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sexta-feira, dezembro 03, 2010

O racismo dos palestinos

"Nunca irei permitir que um só judeu viva entre nós em terra palestina." - Mahmoud Abbas, (Presidente Palestino e "Parceiro da paz") 26 de Agosto de 2010

Estou disposto a permitir um terceiro interveniente como a NATO na supervisão dos acordos, mas nunca iria concordar com a presença de judeus entre as forças da NATO, ou permitir que um só judeu viva em terras palestinas."Mahmoud Abbas - citado pela Wafa, a agência noticiosa oficial da Palestina, e publicado no dia 28 de Julho na sua versão em árabe da entrevista de Abbas aos média egípcios.

"Vender terras aos Judeus é uma ofensa enorme, punível com a morte." - Afirmado pelo Procurador Geral da Autoridade Palestina Ahmed al-Mughni no seu bem sucedido apelo aos tribunais palestinos para manter a pena de morte a quem vendesse terras aos Judeus. 20 de Setembro de 2010.

Pergunta para os esquerdistas: será que isto não qualifica como actos de apartheid? Ou será que o vosso multiculturalismo só vê "racismo" quando o mesmo é feito pelos ocidentais?

"Judeus não, por favor! Quero tornar a Palestina judenrein."

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segunda-feira, outubro 11, 2010

Mulher judia e sua filha escapam a ataque palestino

É com estas pessoas que os Judeus são obrigados a fazer "acordos de paz".

quinta-feira, setembro 30, 2010

A outra Palestina

Mais informação que não chega aos ouvidos do mundo. Talvez seja porque os factos não correspondem com o mito do "pobre palestino" que nos é oferecida diariamente.
A outra Palestina

A Palestina vive uma guerra civil larvar, mas os media ignoram este facto. O Hamas e a Autoridade Palestiniana adiam ad eternum as eleições, mas os media ignoram o facto. Porquê?

I. Na narrativa dos media europeus (e portugueses), a Palestina só aparece quando um grupo de palestinianos troca tiros com o exército israelita. Esta é a Palestina dos picos mediáticos. Porém, existe outra Palestina, mais constante, mais corrente, a Palestina do dia-a-dia. Sucede que esta Palestina não aparece nos nossos media. Mas convém acompanhar a Palestina durante os 350 dias do ano em que não há notícias sobre tanques israelitas a contra-atacar (contra-atacar).

II. Nessa Palestina do dia-a-dia, a Fatah e o Hamas vivem uma guerra civil larvar, e o Hamas até ataca campos da ONU. Nessa Palestina quotidiana, Salam Fayyad (Cisjordânia) e Ismail Haniyeh (Gaza) controlam a política com punho de ferro, adiando para as calendas gregas as eleições que já deviam ter acontecido. Aliás, a Autoridade Palestiniana já anulou três eleições no último ano, e, não por acaso, os mandatos legislativos e autárquicos já expiraram .

Ou seja, a moderada AP está a construir outro estado autoritário no Médio Oriente. Não é totalitário como a Gaza do Hamas. É só autoritário. É uma espécie de islamismo on the rocks. Sob o patrocínio dos governos europeus (que financiam a Autoridade Palestiniana), Fayyad está a construir um estado autoritário e policial, com um evidente desprezo pelo parlamento e pelos jornalistas (jornalistas independentes, que não seguem a linha oficial, são silenciados).

III. E, como é óbvio, este autoritarismo é "legitimado" com manifestações e actos contra Israel. Enquanto cria um estado autoritário contra as liberdades dos palestinianos, Fayyad faz discursos e paradas anti-Israel. Moral da história: Telavive é o fantasma externo que legitima estes excessos internos; estes pequenos ditadores palestinianos precisam do estado de guerra com Israel para se perpetuarem no poder.

