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domingo, março 18, 2012

Será que é necessário que um médico tenha fé em Darwin?

Por Dr Michael Egnor , médico-cirurgião.

Os indivíduos da "Alliance for Science" patrocinaram um concurso de redacção dirigido aos alunos secundários. Nesse concurso eles pedem aos estudantes que escrevam um texto em torno do tema "O Porquê de Eu Querer Que o Meu Médico Tenha Estudado a Teoria da Evolução".

O primeiro prémio é uma cópia do livro "A Origem das Espécies" de Darwin. O segundo prémio são duas cópias do livro "A Origem das Espécies"! (Brincadeira)

Na verdade, o tema do concurso é hilariante se pensarmos um pouco nele. Será que alguma vez alguém faria um concurso em torno de temas como "O Porquê de Eu Querer Que o Meu Médico Tenha Conhecimentos de Anatomia" ou "O Porquê de Eu Querer Que o Meu Médico Tenha Conhecimentos de Fisiologia" ? Obviamente que não porque todos nós sabemos que estas disciplinas são importantes para a ciência.

É a "biologia" evolutiva importante para a Medicina? Se é, porque é que é preciso fazer essa pergunta?

Na verdade, os médicos não investem muito tempo na teoria da evolução. Eles não a estudam nas escolas médicas e nunca usam crenças evolutivas quando se dedicam a tentar curar os pacientes. Não há disciplinas evolutivas nas escolas médicas. Não há "professores de evolução" nas escolas médicas. Não há departamentos evolutivos nas escolas médicas.

Se precisarmos de tratamento para um tumor cerebral, a equipa médica incluirá um físico (que criou o dispositivo que faz a ressonância magnética), um químico, um farmacologista (que criou o medicamento para o tratamento), um engenheiro, um anestesista (que criou e usa a máquina que nos ministra a anestesia), um neurocirurgião (que leva a cabo a operação médica para remover o tumor), um patologista (que estudou o tumor sob um microscópio e determinou o tipo de tumor ele era), enfermeiras e oncologistas (que ajudam na recuperação e tomam medidas para que o mesmo não regresse).

Não haveria biólogos evolutivos na equipa médica.

Sou professor de neurocirurgia; trabalho e ensino numa escola médica, faço pesquisas em torno do cérebro e, em cerca de 20 anos, levei a cabo mais de 4000 operações ao cérebro. Nunca uso a teoria da evolução durante o meu trabalho.

Será que seria um melhor cirurgião se assumisse que o cérebro é o resultado de causas aleatórias? Claro que não.

Os médicos são detectives. Nós procuramos por padrões e no corpo humano, os padrões presentes possuem toda a aparência de terem sido criados. Começando na estrutura complexa do cérebro humano e acabando no não-menos-complexo código genético, os médicos sabem que os nossos corpos possuem evidências sobrepujantes em favor do design.

É precisamente por isso que a maioria dos médicos - quase 2/3 segundo sondagem nacional - não acredita que o ser humano é o resultado do acaso filtrado pela selecção natural. Ou seja, a maioria dos médicos não acredita que a teoria da evolução seja uma explicação adequada para a vida. Eles observam em primeira mão o design presente na vida.

No entanto, no meu trabalho eu uso muita ciência que gira em torno das alterações que ocorrem nos organismos. A genética é muito importante - tal como são a biologia populacional e a microbiologia. Mas a biologia evolutiva em si, distinta que é destas outras disciplinas, não contribui em nada para a medicina moderna.

Sem usar a teoria da evolução, os médicos e os cientistas descobriram:

  • as vacinas (Jenner, no século 18, antes do nascimento de Darwin)
  • que os germes causam doenças infecciosas (Pasteur, no século 19, e que ignorou Darwin)
  • os genes (Mendel, no século 19, que era um clérigo que nunca chegou a dar apoio a Darwin)
  • os antibióticos
  • e os segredos do código genético. A chave para estas últimas descobertas foi o aparente design da helix dupla do ADN.

Os transplantes de coração, fígado e rins, os novos tratamentos para o cancro e para o coração, e um conjunto de outros avanços benéficos para a preservação da vida humana, foram desenvolvidos sem qualquer input por parte dos biólogos evolutivos. De facto, até hoje, nenhum prémio Nobel da Medicina foi atribuído a trabalho envolvendo a biologia evolutiva.

É seguro afirmar que a única "contribuição" que a evolução fez para a Medicina foi levar-lhe para o horrível caminho do eugenismo. Isto trouxe a esterilização forçada e danos físicos a muitos milhares de americanos. Esta é uma "contribuição" que trouxe vergonha - e não avanço - ao campo da Medicina.

Conclusão:

Portanto, porque é que eu haveria de querer que o meu médico tivesse estudado a teoria da evolução? Eu nunca haveria de querer tal coisa. A biologia evolutiva não é fundamental para a medicina moderna.

Esta resposta, apesar de ser verdade, não serve para se vencer o prémio da 'Alliance for Science'.

Michael Egnor, M.D.

* * * * * * *

Outra coisa que convém notar é que a maioria dos médicos não precisa de esconder as suas suspeitas em relação à teoria da evolução porque a sua posição catedrática não é afectada por isso.

Já os biólogos sofrem mais pressão dos seus pares para aceitar a teoria da evolução como um "facto". Como tal, é normal que muitos escondam as suas reservas em torno da mitologia evolutiva.


domingo, maio 22, 2011

Comunidade científica alemã aliou-se a Hitler

Um estudo que durou sete anos a concluir, feito pela agência do financiamento da pesquisa e investigação, foi finalizado recentemente. Os historiadores focaram-se especialmente nos anos da era Nazi, 1933-1945.

A reportagem foi mencionada nos jornais Nature1 e Science.2 Segundo o artigo, muitos dos cientistas alemães seguiram Hitler sem resistência. Ulrich Herbert, historiador da Universidade de Freiburg, disse:

A transição para o Socialismo Nacional para as maiores áreas de pesquisa não foi muito dramática. Em 1933, os Nazis posicionaram-se em muitos lugares de liderança, mas não havia uma agenda Nazi específica. Em vez disso, as vozes contrárias e as posições contrárias foram eliminadas.
Isto serve para mostrar que os cientistas, tal como o resto da população, não estão imunes a crenças, filosofias e predisposições. Todo o ser humano que pensa está sujeito a tudo isso.

É muito importante ter isto em conta quando ouvimos este ou aquele cientista a falar sobre qualquer assunto não-observável, especialmente um assunto que é tão importante para a visão do mundo que nós temos, nomeadamente, a teoria da evolução.

Os factos não se interpretam a si próprios.
......
1. “Lessons from the dark side,” Nature 755 (2008) | doi:10.1038/451755a.
2. Newsmakers, Science, Volume 319, Number 5865, Issue of 15 February 2008.

