deus contaminado com uma doença tão letal.

Alan Wardle, líder do "Health Promotion" da THT disse que os homens da "cena gay" estão genuinamente chocados com estes números.

A verdade é que, depois de Brighton, Londres tem a mais alta prevalência de HIV no país.

Apesar do falhanço evidente das campanhas em torno do uso do preservativo como forma de controlar as taxas de HIV, tanto o THT como a "Health Protection Agency" (HPA) concluíram que o "sexo seguro" era a única solução. Alan Wardle disse que a THT vai lançar a campanha "Um em cada Sete" como forma de "lembrar" os homens da cena gay acerca do uso do preservativo.

Ou seja, apesar destes métodos não estarem a funcionar, as agências que (fingem que) lutam contra o avanço da SIDA vão continuar a insistir neles e com isso a contribuir para o avanço da SIDA entre os HSH.

Vejam a forma como a Ruth Smith (cientista sénior do Centro de Infecções da HPA) diz uma coisa que mostra como as pessoas podem ter as evidências bem à sua frente mas rejeitá-las por motivos puramente ideológicos:

Nós temos que reforçar continuamente a mensagem do sexo seguro: usar o preservativo com todos os novos parceiros sexuais (ou com os casuais) é a forma mais certa de assegurar que as pessoas não se tornem seriamente infectadas com uma DST como o HIV.
Em vez de se tentar mudar os comportamentos sexuais da comunidade gay (e terminar com o sexo casual ou a promiscuidade), os centros 'médicos' apenas e só lutam contra os sintomas, deixando a doença (promiscuidade) completamente intocável.

Só uma palavra para o sr Alan Wardle: o preservativo não é a única solução para combater a SIDA ao nível social. Aliás, como mostram as evidências, essa medida nem funciona. É, sim, a "única" que a vossa ideologia ateísta aceita. A realidade dos factos mostra que há medidas bem mais eficientes e bem menos dispendiosas.

Qual é a solução para as epidemia das DST? O Centro de Controle de Doenças delineou um modo simples e eficiente para travar o avanço destas doenças:

A maneira mais segura de se evitar a transmissão de doenças como a sífilis, é abster-se do contacto sexual ou estar num relacionamento a longo prazo mutuamente monogâmico com um parceiro que já foi testado e de quem se sabe estar limpo de doenças.
...........
Abster-se de contacto sexual (abstinência) ou estar num relacionamento mutuamente monogâmico a longo prazo (ex: casamento). Isto parece algo tirado de um Certo Livro Antigo escrito há séculos atrás por "pastores ignorantes".

Conclusão:

A "receita" médica para combater a epidemia de DST é exactamente aquilo que a Bíblia nos diz sobre uma conduta sexual saudável.

Deve ser uma "coincidência" que a Medicina e a Bíblia estejam de acordo.

terça-feira, agosto 17, 2010

Como combater a epidemia de DST: Seguindo a Bíblia

Margie Mason reportou recentemente que a China está a sofrer uma epidemia maciça de sífilis. Ela não só alertou para o facto de em todas as horas um bebé chinês nascer com sífilis como também ressalvou que "entre os períodos de 2003 e 2008 a taxa de transmissão mãe-para-filho disparou de 7 para 57 casos por cada 100,000 novos nascimentos".

Actualmente os casos reportados de sífilis estão a "crescer à ordem de 30% todos os anos". Margie Mason disse também que a mesma doença está em crescimento nos EUA também.

A que causas é que Mason e os peritos que ela consultou atribui o aumento da infecção? Ela diz:

Na China, as prostitutas e os homens homossexuais ou bissexuais (muitos deles casados e com famílias) estão a aumentar os níveis de sífilis.
Ela afirmou também que nos EUA "mais de 60% dos novos casos de sífilis estão conectados com o sexo homossexual".

Qual é a solução para as epidemia das DST (Doenças Sexualmente Transmitidas) como a sífilis? O Centro de Controle de Doenças delineou um modo simples e eficiente para erradicar estas doenças:

A maneira mais segura de se evitar a transmissão de doenças como a sífilis, é abster-se do contacto sexual ou estar num relacionamento a longo prazo mutuamente monogâmico com um parceiro que já foi testado e de quem se sabe estar limpo de doenças.
Espera lá! Abster-se de contacto sexual ou estar num relacionamento mutuamente monogâmico a longo prazo?!! Mas isso parece algo tirado de um Livro Antigo escrito há séculos atrás por "pastores ignorantes" não?

