Mostrar mensagens com a etiqueta Dawkins. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Dawkins. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, abril 27, 2012

Cristianismo é cientificamente superior ao neo-ateísmo

E não é difícil de comprovar esta afirmação. Shadow to Light ilumina o absurdo dos ataques provenientes dos Novos Ateus dirigidos à religião em geral, e a Francis Collins em particular.

Jerry Coyne acusou Francis Collins de ser um "embaraço para o NIH [National Institutes of Health] e para todas as pessoas racionais", e de ser um "proponente de crenças profundamente anti-científicas".

Myers qualifica Collins de "pateta criacionista que argumenta contra teorias científicas" e um "agradável peso-pluma" que não sabe pensar como um cientista.

Seria de pensar que estes três militantes ateus fundamentassem os seus ataques a partir de plataformas científicas superiores à do sujeito religioso. Mas, infelizmente, não é esse o caso.

Entre 1971 a 2007, Francis Collins publicou 384 artigos científicos. Certamente que ele publicou mais desde 2007, mas é aí que o seu CV online termina. De facto, pesquisando na PubMed - base de dados que contém milhões de artigos científicos - parece que ele publicou 483 artigos. No entanto, vamo-nos restringir aos 384 artigos em cima mencionados uma vez que podem existir outros “Collins FS” misturados com os resultados da pesquisa na PubMed.

Usando também a PubMed ficamos a saber que Jerry Coyne publicou uns respeitáveis 88 artigos científicos entre 1971 e 2011. Myers parece ter publicado 10 artigos entre 1984 e 1999.

Para Sam Harris nem é preciso pesquisar na PubMed porque o seu site dá-nos o número das suas publicações.

Ele publicou 2 artigos desde 2009.

Fonte

- - - - - - -

Por outras palavras, não é o Cristianismo que impede o avanço da ciência. Francis Collins não só produziu mais ciência que os seus críticos, como publicou mais do dobro dos artigos científicos publicados por Richard Dawkins, Jerry Coyne, PZ Myers, e Sam Harris combinados.

Para além disso, ele produziu muito mais artigos que o falecido Christopher Hitchens, Daniel Dennett, e Michael Shermer, pessoas que também fizeram alegações em torno da imaginada "incompatibilidade" entre o Cristianismo e a ciência.

Como é normal, os argumentos dos militantes ateus baseiam-se em lógica deficiente e não nas evidências empíricas que eles alegam valorizar.

Fez mais pelo avanço da ciência que todos os Novos Ateus combinados.


quinta-feira, março 22, 2012

Será que Richard Dawkins tem o gene escravagista?


Aparentemente Richard Dawkins é apenas o último da longa linha de idiotas socialmente destrutivos com o nome de Dawkins , visto que já há um Dawkins do lado errado da História há séculos.

Ele faz campanha contra os "males da religião" e lecciona o mundo inteiro em torno da alegadas "virtudes" do "ateísmo". Agora, Richard Dawkins, o grande activista secularista que visa acabar com a "intolerância e o sofrimento" tem que enfrentar uma revelação embaraçosa: ele é descendente de donos de escravos e o erário familiar foi comprado com a fortuna parcialmente adquirida com o trabalho forçado.

Um dos seus antepassados, Henry Dawkins, acumulou tanta riqueza que, aquando da sua morte (1744), a sua família possuía 1013 escravos na Jamaica.

A propriedade da família Dawkins, que consiste em 400 acres perto de Chipping Norton, Oxfordshire, foi parcialmente comprada com a riqueza acumulada através da plantação de açúcar e posse de escravos.

As posses em Norton Park, herdadas pelo pai de Richard Dawkins, não só continuam na família como têm o activista do neoateísmo como accionista e director de negócios associados.

No ano de 1796 o filho mais velho, James Dawkins (1760-1843), votou contra a proposta de Wilberforce em abolir a escravatura, ajudando a derrotar a medida pela margem de 4 votos. Em 1807 ele fez parte dum pequeno grupo de intransigentes que se opôs à "Slave Trade Act", que aboliu a escravatura no Império Britânico

Acredita-se que ele tenha sido um dos 18 MPs que suportou uma emenda que visava adiar a implementação do Slave Trade Act por 5 anos. Foram derrotados pelos votos de 174 MPs.

Em assuntos envolvendo a religião, James Dawkins foi um forte oponente do "alívio Católico", uma das medidas que removeu as restrições à adoração, posse de propriedade e direitos eleitorais dos Católicos.

* * * * * * * * * * *

Coitadinho do Richard Dawkins. Afinal o seu comportamento anti-social é apenas consequência dos genes escravagistas e intolerantes que ele herdou dos seus antepassados. Ele não em culpa de agir assim; os seus genes é que o forçam a ser assim.

"As vossas iniquidades, e juntamente as iniquidades dos vossos pais, diz o Senhor, que queimaram incenso nos montes, e me afrontaram nos outeiros; pelo que, lhes tornarei a medir as suas obras antigas no seu seio." Isaías 65:7


sexta-feira, fevereiro 17, 2012

Richard Dawkins, o ignorante

Mais humor por parte do militante ateu e ávido evolucionista Clinton R. Dawkins. Se depois de lerem e ouvirem as suas palavras ficarem com alguma réstia de respeito por este indivíduo, então se calhar são mais crédulos do que parece.

Se por acaso tentassem definir o que é a arrogância intelectual deslocada não poderiam fazê-lo de melhor forma do que pedir ao mais famoso ateu do mundo que dissesse quem é e quem não é Cristão.

O militante ateu Richard Dawkins anunciou triunfalmente que "um surpreendente número [de Cristãos] não consegue dizer qual é o primeiro Livro do Novo Testamento".

A transcrição da discussão demonstra o quão embaraçoso foi o momento para Dawkins:

Fraser: Richard, se eu lhe perguntasse qual é o título completo do livro "A Origem das Espécies", estou certo que você seria capaz de responder a isso.

Dawkins: Sim, seria.

Fraser: Então diga lá.

Dawkins: "A Origem das Espécies" . . . . uh . . . . . "Com" . . .oh Deus . . . "A Origem das Espécies". . . . . . . Há um sub-título em torno da preservação das raças favorecidas no combate . . . . na luta pela vida.

Fraser: Se você perguntasse às pessoas que acreditam na teoria da evolução o que eu lhe perguntei e apenas 2% respondesse de forma acertada, seria terrivelmente fácil para mim afirmar que eles, afinal, não acreditam na teoria da evolução. Portanto, não é justo você fazer este tipo de perguntas.
Foi um minuto de ouro radiofónico. Para além de ser hilariante, foi bastante simbólico.

O que temos aqui portanto é o Richard Dawkins a demonstrar que não sabe o título integral do livro cuja obediência religiosa ele tão avidamente promove por todo o mundo.

Como já foi dito por várias pessoas, Dawkins é uma fraude intelectual de todo o tamanho. Este tipo de comportamento não foi um lapso de memória temporário mas sim uma característica sua.

Este indivíduo frequentemente finge ter conhecimento que ele obviamente não tem, e assume saber coisas que claramente não sabe. É precisamente por isto que ele evita debater com pessoas que estão cientes da sua arrogância intelectual e que facilmente o poderiam ridicularizar em publico.

