Mostrar mensagens com a etiqueta Hélio. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Hélio. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, outubro 03, 2011

Evolucionistas distorcem a Física para acomodar o big bang

Os astrónomos descobriram uma misteriosa estrela que é composta quase na totalidade por hidrogénio e gás hélio. De acordo com as teorias naturalistas em torno da formação de estrelas, esta estrela não deveria existir uma vez que faltam-lhe quantidades maciças de elementos mais pesados como o oxigénio, o carbono e o ferro (bem como o lítio). No entanto, de acordo com a Palavra do Criador, a existência de tal estrela não constitui problema algum.

No seu estudo publicado na Nature, pesquisadores determinaram a composição da estrela - baptizada de SDSS J102915+ 172927 - ao analisarem a luz que ela emitia. A autora principal Elisabetta Caffau afirmou o seguinte:

Uma teoria bastante aceite [big bang] prevê que estrelas como esta, com pouca massa e quantidades extremamente baixas de metais, não deveria existir uma vez que as nuvens do material a partir do qual elas se formaram nunca poderia condensar.
(The Star That Should Not Exist. European Southern Observatory press release, August 31, 2011. )
Mas a Física claramente mostra que as estrelas não se podem forma a partir de nuvens sem que ocorra um evento miraculoso e fortuito (Thomas, B. Does a Distant Galaxy Show Star Formation? ICR News. Posted on icr.org March 29, 2010).

De modo a que uma nuvem de gás quente condense e se torne numa estrela, o calor tem que escapar de alguma forma. Quanto mais densas as partículas de gás se tornam, mais quentes elas ficam, repelindo-se, desde logo, umas as outras de uma forma tão forte que elas nunca haveriam de condensar e formar uma estrela.

Numa reportagem recente, os pesquisadores teorizaram que "as linhas estruturas afinadas do carbono ionizado e do oxigénio neutral" poderiam dissipar quantidades suficientes do calor da nuvem de modo a que ela condense - e uma estrela seja formada - se a nuvem fosse comprimida por uma explosão estelar próxima (Caffau, E. et al. 2011. An extremely primitive star in the Galactic halo. Nature. 477 (7362): 67-69).

Mas esta "estrela anormal" não possui nem de perto nem de longe carbono ou oxigénio suficientes indicando que ela nunca poderia ser formada deste modo. Proporcionalmente, ela tem 20,000 vezes menos metais que o Sol (The Star That Should Not Exist. European Southern Observatory press release, August 31, 2011).

Surpreendentemente, a estrela também não possui lítio detectável, que se julga ser o terceiro elemento mais abundante presente na nuvem a partir da qual esta estrela alegadamente se formou.

Como forma de salvar as teorias naturalistas em torno da formação das estrelas, os autores do estudo tiveram que especular e dizer que, a dada altura, a estrela era extraordinariamente quente de modo a ter conseguido queimar todo o lítio. No entanto, os mesmos pesquisadores afirmam que os motivos físicos "para esta fusão não são inteiramente entendidos" (Caffau, E. et al. 2011. An extremely primitive star in the Galactic halo. Nature. 477 (7362): 67-69)

Uma vez que os atributos desta estrela estão em contradição óbvia com os modelos naturalistas da Física convencional, o estudo entreteve-se com a ideia duma nova "Física" que descreve "uma nucleossíntese [formação de elementos pesados] do Big bang diferente". Ou seja, como a ciência actual não está de acordo com o "modelo evolutivo" aplicado à formação das estrelas, os naturalistas distorcem a ciência em vez de aceitarem que a sua interpretação dos dados está errada.

Mas porquê distorcer a Física para acomodar a cosmologia big bang quando a origem da estrela em questão é facilmente explicável com a metafísica? Quando todas as opções dentro do âmbito da Física falham em explicar a origem dum fenómeno, então as opções fora da Física devem ser consideradas e testadas à luz das evidências.

No que toca à origem das estrelas no geral - esta em particular - a Palavra Daquele que existe fora do espaço físico declara que "[Deus] fez também as estrelas" (Génesis 1:16). Confirma-se, portanto, que as estrelas "declaram as Glória de Deus" (Salmo 19:1) ao perturbarem todas as tentativas evolucionistas de substituir Deus pelo naturalismo.


terça-feira, julho 19, 2011

Evidências para uma Terra Jovem

"Porque, se vós crêsseis em Moisés, creríeis em Mim; porque de Mim escreveu ele."
João 5:46

A crença nos milhões de anos não provém dos dados da ciência mas sim de crenças construídas com o expresso propósito de destruir a Autoridade da Bíblia.

Como dizia um dos mentores da mitologia nos milhões de anos, o objectivo era "libertar a ciência [da influência] de Moisés". E porquê remover a influência de Moisés da ciência? Porque se nós acreditarmos no que o Profeta de Deus escreveu sobre a Criação e o Dilúvio nunca seremos levados a acreditar que a Terra tem "milhões de anos".

Se já é suficientemente problemático um ser humano assumir saber mais do que o Criador no que toca à idade da Terra, mais problemático é se esse ser humano se qualifica como "cristão" mas ao mesmo tempo rejeita o que a Bíblia claramente diz sobre o tempo que Deus levou para trazer o universo a existência.

Em baixo ficam algumas evidências listadas pelo Dr Jonathan Safarti em torno da idade da Terra. Este tipo de dados científicos são úteis em conversas com não-Cristãos. Para os Cristãos, a Palavra de Deus é Suficiente. (Para os laodiceanos, a Palavra de Deus aparentemente não é suficiente.)

Evidências para uma Terra Jovem.

