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quinta-feira, março 22, 2012

Será que Richard Dawkins tem o gene escravagista?


Aparentemente Richard Dawkins é apenas o último da longa linha de idiotas socialmente destrutivos com o nome de Dawkins , visto que já há um Dawkins do lado errado da História há séculos.

Ele faz campanha contra os "males da religião" e lecciona o mundo inteiro em torno da alegadas "virtudes" do "ateísmo". Agora, Richard Dawkins, o grande activista secularista que visa acabar com a "intolerância e o sofrimento" tem que enfrentar uma revelação embaraçosa: ele é descendente de donos de escravos e o erário familiar foi comprado com a fortuna parcialmente adquirida com o trabalho forçado.

Um dos seus antepassados, Henry Dawkins, acumulou tanta riqueza que, aquando da sua morte (1744), a sua família possuía 1013 escravos na Jamaica.

A propriedade da família Dawkins, que consiste em 400 acres perto de Chipping Norton, Oxfordshire, foi parcialmente comprada com a riqueza acumulada através da plantação de açúcar e posse de escravos.

As posses em Norton Park, herdadas pelo pai de Richard Dawkins, não só continuam na família como têm o activista do neoateísmo como accionista e director de negócios associados.

No ano de 1796 o filho mais velho, James Dawkins (1760-1843), votou contra a proposta de Wilberforce em abolir a escravatura, ajudando a derrotar a medida pela margem de 4 votos. Em 1807 ele fez parte dum pequeno grupo de intransigentes que se opôs à "Slave Trade Act", que aboliu a escravatura no Império Britânico

Acredita-se que ele tenha sido um dos 18 MPs que suportou uma emenda que visava adiar a implementação do Slave Trade Act por 5 anos. Foram derrotados pelos votos de 174 MPs.

Em assuntos envolvendo a religião, James Dawkins foi um forte oponente do "alívio Católico", uma das medidas que removeu as restrições à adoração, posse de propriedade e direitos eleitorais dos Católicos.

* * * * * * * * * * *

Coitadinho do Richard Dawkins. Afinal o seu comportamento anti-social é apenas consequência dos genes escravagistas e intolerantes que ele herdou dos seus antepassados. Ele não em culpa de agir assim; os seus genes é que o forçam a ser assim.

"As vossas iniquidades, e juntamente as iniquidades dos vossos pais, diz o Senhor, que queimaram incenso nos montes, e me afrontaram nos outeiros; pelo que, lhes tornarei a medir as suas obras antigas no seu seio." Isaías 65:7


terça-feira, agosto 09, 2011

O impacto dum pai na vida do filho

terça-feira, maio 17, 2011

Mulher em período fértil atrai solteiros e repele casados

Parece que a bioquímica feminina foi feita para atrair o homem e vice versa. Mais uma evidência científica que demonstra que a naturalidade sexual é homem + mulher, e não homem + homem ou mulher + mulher.

Uma nova pesquisa joga um balde de água fria em quem justifica a infidelidade como "natural". Segundo um experimento da Universidade da Flórida, a fidelidade também pode ser explicada pela biologia.

Os coordenadores do estudo, Saul Miller e Jon Maner, mostraram que sinais de que uma mulher está em período fértil, como mudança de cheiro, são percebidos pelo homem. Mas, se ele for comprometido, em vez de atração, ele tende a rejeitar os sinais em uma desconhecida.

PICO FÉRTIL

Pesquisas anteriores já apontaram a relação entre pico fértil da mulher e resposta masculina. Um estudo feito em 2007 com dançarinas de striptease mostrou que as gorjetas aumentavam quando elas estavam ovulando.

"No pico de fertilidade, o aumento do estrogênio deixa a mulher mais lubrificada, com mais brilho na pele. O cheiro do corpo também muda de forma sutil, mas que é percebida pelo homem", diz a endocrinologista Vânia Assaly, membro da International Hormone Society.

A reação fisiológica do macho é responder com excitação sexual e partir para o bote. Mas, se isso significa pular a cerca, outras reações biológicas podem entrar em jogo, especulam pesquisadores.

No trabalho da Flórida, uma jovem frequentou o laboratório de psicologia social por vários meses. Os homens participantes classificaram o grau de atratividade da moça. A maioria dos desimpedidos a considerou mais atraente nos períodos férteis. Os que estavam em relacionamentos românticos a acharam menos atraente justamente nessas fases.

"Parece que os homens estavam de fato tentando afastar qualquer tentação que pudessem sentir diante da mulher que estava ovulando", disse o psicólogo Maner.

Para Assaly, isso mostra como condições sociais modulam a ação hormonal.

"A presença da mulher fértil aumenta a produção de hormônios sexuais no homem, como testosterona.

Mas a consciência e a memória desencadeiam a produção de outros hormônios, como ocitocina, que trabalham contra a ameaça ao vínculo amoroso."

Para o psiquiatra Luiz Cushnir, do grupo de estudos de gêneros do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas de São Paulo, o maior valor desse tipo de pesquisa é possibilitar reflexões.

"Relacionamentos são multifatoriais e o ser humano tem grande repertório emocional, ao contrário dos animais. Valores socioculturais influenciam a resposta sexual e podem ter repercussão bioquímica. Mas não dá para reduzir tudo à biologia."

(Fonte)

terça-feira, março 08, 2011

Ciência: abstinência antes do casamento melhora vida sexual

"Fugi da prostituição. Todo o pecado que o homem comete é fora do corpo; mas, o que se prostitui peca contra o seu próprio corpo."
1 Cor 6:16

"Mas, por causa da prostituição, cada um tenha a sua própria mulher, e cada uma tenha o seu próprio marido."
1 Cor 7:2



Pessoas que praticaram abstinência até a noite do casamento deram notas 22% mais altas para a estabilidade do relacionamento que as demais

Casais que esperam para ter relações sexuais depois do casamento acabam tendo relacionamentos mais estáveis e felizes, além de uma vida sexual mais satisfatória, segundo um estudo publicado pela revista científica Journal of Family Psychology, da Associação Americana de Psicologia.

Pessoas que praticaram abstinência até a noite do casamento deram notas 22% mais altas para a estabilidade de seu relacionamento do que os demais.

As notas para a satisfação com o relacionamento também foram 20% mais altas entre os casais que esperaram, assim com as questões sobre qualidade da vida sexual (15% mais altas) e comunicação entre os cônjuges (12% maiores).