É suficientemente mau que Dawkins não tenha sido capaz de dizer o título integral do livro que ele afirma ser o livro mais importante da história - logo depois de ter defendido que seria capaz. Mas mais importante ainda, ele esqueceu-se da parte do título que se refere ao mecanismo supostamente responsável pela evolução!

Lembrem-se deste tipo de vergonha da próxima vez que um militante evolucionista vier com ares de superioridade intelectual e moral. Lembrem-se disto sempre que alguém quiser citar o Dawkins como algum tipo de "autoridade" científica no que toca a questões em torno da Biologia.

Entretanto, fica aqui o título integral do livro que Dawkins promove como sendo o livro mais importante da história do homem mas cujo titulo ele não sabe.

On the Origin of Species by Means of Natural Selection, or the Preservation of Favoured Races in the Struggle for Life.


E para o caso do Youtube tirar o vídeo:







terça-feira, novembro 01, 2011

Richard Dawkins, o Cristão

Neste vídeo, o papa do neo-ateísmo moderno diz que a religião Cristã é superior à islâmica. Se fosse um Cristão a afirmar este facto óbvio, ele seria catalogado de "islamofóbico" ou "racista" (embora o islão não seja uma raça).

A pergunta é: se quando um Cristão diz que a sua fé é superior à islâmica isso é tido como um indício de "preconceito" ou "intolerância", então quando um militante ateu o diz, isso é indício de quê?

segunda-feira, outubro 17, 2011

Líder religioso sugere a indoutrinação de crianças

Elas não sabem ler nem escrever e como tal, é a altura ideal para lhes ensinar mitos pseudo-científicos.
Crianças com idades que podem chegar aos cinco deveriam ter lições em torno dos princípios da teoria da evolução, defende um [militante] ateu proeminente.

O Professor Richard Dawkins alega que a teoria da evolução de Charles Darwin é tão importante que todas as escolas primárias em Inglaterra deveria tê-la nos seus currículos, disse ele ao The Times. O biólogo evolucionário acredita que os mais jovens são capazes de assimilar os princípios básicos da teoria que sustenta o estudo da biologia.

Não se esqueçam destas palavras da próxima vez que um evolucionista se posicionar como um "pensador crítico".

Isto remove os últimos vestígios de dúvida em relação a Dawkins não mais fingir ser um cientista, mas sim um pedo-propagandista do ateísmo e materialismo científico.

É também curioso observá-lo a insistir que crianças que mal sabem ler ou escrever conseguem assimilar os princípios básicos da teoria ao mesmo tempo que outros evolucionistas defendem que cientistas do gabarito de Micheal Behe não sabem nada de "ciência" [isto é, evolução].

Ou seja, os rudimentos da teoria da evolução são tão fáceis de entender que até crianças de 5 anos assimilam-nas, mas ao mesmo tempo o facto de adultos com qualificações superiores em biologia e bio-química não a aceitarem, não se deve ao facto de terem feito uma avaliação das evidências e acharem a teoria em falta, mas sim porque eles não entenderam nada sobre a teoria de Darwin.

Mesmo que a teoria da evolução fosse 100% verdade, a teoria seria 100% irrelevante para a ciência. Mesmo que as transições entre a ameba e o homo sapiens sapiens pudessem ser listadas com precisão, isto teria literalmente um impacto próximo de zero entre 99,99% da população mundial - com a excepção dum número ínfimo de profissionais que trabalham em disciplinas evolutivas.

Não há área alguma da ciência que seja operacionalmente impossível de levar a cabo sem uma fé firme de que peixes evoluíram para pescadores, lobos para baleias ou dinossauros para colibris.

Vai ser engraçado vêr o que 12 anos de indoutrinação em favor estudos femininos, homossexualismo, aborcionismo e evolucionismo (em detrimento de habilidades de leitura, escrita, e matemática) irão produzir nas crianças.

Este evento demonstra também que a teoria da evolução é uma teoria religiosa mascarada de ciência. O que Dawkins quer não é que as crianças fiquem melhor preparadas para entender a biologia mas sim menos predispostas a aceitar teorias que contradigam o naturalismo/ateísmo/evolucionismo.

Lembrem-se também que é este homem que quer usar as escolas públicas (pagas por todos) para ensinar a sua versão pessoal àcerca das nossas origens, mas ao mesmo tempo se insurge quando os Cristãos - na privacidade dos seus lares - ensinam os seus próprios filhos segundo o seu superior Código Moral.

Quero o controle total dos teus filhos

sábado, outubro 15, 2011

O ateísmo de Dawkins é irrelevante?

No seu mais recente livro dirigido às crianças, The Magic of Reality, Richard Dawkins lamenta o facto de muitas pessoas inteligentes terem dificuldade em aceitar que peixes evoluíram para pescadores, que lobos/vacas evoluíram para baleias, e que dinossauros evoluíram para colibris.

A sua Fundação explica:

Será que, sugere ele [Dawkins], nós nos tornamos "sobrepujados pela familiaridade enganadora?". Ele coloca as culpas na filosofia do essencialismo - de Aristóteles e Platão - que assegura que as categorias são distintas e com claras demarcações entre si.

A grande magia da evolução [sic], ressalva ele, é a forma como uma coisa, e de forma muito lenta, se pode tornar noutra. Dado o tempo suficiente, uma célula pode-se tornar num olho, num elefante ou num homem.

Claro que uma célula se pode tornar num olho, num elefante ou num homem. Não é isto mais do que óbvio? O falhanço dos evolucionistas em explicar de modo factual como é que isto aconteceu não é perturbador uma vez que o problema é demasiado complicado.

Este tipo de declaração é difícil de inventar. Ele acredita mesmo nisto.

Portanto, o que temos aqui é um dos líderes da religião evolucionista confuso pelo facto de pessoas inteligentes não marcharem com ele para o mar. Não é mais do que óbvio que uma célula pode-se transformar espontaneamente num elefante?

O ateísmo do professor Dawkins é central no seu fervor. Isto não se pode tornar numa distracção.
Ou seja, não só o ateísmo de Dawkins não é uma distracção, como o mesmo é irrelevante uma vez que quando ele fala acerca da evolução Dawkins é motivado pelo seu Teísmo e não pelo seu ateísmo.

As convicções de Dawkins não são as de que a evolução deve ser verdade porque Deus não existe, mas sim a evolução deve ser verdade porque Deus nunca faria o mundo biológico da forma como ele está. Tal como os ateus um pouco por todo o lado, Dawkins não acredita em Deus mas sabe tudo sobre Deus. Isto é pura metafísica.

Dawkins alega que as estruturas biológicas nunca poderiam ter sido planeadas por um Alguém com capacidade para criar o mundo. "Designer inteligente algum" ele assegura "faria as coisas desta forma."

Isto, claro, não é uma alegação científica. Dawkins, tal como todos os militantes evolucionistas, é motivado pela sua metafísica. Ele, posteriormente, tenta negar este facto [isto é, "o meu ateísmo é secundário, mas eu sei que Deus nunca faria as coisas assim!"].

Se os evolucionistas estão certos de que nenhum designer inteligente faria as estruturas tal como elas estão, então, sim, a evolução (duma forma ou outra) é auto-evidente. Mas tudo isto está assente na sua premissa não-científica ["Deus nunca faria as coisas desta forma"]. Sem esta premissa, tudo o que nós temos é a alegação ridícula de que células espontaneamente se transformam em elefantes.

