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quinta-feira, janeiro 05, 2012

A hibernação do sapo

"E Moisés disse: Seja conforme à tua palavra, para que saibas que ninguém há como o Senhor, Nosso Deus. E as rãs apartar-se-ão de ti, e das tuas casas, e dos teus servos, e do teu povo; somente ficarão no rio"
Êxodo 8:10

Já alguma vez te perguntas onde é que os sapos passam o Inverno? Sim, os sapos hibernam mas há muito mais a dizer em relação a isso.

Os sapos são animais de sangue frio; isto significa que eles não geram o seu calor corporal. O calor que eles precisam para suster a vida provém do Sol, do calor da água onde se possam encontrar ou do ar à sua volta.

À medida que a temperatura começa a diminuir, o sangue dos sapos vai-se tornando mais espesso e o ritmo de vida também começa a diminuir. Os sapos iniciam então a sua procura de lugares para passar o inverno.

Este local de hibernação tem que ser bem escolhido devido a vários factores. Para além de ser seguro o suficiente para evitar os predadores, o lugar não pode permitir que a temperatura corporal desça 2 graus abaixo do ponto de congelamento da água, sob pena disso formar cristais de gelo no sangue e causar a morte.

Alguns sapos enterram-se o suficiente na lama de modo a evitar o congelamento. Outros podem-se arrastar para dentro de troncos em decomposição ou para baixo de folhas, ambas com capacidade de providenciar calor suficiente para evitar temperaturas mais rigorosas.

No entanto, e para desespero de quem acredita que a vida tem origens aleatórias (militantes evolucionistas), os sapos possuem outros "truques" engenhosos para sobreviver ao Inverno.

Quando o tempo está inusitadamente demasiado frio durante a Primavera ou o Verão - o que significa vida mais rigorosa e mais mortes entre a população de sapos - a próxima geração de sapos terá automaticamente mais fêmeas.

A existência destas fêmeas adicionais significa que mais ovos podem ser colocados na Primavera. Como efeito, a população de sapos rapidamente volta ao normal.

. . . . .

Segundo os evolucionistas, este sistema "compensatório" é o resultado de "milhões de anos" de mutações aleatórias filtradas pela sempre eficiente selecção natural.

Alegadamente, não há Inteligência em parte alguma de todo o processo. É tudo obra do acaso aleatório. Afirmar que este aparato é um óbvio resultado de planeamento e inteligência é, segundo os evolucionistas, um "ataque à ciência" (seja lá o que isso for).


quinta-feira, junho 30, 2011

Fóssil de tecido macio

Porque em seis dias fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo o que neles há, e ao sétimo dia descansou: portanto, abençoou o Senhor o dia do sábado, e o santificou.
Êxodo 20:11

A formação do Green River - uma estrutura sedimentar do Wyoming - é amplamente reconhecida pelos seus fósseis de peixes e outras criaturas de elevada qualidade. A formação foi datada com a idade de 40 milhões de anos ou até mais velha. Quais são as hipóteses, então, de se encontrarem fósseis dos tecidos macios originais encapsulados nas rochas?

Um novo estudo mostrou que uma perna fossilizada de lagarto encontrada na formação não é feita de minerais mas em vez disso, ainda possui a pele original e o tecido conector. Num estudo publicado no jornal científico britânico Proceedings of the Royal Society B, paleontólogos aplicaram uma nova técnica que foi capaz de detectar a presença das biomoléculas originas (como aminoácidos) sem no entanto danificar a amostra.1

Este novo estudo usou mapeamentos infravermelhos que detectaram luz que reflectiu padrões causados por moléculas orgânicas. Os pesquisadores empregaram então outras técnicas para cruzar informação e verificar se o mapeamento de infravermelho estava a detectar correctamente o tecido macio que não havia sido substituído por minerais.

O raio-X fluorescente síncrotron (acelerador de moléculas) detectou a proteína original e os resultados da difracção e espectrometria foram também consistentes nas suas conclusões. A alegação de que o lagarto ainda não tinha mineralizado era amplamente defensável.