Para quem não tem estado no planeta Terra durante os últimos 6,000 anos, a "receita" médica proposta pelo Centro de Controle de Doenças como forma de combater a epidemia de DST é exactamente aquilo que a Bíblia nos diz sobre uma conduta sexual saudável.

Os Mandamentos do Criador no que tocam à sexualidade dizem-nos que o sexo tem que ser reservado para a aliança dum casamento para toda a vida entre um homem e uma mulher (Mateus 19:1-4, Hebreus 13:4, 1 Corintios 6:15-20). A medicina moderna vem agora dizer que esta é a melhor forma para se combater as DST. Deve ser "coincidência".

Na verdade, o que Deus diz sobre o sexo e sobre todos os aspectos da vida humana tem como propósito levar o homem a usufruir plenamente daquilo que Ele nos deu. Em Deuteronómio 6:24 o Profeta Moisés escreveu:

E o Senhor nos ordenou que fizéssemos todos estes estatutos, para temer ao Senhor, nosso Deus, para o nosso perpétuo bem, para nos guardar em vida, como no dia de hoje.
Se Deus criou os seres humanos, e se Ele sabe tudo sobre eles, então Ele é o Único Ser em posição de estabelecer padrões perfeitos para a felicidade humana. As medidas humanas, como se vê nas políticas ateístas de distribuição de preservativos entre a população ou ensino de posições sexuais a crianças com idades que podem chegar aos 12,13 ou 14 anos, não funcionam e a medicina demonstra-o.

Infelizmente, muitas pessoas não entendem a motivação por trás dos Mandamentos de Deus. As pessoas erradamente assumem que Deus está a tentar privá-los de gozar a vida ou está a forçá-los a evitar coisas que trariam prazer. A realidade, porém, mostra que Deus criou os seres humanos de forma a que eles fossem capazes de atingir "vida abundante" ao seguirem os Seus Graciosos Mandamentos (João 10:10)

Conclusão:

Porque é que Deus regula aspectos da vida humana como a sexualidade? A resposta prática é: porque desta forma os seres humanos podem evitar muitas situações dolorosas como bebés a nascer com sífilis que causa "danos irreversíveis" como surdez, problemas neurológicos e deformações ósseas.

A resposta Teológica é: porque Deus ama todos os seres humanos e quer que todos eles possam viver a vida da forma mais abundante possível nesta Terra, como também possuir a expectativa de vida eterna com Ele (2 Pedro 3:9).

Deus tem a solução para os nossos problemas terrenos, e tem No Seu Filho a Solução para os nossos problemas eternos. O facto da Medicina confirmar aquilo que a Bíblia diz é exactamente o que seria de esperar se a Bíblia fosse o que afirma ser, nomeadamente, a Palavra do Criador do Universo.

Se és ateu pensa assim: se naquilo que nós podemos testar a Bíblia confirma-se como Correcta, porque é que ainda pensas que nas coisas que não se podem testar ela está errada?

Faz a tua escolha.

Ver também:

O Plano de Salvação de Deus


sexta-feira, agosto 13, 2010

A Homofobia da Medicina: Sangue de homens homossexuais continua banido

"Não erreis: nem os devassos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados, nem os maldizentes, nem os roubadores, herdarão o reino de Deus."
1 Cor 6:10