IV. Ora, deste lado do Mediterrâneo, os media não falam desta Palestina quotidiana. Deste lado do Mediterrâneo, a malta só se lembra da Palestina quando troveja em hebraico. Por que razão a Palestina não interessa nos 350 dias em que os trovões israelitas estão calados?

sábado, setembro 04, 2010

Terrorristas Islâmicos usam crianças como escudos humanos

Usam as crianças como escudos e depois usam a morte dessas mesmas crianças como propaganda contra Israel.




domingo, agosto 08, 2010

Muçulmano Cuja Filha Foi Curada Por Médicos Judeus Mata Polícia Judeu

O adágio "dá-lhe uma mão e eles pedem o braço todo" não é novo, e nem é novo em referência aos muçulmanos e os seus ataques aos judeus, cristãos, Israel, americanos, o ocidente, etc, etc... Nem deveria ser novo para todos os esquerdistas que se juntam para atacar Israel e legitimar o terrorismo islâmico.

Infelizmente, os esquerdistas não aceitam que os muçulmanos estejam ideologicamente motivados contra Israel, e portanto vêem os ataques do calibre que se fala em baixo como "anomalias não representativas" dos muçulmanos.

Esta história é mais um exemplo em como o mais pacífico tratamento judeu feito aos muçulmanos - e aos terroristas do Hamas - é "recompensado" com a matança de mais judeus. As consequências de se desconhecerem as motivações religiosas dos muçulmanos, e forçar-se os judeus que fazerem "paz" com os mesmos (à força) tem consequências mortais.

shukisofer

Shuki Sofer, Zichrono LiVrachah [Abençada Seja a Sua Memória]: Assassinado Por Um Terrorista do Hamas Cuja Filha Foi Tratada Por Médicos Judeus e Caridade Judaica.

Um terrorista do Hamas que emboscou e assassinou um polícia israelita no mês passado, é o pai de uma menina de 6 anos que foi tratada por judeus israelitas no Hospital Hadassah em Jerusalém. Duas semanas antes de assassinar o polícia de 39 anos Yehoshua “Shuki” Sofer, a filha do terrorista foi sujeita a uma operação onde lhe foi removido um tumor da vista.

Toda a operação e o trabalho dos médicos foi pago por uma instituição de caridade Israelita. Se calhar isto faz dela mais saudável para odiar os judeus no futuro, tal como o seu pai.

O terrorista muçulmano que levou a cabo o assassínio planeavam vestirem-se como judeus religiosos e raptar judeus.

O ódio vem da ideologia.

Tanto amor, paz e mútuo entendimento. "Obrigado por curares a minha filha, judeu. Agora vou-te matar!"

Porquê tanto ódio aos judeus? Ora, porque isso é algo que emana dos ensinamentos da sua religião. Durante os seus 23 anos de ministério o "profeta" do Islão teve sentimentos mistos em relação aos judeus. Inicialmente, quando ainda era militarmente fraco e não tinha muitos adeptos, ele tentou fazer-se passar por um profeta na mesma linhagem dos profetas da Bíblia Hebraica. A dada altura ele rezava juntamente com os judeus voltado para Jerusalém (e não para Meca, como os muçulmanos fazem hoje em dia).

Mas os judeus claramente viram que Muhammad era uma farsa, e portanto rejeitaram a sua "mensagem". Isto fez com que o "profeta" se sentisse exposto e fragilizado perante eles e perante os árabes. Mas como não tinha exército e forma de reduzir a influência maciça dos judeus, Muhammad conteve-se.

Quando ele se mudou para Medina e começou a ganhar adeptos e homens de guerra, ele começou a exterminar as tribos judaicas uma a uma. Khaibar foi invadida depois de Muhammad e os seus seguidores terem sido negados acesso à "Kabah". Foi nessa invasão que Muhammad torturou um judeu como forma deste lhe dizer onde é que ele tinha escondido o ouro da tribo:

At the Massacre of Khaybar, Muhammad brutally tortured a Jewish chieftain for extracting information about where he had hidden his treasures. When the treasure was uncovered, the chieftain was beheaded.
Um "profeta" de Deus a torturar um homem como forma de extorquir o seu dinheiro não é algo muito digno. Antes disso Muhammad já tinha decapitado cerca de 800 homens e jovens judeus da tribo Banu Quraizah (Ver este texto).