Os autores escreveram:

Levando tudo em consideração, todas as análises executadas durante este estudo suportam de uma forma conclusiva que a pele fossilizada do réptil na BHI-102B não é uma impressão simples, um substituto mineralizado ou um filme carbónico orgânico amórfico, mas contém um resquício parcial da química original do organismo (....) 1.
Claro que este resultado força a uma reavaliação das datas evolutivamente atribuídas previamente. Mesmo quando mantidas secas e estéreis, as células epidérmicas degradam-se e convertem-se em pó uma vez que as suas proteínas deterioram-se espontaneamente. Mas este fóssil mostra milhares (e não milhões) de anos de decaimento.

Esta formação rochosa particular possui características que indicam que foi formada quando um grande lago terrestre foi drenado para dentro do Oceano Pacífico. O subterração rápida de tantos peixes e outras criaturas foi necessária para que os seus restos fossem protegidos de necrófagos e preservados como fósseis. E uma subterração recente em sedimentos transportados por água teria que ser necessária para explicar a persistência deste tecido original.

Esta drenagem catastrófica e a subterração certamente que ocorreram há alguns milhares de anos - tal como o tecido original na perna deste lagarto confirma. E isto é consistente com a versão Bíblica das nossas origens e com a Terra Jovem.

Referencias

  1. Edwards, N. P. et al. Infrared mapping resolves soft tissue preservation in 50 million year-old reptile skin. Proceedings of the Royal Society B. Published online before print March 23, 2011.
Fonte

segunda-feira, novembro 29, 2010

Sapos: Farmácias ambulantes

Êxodo 3:8

E o rio criará rãs, que subirão e virão à tua casa, e ao teu dormitório, e sobre a tua cama, e às casas dos teus servos, e sobre o teu povo, e aos teus fornos, e às tuas amassadeiras.



Alguns sapos são verdadeiras fábricas de remédios. A sua pele produz uma variedade de poderosos alcalóides - família enorme de químicos que são usualmente produzidos pelas plantas. Entre os alcalóides conhecidos incluem-se nomes como quinino (remédio para a malária) cafeína e morfina. Alcalóides distintos tem efeitos distintos - especialmente no sistema nervoso.

O sapo das setas envenenadas é provavelmente o sapo produtor de alcalóides mais famoso. Os nativos da América do Sul simplesmente esfregam as suas setas nas costas do sapo. e usam-nas para a caça. Uma espécie destes sapos possui veneno suficiente para matar 100 pessoas!

Outro sapo, proveniente do Equador, produz um anestético mais poderoso que a morfina.

Os sul americanos esfregam outro sapo nas suas feridas. Os pesquisadores descobriram que a pele do dito sapo produz um anticéptico poderoso.

Outro alcalóide de sapo consegue mudar a cor das penas dos papagaios. Alguns dos alcalóides produzidos pelos sapos são tão complexos que, mesmo usando o equipamento científico mais moderno da actualidade, são necessários anos de estudo para descobrir o químico activo.

Os pesquisadores desta área estão apenas no início da sua aprendizagem acerca dos alcalóides produzidos pelos sapos. Os cientistas tem ainda que estudar um sapo cujos químicos os nativos alegadamente usam para aguçar os seus sentidos para a caça.

Onde está a evolução?

Uma das coisas que confunde os evolucionistas que estudam a composição química dos sapos é que a mesma não se conforma com os relacionamentos evolutivos previstos pela teoria. Não há nenhum sapo que seja menos sapo que outro e nenhum deles pode ser considerado intermédio entre um e outro.

Para além disso, a estrutura interna dos sapos revela design, planeamento, sofisticação e intencionalidade, tudo coisas que contradizem a mitologia da teoria da evolução.

Isto significa que, para além dos benefícios médicos que os humanos retiram da química dos sapos, retiramos também benefícios ideológicos: os sapos mostram que "nada na Biologia faz sentido sem ser à luz de Génesis".