Para os casais que ficaram no meio do caminho - tiveram relações sexuais após mais tempo de relacionamento, mas antes do casamento - os benefícios foram cerca de metade daqueles observados nos casais que escolheram a castidade até a noite de núpcias.


Mais de duas mil pessoas participaram da pesquisa, preenchendo um questionário de avaliação de casamento online chamado Relate, que incluía a pergunta "Quando você se tornou sexualmente ativo neste relacionamento?".

Religiosidade

Apesar de o estudo ter sido feito pela Universidade Brigham Young, financiada pela Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, também conhecida como Igreja Mórmon, o pesquisador Dean Busby diz ter controlado a influência do envolvimento religioso na análise do material.

"Independentemente da religiosidade, esperar (para ter relações sexuais) ajuda na formação de melhores processos de comunicação e isso ajuda a melhorar a estabilidade e a satisfação no relacionamento no longo prazo.

"Há muito mais num relacionamento que sexo, mas descobrimos que aqueles que esperaram mais são mais satisfeitos com o aspecto sexual de seu relacionamento."

O sociólogo Mark Regnerus, da Universidade do Texas, autor do livro Premarital Sex in America, acredita que sexo cedo demais pode realmente atrapalhar o relacionamento.
"Casais que chegam à lua de mel cedo demais - isso é, priorizam o sexo logo no início do relacionamento - frequentemente acabam em relacionamentos mal desenvolvidos em aspectos que tornam as relações estáveis e os cônjuges honestos e confiáveis."

(Fonte)
Como seria de esperar, a proibição que Deus impôs aos seres humanos de se coibirem de ter relações sexuais antes do casamento, é um mandamento que visa a nossa satisfação - e não algo que é apenas um desejo arbitrário por parte do Criador.

Tudo aquilo que Deus nos proíbe de fazer é para o nosso próprio bem. Quanto mais cedo olharmos para os Mandamentos de Deus como Mandamentos de Alguém que só quer o nosso bem, mais cedo nós nos condicionamos para sermos aquilo que Deus sempre quis que fossemos: mais do que vencedores (Romanos 8:37).

Outra coisa que se pode deduzir desta notícia é que, mais uma vez, aqueles que defendem o "sexo livre" promovem comportamentos que reduzem as hipóteses de termos um casamento realizador ao nível sexual e emocional.

1 Tessalonicenses 4
1. Finalmente irmãos, vos rogamos e exortamos no Senhor Jesus, que assim como recebestes de nós, de que maneira convém andar e agradar a Deus, assim andai, para que abundeis cada vez mais.

2. Porque vós bem sabeis que mandamento vos temos dado pelo Senhor Jesus.

3. Porque esta é a vontade de Deus, a vossa santificação: que vos abstenhais da prostituição.

Hebreus 13
4. Venerado seja entre todos o matrimónio e o leito sem mácula; porém aos que se dão à prostituição e aos adúlteros Deus os julgará.

Vêr também:

1. Vida sexual + relacionamento sério = satisfação

2. Benefícios da Abstinência

3. O Insucesso Dos Métodos Humanos

4. Distribuição de preservativos ineficaz no combate as DSTs

5. “Só os castos são fortes”

6. Provincia chinesa combate promiscuidade usando material cristão

7. Feminista: Porque é que os homens não se querem casar com mulheres promíscuas?

8. Coabitação Prenupcial Pode Estragar Casamento

9. Como combater a epidemia de DST: Seguir a Bíblia

sábado, fevereiro 19, 2011

Casamento é bom para saúde física e mental

Tendo isto em conta, pensemos em todas aquelas ideologias que visam destruir uma instituição que Deus instalou logo no 2º Capítulo da Bíblia. Tal é a sua importância.


Antes de dizer não ao casamento e viver como um solteiro convicto, saiba que casamentos podem ser bons para a saúde. Uma pesquisa recente mostrou que relacionamentos seguros e duradouros são bons para a saúde mental e física. E mais, os benefícios aumentam com o passar do tempo.

O estudo da Universidade Cardiff (Reino Unido) sugere que os casados vivem mais do que os solteiros em média. Os pesquisadores descobriram que as mulheres, quando casadas, têm melhor saúde mental. Já os homens de aliança têm vantagem física. O estado físico dos homens melhora provavelmente pela influência positiva da parceira no estilo de vida.

No campo mental, as mulheres ficam melhores possivelmente pela grande importância dada ao relacionamento, de acordo com os pesquisadores. Mas nem tudo são flores no mundo dos relacionamentos, o estudo menciona evidências de que relacionamentos na adolescência estão associados com sintomas depressivos. E não ache que todos os relacionamentos sejam bons para a saúde, os pesquisadores também dizem que os solteiros têm melhor saúde mental do que pessoas em relacionamentos tensos.

(Galileu)

Nota: Deus sempre sabe o que faz! Gênesis 2:24.[MB]

sábado, janeiro 29, 2011

Tribunal Esquerdista Sueco Sentencia Casal a 9 Meses de Prisão por Disciplinar os Seus Filhos

Há cinco instituições da cultura ocidental que impedem (ou atrasam significativamente) o avanço o comunismo:

1. O Judaico-Cristianismo

2. A família nuclear

3. A lei romana

4. A filosofia grega, na sua busca pela verdade

5. O patriotismo.

Esta notícia reportada no blog do perseguido Júlio Severo é uma instância onde os líderes esquerdistas da Suécia usam as leis (que eles mesmos criaram) para destruírem a família e colocarem as crianças debaixo da alçada do Estado. Deste modo fica mais fácil indoutrinar as novas gerações.

Ênfase adicionado.

