Mostrar mensagens com a etiqueta Indoutrinação. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Indoutrinação. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, outubro 17, 2011

Líder religioso sugere a indoutrinação de crianças

Elas não sabem ler nem escrever e como tal, é a altura ideal para lhes ensinar mitos pseudo-científicos.
Crianças com idades que podem chegar aos cinco deveriam ter lições em torno dos princípios da teoria da evolução, defende um [militante] ateu proeminente.

O Professor Richard Dawkins alega que a teoria da evolução de Charles Darwin é tão importante que todas as escolas primárias em Inglaterra deveria tê-la nos seus currículos, disse ele ao The Times. O biólogo evolucionário acredita que os mais jovens são capazes de assimilar os princípios básicos da teoria que sustenta o estudo da biologia.

Não se esqueçam destas palavras da próxima vez que um evolucionista se posicionar como um "pensador crítico".

Isto remove os últimos vestígios de dúvida em relação a Dawkins não mais fingir ser um cientista, mas sim um pedo-propagandista do ateísmo e materialismo científico.

É também curioso observá-lo a insistir que crianças que mal sabem ler ou escrever conseguem assimilar os princípios básicos da teoria ao mesmo tempo que outros evolucionistas defendem que cientistas do gabarito de Micheal Behe não sabem nada de "ciência" [isto é, evolução].

Ou seja, os rudimentos da teoria da evolução são tão fáceis de entender que até crianças de 5 anos assimilam-nas, mas ao mesmo tempo o facto de adultos com qualificações superiores em biologia e bio-química não a aceitarem, não se deve ao facto de terem feito uma avaliação das evidências e acharem a teoria em falta, mas sim porque eles não entenderam nada sobre a teoria de Darwin.

Mesmo que a teoria da evolução fosse 100% verdade, a teoria seria 100% irrelevante para a ciência. Mesmo que as transições entre a ameba e o homo sapiens sapiens pudessem ser listadas com precisão, isto teria literalmente um impacto próximo de zero entre 99,99% da população mundial - com a excepção dum número ínfimo de profissionais que trabalham em disciplinas evolutivas.

Não há área alguma da ciência que seja operacionalmente impossível de levar a cabo sem uma fé firme de que peixes evoluíram para pescadores, lobos para baleias ou dinossauros para colibris.

Vai ser engraçado vêr o que 12 anos de indoutrinação em favor estudos femininos, homossexualismo, aborcionismo e evolucionismo (em detrimento de habilidades de leitura, escrita, e matemática) irão produzir nas crianças.

Este evento demonstra também que a teoria da evolução é uma teoria religiosa mascarada de ciência. O que Dawkins quer não é que as crianças fiquem melhor preparadas para entender a biologia mas sim menos predispostas a aceitar teorias que contradigam o naturalismo/ateísmo/evolucionismo.

Lembrem-se também que é este homem que quer usar as escolas públicas (pagas por todos) para ensinar a sua versão pessoal àcerca das nossas origens, mas ao mesmo tempo se insurge quando os Cristãos - na privacidade dos seus lares - ensinam os seus próprios filhos segundo o seu superior Código Moral.

Quero o controle total dos teus filhos

terça-feira, novembro 30, 2010

Dois textos sobre as cruzadas

Dois sites que me foram generosamente enviados.
Em baixo fica o texto do primeiro link.

Falar das Cruzadas sem mencionar o milenar expansionismo islâmico é um erro que nenhuma pessoa minimamente honesta intelectualmente pode cometer.

No email que me endereçou, a jovem estudante mostrava-se indignada com a Igreja por causa das Cruzadas. Fiquei pensando se respondia ou não. Afinal, de que adianta gastar meu latim com esse tipo de bobagem? Que poder teriam algumas palavras minhas contra a ação de um professor mal intencionado, o ano inteiro, dentro da sala de aula?

Decidi por uma estratégia mais longa e retornei uma pergunta bem curta: "Teu professor, ao falar sobre as Cruzadas, mencionou alguma vez a palavra Jihad ou o expansionismo islâmico?" Ela me respondeu que nunca ouvira falar disso e se mostrou surpresa por eu saber que ela fora introduzida ao tema das Cruzadas por um professor. A menina deve ter me considerado um gênio...

Tem-se aí excelente exemplo de algo que já foi objeto de outros textos meus: a malícia de tantos professores que se valem da cadeira de História para seus fins ideológicos, usando o ataque insidioso à religião como meio para agir. Afastam os jovens da Igreja e da palavra de Deus e os introduzem, com gravíssimo prejuízo, nos ritos e devoções do materialismo, do marxismo e do relativismo. Daí para o hedonismo é um passo de dedo.

Desmancham com os pés da mentira e da mistificação o que os pais tenham ensinado em casa. Espinafram a Igreja por causa das Cruzadas do século 12, mas jamais mencionam os cem milhões de mortos pelo comunismo no século passado. Decorrerão algumas décadas até que esses jovens, já maduros, percebam, na experiência da vida, o engodo a que foram conduzidos pelos falsos mestres. Quem não tem relatos semelhantes?

A primeira Cruzada iniciou no ano de 1096 e a nona terminou em 1272. A palavra refere, portanto, uma série de episódios que se encerraram há 738 anos, envolvendo a retomada de Jerusalém. Veja agora, leitor, se é possível falar honestamente sobre as Cruzadas sem mencionar a Jihad. Jerusalém, no início do século XII, integrava o Império Romano do Oriente, sob o domínio de Bizâncio. Era uma cidade cristã, portanto, até ser conquistada pelos sassânidas (persas) e, em seguida, pelos seguidores de Maomé.

Este personagem, que surgira na cena histórica alguns anos antes, havia estabelecido as bases religiosas do Islã e dera início à Jihad e à Guerra Santa. Em apenas oito anos, formara um Estado árabe sob seu comando. Em 622, conquistara Iatrib (Medina), passando na espada os judeus da cidade. Em 630 retomara Meca, de onde fora expulso por suas ideias monoteístas. E morrera em 632. Seis anos mais tarde, seu sucessor Omar entrava em Jerusalém. Um século mais tarde, o Islã já estendia seus domínios sobre a Pérsia, a Palestina, boa parte do Império Bizantino, o norte da África, a Península Ibérica e atacava a Europa por vários flancos. É possível mencionar as Cruzadas, com seus episódios grotescos, e nada contar sobre isso?

Mas as coisas não pararam aí. Quando o Papa Urbano II, no concílio de Clermont-Ferrand (1095) convocou a Primeira Cruzada, Jerusalém havia sido tomada pelos otomanos, que instalaram um regime de intolerância à presença dos cristãos, até então respeitada nos termos ajustados com Bizâncio durante a conquista da cidade em 636. Clermont-Ferrand fica próxima ao centro geográfico da França. Pois enquanto ali se realizava o concílio, ainda fumegavam, no centro da atual Espanha, os destroços deixados pela guerra que retomara a região de Toledo para os cristãos e para o reino de Castela. Os muçulmanos estavam ali havia três séculos e levariam outros 400 anos para abandonar toda a península.

Mas disso, nas aulas de história, fala-se pouco, muito pouco, quase nada. E quando se menciona a Tomada de Constantinopla, em 1453, o assunto é tratado como fato isolado, perfeitamente normal, e não como um ato de suprema violência e ganância imperial, geradora de um massacre que durou três dias e três noites, que coroou investidas iniciadas 800 anos antes e que encerrou mil anos de esplendor cristão naquela que foi a mais impressionante cidade de seu tempo! E nada, absolutamente nada se diz sobre o fato de que esse expansionismo, ainda insatisfeito, prosseguiu na direção oeste, sob o mesmo impulso, até a derrota final dos otomanos, diante dos muros de Viena, na batalha de 1683. Mas insistentes, violentas, conquistadoras e descabidas foram as Cruzadas...

Agora me responda o leitor: a derrota do grão-vizir Kara Mustafa Pasha em Viena decretou o fim das guerras santas? Encerravam-se, ali, as campanhas militares empreendidas pelos muitos impérios, dinastias, governos e províncias muçulmanas, ao longo desses mil anos iniciados com a Hégira e a tomada de Iatrib? Não, claro que não! O que são Al Qaeda, Hamas, Hizbolah, Fraternidade Islâmica e o amigo de Lula, Ahmadinejad, se não jihadistas que afirmam seguir as determinações de sua fé? Não eram jihadistas os tresloucados que se arremessaram contra as Torres Gêmeas?