Referência: Pennisi, Elizabeth. 1992. "Pharming frogs." Science News, v. 142, July 18. p. 40.

sábado, agosto 21, 2010

Osga com conhecimentos de Física?

Porque toda a casa é edificada por alguém, mas o que edificou todas as coisas é Deus.
Hebreus 3:4

Há cerca de 75 anos que os cientistas tentam entender a forma como a osga consegue andar pelas paredes. Os cientistas já fizeram suficientes testes para desqualificar a sucção ou um tipo de cola como razão para essa habilidade. Posteriormente eles rejeitaram a hipótese de pequenos pêlos nos seus pés com habilidade para agarrar pequenas imperfeições microscópicas nas superfícies. A osga não só pode andar sobre vidro polido, como também se pode "pendurar" nesse tipo de superfície.

A osga tem pequenos pêlos nos seus pés chamados de "setae". A partir destes pequenos pêlos crescem pêlos ainda mais pequenos chamados de "spatulae".


Estas spatulae são tão pequenas que existem cerca de mil milhões em cada pé.

Os pesquisadores descobriram que estes cabelos são tão pequenos que eles contactam-se com as moléculas da superfície onde estão de uma forma tão próxima que eles usam as forças que mantém as moléculas juntas!

Ao testarem estas forças, conhecidas por "Forças de Van der Waals", os cientistas verificaram que as mesmas são mais fortes do que se pensava. É reportado que a osga pode suportar até oito vezes o seu tamanho se se apoiar apenas com um dos dedos do seu pé.

Baseados neste tipo de pesquisas, os cientistas esperam usar os pés da osga como inspiração para construir tipos de cola que usam os mesmos princípios.

Evolução? Não. Criação.

Embora as osgas e a evolução não-inteligente nada saibam sobre as forças van der Waals, o Criador que construiu a osga e as ditas forças deixou a Sua Assinatura neste design único e elegante.

Como é que a osga vivia antes de "evoluir" esta capacidade nela mesma? Qual é a mutação não inteligente que é capaz de gerar sistemas capazes de usar princípios da Física para melhor locomoção?

Qual é a hipótese que melhor se ajusta às evidências:

  • Os pés da osga são o resultado de milhões de anos de mutações não-inteligentes, que, por sorte, encontraram o design certo para permitir o uso de forças moleculares?

ou

  • Os pés da osga, bem como a sua capacidade de usar princípios da Física, são o resultado de Design Inteligente?

Eu acho que, ao nível científico, não há muito por onde escolher. O problema (para os ateus) é que a segunda hipótese carrega consigo ramificações ideológicas, e portanto, eles tem que se forçar a eles mesmos a aceitar o irracional (a primeira hipótese).


1. Science News, 7/15/00, p. 47, "Gecko toes tap intermolecular bonds."

sexta-feira, agosto 20, 2010

As pegadas do réptil e a imaginação do ateu

Existem inferências científicas que são plenamente justificadas, e existem "inferências" que nada devem à ciência. Este texto é um exemplo da segunda.
Pegadas de répteis com 318 milhões de anos

Marcas são as mais antigas de répteis e foram feitas quando havia a Pangeia.

As marcas estão em rochas junto à baía de Fundy, em New Brunswick, no Canadá. Datam de há 318 milhões de anos, do chamado período Carbonífero, de quando a Terra ainda tinha apenas um continente, a Pangeia.

Eles conseguiram ver isso apenas pela análise das pegadas?
Foi nessa época que os répteis começaram a caminhar pela Terra. É isso que as marcas mostram.
Pegadas num pedaço de rocha mostram que "foi nessa época que os répteis começaram a caminhar pela Terra"? Como é que chegaram a essa conclusão? É mesmo isso que as marcas mostram, ou é isso que é assumido pela teoria da evolução?
As conclusões da equipa acabam por confirmar uma suspeita de longa data da comunidade científica: a de que os répteis foram os primeiros seres vivos a penetrar no interior dos continentes, por terra.
Sim, antes da descoberta destas pegadas, essa suspeita não estava confirmada - pese embora ter sido propagada por todas as universidades seculares, museus evolucionistas, jornais "científicos" evolucionistas e praticamente todos os órgãos de informação maciços. Não estava confirmado mas foi anunciado como tal.