A discussão entre a criação e a evolução não é uma entre a"ciência" e a "religião" mas sim duas interpretações metafísicas dos dados disponíveis. A diferença é que a interpretação criacionista está de acordo com os dados.

-Fonte-


sexta-feira, outubro 14, 2011

Cristãos Ingleses desafiam Dawkins a defender a sua fé contra Lane Craig

Os Cristãos ingleses levaram a batalha com o militante ateu Richard Dawkins até aos autocarros. Durante o ano de 2009, os militantes ateus de Londres pagaram 200 anúncios publicitários onde se lia "Provavelmente Deus não existe. Pára de te preocupar e desfruta a tua vida".

Agora, a Premier Christian Radio pagou e colocou a sua versão nos autocarros de Oxford depois do distinto biólogo evolutivo ter-se recusado a debater com o filósofo Cristão William Lane Craig durante a visita deste último a Inglaterra no final deste mês.

O novo anúncio diz:

Provavelmente não há Dawkins. Pára de te preocupar e desfruta o dia 25 de Outubro no Sheldonian Theatre.
William Lane Craig vai andar em digressão pelo Reino Unido durante a sua tournée "Reasonable Faith" debatendo outros académicos ateus em Londres, Cambridge, Birmingham and Manchester.

Um convite público foi enviado ao Richard Dawkins para que ele venha debata a existência de Deus durante o evento. No passado, Dawkins disse que ele não haveria de debater com "pessoas cuja justificação para a fama é serem debatedores profissionais."

A publicidade irá aparecer em cerca de 30 veículos Stagecoach durante duas semanas. Lane Craig disse que a campanha "deixa uma pequena centelha de esperança que ele possa aparecer".


Claro que todos aqueles que acompanham a teoria da evolução e a militância ateísta sabem o verdadeiro motivo de Dawkins evitar debater com pessoas informadas: é logicamente impossível defender o neo-ateísmo e a teoria da evolução.

Como tal Dawkins sente-se mais à vontade debatendo com velhos e mulheres sem conhecimentos de Biologia ou Filosofia Cristã.

Ou seja, Dawkins é um cobarde. Isto é tão óbvio que até outros ateus já o qualificam disso mesmo. Que pena que os militantes ateus portugueses e brasileiros ainda tenham um cobarde em tão alta consideração.

terça-feira, outubro 11, 2011

Telepatia: Dawkins rejeita as evidências que contradizem o naturalismo

Cruzado ateu e autor do livro The God Delusion, Richard Dawkins é o Professor de "Entendimento Público da Ciência" em Oxford. No ano de 2007 ele visitou o biólogo Rupert Sheldrake em busca de uma entrevista a incluir no seu programa "Inimigos da Razão".

Richard Dawkins é um homem com uma missão - a erradicação da religião e da superstição e a sua substituição pela ciência e a razão. A Channel 4 TV tem -lhe repetidamente providenciado um púlpito através do qual Dawkins pode pregar a sua mensagem. A sua polémica série de TV chamada Inimigos da Razão
(2 episódios) foi uma sequela a sua diatribe contra a religião, A Raiz de Todo o Mal? (2006).

Pouco antes da série Inimigos da Razão ser filmada, a IWC Media (companhia da produção) disse-me que Richard Dawkins queria visitar-me para discutir a minha pesquisa nas habilidades inexplicáveis de pessoas e animais. Eu estava relutante em tomar parte nisto mas a representante da companhia garantiu-me que "este documentário, após insistência da Channel 4, seria mais balanceado que A Raiz de Todo o Mal".

Ela acrescentou ainda que "Estamos desejosos que isto seja uma discussão entre dois cientistas acerca de modos científicos de investigação". Como tal eu concordei e agendei uma data.

Eu ainda não sabia ainda o que esperar. Será que Dawkins se comportaria de forma dogmática, com uma firewall mental a bloquear qualquer tipo de evidência que contradissesse as suas crenças? Ou será que ele seria mais mente aberta e divertido com quem se conversar?

O naturalista chega.

Foi-nos pedido que nos sentássemos frente à frente; fomos filmados com uma câmara manual (eng: "hand held"). O Richard começou por dizer que ele e eu concordaríamos em muitas coisas, "mas o que me preocupa em si é que você está preparado para acreditar em praticamente tudo. A ciência deveria ser baseada num número mínimo de crenças."

Eu concordei que nós tínhamos de facto muito em comum, "mas o que me preocupa em si é que você dá uma imagem dogmática de si, dando uma má impressão do que a ciência é."

Seguidamente, e num espírito romântico, ele afirmou que "gostaria de acreditar em telepatia", mas não havia evidência alguma para isso. Ele ignorou todas as pesquisas em torno da questão.

Ele comparou a falta de aceitação da telepatia por parte de cientistas como ele com a forma como o sistema de eco-locação foi descoberto nos morcegos, seguido da sua rápida aceitação pela comunidade científica durante os anos 40 do século 20.

Na realidade, como mais tarde descobri, Lazzaro Spallanzani tinha mostrado no ano de 1793 que os morcegos dependem da audição para encontrarem o seu caminho, mas os oponentes cépticos ignoraram as suas experiências e ajudaram a atrasar as pesquisas em mais de um século.

[Ou seja, o consenso científico impediu o avanço da ciência.]

No entanto o Richard reconheceu que a telepatia era uma mudança mais radical que a eco-locação. Ele disse que se realmente ela ocorresse, isso haveria de "transtornar as leis da Física" e acrescentou que "alegações extraordinárias requerem evidências extraordinárias."

"Isso depende do que você considera como extraordinário" respondi. "A maioria das pessoas afirma que elas já experimentaram a telepatia especialmente no que toca a chamadas telefónicas.

Neste sentido, a telepatia é bem ordinária. A alegação de que a maioria das pessoas está iludida em relação às suas próprias experiências é extraordinária. Onde está a evidência extraordinária para isto?".

Ele não ofereceu nenhuma evidência para isto à parte de argumentos genéricos acerca da falibilidade do julgamento humano. Ele assumiu que as pessoas querem acreditar no "paranormal" devido a pensamento desejoso.

Nós concordamos então que mais experiências controladas eram necessárias. Eu disse então que era por isso que eu vinha a fazer tais experiências, incluindo testes de modo a verificar se as pessoas poderiam saber quem é que as estava a ligar através do telefone quando a pessoa que estava a ligar era escolhida aleatoriamente. Os resultados eram bem superiores o que seria de esperar ao nível do acaso.

Durante a semana anterior, e de modo a que ele pudesse ver os dados, eu tinha envidado ao Richard cópias dos meus artigos publicados em jornais sujeitos a revisão de pares.

O Richard pareceu um bocado incomodado e disse "Eu não quero discutir as evidências". Eu perguntei "Porque não?". "Não há tempo. É demasiado complicado. Além disso, não é para isso que este programa está a ser feito."

A câmara parou.

O director, Russel Barnes, afirmou que ele também não estava interessado nas evidências. O filme que ele estava a fazer era só mais uma polémica ao estilo de Dawkins. Eu disse ao Russell :

"Se você vai tratar a telepatia como uma crença irracional certamente que as evidências acerca da sua existência são essências para a discussão. Se a telepatia ocorre, então não é irracional acreditar nela.

