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segunda-feira, abril 09, 2012

Perda de informação genética não é evolução

Os evolucionistas afirmam que, à medida que o tempo vai avançando, as formas de vida vão evoluindo e adquirindo capacidades e propriedades mais úteis. Levando isto em conta, não deveria a perda duma capacidade útil - como a visão - ser considerada como o oposto do fenómeno evolutivo?

Segundo algumas notícias evolucionistas em torno de peixes cegos, não; a perda de informação genética e a perda de capacidades úteis também servem de evidência para a teoria da evolução.

Evolucionistas compararam as sequências genéticas de 11 populações de peixes da caverna (inglês: "cavefish" - Astyanax mexicanus), que são uma variante cega do "tetra fish" mexicano, com 10 populações relacionadas que possuem a capacidade de ver. Uma vez que podem gerar descendência entre si, então "são da mesma espécie" (Advantages of Living in the Dark: The Multiple Evolution Events of 'Blind' Cavefish. New York University news release, January 20, 2012.).

Um comunicado de imprensa da Universidade de New York University atribuiu a perda de visão do peixe à "evolução convergente", que não faz qualquer tipo de sentido se a evolução, segundo os neodarwinistas defendem, gera novas capacidades e funções.

A linhagem do peixe cego não termina num só ancestral. De facto, os autores do estudo escreveram para a BMC Evolutionary Biology o seguinte:

Os resultados demonstram que a população das cavernas da região estudada surgiram pelo menos cinco vezes - e de forma independente - e derivam de dois grupos de ancestrais.
(Bradic, M. et al. 2012. Gene flow and population structure in the Mexican blind cavefish complex (Astyanax mexicanus). BMC Evolutionary Biology. 12: 9.)
A pesquisadora chefe Martina Bradic afirmou:
Quaisquer que tenham sido as vantagens da condição invisual, elas podem explicar o porquê das populações distintas do peixe da caverna A. mexicanus terem evoluído independentemente a mesma cegueira , um exemplo muito forte de convergência evolutiva.
(Bradic, M. et al. 2012)
Os autores escreveram também que estes peixes "continuarão a ser uma fonte rica para o estudo da evolução adaptativa." (Bradic, M. et al. 2012)). Obter o sistema de visão que os peixes possuem exige uma infusão enorme de informação mas para tornar o peixe cego basta a perda de alguma informação.

Como é que a evolução pode ser uma explicação científica válida para esta observação quando ela é tida como a causa de dois efeitos totalmente opostos? Como é possível que ambos os fenómenos (aquisição de informação e perda de informação) podem ter precisamente a mesma causa natural?

O estudo do peixe cego das cavernas pode sem sombra de dúvidas fornecer algum tipo de luz em torno da genética das variações e o potencial do peixe para se adaptar e sobreviver nos mais variados ecossistemas.

No entanto, como o "processo evolutivo" é suposto gerar novos características ou desenvolver nova e útil informação genética, a mera perda de capacidades e a variação de informação já existente nunca deveriam ser classificadas de "evolução".

Fonte

* * * * * * * * *

Os evolucionistas não podem de maneira nenhuma esperar que a sua religião seja aceite como "ciência" quando ela não pode ser falsificada pelas observações científicas. Uma teoria (e não disciplina científica) que acomoda duas conclusões mutuamente exclusivas não é ciência.


domingo, março 25, 2012

Eles sabem o que está em jogo


É comum os Cristãos questionarem a importância e a necessidade de se falar da idade da Terra durante a sua defesa do Teísmo Bíblico. É mesmo assim tão importante acreditar que a Terra tem alguns milhares de anos? Qual é o cerne da questão? O que é que a idade da Terra tem a ver com o Cristianismo?

Primeiro, a Bíblia implicitamente ensina que a criação é recente (Lucas 11:49-51; Marcos 10:6; Romanos 1:20; Êxodo 20:11; etc). Embora este facto não seja o tema central da Bíblia (essa honra pertence ao Senhor Jesus Cristo), os Cristãos deveriam respeitar este ensino Bíblico, da mesma forma que respeitam o facto de Matusalém ter vivido 969 anos (Génesis 5:27) ou o facto de Jonas ter estado "3 dias e 3 noites na barriga do peixe gigante" (Mateus 12:4).

Segundo, a idade da Terra é extremamente importante dentro do debate criação versus evolução - facto confirmado pelo evolucionista Michael Le Page num artigo presente numa edição recente da New Scientist ("Evolution: The Ultimate Guide to a Beautiful Theory").

Uma das "evidências e experiências que poderiam falsificar a teoria da evolução é a uma Terra jovem" (2008, 198[2652]:26). Entre todas as coisas que o jornal evolucionista e ateísta New Scientist considera passíveis de derrotar a teoria da evolução moléculas-para-homem, a segunda na lista é "uma Terra jovem" (p. 26). Le Page escreveu:

Uma Terra jovem seria também um problema para a teoria visto que a evolução via selecção natural requer vastas quantidades de tempo - "tempo profundo" - como se apercebeu Darwin.

Portanto, segundo os evolucionistas, se a Terra é relativamente jovem (com milhares de anos e não os imaginados "milhões e milhões de anos") a sua teoria, que depende dos milhões e milhões de anos, cai por terra.

Consequentemente, e uma vez que a Bíblia ensina que a Terra é jovem (com apenas alguns milhares de anos), os Cristãos devem usar a Bíblia e a imensidão de evidências científicas disponíveis para mostrar aos evolucionistas que a sua teoria favorita está errada.

Os crentes na Autoridade da Bíblia que escolham não usar tal informação na sua defesa da Criação, estão a rejeitar uma das armas que o Criador nos deu para enfrentar a ímpia, religiosa e não-Bíblica teoria da evolução.

A verdade dos factos é que a idade da Terra é muito importante neste debate. Que pena que a maioria dos Cristãos não se aperceba disso.

Fonte


domingo, março 04, 2012

2011: Mais um ano frustrante

A Nature, uma das mais famosas revistas evolucionistas do mundo, publicou recentemente a escolha editorial em torno das mais sonantes histórias cientificas de 2011. Das 9 histórias escolhidas, apenas uma falava na teoria da evolução - um artigo de Fred Spoor intitulado "Malapa and the genus Homo."