quarta-feira, março 02, 2011

O cristão que lutou contra as matanças do nacional-socialista Hitler

24 de janeiro de 2011 (Notícias Pró-Família/Breakpoint.org) — Provavelmente, você nunca ouviu falar de Lothar Kreyssig — eu não tinha, até recentemente. Contudo, depois de conhecer a história dele, percebi que Kreyssig era um herói para os nossos tempos: um homem que, correndo um risco quase que inacreditável, defendia firmemente a santidade da vida humana.
Juiz alemão Lothar Kreyssig, que arriscou tudo para se opor ao programa de eutanasia nazista T4.
Em outubro de 1939, o Terceiro Reich criou o que veio a ser conhecido como o programa “Ação T4”. Para fomentar o que os nazistas chamavam de “higiene racial”, os burocratas do Reich, trabalhando com médicos, eram autorizados a identificar e matar aqueles que eram considerados “indignos de viver”, isto é, pacientes institucionalizados com “graves deficiências”.
É claro que expressões como “indigno” e até mesmo “graves” são subjetivas. Na realidade, elas são licença para assassinatos em massa. Hitler exigiu que pelo menos 70.000 pessoas fossem mortas sob este programa, de modo que médicos e autoridades se lançaram para cumprir as cotas do Führer.
Temendo reações na Alemanha e outros países, os nazistas tentavam esconder o que estava ocorrendo: mentiam para as famílias dos pacientes e, prenunciando Auschwitz, disfarçavam as câmaras de gás como chuveiros.
Quando penso no que aconteceu com aquelas pessoas, principalmente com as crianças — alguns como meu neto autista Max — fico com o coração partido — fico horrorizado.
Os nazistas também se esforçavam para dar uma aura de legalidade para os assassinatos: Hitler pessoalmente ordenou que os juízes alemães não levassem a juízo médicos por matarem seus pacientes. E é aí que entra Kreyssig: Ele era um juiz altamente respeitado em sua terra natal, a Saxônia.
Mas ele era mais do que um juiz — Kreyssig era um dos líderes da Igreja Confessante, que resistia às campanhas do Reich para “nazificar” as igrejas protestantes. Ser um membro da Igreja Confessante, sem mencionar ser líder, era viver com uma marca de tiro ao alvo pintada nas costas.
À medida que mais e mais certificados de óbito para pessoas mentalmente doentes passavam pela sua mesa, Kreyssig percebeu que algo horrível estava acontecendo.
Ele escreveu para o ministro da Justiça do Reich protestando não só contra o programa Ação T4, mas também contra o tratamento dos prisioneiros dos campos de concentração. Ele então acusou um médico de assassinato em conexão com as mortes de seus pacientes.
Então ele foi chamado para o gabinete do ministro, onde ele foi informado de que o próprio Hitler havia autorizado o programa. Ao que Kreyssig respondeu: “A palavra do Führer não cria um direito”.
A coragem de dizer isso para uma autoridade governamental na Alemanha nazista era extraordinária. Kreyssig foi forçado a se aposentar. Embora a Gestapo tivesse tentado fazer com que ele fosse enviado a um campo de concentração, o medo de atrair a atenção para o programa T4 provavelmente salvou a vida de Kreyssig.
Ele passou o resto da guerra em casa cuidando de sua fazenda e, oh sim, escondendo judeus em sua propriedade.
O único juiz a resistir aos nazistas viveu quarenta e um anos a mais do que o “Reich de 1.000 anos”. Vinte anos depois de sua morte, a Alemanha realizou um memorial honrando sua bravura e compaixão.
Numa cultura onde ser “maria-vai-com-as-outras” era literalmente uma estratégia de sobrevivência, Kreyssig recusou ficar de boca fechada. Quando a maioria dos protestantes alemães adaptou sua fé às exigências do Reich, ele recusou cooperar e deixou claro que havia uma lei mais elevada.
Felizmente, a defesa da santidade da vida hoje em dia não requer nada parecido com o que Kreyssig passou com sua coragem. Mas requer coragem. E requer também compreender a Aquele cuja Palavra realmente cria um direito.
Este artigo foi reproduzido com permissão de breakpoint.org
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

segunda-feira, janeiro 31, 2011

Teoria da Evolução ao Serviço do Infanticídio, Violação e Genocídio

Pouco depois de Darwin ter publicado a sua teoria, diversos grupos sociais (e políticos) começarem a aplicá-la em áreas afastadas da ciência. O Darwinismo na natureza foi interpretado como uma batalha sangrenta de um contra todos. Os evolucionistas explicaram muitos actos naturais como sendo "beneficiais para a evolução". Tudo aquilo que favorecia a sobrevivência e a reprodução recebia uma interpretação Darwiniana:
Há boas razões biológicas para a violação ocorrer. Se um animal do sexo masculino está preparado para tentar ocasionalmente a violação, então é mais provável que ele se reproduza dessa forma do que de outra qualquer. (Michael Ruse, "Is Rape Wrong in Andromeda?", página 76, 1985)
O Darwinismo foi também transferido para a esfera das relações humanas e muitas vezes com implicações arrepiantes:
Mesmo o infanticídio praticado por vários povos através da história humana trabalha para a aptidão Darwiniana em vez de agir como um freio ao crescimento populacional. Não há motivo algum em manter com vida bebés que não poderiam ser suportados por muito tempo. Matar bebés que de outra forma nunca poderiam ser criados em segurança oferece melhores oportunidades de sobrevivência aos restantes.

O infanticídio em tempos de dificuldade pode significar o aumento do número de crianças que chega a idade adulta. (Colinvaux P., "Why Big Fierce Animals Are Rare", páginas 16-17, 1978)

....

O infanticídio é a morte dos bebés excedentes - que de outro modo teriam à sua disposição recursos limitados - de modo a que outros possam sobreviver. Não só é o mecanismo de escolha inerente ao nosso comportamento sexual como também uma estratégia de reprodução Darwiniana. O infanticídio confere aptidão (Colinvaux, 1978, página 216).

Mesmo doutrinas Darwinianas obscuras tiveram um impacto imenso nas polícias sociais. O conceito de "recuos genéticos", por exemplo, foi usado como explicação para o comportamento criminoso. O criminoso era tido como um "recuo genético" até ao homem primitivo (ou até ao símio) que possuía pouca fibra moral ou apenas um desejo por sangue.

Consequentemente, muitos administradores, empregadores e juristas acreditavam que poderiam identificar os criminosos a partir das suas características físicas "macacais". O "recuo genético" era usado para identificar a mente criminosa. A forma da cabeça ou dos olhos, as orelhas pontiagudas e até a epilepsia eram considerados sinas de degeneração moral.

Anos mais tarde, Lombroso conferiu proeminência especial à epilepsia como marca de criminalidade; finalmente ele declarou que quase todos os "nascidos criminosos" sofrem de alguma forma de epilepsia.

O fardo imposto pela teoria de Lombroso sobre os epilépticos não pode ser calculado; eles tornaram-se num alvo maior dos esquemas eugénicos em parte devido ao facto de Lombroso ter defendido que a sua doença era um sinal de degeneração moral. (Gould, 1981, pág 134)

Conclusão:

A teoria da evolução foi contextualmente usada para justificar a violação de mulheres, a matança de bebés e o extermínio em massa de pessoas que sofriam de uma doença (epilepsia). Será que todos os evolucionistas que usaram a teoria da evolução para justificar estes horrores estavam errados? Ou será que o carácter anti-humano da teoria explica o porquê dela ser usada para justificar o assassínio em massa?

Os evolucionistas modernos, embaraçados pelo que os seus irmãos na fé fizeram no passado, tentam a todo o custo separar a teoria das pessoas que a usam para justificar comportamentos anti-vida. Mas será isto lógico? Será lógico aceitar a noção de que os evolucionistas que viveram dentro do contexto donde surgiu a teoria da evolução não entenderam o que Darwin tinha em mente, e que só os evolucionistas do século 21 é que discerniram as "verdadeiras intenções" da teoria?

Na verdade, isto é uma discussão que os evolucionistas tem que resolver entre eles. Os que defendem a extensão da teoria para áreas da psicologia comportamental tem que explicar aos que se negam a fazer isto o porquê de o fazerem.

Ideias tem consequências e a teoria da evolução tem consequências gravíssimas.


Modificado a partir da página 154 do livro "The Biotic Message" (Walter ReMine)

sexta-feira, janeiro 21, 2011

Aborcionista preso por matar recém-nascidos em "clínica"

Tal como seria de esperar, os órgãos de "informação" controlados pelos marxistas culturais pouca ou nenhuma referência faz a um caso onde um "médico" matou seres humanos.

