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quinta-feira, março 01, 2012

Não há aquecimento global desde 1997

Em outras notícias relacionadas, o Sol alegadamente é quente e a água é molhada.

Como já foi dito por várias pessoas, a teoria do aquecimento global antrópico nunca teve nada a ver com a ciência visto que a mesma mais não é que um plano para um governo mundial.

O alegado "consenso" em torno do aquecimento global antrópico (AGA) enfrenta agora um desafio inconveniente após o conhecimento público de dados que mostram que o planeta não ficou mais quente desde 1997.

Os dados sugerem até que nós podemos estar a caminhar para uma mini idade do gelo análoga à queda de temperatura que ocorreu há cerca de 70 anos.

Tendo como base as leituras de mais de 30,000 estações de monitorização de temperaturas. os dados foram disponibilizados ao público pela Met Office e pela "University of East Anglia Climatic Research Unit."

O estudo confirma que a tendência de aumento das temperaturas mundiais terminou em 1997.

Mais uma vez, o consenso estava errado e os "negacionistas" estavam certos.

Lembrem-se disto da próxima vez que alguém quiser finalizar uma discussão apelando ao cientificamente irrelevante "consenso".

Fonte


sexta-feira, janeiro 27, 2012

Imagine



O que os ímpios fãs do John Lennon esquecem-se com frequência é que já existe um lugar sem países, sem religiões, e sem motivos para matar ou morrer. Visto do nosso ponto de vista, esse lugar é bastante pacífico. Ele chama-se de "caixão".

E não é por acaso que muitos inocentes acabem mesmo num caixão sempre que um homem utópico - que frequentemente é ateu mas não precisa de ser - se coloca numa posição de poder onde ele pode tentar construir o Novo Homem, a Nova Sociedade ou a Nova Ordem Mundial.

Não é o ateísmo que causa este utopismo letal, mas o facto amplamente observado é que os militantes ateus são muito susceptíveis a ele.

quinta-feira, junho 09, 2011

Advogado que defendeu teoria da evolução era defensor do comunismo

Nota: O Dr. Paul Kengor é professor de ciência política na Faculdade Grove City e diretor executivo do Centro de Visão e Valores (The Center for Vision & Values)
(Notícias Pró-Família) — Não, este artigo não vai tratar do “Anjo Clarence” do filme “It’s a Wonderful Life” (A felicidade não se compra). O Clarence mencionado neste artigo é muito menos inspirador — um verdadeiro embusteiro. Vou falar de Clarence Darrow, defensor dogmático dos ateus.
À medida que os cristãos nesta época do ano vão engolindo outra avalanche de ataques covardes contra o santo dia reverenciado (25 de Dezembro) por eles, eles poderiam pausar para se lembrar de Darrow.

Clarence Darrow (1857-1938) foi o advogado sarcástico e agressivo que enfrentou William Jennings Bryan no “Scopes Monkey Trials*” (Julgamentos sobre a Teoria do Macaco do Professor Scopes), uma batalha épica por causa da fé na esfera pública. Bryan havia sido, por três vezes, candidato presidencial pelo Partido Democrático. Ele era da velha escola, quando os políticos do Partido Democrata eram muito mais conservadores. A rechaçada que Darrow deu em Bryan no tribunal ficou imortalizada no filme nojento “Inherit the Wind” (O Vento Será Tua Herança), que retrata Bryan como um idiota e Darrow como um brilhante defensor das liberdades civis, “tolerância” e “razão”.

Esses são os motivos por que os esquerdistas seculares sustentam Clarence Darrow como seu herói vitorioso. Esses esquerdistas estão muito distantes dos primeiros cristãos progressistas como Bryan, Woodrow Wilson, Dorothy Day e Jane Addams, entre muitos outros. Os progressistas de hoje adoram Darrow.
Isso é fato consumado. O que é novo para mim, porém, foi descobrir que os elementos mais radicais da esquerda política — isto é, os comunistas americanos — adoravam Darrow da mesma forma. Isso foi um choque, uma surpresa absoluta, quando encontrei o nome de Darrow citado repetidas vezes nos Arquivos Soviéticos da Comintern sobre o Partido Comunista dos EUA (PCEUA).
Por que os comunistas adoram Darrow? Uma das possibilidades é que eles apreciavam muito o que ele havia feito nos Julgamentos sobre a Teoria da Evolução. Não havia inimigos mais furiosos do Cristianismo do que os comunistas. Darrow era o centro das atenções do movimento pelo trabalho independente dele em contestar as “superstições” idiotas de Bryan e seu bando alegre de evangélicos “sem cérebro” que criam totalmente nas Escrituras Sagradas.
Mas há mais revelações importantes. Outro motivo por que os comunistas reverenciavam Darrow é um fato que não é ensinado nas escolas: Antes de Darrow defender a teoria de que o homem veio dos macacos, ele havia defendido os comunistas e seu líder Ben Gitlow, começando com uma série de incidentes e casos dramáticos que ocorreram de 1919 até a década de 1920, quando eles estavam sendo perseguidos por advogarem a revolução armada e a derrubada do sistema dos EUA, o qual eles queriam substituir por uma “república americana soviética”. (Para ver alguns desses documentos, clique aqui.) Eles estavam sendo desafiados nos tribunais por Alexander Mitchell Palmer, ministro da Justiça do presidente Woodrow Wilson, por sua atividades descaradamente subversivas, antiamericanas e pró-bolchevistas.
O que é muito importante é que Darrow foi um dos primeiros membros da ACLU**, fundada em 1920 pelo colega ateu dele, Roger Baldwin, que, naquela época exata, era um comunista defensor da União Soviética. Conforme escrevi aqui anteriormente, uma parte imensa do trabalho inicial da ACLU era defender os comunistas dos EUA. Os membros da ACLU e os membros do Partido Comunista se agrupavam uns com os outros, e o elo comum entre eles era o ateísmo.
Quanto a Darrow, ele adoptou inflexivelmente as normas políticas da ACLU e do Partido Comunista Americano, argumentando que os EUA estavam ficando obcecados com uma histeria anticomunista. Isso ocorreu décadas antes de Joe McCarthy.
Mas a defesa de Clarence Darrow aos comunistas americanos nos tribunais foi mais tosca do que isso. Darrow insistia em que os comunistas americanos não eram leais à URSS, apesar dos posteres fixados nos prédios do Partido Comunista (clique aqui). Ele também declarava que os comunistas americanos personificavam a Revolução Americana e os fundadores da República dos Estados Unidos. “Um homem ter medo de revolução nos EUA”, argumentou Darrow, “seria uma vergonha para sua própria mãe!”
“Revolução?”, debochou Darrow. O que era mais intrinsecamente americano? Esses marxistas-leninistas dos EUA eram a encarnação de Madison e Jefferson.
Se isso não fosse ofensivo o suficiente, o campeão dos ateus invocou o Deus todo-poderoso em favor dessa sublime revolução: “Devemos recordar algumas revoluções que ocorreram no passado e dar graças a Deus por aqueles que se revoltaram e venceram. Seria totalmente desonesto não fazer isso”.
De acordo com a descrição dele, os vilões não eram os comunistas; não, os vilões eram as pessoas que faziam cruzadas contra o comunismo.
Por defender fortemente tais absurdos, os comunistas dos EUA foram eternamente gratos a Clarence Darrow.
Em conclusão, é indispensável compreender que os comunistas adotaram Darrow porque Darrow se opunha a figuras do Partido Democrático como Woodrow Wilson e Franklin Delano Roosevelt, os quais os comunistas desprezavam. Aliás, foram as críticas de Darrow ao New Deal*** que o trouxeram à minha atenção — na verdade, à minha tela de microfichas — nos Arquivos do Comintern. A linha de raciocínio era que Roosevelt era um “fascista”, determinado a fazer uma “guerra mundial”, buscando impor “trabalhos forçados”. (Clique aqui para ver exemplos.) Darrow condenou fortemente o New Deal, o que encantou seus camaradas.
Naturalmente, nossas escolas não ensinam esses fatos. As referências das enciclopédias a Darrow ignoram as ligações dele com os comunistas. Uma busca no Google sobre Darrow em primeiro lugar traz a biografia dele na Wikipédia, que, na época da redação deste artigo, não continha uma só menção desses fatos, e a palavra “comunista” nunca aparece.
Ai, ai, Clarence Darrow, herói do Julgamento da Teoria da Evolução — e muito mais. Não espere aprender esses fatos nas aulas de ciências sociais das escolas. Aliás, nas escolas, em vez de ouvir as palavras de Darrow defendendo ardorosamente os comunistas, você só terá a chance de ouvir as palavras horrendas dele contra os que acreditam que Deus criou o mundo.
Uma versão mais longa deste artigo apareceu pela primeira vez na revista American Spectator.
Notas do tradutor:
* “Scopes Monkey Trials”: julgamento do professor John Scopes em 1925 por ensinar para crianças — que eram na vasta maioria cristãs — de uma escola pública que o homem veio do macaco, violando as leis do estado do Tennessee da época. Ele foi condenado e posteriormente absolvido com a ajuda do ateu e comunista enrustido Clarence Darrow.
** ACLU: sigla de “American Civil Liberties Union” (União das Liberdades Civis Americanas), organização esquerdista americana supostamente de defesa dos direitos do indivíduo, mas que nunca perde oportunidade de atacar os cristãos e seus valores.
*** New Deal: política econômica (de natureza socialista) implementada, em 1933, pelo presidente americano Franklin D. Roosevelt.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Leia também artigo de Julio Severo:

domingo, abril 10, 2011

Técnica: Marxistas mataram por influência de tudo, menos do ateísmo

Original do blogue "Quebrando o Encanto do Neo-Ateismo"

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Essa técnica geralmente é usada quando algum neo-ateu tenta responsabilizar a religião por todos os males da Terra, recebendo de volta a história dos crimes comunistas (que foram cometidos por ateus). Basicamente, a alegação dos neo ateus é que se líderes ateus mataram, o fizeram por influência de QUALQUER OUTRA COISA, menos ateísmo. Esse é o mantra do discurso neo-ateu. Isso ocorre porque se eles não conseguirem separar ateísmo e comunismo, então a propaganda “Ateus são tolerantes, ateus são racionais, ateus são pacíficos” e “Religião é responsável por todos os males” cai por água abaixo.

A apresentação formal do argumento será mais ou menos a que eu citei no último parágrafo: marxistas mataram, mas em nada o ateísmo tem relação com essas mortes.

A resposta para esse estratagema deve focar na TEORIA marxista (de forma ampla), que foi quem legitimou os atos genocidas cometidos por seus líderes e que está infectada de ateísmo e antirreligião do início ao fim.

Por exemplo: a idéia de que todos os atos revolucionários estão justificados, a priori, pois a moral não existe e antiga é “burguesa” depende do ateísmo DIRETAMENTE. Logicamente, a construção seria a seguinte:

  • (1) Deus não existe;
  • (2) Logo, uma moral objetiva não existe, sendo toda moral resultante de pressões sociobiológicas;
  • (3) Essa moral não é nada mais do que interesses da burguesia disfarçada para controlar o proletariado;
  • (4) Portanto, é preciso abolir a religião e a moral “antiga” para avançar na luta revolucionária;

Ou ainda:

  • (1) Deus não existe;
  • (2) Logo, uma moral objetiva não existe, sendo toda moral resultante de pressões sociobiológicas;
  • (3) A moral deve ser orientada de acordo com os bens sociais;
  • (4) O maior bem social é a revolução;
  • (5) Portanto, qualquer ato para alcançar um mundo socialmente melhor está justificado, mesmo que envolva assassinatos de outras pessoas e terrorismo (que eram proibidos por um resquício da moral burguesa antiga que queria manter o “status quo”);

É importante lembrar que os comunistas acreditavam na remodelação do ser humano para um “outro mundo possível” e isso passava pela RETIRADA da religião até da esfera privada (pois ao tentar relacionar o homem com Deus – que não existe – ela se transforma em um fator de “alienação”) para promover o materialismo, que está ligado diretamente ao ateísmo.

Há várias citações nesse sentido que comprovam a relação ateísmo e comunismo. Cito abaixo e depois respondo algumas dúvidas comum:

  • "Com efeito: Nos períodos em que o Estado político enquanto tal nasce violentamente da sociedade civil, quando a auto-emancipação humana aspira por realizar-se sob a forma da auto-emancipação política, o Estado pode e deve seguir em frente até à abolição da religião, até à aniquilação da religião, porém assim o faz apenas na medida em que avança até à supressão da propriedade privada, até ao máximo, até à confiscação, até ao imposto progressivo, tal como vai adiante até à supressão da vida, até à guilhotina." MARX, KARL HEINRICH. Zur Judenfrage (Sobre a Questão Judia)(Agosto – Dezembro de 1843), in : Marx und Engels Werk (Obra de Marx e Engels), Berlim : Dietz, Vol. 1, pp. 357, 367 e s.
  • “O maior e o pior erro que um marxista poderia cometer seria o de pensar que os muitos milhões de pessoas das massas populares – em particular, os camponeses e os artesãos –, condenadas por toda a sociedade contemporânea a permanecer no obscurantismo, na ignorância e em meio a preconceitos, possam sair dessa escuridão tão somente através da linha direta da cultura puramente marxista. A essas massas é necessário que se forneça o material mais variado relativo à propaganda ateísta, familiarizando-as com os fatos dos mais variegados domínios da vida, abordando-as, dessa ou daquela forma, a fim de dinamizar o seu interesse, despertando-as da letargia religiosa, sacundido-as sob os mais variados aspectos, por meio dos mais variados métodos etc. … LENIN, VLADIMIR ILITCH ULIANOV. O Znatchenii Voinstvuiuschevo Materializma (Sobre o Significado do Materialismo)(12 de Março de 1922), in: V. I. Lenin. Polnoe Sobranie Sotchinenii (Obras Completas), Moscou : GIPL, 1961, Vol. 45, pp. 23 e s.
  • “Eu tenho ódio a todos os deuses!” MARX, KARL HEINRICH, "Engels, marxisme", Paris. E. S. I, 1935.p.250.
  • “O homem é que faz a religião e a religião o homem”.
    MARX, KARL HEINRICH, “Der Mensch macht die Religion macht nicht den Menschen”, cf. G. M. M. Cottier, Marx in L’athèisme dans la philosophie contemporaine, Paris, Desclée, 1970.p.161.
  • A luta contra a religião implica a luta contra o mundo do qual a religião é o aroma espiritual”. MARX, KARL HEINRICH, “Der Kampf gegen die Religion ist also mittelbar der Kampf gegen jene Welt, deren geistigen Aroma die Religion est”. cf. G. M. M. Cottier, op. cit. p.162.
  • “Mais o homem coloca realidade em Deus e tanto menos resta de si mesmo”. MARX, KARL HEINRICH, “Je mehr der Mensch Gott setzt, je weniger behalt er in sich”. cf. G. M. M. Cottier, ibidem.p.159.
  • “O ateísmo é uma negação a Deus e por esta negação coloca a existência humana”. MARX, KARL HEINRICH, “… denn der Atheismus ist eine Negation des Gottes und setzt durch diese Negation das Dasein des Menschen…” cf. idem, ibidem. p. 185.
  • “O marxismo é o materialismo. Por este título ele é tão implacavelmente hostil à religião, quanto o materialismo dos enciclopedistas do século XVIII ou o materialismo de Feuerbach”. LENIN, VLADIMIR ILITCH ULIANOV, Marx, Engels, marxisme, op. cit.,p.250.
  • Devemos combater a religião. Isto é o a-b-c de todo o materialismo e, portanto, do marxismo”. LENIN, VLADIMIR ILITCH ULIANOV, Sur le rapport du parti ouvrier à la religion, Pss.vol.17.p.418.
  • Nossa propaganda compreende necessariamente a do ateísmo”. LENIN, VLADIMIR ILITCH ULIANOV, De la religion.p.8.
  • “A religião é uma espécie de mau vodka espiritual no qual os escravos do Capital afogam seu ser humano e suas reivindicações para com uma existência ainda pouco digna do homem”. LENIN, VLADIMIR ILITCH ULIANOV, Lénine, Sacialisme et Religion, cf. G. M. M. Cottier, op. cit. 225.
  • O comunismo começa onde começa o ateísmo
    MARX, Karl. Terceiro Manuscrito econômico e filosófico, XXXIX , V
  • A lei, a moral, a religião são preconceitos burgueses, atrás dos quais se ocultam outros tantos interesses burgueses.”
    MARX, Karl. Manifesto comunista, p. 36
  • “O comunismo, porém, abole as verdades eternas, abole a religião e a moralMARX, Karl. Manifesto comunista. p. 44
  • “O mundo material perceptível pelos sentidos, ao qual nós pertencemos, é a única realidadeENGELS, Friedrich. Estudos filosóficos, p. 27

Matéria do site do PSTU sobre Richard Dawkins:

    • “De qualquer forma, o ateísmo é um componente central do marxismo. É falsa a afirmação segundo a qual o marxismo pouco se importa com as religiões ou com a crença em Deus. Não há marxismo conciliável com a crença em entidades sobrenaturais. É claro que questões de tática e política não devem ser misturadas aleatoriamente com questões filosóficas: seria inútil pregar o ateísmo diante de uma assembléia de fanáticos de uma congregação evangélica, católica ou muçulmana.”

O ateísmo militante dos marxistas sendo posto em prática, conforme eu já havia postado nesse artigo:

“ZIL agora produz sinos de igreja, porque aí se encontra um grande negócio em expansão graças ao fato de que, entre 1917 e 1969, os ateus soviéticos destruíram 41.000 das 48.000 mil igrejas, incluindo A Catedral do Cristo Salvador, um marco de Moscou construído para comemorar a derrota da Invasão Napoleônica. Essa enorme destruição de artes e construções religiosas não foi nem política nem ideológica em sua natureza, foi [a própria idéia] “Deus, um Delírio” em ação, um argumento ateu material para a provar a inexistência de Deus:

Durante os período soviético, milhares de igrejas, conventos e monastérios por todo o país foram destruídos pelos Bolcheviques no seu objetivo de livrar a União Soviética da religião… Por todo o país, sinos eram jogados fora dos campanários e destruídos. A autora russa Inna Simonova chamou isso de “ateísmo agressivo” praticado pelos Bolcheviques para influenciar os russos. “Eles diziam “Veja, vocês acreditam em Deus, e mesmo assim nós jogamos todos esses sinos pelo telhado e nada acontece”, explica a Sra. Simonova… [1]

A evidência empírica simplesmente destrói Richard Dawkins novamente – ele não só está errado, como está ESPETACULARMENTE errado. No lugar dessas 41,000 igrejas destruídas entre 1917 e 1969 eu poderia simplesmente ter citado qualquer um dos milhares de exemplos históricos que temos na Espanha, na Polônia, na Romênia, na Alemanha Oriental para provar que não só vários ateus fizeram o que Dawkins acredita ser impossível, como destruição de prédios e monumentos históricos é muito mais comum de ser feito por ateus do que por todos os teístas de todas as religiões do mundo combinadas. [2] A menção de Dawkins dos “templos de Kyoto” é especialmente irônica [3], considerando o modo pelo qual ateus foram responsáveis por destruir 7,000 templos e monastérios no Tibete, 440 dos 500 templos budistas na Coréia do Norte e 240 dos 700 templos budistas no Vietnã. A única razão pelo qual Meca, York Minster ou Notre Dame ainda estão de pé é porque essas construções estão localizadas em nações nos quais ateus não conseguiram possuir o poder governamental por um longo período de tempo.”

[1] “Saved by the Church Bell.” Cox News Service. 25 Abril, 2004. A Comissão pela Reabilitação das Vítimas da Repressão Política reportou em 1995 um percentual parecido de construções de Judeus e Muçulmanos destruídas.

[2] “De acordo com o objetivo de recriar os estados proletários, assassinatos cruéis da intelligentsia e camponeses foram combinados com a subsistência de arquiteturas religiosas e nativas para recriar “a utopia das ruínas e problemas do passado”. Hayeem, Abe. “Destruction as Cultural Cleansing”: Building Design. 3 Fev. 2006.