A Nature reportou que "os cientistas [evolucionistas] descobriram uma nova espécie de hominídeo, o Australopithecus sediba" e "o mesmo grupo [de pesquisa] publicou agora 5 relatórios detalhando fósseis adicionais e análises posteriores."

O Institute of Creation Research reportou em 2010 que, segundo a linha temporal evolutiva, A. sediba era um fóssil fora-do-lugar que possuía pés primitivos e tecido cerebral residual. Este tecido supostamente tem 1,9 milhões de anos. Ambos estes factos demonstram que a criatura não era humana nem uma transição para humana.

Para além disso, a mesma criatura nunca poderia ser muito antiga visto ter ainda tecido orgânico intacto - que entraria em decomposição e teria desaparecido em apenas alguns milhares de anos.

De facto, a própria Nature declarou:

Vai ser, sem dúvida, difícil manter a sugestão de que as extensivas alterações evolutivas necessárias ocorreram no tempo disponível (no máximo 80,000 anos) se o fóssil A. sediba de Malapa deu origem à espécie Homo.
(2011 Editors' choice. Nature. 480 (7378): 468-469.)

O resto do editorial inclui notícias em torno do maciço buraco negro, o autismo e outras pesquisas científicas. Nenhuma das outras histórias directa ou indirectamente fala na teoria da evolução.

Isto é deveras perturbador . . . . . para um evolucionista. Afinal, não é a evolução a teoria unificadora da ciência e da biologia que, se omitida, torna a ciência nula e vazia? É esta história em torno do fóssil A. sediba o melhor que a mitologia evolutiva tem para oferecer no ano 2011?

É mais fácil acreditar que os editores se sentiram na obrigação religiosa de colocar a uma história evolutiva no meio das suas escolhas do que aceitar que eles viam qualquer tipo de genuíno valor científico numa história que eles mesmos acham ser problemática.

Dado isto, podemos concluir que o ano de 2011 foi mais um ano frustrante para os evolucionistas. A sua teoria continua a ser a anedota da ciência e não parece que novos dados venham alterar esta situação.



quinta-feira, fevereiro 23, 2012

Cancro evolutivo em regressão no Canadá

Na província canadiana de Alberta os museus criacionistas estão a ter um impacto tão profundo junto da população que os mesmos já causaram um significativo número de pessoas a abandonar a fé em Darwin e depositar a fé no Criador de Darwin.

Espera-se que a campanha Question evolution! (Questionem a evolução!) venha a ter o mesmo efeito.

Um artigo de 8 de Agosto de 2008, com o título de Canadians Moving Towards Creation ("Canadianos Movem-se Rumo à Criação") reportou:

Mas isto não é tudo - louvemos o Senhor juntos visto que estamos a observar agora a eficácia dos museus da Criação!

Houve uma mudança de opinião espantosa durante o ano passado - o ano seguinte ao ano que em que abriram dois museus da criação em Alberta!

No ano passado 58% dos inquiridos locais acreditava na evolução, ao mesmo tempo que uns meros 28% acreditava que Deus havia criado os seres humanos nas formas actuais nos últimos 10,000 anos.

Cerca de 14% afirmou não estar seguro.

Claramente uma maioria acreditava na evolução e rejeitava o modelo criacionista da Terra-jovem.

Observem agora a enorme mudança que houve entre os inquiridos deste ano:

  • 37% acredita que evoluímos (menos 21% pontos que os anteriores 58%)
  • 40% dos inquiridos afirmou acreditar no criacionismo da Terra-jovem (+12 pontos que os anteriores 28%)
  • 23% afirmou não saber (+ 9 pontos que os anteriores 14%)

Parabéns a Harry Nibourg (dono do "Big Valley Museum"), Vance Nelson (dono do "Creation Truth Museum") e Larry Dye (dono do "Bow Island Museum") - vocês tiveram um impacto enorme nas crenças dos habitantes de Alberta.

Trabalhemos agora no resto do Canadá.

Ou seja, quando os residentes de Alberta tiveram acesso ao tipo de informação que as escolas públicas não disponibilizam, eles rapidamente começaram a perder a fé na tese que postula que lobos/vacas/ursos evoluíram para baleias. Porque será?

Isto talvez explique o porquê dos militantes evolucionistas não permitirem que informação antagónica à sua teoria seja colocada à disposição da população.

A beleza da campanha Questionem a Evolução! é a de trazer a "montanha do museu da criação" às pessoas, e comunicar a Mensagem Bíblica e científica de modo a que as pessoas possam tomar decisões informadas (coisa que os evolucionistas evitam ao máximo).

Claro que, por mais propaganda que tivesse sido feita em favor da Bíblia e a da Criação, o seu efeito seria mínimo se não fosse o óbvio facto da teoria da evolução ser um anedota.

Aparentemente o dualismo que os evolucionistas tanto usam está a ter o efeito reverso ao desejado.

Fonte


domingo, fevereiro 19, 2012

Templo antigo contradiz a imaginada evolução da religião

A National Geographic declara:
Os antropólogos [evolucionistas] sempre assumiram que a religião organizada havia evoluído como forma de resolver as tensões que inevitavelmente surgiram quando os caçadores-recolectores se tornaram sedentários.
Mas pilares extraordinariamente esculpidos encontrados no mais antigo templo do mundo, Gobekli Tepe, contradiz a versão evolutiva em torno da história antiga do homem (Cosner, L. and R. Carter. How does Göbekli Tepe fit with biblical history?).

A antropologia evolutiva oficial insiste que os seres humanos foram inventando a adoração religiosa à medida que emergiam da sua ancestralidade primata. Supostamente a religião emergiu depois do desenvolvimento da agricultura providenciar às pessoas tempo livre e proximidade suficiente para que conflitos fossem gerados uns com os outros.

Isto, supostamente, forneceu-lhes um incentivo para inventarem Deus e a religião.

Contadores de histórias evolucionistas como H. G. Wells ofereceram razões prováveis para a iniciativa humana de criar a religião. Em 1939, Wells especulou sobre as pessoas do Neolítico:

Tabu, that is to say primitive moral control, and magic, which is primitive science, are now grouped about the directive priesthood, and an elaborate astronomy fraught with worship, links the plough and the labouring beast and the sacrifice upon the altar with then constellations.
(Wells, H. G., J. E. Huxley and G. P. Wells. 1939. The Science of Life. New York: Garden City Publishing Company, 1458-1459.)

