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sábado, agosto 11, 2012

Porque é que os homens possuem mamilos?

Os evolucionistas regularmente levantam esta questão como argumento contra o conceito do Deus Criador. Afinal, dizem eles, se Deus é o Criador Omnisciente, porque é que Ele criaria os homens com uma estrutura sem utilidade? Nas fêmeas, os mamilos possuem funções óbvias - amamentar os bebés. Qual é, portanto, o propósito dos mamilos nos homens?

Uma frequente visão evolutiva em torno dos mamilos é dos mesmos serem restos do nosso passado evolutivo; eles são considerados órgãos vestigiais. Isto sugere que eles eram funcionais no passado mas à medida que a evolução progrediu, a sua função perdeu-se.

Ao examinarmos esta visão dos mamilos, rapidamente nos apercebemos que ela, tal como toda a "explicação" evolutiva, não faz sentido algum. De facto, é uma evidência muito pobre em favor da teoria da evolução.

Se os mamilos são de facto vestigiais, então eles tinham uma função mas robusta no passado. Será que os evolucionistas sugerem que os nossos ancestrais amamentavam os recém-nascidos e que à medida que a evolução progrediu esta habilidade perdeu-se? Alternadamente, será que os evolucionistas alegariam que os nossos ancestrais eram todos do sexo feminino e que todos os machos modernos descendem duma população 100% feminina que perdeu a habilidade que lactar?

Na verdade, os evolucionistas alegam que os mamíferos evoluíram dos répteis e que a divergência entre macho e fêmea ocorreu inicialmente nos répteis. Porquê, então, ocorreu outra divergência à medida que os seres humanos começaram a evoluir? Se a evolução estivesse de acordo com a realidade, poderia ser alegado que os mamilos dos machos encontram-se ainda desenvolver, e que num futuro evolutivo próximo, eles serão capazes de amamentar!

O modelo criacionista, por outro lado, fornece uma explicação muito superior em torno da presença actual de mamilos nos machos.

Ciência segundo Quem a criou.
Para além dos mamilos masculinos não serem resquícios do nosso não-existente "passado evolutivo" mas sim vestígios do nosso passado embrionário, de maneira nenhuma eles diminuem as habilidades do Deus Criador ou colocam em causa a Sua Sabedoria Infinita. Na verdade, os mamilos nos machos são uma evidência em favor da "economia no design."

Cedo na sua maturação, os embriões masculinos e femininos são essencialmente iguais. Todos estes embriões possuem estruturas que irão formar as características físicas distintas dos machos e das fêmeas. Por exemplo, durante as fases iniciais do desenvolvimento, todos os embriões possuem o canal de Wolf e o canal de Muller. Devido à influência do cromossoma Y, o sistema Wolf desenvolve-se em direcção às estruturas internas e externas da anatomia masculina, enquanto que os canais de Muller regridem. Reciprocamente, na ausência do cromossoma Y, o sistema Wolf regride consideravelmente, e o sistema de Muller desenvolve-se até ao limite do seu potencial, formando muitas das estruturas da anatomia feminina.

Convém ressalvar no entanto que os embriões "não começam todos fêmeas". A composição genética de cada indivíduo é colocada no seu lugar logo no momento da fertilização (momento em que tem início a vida humana biológica). Isto significa que, o "programa" para construir os machos e as fêmeas encontra-se determinado logo à partida, sendo o género anatómico apenas o resultado da expressão desses genes.

O sistema de ductos mamários e o mamilo associado, que se desenvolve na 6ª semana, é o mesmo em ambos os géneros. O rudimentar sistema de ductos mamários mantém-se indistinguível à nascença. Este tecido é e hormonalmente sensível, respondendo ao estrogénio maternal transferido através da placenta ao produzir uma secreção conhecida como "leite neonatal" ou "leite das bruxas".

O tecido mamário mantém-se pouco desenvolvido até que é influenciado pelo estrogénio nas etapas iniciais da puberdade feminina. Se os mamilos são "inúteis" para os machos, então eles são igualmente inúteis para as raparigas pré-púberes, e, usando a lógica evolucionista, inúteis para qualquer mulher que não esteja a amamentar.

