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quinta-feira, outubro 11, 2012

(OBS: As desnecessárias e cientificamente irrelevantes referências à teoria da evolução presentes no texto original não são partilhadas pelo editor do blogue)


(Phys.org)

Segundo um estudo recente levado a cabo pelo antropólogo da Universidade do Missouri (MU)  Robert Walker, antes do contacto com os Europeus os conflitos violentos nas sociedades tribais da floresta Amazónica eram responsáveis por 30% de todas as mortes. Entender os motivos por trás dessas altercações na Amazónia incide alguma luz nas motivações instintivas que continuam a empurrar os grupos humanos para a violência, bem como as formas como a cultura influencia a intensidade e frequência da violência.

Walker, autor principal e professor-assistente de antropologia na "College of Arts and Science" da MU, afirmou:

Os mesmos motivos - vingança, honra, território e inveja centrada nas mulheres - que motivaram conflitos mortais na Amazónia, continuam fomentar a violência do mundo actual. A história evolutiva  humana em torno de conflitos violentos entre grupos rivais teve origem nos nossos ancestrais primatas. São necessárias doses maciças de treinamento social e controle institucional para resistir os nossos instintos e resolver as disputas verbalmente - e não com armas.

Felizmente, as pessoas desenvolveram formas de canalizar e desviar esses instintos para longe de conflitos mortíferos. Por exemplo, o desporto e os jogos de computador normalmente envolvem os mesmos impulsos de derrotar um grupo rival.

Walker examinou os registos de 1,145 mortes violentas em 44 sociedades . . . . da América do Sul revendo 11 estudos antropológicos prévios. Ele analisou as mortes numa base caso-a-caso como forma de determinar quais os factores culturais influenciaram a contagem dos corpos.

Ataques internos entre tribos com linguagens e culturas similares foram os motivos mais frequentes, mas com menos casualidades, quando comparados com os menos frequentes mas mais mortíferos  ataques externos provenientes de tribos com linguagem distinta.

Walker afirma:

A língua e outras diferenças culturais desempenham um papel no "choque de civilizações" que resultaram em actos violentos recentes, tais como o ataque à embaixada dos EUA na Líbia e a contínua guerra no Afeganistão.

Trabalhar para desenvolver um sentido de humanidade para todas as pessoas da Terra pode ajudar a reduzir os episódios de violência mais significativos ao encorajar as pessoas a olhar umas para as outras como um grupo unificado que trabalha para os objectivos globais comuns.

Os ataques às vezes envolviam o rapto de mulheres e em média, um similar número de mulheres foram raptadas tanto nos conflitos internos como nos conflitos externos.

Outro aspecto da guerrilha amazónica era a traição - tal como o acto de convidar um grupo rival para uma celebração e prosseguir com a chacina do mesmo depois deles estarem embriagados. Estes ataques resultaram em níveis elevados de mortalidade.

Walker diz:

A vingança era histórica guerra intertribal, tal como os modernos conflitos entre gangues, porque demonstrar fraqueza poderia resultar em mais ataques. O ciclo de violência poderia resultar na erradicação mútua das tribos.

Depois do contactos com os Europeus, a dinâmica da vida tribal amazónica mudou de forma dramática. Embora a disseminação do Cristianismo e a imposição de estruturas legais nacionais tenham resultado numa enorme perda da identidade cultural, ela também resultou na redução dos mortíferos ataques. Hoje em dia, tal tipo de violência é raro. A doença e o conflito com lenhadores ilegais e mineiros é a causa de morte mais comum.

Estudo: "Body counts in lowland South American violence," publicado no jornal científico Evolution & Human Behavior. (Provided by University of Missouri-Columbia)

* * * * * * *

Aparentemente o Cristianismo, ao contrário do paganismo, é uma ideologia que motiva-nos a "resistir os nossos instintos e resolver as disputas verbalmente - e não com armas" para além de "canalizar e desviar esses instintos para longe de conflitos mortíferos".

Para além disso, o Cristianismo fornece "um sentido de humanidade para todas as pessoas da Terra" e encoraja "as pessoas a olhar umas para as outras como um grupo unificado que trabalha para os objectivos globais comuns." Por outro lado, como o Cristianismo não vê a mulher como propriedade mas como companheira e adjutora no plano de Deus, ataques ("raids") que têm em vista o rapto de mulheres é algo condenado.

Como a Bíblia proíbe o uso da mentira (Êxodo 20:16), "o acto de convidar um grupo rival para uma celebração e prosseguir com a chacina do mesmo" é uma práctica também proibida pela Palavra de Deus.

Por fim, uma pergunta: a perda da "identidade cultural" duma cultura que era responsável pela morte de 30% dos seus próprios cidadãos é algo que deve ser lamentado?


quarta-feira, fevereiro 16, 2011

O multiculturalismo falhou


Segue para este link:

O multiculturalismo falhou


Para vêr mais posts sobre o Aborto, o Homossexualismo, o Islão, e o Marxismo Cultural, fica o meu contacto do Twitter.

segunda-feira, janeiro 17, 2011

A agenda do marxismo cultural

O movimento esquerdista é a soma de tudo o que é anti-Bíblico, anti-civilização, anti-casamento e anti-social.

Façam um pequeno exercício: Tentem pensar em todas as ideologias e crenças que são contra o que a Bíblia diz. Agora juntem todas essas ideologias num único movimento. Isso é o esquerdismo actual.

Pensem no aborto, no auto-destrutivo comportamento homossexual, no multiculturalismo e nos movimentos ambientalistas radicais. Tudo isso são facetas duma mesma guerra; batalhas do mesmo confronto.