Coisas como esta são as consequências naturais da desvalorização da vida. Quando quem decide o valor do ser humano são outros seres humanos (e não Deus), coisas como os campos da morte erigidos pela Nacional Socialista alemã, os gulags dos socialistas soviéticos ou o assassinato de bebés (como reportado na notícia em baixo) são o desenvolvimento natural.

Mas como criticar este tipo de comportamento se, segundo os militantes ateus, não há Ponto de Referência Absoluto para a moral? Se Deus não existe, como qualificar o que este "médico" fez de "errado", se quem decide o que é o "errado" e o "certo" é cada indivíduo?

Talvez seja errado para alguns mas não para o tal "médico".

Sem Deus, o ser humano fica totalmente à mercê de tiranos: o pecado, o ser humano e os demónios.


FILADÉLFIA, EUA, 19 de janeiro de 2011 (Notícias Pró-Família) — Kermit Gosnell, médico aborteiro da Filadélfia, foi preso pelo assassinato de sete bebês recém-nascidos que ele matou com cortes de tesouras depois do nascimento deles em sua clínica.
Os cadáveres dos bebês foram encontrados numa batida policial na clínica em fevereiro de 2010, onde as autoridades encontraram o que chamam de “casa de horrores” devido às suas condições extremamente insalubres e ao espetáculo horrendo.
Havia sacos e garrafas contendo fetos abortados espalhados no prédio inteiro”, o promotor público Seth Williams disse para a Associated Press. “Havia jarros, prateleiras com partes internas de órgãos, com pés cortados que ele guardava sem nenhum propósito médico”.
Depois de testar os fetos, apurou-se que sete deles haviam sido mortos depois do nascimento. Gosnell está também sendo acusado de assassinato de terceiro grau na morte de uma paciente, que morreu em 2009 depois que ela recebeu uma overdose de anestésicos.
Gosnell “induzia o parto, forçava o nascimento vivo de bebês viáveis no sexto, sétimo e oitavo mês de gravidez e então matava esses bebês inserindo na parte de trás do pescoço tesouras e cortando a medula espinhal”, de acordo com Williams.
Gosnell é suspeito de matar centenas de outros recém-nascidos durante sua carreira médica de 30 anos, de acordo com o noticiário CBS News, mas não pode ser acusado devido à falta de registros. Ele ganhava mais de um milhão de dólares por ano por seu trabalho.
Apesar de numerosas queixas e dezenas de processos contra Gosnell, inclusive dez processos por negligência médica, as autoridades da Filadélfia se recusaram a investigá-lo até o ano passado, quando ele foi suspeito de uso indevido de drogas. Ele é também acusado de realizar abortos de terceiro trimestre sem licença.
Abortos de terceiro trimestre, que são definidos como abortos realizados depois do quinto mês de gestação, são legalmente permitidos até o momento do nascimento por virtualmente qualquer razão nos Estados Unidos.
Bebês em gestação de ultimo trimestre são mortos de diversas maneiras. Alguns recebem injeções de cloreto de potássio, o mesmo veneno que os nazistas utilizavam para realizar eutanásia em suas vítimas durante a Segunda Guerra Mundial, enquanto outros são desmembrados com fórceps.
Se Gosnell tivesse matado suas vítimas antes do nascimento, ele não teria sido submetido a acusações de assassinato sob as leis dos EUA.
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Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
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sexta-feira, dezembro 10, 2010

Sociólogo e perito em saúde David Marsland afirma: Esterilizem os ineptos

Os ineptos morais e mentais deveriam ser esterilizados, afirma o Professor David Marsland. O professor fez estas declarações chocantes numa emissão da BBC num programa que se publicita como sendo um lugar onde "se pensa o impensável".

Tanto os activistas pró-vida como os que defendem os direitos dos desabilitados responderam e disseram que o sistema proposto por Marsland é uma regresso às práticas de esterilização coerciva do passado.

Marsland afirmou à BBC que a "esterilização permanente" é a solução não só para a negligência infantil mas também para o abuso.

As crianças são abusadas ou grosseiramente negligenciadas por uma pequena minoria de pais inadequados......Tais pais não se distinguem pelas desvantagens, pobreza ou exploração mas por um número de imperfeições morais e mentais causadas por sérios defeitos mentais.
A solução?
A solução é a esterilização permanente.
Ouch.
Fonte: "Sterilize the Unfit Says British Professor" - (LifeSiteNews.com)

terça-feira, dezembro 07, 2010

Aborcionista: Matar um bebé não é matar um ser humano

Se mais evidências precisássemos da desumanização que os aborcionistas fazem da vida, as palavras desta espanhola esclarecem tudo. De acordo com a Ministra da Igualdade espanhola, Bibiana Aído, bebés intra-uterinos não são seres humanos.

Em resposta a um inquérito formal feito em torno do assunto do aborto por parte de um parlamentar espanhol, Aído afirmou que "o Governo não pode partilhar da afirmação de que a interrupção de uma gravidez é a eliminação de uma vida humana."

Não se sabe que tipo de vida a sra Aído pensa que é, mas ficamos a saber que não é humana. Dez minutos antes de nascer o bebé não é humano, mas 3 minutos depois de nascer já e humano.

Ela acrescenta ainda:

Ter um aborto não implica que uma vida humana foi terminada uma vez que não há uma opinião unânime em torno do conceito de ser humano.
Quando seres humanos decidem quem é ser humano de facto não há uma opinião unânime. O nacional socialista Hitler achava que os judeus não eram humanos. Darwin pensava que os australianos e os africanos não eram tão humanos como ele. Algumas seitas japonesas viam os outros como sub-humanos.

O ponto que a sra Aído levante é em si ilógico: se não é unânime quando é que a vida humana começa, porque é que ela suporta o término da gravidez que pode estar a matar um ser humano? Se não há opinião consensual, não se deveria suspender o aborto até haver opinião unânime?

(...) a "vida humana" refere-se a um conceito complexo baseado em ideias ou crenças que são filosóficas, morais, sociais e, por fim. sujeitas a opiniões ou preferências pessoais.
Claro que isto exclui a posição que afirma: "matar um bebé não é matar um ser humano". Esta posição já não é um conceito complexo baseado em ideias ou crenças filosóficas, morais, sociais e por fim sujeitas a opiniões e preferências pessoais. Não. A frase "terminar uma gravidez não é terminar uma vida humana" é um facto indisputável!

A chocante declaração de Aído foi feita em resposta a questões colocadas por Carlos Salvador do partido "União das Pessoas de Navarra". Estas perguntas, por sua vez, foram feitas em resposta às declarações de Aído que afirmou "um país não é digno se uma só pessoa está a sofrer maus tratamentos."

Salvador perguntou "Considera que a eliminação da vida de um bebé intra-uterino é um acto de mau tratamento?" Ao mesmo tempo ele perguntou:

Se acto do aborto envolve a eliminação de uma vida humana - única e não reprodutível - com base em que etos é que você fundamenta a sua argumentação, como um direito da mulher, em suporte do maior mau tratamento que pode ser feito a um ser humano, nomeadamente, a sua eliminação?
Como isto era um assunto trivial (vidas humanas) a sra Aído "só" demorou seis meses a responder.

Conclusão:

Estas são as consequências de quem rejeita o Criador. Quando Ele é posto de parte como Autoridade Suprema na vida dos seres humanos, então quem passa a ser a lei somos nós. Quem passa a decidir quem é humano e quem não é somos nós. Agora imaginem o que tal "poder" pode fazer nas mãos de seres humanos caídos e imperfeitos.

Bem, não precisam de imaginar durante muito tempo porque nós já vimos o que aconteceu durante o século 20. Os campos da morte do socialista Adolf Hitler e os gulags to ateísmo político (comunismo) são a expressão máxima da rejeição do Criador.