A lista de ataques (verbais e físicos) de Muhammad aos judeus é longa, portanto não iria caber aqui. O que interessa reter destes dados históricos é que quando os muçulmanos atacam e matam os judeus, eles estão a agir de acordo com a sua fé uma vez que foi isso que o seu "profeta" lhes ensinou. É legítimo nos culparmos a religião uma vez que a sua motivação para tais actos é exactamente aquilo que a sua fé lhes diz.

É triste que haja pessoas que tentem equivaler o ódio que os muçulmanos tem aos judeus (ensinado pelo seu "profeta") com aquilo que os cristãos fizeram aos judeus durante muitos séculos. Enquanto que o que os muçulmanos fazem está de acordo com o Islão, aquilo que os "cristãos" fizeram aos judeus contradiz a Bíblia.

Mas não esperem que os factos mudem a semântica ateísta contra o cristianismo uma vez que a sua "lógica" não é baseada em factos mas em mitos.


terça-feira, junho 15, 2010

A má-fé contra Israel

Original

Henrique Raposo (www.expresso.pt)

Quando o Hamas mata um israelita com um rocket, a Europa nem suspira. Quando o Hamas destrói o campo da ONU em Gaza, a Europa não diz nada. Bravo.

I. Na semana anterior ao incidente com a tal "frota da liberdade", o Hamas invadiu e destruiu um campo da ONU em Gaza. Porquê? Ora, porque naquele campo existia uma escola onde as crianças aprendiam várias coisas. O Hamas destruiu aquilo, porque a ONU não ensinava ali a sharia. Um acto de cordialidade pedagógica, portanto. Caro leitor, V. ouvir falar disto nas TVs portuguesas? Não, pois não? Claro: as nossas TVs têm uma narrativa para aquela região, que reza assim: "os maus, os israelitas, batem nos bons, os palestinianos". Os factos que não encaixam nesta narrativa (ex.: palestinianos a atacar a ONU) são desprezados.

II. O Hamas não tolera que a ONU encha a cabeça das crianças com porcarias como matemática, ciências ou história. O Hamas quer que as crianças aprendam apenas a sharia e a narrativa do martírio. No ano passado, 200 mil crianças foram educadas nestes campos da ONU. Ou seja, 200 mil crianças foram "roubadas" às mesquitas radicais e "corrompidas" pelas escolas da ONU. O Hamas, claro, não gostou desta fruta pedagógica, e destruiu o inimigo (i.e., a ONU). Caro leitor, V. ouvir falar disto?

III. O director da ONU em Gaza, John Ging, afirma que tem uma missão: impedir que Gaza se transforme num mini-Afeganistão controlado por 'talibãs' palestinianos (Hamas). Caro leitor, V. ouviu falar disto? Não, não é preciso responder.

Os "pobrezinhos" palestinos e os "malvados" judeus

Ó DEUS, não estejas em silêncio; não cerres os Ouvidos nem fiques impassível, ó Deus.
Porque eis que Teus inimigos se alvoroçam, e os que Te aborrecem levantaram a cabeça.
Astutamente formam conselho contra o Teu povo, e conspiram contra os Teus protegidos.
Disseram: "Vinde, e desarreiguemo-los para que não sejam nação, nem haja mais memória do nome de Israel."
Porque à uma se conluiaram; aliaram-se contra Ti

Salmo 83:1-4


Parece que cada vez mais portugueses conseguem quebrar a mordaça informativa que nos chega do Médio Oriente, e conseguem ver a verdade por aquilo que ela é: Israel está a defender-se contra um inimigo ideologicamente motivado.
Tentar perceber

O Luís Naves disse: “Carlos do Carmo Carapinha, em Blogue de Direita, parece não ter compreendido esse facto simples. Segundo diz, Israel avisou que existia um embargo, logo, o que fez era justo. Esta lógica esquece um pormenor: além de ser ineficaz, o bloqueio a Gaza é ilegal; aliás, tal como escreve Gabriel Silva, o bloqueio está a ser desafiado pelo Egipto. Israel vai agora bombardear as pirâmides, é isso?