Esta guerra não começou em 1968, nem em 1918. Não começou com Gramsci nem com Marx e Engels. Também não começou com Darwin, nem com Malthus, nem Hume, nem com o Iluminismo e muito menos começou na Arábia há 1400 anos atrás. Estas figuras foram apenas peões nas mãos de alguém.

Esta guerra começou no Jardim do Éden quando Satanás pôs em causa o que Deus disse com as palavras "Será que Deus disse mesmo 'não comereis de toda a árvore do jardim?'". Desde então, ele tem usado pessoas, instituições e eventos para minar e destruir as estruturas sociais que Deus estabeleceu.

Os cristãos correctamente usam a unidade e a coerência da Revelação Bíblica como evidência em suporte da tese que a Bíblia tem Uma Fonte Única (Deus). Ora, os inimigos da civilização têm sido bastante consistentes na sua luta contra a Bíblia.

Primeiro tentaram destruir-nos de fora. Atacaram o casamento, a família e o cristianismo. Falharam. Como não conseguiram - tal como os revolucionários não conseguiram subverter a civilização ocidental a partir de fora - eles agora entram no acampamento inimigo e minam as estruturas internas dos seus adversários ideológicos.

Agora temos pessoas dentro da civilização ocidental que usam lugares de autoridade para promulgar ideologias que visam destruir o ocidente.

O vídeo colocado em baixo é bastante informativo sobre as intenções do esquerdismo, e como esse esquerdismo se tem transformado ao longo dos anos, embora o seu propósito seja sempre o mesmo.

Se és cristão, lembra-te duma coisa:

Porque não temos que lutar contra a carne e o sangue, mas, sim, contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais. - Efésios 6:12



quarta-feira, dezembro 15, 2010

Angela Merkel: O Multi-Culturalism Falhou

Os alemães podem ser muitas coisas (arrogantes, frios, etc) mas há uma coisa que eles não são: burros.

A chanceler alemã Angela Merkel disse aos membros do seu partido que o "multiculturalismo falhou". Merkel acrescentou ainda que as tentativas de se assimilar os imigrantes muçulmanos à sociedade alemã tem sido um fracasso. A BBC reportou:

Os esforços de se construir uma sociedade multicultural na Alemanha "falharam estrondosamente", afirma a chanceler Angela Merkel.

Num discurso feito em Potsdam, ela afirmou que o conceito "multikulti" - onde as pessoas viveriam "lado a lado" em harmonia - não funcionaram.

Os comentários da sra Merkel surgem numa altura em que sentimentos anti-imigrantes por parte de políticos "mainstream" vieram a público. Uma pesquisa recente mostrou que mais de 30% dos alemães acredita que a Alemanha foi "inundada por estrangeiros".

O estudo mostrou também que mais ou menos o mesmo número de alemães acredita que alguns dos 16 milhões de imigrantes existentes na Alemanha vieram ao país apenas devido aos benefícios sociais.

Socialismo: punir aqueles que produzem e dão empregos ao resto da sociedade (via impostos elevados) e premiar aqueles que não querem trabalhar.
A sra Merkel afirmou perante um grupo de jovens membros do seu partido conservador União Democrática Cristã (CDU) que "no início dos anos 60 o nosso país convidou trabalhadores estrangeiros e agora eles vivem cá.....Nós engana-mo-nos e pensamos: "Eles não vão ficar. Mais cedo ou mais tarde eles vão-se embora", mas isto não corresponde à realidade.

"E claro, a tentativa de construir uma sociedade multicultural onde pudéssemos viver lado-a-lado e desfrutar da presença uns dos outros....falhou; falhou desastradamente."

Antes que algum esquerdista auto-pretensioso comece a atacar a sra Merkel de "racismo" e "xenofobia", deixem-me mostrar duas fotos.


A primeira foto pertence a Miroslav Klose e a segunda pertence a Lukas Pudolski. Ambos os jogadores tem origens polacas mas estão perfeitamente integrados na cultura alemã. Apesar de manterem as suas raízes polacas (Klose diz que na sua casa só se fala polaco) ambos conseguiram superar as barreiras que naturalmente poderiam aparecer e tornaram-se jogadores de sucesso pela selecção do país que os acolheu.

Quando a sra Merkel fala de imigrantes que não conseguiram integrar na cultura alemã, ela não está a falar dos polacos, ou dos portugueses ou ainda dos árabes cristãos que lá vivem, mas apenas e só daqueles que defendem uma ideologia que os força a não aceitar a assimilação na nova cultura.

Portanto, a questão aqui não é racismo mas sim senso comum. A sra Merkel finalmente se apercebeu que pessoas que levem a ideologia islâmica para as suas naturais consequências nunca vão ser cidadãos totalmente integrados e assimilados na cultura ocidental.

A tragédia desta realização é que ela vem provavelmente tarde demais para salvar a Europa do seu futuro islâmico.

quinta-feira, dezembro 09, 2010

Inglaterra avança para o Islão: carne halal para todos!

Mas, se alguém vos disser: Isto foi sacrificado aos ídolos, não comais, por causa daquele que vos advertiu e por causa da consciência; porque a terra é do Senhor, e toda a sua plenitude.
1 Cor 10:28

A Grã-Bretanha lidera a corrida no que toca a demonstrar que a cultura ateísta e secular que por lá domina é apenas uma breve paragem até a queda para o paganismo:
Uma investigação levada a cabo pela "Mail on Sunday" – que vai alarmar todos aqueles preocupados com a crueldade animal - revelou que escolas, hospitais, pubs e locais desportivos famosos como Ascot e Twickenham estão - de forma controversa e sem o conhecimento do público - a servir carne de animais mortos de acordo com a estrita lei islâmica [Sharia].