Pensei que era sobre isso que haveríamos de falar. Eu fui bem claro desde o princípio que não estava interessado em tomar parte em mais um exercício de falsificação de baixo nível."

O Richard disse
"Isto não é um exercício de falsificação de baixo nível, mas sim um exercício de falsificação de alto nível."
Nesse caso, disse eu, tinha havido um mau entendimento porque eu tinha sido levado a acreditar que isto seria uma discussão científica equilibrada acerca das evidências. O Russell Barnes pediu para ver os emails que eu tinha recebido da sua assistente. Ele leu-os com óbvia consternação e disse que as certezas que ela me tinha dado estavam erradas.

A equipa de filmagem empacotou o seu equipamento e saiu.

Richard Dawkins há muito que proclamou que "O paranormal é uma fraude. Todos aqueles que tentam vende-lo são uns falsos e uns charlatães". A série Inimigos da Razão tinha como propósito popularizar esta crença.

Mas será que esta sua cruzada promove realmente um "entendimento público da ciência", posição que ele é professor em Oxford?

Deveria a ciência ser uma veículo de preconceito, uma variante dum sistema de crenças fundamentalista? Ou deveria ser um método de investigação para dentro do desconhecido?


Depois de ler estas linhas ficamos a ver que os militantes ateus não estão interessados nas evidências. Para eles o que importa é a distorção da ciência como forma de ela sempre apontar para o neo-ateísmo.

O Rupert Sheldrake é um cientista que ficou interessado na pesquisa da telepatia, e como um verdadeiro cientista, ele gerou hipóteses, fez testes e chegou a algumas conclusões. A maior dessas conclusões é que a telepatia é um fenómeno universal e bem mais frequente do que muitos de nós pensa.

Os militantes ateus, claro está, não podem aceitar isto porque para eles nenhuma informação pode chegar a outro ser humano (ou animal) senão através do mundo físico (natural, material, etc). Como é difícil de ignorar as evidências a favor da telepatia, os ateus da estirpe do Dawkins evitam discutir as evidências e focam-se em ridicularizá-las. É mais fácil assim.

Perguntem-se a vocês mesmos: desde quando é que um cientista diz "não estou interessado nas evidências!" ? Não são as evidências o cerne de um bom processo científico? Porque será que o militante ateu Richard Dawkins não quer ver as evidências? Será porque ele sabe que isso seria destrutivo para o seu naturalismo?

Com eventos como este pode-se ver como o ateísmo é contra a ciência. Se não fosse o ateísmo de Dawkins, ele não teria problemas em investigar a telepatia, mas como ele sabe onde isso acaba, ele rejeita qualquer empreendimento cientifico em torno disso.

O ateísmo impede o avanço da ciência.

Para nos cristãos a habilidade humana e animal de poder emitir informação para além dos meios chamados naturais não é nada de estranhar. O Nosso Deus , quando assim Ele entende, também comunica com o ser humano de uma forma que não depende do mundo material. Portanto não é de estranhar que Ele tenha dado ao ser humano (e a alguns animais) alguma dessa capacidade.

Ao contrário do ateísmo, o Cristianismo está de acordo as evidências científicas.

"HAVENDO Deus antigamente falado muitas vezes e de muitas maneiras aos pais, pelos profetas, a nós, falou-nos, nestes últimos dias, pelO Filho"

Hebreus 1:1

segunda-feira, junho 13, 2011

Humor: Dawkins descobre que Craig vai visitar a Inglaterra

Os adoradores de Dawkins que não pensem que se está a acusar o Ricardo de ser um novo Hitler.

quinta-feira, junho 02, 2011

Ateus a enriquecer à custa da profecia falhada

Em relação ao erro de prever o Arrebatamento (coisa que, segundo a Bíblia, nenhum ser humano sabe nem tem a capacidade de saber) o militante ateu Richard Dawkins diz:

"Um aspecto da religião que me intriga é a capacidade de ganhar dinheiro de forma ardilosa à custa de uma lista infindável de idiotas crédulos.

Há alguma coisa tão estúpida que, se tu a anunciares, não encontres milhares de pessoas (e o seu dinheiro) para acreditar nela?"

E todos aqueles que acreditam no que o professor diz, ficam desde já informados que podem comprar os seus livros, DVD's, bugigangas , t-shirts, etc, no seu site.

Há uma lista infindável de pessoas que faz isso mesmo.

Foto: Brincos ateus. Só $22.

Fonte

segunda-feira, abril 25, 2011

Dawkins finalmente encontra alguém com quem debater

A Wendy Wright informou o Ray Comfort que ela não sabia que o professor Militante Evolucionista seria o "entrevistador". Ou seja, isto foi mais uma emboscada por parte dos militantes ateus liderados por Dawkins.

O que não deixa de ser curioso é que o "corajoso" do Dawkins não aceite debater com criacionistas que saibam com quem vão debater, mas não tenha problemas em emboscar mulheres.

Acho que isto define bem o tipo de pessoa que ele é.


sábado, março 26, 2011

O vazio intelectual dos militantes ateus

Se és daqueles que ainda tinha dúvidas sobre o vazio intelectual do ateísmo, vê esta lista que tem o que os militantes ateus acreditam ser as "melhores citações ateístas".

Não é preciso dizer, mas ela é muito pouco impressionante. Eis uma pérola:

Eu defendo que nós os dois somos ateus. Eu apenas acredito em menos um deus que tu. Se tu entenderes os motivos que te levam a rejeitar todos os outros deuses, vais entender os motivos que me levam a rejeitar o Teu.
Três erros em apenas 3 frases:
Eu defendo que nós os dois somos ateus.
Não, não somos os dois ateus.
Eu apenas acredito em menos um deus que tu.
Confunde-se Deus com deuses. Se tomarmos apenas o Primeiro Mandamento em consideração, ficamos a saber que a frase citada em cima é falsa. Poucos ateus entendem que o monoteísmo é a adoração de Um Deus Supremo e Criador, não a crença na existência de apenas um ser sobrenatural que exige a adoração.
Se tu entenderes os motivos que te levam a rejeitar todos os outros deuses, vais entender os motivos que me levam a rejeitar o Teu.
A menos que os ateus rejeitem o Deus da Bíblia por acreditarem que Ele é um ser sobrenatural maligno que se tenta passar por Deus ao exigir a adoração, os ateus não rejeitam o Deus da Bíblia pelos mesmos motivos que levam os Cristãos a rejeitar os deuses pagãos.

A lista contém as esperadas palavras de Dawkins, Harris, a citação fictícia de Galileu, e a citação tramada por David Hume que ele erroneamente atribuiu a Epicuro. É perfeitamente ajustado que os ateus dependam de citações falsas em suporte da sua alegada "dedicação à realidade".

Quer sejas um ateu ou um cristão, podes sempre escolher a citação que tu consideras ser a mais ridícula ou a mais eficaz em suporte do argumento ateu. Eis aqui uma delas:

Uma viagem casual pelo asilo lunático mostra que a fé não prova nada - Friedrich Nietzsche.
Nietzsche está correcto em afirmar que a fé não prova nada. O problema, claro, é que não era suposto a fé provar nada.