Os abortos dos dias que correm (mais de 500 milhões de "não-humanos" foram mortos desde 1982) são apenas a continuação do trabalho de Hitler e Stalin.


Fonte: LifeSite News

segunda-feira, novembro 22, 2010

A Verdade do Controle Populacional

quarta-feira, novembro 10, 2010

Holanda: Mulher presa por cometer infanticídio sem aprovação dum médico

Uma mulher holandesa foi presa por ter morto os seus 4 recém nascidos filhos e os ter embalado em malas de viagem. Na Holanda o infanticídio é legal desde que a dose letal seja administrada por um médico.

De acordo com a Radio Netherlands Worldwide, a jovem de 25 anos era bem conhecida na zona rural de Nij Beets - na província holandesa de Friesland. Ela conseguiu esconder os infanticídios durante anos até que a polícia a prendeu há algumas semanas.

A polícia recebeu um alerta dum vizinho desconfiado que reparou que ela constantemente ficava grávida mas nunca tinha nenhuma criança. Depois das autoridades acharem que a sua história de "dar as crianças para adopção" não era convincente, a mulher confessou os assassínios e mostrou onde as crianças estavam guardadas: empacotadas em malas de viagem no sótão dos pais.

Segundo se pensa, as crianças nasceram durante os anos de 2002 e 2010. Os seus pais, com quem ela vivia, negaram qualquer tipo de conhecimento das gravidezes da filha.

Apesar do choque e da raiva dos moradores locais, a lei holandesa permite que médicos matem o recém nascido no caso de "sofrimento insuportável". Eles tem é que agir de acordo com o Protocolo de Groningen.

Este "protocolo", cujo nome oficial é "Protocolo de Groningen para a Eutanásia dos Recém Nascidos", foi desenvolvido por médicos do Centro Médico da Universidade de Groningen em cooperação com autoridades legais.

De acordo com este "protocolo" os holandeses aceitam o "infanticídio eugénico" onde cerca de 15 a 20 seres humanos são mortos anualmente apenas e só porque grupos de pessoas julgam que o bebé está em "sofrimento insuportável". A maior parte dessas crianças havia sido diagnosticada com rompimento da coluna vertebral (eng: spina bifida).

O neuro-cirurgião pediátrico Rob de Jong criticou o "Protocolo de Groningen" no jornal médico "Child's Nervous System" alegando que é difícil de provar que o sofrimento de uma criança é ou vai-se manter insuportável. Em artigos onde se falava de crianças que sofriam de spina bifida, De Jong citou um certo número de médicos que, em retrospecção, reconheceu que os seus diagnósticos iniciais estavam incorrectos. Por outras palavras, e para nos apercebermos do horror, houve seres humanos cuja vida foi terminada apenas e só porque uma ou mais pessoas fizeram um diagnóstico errado.

O bioético Wesley J. Smith comentou no seu blog que se calhar as autoridades deveriam acusar a jovem holandesa de "exercer medicina sem licença":

Qual é a diferença entre a mulher e os médicos que matam os bebés? Uma licença médica? O uso de injecção letal? Ou será isto intolerância contra bebés que terão incapacidades ou doenças terminais? (...) Se calhar a defesa legal da mulher deveria ser que ela não queria que os filhos viessem a sofrer ao serem adoptados.

Estas são as inconsistências do ateísmo. Se uma mulher mata os seus filhos em casa, isso é considerado crime, mas se um grupo de médicos se junta e decide matar crianças com injecções letais apenas e só porque PENSAM que o mesmo está em "sofrimento insuportável", isso já é legal.

À medida que a Bíblia vai sendo posta de parte como Autoridade Moral suprema, as pessoas mais frágeis da sociedade (bebés, deficientes, etc) vão sentir na pele o horror que é quando quem decide o que é o bem e o mal é o ser humano.

Josef Mengele, o nacional socialista que fez experiências humanas em crianças judias, ficaria orgulho em ver que a Holanda continua com o seu trabalho eugénico. Claro que por trás do eugenismo está a crença na sobrevivência dos mais aptos e purificação da espécie.

Crenças tem consequências e crença na teoria da evolução tem consequências sociais devastadoras.

quarta-feira, outubro 20, 2010

Crenças religiosas dos médicos influenciam na decisição de acabar com a vida

Ideias tem consequências e isso torna-se mais sério quando há vidas em jogo.

Será que as controvérsias em torno da religião e das nossas origens são meramente académicas? Claro que não; uma nova pesquisa mostra-nos a poderosa ligação entre os valores morais e comportamentos sociais.

A pesquisa - que apareceu no Journal of Medical Ethics - mostra que médicos ateus e agnósticos são mais susceptíveis de iniciar acções "com previsões de (ou parcialmente intencionadas em) terminar a vida". Por outras palavras, médicos ateus e agnósticos são os mais susceptíveis de considerar o término de uma vida como a "melhor opção" em certas e determinadas situações.

O resultado veio de uma sondagem feita a milhares de médicos a trabalharem no Reino Unido. Muitos dos médicos inquiridos trabalham em especialidades onde tratamentos de final de vida são rotina: neurologia, tratamento geriátrico, tratamento paliativo e cuidados intensivos.

Os médicos foram alvo de questões relativas a sua fé e o seu nível de religiosidade. A lista incluía Cristãos, Muçulmanos, Hindus e outros de outras confissões (incluindo ateus e agnósticos). Uma série de questões forçou os inquiridos a recordar o tratamento que eles disponibilizaram ao último paciente seu que tinha morrido ao perguntar, por exemplo, se eles tinham discutido com os pacientes opções que acelerassem a sua morte.

Sem surpresa alguma, os médicos menos religiosos eram quase duas vezes mais susceptíveis do que os outros médicos de optar por medidas que envolvessem o término da vida do paciente. Não só isso, mas os médicos menos religiosos eram mais susceptíveis de apoiar leis que permitissem a eutanásia bem como outro tipo de "assistência médica" que facilitasse a morte do paciente.


"Todos os que Me aborrecerem amam a morte." - Provérbios 8:36

Quando um homem rejeita Deus as consequências são mais do que Teológicas. Deus não é Uma Pessoa que viva fora da vida existência humana mas sim Um Ser que está envolvido em todos os aspectos da nossa existência. A obediência aos Seus Mandamentos gera um ambiente onde a vida é mais satisfatória e plena. Removendo Deus da nossa existência ficamos totalmente à deriva em termos morais.

O valor da vida humana - nova ou velha, nascida ou não nascida, doente ou saudável - é uma questão muito diferente entre uma pessoa que sabe que fomos feitos à Imagem de Deus e outra que pensa que somos o resultado acidental de um processo aleatório e violento através dos milhões de anos de selecção natural.

Isto não significa (obviamente) médicos ateus são pessoas motivadas em acabar com a vida humana, mas sim que o valor da vida humana muda se tu não acreditas em Deus. Pior ficam as coisas se és um médico ateu que acredita em "controle populacional" ou na mitologia de que "a Terra está sobre-ocupada".

Ideias tem consequências a rejeição da Bíblia tem as suas consequências. Como sempre, quem sofre quando Deus é Removido da existência humana são os que mais precisam de ajuda.


"Aprendei a fazer bem; praticai o que é recto; ajudai o oprimido; fazei justiça ao órfão; tratai da causa das viúvas."
Isaías 1:17

sábado, outubro 09, 2010

Horripilante: aborcionistas apanhados com bebés abortados no congelador

A polícia fez uma rusga aos estabelecimentos de dois aborcionistas de Maryland e encontrou dúzias de bebés não nascidos em arcas congeladores.