Toda a carne (bovina, galinácea, etc) vendida aos fãs no estádio Wembley foi preparada secretamente de acordo com a lei sharia, enquanto que o colégio Cheltenham, que se vangloria do seu "forte etos Cristão", é uma das muitas escolas públicas de topo que também serve carne de galinha halal aos estudantes sem os informar.
Fazer coisas às escondidas do público é sintomático de quem sabe que o que faz não está certo. Se eles sabem que o que estão a fazer não está correcto, porque é que o fazem?
Até mesmo o maior grupo de restaurantes da Grã-Bretanha, o grupo Whitebread, admitiu que mais de 3/4 da sua carne é halal.
A lei Sharia expressamente proíbe que se atordoe o animal antes de o decapitar - como é normalmente feito nos matadouros britânicos. Em vez disso, o animal tem que estar desperto enquanto a sua garganta é cortada, e à medida que o seu sangue vai-se esvaindo, algumas frases religiosas de louvor a Alá são proferidas.

Vai ser interessante ver se os agressivos (e mal educados) ateus da Inglaterra se manifestam contra isto, ou se por outro lado agem da forma que se espera e permaneçam calados uma vez muitos deles são anti-cristãos e não anti-religiosos. Já imaginaram o reboliço que os ateus britânicos fariam se soubessem que o Estado inglês estava a considerar proibir o consumo de carne durante Sexta Feira Santa?

Parece que há algumas religiões que os ateus aprovam.

O mais engraçado é que esta história está a ser tratada não como um gesto de submissão à religião islâmica mas sim apenas e só como um caso de crueldade animal.

Pode-se perguntar o porquê dos ateus britânicos não se manifestarem contra estas coisas. Simples. Da forma como as coisas estão actualmente, enquanto houver cristãos (ou cultura cristã) na Grã-Bretanha, os muçulmanos e os ateus estão do mesmo lado da guerra. Os ateus usam os muçulmanos para destruir a cultura cristã, e os muçulmanos usam os ateus com o mesmo propósito. Por enquanto, não interessa aos ateus diminuir ou silenciar os muçulmanos.

Para além disso, os muçulmanos em regra geral votam em partidos que suportam a causa ateísta, portanto, interessa aos ateus que os muçulmanos aumentem de numero porque assim significam mais votos para os partidos de esquerda.

O que os historicamente ignorantes ateus não sabem é que os muçulmanos não se preocupam muito com "lealdades" aos "kafiirs". A partir do momento em que eles se encontrem em número suficiente, os muçulmanos vão-se voltar contra os mesmos ateus que os ajudaram a destruir a cultura cristã.

Como os ateus não tem motivação nenhuma de lutar e morrer pelo ateísmo, isto significa que o futuro da Inglaterra afigura-se muito pouco saudável para os ateus.

Deve ser por isso que o ateu Richard Dawkins afirma:

Tanto quanto sei não há Cristãos a explodir prédios. Não conheço Cristãos que façam ataques suicidas bombistas, nem conheço uma grande denominação Cristã que acredita que a apostasia deva ser punida com a morte.

Eu tenho sentimentos divididos em relação ao fim do Cristianismo uma vez que o Cristianismo pode ser uma fortaleza contra algo pior.

Pois é.

Vêr também:

Professor de História Afirma: Não Sei Se o Fim do Cristianismo Será Benéfico Para as Sociedades

quinta-feira, dezembro 02, 2010

Esquerdismo força vítimas de abuso sexual a não tomarem medidas

Liberalism claims to encompass many causes, but there is only one cause in the end. Since 9/11, this cause has been advanced by supporting Muslims. When an alleged commitment to the welfare of women gets in the way of sucking up to the Religion of Peace, feminism goes overboard faster than you can say Juanita Brodderick. Useful idiots in Israel provide more proof:
Two activists have exposed a disturbing phenomenon that they say is an open secret within the "peace camp": female "peace" activists are routinely harassed and raped by the Arabs of Judea and Samaria with whom they have come to identify. They say the phenomenon has gotten worse lately and that many foreign women end up as wives of local Arabs against their will, but cannot escape their new homes.
Roni Aloni Sedovnik, a feminist activist, penned an article in News1 — an independent website run by respected investigative reporter Yoav Yitzchak — under the heading "The Left's Betrayal of Female Peace Activists Who were Sexually Assaulted."
"A nauseous atrocity has been going on for a long time behind the scenes at the leftists' demonstration at Bil'in, Naalin and Sheikh Jarrah [Shimon HaTzaddik]," she writes. "A dark secret that threatens to smash the basic ideological values upon which the demand to end the occupation of the Territories rests."
It turns out, she explains, that when female peace activists from Israel and abroad come out to Judea and Samaria and demonstrate against the Israeli "occupation," they are assaulted sexually by the Arab men whom they have come to help. These are not isolated incidents, Aloni-Sedovnik stresses. Rather, this is an "ongoing and widespread" phenomenon that includes verbal and physical abuse. She accuses the 'peace' camp of purposely covering up the trend so as not to offend "the Palestinians and their heritage, which sees women as sexual objects."

Activists who manage to escape their rapists instead of being kept as slaves are encouraged not to press charges, so as not to undermine the grand struggle against oppression. Once again we see that leftists have zero moral credibility.


Tal como seria de esperar, os esquerdistas não se preocupam com as mulheres e com o seu sofrimento. Para eles o mais importante é colocar os palestinos numa boa luz de forma a poderem usar o seu não-existente ou auto-infligido "sofrimento" como arma política dirigida a Israel.