Ah, e por "comunidade científica" entendam por "comunidade evolucionista".

A antiguidade das pegadas foi importante para esta demonstração porque colocou no seu contexto temporal esta caminhada para o interior.
Mas a "antiguidade" das pegadas é assumida à partida. Como é que algo que é assumido sem evidências se torna evidência para a imaginada transição da água para a terra
"A princípio, a vida estava restrita aos pântanos costeiros, onde existiam florestas luxuriantes, que estavam cheias de fetos gigantes e de libélulas.
Não nos foi dito como é que eles sabem disto.
No entanto, quando os répteis entraram em cena, levaram as fronteiras mais para diante, conquistando o interior seco dos continentes", adiantou o mesmo investigador.
Não foi dito como é que os répteis entraram em cena nem como é que eles conseguiram levar "as fronteiras mais para diante". Não foi mostrado qualquer mecanismo capaz de transformar um não-réptil num réptil de forma que este possa levar as "fronteiras mais para adiante.
Ao contrário dos seus primos anfíbios, os répteis não necessitam de estar sempre a regressar à água para respirar e essa vantagem deu-lhes autonomia para se embrenharem pelo interior, afastando-se cada vez mais da costa.
Ou então os répteis sempre foram o que são hoje (embora variando dentro do seu tipo), e a forma de vida que foi identificada pelas pegadas é apenas um réptil que vivia nessa área. O facto do réptil ter a capacidade de navegar mais profundamente em zonas mais afastadas da água não implica que ele seja o percursor dos animais terrestres.

Conclusão:

O tipo de inferências que suportam a teoria da evolução tem tendência a serem circulares:
  • Estas pegadas provam que este animal é o link entre animais marinhos e animais terrestres.
  • Como é que se sabe disso?
  • Ora, porque os animais evoluíram do mar para a terra, e este animal encaixa-se bem nessa história.
  • Ah, então este animal não serve de evidência uma vez que a história já estava feita mesmo antes de se encontrar estas pegadas. As evidências devem vir de outra fonte. Além disso, tudo o que as pegadas mostram é que um réptil andou sobre esta rocha.
  • Sim, mas esta rocha de milhões de anos.
  • Como é que sabes disso?
  • Porque os métodos de datação assim o mostram.
  • Mas os métodos de datação só "funcionam" e "mostram" alguma coisa quando os mesmos confirmam a história; se encontrarmos (e datarmos) um fóssil com uma idade que não esteja de acordo com a história, essa datação vai ser rejeitada ou esse fóssil vai ser rejeitado.

  • Sim, mas isso é porque a evolução é um facto. Os fósseis mostram isso.

  • Mas já vimos em cima que os fósseis são irrelevantes para a teoria da evolução, uma vez que os mesmos não são usados como evidência para a história evolutiva, mas sim a teoria é que é usada como forma de se saber se um fóssil é válido ou não.
Se nós pressionarmos os ateus de forma consistente, eles vão a dada altura exibir pensamento circular. Isto não é um ataque à sua inteligência mas sim uma exposição dos constrangimentos que o ateísmo e a teoria da evolução colocam à sua volta. O nosso propósito é ver o que eles dizem - e principalmente, ver o que eles não dizem - como forma de ressalvar a circularidade da sua ideologia.

segunda-feira, junho 07, 2010

Crocodilos usam correntes oceânicas para fazer viagens

A toda poderosa e omnisciente selecção natural voltou a fazer das suas.
Os crocodilos de água salgada viajam centenas de quilómetros e atravessam largas áreas de oceano aberto aproveitando as correntes oceânicas, descobriram cientistas da universidade de Queensland, na Austrália.