Hilary White
KARLSTAD, Suécia, 30 de novembro de 2010 (Notícias Pró-Família) — Um tribunal regional da Suécia sentenciou um casal a nove meses de cadeia para cada um e os multou o equivalente a 10.650 dólares depois que eles confessaram que batiam em três de seus quatro filhos como parte normal de seus métodos de educar e disciplinar filhos. Em 1979, a Suécia tornou crime os pais aplicarem castigo físico nos filhos, uma medida que foi o primeiro passo, de acordo com um advogado de direitos dos pais nos EUA, para o Estado sueco praticamente se apoderar de toda a autoridade e direitos dos pais.
Documentos do tribunal, citados pela Televisão Sveriges, disseram que os pais, cujos nomes não foram divulgados na imprensa, “explicaram que haviam usado o que eles mesmos descreviam como bater e castigo físico como parte de seus métodos de criar os filhos”.
Os documentos disponibilizados não dão nenhuma indicação de que os pais cometiam abusos, e o tribunal ainda comenta que os pais “tinham um relacionamento de amor e cuidado com os filhos”.
Apesar disso, os pais foram mandados para a prisão e multados em 25.000 coroas suecas para cada um dos “filhos afetados”. Os filhos foram enviados para um orfanato sustentado pelo Estado, onde estão desde junho deste ano, e Mike Donnelly, diretor de relações internacionais da Associação de Defesa Legal da Educação Escolar em Casa (ADLEEC), que tem sede nos EUA, disse para LifeSiteNews.com que é “extremamente improvável” que os filhos sejam devolvidos para sua família.
Donnelly disse que esse caso é típico dos casos de muitas famílias com valores tradicionais na Suécia: “Na área de direitos da família na Suécia, as coisas realmente não estão indo bem ali”.
Embora a ADLEEC não defenda uma posição oficial sobre o uso de castigo físico, Donnelly disse que claramente cabe aos pais decidirem se o castigo físico é uma forma apropriada de disciplina.
“Os pais se tornaram meros funcionários do governo, tendo o Estado sueco se apossado diretamente da função deles”, Donnelly disse. “E esses pais foram presos por fazerem o que nos EUA seria perfeitamente normal”.
Noventa por cento das crianças suecas estão em creches financiadas pelo governo desde idades bem novas, até mesmo bebês de um ano e meio, disse ele. É a posição do Estado que os pais sejam dominados pelo Estado em áreas de criação de crianças, disse ele.
Donnelly disse, porém, que os melhores interesses das crianças não são a prioridade mais elevada do Estado. “Daí, eles pegam essas crianças que têm um relacionamento de amor e carinho com seus pais e as mandam para orfanatos, e jogam os pais na cadeia por nove meses”.
Donnelly citou o caso agora famoso de Domenic Johansson, o menino que foi arrancado dos pais por funcionários do governo porque seus pais estavam lhe dando aulas escolares em casa, um ato que também é ilegal na Suécia.
“Moral da história: não vá para a Suécia. Não mude para lá, se quiser ter uma família normal”.
Informações de contato:
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Tel:+55-61-3442 52 00
Tel emergência:+55- 61-8127 42 69
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Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
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quarta-feira, janeiro 19, 2011

Antonio Gramsci e sua influência na revolução cultural de nossos tempos

*Tradução de Renato Salles

A DEGRADAÇÃO DA CULTURA E DOS VALORES EM NOSSO TEMPO

A degradação da cultura e dos valores em nosso tempo, na busca de um pensamento Único e de uma Nova Ordem Mundial formam parte de uma inteligente estratégia desenhada por Antonio Gramsci (1891-1937).

1.- QUEM FOI ANTONIO GRAMSCI?

Foi um pensador e político italiano, um dos fundadores do Partido Comunista italiano.

Nasceu em Sardenha no ano de 1891 de família muito humilde. Estudante universitário em Turim de 1911 a 1914. Abandonou por problemas de saúde. Em 1919, junto com Palmiro Togliatti, fundou o diário ORDINE NUOVO, que logo foi órgão do partido comunista italiano fundado por ele em 1921.

1921-1924: trabalhou em Moscou e Viena para a II Internacional Socialista.

1925: De volta a Roma enfrenta a ditadura de Benito Mussolini. Foi preso em 1926 e encarcerado em 1928.

1928-1937: Do cárcere difundiu suas idéias revolucionárias através de cadernos manuscritos que só depois de sua morte se deram a conhecer com o nome de Cadernos do Cárcere (1948 e 1951)

Em 27 de abril de 1937 morreu no hospital da cadeia em Roma.

2.- A ESTRATÉGIA GRAMSCIANA

Gramsci sustentava que nenhuma ideologia poderia impor-se pela força. Toda revolução violenta gera, como resposta imediata, uma contra-revolução que debilita e até pode superar a força da primeira. Toda mudança exige uma mentalização prévia que adube a terra onde a mudança deve florescer. O ideal marxista não escapava a essa regra.

Por isso desenhou sua estratégia do seguinte modo:

Para impor uma mudança ideológica era necessário começar por conseguir a modificação do modo de pensar da sociedade civil (povo ou habitantes de um determinado país) através de pequenas mudanças realizadas ao longo do tempo no campo da cultura. Havia que construir um NOVO PENSAMENTO. Criar o que ele chamava o SENTIDO COMUM do povo, entendido como o modo comum de pensar do povo que historicamente prevalece entre os membros da sociedade. Havia que conseguir que a sociedade civil alcançasse um novo modo de “ver a vida e seus valores”. Para Gramsci, isto era mais importante e prioritário que alcançar o domínio da sociedade política. (conjunto de organismo que exercem o poder nos campos jurídico, político e militar).

Para conseguir que a sociedade civil (o povo soberano, a opinião publica) chegasse a ter um modo comum de sentir e pensar (sentido comum), era necessário apropriar-se dos ORGANISMOS E INSTITUIÇÕES onde se desenvolvem os valores e parâmetros culturais: MEIOS DE COMUNICAÇÃO, UNIVERSIDADE, ESCOLA E ARTES. Para ali havia que apontar. Com paciência, com o passar do tempo, educando as novas gerações desde sua infância. (Ex: A CHINA de Mao; a CUBA de Fidel Castro).

Depois de cumprido este processo ao longo dos anos, a consecução do poder político cairia por seu próprio peso, sem revoluções armadas, sem resistências nem contra-revoluções, sem necessidade de impor a NOVA ORDEM pela força, já que a mesma teria consenso geral.

3.- OBSTÁCULOS A SUPERAR PARA O ÊXITO DO PROCESSO GRAMSCIANO

O mesmo Gramsci assinalou que, para que o processo tivesse êxito, havia que rifar 2 obstáculos:

A IGREJA CATOLICA E A FAMILIA.

3.1. POR QUE A IGREJA CATOLICA? Porque Gramsci pensava que a razão da permanência da Igreja através dos séculos se apoiava nos três pontos seguintes:

a) a profissão de uma fé firme e inquebrantável, sem concessões e na constante repetição dos mesmos conteúdos doutrinais. Deste modo, [a Igreja] pôde conseguir um forte sentido comum (modo de pensar) no povo através dos séculos.

b) Haver conseguido amalgamar em seu seio tanto o povo analfabeto, a classe media e a elite intelectual própria. Com efeito, nenhuma filosofia imanentista, incluindo o marxismo, havia conseguido unir em um mesmo sentido comum ou crença, os intelectuais e o povo, os doutrinários e os praticantes, os expertos e os neófitos (ou “iniciados”). Gramsci, nisso, invejava a Igreja.

c) Por último, enquanto o marxismo exigia ao homem lutar para o êxito de uma sociedade sem classes aqui e agora, porque com a morte terminava tudo, a Igreja havia conseguido convencer o homem para a transcendência, ao mais além, e com isso não somente havia dado uma resposta ao sentido da vida como também ao sentido da morte.