Mas não digam nada disto aos militantes ateus. Deixem-nos sentir alegrias temporárias baseadas em falsas citações e argumentos totalmente ilógicos.

sexta-feira, janeiro 14, 2011

"Ciência" versus História

Tenho que admitir, Scott Locklin identifica a invenção da ciência muito antes do que eu pensava; sempre pensei que era assumido a mesma ter iniciado com Galileu, o alegadamente pai da Ciência. Claro que nenhuma das versões se ajusta ao revisionismo histórico dos secularistas ateus e a sua fixação apaixonada na ideia ridícula da "guerra" entre a "ciência" e a religião:
A viagem de Bento XVI acabou e o santimonial Richard Dawkins não conseguiu prendê-lo em nome do humanismo secular. Embora eu não seja um crente, eu frequentemente questiono-me àcerca dos ateus profissionais que se cobrem sob o manto da "ciência". Será que eles sabem alguma coisa de História?

O que nós hoje em dia chamamos de "ciência" é algo inventado por seres humanos e não algo que emergiu da testa de Jove em tempos passados. Há uma data exacta antes de qual não há ciência e depois da qual há ciência. Isto não é polémico ou misterioso: nós sabemos exactamente quando é que isso aconteceu, e alguns dos manuscritos que inventaram a ciência e o pensamento moderno ainda existem.

O primeiro cientista da História foi Robert Grosseteste, embora o seu trabalho seja pouco conhecido na educação popular dos dias correntes. Ele nasceu em cerca de 1170 no seio de uma família humilde de Suffolk. Ele descobriu a sua vocação na Igreja Católica - uma fonte importante de mobilidade social desses tempos tal como o sistema universitário o é hoje.

Foi Grosseteste quem formulou a primeira descrição do processo científico. Ele foi o primeiro europeu (em séculos) a estudar o trabalho de Aristóteles e a estudar os escritos do filósofo natural Abu Ibn al-Haytham.

A partir destes pensadores ele desenvolveu a ideia de "composição e resolução" que é o método científico em si.

Interessante.

E claro que a resposta à pergunta citada em cima é "Não, os ateus profissionais não sabem nada da História da ciência".

Como regra geral podemos dizer que, sempre que a "ciência" contradiz a História, é mais seguro e mais sensato apostar na História.

Original

terça-feira, setembro 21, 2010

Olavo: "Os Quatro Burros do Apocalipse"

É provável que o título do post não reflicta o título original do Olavo de Carvalho.

Quando quatro livros de autores famosos são publicados quase ao mesmo tempo, defendendo opiniões substancialmente idênticas por meio da mesma técnica argumentativa, é óbvio que não estamos diante de um festival de coincidências, mas de uma campanha destinada a prosseguir por meios cada vez mais abrangentes e a alcançar resultados bem mais substantivos do que o frisson publicitário de um momento.

Se, ademais, esse esforço vem junto com medidas legais tomadas em vários países para dar imediata realização prática ao mesmo objetivo que os livros propõem como ideal e desejável -- expelir a religião da vida pública --, então é claro que o intuito dessas obras não é colocar nada em discussão, não é nem mesmo persuadir, é apenas legitimar a imposição de poder mediante uma camuflagem de debate público.

As contribuições pessoais dos srs. Sam Harris, Richard Dawkins, Daniel Dennett e Christopher Hitchens à guerra anticristã mundial destacam-se pela uniformidade com que apelam a uma técnica argumentativa inusitada, raríssima, tão contrastante com o seu prestígio, que a probabilidade de ter ocorrido espontaneamente aos quatro é de um infinitesimal tendente a zero.

Chego a me perguntar se esses livros foram realmente escritos por seus autores nominais, se estes não se limitaram a dar acabamento a rascunhos preparados por algum engenheiro comportamental.

Esse modus argüendi , já conhecido dos antigos retóricos mas quase nunca usado em debates intelectuais, consiste em apresentar com ares de seriedade, e com o respaldo de uma credibilidade pessoal prévia, argumentos propositadamente indignos dela: vulgares, grosseiros e fundados numa ignorância monstruosa das complexidades do assunto.

À primeira vista o adversário (por exemplo Michael Novak na National Review de maio) imagina que os quatro ficaram loucos, que, arrebatados pelo ódio, abdicaram de toda sofisticação intelectual e resolveram dar a cara a tapa.

Mas o tapa não os atinge. A técnica que empregam não se usa para vencer uma discussão, e sim para impossibilitá-la. Nenhuma discussão é viável sem a posse comum de um corpo de conhecimentos fundamentais sobre a matéria em debate. Se um dos lados se furta propositadamente a tratar do assunto no nível intelectual requerido, o interlocutor sério não tem alternativa senão explicar tudo desde o princípio, alongando-se em sutilezas que darão a penosa impressão de embromações pedantes e que o auditório, fundado na confiança usual que tem na autoridade do outro lado, muito provavelmente se recusará a ouvir.

William Hazlitt, num ensaio clássico, já falava das “desvantagens da superioridade intelectual”, mas não previu que elas se tornariam ainda maiores no confronto com a ignorância planejada. Nem mesmo os maiores trapaceiros ideológicos do século XX, um Sartre ou um Chomsky, se rebaixaram ao ponto de apelar a esse expediente e fazer da burrice uma ciência, como temia o nosso Ruy Barbosa. A vida intelectual no mundo teve de perder o último vestígio de dignidade para que pudessem aparecer, no horizonte dos debates letrados, os quatro cavalos do Apocalipse.

Olavo para Dawkins: O deus em quem tu não acreditas não existe.

Se há um Deus onipotente, onisciente e onipresente, é óbvio que não podemos conhecê-Lo como objeto, ou mesmo como sujeito externo, mas apenas como fundamento ativo da nossa própria autoconsciência, maximamente presente como tal no instante mesmo em que esta, tomando posse de si, se pergunta por Ele. Tal é o método de quem entende do assunto, como Platão, Aristóteles, Sto. Agostinho, S. Francisco de Sales, os místicos da Filocalia, Frei Lourenço da Encarnação ou Louis Lavelle.

Quando um Richard Dawkins ou um Daniel Dennett examinam a questão de um “Ser Supremo” que teria “criado o mundo” e chegam naturalmente à conclusão de que esse Ser não existe, eles raciocinam como se estivessem presentes à criação enquanto observadores externos e, pior ainda, observadores externos de cuja constituição íntima o Deus onipresente tivesse tido a amabilidade de ausentar-se por instantes para que pudessem observá-Lo de fora e testemunhar Sua existência ou inexistência.

Esse Deus objetivado não existe nem pode existir, pois é logicamente autocontraditório. Dawkins, Dennett e tutti quanti têm toda a razão em declará-lo inexistente, pois foram eles próprios que o inventaram. E ainda, por uma espécie de astúcia inconsciente, tiveram o cuidado de concebê-lo de tal modo que as provas empíricas da sua inexistência são, a rigor, infinitas, podendo encontrar-se não somente neste universo mas em todos os universos possíveis, de vez que a impossibilidade do autocontraditório é universal em medida máxima e em sentido eminente, não dependendo da constituição física deste ou de qualquer outro universo.