Não, não é isso. Esta conclusão (a das pirâmides) é, aliás, bastante patetinha. Eu não insinuei que basta Israel «avisar» para ser «justo». Que eu saiba, há uma história anterior ao «aviso». A forma como toda esta questão está a ser discutida revela falta de memória e parece poder ser resumida da seguinte forma:

Um belo dia, o tio Bibi e o tio Ehud, em plena paz perpétua com o mundo árabe, encontraram-se:

Bibi: Ehud, ando aborrecido.

Ehud: É do tédio, Bibi.

Bibi: O que fazer, Ehud, o que fazer?

Ehud: Não sei, Bibi.

Bibi: Ah, já sei! Vamos bloquear a Faixa de Gaza!

Ehud: Bora!

A Faixa de Gaza é controlada pelo Hamas. É de lá que têm partido os ataques a Israel. Para se defender, Israel optou pela prevenção, forçando um bloqueio para impedir a entrada de armas em Gaza. Não é de pipocas, pão ou arroz. É de armamento. Como escreveu Esther Mucznick, concorde-se ou não com a decisão de não permitir a acostagem dos barcos, a realidade é que dificilmente Israel podia não reagir ao desafio que lhe foi colocado.

Para todos os efeitos, e sob todos os prismas, a acção "Frota da Liberdade" contituía uma forte provocação política a um Estado soberano. Tanto mais que as autoridades israelitas propuseram a descarga dos alimentos no porto de Ashod (em Israel), para posterior entrega a Gaza.

Luís Naves recusa-se a tentar compreender isto. E a prova disso é que omite, não reflecte, não expõe as razões do bloqueio, apriorísticas a qualquer análise do que se passou, fazendo crer que eu disse que bastava «avisar» para «legitimar». Ora, o «aviso» existe por alguma razão.

O problema passa por aí: ninguém parece estar muito interessado em compreender o que faz Israel e por que razão o faz. Entre: a) ficar mal visto perante a «comunidade internacional»; e b) facilitar a entrada de armas em Gaza, que poderia conduzir à morte de civis israelitas; Israel optou pelo óbvio, ou seja, pelo que aprendeu a fazer de há muitas décadas a esta parte: defender o seu território de ameaças exteriores. Ineficaz? Não creio: o número de ataques a Israel desceu vertiginosamente nos últimos anos.

Não perceber isto, fazendo de conta que o bloqueio existe por dá cá aquela palha, é pouco sério. Coisa diferente, é discutir se esta forma de agir, que fragiliza a imagem de Israel, é benéfica para a causa israelita. Ou seja, se não havia alternativas (menos desproporcionadas), que evitassem a perda de vidas, não contribuindo para a delapidação da imagem de Israel.

Embora reconheça que esta seja uma forma de discussão provavelmente mais própria de quem vive à distância, como nós. Por ali, não há grande margem de manobra para contemplações.

PS: Quanto à questão da «legalidade», não me parece que seja «legal» atacar civis israelitas a partir de Gaza (nunca vi o Luís Naves sublinhar isso). Mas, como é habitual, os palestinianos, à conta de serem os «pobrezinhos» e «sofredores» desta história, parecem deter uma espécie de salvo-conduto que os absolve permanentemente de todo e qualquer acto de agressão, eufemísticamente tratado como «resistência».

Carlos do Carmo Carapinha

A miséria que é a vida em Gaza

segunda-feira, junho 07, 2010

Manifestação em apoio a Israel

Ocorreu em Los Angeles uma manifestação em suporte do estado Judaico de Israel.

Eis aqui a notícia.

sexta-feira, janeiro 09, 2009

Hamas nas suas próprias palavras

quarta-feira, dezembro 24, 2008

Caminhada de um Palestino do Ódio Para o Amor

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