3.2.-POR QUE A FAMILIA? Está claro que se a estratégia consistia na formação de um modo de pensar através da educação nos novos valores revolucionários, a família, primeira educadora do homem desde seu nascimento e durantes os primeiros e cruciais 5 anos de vida, era um incômodo intolerável.

4.- ESTRATÉGIA PARA SUPERAR ESTES OBSTÁCULOS SEGUNDO GRAMSCI

4.1. DESPRESTIGIAR A IGREJA, ao máximo possível com a desqualificação de sua doutrina (“a religião é o ópio dos povos”) e de seus membros hierárquicos (clero e vida consagrada).

4.2. DESTRUIR A FAMILIA, apresentado-a como uma instituição do passado, já superada, incapaz de educar. Retirando os filhos precocemente da influência de seus pais, mediante a educação massiva na “nova cultura”. (Experiência das granjas coletivas ou educação à distância). A intervenção na educação dos aspectos fundamentais de sua vida, desde a escola e sem a participação dos pais. Procurando que, pela ausência dos pais diante de compromissos de trabalho inescapáveis, os filhos fiquem sob a influência da educação dos contra-valores através da televisão.


5. ALGUMAS CONSEQÜÊNCIAS SOCIOCULTURAIS DA VIGÊNCIA FÁTICA DO GRAMSCISMO

Não podemos deixar de reconhecer “que muitos dos esforços e previsões deste político e filósofo sardo, se foi materializado de forma tal, que hoje são elementos que formam parte já da atmosfera comum que respiramos. Há uma inocultável hegemonia secularista que satura a mentalidade de grandes segmentos da sociedade atual – para além de opiniões políticas e variantes de países, regiões e cidades - e vai possibilitando, dia após dia, que o que antes era visto como inaceitável, negativo ou inclusive aberrante, se veja como “normal”, positivo e até elogiável, em mais de uma ocasião.

Vejamos alguns exemplos facilmente constatáveis: Gramsci postulava que da única realidade que se pode (e se deve) falar, é a “daqui embaixo” (fecha-se em um imanentismo total), que os escritores e os pensadores secularistas deviam hegemonizar os meios massivos de comunicação (basta ligar a televisão, escutar certos programas de radio ou debruçar-se sobre qualquer banca de jornal), que se tinha que acabar com o prestígio dos autores, instituições, meios de comunicação ou editoriais fieis aos valores da tradição, opostos aos desígnios dos secularistas, laicistas e “modernizantes”.

Inclusive, Gramsci previu a defecção de numerosos “católicos” que, deslumbrados pela utopia secularista, haviam de aceitar as diversas formas de “compromisso histórico”. O agudo intelectual italiano sabia bem que, se obtinham maiores ganhos por estas vias graduais, de lenta mas contínua transformação da mentalidade que pela via de uma perseguição aberta. Toda uma hábil guerra de posição estrategicamente concebida e executada. E muito mal entendida e enfrentada por quem estaria obrigado a fazê-lo.

Pareceria que vivemos em um mundo desenhado (e à medida de) Gramsci: se foi invertido os valores morais e políticos, se busca “desierarquizar” tudo o que é valioso, se exalta tudo que seja ou implique “horizontalismo”, se “desconstrói” o são pensamento filosófico e teológico, de forma tal que fica “pulverizado” em uma multidão de novas ideologias e “filosofias” cujo só empenho é “desmistificar”, “secularizar”, “dessacralizar”.

Seguramente se comprazeria – e muito- Antonio Gramsci ao ver em pleno processo de realização (atualização, diria Gentille) algo que alguma vez “profetizou”: o fim da religião teria que ocorrer por “suidicio”, ao diluir-se os limites da Cristandade com respeito ao mundo moderno. Enquanto uns recordam que o que está acontecendo é uma “cristianização do mundo”, o que na realidade se está dando é justamente o contrário: segmentos consideráveis de “cristãos” se mundanizam, adotando os parâmetros e critérios próprios de uma mentalidade totalmente inserida em uma cosmovisão intramundana e secularista. Ainda que nem sempre neguem explicitamente, vivem como se o mundo transcendente não existisse, como se tudo começasse e terminasse “aqui em baixo”.

O programa era (e é) bem claro: “conseguir o desprestígio da classe hegemônica, da Igreja, do exército, dos intelectuais, dos professores, etc. Haverá inclusive que hastear as bandeiras das liberdades burguesas, da democracia como brechas para penetrar na sociedade civil. Haverá que apresentar-se maquiavelicamente como defensor destas liberdades democráticas, mas sabendo muito bem que as considera tão só como um instrumento para a marxisação geral do sentido comum do povo” [8].

Outro lamentável fato facilmente constatável em diversos ambientes culturais do Ocidente, sobre tudo latino e latinoamericano, é o que se foi dado a chamar a “traição dos intelectuais”. Isto foi conseguido por diferentes vias, seja mediante favores, concessão de prebendas e bajulações de todo tipo, ou bem mediante a tática oposta, que é a seguida por intelectuais e professores que não se dobram antes as formas de cooptação; para eles estão a pressão, a chantagem, a ameaça e o boicote quando não o desprestígio, a calunia e a difamação.

E é que na estratégia gramscista o quebrantar de um modo ou outro ao intelectual opositor é fundamental: ouçamos de novo ao Padre Sáenz: “Gramsci considera que se ganhou uma grande batalha quando se consegue a defecção de um intelectual, quando se conquista a um teólogo traidor, um militar traidor, um professor traidor, traidor de sua cosmovisão... Não será necessário que estes “convertidos” se declarem marxistas ; o importante é que já não são inimigos, são aceitáveis para a nova cosmovisão. Daí a importância de ganhar-se os intelectuais tradicionais, que, aparentemente colocados por cima da política, influem decisivamente na propagação das idéias, já que cada intelectual (professor, periodista ou sacerdote) arrasta atrás de si um número considerável de prosélitos” [9].