Se você não “acredita” no Deus da Bíblia, isso não faz a mínima diferença lógica ou metodológica na sua tentativa de investigar a existência ou inexistência d’Ele, quando essa tentativa é honesta. Qualquer que seja o caso, você só pode discutir a existência de um objeto previamente definido se o discute conforme a definição dada de início e não mudando a definição no decorrer da conversa, o que equivale a trocar de objeto e discutir outra coisa. Se Deus é definido como onipotente, onisciente e onipresente, é desse Deus que você tem de demonstrar a inexistência, e não de um outro deus qualquer que você mesmo inventou conforme as conveniências do que pretende provar.

O método dos Dawkins e Dennetts baseia-se num erro lógico tão primário, tão grotesco, que basta não só para desqualificá-los intelectualmente nesse domínio em particular, mas para lançar uma sombra de suspeita sobre o conjunto do que escreveram sobre outros assuntos quaisquer, embora seja possível que pessoas incompetentes numa questão que julgam fundamental para toda a humanidade revelem alguma capacidade no trato de problemas secundários, onde sua sobrecarga emocional é menor.

Longe de poder ser investigado como objeto do mundo exterior, Deus também é definido na Bíblia como uma pessoa, e como uma pessoa sui generis que mantém um diálogo íntimo e secreto com cada ser humano e lhe indica um caminho interior para conhecê-La. Só se você procurar indícios dessa pessoa no íntimo da sua alma e não os encontrar de maneira alguma, mesmo seguindo precisamente as indicações dadas na definição, será lícito você declarar que Deus não existe. Caso contrário você estará proclamando a inexistência de um outro deus, no que a Bíblia concordará com você integralmente, com a única diferença de que você imagina, ou finge imaginar, que esse deus é o da Bíblia.

Quando o inimigo da fé faz um esforço para ater-se à definição bíblica, ele o faz sempre de maneira parcial e caricata, com resultados ainda piores do que no argumento da “criação”. Dawkins argumenta contra a onisciência, perguntando como Deus poderia estar consciente de todos os pensamentos de todos os seres humanos o tempo todo. A pergunta é aí formulada de maneira absurda, tomando as autoconsciências como objetos que existissem de per si e questionando a possibilidade de conhecer todos ao mesmo tempo ex post facto. Mas a autoconsciência não é um objeto.

É um poder vacilante, que se constitui e se conquista a si mesmo na medida em que se pergunta pelo seu próprio fundamento e, não o encontrando dentro de seus próprios limites, é levado a abrir-se para mais e mais consciência, até desembocar numa fonte que transcende o universo da sua experiência e notar que dessa fonte, inatingível em si mesma, provém, de maneira repetidamente comprovável, a sua força de intensificar-se a si próprio.

Dez linhas de Louis Lavelle sobre este assunto, ou o parágrafo em que Aristóteles define Deus como noesis noeseos, a autoconsciência da autoconsciência, valem mais do que todas as obras que Dawkins e Dennett poderiam escrever ao longo de infinitas existências terrestres. Um Deus que desde fora “observasse” todas as consciências é um personagem de história da carochinha, especialmente inventado para provar sua própria inexistência. Em vez de perguntar como esse deus seria possível, sabendo de antemão que é impossível, o filósofo habilitado parte da pergunta contrária: como é possível a autoconsciência?

Deus não conhece a autoconsciência como observador externo, mas como fundamento transcendente da sua possibilidade de existência. Mas você só percebe isso se, em vez de brincar de lógica com conceitos inventados, investiga a coisa seriamente desde a sua própria experiência interior, com a maturidade de um filósofo bem formado e um extenso conhecimento do status quaestionis.

O que mata a filosofia no mundo de hoje é o amadorismo, a intromissão de palpiteiros que, ignorando a formulação mesma das questões que discutem, se deleitam num achismo inconseqüente e pueril, ainda mais ridículo quando se adorna de um verniz de “ciência”.

Artigo original.


Comente este artigo no fórum:

http://www.seminariodefilosofia.org/forum/15

terça-feira, agosto 10, 2010

Dawkins: "Fósseis?!! hehe! Não são precisos fósseis para o FACTO da Evolução!!"

Em mais uma tentativa de usar a sua fé como evidência, o ateu Richard Dawkins afirma:
Como a Terra tem 4,6 mil milhões de anos, a magnitude de erro dos criacionistas é semelhante a pensar-se que a América do Norte tem a largura de 7,31 metros ("8 yards").
Excelente "lógica". Isto pode ser traduzido para a seguinte forma: "A evidência de que os outros estão errados é o facto deles contradizerem o que eu acredito".

Em defesa das "falhas" que o registo fóssil tem, Dawkins defende-se e diz:

Nós não precisamos de fósseis para demonstrar que a evolução é um facto. As evidências em favor da evolução seriam inteiramente seguras mesmo que nenhum corpo tivesse alguma vez fossilizado. O facto serem descobertos fósseis quase todos os dias e o facto de termos uma rica mina de fósseis para desenterrar é um bónus para nós.
É sempre de suspeitar quando um cientista afirma não precisar de evidências históricas para uma teoria que depende da História (neste caso, História Paleontológica). Mas o Dawkins sabe o que os fósseis dizem (e não dizem) e como tal ele diz que "não precisa" dos fósseis para saber que a evolução é um "facto".

Mas o que é que os fósseis dizem que os tornam tão desconfortáveis para os a teoria da evolução?

1. Para começar, não há o menor sinal de evolução no registo fóssil

* Cabelo “Pré-Histórico” Semelhante ao Actual

* Vespa: 34 milhões de anos depois, continua na mesma

* Pegadas com 3,6 Milhões de Anos São Idênticas às do Homem Actual

* Mais um fóssil vivo: insecto australiano

* Ludwig e os Morcegos Preguiçosos

* Fóssil de Salamandra ataca evolução

2. As linhagens evolutivas são constantemente perturbadas pelos fósseis. Fica difícil indoutrinar futuras gerações com o "consenso" quando não existe nenhum consenso.
* Linhagem Evolutiva Sofre Alteração (Outra Vez)

* O que se sabia acerca dos dinossauros estava errado (outra vez)

* Ida: Mais um Fóssil Descartado?

* Primo do T. Rex Evoluiu 60 Milhões de Anos Demasiado Cedo

* Bolsa de tinta de lula espantosamente bem preservada

3. Uma vez que os fósseis não confirmam o mito da evolução, o que é que os evolucionistas fazem? Inventam fósseis.
* “O meu fóssil é melhor que o teu!”

* Evolucionista: “Como Não Temos os Fósseis Nós Inventámos Histórias”

Conclusão:

Nós já sabemos que o Dawkins não se preocupa com as evidências. Afinal ele mesmo disse:
"Eu não quero discutir as evidências!"
Vendo o cenário não-evolutivo dos fósseis, não é de admirar que o Dawkins diga que a teoria da evolução não precisa dos fósseis para ser um facto. Se o registo fóssil estivesse de acordo com a teoria da evolução, podem ter a certeza que Dawkins e os outros ateus nunca pensariam em reduzir a sua importância.

sábado, maio 29, 2010

Telepatia: Dawkins e a necessidade ideológica de se rejeitar evidências incomodativas

Eis aqui uma interacção entre um verdadeiro cientista com o Richard Dawkins.
Cruzado ateu e autor do livro The God Delusion, Richard Dawkins é o Professor de "Entendimento Público da Ciência" em Oxford. No ano de 2007 ele visitou o biólogo Rupert Sheldrake em busca de uma entrevista a incluir no seu programa "Inimigos da Razão":

Richard Dawkins é um homem com uma missão - a erradicação da religião e da superstição e a sua substituição pela ciência e a razão. A Channel 4 TV tem repetidamente providenciado um púlpito através do qual Dawkins pode pregar a sua mensagem. A sua polémica série de TV chamada Inimigos da Razão
(2 episódios) foi uma sequela a sua diatribe contra a religião, A Raiz de Todo o Mal? (2006).