E se alguém, leitor, lhe opuser que Jihad, no sentido religioso, é coisa diversa, que designa uma conquista pessoal interior, de natureza espiritual, saiba que isso é sublime e verdadeiro. Como também é verdadeiro, sem ser sublime, que Maomé II estava tão a serviço de sua Jihad em versão violenta quanto quem, hoje, veste um colete de bombas ou faz explodir uma estação de metrô em Londres. A imensa maioria dos muçulmanos são amantes da paz e vivem sua religiosidade de um modo sereno e harmonioso com as demais crenças e religiões em seu entorno. No entanto, é a pequena minoria violenta que mais uma vez, neste momento, se expressa de modo assustador nas páginas da história.

Escrevo todas estas linhas, bem além do habitual nestes textos semanais, para destapar a imensa fraude praticada por tantos professores de história. Para desmerecer o Cristianismo e a Igreja, eles se fixam nos episódios das Cruzadas, como algo sem causa e com as terríveis consequências que apontam. Algumas aulas mais tarde, porém, tratam da Tomada de Constantinopla como fato isolado, sem origem que mereça menção e tendo como consequência as Grandes Navegações. Convenhamos!


Nota do autor: esta é a mensagem que estou enviando à jovem estudante mencionada nas primeiras linhas deste texto.

quarta-feira, setembro 22, 2010

James Chin e a "epidemia" da SIDA: “Pura propaganda para defender interesses ideológicos”

Parece que o lobby homossexual foi um dos agentes que lucrou com a não-existente epidemia da SIDA.

Nem todos têm AIDS

Michael Fumento

Manifestações em favor de campanhas de prevenção se destacaram durante a abertura da XVI Conferência Internacional da AIDS em Toronto, Canadá, na semana passada. Oh, que tristeza! É tarde demais. No mesmo dia, o jornal Washington Post colocou uma foto na sua primeira página mostrando um homem com uma camiseta onde se lia: “Nós todos temos AIDS”. Pode jogar fora as camisinhas, esqueça a abstinência e não se incomode de fazer um teste. Ou qual é a parte do “todos” que você não entende?

É sério. Esse tipo de propaganda é só um exemplo de como ideologias políticas sempre aleijam as campanhas contra a AIDS. Ninguém realmente crê que nós todos temos AIDS. Mas muita gente está engolindo a idéia paranóica de que “Todo o mundo está em risco”. Não há dúvida que tal idéia atrapalha todo esforço de mirarmos a atenção naqueles que de fato estão em risco. A ciência inteira da epidemiologia (que começou quando o médico londrino John Snow mapeou os casos de cólera em sua cidade e descobriu que estavam todos agrupados ao redor de uma única bomba d’água) depende de se identificar os fatores de risco para se obter uma melhoria. No caso de Snow, bastou-lhe remover o cabo da bomba d’água e a epidemia cessou.

Ele teve a sorte de não ter de lidar com ativistas carregando cartazes dizendo: “A água não causa a cólera. O que causa a cólera é o preconceito e a ignorância!”

Desde 1985, quando a revista Life retumbou em imensas letras vermelhas, “Agora Ninguém Está a Salvo da AIDS”, os ativistas vêm lutando furiosamente contra a idéia de que a AIDS atinge como alvo aqueles que se envolvem em determinadas condutas. No entanto, nas duas décadas posteriores a AIDS permanece nos EUA uma doença predominante em homens homossexuais e usuários de drogas intravenosas. Menos de 39.000 americanos foram diagnosticados com AIDS em 2004 (dados mais recentes de que se dispõe), e menos de 16.000 morreram de AIDS. Isso significa 1 de cada 770 e 1 de cada 1.875 respectivamente. O fato é: quase todo mundo está a salvo da AIDS.

Mas é claro que a atenção principal dessa conferência é a questão internacional da AIDS, que todos sabemos está varrendo continentes inteiros do mapa. Uma alta autoridade de Uganda disse que dentro de dois anos sua nação “será um deserto”. O programa Nightline da ABC News declarou que dentro de 12 anos “50 milhões de africanos poderão morrer de AIDS”.

O problema é que essas predições foram feitas em 1986 e 1988. Contudo, desde 1985, a população de Uganda duplicou. Os 50 milhões de mortos para o ano 2000 do programa Nightline demonstraram ser 20 milhões em 2005, de acordo com as estimativas da ONU. Além disso, “na África abaixo do Saara, a região mais atingida pela epidemia da AIDS, os dados também indicam que o índice de incidência do HIV já chegou ao ponto máximo na maioria dos países”, de acordo com o Relatório da UNAIDS 2006.

Essas estatísticas são da própria agência da ONU que vem exagerando de modo flagrante a ameaça mundial da AIDS. Por exemplo, em 1998 essa agência estimou que 12% dos ruandeses de 15-49 anos de idade estavam infectados; hoje diz que é só 3%. Que diferença, hein? Por outro lado, outras agências haviam estimado uma estatística ainda mais horrível: que 30% dos ruandeses estavam infectados. De acordo com James Chin, uma ex-autoridade da ONU que realizou algumas das primeiras estimativas globais do HIV, tais estatísticas inventadas são “pura propaganda para defender interesses ideológicos”.

Entretanto, o ex-presidente americano Bill Clinton declarou aos participantes da conferência: “É difícil imaginar como o mundo poderá crescer, a menos que lidemos com a AIDS”. A verdade é que o crescimento da população mundial é mais acelerado nas regiões mais duramente atingidas pela AIDS.

Quanto à alegação bizarra de que ainda nos resta lidar coma AIDS, a UNAIDS relata que 1.3 milhão de pessoas nos países de renda baixa e média receberam terapia antiretroviral em 2004, cinco vezes mais do que o número de 2001. O sangue doado passa hoje por testes até mesmo nos países mais pobres. O nível de testes e educação nas nações mais pobres aumentou muito.

Enquanto isso, os gastos mundiais com a AIDS foram em média 1.7 bilhão de dólares entre 2002-2004, mas chegaram a 8.3 bilhão de dólares em 2005 e o orçamento para 2007 é 10 bilhões. O tamanho imenso dessa verba, e o desejo de tirar uma fatia, é tudo o que você precisa saber para entender como a conferência de Toronto conseguiu atrair de modo impressionante 24.000 participantes que são com todo acerto rotulados de “a indústria da AIDS”. Apesar disso, a UNAIDS insiste, esses 10 bilhões não serão o suficiente.

Ninguém está se importando com o fato de que até mesmo o atual orçamento para lidar com a AIDS está tirando dos recursos que deveriam ser investidos para combater a malária e a tuberculose. Anualmente, essas duas doenças matam juntas duas vezes mais pessoas do que a AIDS. A terapia antiretroviral para tratar a AIDS não cura ninguém e embora custe relativamente pouco no Terceiro Mundo — 300 a 1.200 dólares por ano — em comparação com a América do Norte, pode-se curar a tuberculose com 65 dólares de medicamentos. Dá para impedir a malária na África e Ásia por uma ninharia utilizando-se o DDT, mas os ambientalistas radicais e a União Européia bloquearam sua utilização naquelas regiões que mais precisam.

Pobres vítimas da malaria e da tuberculose. São obrigadas a morrer, porque não têm uma doença politicamente correta.

Michael Fumento é autor de The Myth of Heterosexual AIDS (O Mito da AIDS Heterossexual) e especialista em saúde e ciência no Instituto Hudson em Washington, D.C., EUA.

Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com; www.juliosevero.com.br

Fonte: http://www.spectator.org/dsp_article.asp?art_id=10252
.

segunda-feira, setembro 13, 2010

Educação Sexual: Grupo aborcionista português encontra resistência à sua indoutrinação

A resistência que os pais responsáveis tem feito ao "kit" que faz parte da "educação sexual" promovida pelos esquerdistas está a deixar algumas pessoas nervosas. Supostamente os pais agora já nem tem o direito de educar os seus próprios filhos segundo os seus valores morais; temos que colocar as crianças nas mãos de associações que lucram com o aborto.

Os kits construídos pela associação aborcionista Associação de Planeamento Familiar (AFP) está a gerar polémica uma vez que muitos pais não aprovam que tal conteúdo seja exposto aos seus filhos. Segundo uma fonte, "o Ministério da Educação esclareceu que os materiais eram apenas de apoio aos professores e técnicos de saúde e não para utilização de alunos." Mesmo assim, os pais disseram "Não, obrigado".

Pois bem, isto não agrada a alguns. Uma dessas pessoas que não está nada contente que os pais tenham prioridade no que toca à educação sexual dos seus próprios filhos e a Ana Matos Pires. Ela escreve que:

Apesar disso não deixa de ser grave e profundamente estúpido o modo como a educação para a saúde sexual continua a ser tratada e as dúvidas avolumam-se no meu espírito à medida que vou lendo artigos como este e este.
Avaliando a forma como a Ana fala, não parecem haver muitas "dúvidas" no seu espírito: aqueles que resistem à sua versão de "educação sexual" são uns "proibicionistas" (seja lá o que isso for).