O que na mentalidade predominante de nossos dias prevalece a nível popular o “da igualdade de qualquer religião”, “tudo é segundo como você vê”, “faz o que quiser desde que seja autêntico”, “agora tudo é permitido”, e já a nível filosófico o “não há natureza humana senão história”, “eu me dou minha própria essência”, “não há ser, senão tão somente o devir, ou inclusive, devires”, “não há verdade, tudo se reduz a multiplicidade(s)”, “não há escritor, somente texto”, “não há sujeito, senão estruturas epistêmicas”, e outras sandices e disparates do estilo (o catalogo, é inesgotável), quer dizer que um gramsciano camuflado, em invisível aliança (deliberada ou não) com o movimento New Age e outras inefáveis aderências, segue-se impondo em toda linha, para além das cada vezes mais escassas menções públicas deste autor, tanto por parte de quem o apóiam como por parte de seus detratores.”

Como vimos, o gramscianismo representa o mais agressivo, caustico e dissolvente ataque contra toda forma de religião transcendente e em particular contra o catolicismo. Muita da descristianização atual obedece em boa parte à ação destrutiva e semi-oculta dos “intelectuais orgânicos” a la Gramsci, estrategicamente situados, cuja ação toda se encontra encaminhada à “mutação do sentido comum” teísta e cristão a fim de que tenha direito o seu oposto.

Isso implica seu projeto de “decomposição interna do catolicismo” de “fazer assaltar a Igreja desde dentro” e de liquidar totalmente o “antigo conceito do mundo” inserido na cultura cristã-católica.

Finalmente, é míster assinalar que poucas coisas contribuem tanto ao avanço do secularismo como a defecção de teólogos, professores, pensadores, periodistas ou escritores. Pelo qual deverão pensar em congruência com os princípios dizem professar mas, não menos importante, também deverão levar uma vida coerente que não desvincule e incomunique as distintas dimensões da vida humana. “Quem não vive como pensa, acabará pensando como vive”.

Fonte do espanhol:

http://www.conviccionradio.cl/neomarxismo/antonio-gramsci-y-su-influencia-en-la-revolucion-cultural-de-nuestro-tiempo.html

sábado, janeiro 01, 2011

Suécia: o exemplo “perfeito”

Julio Severo

Um polêmico projeto de lei, que proíbe os pais de disciplinar os filhos, foi aprovado por uma comissão da Câmara dos Deputados em Brasília. Segundo a autora socialista do projeto, uma surra ou palmada corretiva numa criança teimosa, desobediente e rebelde equivale à violência, e ela quer que o governo aja com força contra os pais disciplinadores.

Para ela, a disciplina física é uma das causas da violência na sociedade, levando as crianças a um comportamento agressivo.

Se a disciplina conduz à violência, então a proibição à disciplina produzirá uma sociedade totalmente pacífica e feliz, onde tudo é resolvido na base do diálogo. Para provar essa teoria, a deputada socialista precisaria de um bom exemplo. E ela conseguiu!

Para defender o projeto antidisciplina durante os debates na Câmara dos Deputados, veio ao Brasil o sr. Peter Tamm. Ele viajou da Suécia para o Brasil especialmente para garantir a vitória do projeto socialista.[1]

Por influência da ONU, a Suécia foi o primeiro país do mundo a proibir os pais de aplicar castigos físicos nos filhos, em 1979. Os defensores suecos dos “direitos” das crianças alegavam que com tal lei a sociedade seria livre de violência, principalmente nos lares.

A lei então se fortaleceu tanto que hoje a simples atitude de um pai ou mãe mandar o filho para o quarto ou levantar a voz para os filhos pode ser motivo de denúncia criminal. Qualquer filho pode denunciar os pais, na escola ou outro lugar. Uma simples discussão com um filho pode fazer com que os pais acabem tendo de enfrentar as autoridades! Na Suécia, não são os filhos que são disciplinados. São os pais.

O sr. Peter Tamm relatou à comissão da Câmara dos Deputados a experiência da Suécia em leis contra a disciplina e aconselhou os deputados a aprovar semelhantes leis no Brasil. O Brasil, segundo ele, precisava imitar as maravilhas do paraíso sueco. Os deputados precisavam aprovar o projeto da deputada do PT.

À primeira vista, pareceria estranho que uma deputada socialista precisasse da ajuda do modelo de uma nação européia na aprovação de uma lei no Brasil. Ela poderia ter utilizado o exemplo de uma nação declaradamente socialista.

Mas ela preferiu a Suécia, um país com aparência capitalista, mas que na verdade é o país que possui a forma mais moderna e perigosa de socialismo “democrático”.

As aparências enganam. Enganam mesmo. Quem olha para o Brasil do exterior, só vê praias, Carnaval, samba e futebol. Parece um paraíso. Quem ouviu o sueco na comissão da Câmara dos Deputados, também achou que a Suécia é um paraíso! Com tal exemplo sueco, os deputados não hesitaram em aprovar o projeto socialista.

Se a própria aparência do Brasil no exterior não é o que se vê, então qual é a realidade da Suécia? Como é o paraíso sueco?

  • A Suécia tem um dos mais elevados índices de aborto da Europa.[2]

  • A Suécia tem um dos mais elevados índices de gravidez entre adolescentes.[3]

  • O índice de casamentos suecos é um dos mais baixos do mundo, e o número de divórcios vem aumentando.[4]

  • Na Suécia, pouquíssimas famílias querem filhos. O índice de natalidade sueco é um dos mais baixos do mundo.[5]

  • A Suécia está entre os países em que há mais crimes violentos no mundo.[6]

  • O uso de drogas é abundante e o número de overdoses fatais dobrou nos dez anos passados.[7]

  • Os roubos são tantos que os cidadãos pararam de fazer boletim de ocorrência, pois a polícia sueca está sobrecarregada e não consegue investigar tudo.[8] Só entre 1950 e 2000, o índice de roubos aumentou 3.604 por cento.[9]

  • Os ataques aos transportes monetários são tão freqüentes que as empresas transportadoras estão ameaçando parar.[10]

  • A Suécia tem hoje um dos mais elevados índices de estupro do mundo.[11] Entre 1950 e 2000, o índice de estupros na Suécia cresceu 356 por cento. No mesmo período, todos os crimes aumentaram 424 por cento.[12] Está também aumentando o número de estupros cometidos por muçulmanos.[13]

Esse é o paraíso sueco.