As entidades de Maryland suspenderam as licenças dos dois "médicos" e ordenou que eles parassem de exercer Medicina no Estado. (WJZ)

O NC Register reportou:

Dois aborcionistas de Maryland (Dr. Steven Brigham e Dr. Nicola Riley) foram ordenados a parar de executar abortos em Maryland depois de uma mulher ter sido severamente ferida.

Subsequentemente, a polícia fez uma rusga às instalações em busca de registos médicos e, para seu horror, descobriram dúzias de bebés não nascidos guardados no congelador.

Depois do choque e dos sentimentos de repugna, a minha mente recuou alguns meses até um incidente que ocorreu por essa altura.

Isto seria uma história estranha e horrível se nunca tivesse ocorrido no passado, mas a alguns meses outro aborcionista (desta vez, em Filadélfia) foi apanhado com bebés abortados guardados em jarros.

Podem ver essa história de horror e nojo aqui.
As instalações do aborcionista Kermit Gosnell foram sujeitas a uma rusga no princípio deste ano, e o que se verificou lá é que as condições de higiene eram "deploráveis".
Mas eu pensava que legalizando o aborto, todas as mulheres teriam condições "excelentes" para matar os seus filhos, mas pelos vistos não foi isso que aconteceu.. Mesmo com o aborto legalizado, os abortos em condições bárbaras continuam. Parece que esse argumento era - como sempre acontece - falso.
As autoridades reportaram que "havia sangue no chão e partes do corpo de fetos abortados estavam dispostos em jarras".
Quando Deus é Removido da vida pública, quem sofre com isso são os mais frágeis da sociedade.

"Obrigado", feministas. A vossa cultura de morte está a reduzir o valor dum ser humano para o nível dum coelho, um rato ou um outro animal "digno" de ser exposto numa jarra.

Que Deus tenha misericórdia de todos nós, especialmente de todos aqueles que não só oferecem os seus filhos para o sacrifício humano, como também daqueles que tem prazer na morte de inocentes.


Jérôme Lejeune, geneticist. Discovery the Down’s syndrome:
  • If a fertilized ovule is not in itself a human, it could not become one, because nothing is added to it.

Pode-se perguntar qual é a relação entre o aborto e o debate “evolução versus criação”, mas acho que é bem claro. A crença de que se pode remover o bebé de dentro do útero humano e deitá-lo fora como um pedaço de carne é uma das consequências da rejeição do Deus Criador.

Se as pessoas pensam que não são o resultado do Poder criativo de Deus, mas sim uma forma de vida que, por acaso, conseguiu sobreviver ao longo dos milhões de anos, então o aborto é perfeitamente aceitável.

Quem não aceita o que Deus diz na Bíblia, e o valor que Deus confere ao ser humano desde o momento da concepção, é mais susceptível de estar de acordo com o aborto do que aquele que aceita a Bíblia como a Palavra de Deus.

Não é por acaso que alguns dos países com incidência elevada de aborto são países que foram dominados pela ideologia ateísta com o nome de comunismo durante muitos anos.

Salmo 130:13-16
Pois possuíste os meus rins; entreteceste-me no ventre de minha mãe. Eu Te louvarei, porque de um modo terrível e tão maravilhoso fui formado; maravilhosas são as Tuas obras, e a minha alma o sabe muito bem. Os meus ossos não Te foram encobertos, quando, no oculto, fui formado e entretecido, como nas profundezas da terra. Os teus olhos viram o meu corpo ainda informe, e no Teu livro todas estas coisas foram escritas; as quais iam sendo, dia a dia, formadas, quando nem ainda uma delas havia.

domingo, agosto 15, 2010

Feminista aborcionista: "Devemos estar preparadas a matar pela causa"

Ás vezes as feministas revelam ao mundo o quão macabras são as suas intenções para com a vida indefesa. Reparem também que o aborto é apenas um método para se atingir um fim. Elas não se preocupam com as vidas que são perdidas uma vez que para os esquerdistas "os fins justificam os meios".

Lembrem-se também que são pessoas deste calibre moral que querem ter poder sobre os vossos filhos através do sistema de ensino/indoutrinação estatal.

Original
"O abortamento de 200.000 bebês no Reino Unido a cada ano é o mal menor, independente de como se defina vida ou morte. Se você está disposta a morrer por uma causa, deve estar prepara a matar por ela também."
Assim escreveu a feminista abortista Antonia Senior em uma coluna no jornal Times, de Londres. Em países do primeiro-mundo, onde o tal "problema de Saúde Pública" não faz mais parte da mistureba enganadora abortista, resta-lhes defender o aborto por aquilo que ele realmente é. E é por isto que Antonia Senior pode ser sincera e chamar a matança anual de 200.000 seres humanos de "mal menor".

A sincera feminista, em dado momento de seu artigo, depara-se com a questão da definição do início da vida:
"O que está bastante claro para mim, na ausência de uma objetiva definição, é que um feto é uma vida, seja por qualquer medição subjetiva. Minha filha foi formada na concepção, e toda aquela mal compreendida alquimia, o acidental encontro de um espermatozóide com um determino óvulo, tornou-se minha querida filha, tendo sua personalidade já impressa naquele momento. Ela é ela mesma de forma única -- formada em meu útero, não pela minha criação."
Ou seja, filtrando o determinismo biológico que achei mal colocado, não resta dúvida que a feminista Antonia Senior admite que a vida humana inicia na concepção. Mas isto não a impede de, logo no parágrafo seguinte, ir direto ao ponto que ela quer defender:
"Qualquer outra conclusão é uma mentira conveniente que nós, no lado pró-escolha [N. do T.: eufemismo para "pró-aborto"] do debate dizemos a nós mesmos para que nos sintamos melhor com a ação de tirar uma vida. Aquela pequena coisa em forma de cavalo-marinho flutuando pelo útero é o milagre da vida em crescimento. Em um útero que não o deseja não é uma vida, mas um feto -- e, desta forma, pode ser morto."
"Mentira conveniente"!!! Aqui ela deita por terra até mesmo os argumentos de seus companheiros pró-aborto que insistem em retirar do fruto da concepção seu status de vida humana. Ela é extremamente sincera: é vida humana sim!

No entanto, para ela, o que determina se esta vida humana pode ou não fazer parte de sua estatística de "mal menor" é o simples desejo da mãe. Para a feminista, é a mãe que determina, em qualquer momento da gestação, se ela quer chamar o que vai em seu ventre de vida ou de "feto", o que é a senha para que ser humano que ali vai possa ser morto.

Confuso? Claro que é! Isto não faz qualquer sentido... Porém, é admirável a sinceridade da feminista ao admitir que o lado pró-aborto engana-se ao acreditar em suas próprias "mentiras convenientes"; é admirável que, mesmo à falta de uma objetividade maior sobre o que é a vida (segundo suas palavras), ela admita que na concepção temos já uma vida humana; e é estarrecedor que ela atropele tudo isto para eleger a "vontade da mãe" como uma força maior que o direito à vida de seu filho -- uma vida humana! -- em seu ventre.

É por isto que dizer que aborto é um "problema de Saúde Pública", este mantra produzido por ONGs abortistas e repetido à exaustão por políticos dos mais variados matizes, é simples cortina de fumaça, simples "mentira conveniente" que esconde a real face da luta pró-aborto, que é a suplantação do fundamental direito à vida de um ser humano inocente e frágil pelo direito de que uma mãe escolha a vida ou morte de seu filho.

Já em países como o Reino Unido não há tanto a necessidade de enganar a população, e feministas abortistas como Antonia Senior podem muito bem falar que os pró-aborto têm que estar dispostos não apenas a morrer por sua causa, mas a matar também por ela, pois isto, em última instâcia, é o que o aborto é.

Esta é a essência do movimento pró-aborto: a luta pelo direito de matar seres humanos inocentes e frágeis, cujo único "crime" foi estar no ventre de uma mãe que não o deseja.