Agora imaginem pessoas com esta mentalidade a controlarem os destinos da política internacional. O que dizer de pessoas que pactuam com o sofrimento de mulheres como forma de não perturbar o avanço da ideologia esquerdista?

quinta-feira, novembro 18, 2010

Christopher Hitchens: as térmites do multiculturalismo

Embora o Chris Hitchens correctamente responda ao homem que tentou culpar o ocidente pelos ataques terroristas, ele falha em aperceber-se que as crenças que levaram o homem da audiência em pensar tal coisa tem as suas bases no mesmo ateísmo que Hitchens defende.

O multiculturalismo que tragicamente vai ganhando força no mundo ocidental é consequência do avanço do ateísmo e da rejeição do cristianismo. Se Deus não existe, como é que se pode qualificar outras culturas de "erradas"? Se o homem é a medida de todas as coisas, então não há culturas com práticas "erradas" e "nocivas". Dentro do multiculturalismo moral não há bases para se qualificar o comportamento de pessoas que atiram ácido para a cara de mulheres de "errado". Há sim opiniões humanas, todas eles tão válidas como a próxima.

Por isso é que eu acho tragicamente hilariante que pessoas como o Pat Condell ou o Chris Hitchens correctamente mostrem os problemas do multiculturalismo moral, mas ao mesmo tempo dediquem tanto tempo a combater o Cristianismo sem se aperceberem que a destruição do Cristianismo permite o avanço do mesmo multiculturalismo que eles combatem.

Estas óbvias contradições são apenas mais um resultado das crenças que rejeitam o Deus da Bíblia.

sexta-feira, novembro 12, 2010

“Pluralismo” como desculpa para promover o secularismo radical na Europa

Uma das coisas mais irritantes que existe dentro das igrejas são os "idiotas úteis", ou seja, pessoas que se identificam como cristãs mas que ignorantemente apoiam causas que contradizem o seu cristianismo. Lembro-me uma vez de ver o Padre Milícias a defender a "multiculturalidade" ou o "multiculturalismo" como se isso fosse uma coisa boa.

Será que ele não sabe que quem defende tal ideologia auto-contraditória tem em vista APENAS E SÓ a destruição da cultura cristã? Se não é esse o propósito do multiculturalismo, porque será que o mesmo só é promovido no ocidente, tradicionalmente o bastião do cristianismo mundial?

Onde estão os multiculturalistas do mundo islâmico, por exemplo? Porque é que os promotores do "pluralismo" no ocidente não levam a sua mensagem para o oriente (bem mais monolítico) e anunciam a sua "boa nova" por lá?

Não o fazem porque não há cultura cristão dominante por lá, portanto, não há necessidade.

Claro que o Padre Milícias não deve ser má pessoa, mas acho que ele e muitos outros cristãos deste mundo (evangélicos, católicos, ortodoxos, etc) estão genuinamente enganados em relação ao "pluralismo" ou ao "multiculturalismo".

Felizmente que há cristãos que já abriram os olhos em relação a isso.

Hilary White
ROMA, Itália, 5 de agosto de 2010 (Notícias Pró-Família) — Diz-se que o infame Caso do Crucifixo no Tribunal Europeu de Direitos Humanos é um exemplo do uso crescente da doutrina do “pluralismo” para suprimir as expressões públicas de convicções religiosas na Europa.
Gregor Puppinck, diretor do Centro Europeu de Direito e Justiça (CEDJ), uma organização de proteção aos direitos civis, disse para a revista católica italiana Il Consulente RE na semana passada que o caso é só um exemplo do problema.
Puppinck e o CEDJ estão também de olho nas tentativas do governo radicalmente secularista da Espanha de atacar os fundamentos cristãos desse país usando o “pluralismo”, notando o começo de um novo currículo cívico secularista nas escolas em que “não se permite” a objeção religiosa.
Ele disse que esse currículo está na mesma escola filosófica que motivou o recente incidente em que o governo espanhol multou uma rede de televisão em 100 mil euros por ousar (http://noticiasprofamilia.blogspot.com/2010/07/rede-de-televisao-da-espanha-e-multada.html) criticar as paradas de orgulho gay.
“Sim, é a mesma mentalidade, que força os estudantes e não permite opiniões diferentes. O pluralismo, promovido como meio de descristianizar a cultura espanhola, exige que você aceite todas as condutas, mas exclui a possibilidade de juízos morais”.
O CEDJ trabalha em grande parte no Conselho da Europa e no Tribunal Europeu de Direitos Humanos (TEDH) em Estrasburgo, e esteve profundamente envolvido no caso Lautsi versus Itália em que o TEDH decidiu que crucifixos fossem removidos das escolas públicas italianas, de forma contraditória, na base da liberdade religiosa.
Puppinck notou a ironia do tribunal “garantindo liberdade religiosa por meio da medida de impedir… o exercício da religião!” Ele disse que a decisão indica um dos dois maiores “desafios” que a sociedade ocidental enfrenta hoje: o islamismo militante e o secularismo.
Ele notou que 21 países, (http://www.lifesitenews.com/ldn/2010/jul/10072303.html) quase metade dos 47 países membros do Conselho da Europa, têm protestado contra a decisão ou estão apoiando a Itália no recurso. O apoio desses países, disse ele, mostra que a iniciativa de “certos juízes de impor um modelo ocidental secular na Europa inteira foi golpeado por uma oposição sem precedente”.
“Aliás, vinte e um países defenderam publicamente a legalidade da presença de Cristo na sociedade. Esse é o aspecto mais importante da situação”.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesite.net/ldn/viewonsite.html?articleid=10080509
Copyright © LifeSiteNews.com. Este texto está sob a licença de Creative Commons Attribution-No Derivatives. Você pode republicar este artigo ou partes dele sem solicitar permissão, contanto que o conteúdo não seja alterado e seja claramente atribuído a “Notícias Pró-Família”. Qualquer site que publique textos completos ou grandes partes de artigos de Notícias Pró-Família ou LifeSiteNews.com em português tem a obrigação adicional de incluir um link ativo para “NoticiasProFamilia.blogspot.com”. O link não é exigido para citações. A republicação de artigos de Notícias Pró-Família o LifeSiteNews.com que são originários de outras fontes está sujeita às condições dessas fontes.