Para além disso, o termo "saúde sexual" é muito vago. Quem é que define o que é "saúde sexual"? Serão as empresas que lucram com a promiscuidade sexual como a AFP? A Ana também não diz.

Para que diabo serve (também) a escola se não para ajudar na formação do carácter?
A Ana não diz qual é o "carácter" que ele tem em mente com este tipo de "educação sexual". Além disso formação de carácter não envolve nada do que a AFP tenta forçar nas escolas, uma vez que para a AFP "formação de carácter" envolve seguir comportamentos que nós sabemos serem auto-destrutivos (promiscuidade, homossexualidade, etc). Mas para a Ana nada disso importa. Quem resiste é um "proibicionista".
Que legalidade tem esta posição proibicionistas de alguns encarregados de educação que, para além do mais, viola os interesses dos jovens à informação?
Reparem no que ela está a tentar lançar no debate: "Será LEGAL um pai proibir o seu filho de receber educação sexual duma organização que lucra com a promiscuidade?" Ou seja, para a Ana, um pai que proíba a sua filha de assistir a aulas onde se indoutrinam os jovens com a tese de que a homossexualidade é normal pode estar a cometer um acto ILEGAL.

Vejam só como as coisas avançam, e vejam só até onde os esquerdistas podem chegar para tomar controle de filhos alheios.

Segundo, como é que ela sabe quais são os interesses dos jovens no que toca à informação sexual? Sabe ela melhor do que os próprios pais da criança?

Em que consistirá uma justificação fundamentada da falta à actividade lectiva?
A justificação fundamentada dos pais no que toca à ESTA versão de "educação sexual" é simples: não querem que as escolas indoutrinem os seus próprios filhos com teorias e ideologias sexuais com as quais eles não estão de acordo. Não é difícil de entender, Ana.

Segundo, quando ela diz "falta a actividade lectiva" o que ela deve querer dizer "falta às aulas de indoutrinação sexual". Ela aparentemente quer passar a imagem de pais que proíbem os filhos de adquirir genuíno conhecimento, mas não é isso que se passa. O que se passa é que os pais não concordam com a versão de educação sexual que os aborcionistas querem impor às crianças.

Cabecinhas sujas, estas, caramba.
Sim, quando alguém se opõem à indoutrinação sexual que parte de organizações que lucram com a promiscuidade, elas são "cabecinhas sujas". Mas organizações que escondem as suas más motivações por trás de frases vazias de significado como "educação sexual", então essas sim, já são cabecinhas limpinhas.

Senhora Ana, a César o que é de César. Como diz um site, "Uma coisa é explicar o aparelho reprodutor. Outra é falar da sexualidade, de afectos, e de modelos de família em que se incluem pessoas do mesmo sexo. Esta formação de valores compete aos pais, não à escola".

Deixe o trabalho de ensinar às crianças qual é o modelo de família funcional aos pais. Deixe de tentar usar o sistema de ensino par avançar com ideologias e comportamentos auto-destrutivos. Em suma, deixa de chamar de "sujos", "estúpidos" e "burros" os próprios pais das crianças apenas e só porque elas não concordam com a SUA versão de "educação sexual".



Vejam também este post do Orlando Braga.

sexta-feira, setembro 10, 2010

Educação Sexual Ateísta: Preservativos para Crianças de 12 Anos

Porque coisas como Matemática e Físico-Química podem ser demasiado para crianças de 12 anos, o socialista Lula da Silva (tal como o socialista Sócrates) resolve promover comportamentos socialmente destrutivos.

Escolas públicas de Florianópolis, João Pessoa e Brasília serão as primeiras

O que você acha de o governo distribuir camisinhas para crianças de 10 anos nas escolas?
Pois é. Esse é o projeto que o Ministério da Saúde está desenvolvendo nas escolas públicas. A máquina corruptora, desenvolvida pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Santa Catarina (IF-SC), foi entregue nesta terça-feira (10 de julho), em Brasília. Uma equipe de “pesquisadores” apresentou o protótipo. O programa do Ministério da Saúde também irá aproveitar um projeto de João Pessoa, na Paraíba.
A instalação do equipamento nas escolas tem despertado muitas opiniões favoráveis do governo, de ONGs sustentadas pelo Estado e da mídia igualmente comprada. A opinião dos pais e mães, cuja maioria se opõe aos esforços do governo de erotizar ainda mais crianças e adolescentes, é literalmente jogada para debaixo do tapete pelo governo e seus aliados gananciosos.
De início, escolas de Florianópolis, João Pessoa e Brasília receberão a máquina, mas a intenção do governo é expandir para todas as escolas do Brasil. Alunos a partir de dez anos terão uma matrícula e receberão da escola uma senha para terem acesso gratuito às camisinhas, pois uma das prioridades do governo é o pleno prazer sexual de crianças e adolescentes.
Com informações da mídia secular.
Vídeo educacional contra a pedofilia homossexual: http://www.youtube.com/watch?v=CwOW76c0Dsg
O abuso estatal contra a ordem familiar

quinta-feira, setembro 09, 2010

Costa Rica Mostra Como Normalizar a Homossexualidade: Ignorando a Vontade da Maioria

A elite esquerdista diz que "defende os desejos do povo" mas esse "povo" não deve ser bem o que nós todos temos em mente.

O Tribunal Constitucional da Costa Rica decidiu que os cidadãos não podem votar na questão das uniões civis homossexuais porque - preparem-se para esta - "as pessoas que tem relações com pessoas do mesmo sexo são um grupo em desvantagem e eles são objecto de descriminação".

Ouviram esta, ó camponeses? A nobreza acha que aquilo que vocês pensam sobre a homossexualidade é "descriminação", e portanto a nobreza vai vos tirar um dos direitos mais básicos de uma democracia: o poder de votar.

Nem pensem nas ramificações de tal gesto para o futuro. Afinal, pode ser que amanhã a nobreza decida que nós, as massas ignorantes, não somos suficientemente capazes de educar os nossos próprios filhos,e que portanto eles tem que ser retirados da nossa posse e entregues a entidades estatais.

A decisão do Tribunal cancela um referendo agendado para Dezembro próximo, referendo esse que tinha a seu favor cerca de 150,000 assinaturas. Num país com menos de 5 milhões de habitantes, 150,000 pessoas a querem que uma matéria que afecta toda a sociedade seja sujeita a escrutínio público é significativa, mas a nobreza acha que não.

Quem são os camponeses para se insurgirem contra aquilo que a elite sabe ser bom para todos ("uniões civis" homossexuais)?


Isto é o que acontece quando os "malignos" tomam conta do sistema legal. O lobby homossexual tem amigos poderosos colocados em lugares chave, e esses amigalhaços estão bem cientes do que a maioria pensa acerca da perversão homossexual. Como tal, essa elite ignora a vontade da maioria.

Aconteceu o mesmo na Califórnia onde um juiz homossexual anulou a Prop 8 (que visava manter a definição de casamento tal como ela sempre foi - um homem e uma mulher). Este juiz homossexual ignorou a vontade da maioria da população do Estado, que votou a favor da Prop 8, e forçou a sua agenda homossexual sobre os milhões de habitantes da Califórnia.

Votar ou não votar é irrelevante quando quem faz e executa as leis não vai obedecer à vontade da maioria.

Liberdade? Sim, mas não muito.

segunda-feira, agosto 23, 2010

Campo de "Reeducação" Esquerdista

Que pena que eu não tinha esta imagem quando fiz este post.


Fonte: Perspectivas

domingo, agosto 22, 2010

"O Laço Invisível" - Irmão Alexei

Um dos muitos livros que falam da perseguição anti-cristã movida pelos ateus da União Soviética. Não é coisa que os centros de "ensino"/indoutrinação falem com frequência.


segunda-feira, agosto 16, 2010

Professor ateu para aluno cristão: "Pergunta a Deus qual foi a tua nota!"





Jonathan Lopez is a Christian. He is also a student at Los Angeles City College (LACC) in Los Angeles, California. During the fall 2008 semester, Lopez took an Introduction to Public Speaking (Speech 101) class. It was taught by one John Matteson.

In Speech 101 there are several different speaking assignments, including a delivery speech, a culture speech, an informative speech, and a persuasive speech. For the informative speech, Professor Matteson allowed students to cover any topic and to speak between six and eight minutes with or without visual aids.


In November, Jonathan Lopez attempted to give his informative speech on God and the ways he has seen God act miraculously in his life and in the lives of others. In the middle of that speech, Lopez spoke of God and morality and read the dictionary definition of marriage. He also read two verses from the Bible.


But before Lopez was finished with his speech, Professor Matteson interrupted him. After calling Lopez a “fascist bastard” in front of other students, Matteson invited students to leave the class if they had been offended. When no one left, the professor dismissed the entire class.