Funções.
Deve ser ressalvado que os mamilos masculinos não são inúteis, como tem sido sugerido, uma vez que eles são muito sensíveis e uma fonte de estímulo sexual. Para além disso, caracterizá-los de "vestigiais" é problemático uma vez que que os mesmos encontram-se totalmente vascularizados e possuem uma rede nervosa mais do que adequada. Porque é que os mamilos estariam deste modo se realmente fossem estruturas sem utilidade?

. . . . . . .

Longe de ser um "problema" para a Bíblia, a presença de mamilos nos machos é, na verdade, mais um exemplo da sabedoria e criatividade do Criador que nós servimos (aqueles que escolheram servi-Lo). São os evolucionistas que têm problemas com este tecido uma vez que, dentro dum cenário evolutivo, eles não conseguem fornecer qualquer tipo de razão para a existência e persistência de mamilos masculinos.

Modificado a partir do original


sexta-feira, agosto 10, 2012

As mentiras do evolucionista Haeckel

"E disse Deus: Façamos o homem à Nossa imagem, conforme à Nossa semelhança; e domine sobre os peixes do mar, e sobre as aves dos céus, e sobre o gado, e sobre toda a terra, e sobre todo o réptil que se move sobre a terra."
Génesis 1:26

O zoólogo alemão Ernst Haeckel é, provavelmente, mais famoso por defender a teoria da evolução através do argumento de que as criaturas recapitulam o seu passado evolutivo durante o seu desenvolvimento embrionário. Desde os tempos de Darwin que os livros reiteram que as primeiras fases dos embriões, incluindo os embriões humanos, possuem pequenas bolsas que reflectem a fase evolutiva mais parecida com um peixe.

Actualmente, este crença evolutiva está totalmente desacreditada pela ciência, para além de se ter descoberto que os gráficos do evolucionista ateu Haeckel eram parcialmente falsos. A isto acrescenta-se o facto dum novo vídeo online feito a partir de scans 3-D à cara do bebé em desenvolvimento vir a enterrar de modo permanente o falso argumento de Haeckel.

O embriólogo evolucionista Michael Richardson, juntamente com os seus colegas, largaram uma bomba no conceito predominante conhecido como "recapitulação embrionária". Num artigo técnico de 1997, Richardson comparou os desenhos de Haeckel com fotografias reais dos mesmos embriões .1 A comparação revelou que os gráficos de Haeckel eram falsos.

O relatório de Richardson revelou que, de modo a organizar a informação de forma a que os embriões parecessem mais semelhantes nas fases iniciais do desenvolvimento, Haeckel omitiu certas partes dos membros, alterou e escolheu os embriões de certas criaturas.2

Uma vez que Haeckel teve que manipular os dados de modo a que estes se conformassem à teoria da evolução, é seguro afirmar que os embriões - incluindo os humanos - não repetem o seu "passado evolutivo" durante o seu desenvolvimento.

No entanto, e sem surpresa algum, os livros escolares não foram actualizados à medida que a ciência revelava as mentiras de Haeckel. Por exemplo, na edição de 2007 do popular livro universitário de Sylvia Mader, não só está presente uma ilustração muito parecida com a de Haeckel, como também se encontra por lá uma explicação em torno das bolsas embrionárias - por vezes chamadas de "fendas branquiais" por parte dos evolucionistas - e como a sua presença alegadamente é evidência em favor da teoria da evolução.

Mader escreveu:

A dada altura do desenvolvimento, todos os vertebrados possuem uma cauda pós-anal, ao mesmo tempo que exibem bolsas da faringe [inglês: "pharyngeal"]... Nos seres humanos o primeiro par de bolsas torna-se nas amígdalas ao mesmo tempo que o terceiro e quarto par tornam-se no timo e nas glândulas paratireóides. Porque é que vertebrados terrestres desenvolveriam e modificariam tais estruturas tais como as bolsas da faringe que perderam a sua função original? A explicação mais provável é a de que os peixes são ancestrais de outros grupos de vertebrados.3