domingo, setembro 12, 2010

Vídeo “Crianças indígenas enterradas vivas” é bloqueado pelo YouTube

Pelos vistos a vida das crianças índias não vale muito para os socialistas. Primeiro está a ideologia (multiculturalismo), e depois, sim, está a vida. Como é normal, a aliança entre ideologias anti-cristãs (paganismo + socialismo + ateísmo) só trás sofrimento aos mais frágeis da sociedade.
Vídeo “Crianças indígenas enterradas vivas”, visitado por mais de 180 mil pessoas no Blog Julio Severo durante dois anos, é bloqueado pelo YouTube
Julio Severo
O vídeo “Crianças indígenas enterradas vivas” (http://www.youtube.com/watch?v=BDxdlVGjLdY&feature=player_embedded), depois de dois anos no Youtube através do Blog Julio Severo com um número de 180.295 visitas, foi rejeitado pelo Google como tendo conteúdo “impróprio”.
Qual era esse conteúdo? Era apenas uma filmagem denunciando como crianças índias que nascem com qualquer problema físico são sentenciadas à morte pelos pajés (feiticeiros) de algumas tribos brasileiras.
Todos esses assassinatos de crianças vêm sendo cometidos bem debaixo do nariz do governo brasileiro e de antropólogos, que protegem essa prática sob o manto sagrado da “cultura indígena” — que não difere absolutamente em nada da cultura nazista.
Missionários da JOCUM que resgataram algumas dessas crianças sentenciadas à morte têm sido ameaçados, porque tiveram a “ousadia” de tirar essas crianças da esfera dos pajés, livrando-as literalmente da morte.
Contudo, o governo Lula, que deu asilo a um comunista assassino italiano, não tem disposição nenhuma de dar abrigo e proteção para essas crianças. Pelo contrário, o governo exige que elas sejam devolvidas às suas tribos, onde enfrentarão inescapáveis sentenças “culturais”.
Conheci pessoalmente um casal da JOCUM que adotou Hakani, uma menina indígena que havia sido condenada à morte. Ela vive hoje em Brasília, com esse casal. Se for devolvida à tribo, ela será assassinada.
Em 2 de julho de 2008, escrevi e publiquei um artigo como minha manifestação de grito em defesa dessas crianças ameaçadas.
Não fui o único a participar desse grito de socorro. Muitos outros também se mobilizaram para ajudar essas crianças, inclusive o Dep. Henrique Afonso, que criou um projeto de lei exclusivamente para protegê-las, mas o PT obstruiu tudo.
No artigo, há o vídeo “Crianças indígenas enterradas vivas”, que não está mais disponível, porque a política do YouTube, cujo dono é o mesmo Google que vem favorecendo o homossexualismo de forma descarada, censurou o vídeo, sob a alegação de que tinha conteúdo impróprio.
Diante dessa censura, eu pergunto:
É impróprio denunciar o assassinato de crianças indígenas?
É impróprio se mobilizar na defesa delas?
É impróprio conscientizar o público do massacre de crianças inocentes nas tribos?
Há centenas de milhares de vídeos que o Google pode e deve censurar, por possuírem real conteúdo impróprio, indecente, pornográfico, violento e prejudicial. Mas calar a voz que clama pela vida das crianças é uma censura cruel, e esse tipo de censura tem um histórico que vem desde a Alemanha nazista até a Cuba e Coreia do Norte comunistas.
Se o conteúdo da denúncia de socorro do vídeo “Crianças indígenas enterradas vivas” é impróprio, o que dizer dos seus opositores?
Que tipo de conteúdo há na cabeça de governantes políticos e antropólogos que acobertam e protegem, sob as mais diferentes desculpas “culturais”, essa versão indígena da eugenia nazista?
Que tipo de conteúdo há na cabeça de alguém para silenciar um grito de socorro em favor dos inocentes e ameaçados?
Peço a colaboração de todos para restaurar meu vídeo ao seu link original: http://www.youtube.com/watch?v=BDxdlVGjLdY&feature=player_embedded
Por favor, manifeste-se educadamente para o Google no Brasil, telefonando ou enviando fax:
Google Brasil Internet Limitada
Av. Brigadeiro Faria Lima, 3900 5º andar, Itaim
São Paulo, 04538-132
Brasil
Fone: 11-3797-1000
Fax: 11-3797-1001
Campanha internacional para resgatar crianças indígenas do Brasil

sexta-feira, setembro 10, 2010

Descobertos 33 corpos de sacrifícios humanos da civilização Inca no Peru

Deuteronómio 18:9-14

Quando entrares na terra que o Senhor, teu Deus, te der, não aprenderás a fazer conforme as abominações daquelas nações.

