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sexta-feira, junho 03, 2011

Sondando o darwinismo (a "ciência" alternativa)

Por mais que o tempo avance, e por mais que a ciência progrida, a teoria da evolução está literalmente presa aos mitos vitorianos de Darwin. Qualquer fenómeno que se observe pode ser explicado com o clássico "se existe, é porque era bom". Da parte dos crentes evolucionistas não nos é mostrada qualquer tipo de força natural que seja minimamente capaz de gerar os sistemas e sub-sistemas presentes na biosfera.

Não é que os evolucionistas sejam menos inteligentes que o resto da sociedade; a questão não é uma de inteligência inata mas sim de ignorância voluntária. Os evolucionistas escolhem acreditar em algo manifestamente ridículo apenas e só porque a alternativa (terem que prestar contas a Deus) não lhes agrada.

O exemplo mais recente da incapacidade evolucionista de demonstrar um mecanismo natural com a capacidade de gerar a complexidade da vida é-nos dada pelo militante ateu e ardente evolucionista Ludwig Krippahl.

No postal com o nome O grilo e o seu alarme ultra-sónico, foi mostrada a interdependência entre o sistema sonar dos morcegos e o "alarme" de alguns grilos em relação a esse sonar específico.

Ele [DEUS] construiu o grilo com um detector de morcegos mono-celular conectado ao seu sistema nervoso. O detector é activado pela mesma frequência que o morcego usa para a sua detecção de insectos.

Quando o sistema soa o alarme (e é activado), a célula dispara 500 impulsos por segundo (!) o que causa a que o grilo voe em direcção contrária à fonte da frequência ultra-sónica.

O mais impressionante facto de engenharia biológica àcerca deste detector de morcegos é que ele só funciona se o grilo estiver em pleno vôo – e desde logo, mais vulnerável aos ataques dos morcegos. Quando o insecto está a salvo dos morcegos – a descansar, escondido, a comer ou em higiene pessoal – o sistema de detecção de morcego não dispara nenhum sinal de alarme.

Para qualquer pessoa não ébria com o darWINE, este aparato biológico revela claro sinal de teleologia e design. Mas não para os nossos amigos evolucionistas. Esses, quais adeptos da medicina alternativa, usam outras "regras" de "ciência.

Para já, a origem dum sistema sonar é algo que é melhor explicada como resultado de design inteligente do que como efeito de forças não-inteligentes. O sonar, pela sua própria natureza, envolve uma construção cerebral específica com capacidade de emitir, receber e decifrar os sons e as respostas dos mesmos sons.

(Os submarinos usam um sonar mais pobre do que o que os golfinhos e os morcegos usam, mas ninguém tem dúvidas de que os sonares mecânicos e electrónicos requerem design, plano e inteligência.)

Segundo, o grilo supracitado interage com o sistema sonar do morcego de uma forma específica e bem precisa. O texto diz: "O detector é activado pela mesma frequência que o morcego usa para a sua detecção de insectos". Isto é muito importante porque um detector que seja activado com qualquer outra referência seria inútil para este grilo. Tem que ser uma referência própria para o grilo próprio para um morcego próprio.

Dada esta sofisticação, elegância e design, seria de esperar que os evolucionistas evitassem apontar o seu dedo aos criacionistas quando eles usam mais este engenho em suporte da Criação. Mas não o Ludwig. Ele "sabe" muito bem como é que o sonar e o anti-sonar evoluíram. Eis aqui a explicação "científica":

Há grilos que se escapam e morcegos que comem grilos. Os grilos que são comidos e os morcegos que morrem à fome deixam de se poder reproduzir. Cada grilo e morcego descende de antepassados parecidos consigo que, obviamente, se conseguiram reproduzir. E assim por diante.
E pronto. A explicação "científica" do Ludwig para a origem do sonar e do anti-sonar é "os que não morreram, ficaram vivos e tiveram muitos filhinhos e foram felizes para sempre. E assim por diante."

É esta "resposta" realmente capaz de explicar a origem dos sistemas mencionados em cima? Está esta resposta num patamar superior a inferência para o design? Claramente que não, mas nunca ficaríamos a saber disso lendo o post do Ludwig.


Incapaz de explicar de forma científica a origem do sistema sonar dos morcegos (e o detector dos grilos), o Ludwig recorre a caricaturas do Cristianismo (como é normal nos blogs evolucionistas). O que interessa reter da "resposta" do Ludwig é o que já todos sabemos: o evolucionismo não tem resposta científica para a origem dos sistemas da biosfera.

Até os evolucionistas serem capazes de apontar para uma força com capacidade de gerar sistemas de informação, nós vamos continuar a qualificar a sua religião darwinista aquilo que ela realmente é: uma "ciência alternativa construída como forma de se rejeitar a Deus.

sexta-feira, maio 27, 2011

O grilo e o seu alarme ultra-sónico

O morcego voa silenciosamente através da escuridão, invisível para todos menos para aqueles que conseguem detectar o seu radar ultra-sónico. Que hipóteses tem um grilo voador nocturno de escapar aos dentes do morcego?

bat alarmSe estivéssemos no Lugar do Criador, o que é que faríamos para tentar equilibrar a balança e dar algumas hipóteses de sobrevivência ao pobre grilo? A solução mais óbvia é criar o grilo de forma que ele fique sempre "em casa" à noite. Mas esta opção não permitira ter um grilo que consiga fazer vida nocturna. Outra opção seria dar ao grilo a capacidade de ouvir o radar do morcego em acção mas isto por si só não seria suficiente.