Mas como é que Mader sabe que tais bolsas "perderam a função original"? Claramente ela não sabe; ela apenas afirma isso tendo como base a sua fé na teoria da evolução - e não tendo como base as observações científicas. Ela lista até as funções cruciais que as bolsas têm no desenvolvimento humano. Uma vez que as bolsas estão organizadas em dobras e possuem funções conhecidas, não há razões científicas para suspeitar que elas reflectem algum tipo de "passado evolutivo." 3

Um novo vídeo online da New Scientist TV, capturado a partir da união de scans feitos durante o primeiro trimestre da gravidez, mostra a transformação espantosa destas bolsas para a cara humana e para a cabeça. As bolsas não revelam qualquer tipo de perda de funções, passado ou presente.

De facto, o subtítulo do vídeo declara:

Um olhar mais atento à animação revela que a face forma-se a partir de 3 características que rodopiam até se ajustarem, encontrando-se no filtro, o sulco acima do lábio superior. A transformação ocorre com precisão exacta e os atrasos podem resultar numa fissura labial ou palatina.4
Esta precisão exacta requereu um Designer Engenhoso na sua génese.

* * * * * * *

No seu zelo de promover a mitologia evolutiva, Haeckel alimentou os seus leitores com gráficos fraudulentos de embriões. O zelo dos adoradores de Darwin perpetuou esta mentira por mais de um século.

Hoje, não só os seus gráficos de embriões são "uma das falsificações mas famosas da História", como se sabe agora que todas as bolsas e uniões do embrião humano são totalmente funcionais, temporizadas de forma precisa, e organizadas de forma intrincada.5

Os dados não-adulterados fornecem-nos a informação correcta: durante o seu desenvolvimento, os embriões dos seres humanos não recapitulam o seu passado evolutivo . Eles passam, sim, por uma transformação coordenada, harmoniosa e engenhosamente precisa - algo que contradiz a noção da mesma ser o efeito de forças aleatórias

Fonte

Referencias

  1. Richardson, M.K. et al. 1997. There is no highly conserved embryonic stage in the vertebrates: implications for current theories of evolution and development. Anatomy and Embryology. 196 (2): 91-106.
  2. van Niekerk, E. 2011. Countering Revisionism—part 1: Ernst Haeckel, fraud is proven. Journal of Creation. 25 (3): 89-95.
  3. Mader, S. 2007. Biology, 9th ed. New York: McGraw-Hill, 97.
  4. Ceurstemont, S. First animation reveals how a face forms in the womb. New Scientist TV. Posted on newscientist.com July 4, 2012, accessed July 11, 2012.
  5. Pennisi, E. 1997. Haeckel's Embryos: Fraud Rediscovered. Science. 277 (5331): 1435. See also Jonathan, M. The Recapitulation Myth. Evolution News. Posted on evolutionnews.org June 29, 2010.

domingo, julho 10, 2011

Haeckel: mentiroso, ateu e evolucionista

Provavelmente muitos já viram fotos como esta.

Fake drawing

O que muitos não sabem é que estas fotos são FALSAS. O evolucionista Haeckel usou-as como "evidência"para a evolução.

Esta história foi o princípio de muitos anos de falsas evidências promovidas pelos evolucionistas, sendo o famoso "Piltdown Man" um dos caso mais duradouros (+/- 40 anos).

sábado, abril 09, 2011

Embriologia e as leis de Von Baer

Leis científicas são observações àcerca do mundo empírico. Ao contrário das teorias científicas, as leis científicas sumarizam as observações sem as tentar explicar aprofundadamente.

No ano de 1828 o anti-evolucionista Karl von Baer generalizou as observações em torno da embriologia em leis que possuem o seu nome. Elas continuam a ser as generalizações mais poderosas em torno dos dados. Stephen Jay Gould afirma que elas são "provavelmente as palavras mais importantes na história da embriologia" (Gould, "Ontogeny and Philogeny",1977, página 70).