Entre ti se não achará quem faça passar pelo fogo o seu filho ou a sua filha, nem adivinhador, nem prognosticador, nem agoureiro, nem feiticeiro;

Nem encantador de encantamentos, nem quem consulte um espírito adivinhante, nem mágico, nem quem consulte os mortos:

Pois todo aquele que faz tal coisa é abominação ao Senhor; e por estas abominações o Senhor, Teu Deus, as lança fora de diante dele.

Perfeito serás, como o Senhor, Teu Deus.

Porque estas nações, que hás-de possuir, ouvem os prognosticadores e os adivinhadores: porém, a ti, o Senhor, Teu Deus, não permitiu tal coisa.


Pesquisadores em um sítio arqueológico no norte do Peru fizeram uma descoberta de dezenas de pessoas sacrificadas aproximadamente 600 anos atrás pela civilização Inca.

Os corpos, que mostram sinais de cortes e degolamento, foram encontrados em bom estado de conservação, de acordo com Carlos Webster, líder das escavações no acampamento Chotuna-Chornancap. Os sacrifícios foram realizados poucas décadas antes da chegada dos exploradores espanhóis no Peru.

Embora seja comum encontrar evidências de sacrifício humano nas ruínas das civilizações Incas e pré-Incas, os pesquisadores ficaram surpresos de encontrar 33 pessoas no mesmo local. “A maior parte dos corpos pertence a jovens mulheres, de aproximadamente 15 anos. Uma delas parecia estar grávida, pois encontramos evidências de um feto em seu abdómen, provavelmente de quatro meses”, disse Webster sobre as descobertas feitas nas escavações, que já duram um ano e meio.

Grande parte dos cadáveres está em bom estado de conservação – os tecidos e cabelos foram preservados. Eles foram encontrados em uma área seca, a mais de dois metros de profundidade”, diz Webster.

Os cientistas afirmam que o sacrifício humano era comum na cultura Inca, que se desenvolveu imediatamente antes da chegada dos exploradores espanhóis na América, entre os anos 1400 e 1500 nas áreas que hoje pertencem ao Peru, Chile e Equador.

A civilização Inca é bastante conhecida pelas ruínas de sua capital, Machu Picchu, um dos maiores destinos turísticos do Peru e considerada uma das novas sete maravilhas do mundo.

O sítio arqueológico de Chotuna-Chornancap, que tem 95 hectares, fica a 20 quilômetros da cidade litorânea de Chiclayo, próximo à tumba de Sipan, uma das maiores descobertas arqueológicas do último século. [Fonte]

Agradecimentos ao "esotérico" do Nuno Dias pela notícia.

sábado, agosto 14, 2010

O "Sucesso" do Multiculturalismo

quinta-feira, maio 20, 2010

Os Papas e as esquerdas

A guerra contra o ateísmo político (comunismo) foi vencida mas a guerra contra o marxismo cultural (baseado no mesmo ateísmo que nos deu o comunismo) está para durar.

Artigo interessante do Raposo.

Os Papas e as esquerdas

Henrique Raposo (www.expresso.pt)
9:56 Terça-feira, 11 de Maio de 2010

João Paulo II lutou contra o totalitarismo comunista da Europa de Leste. Bento XVI luta contra a "esquerda caviar" da Europa ocidental. Bento XVI é mais interessante do que João Paulo II.

I. Tal como afirma o director do i, Bento XVI é mais interessante do que João Paulo II . João Paulo II é, com certeza, uma figura central do século XX. Karel Wojtyla foi uma peça fundamental no derrube do totalitarismo comunista. Mas, vamos lá contextualizar, João Paulo II não estava sozinho no combate à esquerda totalitária. Em grande medida, o Papa-que-fazia-os-800-metros-barreiras-na-boa tinha todos os políticos do Ocidente ao seu lado. A divisão Oeste - Leste era política e estratégica, logo, isso facilitava as coisas para o Vaticano.

II. Ora, o combate de Bento XVI não é político, mas sim intelectual e moral. Bento XVI não está a lutar contra a velha esquerda comunista, mas sim contra o relativismo moral e cultural da esquerda caviar. Este é um combate mais difícil, porque não existe um "inimigo" claro do "outro lado". É um combate puramente intelectual e moral. Era "fácil" atacar a esquerda comunista do outro lado do muro. Não é fácil atacar a esquerda caviar que é a própria essência da Europa Ocidental.

III. João Paulo II era odiado pela extrema-esquerda, aquela coisa que não perdoa a história pela queda do muro de Berlim. Mas Bento XVI é odiado por toda a esquerda europeia, porque este Papa está empenhado na luta contra a essência "progressista" de hoje: o relativismo moral e cultural, a consagração do espírito derrotista e anti-ocidental, a imposição de um vácuo histórico e religioso (vulgo: o politicamente correcto) . O combate de João Paulo II pertence ao passado, e está decidido: o comunismo perdeu para sempre. O combate de Bento XVI é actual, e não está decidido. Mais uma razão para considerar Bento XVI, o intelectual poderoso, mais interessante do que João Paulo II, o político atlético.

terça-feira, fevereiro 02, 2010

A História Oculta do Mundo: A Pedofilia do Hamas

A religião islâmica é tudo aquilo que os ateus gostariam que o cristianismo fosse, mas, "curiosamente", eles estão calados em relação a isso. Por outras palavras, toda a "violência", xenofobia, descriminação sexual, e matança de homossexuais que os ateus afirmam que é promovido pelo cristianismo, está presente no Islão. No entanto, e apesar das inúmeras evidências para os efeitos nocivos da religião islâmica, os ateus estão obcecados com o cristianismo.
A História Oculta do Mundo: A Pedofilia do Hamas

Enquanto a imprensa exalta os "lutadores da liberdade do Hamas", os "rebeldes", o mundo desconhece uma das histórias mais SÓRDIDAS de abuso infantil, torturas e sodomização do planeta, vinda do fundo dos esgotos de Gaza: os casamentos pedófilos do Hamas, que envolvem até crianças de 4 anos. Tudo com a devida autorização da lei do islamismo radical.