As sociedades ocidentais podem tentar (com algum sucesso) normalizar comportamentos auto-destrutivos, mas quando se leva em conta a medicina e a ciência, a homossexualidade continua a ser um comportamento não muito recomendável.
James Tillman
WASHINGTON, DC, EUA, 14 de junho de 2010 (Notícias Pró-Família) — A agência federal americana Comitê Consultivo de Segurança e Disponibilidade de Sangue (CCSDS) votou por 9 a 6 na sexta-feira para manter as atuais normas de doação de sangue, as quais proíbem totalmente homossexuais praticantes de doarem sangue.
Especificamente, as normas adiam qualquer potencial doador de sangue se ele é um homem que tem tido sexo com outro homem desde 1977, aproximadamente o começo da epidemia da AIDS.
O papel do comitê consultivo é oferecer assessoria não compulsória ao Ministério da Saúde e Serviços Humanos.
“O bom senso triunfou sobre as tendências politicamente corretas, um acontecimento cada vez mais raro, mas muito bem-vindo”, disse em resposta Peter Sprigg, do Conselho de Pesquisa da Família.
“Esse comitê ouviu durante um dia e meio testemunhos, inclusive as pesquisas mais recentes sobre os riscos do HIV no abastecimento de sangue, mas no final eles reconheceram que não há uma política de exame alternativo que comprove manter a segurança do suprimento de sangue dos EUA”.
O senador John Kerry e 17 outros democratas do Senado pediram que a FDA [agência sanitária dos EUA] cesse sua proibição “discriminatória”, argumentando que os atuais testes sanguíneos conseguem detectar o HIV. O adiamento indefinido de homens que têm sexo com homens (HSH) começou em 1983, antes da disponibilidade de testes para o HIV, disseram eles.
“Nenhuma simples evidência científica apoia a proibição”, declarou Kerry.
Contudo, os críticos têm apontado para o fato de que há um período de até seis meses depois que uma pessoa se torna infectada em que os testes de sangue não revelam o HIV, e durante o qual a pessoa infectada poderia ainda transmiti-lo a outra pessoa.
A FDA também declara que os testes de HIV podem não conseguir detectar todos os doadores infectados. De acordo com a FDA, pelo fato de que há mais de 20 milhões de transfusões de sangue a cada ano, um índice mesmo muito pequeno de fracasso aumenta o risco de HIV indetectado na população doadora.
Em seu testemunho diante do CCSDS, Sprigg disse que a afirmação de que “a atual política ‘discrimina’ na base de ‘orientação sexual’ é muito enganadora”.
Ele disse que o termo “orientação sexual” abrange o fenômeno psicológico da atração sexual, o fenômeno sociológico da auto-identificação sexual e o fenômeno físico da conduta sexual. Só o último fenômeno se aplica à questão da proibição de doação de sangue, e é “baseado num risco de conduta bem documentado — nada mais, nada menos”.
De acordo com os Centros de Controle de Doenças, embora os HSH (homens que têm sexo com homens) sejam estimados como 4% da população masculina dos EUA, o índice de novos diagnósticos do HIV entre eles é mais do que 44 vezes maior do que entre outros homens. Eles representam mais da metade de todas as novas infecções do HIV nos EUA a cada ano.
Embora as novas infecções do HIV tenham recentemente diminuído tanto entre heterossexuais quanto usuários de drogas injetáveis, o número anual de novas infecções do HIV entre HSH vem aumentando de modo constante desde o começo da década de 1990. Os HSHs têm também índices bem maiores de sífilis e outras doenças sexualmente transmissíveis do que os heterossexuais.
Sprigg disse: “Compreendo que há muitas pessoas que desejam avançar a meta socio-política de ganhar maior aceitação da homossexualidade”.
Entretanto, a política de doação de sangue não existe para atender a interesses sócio-políticos, nem deveria ser mudada para avançá-los”.
Ele concluiu: “Só a evidência científica importa, e ela indica que a atual política tem de permanecer em vigor”.
Veja matérias relacionadas em LifeSiteNews.com:
Researchers Argue Homosexuals Should be Allowed to Give Blood
http://www.lifesitenews.com/ldn/2010/may/10052612.html
DA: Gay Men Still Banned from Donating Blood Over Documented Risk Concerns
http://www.lifesitenews.com/ldn/2007/may/07052505.htm
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesite.net/ldn/viewonsite.html?articleid=10061402

sábado, julho 17, 2010

Aborcionistas e Nações Unidas Juntam-se Para Corromper Adolescentes

As Escuteiras devem ser tão doces e inocentes como aparentam, senão porque é que a organização aborcionista "Paternidade Planeada" (eng: Planned Parenthood) sairia do seu caminho e usaria uma conferência das Nações Unidas para as corromper?

Esta notícia mostra o propósito da união satânica entre o Estado, as feministas e a industria da matança de bebés (aborto).