Estas são as leis de von Baer:

  1. As características gerais de um largo grupo de animais aparecem no embrião mais cedo que as características mais específicas.
  2. As características menos generalizadas desenvolvem-se a partir das mais generalizadas, e assim sucessivamente até as mais especializadas.
  3. O embrião de uma dada espécie, em vez de passar pelas fases de outros animais, afasta-se mais e mais delas.
  4. Portanto, de um modo fundamental, o embrião de uma forma de vida superior nunca é como o adulto de um forma inferior, mas sim parecido com o seu embrião.
As leis de von Baer indicam que quanto mais cedo estivermos na fase embrionária, mais próximas as classes de organismos distantes se parecem umas com as outras. À medida que os embriões se desenvolvem, eles divergem-se ainda mais dos embriões de outras espécies.

Por exemplo, o embrião dos seres humanos é semelhante ao embrião dos peixes, mas nunca idêntico. À medida que o embrião humano e o embrião do peixe se tornam mais maduros, eles tornam-se totalmente distintos um do outro.

Os desenvolvimentos embrionários parecem, assim, os raios da roda duma bicicleta. Os organismos começam num ponto central e comum, e divergem seguindo caminhos únicos e distintos. Há semelhanças no desenvolvimento, e há alguns caminhos paralelos, mas os embriões tendem a possuir rotas de desenvolvimento únicas e divergentes em relação a outras espécies.


O padrão von Baer da ontogenia é uma evidência poderosa para a teoria da Mensagem Biótica. O padrão indica de um modo gráfico que os organismos nunca poderiam ter sido criados por criadores a operarem independentes uns dos outros. A vida parece ter originado a partir de Uma Fonte. Este facto emite a mensagem unificadora (a biosfera foi toda criada pela Mesma Inteligência e não várias inteligências).

A sequência de von Baer coloca mais problemas para a mitologia evolutiva uma vez que a selecção natural não consegue explicar o padrão do desenvolvimento embrionário. A selecção natural não quer saber se uma característica é generalizada ou específica. Ela não vê atributos portanto não os pode ordenar segundo uma sequência especial.

As duas características dominantes da embriologia - o desenvolvimento radial e a sequência von Baer - não são facilmente explicadas pela mitologia evolutiva.

Devido aos problemas que a ciência da Embriologia colocou à teoria da evolução, os materialistas desenvolveram algumas tentativas para harmonizar a sua teoria com a ciência. A tentativa mais famosa são os fraudulentos gráficos do ateu evolucionista Ernst Haeckel. Essencialmente essa tentativa defende que o desenvolvimento embriológico repete (recapitula) as fases das formas adultas dos ancestrais. Daí o nome pomposo para esta teoria: "Ontogenia recapitula a filogenia".

Numerosos exemplos foram citados e até Darwin caiu no mesmo erro.

Haeckel referiu-se à sua teoria como a "Lei Biogenética", aparentemente como forma de elevar a sua importância e ensombrar von Baer. No entanto, a "Lei" Biogenética nunca chegou a ser uma lei.

Tal como foi dito logo no início deste post, as leis fazem um somatório das observações, e a "lei" de Haeckel alegava sumarizar observações que uniam a ontogenia à ancestralidade. No entanto, a ancestralidade nunca foi observada uma vez que a biosfera não tem uma filogenia identificável. Em vez de usar verdadeiras observações, o ateu evolucionista Haeckel usou de especulação e fraude.

Apesar da teoria da recapitulação estar cientificamente desacreditada, os evolucionistas continuam a dar ênfase à recapitulação e à "lei" biogenética. Eles fazem isto como forma de usar a embriologia como evidência para a evolução. A fraude evolucionista é de tal forma profunda que chegam a alegar que "A lei biogenética não está em disputa; apenas a versão de Haeckel" (Cracraft, Revisão de um livro - por Weinberg - 1984, página 63). Alguns livros de educação escolar referem-se às leis de von Baer como "a lei biogenética" (G.C. Kent, "Comparative Anatomy of the Vertebrates ", 1987, página 18).

Lovtrup reinterpretou as leis de von Baer sob o nome de "recapitulação von Baeriana" (S. Lovtrup, "Darwinism: The Refutation of a Myth", 1987, págin 378). Esta qualificação é um total absurdo uma vez que von Baer nunca deu suporte à recapitulação e as suas leis não podem ser usadas como evidência para recapitulação uma vez que não identificam ancestrais nem descendentes.

