1. A natureza das características herdadas (foi o criacionista Gregory Mendel - que não achou as teorias de Darwin convincentes - quem estabeleceu os fundamentos da genética moderna);Apesar dos óbvios falhanços científicos de Darwin, o jornalista Chris Mooney afirma que o livro de Darwin é "um dos livros mais brilhantes alguma vez escritos".2. A origem das variações (Darwin pensava que elas apareciam devido ao uso e desuso);
3. O poder da selecção natural (que nunca foi mostrado como sendo capaz de produzir nada mais que as pequenas variações dentro do mesmo tipo);
4. A origem das espécies (que continua a ser um problema para os ateus);
5. Embriões dos vertebrados (que Darwin falsamente acreditava que mostravam o nosso progenitor "na fase adulta");
6. E a distribuição geográfica das espécies (muitas das quais, como documentou o biólogo francês Léon Croizat, não estão de acordo com a teoria de Darwin).
Em relação às festividades do Ano de Darwin, Mooney questiona:
Porque é que será que isto acontece? Existirá algum outro cientista que nós celebremos assim tanto? E será apenas devido a mais famosa teoria de Darwin ou será algo mais?Mooney responde às suas próprias perguntas:
Eu acho que Darwin significa muito (mas muito!) mais do que a ciência por si só pode transmitir. Ele epitomiza algo mais e eu quero arriscar que é o seguinte: uma visão secular.....Darwin não é apenas alguém era brilhante; ele é uma forma de vida.Importantes admissões por parte deste evolucionista.
Apanharam bem o que ele disse? Para os ateus, Darwin não é só alguém que transmite informação científica, mas um estilo de vida. Vida secular. Secularismo mascarado de ciência.
Existem cientistas mais importantes que Darwin.
Cada um deles contribuiu mais para a ciência e tecnologia que Charles Darwin.
De facto, a Física, a Química e a Biologia contemporânea poderia nem existir se não fossem eles.
Se vamos celebrar o livro mais importante para a história da ciência, o livro "Principia" do criacionista Isaac Newton seria um candidato melhor colocado que "A Origem das Espécies" de Charles Darwin. Mas como Mooney afirmou, a importância de Darwin é a de suportar a "visão secular" (ateísmo).
Conclusão:
O ano de Darwin não era tanto uma celebração em torno de alguém cujas palavras foram cientificamente importantes, mas sim a celebração de alguém que ofereceu aos ateus uma plataforma pseudo-científica para avançar com o ateísmo. Isto explica o porque do Dia Internacional de Darwin ter sido projectado pela Associação Humanista Americana. Esta organização dedica-se a promover uma filosofia "não teísta". Isto também explica o porquê dos ateus quererem estabelecer o "Dia de Darwin" como a alternativa secular ao Natal.
O debate entre a criação e a evolução não é um debate entre religiosos e cientistas, mas sim entre dois grupos religiosos. O que muda é só a religião, mas o fervor é o mesmo.