A solução que o Criador inventou como forma de preservar a existência do grilo revela mais uma vez a Excelência Criativa de Deus. Ele construiu o grilo com um detector de morcegos mono-celular conectado ao seu sistema nervoso. O detector é activado pela mesma frequência que o morcego usa para a sua detecção de insectos.

Quando o sistema soa o alarme (e é activado), a célula dispara 500 impulsos por segundo (!) o que causa a que o grilo voe em direcção contrária à fonte da frequência ultra-sónica.

"Mas", alega o evolucionista "se o grilo estiver pousado no chão e detectar o ultra-som, isso vai causar a que ele corra de forma desenfreada ou que levante vôo e coloque-se mais vulnerável ao ataque no morcego. Isto é péssimo design!!"

Calma, amigo evolucionista; afinal de contas, "Haveria coisa alguma difícil ao SENHOR?" (Génesis 18:14)

O mais impressionante facto de engenharia biológica àcerca deste detector de morcegos é que ele só funciona se o grilo estiver em pleno vôo - e desde logo, mais vulnerável aos ataques dos morcegos. Quando o insecto está a salvo dos morcegos - a descansar, escondido, a comer ou em higiene pessoal - o sistema de detecção de morcego não dispara nenhum sinal de alarme.

Conclusão:

Esta elegância detalhada colocada dentro dos grilos para a sua protecção (e sobrevivência) é um testemunho poderoso para a preocupação que Deus tem pela vida biológica. Embora a maior parte dos sistemas de defesa das formas de vida só tenham começado a ser usados depois da Queda, Deus, que "chama as coisas que não são como se já fossem" (Romanos 4:17), configurou geneticamente todas estas estruturas logo no princípio da Criação.

O que o ser humano deve levar em conta é: se Deus Se preocupa desta forma com um modesto insecto, quão grande não será a Sua preocupação para com a mais preciosa das Suas criações, nomeadamente, o Homem.

Tenho-vos dito isto, para que em Mim tenhais paz; no mundo tereis aflições, mas, tende bom ânimo, Eu venci o mundo.
João 16:33

Nota: Shreeve, James. 1985. "The great cricket escape." Science 85, May. p. 83.

segunda-feira, abril 25, 2011

Grilos inspiram engenheiros a criar novas formas de comunicação entre robôs

Existe um grilo que vive em grutas que comunica de uma forma peculiar: disparando anéis de ar de alta pressão - mais ou menos como disparar anéis de fumo invisíveis à sua potencial parceira. É um truque que têm inspirado uma forma mais subtil dos robôs comunicarem entre si.

A maior parte das espécies de grilo comunica esfregando as suas patas dianteiras uma contra a outra, mas o grilo das caves africanas, o Phaeophilacris spectrum já não usa este método. Em vez disso, o grilo lança as suas asas para a frente de forma a gerar um vórtice em forma de donut até à potencial parceira.

Uma série de 4 ou 5 destes anéis de vórtice parece ser sinal suficiente para que a fêmea se prepare para o acasalamento. E uma vez que estes anéis são silenciosos, não há o risco de alertar os predadores.

O anel de vórtice é gerado quando ar é ejectado através dum buraco em direção a ar imóvel. Uma região de baixa pressão desenvolve-se em redor dos seus lados fazendo com que as extremidades se encurvem para fora. Vórtices como estes podem viajar distâncias surpreendentemente longas.

Andy Russell, engenheiro na "Monash University" (Clayton, Victoria, Australia) programou dois robôs para se comunicarem usando sequências em código de anéis de vórtice (Robotics and Autonomous Systems, DOI: 10.1016/j.robot.2010.11.002).

Um cone do megafone projectou o ar através duma abertura de 2 centímetros num robô para criar um anel de vórtice que foi detectado por um sensor de pressão colocado num robô à 30 centímetros de distância.

Usando um código binário, um carácter ASCII foi enviado e descodificado a cada 4 segundos.

Russel afirma:

Tal como os grilos das grutas, pode haver alturas em que o robô não queira que a sua comunicação seja interceptada.
Chris Melhuish do "Bristol Robotics Laboratory" (Reino Unido) concorda:
Esta tecnologia pode muito bem ser uma adição útil ao aparato de comunicação dos futuros sistemas robóticos.

Fonte


Aparentemente nenhuma referência foi feita à teoria da evolução, pese embora os evolucionistas nos digam que a "ciência" entrará em "colapso" se nós não ensinarmos às crianças que peixes evoluíram para pescadores.

Reparem numa coisa interessante: este sistema de comunicação gerado pelos engenheiros tem um emissor (o robô que envia o vórtice), um receptor (o robô que recebe e descodifica a mensagem) e mais importante ainda, este aparato tem alguém que define os parâmetros deste sistema de comunicação (os engenheiros que criaram os robôs).

No mundo animal temos o emissor (o macho que gera o vórtice) e o receptor (a fêmea que recebe e descodifica a mensagem). Quem, então, é que gerou as regras e os parâmetros segundo os quais os grilos comunicam um com o outro?

Segundo os evolucionistas, este sistema de informação biológica não tem um Criador, embora todos os outros sistemas de informação conhecidos pelo homem tenham SEMPRE um criador. A informação em código tem sempre uma causa inteligente. Se nós encontramos sistemas que funcionem a partir de informação em código na natureza. é por demais aparente que tal sistema foi feito por Alguém.

Os evolucionistas ateus não gostam deste tipo de extrapolação porque isto demonstra de forma clara que a vida tem Um Criador. Mas nós Cristãos não vamos cair nos seus erros. O sistema de comunicação dos grilos africanos é mais uma evidência poderosa para o Criador.

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