Por que as autoridades suecas não tomam medidas duras contra os estupradores muçulmanos em seu país? Porque tais medidas poderiam atrair a retaliação dos países muçulmanos onde empresas suecas têm grandes negócios.

Assim, proteger os interesses financeiros das grandes empresas suecas é mais importante do que aplicar a justiça contra a onda covarde de estupros muçulmanos contra moças suecas.

Embora os imigrantes muçulmanos na Suécia estejam recebendo farta tolerância, os evangélicos suecos estão sofrendo repressão. Em

2004, o pastor pentecostal Ake Green foi sentenciado à prisão pelo “crime” de pregar trechos da Bíblia contra o homossexualismo.[14]

Um dia depois da condenação do Pr. Green, a polícia apareceu de surpresa na casa do evangélico

Leif Liljeström, sem nenhum mandado, e prendeu-o, levando-o à delegacia e confiscando seu computador — só porque ele declarou pela Internet que a sodomia é pecado.[15] Em 2004, outro pastor evangélico da Suécia, Ulf Ekman, foi perseguido pelas autoridades por pregar contra o homossexualismo.[16] Desde então, os pastores suecos têm procurado evitar mencionar os trechos da Bíblia sobre o homossexualismo.

Em contraste, um juiz do Supremo Tribunal da Suécia esteve envolvido num episódio escandaloso: Ele foi pego tentando pagar para ter sexo com um rapaz.[

17] Sua exploração homossexual não sofreu importunação das autoridades suecas.

A lei sueca é dura e inflexível contra os pais que tentam disciplinar os filhos, mas é tolerante com adultos que buscam sexo homossexual com rapazes.

As autoridades suecas assim ignoram os crimes de violação dos direitos humanos das jovens suecas cometidos por muçulmanos e toleram tentativas de abuso homossexual contra menores, mas não ignoram, de modo algum, uma pregação evangélica contra o pecado homossexual, nem toleram que um pai ou uma mãe discipline seus filhos.

Preciso fazer uma pergunta aos deputados federais. A maioria deles, na comissão da Câmara dos Deputados que debateu a proibição da disciplina, aceitou a apresentação bela e maravilhosa que o cidadão sueco fez de seu país nessa questão.

Pergunto:

Vocês querem que o Brasil vire uma Suécia, onde as autoridades ignoram os crimes reais, mas tratam como crime a disciplina física e a pregação de um pastor contra o pecado homossexual?

É esse tipo de “paraíso” que vocês querem para o Brasil?

Outros artigos de Julio Severo sobre a questão da disciplina:

O abuso estatal contra a ordem familiar

Quando um pai não disciplina o próprio filho

Artigos sobre perseguição contra os cristãos suecos:

Aconteceu em 2002: Suécia Adota Medidas para Tornar Crime a Oposição ao Homossexualismo

Aconteceu em 2004: Pastor Sueco é Condenado à Prisão por Pregar sobre o Homossexualismo

Aconteceu em 2004: Pastor Processado por Alegado Discurso Discriminatório Encoraja a Igreja a Evitar a Timidez

Aconteceu em 2005: Pastor Sueco Vence Processo que o Condenava por Crime de Preconceito Homossexual

Supremo Tribunal da Suécia Reverá Decisão que Inocentou Pastor Condenado por “Crime de Preconceito” por Pregar contra o Homossexualismo

Julgamento de Pastor Sueco Acusado de Crime de Ódio contra os Homossexuais Utilizado como Oportunidade para Evangelizar

Pastor Sueco É Inocentado da Acusação de Discurso de Ódio contra os Homossexuais

Fonte: www.juliosevero.com.br

Notas:

[1] http://www.camara.gov.br/internet/agencia/materias.asp?pk=59530&pesq=Tamm|

[2] http://www.cwfa.org/articledisplay.asp?id=1546&department=CWA&categoryid=life

[3] http://www.cwfa.org/articledisplay.asp?id=1546&department=CWA&categoryid=life

[4] http://www.family.org/cforum/fnif/news/a0037462.cfm

[5] http://www.frc.org/get.cfm?i=IF04G01

[6] http://www.wnd.com/news/article.asp?ARTICLE_ID=21902

[7] http://www.afa.net/clp/GetArticle.asp?id=63

[8] http://www.afa.net/clp/GetArticle.asp?id=63

[9] http://www.wnd.com/news/article.asp?ARTICLE_ID=47735

[10] http://www.afa.net/clp/GetArticle.asp?id=63

[11] http://www.afa.net/clp/GetArticle.asp?id=63

[12] http://www.wnd.com/news/article.asp?ARTICLE_ID=47735

[13] http://www.jihadwatch.org/dhimmiwatch/archives/009563.php

[14] http://www.akegreen.com/

[15] http://www.prayforsweden.com/

[16] http://juliosevero.blogspot.com/2004/10/pastor-sueco-perseguido-incentiva-os.html

domingo, dezembro 26, 2010

Os planos do lobby homossexual para a família tradicional

O homossexual José Carlos Malato não gosta que os pais cristãos eduquem os seus filhos de acordo com as suas convicções religiosas e por isso ele diz:
Daqui a 40 anos talvez saia uma outra resolução qualquer, emanada de outro organismo qualquer, que advirta os pais [das crianças, em geral *] do perigo de educarem os seus filhos em conformidade com as suas convicções religiosas antes de os pequenos conseguirem pensar e decidir pela sua própria cabeça.

Quando isto acontecer, metade dos problemas que hoje afligem o mundo estarão resolvidos. De verdade.
(Fonte)

O homossexual José Carlos Malato infelizmente não diz o porquê de ser um "perigo" pais educarem os seus próprios filhos em conformidade com as suas próprias convicções. Supostamente isto acontece porque as convicções da maioria dos pais contradiz o estilo de vida "alternativo" que Malato leva. Ele não diz também o porquê dos pais só poderem educar os seus filhos depois destes "conseguirem pensar e decidir pela sua própria cabeça".

O homossexual José Carlos Malato não diz exactamente com que idade é que os filhos já pensam pela própria cabeça - e desde logo, já podem receber educação religiosa pelos pais que pagam as suas contas, lhes alimentam e lhes dão cuidados médicos.

Não se sabe também como é que o homossexual José Carlos Malato sabe que "metade dos problemas que hoje afligem estarão resolvidos" quando os pais deixarem de educar os seus próprios filhos antes destes "conseguirem pensar pela sua própria cabeça". Será que a fome em África será resolvida se os pais deixarem de falar de Deus aos seus filhos antes destes "conseguirem pensar pela sua própria cabeça"? Será que a epidemia de SIDA entre os homens homossexuais será resolvida?