Igualmente especulativa, a reportagem da National Geographic em torno de Gobekli Tepe afirmou que "aqueles que ascenderam ao poder eram vistos como possuidores duma ligação especial com os deuses."

Mas a noção evolutiva de que as amenidades agriculturais geraram a religião está em vias de ser totalmente subvertida à luz dos complexos templos - totalmente construídos - descobertos em Gobekli Tepe (que, de forma lata, significa "montanha com barriga arredondada") no sul da Turquia.

Estes achados espantosos demonstram que a humanidade era capaz de levar a cabo rituais religiosos e adoração desde o princípio da sua existência - e não milhares de anos depois de ter supostamente evoluído.

Existem muitos mistérios em torno deste local. Por exemplo, ninguém sabe o porquê dos pilares do templo terem sido enterrados de propósito, provavelmente séculos depois da sua cuidadosa construção, nem o porquê deles exibirem padrões ornamentais, nem o porquê de terem imagens de áves, serpentes, um escorpião, bois, raposas, répteis, um homem e provavelmente dinossauros.

Paralelamente, ninguém sabe o porquê dos pilares terem sido ordenados em círculos de 4 pedras, nem há conhecimento do propósito da construção da estrutura em si.

Elif Batuman, que descreveu a sua visita ao templo de Gobekli Tepe na edição de Dezembro do "The New Yorker" disse:

De facto, ninguém sabe como é que o homem do neolítico conseguiu talhar estes pilares.
Estas perguntas gerais podem nunca ser respondidas, mas estas ruínas fascinantes sem dúvida que refutaram certas alegações inspiradas pela teoria da evolução em torno do homem primitivo. Batuman escreveu:
A noção de se ter caçadores-recolectores a construir monumentos religiosos contradiz muito do que nós pensávamos saber sobre monumentos religiosos e sobre caçadores-recolectores.
(Batuman, E. The Sanctuary. The New Yorker. December 19 and 26, 2011: 72-83.)
Porém, os evolucionistas continuam a tentar explicar mais esta contra-evidência dentro do seu paradigma naturalista.

O arqueólogo evolucionista Klaus Schmidt, pesquisador-chefe das escavações, sugeriu que, se calhar a adoração religiosa evoluiu primeiro, o que motivou a necessidade da agricultura.

Mas a reversão total da história evolutiva em torno da evolução humana apenas mostra como esta suposta "teoria científica" é plástica, subjectiva e claramente duvidosa.

Fonte

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A linha temporal Bíblica coloca o berço da civilização essencialmente no sítio onde a Arca de Noé aterrou, perto do Crescente Fértil do Médio Oriente - o que inclui a Turquia. Devido a isto, faz sentido que Gobekli Tepe tenha sido um dos primeiros templos que a humanidade pós-Dilúvio construiu.

Este achado maravilhoso vindica o que a Bíblia sempre disse sobre a humanidade. O homem "primitivo" era tão inteligente e habilitado como o homem moderno - se calhar até mais.

De acordo com a Palavra Daquele que estava lá quando o homem surgiu (sendo Ele o Criador) a humanidade foi criada à Imagem e Semelhança de Deus - com todas as capacidades necessárias para imaginar, projectar, construir, plantar e adorar.

Este achado científico demonstra mais uma vez que os Cristãos que defendem os "milhões de anos" com base na "datação" evolutiva estão não só estão em oposição ao que os dados científicos demonstram, como estão em desacordo com o que o Criador diz.


sexta-feira, outubro 21, 2011

Evolução produz conscientização da evolução

Uma das coisas mais espantosas da evolução, para além de espontaneamente gerar tudo, é a sua capacidade de criar autómatos conscientes que, por sua vez, se apercebem que eles - e tudo o resto - evoluíram.

Assim diz Alex Rosenberg no blogue do New York Times:

O livro “On the Origin of Species” revelou como os processos físicos por si só produzem a ilusão de design.

Variações aleatórias e a selecção natural são as fontes estritamente físicas da economia meios/fins da natureza que nos enganam e fazem-nos procurar um Designer.

Os naturalistas aplicaram este discernimento para revelar a natureza biológica das emoções humanas, percepção e cognição, linguagem, valores morais, laços sociais e instituições políticas.

A filosofia naturalista, por sua vez, retribuiu o favor ajudando a Psicologia, a Antropologia Evolutiva e a Biologia resolverem os seus problemas através de maior claridade conceptual em torno da função, adaptação, aptidão darwiniana e selecção individual versus selecção de grupo.

E aí temos. Rosenberg revela que ele nada mais é que o resultado dum processo físico que, mais tarde, o tornou consciente que ele é o resultado dum processo físico. Como se isso não fosse suficiente, os naturalistas aplicaram esta forma de pensar para revelar a origem das emoções, da moralidade e de tudo o resto.

Isto, sim, é o que se pode chamar Pesquisa Científica Sólida.

-Fonte-

quarta-feira, outubro 19, 2011

As 15 perguntas que os evolucionistas mais temem

  • 1. Como é que a vida surgiu?

O evolucionista Paul Davies admitiu:

Ninguém sabe como é que uma mistura de químicos sem vida espontaneamente se organizou de modo a gerar a primeira célula.
(Davies, Paul, Australian Centre for Astrobiology, Sydney, New Scientist 179(2403):32, 2003.)
Andrew Knoll, professor de Biologia em Harvard, disse:
Na verdade, nós não sabemos como é que a vida se originou neste planeta.
(Knoll, Andrew H., PBS Nova interview, How Did Life Begin? July 1, 2004)
Por mais pequena que a célula possa ser, ela necessita de centenas de proteínas para poder levar a cabo as funções mais básicas. Mesmo que todos os átomos do universo fossem uma experiência com todos os aminoácidos presentes para todas as vibrações moleculares possíveis na suposta idade evolutiva do universo, nem uma única proteína funcional se formaria.

Como tal, como é que a vida, com centenas de proteínas, se originou apenas como efeito das forças da química (sem design inteligente)?

  • 2. Como é que o código genético surgiu?