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Fontes:
LifeSiteNews
University of Toronto - Students for Life

terça-feira, julho 27, 2010

Aborto: Preparando o caminho para o eugenismo

Excelente artigo.

Taiguara Fernandes de Sousa.

O site bol.com está fazendo uma enquete com a seguinte pergunta: Qual a sua posição sobre aborto de feto com doença incurável?

A pergunta é tendenciosa e leva a crer que, após o parto, o feto morreria instantaneamente ou nasceria morto.

Em primeiro lugar, são várias as doenças incuráveis e nem todas elas levam à morte da pessoa, podendo ser controladas. Síndrome de Down, por exemplo, é uma síndrome genética e incurável, mas a pessoa portadora pode levar uma vida completamente normal.

Mesmo em casos de anencefalia é incorreto afirmar que a morte ocorra instantaneamente. O caso da menina Marcela de Jesus, entre outros, já demonstrou que os anecéfalos podem viver por muito tempo, dado que o tronco cerebral acumula funções do próprio cérebro por adpatção à condição. Ainda que a criança viva por 20 minutos, tem o direito de viver seus 20 minutos e isso deve ser protegido.

A pergunta por trás da pergunta é: Você é a favor da eugenia?

Admitir o aborto em caso de “doença incurável” é admitir um processo de engenharia social que descarte, como a objetos defeituosos, os doentes e inválidos, os não tidos como “perfeitos”, como se estes não merecessem viver por sua condição.

Daqui a pouco estarão fazendo enquetes para ver quem é a favor de matar meninos de rua, deficientes ou idosos que não são mais “economicamente ativos”, por serem um “fardo para a sociedade”.

Admitir um aborto eugênico, como o que se quer admitir para crianças anencéfalas ou – na pergunta tendenciosa do Bol – “com doença incurável”, é abrir um precedente perigoso para a engenharia social e a eugenia baseados numa falsa noção de perfeição.

Dê o seu voto contra na enquete do Bol clicando AQUI. Levantemos a voz contra o aborto eugênico e nazista!
Aborto é uma continuação do eugenismo propagado por pessoas como Hitler. Esta falsa compaixão já dizimou a vida de 500 milhões de seres humanos só entre 1982 e 2002.

Este é sem dúvida o maior genocídio da História da Humanidade, mas como este genocídio é feito e propagado pelos ateus e seus afiliados, está tudo bem.

segunda-feira, junho 28, 2010

Aborcionsta: Não Vai Haver Ajuda Maternal e Infantil Enquanto Não se Avançar com Aborto

Parece que a srª Clinton acha que matar o bebé ainda por nascer é condição vital para se poder ajudar as nações que não tem suficiente ajuda médica.

Anne Halpine and Greg Pfundstein ask why the Obama administration wants to derail efforts by the G-8 to send aid to improve maternal and infant health in the poorest nations of the world. The G-8 met this week to discuss a wide variety of topics, mainly focusing on economic growth but also foreign aid. In their National Review column, Halpine and Pfundstein report that Secretary of State Hillary Clinton wants that aid held hostage in order to push an abortion agenda:

On the agenda at the G8 summit in Canada is promoting maternal and infant health in the poorest parts of the globe. The high rates of maternal and infant mortality in many countries are an impediment to democracy and social development, to say nothing of a human tragedy for these communities. Commitments of resources from the G8 countries to address these problems should be welcomed and commended. Why, then, is the Obama delegation threatening to derail these agreements?

Given this, one would expect there to be universal support for Canada’s leadership in taking on these problems and working to meet these critical needs. But the Obama administration is obstructing this positive consensus.

Hillary Clinton, when asked about Canada’s G8 plan to address infant and maternal health in the developing world, said the following: “You cannot have maternal health without reproductive health. And reproductive health includes contraception and family planning and access to legal, safe abortion.” …

Portanto, segundo esta promotora do eugenismo e defensora da racista Margaret Sanger, não se vai ajudar as mães africanas enquanto não se forçar o aborto nesses mesmos países.

Ela está disposta a deixar que mulheres africanas e bebés africanos morram por falta de apoio médico do que deixar de lado as suas motivações infanticidas.

Isto mostra de forma bem clara que, aqueles que não tem consideração pela vida no seu estado mais frágil, não vão ter consideração pela vida em estados mais avançados.

O eugenismo não morreu com Hitler; apenas mudou de nome. Agora chama-se aborto.

sábado, junho 26, 2010

Ser Humano Abandonado Para Morrer Após Aborto Fracassado

Mais consequências da crença que coloca o homem como autoridade moral suprema. Quem geralmente paga com isso são os mais frágeis da sociedade, mas nada disso importa. O que importa para os promotores do infanticídio é destruir
ROSSANO, Itália, 27 de abril de 2010 (Notícias Pró-Família) — O governo italiano anunciou que lançará uma investigação de um hospital onde um bebê prematuro que nasceu vivo depois de uma tentativa de aborto foi abandonado durante horas para morrer, antes de receber atenção médica graças à intervenção de um padre.
“Se os relatórios estão corretos estamos falando de um caso grave de abandono terapêutico de um recém-nascido bem prematuro, provavelmente também com alguma forma de deficiência: um ato contra o sentimento da compaixão humana, mas também contra toda ética da profissão médica”, disse Eugenia Roccella, subsecretária de saúde da Itália.
“O Ministério da Saúde enviará seus inspetores para o Hospital de Rossano Calabro para garantir que o caso seja realmente tratado, e para verificar que a lei 194 tenha sido respeitada. Essa lei proíbe o aborto quando há a possibilidade de uma vida autônoma para o feto, e o permite apenas se a continuação da gravidez é perigosa para a vida da mulher”, acrescentou Roccella.
O bebê, que estava com 22 semanas de gestação, foi abortado num hospital de Rossano porque sofria de uma deformidade, embora a mãe tenha também afirmado que a gravidez representava um risco médico. Após sobreviver à tentativa do médico de matá-lo, o bebê não recebeu nenhum tratamento médico e foi abandonado para morrer.
De acordo com relatos da imprensa italiana, a situação foi descoberta por um padre, que havia sido informado sobre o aborto e tinha vindo para orar pela alma do bebê.
Contudo, ele ficou chocado ao descobrir que o bebê estava se movendo e respirando, envolto num lençol e deitado sem atendimento, com o cordão umbilical ainda preso. Ele relatou a situação aos médicos, que então colocaram o bebê na unidade de cuidado intensivo de um hospital vizinho. Mas ele morreu poucas horas mais tarde.
Além da investigação efetuada pelo Ministério da Saúde, autoridades locais de Rossano estão também investigando o caso para apurar se há negligência por parte dos médicos.
Muitos casos semelhantes de bebês abandonados para morrer depois de sobreviverem a abortos propositados têm sido documentados na imprensa dos EUA também, motivando a aprovação da Lei Federal de Bebês Nascidos Vivos, que entrou em vigor em 2002. Barack Obama, o atual presidente dos EUA, havia de forma infame feito oposição a uma versão estadual do projeto de lei enquanto era senador de Illinois.
Cobertura relacionada de LifeSiteNews:
How Babies Were Left to Die: Nurse Recounts Horrors of Infanticide Practice Barack Obama Protected
http://www.lifesitenews.com/ldn/2008/aug/08081209.html
66 British Babies Survived Abortion - All Were Left to Die Without Medical Aid
http://www.lifesitenews.com/ldn/2008/feb/08020408.html
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/ldn/2010/apr/10042705.html

sexta-feira, junho 11, 2010

Cientistas comunicam-se com paciente em estado vegetativo

Será que quando começarmos a comunicar com o bebé dentro do ventre, os assassinos aborcionistas irão FINALMENTE ver que estão a matar seres humanos?