As Jonathan Lopez prepared to leave class that day he found an evaluation form left in his backpack by Professor Matteson. There was no grade for the informative speech. Instead there was this instruction: “Ask God what your grade is.” It was followed by a statement saying that “prostyelsyszing [sic] is inappropriate in a public school.”


Professor Matteson’s evaluation did not mention that it is “inappropriate” to censor the speech of those belonging to a protected class. Nor did it mention that it is “inappropriate” to do these things while acting under the color of state law.


This was not the first time Professor Matteson’s animus towards Christians had been on display. Several weeks before the aforementioned incident, he told students the following: “If you voted yes on Proposition 8, you are a fascist bastard.”


Naturally, the combined effect of Professor Matteson’s remarks about Proposition 8 and his remarks about Lopez’ informative speech have created a chilling effect on First Amendment expression. It is likely that students other than Lopez are refraining from expressing political, religious, and social beliefs not in line with Professor Matteson’s.


This chilling effect led Jonathan Lopez to meet, in late November, with Allison Jones, Dean of Academic Affairs at LACC. But the problems continued.


On December 1, Lopez and another student arrived late to Speech 101. To prevent interrupting speakers, Professor Matteson required students to wait outside until they heard applause signifying the end of a speech. Mr. Lopez entered late because he did not hear anyone speaking. Because someone was, in fact, speaking, Lopez apologized to the class.


Professor Matteson ignored this apology and decided to confront Lopez in front of his peers with the following: “Not very Christian of you.” The snide remark caused Lopez heightened concern over his eventual outcome in the class. Consequently, Mr. Lopez decided to give Dean Jones a written note describing the December 1 incident.


Unfortunately, Professor Matteson saw Lopez give the note to Dean Jones. The Professor then confronted Lopez. During the confrontation, the Professor said he would make sure that Lopez was expelled from school.


Mr. Lopez then decided to seek legal counsel and to request action to correct Professor Matteson’s conduct. Both Dean Jones and LACC President Jamillah Moore were sent letters through Mr. Lopez’ attorneys. They refused to take any action.


Instead of acting, Dean Jones wrote that she received two complaints from students in Speech 101. One student allegedly said “I do not believe that our classroom is the proper platform for him to spout his hateful propaganda.” Another student allegedly said “I don’t know what kind of actions can be taken in this situation, but I expect that this student should have to pay some price for preaching hate in the classroom.”


Following the inaction of Dean Jones, Mr. Lopez sent, via counsel, a second letter demanding action in his case. Dean Jones responded by saying that the situation had been appropriately addressed. She then brazenly stated that any service of process or tort claims could be served on the District’s General Counsel. As of this writing, Mr. Lopez still has not received a grade for his informative speech about God and miracles. Only God knows what his grade is.






Para os ateus mais radicais, o que este "professor" fez é perfeitamente aceitável. Usar a posição de professor para indoutrinar alunos contra Deus é, aos olhos de pessoas como Dawkins e companhia, algo de se louvar uma vez que, como todos sabemos, crer em Deus é pedir para ser-se atacado.

Os ateus às vezes dizem que quanto mais se estuda, maiores são as possibilidades de se ser ateu. Olhando para o que acontece com quem professa fé em Deus nos círculos académicos, não é difícil de encontrar uma razão para a desproporcional presença de ateus entre a classe académica. Quem não alinhar com o ateísmo não tem muitas hipóteses de seguir em frente.


Aquilo que os ateus tentam usar como evidência para o ateísmo (a desproporcional presença de ateus na classe académica) é, na verdade, um dado que mostra a intolerância ateísta para com o Cristianismo.


Não esperem que os ateus censurem o que John Matteson fez.

sábado, agosto 07, 2010

O verdadeiro motivo para o empobrecimento sistemático da nação

Pessoas economicamente independentes são difíceis de se controlar. Pessoas mais pobres vivem à espera das ofertas do Estado, e desde logo, mais fáceis de controlar.

http://corta-fitas.blogs.sapo.pt/3765551.html

"Vinde para o Estado, criancinhas..."

É consabido que o socialismo acredita piamente no Estado, desconfia da iniciativa privada e, sobretudo da liberdade de escolha dos cidadãos: na economia, na educação, na saúde e, se pudessem, também no mundo do trabalho.

Desde 1995, ou seja, nos últimos 15 anos, o Partido Socialista 'governou' Portugal 12 anos, ou seja, 4/5 do tempo. A responsabilidade pela situação em que nos encontramos, designadamente por falta das reformas estruturais que há muito deveriam ter sido feitas, é pois do PS.

Se o desemprego se abeira dos 11%, com bem mais de 600 mil desempregados, a verdade é que as famílias da classe média que ainda conseguem ter trabalho vivem cada vez mais esmagadas pelo crescente peso dos impostos, cuja subida continuada apenas tem servido para esconder a incompetência das políticas socialistas e para, desse modo, prolongar o regabofe do despesismo público, de que as mega obras públicas são um eloquente exemplo.

Vem isto a propósito desta notícia, cuja leitura recomendo, e que nos dá conta de cada vez mais famílias são obrigadas a tirar os seus filhos das escolas que livremente escolheram, certamente por acreditarem que eram aquelas que melhor educação lhes davam, para os colocar no ensino público, seguramente por este ser o mais compatível com a sua presente situação económica.

Quer dizer: a escolha do ensino público não resulta de uma aposta na excelência e na qualidade do ensino; pelo contrário, decorre apenas das crescentes dificuldades económicas com que muitos pais se defrontam: é mau mas não se pode ter melhor...

Paradoxalmente, a lamentável situação económica do País e a falência das políticas públicas de crescimento económico, funcionam a favor do Estado socialista, sempre pronto a arvorar-se em grande educador do povo e desejoso de deitar a mão aos filhos da Nação.

É que, quanto mais grave for a crise e maior a inépcia do Governo, mais crianças e jovens abandonarão o ensino privado para engrossar as escolas públicas, onde não há faltas, dificilmente são impostas reprovações (retenções é como se lhes chama...) e a desmotivação dos professores só pode ser ignorada por marcianos.

Despreza-se a História, negligencia-se o Português e facilita-se a Matemática, que o que está a dar é encher o olho com os Magalhães, enfiar os Morangos com Açúcar nos curriculos escolares e a educação sexual na cabeça das crianças, que o resto são tretas ultrapassadas...

E assim vamos, tristemente, entregando os nossos filhos à escola pública, reduzindo-os à condição de cobaias das loucas experiências pedagógicas do Ministério da Deseducação.

Os Louçãs, os Jerónimos e os Sócrates têm pois razões para sorrir com as dificuldades económicas daquelas famílias que não têm remédio senão confiar os seus filhos aos cuidados do ensino socialista: é que este tudo fará - se o seu endémico laxismo o permitir - para os tornar bons progressistas igualitários. Já que ignorantes serão concerteza.

sexta-feira, agosto 06, 2010

Professor Ateu Confessa Usar Aulas Para Indoutrinar Estudantes

É sempre bom quando um ateu confessa que usa o dinheiro público e instituições públicas para indoutrinar os estudantes. Por incrível que pareça, os ateus dos dois lados do Atlântico não parecem estar muito preocupados com isto. "I wonder why".

Agora, vamos às 7 confissões feitas por ele:

Confissão 1

E eu, em minha atividade docente, envido todos os esforços para conscientizar a juventude sobre a improcedência da crença em Deus e em espíritos, bem como na total inutilidade das religiões estabelecidas. Posso até admitir que alguém creia em Deus no foro íntimo, mas instituir uma organização que disputa com outras similares a primazia de ser a detentora da verdade a respeito, além de promover uma sangria da economia pública para sustentar uma classe improdutiva e inútil, que são os sacerdotes e afins, isto eu considero um abuso. Para tal é preciso que todos os ateus se manifestem como tal às abertas e façam um trabalho de esclarecimento público pela internet, escrevendo artigos em jornais, dando palestras, pugnando pela genuína laicidade do estado, participando de debates em aulas de religião nas escolas e tudo isso. Até mesmo se candidatando a cargos eletivos declarando-se abertamente ateus. Pode ser que a extinção total das religões leve bem mais que mil anos (uns cinco mil, eu penso). Mas muitas religiões do passado foram extintas. Acho mais difícil extinguir o judaísmo, o islamismo e o hinduísmo que o cristianismo, pois este é mais difundido no ocidente, onde o progresso tecnológico e a visão científico-racionalista tem mais chance de esclarecer as mentes, por a sua maior difusão.