Um código é um sistema de linguagem sofisticado com letras e palavras onde o significado das palavras é independente das propriedades químicas das letras - tal como a informação neste texto não é produto das propriedades químicas da tinta (ou pixeis no ecrân)

Que outro sistema de código existe que não tenha sido efeito de design inteligente? Como é que o sistema de código do ADN surgiu sem ser obra de design inteligente?

  • 3. Como é que as mutações - acidentes na cópia ("letras" do ADN trocadas, apagadas ou acrescentadas, duplicação de genes, inversão cromossómica, etc) - geraram os enormes volumes de informação de ADN nos sistemas biológicos?

Como é que tais erros poderiam gerar 3 mil milhões de letras de informação ADN de modo a modificar um micróbio num microbiólogo? Há informação para construir proteínas mas também para controlar o seu uso - tal como um livro de culinária possui os ingredientes mas também a forma como usar os ditos ingredientes. Um se o outro não serve para nada.

As mutações são conhecidas pelo seu poder destrutivo, incluindo mais de 1,000 doenças tais como a hemofilia. Muito raramente elas são fonte de algum tipo de ajuda. Como é que a mistura de informação ADN existente poderia gerar novos caminhos bioquímicos ou nano-máquinas biológicas?

  • 4. Porque é que a selecção natural, um princípio aludido por um criacionista 25 anos antes de Darwin, é ensinada como "evolução" como se isso explicasse a origem e diversidade da vida?

Por definição, a selecção natural (SN) é um processo selectivo (escolhendo entre informação genética que já existe) e como tal, não é um processo criativo. A SN pode explicar a sobrevivência dos mais aptos (como certos genes beneficiam um certo tipo de criaturas a viver num ecossistema específico) mas não a origem dos mais aptos

A morte de formas de vida mal-adaptadas a um ecossistema, bem como a sobrevivência dos melhor adaptados, não explica a origem das características que tornam um organismo melhor ajustado a um meio ambiente.

  • 5. Como é que as novas reacções bioquímicas, que envolvem múltiplos enzimas a operarem em sincronia, se originaram?

Todas as reacções químicas (bem as nano-máquinas) requerem múltiplos componentes "proteína + enzima" para funcionarem. Como é que acidentes fortuitos criaram apenas uma das tais estruturas?

O bioquímico evolucionista Franklin Harold escreveu:

Temos que admitir que actualmente não existe nenhuma explicação darwiniana em torno da evolução de qualquer sistema bioquímico ou celular - apenas uma variedade de especulações esperançosas.
(Harold, Franklin M. (Prof. Emeritus Biochemistry, Colorado State University) The way of the cell: molecules, organisms and the order of life, Oxford University Press, New York, 2001, p. 205.)
Porque é que as escolas públicas - pagas por todos - escondem este tipo de declarações?
  • 6. Os seres vivos têm a aparência de terem sido criados; como é que os evolucionistas sabem que eles não foram?

O militante ateu e evolucionista Richard Dawkins escreveu:

A Biologia é o estudo de coisas complicadas que possuem a aparência de terem sido projectadas [criadas] com um propósito.
(Dawkins, R., The Blind Watchmaker, W.W. Norton & Company, New York, p. 1, 1986)
Francis Crick, outro militante ateu e fervoroso evolucionista (e co-descobridor da estrutura dupla-hélix do ADN) escreveu:
Os biólogos têm que se lembrar constantemente que o que eles observam não foi criado mas, em vez disso, evoluiu.
(Crick, F., What mad pursuit: a Personal View of Scientific Discovery, Sloan Foundation Science, London, 1988, p. 138.)
O problema para os evolucionistas é que os seres vivos demonstram demasiado design. Quem é que levanta objecções a um arqueólogo quando ele declara que um certo tipo de cerâmica aponta para design intencional e inteligente?

No entanto, e numa total inversão da lógica e da ciência, os evolucionistas rejeitam qualquer interpretação da biologia que aponte para o Design Inteligente.

Porque é que as origens da biosfera se devem restringir apenas e só a causas que estejam de acordo com a versão actual do Naturalismo?

  • 7. Como é que a vida multi-celular surgiu?

Como é que as células adaptadas para a sobrevivência individual "aprenderam" a cooperar para formar plantas e animais complexos?

  • 8. Como é que o sexo surgiu?

A reprodução assexuada produz o dobro do sucesso reprodutivo que a reprodução sexual. Dada esta situação, como é que a última se tornou suficientemente vantajosa para ser seleccionada?

Como é que a forças da Física e da Química conseguiram, ao mesmo tempo, e na mesma área geográfica, inventar o aparato complementar necessário para a reprodução sexual? É importante não esquecer que processos não-inteligentes não conseguem planear futura coordenação entre macho e fêmea.

  • 9. Porque é que os esperados incontáveis milhões de fósseis transicionais ainda estão em falta?

Darwin ressalvou o problema mas o mesmo ainda se mantém. As árvores evolutivas dos livros escolares baseiam-se na imaginação dos evolucionistas e não nos fósseis em si. O famoso evolucionista e paleontólogo Stephen Jay Gould escreveu:

A extrema raridade das formas transicionais no registo fóssil continua a ser o segredo comercial da paleontologia.
(Gould, Stephen Jay, Evolution’s erratic pace, Natural History 86(5):14, May 1977.)
Outros evolucionistas afirmam essencialmente o mesmo.
  • 10. Como é que os "fósseis vivos" permanecem essencialmente na mesma durante os supostos "milhões de anos", se a evolução transformou minhocas em seres humanos durante o mesmo período?

O evolucionista Gould escreveu:

A persistência da estabilidade entre as espécies tem que ser considerada um problema evolutivo.
(Gould, S.J. and Eldredge, N., Punctuated equilibrium comes of age. Nature 366:223–224, 1993.)
Não seria do interesse dos alunos saber que o padrão da vida não está de acordo com as expectativas evolutivas?
  • 11. Como é que a química cega gerou a mente, a inteligência, o propósito, o altruísmo e a moralidade?

Se tudo evoluiu e o ser humano inventou Deus, qual é o propósito e o significado da vida - se é que há algum? Devem os estudantes receber aulas de niilismo (a vida não tem sentido) nas aulas de ciência?