Infância perdida, abuso certo: ficaremos calados?

A denúncia é do Phd Paul L. Williams e está publicada no blog thelastcrusade.org e é traduzida com exclusividade no Brasil pelo De Olho Na Mídia (ninguém mais na imprensa nacional pareceu se interessar pelo assunto).

Um evento de gala ocorreu em Gaza. O Hamas foi o patrocinador de um casamento em massa para 450 casais. A maioria dos noivos estava na casa dos 25 aos 30 anos; a maioria das noivas tinham menos de dez anos.

Grandes dignatários muçulmanos, incluindo Mahmud Zahar, um líder do Hamas foram pessoalmente cumprimentar os casais que fizeram parte desta cerimônia tão cuidadosamente planejada.



"Nós estamos felizes em dizer à América que ela não pode nos negar alegria e felicidade"
, Zahar falou aos noivos, todos eles vestidos em ternos pretos idênticos e pertencentes ao vizinho campo de refugiados de Jabalia.


Cada noivo recebeu 500 dólares de presente do Hamas.

As garotas na pré-puberdade (pré-puberdade?????), que estavam vestidas de branco e adornadas com maquiagem excessiva, receberam bouquets de noiva.

"Nós estamos oferecendo este casamento como um presente para o nosso povo que segue firme diante do cerco e da guerra"
, discursou o homem forte do Hamas no local, Ibrahim Salaf.


As fotos do casamento relatam o resto desta história repugnante.

Noivas de 4 a 10 anos e presentes de $500

O Centro Internacional Para Pesquisas Sobre Mulheres estima agora que existam 51 milhões de noivas infantis vivendo no planeta e quase todas em países muçulmanos.

Quase 30% destas pequenas noivas apanham regularmente e são molestadas por seus maridos no Egito; mais de 26% sofrem abuso similar na Jordânia.

Todo ano, três milhões de garotas muçulmanas são submetidas a mutilações genitais, de acordo com a UNICEF. A prática ainda não foi proibida em muitos lugares da América.

Nesta hora até a miséria desaparece de Gaza: carros de luxo para meninas reduzidas a lixo.

A prática da pedofilia teria base e apoio do islã. O livro Sahih Bukhari em seu quinto capítulo traz que Aisha, uma das esposas de Maomé teria seis anos quando se casou com ele e as primeiras relações íntimas ocorreram aos nove. O período de espera não teria sido por conta da pouca idade da menina, mas de uma doença que ela tinha na época. Em compensação, Maomé teria sido generoso com a menina: permitiu que ela levasse todos os seus brinquedos e bonecas para sua tenda...

Mais ainda: talvez o mais conhecido de todos os clérigos muçulmanos deste século, o Aiatóla Komeini, defendeu em discursos horripilantes a prática da pedofilia:

Um homem pode obter prazer sexual de uma criança tão jovem quanto um bebê. Entretanto, ele não pode penetrar; sodomizar a criança não tem problema. Se um homem penetrar e machucar a criança, então ele será responsável pelo seu sustento o resto da vida. A garota entretanto, não fica sendo contada entre suas quatro esposas permanentes. O homem não poderá também se casar com a irmã da garota... É melhor para uma garota casar neste período, quando ela vai começar a menstruar, para que isso ocorra na casa do seu marido e não na casa do seu pai. Todo pai que casar sua filha tão jovem terá assegurado um lugar permanente no céu.

Esta é a história que a mídia não conta, que o mundo se cala e não quer ver, ou que não querem que você saiba.


Mas agora você está ciente, não tem mais jeito! Vai ficar calado? Cobre os veículos de mídia, aja! Se você não fizer nada, ninguém poderá salvar estas vítimas inocentes do inferno do Hamas e similares.

quinta-feira, agosto 06, 2009

Ateu Pat Condell Ataca o Multiculturalismo

Como os crentes ateus não acreditam em nada que saia da boca de um criacionista, deixo aqui as palavras do ateu evolucionista Pat Condell àcerca do fracasso do multiculturalismo.

Para quem não tem acompanhado o processo todo, o que o Pat ataca é a mentalidade prevalecente entre os círculos liberais em não condenar certos actos e certas prácticas islâmicas devido à crença no multiculturalismo. Esta crença afirma que os ocidentais não têm o direito de julgar os valores morais de outras culturas porque todas as culturas são moralmente iguais, ou pelo menos temos que respeitar as diferenças. Isto parece bom na teoria mas na práctica não funciona.

Esta rejeição da existência de uma lei moral a que todos estão sujeitos é uma das muitas consequências da secularização da europa ocidental. Sem a Bíblia para mostrar os valores morais absolutos (e o Fundamento da sua natureza absoluta - Deus), os seculares ficam totalmente à deriva no que toca aos princípios comportamentais. O Pat Condell já se apercebeu do fracasso do multiculturalismo, mas ele ainda não percebeu que o multiculturalismo é uma consequência do ateísmo.

Se Deus não existe, então todos os comportamentos morais, por mais irracionais, violentos ou absurdos que sejam, são igualmente válidos. Isso inclui cobrir mulheres com tendas ambulantes, as chamadas "matanças de honra" (honor killings) ou ainda o bestialismo.