Confissão 2

Talvez vocês se perguntem porque insisto em tentar convencê-los da inexistência de Deus, como aliás o faço com todo mundo. Considero esta a missão a que me propuz, ao lado de espalhar o máximo de conhecimento científico, filosófico, histórico e, mesmo, religioso, sob uma ótica abrangente e antropológica, isto é, sobre a gênese, doutrina e estrutura de todas as religiões. Sou ateu porque é mais honesto, mais verdadeiro, mais coerente, mais responsável, mais racional, mais evidente, mais justo, mais simples, mais honrado, mais lúcido, mais inteligente, mais consciente, mais caridoso, mais comprometido com o prevalecimento do bem e a erradicação do mal, sem outorgar isto a nenhum hipotético preposto. De fato, considero que as pessoas que acreditam em Deus cometem um grande equívoco e desviam seu tempo, sua energia e seus recursos para algo inócuo, enquanto poderiam dispendê-los no trabalho de tornar o mundo melhor, mais justo, equitativo, honesto, fraterno, pacífico e feliz para todos Outra concepção que abraço e procuro divulgar é o anarquismo.

Confissão 3

A militância ateísta de Richard Dawkins, Daniel Dennett, Sam Harris, Michel Onfray e outros não me parece, da modo algum, agressiva e mesquinha. Pelo que já li desses autores (todos os livros do Dawkins, “Quebrando o Encanto” do Dennett, “Tratado de Ateololgia”, do Onfray e “Carta a uma nação Cristã” do Harris) eles são muito mais educados e têm muito mais consideração pelos crentes do que reciprocamente os crentes em relação aos ateus. Outros autores ateístas que já lí, como Bertrand Russell e Andrè Conte-Sponville, por exemplo, também são respeitosos em relação aos crentes. Certamente que mostram, sem meandros, como eles estão equivocados e condenam, mas mesmo assim com cortesia e elegância verbal, os aproveitadores da credulidade do povo. Esta é uma postura que precisa mesmo ser posta em prática, pois está mais do que cabalmente demonstrado como as crenças, e sua pior manifestação, as religiões organizadas, são nefastas à humanidade. É certo que muita coisa boa se fez em nome de crenças e religiões, mormente no quesito filantropia, mas nada que não pudesse ser feito sem o envolvimento das crenças e religiões. Veja-se, por exemplo, os “Médicos sem Fronteiras”. É preciso que políticos ateus, como o Fernando Henrique, assumam sua condição de peito aberto (não estou abonando e nem estigmatizando o Fernando Henrique em nada aqui, exceto nisto). Tenho orgulho em me proclamar ateu perante todo mundo, sempre que inquirido a respeito, e defendo com bons argumentos minha posição. Apesar disto sou um pessoa conceituada e respeitada em meu meio social por tudo que faço e por minha conduta pessoal e social, além de admirado em meu exercício profissional de professor e administrador escolar. Aproveito tudo isso em benefício da causa ateísta e vejo como missão de minha vida tornar o mundo melhor pelo esclarecimento do povo neste aspecto.

Confissão 4:

Sou ateísta (ateu) e procuro, de modo cortez e convincente, persuadir as pessoas da justeza de meu ponto de vista. Não considero que o agnosticismo seja a posição mais sensata e razoável. Justificarei.
Antes quero dizer que, a respeito da existência de Deus, há um espectro de posições que podem ser sumarizadas em cinco:
O crente convicto, que está certo de que Deus existe;
O que não tem certeza, mas acha que existe;
O que não sabe dizer se existe ou não (agnóstico);
O que acha que não existe, mas não garante (ateu cético);
O que está certo de que não existe (ateu dogmático).
Também preciso esclarecer que o Deus a que me refiro pode abranger conceitos variados, tendo em comum o fato de ser uma entidade com poder para agir sobre o Universo à revelia de suas leis naturais (um mágico, na acepção verdadeira), não precisando ser justo nem bom, nem único. Mas, além de onipotente, deve ser onisciente, autosuficiente (incausado) e eterno. Sem esses predicados não seria denominado “Deus”. Não precisa também ser uma “pessoa” (ou três).
Dito isto, declaro-me partidário da quarta opção (ateísmo cético). Isto significa que não posso provar que Deus não exista e nem que exista, mas considero que os indícios de sua não existência são mais fortes que os porventura favoráveis a ela.
De pronto quero descartar a fé como critério de veritação da existência de Deus, pois nenhuma crença em coisa alguma garante a sua existência. Além do mais, existem pessoas sinceras em sua fé em entidades divinas de variáveis características, conflitantes entre sí. Se a fé garantisse a verdade de suas assertivas, haveriam verdades contradizentes, o que é uma impossibilidade. Como a existência de Deus não é uma evidência sensorial, só pode ser verificada por alguma comprovação racional ou empírica, com base em corolários de sua existência, passíveis de verificação. Além disto, a ausência de evidência de existência coloca o ônus da prova na comprovação da existência e não da inexistência, admitida, pois, por “default”.
O ateísmo cético não se configura, de forma alguma, em uma religião, e sim, em ausencia de qualquer religião, conforme o que normalmente se entende por religião, isto é, um complexo envolvendo uma crença, um corpo doutrinário, uma assembléia de seguidores, uma organização administrativa e hierárquica, um conjunto de edificações para sediar suas atividades, um ritual de procedimentos laudatórios e propiciatórios e mais outros aspectos de menor importância. Nem o ateísmo dogmatico e, certamente, o agnosticismo, são religiões, mesmo que se constate alguma atividade de proselitismo por parte de seus seguidores.
Concordo em que não se pode zombar da sinceridade da fé de quem a possua e nem afirmar que tal fato seja sinal de ignorância ou burrice. Jamais me posicionei desta forma. No máximo posso dizer que seja por falta de esclarecimento, o que procuro levar, como o faço agora, na tentativa de convencer da impropriedade da fé e da insustentabilidade das propaladas provas da existência de Deus.
Antes de cogitar da implausibilidade de sua existência, vejamos estas:
O argumento ontológico de Anselmo de Cantuária garante Deus por ser este um conceito necessário, uma vez que seria o de um ser perfeitíssimo, cuja inexistência seria uma imperfeição. Primeiro que perfeição não é uma característica essencial do conceito de Deus, segundo que a existência não é atributo de ser nenhum, mas sim um estado de ocorrência, pelo qual o ente conceituado se dá, de fato, na realidade. Logo, o argumento é falacioso.
O argumento cosmológico do motor primo afirma que, como todo evento tem uma causa e o encadeamento de causas no Universo não pode ser infinito, por ser este contingente, há que haver uma causa primeira, extrínseca ao Universo, identificada com Deus.
A premissa maior, de que todo evento tenha uma causa, é falsa (ou pelo menos não garantida), uma vez que provém de um raciocínio indutivo, com base na constatação deste fato em eventos que se dão na escala de dimensões e tempos acessíveis diretamente à observação humana. Ora, toda conclusão induzida não é garantida e pode ser derrubada por um único contra-exemplo. Existem miríades de eventos que não são efeitos de causa alguma no domínio microscópico, como o decaimento radioativo e a emissão de fótons por átomos excitados (a excitação é condição e não causa). Logo, não sendo verdadeira a premissa maior, não é verdadeira a conclusão. A premissa menor também não é verdadeira, pois o fato de ser contingente (poder não existir), não impede o Universo de ser eterno para o passado, contrariando o argumento Kalam, que diz que isto seria impossível, pois não teria havido tempo para se vir do início da eternidade até hoje, e hoje está aquí. Ora, um tempo infinito para o passado não significa um início infinitamente afastado e sim a ausência de um início.

Confissão 5

Mesmo respeitando as convicções alheias e jamais fazendo uso de sarcasmo, ironia ou deboche para com pessoas sinceras em sua crença, considero extremamente saudável que se procure esclarecer a impropriedade de muito do que se aceita como verdade, com base em crenças não justificadas, fundamentadas nas denominadas “escrituras sagradas” das diversas religiões. Estabelecer um debate de alto nível, calcado em argumentações comprovadas e evidências incontestes é a atitude mais respeitosa e caridosa que se pode ter para com o próximo, não carcterizando, absolutamente, nenhuma intolerância, desde que se disponha, também, a rever sua própria posição, caso convencido. Assim tenho eu agido em minha carreira docente de 40 anos em que já ministrei mais de 20 mil aulas de Física e Matemática para o Ensino Médio e o Superior, nas quais sempre abordo as implicações filosóficas e existenciais do conhecimento e procuro despertar o deslubramento pela maravilha da natureza e da vida, dissociada de qualquer ligação com alguma pretensa entidade supranatural, criadora e provedora do mundo.
Da mesma forma que os missionários religiosos sentem-se no direito de evangelizar os incréus e cooptá-los para seus rebanhos (direito, certamente, que lhes é inteiramente devido), os ateus podem e devem procurar convencer os crédulos da total impropriedade de suas crenças. Cada um que sopese os argumentos pró e contra e decida o caminho a seguir. Como disse, uma discussão serena e embasada é a melhor forma de dirimir qualquer questionamento, sobre o que quer que seja.
O importante é que se promova uma cruzada de educação científica, em que se exponha, principalmente as crianças e jovens estudantes, ao contato com as revelações da ciência sobre a natureza da realidade, a origem, estrutura e evolução do Universo e da vida. Que também se apresentem as concepções religiosas alternativas à visão bíblica, como as dos vedas, do zend-avesta e todas as demais. Que se cultive o pensamento filosófico crítico e um saudável ceticismo, como método seguro de abordagem da verdade, abstendo-se de todo e qualquer dogmatismo, inclusive ateísta.
Tenho feito isto em palestras em vários colégios, além de debates sobre a origem do Universo e a Teoria da Evolução, confrontando a visão científica com a criacionista. Além do que continuamente escrevo em meus blogs e discuto em fóruns, como no orkut.
Outra coisa por que luto (ingloriamente) é pelo ensino de Física Moderna no nível médio (relatividade, quântica, cosmologia).
Considero isto uma verdadeira missão de vida, recompensada pela quantidade de estudantes por mim orientados e estimulados a seguir carreira científica, especialmente como físicos (notadamente cosmologistas), mas também como biólogos (a química eu já acho por demais tecnológica para levantar esses questionamentos).