Há algumas semanas atrás, Sharon Slater, mãe de cinco filhos, inocentemente entrou dentro de um painel patrocinado pela "Girl Scouts USA" [GSUSA] numa Comissão das Nações Unidas acerca do "Estatuto da Mulher".

Quase imediatamente ela foi convidada a sair. De facto, todos os adultos que não faziam parte da GSUSA foram retirados da sala e esta ficou quase exclusivamente composta por raparigas adolescentes.

A sua curiosidade espevitou-se. A srª Slater ficou junto à porta enquanto decorria o painel, mas mal o mesmo acabou, ela entrou dentro da sala. O que ela encontrou lá dentro chocou não só esta mãe de cinco filhos mas chocou uma grande parte das mães que tem filhas na GSUSA.

O que é que ela encontrou lá dentro? Bíblias espalhadas sobre a mesa? Material criacionista? Material evangelístico? Nem por isso....
A srª Slater encontrou brochuras produzidas pela Paternidade Planeada (PP) com o nome de "Healthy, Happy and Hot", que, entre outras coisas, ensinava as raparigas que "Algumas pessoas tem relações sexuais enquanto estão sob o efeito de bebidas alcoólicas, e outras quando estão drogadas. Esta decisão é tua".
Isto é uma variação do que Satanás disse a Eva: "sereis como Deus, sabendo o bem e o mal" (Génesis 3:5). Ou seja, "tu é que decides o que é o bem e o que é o mal. Não te preocupes com o que Deus diz. Faz o que bem entenderes!"

Mas as coisas ficam bem piores:

O guia sexual explica que "Muitas pessoas pensam que o sexo é apenas sobre relações vaginais ou anais mas há muitas formas distintas de se ter relações sexuais. O sexo pode incluir beijar, tocar, lamber, fazer cócegas, chupar e acariciar. Algumas pessoas gostam de ter sexo agressivo enquanto outros preferem sexo mais calmo com os seus parceiros. Não há forma certa ou errada de se ter relações sexuais. Diverte-te, explora e sê tu mesma!"

O guia diz ainda para "explorar a próstata". Lembrem-se: isto foi distribuído a raparigas adolescentes.

Um dos problemas da materialização das fantasias masturbatórias dos esquerdistas envolvendo orgias com raparigas adolescentes é a proliferação de doenças sexualmente transmissíveis (DST). É uma lógica simples de entender: quanto maior a promiscuidade sexual, maiores as probabilidades de se contrair DSTs.

Mas não se preocupem: as crianças estão a ser preparadas para tal cenário:

Para além de conselhos sobre a próstata, a brochura sub-intitulada "Direitos, Sexualidade e Vivendo com a SIDA" também fornece informação incorrecta e perigosa sobre direitos e responsabilidades....A brochura diz que os seus [das raparigas adolescentes] direitos são violados quando o governo requer que elas informem a sua condição de portadoras de HIV aos seus parceiros.
Ou seja, a PP está deliberadamente a encorajar a propagação da SIDA entre as adolescentes. Já te perguntaste o quão maligno terias que ser para fazeres abortos aos milhões? Pois bem, agora já sabes.

A mesma organização que lucra com o aborto é a mesma organização que "aconselha" as pessoas contaminadas a não revelar o seu estado de saúde ao parceiro sexual.

Será que ninguém vê um conflito de interesses nesta situação? Porque é que se comissiona uma organização que lucra com o aborto para ensinar comportamentos sexuais a crianças e adolescentes? Não é óbvio que o único "comportamento" que essa organização vai sugerir é um que lhe permita manter em actividade, nomeadamente, a promiscuidade sexual? Quanto mais promiscua for uma pessoa, maiores são as hipóteses de se gerar uma criança não planeada. Isto faz com que muitas mulheres assumam que, como não querem o bebé, estão no seu "direito" de matá-lo (aborto). É esse mesmo aborto que dá lucro a organizações como a Paternidade Planeada.


Esta não é a primeira vez que a GSUSA tenta corromper sexualmente as crianças ao seu cuidado:
Numa conferência em 2004, co-financiada pela Paternidade Planeada [claro!], a organização GSUSA distribuiu brochuras a 700 raparigas com o título de "É Perfeitamente Normal". Este guia celebrava a masturbação, mostrava desenhos explícitos de actividade sexual entre parceiros e mostrava um rapaz a colocar um preservativo.