Uma coisa no entanto podemos dizer em relação ao homossexual José Carlos Malato: para além dos seus vastos conhecimentos em educação infantil, ele parece ser um profundo conhecedor de vestuário masculino.

Ei-lo numa discoteca homossexual em Madrid:

Este homem, Teofóbico e Cristofóbico, e frequentador de sítios disseminadores de DTSs, acha que tem a moral suficiente para dizer o que os pais da criança devem e não devem dizer aos seus próprios filhos.

O hospício está a ser controlado pelos pacientes.

sexta-feira, dezembro 17, 2010

Mídia abafa pandemia mundial de AIDS entre gays

Tendo em conta que é do interesse dos esquerdistas que controlam os órgãos de informação que o homossexualismo se propague, não é estranhar que os mesmos órgãos não falem muito sobre as consequências desse mesmo comportamento.

Mídia abafa pandemia mundial de AIDS entre gays

por Roberto Cavalcanti

Apesar da mídia tentar esconder a realidade de que os gays são de fato um grupo de risco, fato é que estamos diante de uma pandemia mundial de AIDS entre gays.

Esse blog já noticiou que na França o HIV está fora de controle entre os gays. A incidência de AIDS entre os gays chega a ser 200 vezes maior que a dos supostamente heterossexuais. Já noticiou, também, que nos EUA 20% dos gays têm AIDS, muito embora a população total nesse país totaliza uma fração de 1 a 2%. No Reino Unido, a Agência de Proteção à Saúde noticiou que 38% dos novos diagnósticos de AIDS são entre gays. No Japão, a coisa é ainda pior:

"Dez anos depois, o número de pacientes com HIV através de intercurso heterossexual foi de 180, enquanto que o número de pessoas infectadas através de sexo gay cresceu para 659."

Ou seja, os gays computam nesse país o espantoso índice de 78,5% do total de contaminados. Isso se levarmos em consideração o mínimo, pois é de se duvidar e muito dos supostos casos de transmissão de AIDS via heterossexual. Primeiro, pela sua real possibilidade clínica, considerada duvidosa por muitos especialistas. Segundo porque muitos dos assim-chamados "heterossexuais" mentem afirmando ter praticado sexo heterossexual, a fim de não serem tachados vergonhosamente de homossexuais. Ainda por cima numa sociedade masculinista como a japonesa. Portanto, o índice deve ser ainda bem maior.

Enfim, tudo isso sem considerar outras doenças venéreas, como sífilis, herpes etc., cuja incidência entre gays é também monumental, porém minimizada por serem doenças cujo tratamento já não é mais tão complexo.

Uma conclusão salta aos olhos: a prática homossexual sempre foi e continuará sendo nociva à humanidade, e os homossexuais jamais deixaram e deixarão de ser grupo de risco. A prática homossexual continua sendo o maior de todos os vetores da AIDS. Basta praticá-la para se arriscar a contrair HIV. O homossexualismo é um tormento para a saúde pública.

COMPAIXÃO GENUÍNA

A nossa sociedade contemporânea vem perdendo o referencial do verdadeiro significado de civilização. Devemos ter compaixão pelos mais fracos, como deficientes mentais e físicos, pois não pediram para vir ao mundo dessa forma. Da mesma maneira, devemos ter compaixão pelas crianças, mulheres e idosos, pela sua fragilidade física natural.

Entretanto, não faz parte de uma compaixão genuína acolher pessoas que pelo seu comportamento irresponsável e dissoluto, procuram doenças e morte como um divertimento inconseqüente, tal como o macaco procura banana. Esse não é o real sentido de civilização, mas sim uma perda de referencial moral do verdadeiro sentido de civilização, que não passa por agasalhar comportamentos que são prejudiciais a toda humanidade.

Tais práticas, sabemos, impactam em nosso patrimônio, quando somos chamados a contribuir com impostos em proporção ainda maior para custear a saúde pública. Tais valores poderiam, em lugar de financiar divertimentos tão torpes, migrar para outras atividades, ou mesmo para a cura de doenças como Câncer e Diabetes, que não atingem pessoas de comportamento irresponsável e de risco.

O homossexualismo, como tal, além de ser uma imoralidade, é um problema de saúde pública. O homossexual não pode ser tratado como parte de uma minoria injustiçada, vítima de discriminação, equiparado, p. ex., aos negros e deficientes, pois o homossexual procura o mal deliberadamente. Neste sentido, não poderia ser respeitado e muito menos fazer jus a um rol de direitos especiais. Isso beira o absurdo, pois estará se privilegiando um grupo realmente nocivo à humanidade.

O homossexual deve ser compelido a mudar. Pelos males do cigarro, o fumante, que sequer é imoral, é compelido a mudar seu hábito. Por que então no mínimo isso não acontece com o homossexual? Fica a pergunta...

quinta-feira, dezembro 16, 2010

Suiça considera legalizar o incesto

Na verdade que já os fundamentos se transtornam; que pode fazer o justo?
Salmo 11:3

Em mais um passo que demonstra de forma conclusiva os malefícios que descendem sobra uma sociedade que deixa de temer a Deus, políticos suíços tencionam legalizar o incesto. Eles consideram repelir as leis contra o incesto por as considerar "obsoletas".

A câmara superior do parlamento suíço concluiu uma lei que visa descriminalizar o acto sexual consentido entre membros da mesma família. Essa lei vai agora ser avaliada pelo governo.

Só houve 3 casos de incesto no país desde 1984. Pelo menos casos reportados.

A Suíça, que recentemente teve um referendo que aprovou uma lei que pune os imigrantes com a extradição por práctica de alguns crimes, insiste que as crianças dentro das famílias vão continuar a ser "protegidas pelas leis que governam os abusos e a pedofilia". Não se sabe como é que os esquerdistas vão fazer isso, mas eles de certo que têm tudo controlado.

Daniel Vischer, um membro do Partido "Os Verdes", afirmou que não vê nada de mal no acto sexual consentido entre adultos - mesmo que eles sejam da mesma família. Esta declaração não é surpresa uma vez que os esquerdistas apoiam qualquer medida que vise destruir a instituição da família.

O esquerdista afirma:

O incesto é uma questão moral delicada, mas não é uma que possa ser respondida pela lei Penal.
Barbara Schmid Federer do Partido do Povo Cristão da Suíça afirmou que a proposta da câmara superior é "totalmente repugnante".