Confissão 6

Considero que os ateus têm o mesmo direito que os missionários de qualquer crença de fazer seu proselitismo. Há pregadores evangélicos e islâmicos muito mais incisivos que o Vides em condenar (algo que o Vides não faz) qualquer pensamento discordante do seu, inclusive em rádios e televisões, ininterruptamente transmitindo suas mensagens a todo mundo, sem que sejam por isto incomodados. Como eu, que já fui católico sincero e fiel, ele e muitos outros ateus assim se tornaram justamente por estudarem a fundo as bases de suas próprias crenças. Poucos crentes mantêm-se sinceros em sua crença após tal tipo de reflexão. Alguns, especialmente os que levam vantagem com a crença, como padres, bispos, pastores, gurus, médiuns, aiatolás etc, continuam a externar sua crença e até elaboram argumentos em sua defesa, para não perderem adeptos. Claro que há os que permanecem convictos sinceramente naquilo em que crêem. Estes eu respeito, mas não os primeiros. Todavia estou inteiramente convencido de que incorrem em um grande engano, assim como todos que possuem fé em alguma realidade supranatural, de modo que considero como a missão da minha vida levar a esses a luz da razão e do conhecimento, bem como o valor do ceticismo, juntamente com a disposição para dedicar a vida ao prevalecimento do bem e à erradicação do mal.
O grupo da Gnose de Princeton e a New Age, bem como Amit Goswami, Fritjof Capra, David Bohm, Eugene Wigner, Deepak Chopra, Carl Jung, Rhonda Byrne, Elaine Pagels e mesmo Einstein, Penrose, Schopenhauer e Spinoza, em suas considerações panteístas sobre a existência de uma consciência cósmica, que se manifestaria diretamente a cada mente por gnose, que promoveria uma coordenação inteligente da evolução tanto cósmica quanto biológica e que possibilitaria o entendimento das perplexidades interpretativas da Mecânica Quântica, na verdade fazem uma proposta gratuita, com base em convicções pessoais não verificadas e nem verificáveis, mais ou menos como a cosmovisão espírita de Allan Kardec. Modernas pesquisas neurológicas indicam que o cérebro possui uma propensão para a crença, como artifício capaz de propiciar uma vantagem seletiva ao longo da evolução. Isto não significa, em absoluto, que o objeto das crenças seja realidade. O atual estágio cultural da humanidade não mais requer tal comportamento para a garantia da sobrevivência. É certo que crentes estatisticamente são mais felizes e longevos. Isto pode ser atribuído à sua maior integração na comunidade, em contraste com a rejeição que se tem aos céticos, ateus, homossexuais e minorias em geral. Todavia, mesmo esta vantagem não justifica viver iludido. É preciso que a sociedade encare essas minorias como pessoas de bem, pois, inclusive, a proporção de malfeitores entre eles é menor do que na média da população.
O fato de não se ter, por enquanto, uma explicação evolutiva cabal e pormenorizada para as complexidades biológicas que você citou, e mesmo para outras ocorrências nem tão complexas, não significa, absolutamente, que esta explicação seja dada pela interveniência de uma inteligência supranatural planejadora e executora da evolução. A aceitação do acaso para dar conta de tais fatos não precisa ser comprovada, pois é a hipótese nula, isto é, a que se considera como verdadeira, a não ser que se prove que não seja, mostrando-se outra que o seja. É preciso entender que o acaso é capaz de qualquer coisa. Outro aspecto que tem que ser entendido em probabilidade é que, se um evento tiver uma probabilidade tal que se possa dizer que apenas após um certo número de ocorrências ele se dará, isto não significa que, ao fim dessas ocorrências ele de fato se dará, nem que não se dará antes que elas sejam atingidas. Isto é a essência dos eventos aleatórios, de que cuida a teoria das probabilidades. Se você jogar na Mega-Sena, terá uma probabilidade baixíssima de ganhar, mas poderá ganhar, e há quem ganhe, senão ninguém jogava. Da mesma forma, o fato do Universo ter atingido a forma como se apresenta por acaso, dentre as imensas possibilidades de sua evolução (muitíssimo maiores do que a de acertar na Mega-Sena), não significa que seja impossível que tenha ocorrido, por acaso. Como poderia não ter ocorrido, ou mesmo nem ter surgido Universo algum. Se surgiu e se é como é, é porque esta foi a sequência de coincidências que se deu, e não outra. Do mesmo modo que quem ganhou na Mega-Sena não o fez porque o sorteio foi planejado para que ele ganhasse, mas calhou de ser ele, e não outro. Acho isto tão claro, que não entendo porque muita gente, ao contemplar tudo como é, conclui que teria sido necessário um plano e um executor para que ocorresse. Por que? Inclusive, se assim o fora, tal projetista seria bem incompetente, pois o Universo é lotado de defeitos e horrores.
Não nego que as religiões trouxeram contribuições positivas para a humanidade em vários aspectos, como no espírito de solidariedade (bom-samaritanismo), não só cristão mas muçulmano, budista, hinduísta, judaico, espírita, xintoísta etc. Outra coisa é o estabelecimento de um padrão de ética (os dez mandamentos). No entanto, tudo de bom que se pode imputar às religiões, não depende de suas doutrinas éticas, metafísicas e cosmológicas e poderia igualmente ser feito sem que elas existissem. O que não se pode fazer sem elas (ou, pelo menos, sem suas crenças) é colocar na mente a esperança na existência de uma vida eterna, na qual o prêmio ou o castigo pela conduta seria concedido e nem a esperança no socorro mágico de uma entidade onipotente, para a solução das vicissitudes que a vida apresenta.
É preciso que se entenda, contudo, que a esperança, assim como a fé, não são virtudes, como a caridade. Pelo contrário, são vícios. Ter fé é crer que certas proposições sejam verdadeiras sem nada que suporte tal crença, sequer indícios altamente plausíveis. Nada poderia ser mais desproposital. Crença é algo que se pode ter e, até, não há como se evitar de ter. Mas que se creia em algo que apresente, mesmo sem garantia, fortes indícios de veracidade. Tal é o caso da crença na realidade objetiva do mundo, independente de uma mente perceptiva.
E esperança é a convicção de que, de alguma forma, por um passe de mágica, sem que se tome a iniciativa de envidar esforços para tal, os problemas serão solucionados. Tão incoerente quanto a fé. Confiar, sem garantia, de que esforços envidados sejam capazes de solucionar problemas é até uma atitude salutar, no sentido de levantar os ânimos para redobrar os esforços. Mas esperança é outra coisa. É uma atitude passiva de uma pessoa pusilânime. Não tenho fé e nem esperança em coisa alguma. Mas creio e confio em que, por iniciativa de cada um e da sociedade em conjunto, seja possível transformar este mundo em um lugar aprazível, justo, pacífico, harmônico e feliz.

Confissão 7

Sou declaradamente ateu e procuro, por todos os meios, convencer as pessoas a se tornarem ateístas também, inclusive em minha atividade docente. É claro que respeito as outras convicções, desde que sinceras e acompanhadas do exemplo da própria vida. Mas desprezo a religiosidade de conveniência e faço questão de declarar tal fato a quem assim vejo que procede. No entanto, talvez por minha postura extremamente ética (até mesmo em prejuízo pessoal) e minhas atividades comunitárias solidárias, tenho podido levantar a pecha de imoralidade que pesa sobre o ateísmo e mostrado que ser ateu pode ser, até mesmo, muito mais ético e solidário que ser religioso. Assim posso perceber que sou uma pessoa admirada por muitos religiosos que são meus amigos e me respeitam, como eu a eles (é claro que, se não fossem respeitáveis, não seriam meus amigos). Por isso não percebo ódio de ninguém em relação ao meu ateísmo, apenas desaprovação e, mesmo, piedade, por considerarem que estou apartado da graça divina.