Fica o video do ateu Pat Condell, e a forma como ele ataca o pensamento de certos secularistas liberais.

segunda-feira, abril 13, 2009

Distorções do "History Channel" em relação às Cruzadas

(Isto é o tipo de "informação" que é dado aos nossos jovens um pouco por todo o mundo ocidental. De repente, tudo o que é mau no ocidente é devido ao cristianismo, mas os muçulmanos, curiosamente, não têm culpas nenhumas no cartório. Será de admirar que depois de passar 20 anos a vêr lixo como este, os jovens não saibam o mínimo sobre o cristianismo e sobre a história?)

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I recently taped and am watching a documentary, "The Crusades: Crescent and the Cross," on the History Channel. While it is more or less historically accurate—names, dates, figures—it suffers from two weaknesses, weaknesses that often take center stage whenever Islam is discussed in the West: 1) biases and apologetics on behalf of Islam, coupled with outright distortions concerning Christians and Christianity; and 2) anachronisms, by projecting the motives and worldview of modern man onto the motives and worldview of pre-modern man, both Muslims and Christians.

Take the first 10 minute segment, dealing with Pope Urban II’s call to the Crusades, including the famous Council of Clermont (1095) where Urban made his case. Urban is repeatedly portrayed as a sly politician wholly indifferent to Christianity and faith, simply interested in aggrandizing his power and authority.

Incidentally, we are never told how Islam “spread”—that Jerusalem (not to mention practically the entire Muslim world today) was ruthlessly conquered—even by the enthusiastic narrator who speaks with somber awe whenever touching upon Muslim prowess. Instead, the narrator informs us that the encroachment of the Turks upon Byzantium was “the perfect opportunity [for Urban] to enhance his political power.” And of course, the “historians” interviewed all agree.

The “British-Pakistani” Muslim historian, Tariq Ali, is repeatedly quoted as something of the final authority on the Crusades in this documentary. Sitting there pompously, he nonchalantly informs us that, if the popes were anything, they were “scheming, manipulating, intriguing” persons, always out to exploit.

So what if it is a historical fact, especially after the battle of Manzikert (1071, a little more than two decades before Urban’s call to the crusades), that the Muslim armies were conquering more Christian land and increasingly terrorizing and persecuting Christians? Or that the Fatimid caliph al-Hakim had recently desecrated and destroyed a number of important churches—such as the Church of St. Mark in Egypt and the Church of the Holy Sepulchre in Jerusalem—and decreed several, even more oppressive than usual, decrees against Christians and Jews? It is in this backdrop that Pope Urban called for the Crusades:
From the confines of Jerusalem and the city of Constantinople a horrible tale has gone forth and very frequently has been brought to our ears, namely, that a race from the kingdom of the Persians [i.e., Muslim Turks]…has invaded the lands of those Christians and has depopulated them by the sword, pillage and fire; it has led away a part of the captives into its own country, and a part it has destroyed by cruel tortures; it has either entirely destroyed the churches of God or appropriated them for the rites of its own religion (from the chronicles of Robert the Monk).

Despite the historically accurate nature of Urban’s less than subtle words, the narrator assures us that Urban’s speech was a “cunningly crafted piece of religious spin, spiced with exaggerated tales of Muslim atrocities against Christian pilgrims living in the Holy Land. It demonized the Turks.”



After all, “we”—the educated, modern, transcendent viewers—know better than that. Surely the Muslims and Turks did not behave that way—despite all the textual/eye-witness testimony to the contrary? Surely Pope Urban was simply the Medieval counterpart of the modern “Islamophobe”?

Next, we get a dramatization, supposedly of Urban, who looks more like a homeless, disheveled, madman, rabidly gesticulating and pontificating about the “wicked race of Saracens.” In other words, the modern viewer is supposed to go away with the view that Pope Urban was a closed-mind, intolerant, jingoistic racist—concepts that may make sense in the 21st century, but had no meaning in the 11th.

Again, the narrator, in a puzzled voice, states that thousands of Christians flocked to Urban’s call—but then he quickly explains their motivation: “prestige and honor.” He then goes on to say “But there was another attraction”—and here I thought he was going to mention sincere, though of course, "misplaced," religious conviction. Not at all; it was the “promise of great riches.”

And just to press the point, Tariq Ali, once again smugly assures us: “They wanted the money [of the Islamic world]. It was as simple as that.” Just in case the viewer doesn’t get the allusion that the crusaders were Western, evil, white imperialists out to seize the Muslims’ Medieval equivalent of oil—gold and treasure.

All of this is anachronistic. Insisting that the pope was out to exploit in order to aggrandize himself, or that the people were motivated by prestige, honor, and riches, and never once mentioning that maybe, just maybe now, both the pope and people were motivated by more sincere convictions (e.g., assisting fellow oppressed Christians) is highly problematic.

Medieval man was not modern man. While all men throughout all time have been prone to hypocrisy, greed, violence, etc., Medieval Christians, as opposed to their 21st century (secularized) counterparts, were, by default, much more guided by faith (whether this faith was misplaced or not is hardly the point).

“Secularism” was never an option; Christians firmly believed in heaven and hell, God and the devil. And these were motives. Thus, for a “history” program to discuss the Crusades without once alluding that the pope and the people may have actually believed that they were fighting for something more than “honor, prestige, and riches”—things that are intelligible within a secular, not religious, paradigm, hence the gross anachronism—is very misleading. One would have expected a channel devoted to “history” to be most on guard against projecting modern views and standards on people who lived a millennium ago.

One need not believe in God and religion; but one should still give them their due when discussing the Medieval world—just as one should give them their due when discussing the Medieval mentality of modern day jihadists.

sábado, setembro 06, 2008

Mark Steyn e o Multiculturalismo

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