[3] O governo da Província de Henan decretou que o santuário histórico de Nossa Senhora do Monte Carmelo será destruído com dinamite; um banimento total nas peregrinações católicas como um banimento local em qualquer reunião religiosa no local também foram decretadas.” AsiaNews. 21 Junhoe 2007

*****

Por mais que eles tentem esconder, os fatos são óbvios. Postas essas evidências, vamos lidar com algumas reclamações comuns sobre o assunto:

  • “A população era teísta, mesmo que a orientação oficial fosse o ateísmo”

Irrelevante. As ações genocidas partidam do GOVERNO, que era ateu, não da população. Aliás, é preciso ter muita cara de pau para culpar a população por ter sido EXTERMINADA, pois essa foi sua participação no processo (veja o Holodomor, por exemplo)…

  • “Há alguns autores que dizem que os comunistas eram religiosos escondidos”

Também é irrelevante. O que importa é que a legitimação dos genocídios estava baseado em um sistema de pensamento ateu. Como eu digo aqui: há dois tipos de criminosos. Um que mata e outro que cria a legitimação teórica para que ele faça isso. O segundo é tão culpado quanto o primeiro.

  • “Comunistas não eram ateus, pois o “Deus” dele é o Estado”;

Essa é a falácia do “Nenhum escocês de verdade”, cortesia do ateu (posteriormente convertido ao deísmo) Antonhy Flew. Nela, alguém diz: “Nenhum escocês gosta de açúcar no chá”. O interlocutor responde: “Mas Travis é escocês e gosta de açúcar no chá”, ao que responde a primeira pessoa responde: “Ah, mas esse não é um escocês de verdade”. Os fatos são: eles eram ateus, eram materialistas e eram anti-religiosos. Ateísmo é a apenas a crença na inexistência de um ser pessoal e transcendental, que chamamos de “Deus”. Se ele continuar com isso, pode acoplar qualquer coisa que continuará sendo ateu.

  • “Comunismo é uma espécie de religião, pois é um sistema organizado com líderes”;

Essa definição de religião é falsa. Religião é qualquer sistema que porponha RELIGAR o homem com Deus ou com algum princípio nesse sentido. O Comunismo não possui nada disso; é um sistema hierárquico sim, mas hierarquia se encontra em qualquer lugar; não é exclusividade de teístas, portanto a crítica não cabe.

O que tem que ficar claro é que uma pessoa NÃO precisa ser ateu ou teísta e fazer parte ou não de um grupo para propor medidas autoritárias contra um outro grupo de qual discorda. O autoritarismo é um problema do SER HUMANO. Vejamos um exemplo do que falo abaixo, retirado de um tópico no Orkut:

juri-psicologo

Está claro que sua ausência de crença na Bíblia é o motivo para ele dar essa sugestão (que é totalitária). E, nesse caso, foi uma manifestação de cunho INDIVIDUAL, não influenciada por ordens “de cima”.

  • “O problema não era o ateísmo, era o fundamentalismo”;

Eu nunca disse que a influência era SÓ do ateísmo. Mas o fato é que, nesse caso, o ateísmo e o materialismo é que VIABILIZARAM o que, para a maioria das pessoas, seria um radicalismo, pois a partir disso se deduziu que (a) não existe moral absoluta; (b) somente as forças materiais determinam a vida; (c) um grupo pode reformular essas forças, moldando o bem comum; (d) como não existe transcedência e moral objetiva, todos os atos para o bem comum estão justificados a priori, etc. Então, não podemos simplesmente excluir a influência do ateísmo na jogada tão precocemente.

  • “Ateísmo é apenas ausência de crença, portanto, não pode ser responsabilizado por nada”

Técnica pífia. Já refutada no blog do Luciano no post “Ninguém faria uma ação danosa pela ausência de fé”.

  • “Religião é irracionalidade e o homicídios comunistas eram cometidos irracionalmente; logo, os crimes marxistas são culpa da religião”

Mais uma balela já refutada no blog do Luciano, no post Genocídios da Rússia e China causados por irracionalidade. Em resumo, podemos dizer, primeiro, que a definição de religião como irracionalidade ou fanatismo é falsa; em segundo lugar, o fato é que eles estavam sendo bastante racionais ao agir dessa maneira de acordo com os próprios pressupostos. O que temos que discutir é se esses pressupostos são verdadeiros (como a não existência de uma moral objetiva), mas, aceitando isso, não há nada de irracional no que foi praticado pelos marxistas e sim uma continuidade lógica.

Conclusão

Essa truque é usado como mais uma estratégia de self-selling neo-ateu, pois seu objetivo é LIVRAR qualquer influência do ateísmo de crimes passados, para poder prometer “um mundo melhor” se todos forem ateus (que eles ressignificam como alguém “racional”, “tolerante”, etc, o que não passa de auto-ajuda). Obviamente, eles EDITAM a informação da influência do ateísmo nos crimes comunistas para a propaganda funcionar. A partir de agora não poderão mais fazer isso sem ser desmascarados.

sexta-feira, abril 08, 2011

Coreia do Norte pede comida ao Ocidente

Os esquerdistas não parecem dispostos a aceitar o facto do socialismo ser um fracasso de ideologia.

A Coreia do Norte tomou o pouco usual passo de pedir comida aos países que normalmente ameaça.

Atormentada por inundações, por um surto de doenças no seu gado e por um inverno brutal, o governo ordenou às embaixadas e outras instâncias diplomáticas por todo o mundo que buscassem ajuda.

O pedido coloca os Estados Unidos e outros países ocidentais na desconfortável posição de ter que decidir entre ignorar os pedidos de um país afligido pela fome e injectar comida num páis caracterizado por um sistema de distribuição alimentar corrupto.

Os Estados Unidos, que suspenderam a sua ajuda alimentar à Coreia do Norte há cerca de 2 anos devido a questões de transparência, "não tem planos para uma contribuição a esta dada altura", afirmou Kurt Campbell, representante americano para a Este asiático.

Entretanto, a "U.N. World Food Program", responsável por uma grande percentagem de ajuda alimentar à Coreia do Norte, disse que a sua actual reserva alimentar só podem suportar os país comunista por mais um mês.

Parece que o comunismo está a falhar em mais um país. Não é de estranhar porque ideologias que odeiam Deus geralmente dão maus frutos.

Por outro lado, a Coreia do Sul parece estar muito bem:

O crescimento econômico da Coreia do Sul nos últimos 30 anos foi espetacular. O PIB per capita, que era apenas de US$ 100 em 1963, chegou a quase US$ 9.800 em 2002, 18 vezes maior que o da Coreia do Norte. A Coreia do Sul está entre as dez maiores economias do mundo.

O sucesso econômico do país se deve a um sistema de laços íntimos desenvolvidos entre o governo e a iniciativa privada, que inclui crédito facilitado, restrição a importações, subsídios a determinados setores e incentivo ao trabalho. As reformas começaram na década de 1960, com Park Chunghee, que praticou reformas econômicas com ênfase na exportação e desenvolvimento de indústrias leves.