Pouco antes da série Inimigos da Razão ser filmada, a IWC Media (companhia da produção) disse-me que Richard Dawkins queria visitar-me para discutir a minha pesquisa nas habilidades inexplicáveis de pessoas e animais. Eu estava relutante em tomar parte nisto mas a representante da companhia garantiu-me que "este documentário, após insistência da Channel 4, seria mais balanceado que A Raiz de Todo o Mal".

Ela acrescentou ainda que "Estamos desejosos que isto seja uma discussão entre dois cientistas acerca de modos científicos de investigação". Como tal eu concordei e agendei uma data. Eu ainda não sabia ainda o que esperar. Será que Dawkins se comportaria de forma dogmática, com uma firewall mental a bloquear qualquer tipo de evidência que contradissesse as suas crenças? Ou será que ele seria mais mente aberta e divertido com quem se conversar?

O naturalista chega.

Foi-nos pedido que nos sentássemos frente à frente; fomos filmados com uma câmara manual (eng: "hand held"). O Richard começou por dizer que ele e eu concordaríamos em muitas coisas, "mas o que me preocupa em si é que você está preparado para acreditar em praticamente tudo. A ciência deveria ser baseada num número mínimo de crenças."

Eu concordei que nós tínhamos de facto muito em comum, "mas o que me preocupa em si é que você dá uma imagem dogmática de si, dando uma má impressão do que a ciência é."

Seguidamente, e num espírito romântico, ele afirmou que gostaria de acreditar em telepatia, mas não havia evidência alguma para isso. Ele ignorou todas as pesquisas em torno da questão. Ele comparou a falta de aceitação da telepatia por parte de cientistas como ele com a forma como o sistema de eco-locação foi descoberto nos morcegos, seguida da sua rápida aceitação pela comunidade científica durante os anos 40 do século 20.

De facto, como mais tarde descobri, Lazzaro Spallanzani tinha mostrado no ano de 1793 que os morcegos dependem da audição para encontrarem o seu caminho, mas os oponentes cépticos ignoraram as suas experiências e ajudaram a atrasar as pesquisas em mais de um século.

No entanto o Richard reconheceu que a telepatia era uma mudança mais radical que a eco-locação. Ele disse que se realmente ela ocorresse, isso haveria de "transtornar as leis da Física" e acrescentou que "alegações extraordinárias requerem evidências extraordinárias."

"Isso depende do que você considera como extraordinário" respondi. "A maioria das pessoas afirma que elas já experimentaram a telepatia especialmente no que toca a chamadas telefónicas. Neste sentido, a telepatia é bem ordinária. A alegação de que a maioria das pessoas estão iludidas em relação às suas próprias experiências é extraordinária. Onde está a evidência extraordinária para isto?".

Ele não ofereceu nenhuma evidência para isto à parte de argumentos genéricos acerca da falibilidade do julgamento humano. Ele assumiu que as pessoas querem acreditar no "paranormal" devido a pensamento desejoso.

Nós concordamos então que mais experiências controladas eram necessárias. Eu disse então que era por isso que eu vinha a fazer tais experiências, incluindo testes de modo a verificar se as pessoas poderiam saber quem é que as estava a ligar através do telefone quando a pessoa que estava a ligar era escolhida aleatoriamente. Os resultados eram bem superiores o que seria de esperar ao nível do acaso.

Durante a semana anterior, e de modo a que ele pudesse ver os dados, eu tinha envidado ao Richard cópias dos meus artigos publicados em jornais sujeitos a revisão de pares. O Richard pareceu um bocado incomodado e disse "Eu não quero discutir as evidências". Eu perguntei "Porque não?". "Não há tempo. É demasiado complicado. Além disso, não é para isso que este programa está a ser feito."

A câmara parou.

O director, Russel Barnes, afirmou que ele também não estava interessado nas evidências. O filme que ele estava a fazer era só mais uma polémica ao estilo de Dawkins. Eu disse ao Russell "Se você vai tratar a telepatia como uma crença irracional certamente que as evidências acerca da sua existência são essências para a discussão. Se a telepatia ocorre, então não é irracional acreditar nela. Pensei que era sobre isso que haveríamos de falar. Eu fui bem claro desde o princípio que não estava interessado em tomar parte em mais um exercício de falsificação de baixo nível."

O Richard disse "Isto não é um exercício de falsificação de baixo nível, mas sim um exercício de falsificação de alto nível." Nesse caso, disse eu, tinha havido um mal entendimento porque eu tinha sido levado a acreditar que isto seria uma discussão científica equilibrada acerca das evidências. O Russell Barnes pediu para ver os emails que eu tinha recebido da sua assistente. Ele leu-os com óbvia consternação e disse que as certezas que ela me tinha dado estavam erradas. A equipa de filmagem empacotou o seu equipamento e saiu.

Richard Dawkins há muito que proclamou que "O paranormal é uma fraude. Todos aqueles que tentam vende-lo são uns falsos e uns charlatães". A série Inimigos da Razão tinha como propósito popularizar esta crença. Mas será que esta sua cruzada promove realmente um "entendimento público da ciência", posição que ele é professor em Oxford?

Deveria a ciência ser uma veículo de preconceito, uma variante dum sistema de crenças fundamentalista? Ou deveria ser um método de investigação para dentro do desconhecido?


Depois de ler estas linhas ficamos a ver que os ateus não estão interessados nas evidências. Para eles o que importa é a distorção da ciência como forma de ela sempre apontar para o ateísmo. O Rupert Sheldrake é um cientista que ficou interessado na pesquisa da telepatia, e como um verdadeiro cientista, ele gerou hipóteses, fez testes e chegou a algumas conclusões. A maior dessas conclusões é que a telepatia é um fenómeno universal e bem mais frequente do que muitos de nós pensa.

Os ateus, claro está, não podem aceitar isto porque para eles nenhuma informação pode chegar a outro ser humano (ou animal) senão através do mundo físico (natural, material, etc). Como é difícil de ignorar as evidências a favor da telepatia, os ateus como o Dawkins evitam discutir as evidências e focam-se em ridicularizá-las. É mais fácil assim.

Perguntem-se a vocês mesmos: desde quando é que um cientista diz "não estou interessado nas evidências!" ? Não são as evidências o cerne de um bom processo científico? Porque será que o ateu Richard Dawkins não quer ver as evidências? Será porque ele sabe que isso seria destrutivo para o seu naturalismo?

Com eventos como este pode-se ver como o ateísmo é contra a ciência. Se não fosse o ateísmo de Dawkins, ele não teria problemas em investigar a telepatia, mas como ele sabe onde isso acaba, ele rejeita qualquer empreendimento cientifico em torno disso.

O ateísmo impede o avanço da ciência.