  • 12. Porque é que os evolucionistas toleram histórias da carochinha?

Os evolucionistas usam com frequência histórias maleáveis e imaginativas como forma de "explicar" uma observação que contradiga a teoria da evolução. O falecido professor de Química Dr Philip Skell escreveu:

As explicações darwinistas para coisas como essas são usualmente demasiado flexíveis: a selecção natural torna os homens mais egocêntricos e agressivos excepto -- excepto quando os torna mais altruístas e pacíficos. Ou, a selecção natural produz homens viris que estão desejosos de disseminar a sua semente -- excepto quando a selecção prefere homens que são protectores fiéis.

Quando uma explicação é assim tão flexível que pode explicar qualquer tipo de comportamento, torna-se difícil testá-lo empiricamente -- muito menos usá-la como catalisadora de descobertas científicas.
(Skell, P.S., Why Do We Invoke Darwin? Evolutionary theory contributes little to experimental biology, The Scientist 19(16):10, 2005.)

Se uma teoria (evolução) explica dois comportamentos ou duas observações mutuamente exclusivas, será que se pode considerar a mesma uma teoria "científica"?
  • 13. Onde estão os avanços científicos causados pela teoria da evolução?

Dr Marc Kirschner, fundador do Departamento de Biologia Sistemática, na Universidade de Harvard diz

De facto, durante os últimos 100 anos, practicamente toda a biologia progrediu independente da teoria da evolução, excepto a própria biologia evolucionária.

A Biologia Molecular, Bioquímica. Fisiologia não tiveram em conta a teoria da evolução.

(citado no “Boston Globe” 23 de Outubro 2005)

O Dr Skell escreveu:

É o nosso conhecimento da operacionalidade das formas de vida - e não especulações sobre a forma como eles surgiram há milhões de anos atrás - que é essencial para os médicos, veterinários, agricultores.
(Skell, P.S., The Dangers Of Overselling Evolution; Forbes magazine, 23 Feb 2009)
Na verdade, a teoria da evolução impede o avanço científico. Porquê, então, as escolas e as universidades ensinarem o darwinismo de forma tão dogmática, retirando tempo à biologia experimental que tanto tem beneficiado a Humanidade?
  • 14. A ciência envolve a experimentação como método de descobrir a forma como as coisas funcionam. Porque é que a evolução, uma "teoria" sobre o passado, é ensinada como se fosse o mesmo que a ciência operacional?

Nós não podemos experimentar -- ou observar -- o que ocorreu no passado. Quando questionado se a evolução alguma vez havia sido observada, o militante ateu e evolucionista Richard Clinton Dawkins disse:

A evolução já foi observada; ela só não foi observada durante o período em que estava a ocorrer.
(pbs.org/now/printable/transcript349_full_print.html>, 3 December, 2004.)
Não seria benéfico se os evolucionistas fossem honestos e revelassem ao mundo que a sua teoria é uma hipótese (entre muitas) sobre o que alegadamente ocorreu no passado?
  • 15. Porque é que uma ideia fundamentalmente religiosa, um sistema de crenças de falha em explicar as evidências, é ensinada nas aulas de ciência?

Karl Popper, famoso filósofo da ciência, disse:

O darwinismo não é ciência testável mas sim um programa metafísico [religioso] de pesquisa.
(Popper, K., Unended Quest, Fontana, Collins, Glasgow, p. 151, 1976)
Michael Ruse, um fervoroso evolucionista, declara:
A evolução é promovida pelos seus aderentes como algo mais do que ciência.

A evolução é promovida como uma ideologia, uma religião secular – uma alternativa ao Cristianismo, com propósito e moralidade.

Eu sou um ardente evolucionista e um ex-Cristão, mas tenho que admitir que esta queixa – e o sr [Duane] Gish é um dos que a faz – os literalistas [criacionistas] estão correctos. A evolução é uma religião.

Isto foi assim em relação à evolução no princípio e é assim em relação à evolução hoje.

(Michael Ruse, “Saving Darwinism from the Darwinians,” National Post (May 13, 2000)

Se "não se pode ensinar religião nas aulas de ciência", porque é que se ensina a "teoria" da evolução?

-Fonte-

sábado, outubro 15, 2011

O ateísmo de Dawkins é irrelevante?

No seu mais recente livro dirigido às crianças, The Magic of Reality, Richard Dawkins lamenta o facto de muitas pessoas inteligentes terem dificuldade em aceitar que peixes evoluíram para pescadores, que lobos/vacas evoluíram para baleias, e que dinossauros evoluíram para colibris.

A sua Fundação explica:

Será que, sugere ele [Dawkins], nós nos tornamos "sobrepujados pela familiaridade enganadora?". Ele coloca as culpas na filosofia do essencialismo - de Aristóteles e Platão - que assegura que as categorias são distintas e com claras demarcações entre si.

A grande magia da evolução [sic], ressalva ele, é a forma como uma coisa, e de forma muito lenta, se pode tornar noutra. Dado o tempo suficiente, uma célula pode-se tornar num olho, num elefante ou num homem.

Claro que uma célula se pode tornar num olho, num elefante ou num homem. Não é isto mais do que óbvio? O falhanço dos evolucionistas em explicar de modo factual como é que isto aconteceu não é perturbador uma vez que o problema é demasiado complicado.

Este tipo de declaração é difícil de inventar. Ele acredita mesmo nisto.

Portanto, o que temos aqui é um dos líderes da religião evolucionista confuso pelo facto de pessoas inteligentes não marcharem com ele para o mar. Não é mais do que óbvio que uma célula pode-se transformar espontaneamente num elefante?

O ateísmo do professor Dawkins é central no seu fervor. Isto não se pode tornar numa distracção.
Ou seja, não só o ateísmo de Dawkins não é uma distracção, como o mesmo é irrelevante uma vez que quando ele fala acerca da evolução Dawkins é motivado pelo seu Teísmo e não pelo seu ateísmo.

As convicções de Dawkins não são as de que a evolução deve ser verdade porque Deus não existe, mas sim a evolução deve ser verdade porque Deus nunca faria o mundo biológico da forma como ele está. Tal como os ateus um pouco por todo o lado, Dawkins não acredita em Deus mas sabe tudo sobre Deus. Isto é pura metafísica.