Meus comentários

Tirando todo o discurso de auto-elogio dele, que percorre toda sua pregação (“ah, eu sou mais ético, eu faço mais, sou menos injusto, eles são ruins, eles são injustificados, etc.”), o que se vê são sete confissões, que, juntas, comprovam um crime. E um crime torpe ao extremo. O sujeito confesa que usou as aulas (para as quais recebia salário, para ensinar a matéria) como instrumento de proselitismo anti-religião. Ele inclusive declarou as escolas onde deu aula, as quais podem ser investigadas por pregação anti-religiosa.

Ora, se a pregação religiosa é condenável, por que a pregação anti-religiosa não é? O Ernesto confessou foi simplesmente um exemplo de aplicação da Estratégia Gramsciana. E as confissões estão lá, em seu website. Eu não inventei nada.

Considerar essa atitude, de doutrinação de crianças e jovens (indefesos) por um estranho, que nem é pai deles, já é por si só imoral e torpe. Quem está diante de um professor, que pode usar recursos de sedução para influenciar os incautos, está em situação de fragilidade. E Maomé, que era um sábio, já disse que a pior forma de covardia é testar o poder na fraqueza do outro. E é exatamente isso que Ernesto confessa ter feito.

É isso que defino um comportamento pior que o de prostituta. A prostituta recebe seus 300 ou 350 reais por um programa de hora e meia, mas cumpre aquilo que promete. Esse tipo de professor neo ateu recebe seu salário para DAR AULA e ENSINAR A MATÉRIA e usa para PREGAR SUA AGENDA. Com dinheiro de quem? Dos pais dos alunos, que acham que seus filhos estão lá aprendendo matéria…

Se isso não for objeto de investigação e punição não só dele como das ESCOLAS que permitiram essa atitude, então não há muitas esperanças para os cristãos nessa guerra intelectual.

Devemos enviar emails para lideranças religiosas exigindo PROVIDÊNCIAS JUDICIAIS contra isso aqui, e que investigações sejam abertas.

Obs.: Espero que Ernesto von Rückert não apague as evidências de seu site, mas por precaução eu fiz print screen de tudo também.

segunda-feira, agosto 02, 2010

Activista Homossexual Revoltado Pela Recusa da TVI em Mostrar Cenas de Perversão

Mas eu pensava que tudo o que o lobby queria era acabar com a (não-existente ou infinitesimal) "homofobia" mas parece que o que eles querem é indoutrinar a juventude a favor das suas perversões.

Uns morangos nada inocentes

A direcção da TVI decidiu não emitir as cenas de troca de afectos, que incluíam beijos, entre "Fábio" e "Nuno", as duas personagens homossexuais da série de Verão de "Morangos com Açúcar", que pela primeira vez prometiam romper com os preconceitos na televisão.

Não é "preconceito" não querer mostrar dois homems a trocarem carícias homossexuais.

Paulo Corte-Real, da Ilga Portugal, que há um mês realçou a importância deste casal para que os jovens LGBT (lésbicas, gays, bissexuais e transgéneros) pudessem ter modelos televisivos identitários, não esconde a estupefacção com o rumo dado às cenas: "é incompreensível que se tome uma decisão destas, discriminatória e de ocultação da realidade".

Não é "ocultação da realidade" não mostrar dois homens a trocarem carícias homossexuais.

"Sendo uma série juvenil porque não segue o exemplo de outras com grandes audiências, e onde não faltam lésbicas e gays?", questiona o activista.

Mas quem disse que a séries juvenis tem por obrigação mostrar cenas de perversão?
Fonte: JN

Comentário:

Este é um exemplo claríssimo de que para os activistas gays e para as políticas modernas não basta a luta contra a alegada discriminação. É a doutrinação de uma cultura gay e a sua implementação na sociedade, começando pelo mais novos, que se pretende.

Nem mais.

quinta-feira, julho 29, 2010

"Asfixia sexual"

Mais um cidadão que não gosta da forma como os socialistas julgam que sabem o que é melhor para a vida de toda a gente.
O Estado insiste em entrar por minha casa a dentro. E já nem bate à porta: tem chave. Qualquer dia instala-se, põe os pés em cima da mesa, monopoliza o comando, manda vir uma piza e dá ordens ao meu cão.

O Estado insiste em dar educação sexual aos meus filhos e encomendou o serviço a uma associação qualquer sem me perguntar se quero. Devem achar que não dou conta do recado, que não sei. Cheira- -lhes. Têm um dedinho que advinha, uma pulga atrás da orelha, foi um passarinho que lhes soprou ao ouvido. Qualquer coisa. Pergunto: porquê? Conhecem-me de algum lado? Já agora, podiam fazer uma rusga pelo país para averiguar se os meninos comem a sopa em vez de gomas, ou se lêem os livros correctos, ou se lavam os dentes e as mãos. Podiam mesmo criar o Ministério do Grande Educador. Mas o defeito deve ser meu: esta crença cega na Liberdade e na Democracia condiciona-me o raciocínio. Sendo eu uma perigosa democrata, acho que ninguém tem nada a ver com a educação sexual dos meus filhos, nem com a sua educação religiosa ou política. Muito menos o Estado, que não percebe patavina do assunto.

Uma das coisas mais irritantes da esquerda é esta mania alcoviteira de se meter na vida dos outros. Que seria apenas irritante se não houvesse poder à mistura. Mas há, o que a torna asfixiante e até perigosa. O resultado desta aventura da educação sexual é que a liberdade de escolha é só para os ricos. Os outros são obrigados a educar os filhos a meias com pessoas que não conhecem de lado nenhum. O Estado é que sabe. É a esquerda, pá.

http://aummetrodochao.blogs.sapo.pt

Escreve ao sábado

sábado, julho 17, 2010

Aborcionistas e Nações Unidas Juntam-se Para Corromper Adolescentes

As Escuteiras devem ser tão doces e inocentes como aparentam, senão porque é que a organização aborcionista "Paternidade Planeada" (eng: Planned Parenthood) sairia do seu caminho e usaria uma conferência das Nações Unidas para as corromper?

Esta notícia mostra o propósito da união satânica entre o Estado, as feministas e a industria da matança de bebés (aborto).

Há algumas semanas atrás, Sharon Slater, mãe de cinco filhos, inocentemente entrou dentro de um painel patrocinado pela "Girl Scouts USA" [GSUSA] numa Comissão das Nações Unidas acerca do "Estatuto da Mulher".

Quase imediatamente ela foi convidada a sair. De facto, todos os adultos que não faziam parte da GSUSA foram retirados da sala e esta ficou quase exclusivamente composta por raparigas adolescentes.

A sua curiosidade espevitou-se. A srª Slater ficou junto à porta enquanto decorria o painel, mas mal o mesmo acabou, ela entrou dentro da sala. O que ela encontrou lá dentro chocou não só esta mãe de cinco filhos mas chocou uma grande parte das mães que tem filhas na GSUSA.

O que é que ela encontrou lá dentro? Bíblias espalhadas sobre a mesa? Material criacionista? Material evangelístico? Nem por isso....
A srª Slater encontrou brochuras produzidas pela Paternidade Planeada (PP) com o nome de "Healthy, Happy and Hot", que, entre outras coisas, ensinava as raparigas que "Algumas pessoas tem relações sexuais enquanto estão sob o efeito de bebidas alcoólicas, e outras quando estão drogadas. Esta decisão é tua".
Isto é uma variação do que Satanás disse a Eva: "sereis como Deus, sabendo o bem e o mal" (Génesis 3:5). Ou seja, "tu é que decides o que é o bem e o que é o mal. Não te preocupes com o que Deus diz. Faz o que bem entenderes!"

Mas as coisas ficam bem piores:

O guia sexual explica que "Muitas pessoas pensam que o sexo é apenas sobre relações vaginais ou anais mas há muitas formas distintas de se ter relações sexuais. O sexo pode incluir beijar, tocar, lamber, fazer cócegas, chupar e acariciar. Algumas pessoas gostam de ter sexo agressivo enquanto outros preferem sexo mais calmo com os seus parceiros. Não há forma certa ou errada de se ter relações sexuais. Diverte-te, explora e sê tu mesma!"

O guia diz ainda para "explorar a próstata". Lembrem-se: isto foi distribuído a raparigas adolescentes.