O governo também promoveu uma reforma financeira, ajustando as instituições, e introduziu planos econômicos flexíveis. Nos anos da década de 1970 a Coreia do Sul começou a destinar recursos para a indústria pesada e indústria química, bem como as indústrias eletrônica e de automóveis.

A indústria continuou seu rápido desenvolvimento na década de 1980 e começo da década seguinte.

O país é o 19º no ranking de competitividade do Fórum Econômico Mundial
Em termos espirituais, as coisas também não são famosas para os ateus norte-coreanos. Enquanto que o Cristianismo cresce na Coreia do Sul, os cristãos da Coreia do Norte vivem sob intensa opressão.

Conclusão:

O ateísmo não funciona, quer ao nível económico, quer ao nível político, quer ao nível social e quer ao nível científico. O ateísmo é uma ideologia estéril e parasítica cuja subsistência depende da existência de cristãos. Se os cristãos deixarem de existir na Terra, o ateísmo morre.

quarta-feira, fevereiro 16, 2011

Socialismo explicado em duas imagens

Eis como vive o ditador socialista Robert Mugabe:

Mugabe-house.jpg

E eis aqui como vive o povo - se se pode chamar a isto de "viver":

Zimbabwe-slum.jpg

Rodésia, o predecessor do Zimbábue, era um país razoavelmente abastado conhecido como o "Celeiro de África". Foi então que a justiça social chegou e as quintas foram confiscadas. O homem branco foi removido do poder abruptamente e as suas possessões agrícolas nacionalizadas.

Hoje em dia o país sofre de falta de alimentos e desemprego na ordem dos 95%, para além duma uma taxa de inflação envolvendo números demasiado grandes para se compreender. No entanto, o ditador socialista vive bem, muito graças à ajuda internacional que recebe dos mesmos "bem-feitores" que pressionaram a Rodésia a mergulhar no seu caixão.

Mais fotos podem ser vistas no blogue Reaganite Republican.

domingo, fevereiro 13, 2011

quinta-feira, fevereiro 10, 2011

Índios Americanos Lutam Contra "Benfeitores" Ambientalistas

Os esquerdistas tem apenas as melhores intenções para os ameríndios que querem servir de exemplo multicultural vivendo vidas pitorescamente pré-colombianas. No entanto, os mesmos esquerdistas e fanáticos ambientalistas já não são tão simpáticos com ameríndios que não querem viver na Idade da Pedra.

Felizmente, alguns índios nativos estão a dar luta:

A Tribo Hopi tem uma mensagem dirigida ao Sierra Club e aos outros grupos ambientalistas: Ponham-se a andar daqui para fora!
Esta é a resposta do concílio Tribal dos Hopi para aquilo que têm sido ataques contínuos e concertados oriundos de grupos ambientalistas locais e nacionais "determinados em avançar com os seus interesses e a sua agenda em detrimento da Tribo Hopi e dos seus legítimos interesses".
O concílio quer que o Sierra Club e outros grupos ambientalistas - bem como as organizações afiliadas a estes grupos localizados dentro das reservas índias - saibam que eles já não são bem vindos na Reserva Hopi, declarando-os persona non grata.
Através duma resolução aprovada com a margem de 12 a favor e ninguém contra (12-0) o concílio declarou que os ambientalistas lesaram a tribo de "mercado para os seus recursos de carvão" e ganhos provenientes do mesmo carvão, necessários para sustentar os serviços governamentais, fornecer empregos para os membros da tribo e proteger a cultura e a tradição da tribo Hopi.
Em 2005 grupos ambientalistas tiveram um papel significativo no encerramento do Mohave Generating Station, que o concílio Hopi afirma "ter lesado a Tribo Hopi em muitos milhões de dólares de rendimentos operacionais anuais", de acordo com a resolução. As perdas monetárias anuais encontram-se entre os $6.5 e os $8.5 milhões.
O concílio sente que a viabilidade económica da Navajo Generating Station - o único cliente consumidor do carvão da tribo Hopi restante - está também a ser ameaçada, e que as acções dos ambientalistas podem conduzir a um "total colapso económico da tribo."

O Sierra Club respondeu aludindo ao fictício aquecimento global, aos mitológicos empregos ecológicos (eng: "green jobs") e às alegadamente ameaçadas "fontes sagradas".

Pena é que o ambientalismo santimonial não possa ser usado para pagar a renda e colocar comida em cima da mesa - a não ser que se faça parte da elite esquerdista como o Al Gore.

domingo, fevereiro 06, 2011

Prosperidade e Socialismo em 5 frases

1. Não podes legislar os pobres de forma a estes se tornarem prósperos legislando os ricos de forma a estes se tornarem menos prósperos.

2. Se uma pessoa recebe alguma coisa sem trabalhar por isso, isso significa que alguém trabalhou por isso sem receber.

3. O Governo não dá nada a ninguém que não tenha tirado a alguém.

4. Não consegues multiplicar a riqueza dividindo-a.

5. Não podes impôr impostos de modo a tornar uma nação mais próspera e não podes pedir emprestado dinheiro como forma de acabares com as tuas dívidas.

quinta-feira, janeiro 27, 2011

Como ensinar o socialismo a uma criança

Isto não é difícil para uma criança entender uma vez que elas parecem assimilar o conceito rapidamente. Por uma razão ou outra, são os adultos que tem alguns problemas em entender.

Da próxima vez que as crianças vierem à vossa porta pedir "Pão por Deus", usem essa ocasião como um "momento de aprendizagem". Quando elas vos baterem a porta e pedirem alguma coisa, peçam para ver o que eles já tem nos seus sacos. Olhem para dentro, vasculhem à vontade, tirem o que vocês quiserem mas não lhes dêem nada em troca.

Quando elas começarem a chorar, expliquem-lhes que elas já tem mais do que precisam e que vocês não tem nada para dar às outras crianças. Como tal, tu vais usar o que eles tem "à mais". Não te esqueças de dizer isto à medida que vais tirando do seu saco uma caixa de Kit Kat ou outra guloseima que eles tenham recebido durante esse dia.

Cita as palavras de Marx "de cada um de acordo com a sua habilidade, para cada um de acordo com a sua necessidade". Explica às crianças que isto é o que o Primeiro Ministro Sócrates e o Francisco Loiçã (e praticamente todos na política portuguesa) esperam que os portugueses façam, e que tu, como bom socialista português, apenas estás a seguir a máxima socialista de "redistribuir a riqueza".