Dawkins alega que as estruturas biológicas nunca poderiam ter sido planeadas por um Alguém com capacidade para criar o mundo. "Designer inteligente algum" ele assegura "faria as coisas desta forma."

Isto, claro, não é uma alegação científica. Dawkins, tal como todos os militantes evolucionistas, é motivado pela sua metafísica. Ele, posteriormente, tenta negar este facto [isto é, "o meu ateísmo é secundário, mas eu sei que Deus nunca faria as coisas assim!"].

Se os evolucionistas estão certos de que nenhum designer inteligente faria as estruturas tal como elas estão, então, sim, a evolução (duma forma ou outra) é auto-evidente. Mas tudo isto está assente na sua premissa não-científica ["Deus nunca faria as coisas desta forma"]. Sem esta premissa, tudo o que nós temos é a alegação ridícula de que células espontaneamente se transformam em elefantes.

A discussão entre a criação e a evolução não é uma entre a"ciência" e a "religião" mas sim duas interpretações metafísicas dos dados disponíveis. A diferença é que a interpretação criacionista está de acordo com os dados.

-Fonte-


sábado, outubro 01, 2011

As probabilidades da primeira célula

Como é que a vida surgiu? Para aqueles que rejeitam o Testemunho de Génesis, a busca está restrita a pistas existentes na natureza. Uma das pistas é o número mínimo de informação genética necessária para o crescimento e para a reprodução. Se o número for suficientemente pequeno, então é concebível que a vida se tenha gerado como efeito de forças não-inteligentes.

O documentário de 2008 com o nome de "Expelled: No Intelligence Allowed" defendeu que 250 é o número mínimo de proteínas necessárias para o funcionamento da célula. As probabilidades de tantas proteínas se formarem por acaso é equivalente a um homem jogar nas máquinas caça-níqueis e ganhar 250 vezes consecutivas.

No entanto, as verdadeiras probabilidades são ainda mais problemáticas para os naturalistas. O biólogo molecular Doug Axe disse:

Estamos a falar de algo vertiginosamente improvável; mais ou menos 1 num trilhão de trilhão de trilhão de trilhão de trilhão de trilhão.
(Stein, B. 2008. Expelled: No Intelligence Allowed. DVD. Directed by Nathan Frankowski. Premise Media Corporation, L.)
No entanto, novas pesquisas podem fazer com que Axe tenha que quadruplicar estas probabilidades impossíveis.

Uma equipa de biólogos da "Stanford University School of Medicine" empregou um novo método como forma de estimar a informação genética mínima necessária para a sobrevivência da bactéria chamada de Caulobacter crescentus.

Eles usaram uma nova técnica para identificarem as mutações específicas no ADN das bactérias mutantes. Posteriormente, eles mapearam o genoma da Caulobacter para descobrirem as áreas que não toleravam mutações.

De acordo com o comunicado à imprensa, os pesquisadores descobriram 480 genes codificadores de proteína, mais 532 outras regiões essenciais no ADN da bactéria (Digitale, E. New method reveals parts of bacterium genome essential to life. Stanford School of Medicine news release, August 30, 2011, reporting on research published in Christen, B. et al. 2011. The essential genome of a bacterium. Molecular Systems Biology. 7 (1): 528. ).

A maior parte destas 532 regiões regulam a expressão genética, 91 regiões possuem funções desconhecidas e o restante são genes com funções desconhecidas mas necessárias.

Portanto, a experiência descobriu que o número de regiões de ADN necessárias para a vida básica desta bactéria é de 1000, o que é quatro vezes mais que as 250 proteínas estimadas pelo filme Expelled.

Se a origem e a sobrevivência da primeira célula era miseravelmente insolúvel através de qualquer maquinação das leis da natureza, muito menos solúvel ela é agora. Se não se quiser chegar a um impasse científico e impedir o avanço do nosso conhecimento, temos que postular que aquilo que a natureza por si só não consegue levar a cabo tem que ser forçosamente explicado por forças que vão para além das forças não-inteligentes da natureza.

Curiosamente, é precisamente neste impasse que se encontram os proponentes do naturalismo ; devido à sua fé nesta filosofia não-científica, os evolucionistas materialistas construíram imensas (e muitas vezes mutuamente exclusivas) teorias para a origem da vida.

Todas elas são cientificamente deficientes, mas os evolucionistas, havendo rejeitado Deus, não as podem rejeitar.

Este é um exemplo claro que demonstra como o naturalismo e a a teoria da evolução são um impedimento para o avanço da ciência.


sexta-feira, setembro 23, 2011

A resposta estática

Breve demonstração das supremacia da ideologia sobre as evidências e a ciência:
Surtos de cólera parecem estar a aumentar, mas um novo estudo descobriu que os mesmos não podem ser explicados pelo aquecimento global. . . . . O vibrião vive em águas perto da foz do rio - aumentando e diminuindo de tamanho consoante a variação do plâncton das plantas.

O plâncton é comido por pequenos crustáceos sob cujas conchas o vibriao se agarra. A superfície superior mais quente da água oceânica suprime o crescimento do plâncton, e como tal os cientistas assumiram que o surto de cólera diminuiria com o aquecimento global.

Portanto, a hipótese defendia que os surtos haveriam de diminuir com o aquecimento global. No entanto, observações subsequentes mostram que os surtos de cólera estão a aumentar.

A mente lógica e racional concluiria que provavelmente o aquecimento global não está a ocorrer, mesmo que seja possível que não haja relação entre os surtos de cólera e as temperaturas globais.

Mas como o que hoje em dia passa por "ciência" não permite que certos dogmas revelados pelo Consenso Divino sejam escrutinados (atenção, evolucionistas!), a conclusão é a de que a hipótese ("aquecimento global = diminuição dos surtos de cólera") deve estar errada. Pior, para se manter a ideologia intacta vai ser necessário construir uma nova hipótese que 1) aceite o aquecimento global e 2) acomode o aumento dos surtos de cólera.

Portanto, mesmo quando a "nova ciência" está errada, ela está certa. Deve ser aquela coisa da "auto-correcção" que os evolucionistas e os aquecimistas tanto falam ("sim, as observações não estão de acordo com a teoria, mas isso é a vantagem da ciência: auto-correcção!").