Estes répteis, que chegam a atingir os cinco metro de comprimento, não são conhecidos pelos seus dotes como nadadores. Por isso, os cientistas estranharam o facto de se terem conseguido espalhar por todo o Sudeste Asiático: da Índia à China e Austrália.

Analisando dados colhidos por satélite, depois de colocarem aparelhos em 27 animais, os investigadores descobriram que os crocodilos exploram as correntes à superfície e usam-nas para viajar longas distâncias. Um crocodilo de 3,6 metros, por exemplo, viajou 589 quilómetros em 25 dias.

Os investigadores descobriram ainda que os crocodilos esperavam até as correntes mudarem de direcção e que começavam sempre as viagens delonga duração uma hora depois da maré mudar.

Nenhuma menção foi feita à teoria ateísta que se dá pelo nome de "teoria" da evolução, nem foram mencionadas evidências que suportem a tese de uma progressão gradual no processo de aprendizagem dos crocodilos.

Antes de saberem como usar as correntes, como é que os crocodilos faziam as suas longas viagens? Se os evolucionistas disserem que antes de terem essa capacidade, eles não faziam essas viagens, então porque é que começaram a fazê-las uma vez que viviam bem sem as fazer?

A teoria da evolução não está de acordo com as observações científicas e isso fica cada vez mais óbvio à medida que o nosso conhecimento avança. Deve ser por isso que os ateus tentam a todo o custo censurar as críticas científicas que são feitas ao seu mito religioso.

sexta-feira, novembro 20, 2009

Fóssil de Salamandra Ataca Teoria da Evolução

O fóssil de salamandra é proveniente duma área que se julga ter sido um antigo lago, no sul da Espanha. Segundo Patrick Orr (University College Dublin), durante a a análise, os pesquisadores viram "textura firme através do microscópio", que eles imediatamente identificaram como sendo tecido muscular.

A geóloga Maria McNamara, também da mesma universidade, explicou que "após a primeira verificação do material, nós completamos uma série de análises altamente detalhadas de forma a limitar a possibilidade de isto ser simplesmente um artefacto de preservação, ou algo totalmente não relacionado com a biologia do animal".

Reparem na frase seguinte e vejam se conseguem separar a ciência empírica da extrapolação não científica:

Nós reparamos que ocorreu muito pouca degradação desde que foi originalmente fossilizado, há 18 milhões de anos atrás, tornando-o no tecido macio do registo fóssil com o maior grau de qualidade alguma vez documentada.
Observação/Ciência:

1. Fóssil de salamandra
2. Tecido macio

Especulação/Extrapolação/Inferência Naturalista/Mitologia:

1. 18 milhões de anos.

Reparem como os evolucionistas estragam uma boa descoberta científica com as suas mitologias evolucionistas. A frase dos "18 milhões de anos" em nada aumenta o nosso conhecimento da estrutura do fóssil, mas os evolucionistas tem o extremo cuidado de lançar essas datas para cima destas descobertas científicas antes que alguém comece a fazer perguntas como "Há quanto tempo este fóssil está aqui?"

Para se ver como os "18 milhões de anos" são totalmente irrelevantes, façam um pequeno exercício. Ponham outra data qualquer no seu lugar e vejam o resultado. Ponham 45 milhões de anos, ou 80 milhões de anos, ou 200 milhões de anos ou outra data qualquer. Será que o vosso conhecimento da estrutura do fóssil mudará? Será que a "série de análises altamente detalhadas" mostraria outro tecido se nós pensássemos que o fóssil tem 400 anos e não "18 milhões de anos"??

A resposta é um rotundo "não!". A razão pela qual os ateus misturam boa ciência com imaginações naturalistas é apenas e só de deturpar a ciência de modo que esta esteja "de acordo" com a sua fé em Darwin.