Um dos problemas da materialização das fantasias masturbatórias dos esquerdistas envolvendo orgias com raparigas adolescentes é a proliferação de doenças sexualmente transmissíveis (DST). É uma lógica simples de entender: quanto maior a promiscuidade sexual, maiores as probabilidades de se contrair DSTs.

Mas não se preocupem: as crianças estão a ser preparadas para tal cenário:

Para além de conselhos sobre a próstata, a brochura sub-intitulada "Direitos, Sexualidade e Vivendo com a SIDA" também fornece informação incorrecta e perigosa sobre direitos e responsabilidades....A brochura diz que os seus [das raparigas adolescentes] direitos são violados quando o governo requer que elas informem a sua condição de portadoras de HIV aos seus parceiros.
Ou seja, a PP está deliberadamente a encorajar a propagação da SIDA entre as adolescentes. Já te perguntaste o quão maligno terias que ser para fazeres abortos aos milhões? Pois bem, agora já sabes.

A mesma organização que lucra com o aborto é a mesma organização que "aconselha" as pessoas contaminadas a não revelar o seu estado de saúde ao parceiro sexual.

Será que ninguém vê um conflito de interesses nesta situação? Porque é que se comissiona uma organização que lucra com o aborto para ensinar comportamentos sexuais a crianças e adolescentes? Não é óbvio que o único "comportamento" que essa organização vai sugerir é um que lhe permita manter em actividade, nomeadamente, a promiscuidade sexual? Quanto mais promiscua for uma pessoa, maiores são as hipóteses de se gerar uma criança não planeada. Isto faz com que muitas mulheres assumam que, como não querem o bebé, estão no seu "direito" de matá-lo (aborto). É esse mesmo aborto que dá lucro a organizações como a Paternidade Planeada.


Esta não é a primeira vez que a GSUSA tenta corromper sexualmente as crianças ao seu cuidado:
Numa conferência em 2004, co-financiada pela Paternidade Planeada [claro!], a organização GSUSA distribuiu brochuras a 700 raparigas com o título de "É Perfeitamente Normal". Este guia celebrava a masturbação, mostrava desenhos explícitos de actividade sexual entre parceiros e mostrava um rapaz a colocar um preservativo.

Sem surpresa alguma, a brochura listava dez razões importantes para se fazer um aborto.

As rapariguinhas que fazem parte da GSUSA podem ser inocentes mas os ateus, feministas, aborcionistas, lésbicas e outros anti-cristãos que controlam a organização não são:

As escuteiras actuais nada tem a ver com as escuteiras do tempo da tua irmã mais velha e muito menos tem algo a ver com as escuteiras do tempo da tua mãe. Nem de perto nem de longe. Esta organização parece ter-se aliado à ética do "tudo-vale" dos piratas sexuais esquerdistas, e para tal empreendimento eles tem o apoio das Nações Unidas.

Comparem isto com os Escuteiros que se tem mantido fiéis à sua visão inicial, e como "castigo" eles são proibidos de usar edifícios públicos.

Para quem não sabe, os Escuteiros americanos negam-se a ter entre si monitores/professores abertamente homossexuais. Por tal resistência ao lobby gay, eles estão a ser perseguidos pelos esquerdistas.

A resistência dos Escuteiros aos homossexuais é perfeitamente lógica visto que os homossexuais estão desproporcionalmente representados nos casos de pedofilia. Aliás, se pensarmos um pouco, não é difícil de ver o propósito homossexual em fazer parte de grupos onde há muitos rapazinhos disponíveis e longe da protecção dos pais.

Conclusão:

Se mais evidências nós precisássemos do verdadeiro propósito da "educação sexual" ateísta, acho que notícias como esta revelam muito. Eles não querem "educar" mas sim "indoutrinar" as crianças a favor da sua visão nojenta da sexualidade.

Reparem numa coisa curiosa: se eles estão tão certos de que o que fazem é moralmente certo, porque é que a srª Slater (e os outros pais) foram corridos da sala onde se ensinava às raparigas que fazer sexo enquanto drogada ou bêbada é uma decisão da adolescente? Se eles estão certos de que a sua visão da "educação sexual" é aceitável, porque não deixar os pais verem as coisas que eles dizem às raparigas?

A resposta é óbvia: eles sabem que o que estão a fazer está errado, e como tal eles tentam esconder a sua sujidade.

A Luz veio ao mundo, e os homens amaram mais as trevas do que a Luz, porque as suas obras eram más.
João 3:19
Que Deus nos livre da "educação sexual" promovida pela moralidade ateísta.

domingo, julho 11, 2010

Itália: Lobby Homossexual Quer Usar Escolas Para Indoutrinar Crianças

Tudo o que o lobby homossexual quer é impor as suas práticas sexuais à sociedade (começando desde a mais tenra idade). Quem se opuser a esta indoutrinação estatal corre o risco de ser catalogado de "homofóbico" e "intolerante".

Curiosamente estas pessoas que querem usar o estado para promover a homossexualidade nunca falam do lado negro da homossexualidade, nomeadamente, o facto dos homossexuais terem uma expectativa de vida mais baixa (morrem mais jovens), o facto dos homossexuais estarem desproporcionalmente representados nos casos de pedofilia, o facto dos homossexuais proporcionalmente cometerem mais suicídios, proporcionalmente consumirem mais droga e proporcionalmente fumarem mais que os heterossexuais.

Isto mostra que o seu plano não é ensinar mas indoutrinar. Quem ensina revela todos os factos. Quem indoutrina só revela os factos que podem suportar a sua ideologia.

Hilary White
ROMA, Itália, 14 de junho de 2010 (Notícias Pró-Família) — O Ministério de Oportunidades Iguais da Itália divulgou um relatório pedindo “iniciativas máximas de execução das leis” contra a violência “homofóbica”. O ministério quer “a primeira campanha organizada para gerar a conscientização contra a homofobia e discriminação de gênero” e está exortando o Parlamento a apoiar uma nova lei sobre a questão.
A campanha, que custará uma quantia estimada de dois milhões de euros, incluirá anúncios de TV e milhares de brochuras para serem distribuídas nas escolas.
Mara Carfagna, ministra de Oportunidades Iguais, pediu que o governo trouxesse, “tão logo quanto possível, apoio unanime a uma lei para frustrar a violência provocada pela discriminação”.
“A homofobia não tem cor, não está confinada a apenas certas áreas do país”, disse ela, “e só pode ser derrotada com o compromisso de todos”.
A organização Radici Christiane (Raízes Cristãs) respondeu à proposta dizendo que a “vasta maioria” dos italianos e parlamentares do partido governista Popolo della Liberta se opõe à legitimação social e legal da homossexualidade.
Radici Christiane disse que a medida do Ministério de Oportunidades Iguais frisa a necessidade de os italianos “se prepararem” para responder às reivindicações do movimento homossexual, e serem “convencidos do valor da moralidade tradicional”.
A organização quer uma resposta dos eleitores e está pedindo que o público entre em contato com o Ministério de Oportunidades Iguais para expressar suas preocupações.
Na Itália, o movimento para criar reconhecimento legal da atividade homossexual é mais publicamente um movimento da extrema esquerda do que nos países de língua inglesa. Em 1986, o grupo interparlamentar comunista de mulheres e Arcigay, a organização homossexual nacional de pressão política, levantou a questão de uniões civis no Parlamento italiano. Uma sucessão de projetos de lei foi introduzida durante a década de 1990, mas todos morreram na fase das comissões.
Desde a eleição em 2008 do mais recente governo Berlusconi, um grupo de parlamentares anunciou que traria um projeto de lei diante do Parlamento, mas a oposição pública às uniões de mesmo sexo permanece elevada. Uma pesquisa Eurobarometer de 2006 mostrou que só 31 por cento dos italianos apoiavam tais uniões, em comparação com a média da UE de 44 por cento.
A medida na Itália segue uma tendência vista em outros países ocidentais, onde os governos estão cada vez mais usando o poder das leis, principalmente sob a proteção da “anti-discriminação”, para promoverem a doutrinação do movimento homossexual nas escolas.
Para fazer contato com o Ministério de Oportunidades Iguais: infostampa@pariopportunita.gov.itinfostampa@pariopportunita.gov.it
Leia cobertura relacionada de LSN:
Mandatory Curriculum for Ontario Schools Promotes Homosexuality, Masturbation
http://www.lifesitenews.com/ldn/2010/mar/10030216.html
Mandatory Homosexual Indoctrination in Grade School Survives after Supreme Court Turns Down Case
http://www.lifesitenews.com/ldn/2008/oct/08100812.html
Obama's "Safe Schools" Czar Dreamed of "Promoting Homosexuality" to Schoolchildren
http://www.lifesitenews.com/ldn/2009/jun/09061113.html
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/ldn/2010/jun/10061401.html

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Share

Twitter Delicious Facebook Digg Stumbleupon Favorites More