Na mente dos evolucionistas e dos proponentes do aquecimento global, a resposta é sempre estática; o que varia é a pergunta.

quinta-feira, junho 09, 2011

Advogado que defendeu teoria da evolução era defensor do comunismo

Nota: O Dr. Paul Kengor é professor de ciência política na Faculdade Grove City e diretor executivo do Centro de Visão e Valores (The Center for Vision & Values)
(Notícias Pró-Família) — Não, este artigo não vai tratar do “Anjo Clarence” do filme “It’s a Wonderful Life” (A felicidade não se compra). O Clarence mencionado neste artigo é muito menos inspirador — um verdadeiro embusteiro. Vou falar de Clarence Darrow, defensor dogmático dos ateus.
À medida que os cristãos nesta época do ano vão engolindo outra avalanche de ataques covardes contra o santo dia reverenciado (25 de Dezembro) por eles, eles poderiam pausar para se lembrar de Darrow.

Clarence Darrow (1857-1938) foi o advogado sarcástico e agressivo que enfrentou William Jennings Bryan no “Scopes Monkey Trials*” (Julgamentos sobre a Teoria do Macaco do Professor Scopes), uma batalha épica por causa da fé na esfera pública. Bryan havia sido, por três vezes, candidato presidencial pelo Partido Democrático. Ele era da velha escola, quando os políticos do Partido Democrata eram muito mais conservadores. A rechaçada que Darrow deu em Bryan no tribunal ficou imortalizada no filme nojento “Inherit the Wind” (O Vento Será Tua Herança), que retrata Bryan como um idiota e Darrow como um brilhante defensor das liberdades civis, “tolerância” e “razão”.

Esses são os motivos por que os esquerdistas seculares sustentam Clarence Darrow como seu herói vitorioso. Esses esquerdistas estão muito distantes dos primeiros cristãos progressistas como Bryan, Woodrow Wilson, Dorothy Day e Jane Addams, entre muitos outros. Os progressistas de hoje adoram Darrow.
Isso é fato consumado. O que é novo para mim, porém, foi descobrir que os elementos mais radicais da esquerda política — isto é, os comunistas americanos — adoravam Darrow da mesma forma. Isso foi um choque, uma surpresa absoluta, quando encontrei o nome de Darrow citado repetidas vezes nos Arquivos Soviéticos da Comintern sobre o Partido Comunista dos EUA (PCEUA).
Por que os comunistas adoram Darrow? Uma das possibilidades é que eles apreciavam muito o que ele havia feito nos Julgamentos sobre a Teoria da Evolução. Não havia inimigos mais furiosos do Cristianismo do que os comunistas. Darrow era o centro das atenções do movimento pelo trabalho independente dele em contestar as “superstições” idiotas de Bryan e seu bando alegre de evangélicos “sem cérebro” que criam totalmente nas Escrituras Sagradas.
Mas há mais revelações importantes. Outro motivo por que os comunistas reverenciavam Darrow é um fato que não é ensinado nas escolas: Antes de Darrow defender a teoria de que o homem veio dos macacos, ele havia defendido os comunistas e seu líder Ben Gitlow, começando com uma série de incidentes e casos dramáticos que ocorreram de 1919 até a década de 1920, quando eles estavam sendo perseguidos por advogarem a revolução armada e a derrubada do sistema dos EUA, o qual eles queriam substituir por uma “república americana soviética”. (Para ver alguns desses documentos, clique aqui.) Eles estavam sendo desafiados nos tribunais por Alexander Mitchell Palmer, ministro da Justiça do presidente Woodrow Wilson, por sua atividades descaradamente subversivas, antiamericanas e pró-bolchevistas.
O que é muito importante é que Darrow foi um dos primeiros membros da ACLU**, fundada em 1920 pelo colega ateu dele, Roger Baldwin, que, naquela época exata, era um comunista defensor da União Soviética. Conforme escrevi aqui anteriormente, uma parte imensa do trabalho inicial da ACLU era defender os comunistas dos EUA. Os membros da ACLU e os membros do Partido Comunista se agrupavam uns com os outros, e o elo comum entre eles era o ateísmo.
Quanto a Darrow, ele adoptou inflexivelmente as normas políticas da ACLU e do Partido Comunista Americano, argumentando que os EUA estavam ficando obcecados com uma histeria anticomunista. Isso ocorreu décadas antes de Joe McCarthy.
Mas a defesa de Clarence Darrow aos comunistas americanos nos tribunais foi mais tosca do que isso. Darrow insistia em que os comunistas americanos não eram leais à URSS, apesar dos posteres fixados nos prédios do Partido Comunista (clique aqui). Ele também declarava que os comunistas americanos personificavam a Revolução Americana e os fundadores da República dos Estados Unidos. “Um homem ter medo de revolução nos EUA”, argumentou Darrow, “seria uma vergonha para sua própria mãe!”
“Revolução?”, debochou Darrow. O que era mais intrinsecamente americano? Esses marxistas-leninistas dos EUA eram a encarnação de Madison e Jefferson.
Se isso não fosse ofensivo o suficiente, o campeão dos ateus invocou o Deus todo-poderoso em favor dessa sublime revolução: “Devemos recordar algumas revoluções que ocorreram no passado e dar graças a Deus por aqueles que se revoltaram e venceram. Seria totalmente desonesto não fazer isso”.
De acordo com a descrição dele, os vilões não eram os comunistas; não, os vilões eram as pessoas que faziam cruzadas contra o comunismo.
Por defender fortemente tais absurdos, os comunistas dos EUA foram eternamente gratos a Clarence Darrow.
Em conclusão, é indispensável compreender que os comunistas adotaram Darrow porque Darrow se opunha a figuras do Partido Democrático como Woodrow Wilson e Franklin Delano Roosevelt, os quais os comunistas desprezavam. Aliás, foram as críticas de Darrow ao New Deal*** que o trouxeram à minha atenção — na verdade, à minha tela de microfichas — nos Arquivos do Comintern. A linha de raciocínio era que Roosevelt era um “fascista”, determinado a fazer uma “guerra mundial”, buscando impor “trabalhos forçados”. (Clique aqui para ver exemplos.) Darrow condenou fortemente o New Deal, o que encantou seus camaradas.
Naturalmente, nossas escolas não ensinam esses fatos. As referências das enciclopédias a Darrow ignoram as ligações dele com os comunistas. Uma busca no Google sobre Darrow em primeiro lugar traz a biografia dele na Wikipédia, que, na época da redação deste artigo, não continha uma só menção desses fatos, e a palavra “comunista” nunca aparece.
Ai, ai, Clarence Darrow, herói do Julgamento da Teoria da Evolução — e muito mais. Não espere aprender esses fatos nas aulas de ciências sociais das escolas. Aliás, nas escolas, em vez de ouvir as palavras de Darrow defendendo ardorosamente os comunistas, você só terá a chance de ouvir as palavras horrendas dele contra os que acreditam que Deus criou o mundo.
Uma versão mais longa deste artigo apareceu pela primeira vez na revista American Spectator.
Notas do tradutor:
* “Scopes Monkey Trials”: julgamento do professor John Scopes em 1925 por ensinar para crianças — que eram na vasta maioria cristãs — de uma escola pública que o homem veio do macaco, violando as leis do estado do Tennessee da época. Ele foi condenado e posteriormente absolvido com a ajuda do ateu e comunista enrustido Clarence Darrow.
** ACLU: sigla de “American Civil Liberties Union” (União das Liberdades Civis Americanas), organização esquerdista americana supostamente de defesa dos direitos do indivíduo, mas que nunca perde oportunidade de atacar os cristãos e seus valores.
*** New Deal: política econômica (de natureza socialista) implementada, em 1933, pelo presidente americano Franklin D. Roosevelt.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Leia também artigo de Julio Severo:

segunda-feira, junho 06, 2011

Medicina Selvagem

João 14:6
"Disse-lhes Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida. Ninguém vem ao Pai senão por Mim."

Será possível que o teu farmacêutico possa ser um chimpanzé? Cientistas têm vindo a descobrir que muitos animais usam uma variedade de plantas e outros items para tratar das suas complicações físicas. Os animais já sabem das propriedades médicas de algumas plantas enquanto a medicina humana ainda tem que aprender sobre tal.

Recentemente um cientista reparou que uma das macacas mantidas sob o seu cuidado estava a ficar letárgica e com perda de apetite. Inferiu-se desses dados que ela havia desenvolvido algum tipo de complicação gástrica. Umas horas depois de ter ficado doente, ela começou a mastigar um arbusto que geralmente não faz parte da sua dieta. Ela mastigou a planta, engoliu o suco amargo mas cuspiu a polpa.

Quando a mesma macaca foi observada no dia seguinte, os seus sintomas haviam desaparecido e ela sentia-se melhor. Depois de alguma pesquisa, os cientistas verificaram que as tribos locais usam o suco da mesma planta para tratar complicações intestinais e perda de apetite.

Há muitas outras instâncias onde os animais aparentam ter conhecimento médico ainda não descoberto pelo homem. Por exemplo, o estudo do suco de raízes nas quais os ursos esfregam o seu pêlo mostrou que os ursos estão a usar um insecticida eficiente. Paralelamente, os cientistas observaram elefantes, macacos, pássaros e ursos a comer uma variedade de alimentos que não fazem parte da sua dieta normal, só para mais tarde descobrirem que aquilo que eles comiam era um tipo de alimento com propriedades médicas.

O mais espantoso é que os animais sabem qual é a melhor forma de ingerir o medicamento. Por exemplo, se a folha duma planta tiver um melhor efeito (como forma de matar parasitas intestinais) se fôr engolida sem mastigar, então o animal engole a folha sem a mastigar.

Conclusão:

Quem senão o Grande Médico, o Senhor Que Cura (YHWH RAPHE, Êxodo 15:26) poderia ter dado aos animais este conhecimento médico? Isto é o tipo de conhecimento que, mesmo que um macaco tivesse aprendido por si só, nunca seria passado pelos genes uma vez que aquilo que se aprende não altera a informação genética que se passa à descendência.

Tu podes aprender a falar hebraico durante a tua vida, mas isso não vai de forma nenhuma fazer com que os teus filhos nasçam a saber falar esse idioma. O mesmo se passa com actividades físicas: podes aprender a tocar piano, andar de bicicleta, ou a nadar mas isso não vai de forma nenhuma fazer com que os teus filhos nasçam a saber tocar piano, andar de bicicleta ou a saber nadar.

Aquilo que nós aprendemos não altera a informação genética passada à descendência. A única forma de se alterar a informação genética que normalmente seria passada aos filhos é algum tipo de alteração na informação que é usada para construir o novo ser humano, isto é, alterações nos ovários e na semente do homem.

É isso que geralmente acontece quando pessoas são alvo de radiações que os atinge em zonas sexuais. A informação genética aí presente (aquela que é transmitida) é perturbada e os filhos podem nascer com deficiências graves, como aconteceu nas áreas circundantes a Chernobyl.

Esta limitação ao tipo de informação que os país transmitem aos filhos impossibilita que a evolução seja explicação cientificamente credível para o fenómeno da medicina no mundo animal. Conhecimento não se transmite através do genes, e como os animais já nascem com este conhecimento, temos que inferir que este informação tem causas que estão para além do mundo natural.

A hipótese cientificamente mais sólida é que Alguém (Imaterial) ensinou estes animais como extrair benefícios médicos de certos tipos de plantas. Esta inferência científica ajusta-se perfeitamente no que o Livro de Génesis diz sobre as nossas origens:

Porque em seis dias fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo o que neles há, e ao sétimo dia descansou: portanto, abençoou o Senhor o dia do sábado, e o santificou.

Para o evolucionista determinado a não "permitir um Pé Divino à porta", os avanços científicos na área da Biologia estão-se a revelar catastróficas. Para o Cristão, que juntamente com os 24 Anciãos declara "Digno és, Senhor, de receber glória, e honra, e poder; porque Tu criaste todas as coisas, e por Tua vontade são e foram criadas", estes dados apenas reforçam a sua fé.

Que Deus ajude a sua Igreja a mostrar ao mundo que a verdadeira ciência está de acordo com a verdadeira Fé (Cristianismo).

Referências: Cowen, Ron. 1990. "Medicine on the wild side." Science News, v. 138. p. 280.

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