Acho que as crianças vão entender o essencial do socialismo antes que alguém possa dizer "mas isto não é justo!"




quarta-feira, janeiro 26, 2011

A Besta Iluminista não morreu

O Mal nunca desiste e nem se cansa. O Mal não desmoraliza e nem diz para si "Não vale à pena continuar a luta". O Mal não tem momentos de fadiga e nem espera por uma "boa altura" para se insurgir. O Mal é persistente, decido, frio, calculista e resistente. O Mal está presente em todas as esferas da existência humana e não há lugar nenhum neste mundo (excepto na Santa Presença de Deus) onde possamos fora do alcance do Mal.

Embora o Mal sofra derrotas pontuais, ele nunca se dá por vencido. Ele pode desaparecer durante alguns tempos mas mais cedo ou mais tarde ele volta. Pode não voltar com os mesmos nomes ou com a mesma estratégia, mas o propósito é sempre o mesmo.

Texto de Orlando Braga.

Este texto de Olavo de Carvalho não se aplica só ao Brasil. Aliás, uma das características dos textos de Olavo de Carvalho é que são facilmente extrapoláveis para uma realidade abrangente que não se restringe só ao Brasil e ao ocidente, mas antes assumem uma dimensão geopolítica.

A nossa triste realidade é que, depois de demonstrado o falhanço histórico do comunismo e do nazismo, os herdeiros dos totalitarismos aí estão, de novo, envergando novas fardas ideológicas, mascarados de carnaval, ensaiando novos caminhos de manipulação cultural de massas que permitam a construção de novas e mais sofisticadas formas de totalitarismo.

E nós, pensando viver em democracia, vamos sendo paulatinamente empurrados para um sistema político em que é um Estado plenipotenciário e prepotente que nos impõe o sentido do voto. Caminhamos para o voto no partido único, sendo que os outros partidos são apenas as excepções que confirmam a regra, num primeiro momento, e a ilusão da pluralidade política, num segundo momento.

Esse novo partido único não tem necessariamente, nesta fase, um só nome ou designação. Pode ser um conglomerado político/ideológico. Uma aparente — aos nossos olhos — amálgama ideológica tem por detrás um fio condutor. A Besta tem vários nomes e várias cabeças; “os números não mentem mas os mentirosos escrevem números”. A desconstrução da realidade é a manipulação mentirosa dos números pela Besta que tem vários nomes.



domingo, janeiro 23, 2011

Os mandamentos gramscianos

Qualquer semelhança com o Sócrates ou o Lula da Silva ou o Obama é pura coincidência.


  • Corrompa a juventude e dê-lhe liberdade sexual;
Isto explica o porquê dos esquerdistas insistirem em medidas falhadas como o preservativo ou promoverem o sexo em idades cada vez mais baixas.
  • Infiltre e depois controle todos os veículos de comunicação de massa;
Deste forma, aquilo que a população ouve é só a versão que os esquerdistas querem. Isto explica também o ódio irracional que os esquerdistas tem contra a Fox News, apesar de controlarem todos os outros órgãos de informação nos EUA.
  • Divida a população em grupos antagônicos, incitando-os a discussões sobre assuntos sociais;
Isto explica a necessidade dos esquerdistas em promoverem etnias como forma de destruir a coesão nacional. Nos EUA é normal os esquerdistas tentarem a todo o custo incitarem os afro-americanos contra os brancos, os hispânicos contra os brancos, as mulheres contra os homens, os judeus contra os cristãos, os muçulmanos contra os cristãos, e muitas outras formas de divisão social.
  • Destrua a confiança do povo em seus líderes;
Ronald Reagan, o mais carismático presidente americano do século 20, foi constantemente atacado durante a sua presidência. Hoje, cerca de 20 anos depois de deixar a Casa Branca, ainda há esquerdistas que afirmam que ele foi um "péssimo presidente" (Keith Olbermann).
  • Fale sempre sobre Democracia e em Estado de Direito, mas, tão logo haja oportunidade, assuma o Poder sem nenhum escrúpulo;
Hugo Chavez.
  • Colabore para o esbanjamento do dinheiro público; coloque em descrédito a imagem do País, especialmente no exterior e provoque o pânico e o desassossego na população por meio da inflação;
Por isso e não só que as economias socialistas sempre foram um antro de podridão e ineficiência.
  • Promova greves, mesmo ilegais, nas indústrias vitais do País;
CGTP.
  • Promova distúrbios e contribua para que as autoridades constituídas não as coíbam;
Malmoe.
  • Contribua para a derrocada dos valores morais, da honestidade e da crença nas promessas dos governantes. Nossos parlamentares infiltrados nos partidos democráticos devem acusar os não-comunistas, obrigando-os, sem pena de expô-los ao ridículo, a votar somente no que for de interesse da causa socialista;
Esta guerra aos valores morais é característica universal do comunismo. Uma sociedade moralmente avançada não cai tão facilmente no engodo do comunismo.
  • Procure catalogar todos aqueles que possuam armas de fogo, para que elas sejam confiscadas no momento oportuno, tornando impossível qualquer resistência à causa.
Por isso é que os esquerdistas americanos tanto lutam para tornar as armas ilegais, pese embora seja um direito constitucional americano ter armas na sua posse.

quarta-feira, janeiro 19, 2011

Antonio Gramsci e sua influência na revolução cultural de nossos tempos

*Tradução de Renato Salles

A DEGRADAÇÃO DA CULTURA E DOS VALORES EM NOSSO TEMPO

A degradação da cultura e dos valores em nosso tempo, na busca de um pensamento Único e de uma Nova Ordem Mundial formam parte de uma inteligente estratégia desenhada por Antonio Gramsci (1891-1937).

1.- QUEM FOI ANTONIO GRAMSCI?

Foi um pensador e político italiano, um dos fundadores do Partido Comunista italiano.

Nasceu em Sardenha no ano de 1891 de família muito humilde. Estudante universitário em Turim de 1911 a 1914. Abandonou por problemas de saúde. Em 1919, junto com Palmiro Togliatti, fundou o diário ORDINE NUOVO, que logo foi órgão do partido comunista italiano fundado por ele em 1921.

1921-1924: trabalhou em Moscou e Viena para a II Internacional Socialista.

1925: De volta a Roma enfrenta a ditadura de Benito Mussolini. Foi preso em 1926 e encarcerado em 1928.

1928-1937: Do cárcere difundiu suas idéias revolucionárias através de cadernos manuscritos que só depois de sua morte se deram a conhecer com o nome de Cadernos do Cárcere (1948 e 1951)

Em 27 de abril de 1937 morreu no hospital da cadeia em Roma.

2.- A ESTRATÉGIA GRAMSCIANA

Gramsci sustentava que nenhuma ideologia poderia impor-se pela força. Toda revolução violenta gera, como resposta imediata, uma contra-revolução que debilita e até pode superar a força da primeira. Toda mudança exige uma mentalização prévia que adube a terra onde a mudança deve florescer. O ideal marxista não escapava a essa regra.