O Partido Protestante Popular está também em oposição a esta lei. Um dos porta-voz afirmou:

O assassínio também é bastante raro na Suíça mas ninguém sugere que se removam as leis que o castiguem dos nossos estatutos.

Conclusão:

Para aqueles cristofóbicos que supunham que seria possível manter a ordem social mesmo depois do desaparecimento do moral cristã a realidade vai ser dolorosa. O que vocês vão ter é a total subversão da moral e dos costumes que serviram de fundamento para o sucesso social e económico do mundo ocidental.

Deus é o Fundamento Essencial para uma sociedade funcional e a História demonstra-o. Se nós rejeitamos o que Ele diz (e criamos a nossa própria moral) a sociedade invariavelmente degenera-se. Aconteceu com Israel dos tempos Bíblicos, aconteceu com a Inglaterra e vai acontecer com os EUA se estes continuarem a descender para a normalização da Cristofobia.

Não há uma única sociedade mundial que tenha sido criada, mantida e elevada a posição de relevo com base em ideologias anti-cristãs ou anti-Deus. A religião no geral , o Cristianismo em particular, tem sido forças de orientação e controle sobre as paixões e falhas dos homens.

Removendo esses limites, o homem fica à mercê dos demónios e do seu pecado.


"O Senhor está no Seu santo templo: o trono do Senhor está nos céus; os Seus Olhos estão atentos, e as Suas Pálpebras provam os filhos dos homens. O Senhor prova o justo; mas a Sua Alma aborrece o ímpio e o que ama a violência. Sobre os ímpios fará chover laços, fogo, enxofre e vento tempestuoso: eis a porção do seu copo."

Salmo 11:4-6


sábado, novembro 20, 2010

O homossexualismo e os ataques do socialismo à família

Fonte

Segundo um estudo desenvolvido pela economista e doutora em saúde pública, Márcia Pinto, o fumo causa um prejuízo anual de, pelo menos, R$ 338,6 milhões ao SUS.

Conforme esse blog já noticiou, por sua vez, o custo anual do Governo Federal no tratamento de pacientes homossexuais com AIDS é de aproximadamente R$ 280 milhões. Portanto, o homossexualismo causa um prejuízo equiparável ao fumo, no que concerne à saúde pública.

Segundo estudo do Dr.Paul Cameron PHD, no entanto, o homossexualismo é mais nocivo à saúde do que o cigarro, tendo em vista abreviar mais anos de vida de uma pessoa.

Assim, é totalmente contraditório um mesmo governo combater o tabagismo ao mesmo tempo em que faz apologia homossexual, financiando paradas gays e promovendo toda sorte de campanhas contra a homofobia.

Por que reprimir um comportamento deletério à saúde pública e estimular outro? Essa é a verdadeira dialética da contradição. Se as pessoas são pressionadas a abandonar o fumo, por que então também não são pressionadas a abandonar o homossexualismo? São dois comportamentos prejudiciais à saúde pública, conforme já restou provado.

A lei antifumo é corolário do direito à saúde. A única justificativa para se reprimir o fumo em espaços mais reservados é a de preservação da saúde pública.

Então vêm alguns "juristas" e explicam que o homossexualismo é diferente. É um "direito humano"; um "direito de personalidade", ainda que não haja qualquer prova de alguém nasça homossexual. Chegam a inventar um tal de "direito à intimidade sexual" ou "direito à identidade sexual"...

Parece claro que se tais ficções jurídicas podem ser inventadas em benefício do homossexual e às expensas da sociedade, o mesmo poderia ser feito em benefício do fumante. Poderíamos então falar em "direito à autodeterminação pulmonar" ou "direito à identidade tóxica" para defender o fumante, mas isso não é falado porque não está na lógica dos interesses de nossa elite governante.

A única explicação que temos para essa dialética da contradição é que realmente há má-fé no trato dessas questões por parte desta nossa elite. São duas questões análogas - a defesa do direito à saúde - que no entanto merecem tratamento distinto, violando assim o Princípio Constitucional da Isonomia. Deveriam comportar idêntico tratamento, mas não têm. Ora, se o fumo causa prejuízos à saúde pública, o homossexualismo também traz. Então por que reprimir o fumo e fazer apologia homossexual?

Os homossexuais conseguem jungir capitalismo e socialismo sob uma mesma bandeira: a bandeira do movimento gay. Um movimento que não brotou espontaneamente, mas que foi financiado e cresceu sob o patrocínio de grandes organismos e ideologias antifamília e antivida.

O interesse em se beneficiar o homossexualismo é o de combater a natalidade e a familia, ao mesmo tempo em que mina as bases cristãs da sociedade. O homossexualismo é uma modalidade de pansexualismo. Sua difusão social enfraquece os laços familiares e o comportamento altruísta do indivíduo.

Por isso, o custo à saúde pública é um custo de oportunidade das elites. Se de um lado eles perdem, do outro "ganham", seja incentivando os povos a não procriar, seja combatendo a família, que persiste sendo o núcleo fundamental de proteção ao cidadão contra a opressão do Estado. O alto custo da sodomia é, pois, um mal necessário.

Está na lógica do socialismo combater a família. A família tradicional é sempre um óbice para que novos valores sejam introduzidos, especialmente entre as novas gerações, os mais jovens, que governarão o mundo de amanhã. Marx sempre defendeu o desmantelamento da família. Abolir a "exploração das crianças pelos pais" e substituir a educação doméstica pela educação social são alguns dos ideais marxistas, como também a comunidade de mulheres. Em outras palavras, isto significa o fim da unidade familiar.

Isto porque as famílias são monarquias naturais. Dissolvendo as famílias, dissolve-se a unidade, e assim facilita-se o trabalho de doutrinação socialista. Assim, as crianças são miradas pelos socialistas, no sentido de que sejam educadas em lares gays, com vistas a lhes inculcar novos valores como o relativismo, niilismo e o igualitarismo.

O passo seguinte do socialismo, ao desintegrar a unidade familiar, é agrupar indivíduos segundo um interesse comum, a fim de que o voto lhes seja uma moeda de troca. Assim, no socialismo, a pessoa passa a ter seu valor na medida em que pertence a um grupo. E apenas assim. É o que freqüentemente observamos nos partidos socialistas apoiando ostensivamente a fragmentação social e racial, através de "comunidades de bairros", "comunidades raciais", enfim, uma nova maneira de sovietizar a sociedade.

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