Como se isso não fosse suficiente, vejam o que os pesquisadores afirmam:

Esta descoberta é evidência inequívoca de que preservação orgânica de alta qualidade em fósseis com tendência a estarem extremamente decadentes é muito comum no registo fóssil.
Ou seja, em caso de dúvida, os evolucionistas não contestam a sua teoria, mas deturpam as observações.

A sua lógica pode ser sumarizada com a seguinte frase: tecido muscular em fósseis antigos decai rapidamente, excepto quando não decai rapidamente.


A espantosa preservação dos fósseis de muitas criaturas é evidência para duas coisas:

1. Os animais foram enterrados rapidamente, o que está de acordo com o Dilúvio de Noé;

2. Os animais viveram há bem menos tempo que a datação/adivinhação evolucionista acredita, o que está de acordo com a idade da Terra que se pode inferir pela Bíblia.

Longe de ser um "impedimento para a ciência", a Bíblia mostra-se vez após vez como estando de acordo com as observações científicas. A razão pela qual os ateus rejeitam o que a Bíblia diz sobre a Criação não é por razões científicas, mas sim devido as implicações inerentes. Se o mundo foi criado, como mostra a ciência, então Deus é Quem manda nele e os homens tem como obrigação procurar saber o que Ele diz e quer para nós. Imaginem nós estarmos a viver numa casa que não é nossa e ignorarmos por completo o que o dono da casa diz. Ilógico, certo? É nessa posição em que se encontra o ateu.

Os ateus não querem saber daquilo que Deus diz, e como tal usam/deturpam a ciência para justificar a sua rejeição. O problema claro está é que quem perde com isso são eles. A ciência e a Bíblia continuam tranquilamente o seu caminho de "mãos dadas", até que um dia o Criador acabe com este estado de coisas.

Onde se encontrará então o homem que morreu no seu pecado?

"E muitos dos que dormem no pó da terra ressuscitarão, uns para a vida eterna, e outros para vergonha e desprezo eterno".
Daniel 12:2

quarta-feira, outubro 07, 2009

O Dragão Médico

Louvai ao Senhor desde a terra:
vós, baleias, e todos os abismos....
as feras e todos os gados, répteis e aves voadoras .
Salmo 148:7,10


Numerosos programas de televisão foram feitos acerca do dragão de Komodo chegando ao ponto de alguns estarem mesmo expostas em jardins zoológicos. Podendo atingir o peso de 180 kgs, os dragões de Komodo não só podem correr mais do que o homem, mas também comem tudo o que encontrem, quer esteja vivo ou morto.

Se não se conseguir neutralizar os efeitos da sua mordedura, pode-se morrer no espaço de 72 horas. Isto deve-se ao facto da sua saliva conter 52 tipos de bactérias virulentas e altamente mortíferas que, aquando da mordida, produzem envenenamento no sangue da vítima.

Os seus dentes, que podem chegar a ter 2,54cm de comprimento, produzem uma ferida bem aberta de modo a assegurar que o veneno chegue ao sangue. Se fosses mordido e escapasses (e mesmo que estivesses a mais de 3km de distância) o dragão poderia chegar a ti usando o sentido olfactivo.

Estes factos podem levar-nos a perguntar não só o porquê de Deus ter feito esta criatura, mas a razão pela qual Ele a preservou até os nossos dias.

Para além de demonstrarem a variedade da criação e Deus, nós hoje sabemos que o dragão de Komodo pode até salvar mais vidas do que alguma vez tirou, e já vamos ver porquê.

Quando nós comemos carne que ainda tem ossos consigo, não é fora do comum nós causarmos danos menores na nossa própria gengiva ou noutra parte do interior da nossa boca. Felizmente, a nossa saliva não possui bactérias que causam envenenamento sanguíneo senão a nossa primeira ferida na boca seria a última. Mas no caso do dragão, como vimos em cima, ele tem bactérias nocivas na sua saliva.