Conclusão:

O desenvolvimento embrionário é evidência forte para a Mensagem Biótica uma vez que distintas formas de vida começam num ponto central muito semelhante, mas depois divergem como raios de uma roda. Isto envia a mensagem unificadora (mesmo Criador).

Semelhantemente, a selecção natural não pode explicar o padrão de desenvolvimento embrionário, o que suporta a tese da origem Sobrenatural das formas de vida (mensagem não naturalista).

A existência de muitas convergências no desenvolvimento destrói as tentativas de se construir uma filogenia. Isto suporta a tese da origem Sobrenatural.

Os embriões mostram semelhanças com outros embriões e não com as formas adultas desses embriões, como erradamente pensava Haeckel. Isto também é evidência contra a evolução.

Em resumo, podemos dizer que a embriologia, tal como as outras áreas científicas, recusa-se a confirmar a mitologia evolutiva.


Modificado a partir do livro "The Biotic Message", páginas 369 e 377

sábado, abril 02, 2011

Embriões de marsupial desenvolvem-se de modo totalmente distinto dos outros vertebrados


A edição de 2011 do livro escolar Biology escrito pelo evolucionista Ken Miller alega:
Os padrões semelhantes do desenvolvimento embrionário fornecem evidência suplementar para a tese de que os organismos originaram-se após um ascendente comum.
(p. 469)
Mas o que é que acontece quando tipos de organismos supostamente similares possuem padrões de desenvolvimento muito diferentes uns dos outros? Será que isso seria uma evidência contra a ascendência comum?

De facto, pesquisadores estão a descortinar diferenças vincadas no desenvolvimento dos vertebrados.

Um anúncio recente da ScienceDaily (30/11/2010), "Marsupial Embryo Jumps Ahead in Development," declara:

Pesquisadores da "Duke University" descobriram que o programa de desenvolvimento executado pelo embrião de marsupial avança segundo uma ordem diferente da ordem seguida por virtualmente todos os outros vertebrados.

"Os membros estão num sítio diferente durante o tempo todo" afirmou Anna Keyte, pesquisadora que executou este projecto como parte da sua dissertação de doutoramento. "Eles iniciam o desenvolvimento antes de quase todas as estruturas do seu corpo."

Os biólogos tem-se entretido com a noção do desenvolvimento dos membros ser iniciada pelos sistemas de órgãos que aparecem primeiro, mas este estudo mostra que os membros dos marsupiais começam o desenvolvimento sem tal incentivo.

O livro escolar de Miller alega também que: "Os mesmos grupos de células embrionárias desenvolvem-se segundo a mesma ordem e seguindo padrões semelhantes de modo a produzirem muitos tecidos e órgãos homólogos nos vertebrados." (p. 469).

Será que os evolucionistas (como Miller) olharão para estas descobertas recentes como "curiosidades" a não levar em conta, ou como dados que contradizem os seus argumentos em favor da descendência comum? Para todos aqueles dispostos a testar a descendência comum, o que os pesquisadores descobriram - em relação ao desenvolvimento embrionário dos marsupiais - está em conflito com os argumentos em favor da mesma descendência comum apresentada aos alunos por livros como os do evolucionistas Miller.

Conclusão:

Se a semelhança no desenvolvimento era evidência a favor da teoria da evolução, então a falta de tal semelhança deveria ser evidência contra a teoria da evolução. Mas como todos sabemos, os evolucionistas não se regem pelas mesmas leis da lógica e da ciência que o resto do mundo se rege.

O facto da ciência (mais uma vez) refutar as suas pretensões é apenas evidência da nossa falta de imaginação. E alem disso, há demasiada maldade neste mundo, portanto Deus não existe. Se existe, Ele nunca faria o marsupial da forma como está. Só pode ser resultado de evolução mesmo. É apenas uma questão de nós investigarmos melhor os "relacionamentos evolutivos" entre os diversos vertebrados.

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