Cientistas comunicam-se com paciente em estado vegetativo

Cientistas comunicam-se com paciente em estado vegetativo Os pacientes respondem às perguntas ativando diferentes áreas do cérebro relacionadas às atividades motoras.[Imagem: MRWHH]

Comunicação mental.

Um grupo de cientistas europeus conseguiu estabelecer uma comunicação com um paciente em estado vegetativo, em que este respondia mentalmente "sim" ou "não" às perguntas dos estudiosos.

A pesquisa, publicada no New England Journal of Medicine nesta quarta-feira, explica que o paciente está nessa condição vegetativa há sete anos, quando sofreu um acidente de trânsito.

Pesquisas anteriores já haviam demonstrado que pacientes em estado vegetativo podem aprender. Recentemente, pesquisadores afirmaram ter se comunicado com um paciente que estava em coma há 23 anos e um pai acordou sua filha do coma fazendo-lhe perguntas de matemática.

Isto demonstra que o estado vegetativo, ou o coma, ainda são muito pouco compreendidos pela ciência - veja Coma é diagnosticada incorrectamente em 41% dos casos.

Respostas motoras do cérebro

Os médicos das universidades de Cambridge, na Inglaterra, e de Liège, na Bélgica, pediram ao paciente belga que imaginasse atividades motoras, como jogar tênis, para responder "sim", e imagens espaciais, como ruas, para indicar "não".

Os especialistas sabiam que cada tipo de pensamento ativaria uma área diferente de seu cérebro. Portanto, por meio de uma técnica de Imagem por Ressonância Magnética Funcional (fMRI, na sigla em inglês), que monitora a atividade cerebral do paciente em tempo real, eles puderam identificar suas respostas.

O paciente respondeu correctamente a cinco das seis perguntas sobre sua vida pessoal. Ele confirmou, por exemplo, que seu pai se chamava Alexander.

"Nós ficamos atônitos quando vimos os resultados do exame do paciente. Ele foi capaz de responder correctamente às questões que fizemos simplesmente alterando seus pensamentos", disse Adrian Owen, professor de neurologia da Universidade de Cambridge e um dos coordenadores da pesquisa.

Problemas de consciência

No total, o grupo trabalhou com 54 pacientes que sofrem de desordem de consciência, dos quais 23 estão em estado vegetativo. Eles também usaram a técnica com voluntários saudáveis, para efeito de comparação.

O repórter da BBC Fergus Walsh também passou pelo teste do fMRI. "Eu passei aos cientistas os nomes de duas mulheres, sendo uma delas a minha mãe. Eu me imaginei jogando ténis quando disseram o nome dela. Em um minuto eles sabiam qual das duas era a minha mãe. Eles também foram capazes de acertar se eu tinha filhos", narrou Walsh.

A pesquisa concluiu que dos 54 pacientes envolvidos, cinco foram capazes de voluntariamente alterar sua actividade cerebral. Três deles demonstraram inclusive algum grau de consciência, mas os outros dois não necessariamente mudaram seus pensamentos conscientemente.

Decisões do paciente

Owen diz que o estudo abre o caminho para que o paciente em estado vegetativo possa tomar decisões quanto ao seu tratamento.

"Você poderia perguntar se os pacientes sentem dor e então prescrever algum analgésico, e você poderia ir além e perguntar a eles sobre seu estado emocional", explicou.

O uso dessa técnica pode levantar questões éticas, como por exemplo, se é correto desactivar os aparelhos para deixar um paciente em estado vegetativo morrer, já que ele pode ter algum grau de consciência e até capacidade de manifestar vontade própria.

sábado, maio 15, 2010

Feminismo destrói vidas. Solução? Mais Feminismo!

Aborto, que é a “matança de Eva”, é chamado de “a maior campanha de discriminação assassina contra as mulheres da História”

Joseph Meaney
19 de março de 2010 (Notícias Pró-Família) — Notícia fantástica! A grande imprensa e até a ONU “descobriram” a crise do “desaparecimento de meninas” num período de 30 anos. O jornal The Economist (em recente edição intitulada “Gendercide” [generocídio]) e o Programa de Desenvolvimento das Nações Unidas (PDNU) divulgaram a “notícia” de que mais de 100 milhões de meninas e mulheres que deveriam estar vivas não estão.
Os culpados são os pais que querem ter filhos somente do sexo masculino e usam sonogramas para identificar o sexo de seu bebê no útero. O resultado final é milhões de abortos de seleção sexual de indesejadas meninas a cada ano.
Há algum tempo os líderes pró-vida vêm denunciando essa “matança de Eva” nos termos mais fortes. É sem dúvida alguma a maior campanha de discriminação assassina contra as mulheres na História. Incrivelmente, com poucas exceções, o problema do aborto de seleção sexual está continuamente piorando na Ásia e no mundo inteiro!
O que é chocante é que a solução que o The Economist recomendou é mais feminismo: mais propaganda dos mesmos indivíduos que trouxeram a legalização do aborto, mas desta vez dirigida para de certo modo melhorar a imagem pública das mulheres e filhas. Basicamente, eles estão dizendo que são necessárias campanhas em massa para ressaltar as contribuições positivas das mulheres na sociedade.
É claro que qualquer sociedade que não valoriza meninas ou mulheres em geral, tanto quanto homens, está em necessidade séria de uma mudança de coração no assunto. Contudo, será que alguém consegue com seriedade aceitar a idéia de que aqueles que alardeiam o aborto como direito supremo das mulheres são os melhores para nos conduzir para a recuperação de um sentido da dignidade do que é ser mulher?
The Economist aponta de modo favorável para a modernização e sociedades que têm aborto legal, mas nenhuma crise de aborto de seleção sexual. Pondo de lado o fato de que eles reconhecem que os chineses e os nipo-americanos estão recorrendo a abortos de seleção sexual, essas mesmas sociedades “progressistas” adotaram muitas outras agressões à dignidade feminina: pornografia, contracepção, “educação sexual” que mostra a pessoa humana como objeto, e assim por diante.
Se eles estão propondo seriamente que a solução para a eliminação das mulheres nos países em desenvolvimento é uma aceitação mais completa da própria ideologia que vem de forma tão patente prejudicando as mulheres e os homens, então precisamos apontar para a estupidez dessa perspectiva tantas vezes quantas forem necessárias até eles se darem conta.
As feministas radicais de boa vontade sacrificam a saúde e vidas das mães no altar do aborto legal. É só mais um passo para elas permanecerem em silêncio enquanto meninas em gestação são assassinadas pelo “crime” de ser mulher. Como bem dá para entender, algumas feministas pró-aborto estão incomodadas com isso, mas estão presas em sua ideologia sinistra que afirma que ninguém pode dizer a ninguém mais que sua “escolha” de abortar é errada.
Um momento decisivo em minha educação pró-vida com relação às tão chamadas organizações de “direitos das mulheres” ocorreu quando estive num encontro de março de 2007 bem nas entranhas da sede da ONU em Nova Iorque. O governo da Coreia do Sul havia proposto que a total assembleia da Comissão da ONU sobre a Condição das Mulheres adotasse uma resolução condenando o aborto de seleção sexual. A vasta maioria das delegações internacionais foi inicialmente a favor dessa proposta. Mas então as feministas desencadearam sua fúria.
Aquelas que se proclamam como “defensoras das mulheres” fizeram pressões pesadas e conseguiram que a União Europeia e outras nações abandonassem as meninas em gestação para seu destino de destruição, acabando com a resolução da ONU que, em grande parte, era simbólica. A lógica delas era essencialmente esta: Se aceitarmos que alguns abortos têm de ser impedidos, então todos os abortos estarão em perigo, e nossa meta é espalhar, não limitar, o aborto.
O modo de acabar com o aborto de seleção sexual é convencer o mundo acerca da verdade sobre a pessoa humana. Todas as crianças são criadas iguais na própria imagem de Deus, e como tais têm profunda dignidade e um direito à vida, independente do que médicos, pais, sociedade ou o Estado “escolham”. Nenhuma campanha em massa de promoção da ideologia feminista poderá se comparar com esse padrão da Lei Natural no que se refere a proteger a vida das meninas em gestação.
Deve-se desmascarar nos termos mais fortes a mentira de que essas feministas hipócritas estão defendendo as mulheres ou meninas. Elas estão defendendo o aborto, ponto final. Elas não são parte da solução — elas são parte do problema — e a vida de milhões de meninas (e meninos) está sendo destruída todos os anos por causa delas.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/ldn/2010/mar/10031914.html

sábado, maio 08, 2010

"Médico" aborcionista exibia fetos abortados em jarros

Autoridades descobriram duas dúzias de fetos numa clínica aborcionista pertencente a um "médico" de Filadélfia.