Sem surpresa alguma, a brochura listava dez razões importantes para se fazer um aborto.

As rapariguinhas que fazem parte da GSUSA podem ser inocentes mas os ateus, feministas, aborcionistas, lésbicas e outros anti-cristãos que controlam a organização não são:

As escuteiras actuais nada tem a ver com as escuteiras do tempo da tua irmã mais velha e muito menos tem algo a ver com as escuteiras do tempo da tua mãe. Nem de perto nem de longe. Esta organização parece ter-se aliado à ética do "tudo-vale" dos piratas sexuais esquerdistas, e para tal empreendimento eles tem o apoio das Nações Unidas.

Comparem isto com os Escuteiros que se tem mantido fiéis à sua visão inicial, e como "castigo" eles são proibidos de usar edifícios públicos.

Para quem não sabe, os Escuteiros americanos negam-se a ter entre si monitores/professores abertamente homossexuais. Por tal resistência ao lobby gay, eles estão a ser perseguidos pelos esquerdistas.

A resistência dos Escuteiros aos homossexuais é perfeitamente lógica visto que os homossexuais estão desproporcionalmente representados nos casos de pedofilia. Aliás, se pensarmos um pouco, não é difícil de ver o propósito homossexual em fazer parte de grupos onde há muitos rapazinhos disponíveis e longe da protecção dos pais.

Conclusão:

Se mais evidências nós precisássemos do verdadeiro propósito da "educação sexual" ateísta, acho que notícias como esta revelam muito. Eles não querem "educar" mas sim "indoutrinar" as crianças a favor da sua visão nojenta da sexualidade.

Reparem numa coisa curiosa: se eles estão tão certos de que o que fazem é moralmente certo, porque é que a srª Slater (e os outros pais) foram corridos da sala onde se ensinava às raparigas que fazer sexo enquanto drogada ou bêbada é uma decisão da adolescente? Se eles estão certos de que a sua visão da "educação sexual" é aceitável, porque não deixar os pais verem as coisas que eles dizem às raparigas?

A resposta é óbvia: eles sabem que o que estão a fazer está errado, e como tal eles tentam esconder a sua sujidade.

A Luz veio ao mundo, e os homens amaram mais as trevas do que a Luz, porque as suas obras eram más.
João 3:19
Que Deus nos livre da "educação sexual" promovida pela moralidade ateísta.

sexta-feira, junho 18, 2010

A Homofobia da Medicina: 10,5% dos gays brasileiros têm AIDS

A medicina continua a ser muito homofóbica.

10,5% dos gays brasileiros têm AIDS

BRASÍLIA - Estudo divulgado nesta quinta-feira pelo Ministério da Saúde mostrou que em dez das maiores cidades brasileiras a presença do vírus HIV é de 10,5% entre a população masculina homossexual com mais de 18 anos.

O número aponta que o risco de transmissão da Aids neste grupo é bem maior do que no restante da população - entre os homens brasileiros de todas as faixas etárias e orientações sexuais, com idade entre 15 e 49 anos, o índice de soropositivos é estimada em 0,8%.

Ainda de acordo com o levantamento, os gays fazem mais sexo casual, mas usam camisinha na mesma proporção que os heterossexuais, o que ajuda a explicar o maior risco de transmissão. (*)

(*) E os gays ainda têm a cara-de-pau de negarem que são, de fato, grupos de risco... E esses caras-de-pau ainda querem ter direito a doarem sangue em igualdade de condições aos héteros...
Não sou médico nem tenho conhecimentos nessa área, mas quando 10% de um grupo sexual está contaminado com uma DST tão letal como a SIDA, provavelmente impunha-se uma análise às causas disso, mas como neste caso se está a falar da intocável homossexualidade, os líderes não parecem muito preocupados.

Isto mostra que a ciência e a medicina não importam quando a ideologia contradiz ambas. Para muito boa gente, a ideologia toma preeminência sobre os dados da ciência.

É triste que toda a população tenha que aceitar como "normal" um comportamento sexual que, de acordo com os dados médicos, não é saudável.

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