Por isso desenhou sua estratégia do seguinte modo:

Para impor uma mudança ideológica era necessário começar por conseguir a modificação do modo de pensar da sociedade civil (povo ou habitantes de um determinado país) através de pequenas mudanças realizadas ao longo do tempo no campo da cultura. Havia que construir um NOVO PENSAMENTO. Criar o que ele chamava o SENTIDO COMUM do povo, entendido como o modo comum de pensar do povo que historicamente prevalece entre os membros da sociedade. Havia que conseguir que a sociedade civil alcançasse um novo modo de “ver a vida e seus valores”. Para Gramsci, isto era mais importante e prioritário que alcançar o domínio da sociedade política. (conjunto de organismo que exercem o poder nos campos jurídico, político e militar).

Para conseguir que a sociedade civil (o povo soberano, a opinião publica) chegasse a ter um modo comum de sentir e pensar (sentido comum), era necessário apropriar-se dos ORGANISMOS E INSTITUIÇÕES onde se desenvolvem os valores e parâmetros culturais: MEIOS DE COMUNICAÇÃO, UNIVERSIDADE, ESCOLA E ARTES. Para ali havia que apontar. Com paciência, com o passar do tempo, educando as novas gerações desde sua infância. (Ex: A CHINA de Mao; a CUBA de Fidel Castro).

Depois de cumprido este processo ao longo dos anos, a consecução do poder político cairia por seu próprio peso, sem revoluções armadas, sem resistências nem contra-revoluções, sem necessidade de impor a NOVA ORDEM pela força, já que a mesma teria consenso geral.

3.- OBSTÁCULOS A SUPERAR PARA O ÊXITO DO PROCESSO GRAMSCIANO

O mesmo Gramsci assinalou que, para que o processo tivesse êxito, havia que rifar 2 obstáculos:

A IGREJA CATOLICA E A FAMILIA.

3.1. POR QUE A IGREJA CATOLICA? Porque Gramsci pensava que a razão da permanência da Igreja através dos séculos se apoiava nos três pontos seguintes:

a) a profissão de uma fé firme e inquebrantável, sem concessões e na constante repetição dos mesmos conteúdos doutrinais. Deste modo, [a Igreja] pôde conseguir um forte sentido comum (modo de pensar) no povo através dos séculos.

b) Haver conseguido amalgamar em seu seio tanto o povo analfabeto, a classe media e a elite intelectual própria. Com efeito, nenhuma filosofia imanentista, incluindo o marxismo, havia conseguido unir em um mesmo sentido comum ou crença, os intelectuais e o povo, os doutrinários e os praticantes, os expertos e os neófitos (ou “iniciados”). Gramsci, nisso, invejava a Igreja.

c) Por último, enquanto o marxismo exigia ao homem lutar para o êxito de uma sociedade sem classes aqui e agora, porque com a morte terminava tudo, a Igreja havia conseguido convencer o homem para a transcendência, ao mais além, e com isso não somente havia dado uma resposta ao sentido da vida como também ao sentido da morte.

3.2.-POR QUE A FAMILIA? Está claro que se a estratégia consistia na formação de um modo de pensar através da educação nos novos valores revolucionários, a família, primeira educadora do homem desde seu nascimento e durantes os primeiros e cruciais 5 anos de vida, era um incômodo intolerável.

4.- ESTRATÉGIA PARA SUPERAR ESTES OBSTÁCULOS SEGUNDO GRAMSCI

4.1. DESPRESTIGIAR A IGREJA, ao máximo possível com a desqualificação de sua doutrina (“a religião é o ópio dos povos”) e de seus membros hierárquicos (clero e vida consagrada).

4.2. DESTRUIR A FAMILIA, apresentado-a como uma instituição do passado, já superada, incapaz de educar. Retirando os filhos precocemente da influência de seus pais, mediante a educação massiva na “nova cultura”. (Experiência das granjas coletivas ou educação à distância). A intervenção na educação dos aspectos fundamentais de sua vida, desde a escola e sem a participação dos pais. Procurando que, pela ausência dos pais diante de compromissos de trabalho inescapáveis, os filhos fiquem sob a influência da educação dos contra-valores através da televisão.


5. ALGUMAS CONSEQÜÊNCIAS SOCIOCULTURAIS DA VIGÊNCIA FÁTICA DO GRAMSCISMO

Não podemos deixar de reconhecer “que muitos dos esforços e previsões deste político e filósofo sardo, se foi materializado de forma tal, que hoje são elementos que formam parte já da atmosfera comum que respiramos. Há uma inocultável hegemonia secularista que satura a mentalidade de grandes segmentos da sociedade atual – para além de opiniões políticas e variantes de países, regiões e cidades - e vai possibilitando, dia após dia, que o que antes era visto como inaceitável, negativo ou inclusive aberrante, se veja como “normal”, positivo e até elogiável, em mais de uma ocasião.

Vejamos alguns exemplos facilmente constatáveis: Gramsci postulava que da única realidade que se pode (e se deve) falar, é a “daqui embaixo” (fecha-se em um imanentismo total), que os escritores e os pensadores secularistas deviam hegemonizar os meios massivos de comunicação (basta ligar a televisão, escutar certos programas de radio ou debruçar-se sobre qualquer banca de jornal), que se tinha que acabar com o prestígio dos autores, instituições, meios de comunicação ou editoriais fieis aos valores da tradição, opostos aos desígnios dos secularistas, laicistas e “modernizantes”.

Inclusive, Gramsci previu a defecção de numerosos “católicos” que, deslumbrados pela utopia secularista, haviam de aceitar as diversas formas de “compromisso histórico”. O agudo intelectual italiano sabia bem que, se obtinham maiores ganhos por estas vias graduais, de lenta mas contínua transformação da mentalidade que pela via de uma perseguição aberta. Toda uma hábil guerra de posição estrategicamente concebida e executada. E muito mal entendida e enfrentada por quem estaria obrigado a fazê-lo.

Pareceria que vivemos em um mundo desenhado (e à medida de) Gramsci: se foi invertido os valores morais e políticos, se busca “desierarquizar” tudo o que é valioso, se exalta tudo que seja ou implique “horizontalismo”, se “desconstrói” o são pensamento filosófico e teológico, de forma tal que fica “pulverizado” em uma multidão de novas ideologias e “filosofias” cujo só empenho é “desmistificar”, “secularizar”, “dessacralizar”.

Seguramente se comprazeria – e muito- Antonio Gramsci ao ver em pleno processo de realização (atualização, diria Gentille) algo que alguma vez “profetizou”: o fim da religião teria que ocorrer por “suidicio”, ao diluir-se os limites da Cristandade com respeito ao mundo moderno. Enquanto uns recordam que o que está acontecendo é uma “cristianização do mundo”, o que na realidade se está dando é justamente o contrário: segmentos consideráveis de “cristãos” se mundanizam, adotando os parâmetros e critérios próprios de uma mentalidade totalmente inserida em uma cosmovisão intramundana e secularista. Ainda que nem sempre neguem explicitamente, vivem como se o mundo transcendente não existisse, como se tudo começasse e terminasse “aqui em baixo”.