Os fetos abortados estavam expostos em jarros.

A CBS3 reportou:

Autoridades federais, bem como autoridades de Filadélfia, fizeram um raid a uma clínica aborcionista depois de alegações de que uma mulher tinha morrido durante um aborto. Uma vez dentro da clínica, os oficiais fizeram uma descoberta chocante: mais de duas dúzias de fetos congelados.

Pela segunda vez no espaço de 4 dias, a polícia de Filadélfia, bem como os oficias da State Licensing (e agentes da DEA) fizeram uma busca no escritório do Dr. Kermit Gosnell.

Fontes reportaram a Eyewitness News que a busca veio depois de se saber que uma paciente morreu durante um aborto a 20 de Novembro.

As fontes disseram também que durante a busca os investigadores recuperaram mais de duas dúzias de fetos abortados, guardados no congelador (alguns deles com datas de a mais de 30 anos).

Os fetos estão agora a ser analisados como forma de se saber se um aborto ilegal foi feito ou não.

Os registos mostram que no ano de 1995 Gosnell foi publicamente repreendido pela State Licensing Board uma vez que esta descobriu que ele tinha "empregado um assistente de médico que não era certificado"

O horror do aborto agora faz com que seres humanos sejam guardados em congeladores como se fossem um pedaço de frango ou carne de vaca.

Se alguma duvida existisse que os eugenicistas não olham para o bebé na fase de gestação como um ser humano, esta noticia horrível deve dissipar todas as dúvidas.

Como sempre acontece, quando uma sociedade abandona a moral Bíblica, quem sofre com isso são os mais frágeis da sociedade. Semelhantemente, esta notícia confirma um verso da Bíblia: todos aqueles que odeiam a Sabedoria de Deus, invariavelmente amam a morte (Provérbios 8:36).

Deus tenha misericórdia de nós.

quarta-feira, maio 05, 2010

Aborto: Há 100 milhões de meninas e mulheres a menos no mundo

Joseph Meaney

19 de março de 2010 (Notícias Pró-Família) — Notícia fantástica! A grande imprensa e até a ONU “descobriram” a crise do “desaparecimento de meninas” num período de 30 anos. O jornal The Economist (em recente edição intitulada “Gendercide” [generocídio]) e o Programa de Desenvolvimento das Nações Unidas (PDNU) divulgaram a “notícia” de que mais de 100 milhões de meninas e mulheres que deveriam estar vivas não estão.

Os culpados são os pais que querem ter filhos somente do sexo masculino e usam sonogramas para identificar o sexo de seu bebê no útero. O resultado final é milhões de abortos de seleção sexual de indesejadas meninas a cada ano.

Há algum tempo os líderes pró-vida vêm denunciando essa “matança de Eva” nos termos mais fortes. É sem dúvida alguma a maior campanha de discriminação assassina contra as mulheres na História. Incrivelmente, com poucas exceções, o problema do aborto de seleção sexual está continuamente piorando na Ásia e no mundo inteiro!

O que é chocante é que a solução que o The Economist recomendou é mais feminismo: mais propaganda dos mesmos indivíduos que trouxeram a legalização do aborto, mas desta vez dirigida para de certo modo melhorar a imagem pública das mulheres e filhas. Basicamente, eles estão dizendo que são necessárias campanhas em massa para ressaltar as contribuições positivas das mulheres na sociedade.

É claro que qualquer sociedade que não valoriza meninas ou mulheres em geral, tanto quanto homens, está em necessidade séria de uma mudança de coração no assunto. Contudo, será que alguém consegue com seriedade aceitar a idéia de que aqueles que alardeiam o aborto como direito supremo das mulheres são os melhores para nos conduzir para a recuperação de um sentido da dignidade do que é ser mulher?

The Economist aponta de modo favorável para a modernização e sociedades que têm aborto legal, mas nenhuma crise de aborto de seleção sexual. Pondo de lado o fato de que eles reconhecem que os chineses e os nipo-americanos estão recorrendo a abortos de seleção sexual, essas mesmas sociedades “progressistas” adotaram muitas outras agressões à dignidade feminina: pornografia, contracepção, “educação sexual” que mostra a pessoa humana como objeto, e assim por diante.

Se eles estão propondo seriamente que a solução para a eliminação das mulheres nos países em desenvolvimento é uma aceitação mais completa da própria ideologia que vem de forma tão patente prejudicando as mulheres e os homens, então precisamos apontar para a estupidez dessa perspectiva tantas vezes quantas forem necessárias até eles se darem conta.

As feministas radicais de boa vontade sacrificam a saúde e vidas das mães no altar do aborto legal. É só mais um passo para elas permanecerem em silêncio enquanto meninas em gestação são assassinadas pelo “crime” de ser mulher. Como bem dá para entender, algumas feministas pró-aborto estão incomodadas com isso, mas estão presas em sua ideologia sinistra que afirma que ninguém pode dizer a ninguém mais que sua “escolha” de abortar é errada.

Um momento decisivo em minha educação pró-vida com relação às tão chamadas organizações de “direitos das mulheres” ocorreu quando estive num encontro de março de 2007 bem nas entranhas da sede da ONU em Nova Iorque. O governo da Coreia do Sul havia proposto que a total assembleia da Comissão da ONU sobre a Condição das Mulheres adotasse uma resolução condenando o aborto de seleção sexual. A vasta maioria das delegações internacionais foi inicialmente a favor dessa proposta. Mas então as feministas desencadearam sua fúria.

Aquelas que se proclamam como “defensoras das mulheres” fizeram pressões pesadas e conseguiram que a União Europeia e outras nações abandonassem as meninas em gestação para seu destino de destruição, acabando com a resolução da ONU que, em grande parte, era simbólica. A lógica delas era essencialmente esta: Se aceitarmos que alguns abortos têm de ser impedidos, então todos os abortos estarão em perigo, e nossa meta é espalhar, não limitar, o aborto.

O modo de acabar com o aborto de seleção sexual é convencer o mundo acerca da verdade sobre a pessoa humana. Todas as crianças são criadas iguais na própria imagem de Deus, e como tais têm profunda dignidade e um direito à vida, independente do que médicos, pais, sociedade ou o Estado “escolham”. Nenhuma campanha em massa de promoção da ideologia feminista poderá se comparar com esse padrão da Lei Natural no que se refere a proteger a vida das meninas em gestação.

Deve-se desmascarar nos termos mais fortes a mentira de que essas feministas hipócritas estão defendendo as mulheres ou meninas. Elas estão defendendo o aborto, ponto final. Elas não são parte da solução — elas são parte do problema — e a vida de milhões de meninas (e meninos) está sendo destruída todos os anos por causa delas.

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