Para nos cristãos a habilidade humana e animal de poder emitir informação para além dos meios chamados naturais não é nada de estranhar. O Nosso Deus também comunica com o ser humano da mesma forma, portanto não é de estranhar que Ele tenha dado ao ser humano (e a alguns animais) alguma dessa capacidade.

Ao contrário do ateísmo, o Cristianismo está de acordo as evidências científicas.

"HAVENDO Deus antigamente falado muitas vezes e de muitas maneiras aos pais, pelos profetas, a nós, falou-nos, nestes últimos dias, pelO Filho"

Hebreus 1:1

segunda-feira, maio 17, 2010

Dawkins acusado de ser um palhaço cobarde

É demasiado fácil atacar o papa do ateísmo, o crente Clinton R. Dawkins. As coisas estão a ficar tão más para ele que até outros órgãos de informação ateus estão a chamá-lo de "palhaço". Tudo isto porque ele quer "emboscar" Bento XVI e prendê-lo aquando da sua visita às Ilhas Britânicas. Sinceramente, há ateus que dispõem de demasiado tempo livre.

Enfim. Eis aqui um artigo (em inglês) que fala precisamente da vocação circense do líder mundial da religião ateísta. É curto portanto vale à pena.

Richard Dawkins, the Cowardly Clown

sexta-feira, abril 23, 2010

Deveria o Richard Dawkins ser preso pelos crimes do ateísmo?

Quando os nacional socialistas da Alemanha foram derrotados houve um julgamento em Nuremberga onde se expôs todo o horror desse ideologia. Quando o socialismo soviético foi simbolicamente destruído com a queda do muro de Berlim, infelizmente não houve um movimento internacional que apelasse à condenação dessa ideologia tal como a ideologia dos nacional socialistas foi condenada em Nuremberga. O que isso causou foi que a versão cultural do socialismo soviético tivesse saído incólume dessa derrota política e permeasse o ocidente ainda com mais força.

Nunca se chegou a acusar o socialismo que destruiu grande parte da Europa nem se estudou as suas raízes ateístas e se calhar isso teria sido uma forma de se evitar erros futuros.

Hoje em dia os ateus continuam a pregar o seu "evangelho" como se o seu ateísmo fosse uma luz em direcção a qual toda a humanidade racional devesse caminhar. Não só isso, mas os ateus julgam-se como autoridades morais no que toca a comportamentos alheios, posição esta que não deixa de ser curiosa uma vez que se o ateísmo está certo, todos os comportamentos morais são válidos devido à falta de Um Ponto de Referência Absoluto para a moral (Deus).

Uma das evidências desta auto conferida posição de juiz e júri no que toca a comportamentos alheios é a acção judicial que o ateu Dawkins quer levantar contra Bento XVI - o líder do mundo católico. Dawkins, pelos visto, acha que Bento deve pagar pelos pecados de todos os homens que alguma vez usaram a cobertura da igreja para abusar de rapazes (violência homossexual, coisa que o Dawkins sempre se esquece de ressalvar).

Pois bem, se isto é assim, diz um escritor com o nome de Rory Fitzgerald, então a pergunta levanta-se: Deveria o Richard Dawkins ser preso pelos crimes dos ateus comunistas do século 20?

Eis aqui uma pequena parte do seu texto:

Many earlier atheistic ideologies despised Jewish and Christian thinking, and were often obsessed by natural selection. The Nazi ideology, for example, was inspired in part by philosophers like Nietzsche who proclaimed that "God is dead" and that Christian morality was a "slave morality", not befitting an "uebermench". Atheistic communism, as manifested in the Soviet Union, hated religion, "the opium of the masses" and it brought about the murder of millions more in Gulags and purges.

As recently as 1979, the Cambodian genocide killed 1.7 million people. These were murdered by communist atheists. War crimes tribunals are now being set up in Phnomh Penh. The Tibetan people continue to be persecuted by an atheistic tyranny. It is perfectly reasonable to be critical of the many bad things done in the name of religion, but I don't see Dawkins loudly decrying the actions of atheists in Cambodia or Tibet. Why? Because his preference appears to be to emphasise religiously motivated barbarism over the many wrongs prompted by some atheistic ideologies.

Uma vez que Dawkins está a fazer em relação aos crimes do ateísmo aquilo que ele acusa Bento XVI de fazer em relação aos padres que abusaram de meninos, será que, usando a sua própria lógica, deveria Dawkins ser preso?

quinta-feira, abril 15, 2010

Dawkins Planeia Emboscar e Prender Papa Bento XVI

Os religiosos ateus Richard Dawkins e Christopher Hitchens planeiam emboscar e prender o Papa Bento XVI durante a sua visita a Grã-Bretanha em Setembro próximo.

O Times Online reportou:

Richard Dawkins, o batalhador ateu, planeia uma emboscada legal de modo a causar a prisão do Papa durante a sua visita à Grã-Bretanha por "crimes contra a humanidade".

Mas este jovem não tem mais nada para fazer do que causar horas de riso aos cristãos?
Dawkins e Christopher Hitchens, o escritor ateu, requisitaram a advogados relacionados aos direitos humanos que preparem um caso acusando o Papa Bento XVI devido ao seu alegado encobrimento de abusos sexuais na igreja Católica.
Hipocrisia ateísta no seu máximo. A esmagadora maioria dos casos de abusos de menores é feito por homossexuais seculares/ateus. As únicas organizações mundiais que visam a legalização da pedofilia são organizações homossexuais e seculares. Porque é que estes ateus não "preparam um caso acusando as organizações homossexuais de abusos contra a humanidade"?

Isto mostra como esta indignação fingida é só uma forma de capitalizar com o que os homossexuais fazem dentro das igrejas. Sim, porque o que se está a passar dentro das igrejas são casos de homens a abusar de rapazes, ou seja, violência homossexual:

The sexual abuse crisis in the Catholic Church in the US and abroad was a matter of homosexuals preying on adolescent boys, not one of pedophilia, said the Vatican's representative at the UN in Geneva, Switzerland. It is "more correct," said Archbishop Silvano Tomasi, to speak of ephebophilia, a homosexual attraction to adolescent males, than pedophilia, in relation to the scandals.

"Of all priests involved in the abuses, 80 to 90 per cent belong to this sexual orientation minority which is sexually engaged with adolescent boys between the ages of 11 and 17,"

Antes que algum ateu diga que "isso é assim porque os rapazes são os que estão mais à mão dos padres!", deixa-me dizer que isso é falso. Os homossexuais estão desproporcionalmente representados nos casos de abusos de menores em outras partes da sociedade também. Porque é que os ateus focam-se apenas na violência homossexual que se passa nas igrejas, mas deixam aquela que se verifica em outras áreas da sociedade intocável? Será por motivos ideológicos?

O Times continua:

O par [Dawkins e Hitchens] acredita que podem explorar o mesmo princípio legal usado para a prisão de Augusto Pinochet, o ditador chileno, quando este visitou a Grã-Bretanha em 1998.
Dawkins enviou uma mensagem de Páscoa especial aos Católicos: "A vossa igreja é uma edifício podre".

Estes ateus são tão simpáticos, não são? Que pena que a sua indignação seja uma farsa.

Um conselho dado por um blog americano: o "Hitchens deveria manter-se afastado de Dawkins. Não há nada de agradável nesse homem".

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Share

Twitter Delicious Facebook Digg Stumbleupon Favorites More