Actualmente, 90% dos métodos de datação usados para estimar a idade da Terra apontam para uma idade muito inferior aos milhares de milhões de anos defendidos pelos evolucionistas (e seus aliados laodiceanos). Eis aqui algumas:

  • Glóbulos vermelhos e hemoglobina foram encontrados (não-fossilizados!) dentro de ossos de dinossauro. Estes nunca poderiam durar mais do que alguns milhares de anos - certamente nunca os 65 milhões de anos defendidos pelos evolucionistas como a data em que o último dinossauro desapareceu da Terra.

  • O campo magnético da Terra tem vindo a decair tão depressa que nunca poderia ter mais do que 10,000 anos. Reversões aceleradas durante o Dilúvio de Noé - e flutuações ocorridas pouco depois - causaram a que o campo magnético decaísse ainda mais depressa.

  • O hélio está a entrar na atmosfera devido ao decaimento radioactivo, mas muito dele não escapa. No entanto, a quantidade total de hélio na atmosfera é de cerca de 1/2000 da quantidade que se esperaria se a Terra tivesse os mitológicos "milhões de anos". Isto ocorre de forma razoavelmente rápida, mas ainda há tanto hélio em algumas rochas que ele não teve tempo para escapar - certamente não os "milhões de anos".

  • Uma supernova é a explosão duma estrela gigante. A explosão é tão brilhante que, por alguns instantes, ela obscura o resto da galáxia. De acordo com as equações físicas, os remanescentes de supernova (RSNs) deveriam continuar a expandir durante centenas de milhares de anos. No entanto, não há RSNs muito antigas e expandidas (Fase 3), nem algumas moderadamente antigas (Fase 2) na nossa galáxia (Via Láctea) ou nas galáxias satélite, as Nuvens de Magalhães.

    Isto é precisamente o que seria de esperar se estas galáxias não existissem a tempo suficiente para uma ampla expansão.

  • A lua está a afastar-se lentamente da Terra a uma velocidade de 4 cm por ano (e esta taxa era maior no passado). Mesmo que a lua tivesse iniciado a sua recessão practicamente encostada à Terra, ela atingiria a posição actual em cerca de 1,37 mil milhões de anos. Isto da uma idade máxima possível para a lua - e não a idade actual. Isto são idades demasiado recentes para a evolução e os mitológicos "milhões de anos" (e idades demasiados novas em si, se levarmos em conta o que a datação radiométrica "atribui" às rochas lunares).

  • O sal está a ser despejado nos mares mais rapidamente do que a quantidade de sal que escapa de lá. Se o sal está a ser depositado nos mares há "milhões de anos", nem de perto nem de longe os mares têm a salinidade prevista. Mesmo concedendo assumpções generosas para os crentes nos mitológicos "milhões de anos", os mares nunca poderiam ter mais do que 62 milhões de anos - muito menos do que os milhares de milhões defendidos pelos evolucionistas e os seus aliados laodecianos.

    Mais uma vez, isto indica uma idade máxima e não a idade actual.

Os defensores da Historicidade de Génesis sabem que é virtualmente impossível provar a idade da Terra usando um método de datação específico. Nós sabemos que a ciência é tentativa uma vez que nós (ao contrário de Deus) não estamos na posse de todos os dados - especialmente quando se fala do passado não observável.

Mas isto tanto é verdade para os criacionistas como o é para os crentes nos "milhões de anos" e os seus "argumentos" em favor das suas posições anti-Bíblicas. A história do evolucionismo está repleta de incidentes onde os seus defensores foram forçados a abandonar muitas das suas "evidências".

O ateu e crente nos milhões de anos Will Provine diz:

A maior parte do que aprendi da área na escola de graduação (1964–68) ou está errado ou foi alterado de modo significativo.
(Teaching about Evolution and the Nature of Science, A Review by Dr Will B. Provine; available online from (cited 18 February 1999))
Os criacionistas sabem das limitações destes métodos de datação melhor do que os evolucionistas que usam processos actuais para "provar" que a Terra tem milhares de milhões de anos. Na realidade, todos os métodos de datação - mesmo aqueles que apontam para uma Terra jovem - baseiam-se em crenças não sujeitas a teste empírico ou pressuposições não-provadas.

Há anos atrás ouvi um Cristão dizer que "a única forma segura de se saber a idade de algo, é saber quem a construiu e, assumindo que é uma pessoa séria, perguntar-lhe". Eu acrescento: ou isso, ou estar presente na altura em que tal é feito.

No que toca à idade da Terra, o Cristão não tem necessidade de ficar sujeito a qualquer "vento de doutrina" (Efésios 4:14) ou acreditar em "fábulas artificialmente compostas" (2 Pedro 1:16) uma vez nós temos o Testemunho Escrito Daquele que estava Presente quando a Terra surgiu. Aliás, não só Ele estava Presente, como Ele é o Autor.

Eu fiz a terra, o homem e os animais que estão sobre a face da terra, pelo Meu Grande Poder e com o Meu Braço estendido, e a dou àquele que Me agrada em Meus Olhos.
Jeremias 27:5

Porque em seis dias fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo o que neles há, e ao sétimo dia descansou: portanto, abençoou o Senhor o dia do sábado, e o santificou.

Êxodo 20:11
PS: Ainda estou à espera que algum laodiceano me dê uma interpretação de Êxodo 20:11 que não seja em favor duma Terra Jovem.

Vêr também:

1. Sete motivos para o Cristão rejeitar os mitológicos “milhões de anos”

2. Os dias de Génesis

3. Teoria da falha contradiz a Bíblia

4. Galáxias inesperadas contradizem o Big Bang

5. Hititas: Bíblia refuta críticos (outra vez)

6. Será a Palavra do Criador Suficiente?

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Share

Twitter Delicious Facebook Digg Stumbleupon Favorites More