Quando o dragão alimenta-se, os seus dentes (e provavelmente os ossos das vítimas) provocam feridas nas suas gengivas. Este evento expõe a sua circulação sanguínea às bactérias nocivas da sua saliva, mas, por incrível que parece, o dragão não é afectado pelas bactérias. Isto deve-se ao facto do dragão ter no seu sangue uma molécula proteica que mata a bactéria tóxica presente no seu sangue.

Esta proteína está a ser presentemente testada em ratos de modo a desenvolverem-se antibióticos mais eficientes no combate a envenenamento sanguíneo.

Por favor, nem falem como é que este sistema interdependente se criou a si mesmo, porque isso é ridículo.

Conclusão:

De um dos animais mais tóxicos que existem à face da Terra, Deus pode ter revelado o caminho para salvar vidas um pouco por todo o mundo. De um animal que o ser humano naturalmente teme, Deus produziu cura física.

Quão simbólico isto é da salvação que o Senhor Jesus produziu com a Sua Morte na cruz.

Daquilo que os seres humanos mais temem (a morte - Hebreus 2:15) Deus produziu cura espiritual para todos aqueles que querem ser curados da culpa, poder e castigo do pecado. Do mesmo modo que a cura que vai ser encontrada pelos cientistas só tem efeito naqueles que o aceitem, a cura que o Senhor Jesus Cristo preparou na cruz só tem efeito para aqueles que reconheçam que estão em falta perante Deus.

Qual vai ser a tua escolha?

Vais continuar a pensar que és suficientemente bom quando sabes que não és, ou vais reconhecer que há coisas na tua vida que violaram os mandamentos de Deus? Se verdadeiramente sabes que estás fora dos caminhos de Deus, e estás disposto a mudar de vida, o Grande Curador, o Senhor Jesus Cristo, tem os Seus Longos Braços Abertos e prontos a receber-te.

A escolha é tua.

João 1:12
Mas, a todos quantos O receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, aos que crêem no Seu Nome;

João 8:51
Em verdade, em verdade vos digo que, se alguém guardar a Minha Palavra, nunca verá a morte.

João 5:24
Na verdade, na verdade vos digo que, quem ouve a Minha Palavra, e crê Naquele que Me enviou, tem a vida eterna, e não entrará em condenação, mas passou da morte para a vida.

quarta-feira, abril 01, 2009

Linguagem "Lagartal"

Acts 2:6
E, correndo aquela voz, ajuntou-se uma multidão, e estava confusa, porque cada um os ouvia falar na sua própria língua.

Uma vez que Deus é o Autor da comunicação, não seria de estranhar que Ele tivesse dado esse dom a outras criaturas. A descoberta recente de que até o pequeno lagarto comunica com outros lagartos têm oferecido surpresas para aqueles que pensam que nós "evoluímos".

Depois de se analizarem mais de 1500 lagartos, pesquisadores ficaram sem sombra de dúvida que eles comunicam uns com os outros.

A comunicação entre os lagartos é uma complexa linguagem corporal que segue regras gramáticais reconhecíveis. É composta de três partes que incluem toques com a cabeça, "flexões" e movimentos com a perna. Misturando e juntando uma ou mais destas acções resulta em mais de 6,000 combinações.

Mas o que é que os lagartos dizem uns aos outros? Será que ainda falam da arbitragem do último Benfica-Sporting, no Algarve, ou de outra coisa qualquer?

Repetidas observações convenceram os pesquisadores de que eles podem interpretar o que os lagartos "dizem" uns aos outros.

A maior parte da comunicação é feita com objectivo de seduzir o género oposto (Tentem não ficar surpreendidos!). Outros lagartos usam a comunicação para se gabarem perante os outros lagartos àcerca de uma rocha particularmente boa que eles tenham encontrado. Outros ainda usam a comunicação para "avisar" outros lagartos que queiram partilhar a sua rocha.

Não só a evolução não esperaria este nível de complexidade entre o pequeno lagarto, mas os pesquisadores notaram que o padrão de comunicação entre populações distintas não segue os imaginados padrões evolutivos.

Sim, até o pequeno lagarto glorifica o Criador!

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