O programa era (e é) bem claro: “conseguir o desprestígio da classe hegemônica, da Igreja, do exército, dos intelectuais, dos professores, etc. Haverá inclusive que hastear as bandeiras das liberdades burguesas, da democracia como brechas para penetrar na sociedade civil. Haverá que apresentar-se maquiavelicamente como defensor destas liberdades democráticas, mas sabendo muito bem que as considera tão só como um instrumento para a marxisação geral do sentido comum do povo” [8].

Outro lamentável fato facilmente constatável em diversos ambientes culturais do Ocidente, sobre tudo latino e latinoamericano, é o que se foi dado a chamar a “traição dos intelectuais”. Isto foi conseguido por diferentes vias, seja mediante favores, concessão de prebendas e bajulações de todo tipo, ou bem mediante a tática oposta, que é a seguida por intelectuais e professores que não se dobram antes as formas de cooptação; para eles estão a pressão, a chantagem, a ameaça e o boicote quando não o desprestígio, a calunia e a difamação.

E é que na estratégia gramscista o quebrantar de um modo ou outro ao intelectual opositor é fundamental: ouçamos de novo ao Padre Sáenz: “Gramsci considera que se ganhou uma grande batalha quando se consegue a defecção de um intelectual, quando se conquista a um teólogo traidor, um militar traidor, um professor traidor, traidor de sua cosmovisão... Não será necessário que estes “convertidos” se declarem marxistas ; o importante é que já não são inimigos, são aceitáveis para a nova cosmovisão. Daí a importância de ganhar-se os intelectuais tradicionais, que, aparentemente colocados por cima da política, influem decisivamente na propagação das idéias, já que cada intelectual (professor, periodista ou sacerdote) arrasta atrás de si um número considerável de prosélitos” [9].

O que na mentalidade predominante de nossos dias prevalece a nível popular o “da igualdade de qualquer religião”, “tudo é segundo como você vê”, “faz o que quiser desde que seja autêntico”, “agora tudo é permitido”, e já a nível filosófico o “não há natureza humana senão história”, “eu me dou minha própria essência”, “não há ser, senão tão somente o devir, ou inclusive, devires”, “não há verdade, tudo se reduz a multiplicidade(s)”, “não há escritor, somente texto”, “não há sujeito, senão estruturas epistêmicas”, e outras sandices e disparates do estilo (o catalogo, é inesgotável), quer dizer que um gramsciano camuflado, em invisível aliança (deliberada ou não) com o movimento New Age e outras inefáveis aderências, segue-se impondo em toda linha, para além das cada vezes mais escassas menções públicas deste autor, tanto por parte de quem o apóiam como por parte de seus detratores.”

Como vimos, o gramscianismo representa o mais agressivo, caustico e dissolvente ataque contra toda forma de religião transcendente e em particular contra o catolicismo. Muita da descristianização atual obedece em boa parte à ação destrutiva e semi-oculta dos “intelectuais orgânicos” a la Gramsci, estrategicamente situados, cuja ação toda se encontra encaminhada à “mutação do sentido comum” teísta e cristão a fim de que tenha direito o seu oposto.

Isso implica seu projeto de “decomposição interna do catolicismo” de “fazer assaltar a Igreja desde dentro” e de liquidar totalmente o “antigo conceito do mundo” inserido na cultura cristã-católica.

Finalmente, é míster assinalar que poucas coisas contribuem tanto ao avanço do secularismo como a defecção de teólogos, professores, pensadores, periodistas ou escritores. Pelo qual deverão pensar em congruência com os princípios dizem professar mas, não menos importante, também deverão levar uma vida coerente que não desvincule e incomunique as distintas dimensões da vida humana. “Quem não vive como pensa, acabará pensando como vive”.

Fonte do espanhol:

http://www.conviccionradio.cl/neomarxismo/antonio-gramsci-y-su-influencia-en-la-revolucion-cultural-de-nuestro-tiempo.html

segunda-feira, janeiro 17, 2011

A agenda do marxismo cultural

O movimento esquerdista é a soma de tudo o que é anti-Bíblico, anti-civilização, anti-casamento e anti-social.

Façam um pequeno exercício: Tentem pensar em todas as ideologias e crenças que são contra o que a Bíblia diz. Agora juntem todas essas ideologias num único movimento. Isso é o esquerdismo actual.

Pensem no aborto, no auto-destrutivo comportamento homossexual, no multiculturalismo e nos movimentos ambientalistas radicais. Tudo isso são facetas duma mesma guerra; batalhas do mesmo confronto.

Esta guerra não começou em 1968, nem em 1918. Não começou com Gramsci nem com Marx e Engels. Também não começou com Darwin, nem com Malthus, nem Hume, nem com o Iluminismo e muito menos começou na Arábia há 1400 anos atrás. Estas figuras foram apenas peões nas mãos de alguém.

Esta guerra começou no Jardim do Éden quando Satanás pôs em causa o que Deus disse com as palavras "Será que Deus disse mesmo 'não comereis de toda a árvore do jardim?'". Desde então, ele tem usado pessoas, instituições e eventos para minar e destruir as estruturas sociais que Deus estabeleceu.

Os cristãos correctamente usam a unidade e a coerência da Revelação Bíblica como evidência em suporte da tese que a Bíblia tem Uma Fonte Única (Deus). Ora, os inimigos da civilização têm sido bastante consistentes na sua luta contra a Bíblia.

Primeiro tentaram destruir-nos de fora. Atacaram o casamento, a família e o cristianismo. Falharam. Como não conseguiram - tal como os revolucionários não conseguiram subverter a civilização ocidental a partir de fora - eles agora entram no acampamento inimigo e minam as estruturas internas dos seus adversários ideológicos.

Agora temos pessoas dentro da civilização ocidental que usam lugares de autoridade para promulgar ideologias que visam destruir o ocidente.

O vídeo colocado em baixo é bastante informativo sobre as intenções do esquerdismo, e como esse esquerdismo se tem transformado ao longo dos anos, embora o seu propósito seja sempre o mesmo.

Se és cristão, lembra-te duma coisa:

Porque não temos que lutar contra a carne e o sangue, mas, sim, contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais. - Efésios 6:12



quinta-feira, janeiro 06, 2011

Os cristãos são o grupo religioso mais perseguido do mundo

Como sempre, os países mais cristofóbicos do mundo são os países muçulmanos e os países liderados por ateus (China, Coreia do Norte, etc). Isto não deixa de ser alarmante quando se sabe que essas duas ideologias são as que se uniram para destruir o cristianismo europeu.

"O Relatório sobre a Liberdade Religiosa no Mundo 2010, apresentado pela Fundação Ajuda à Igreja que Sofre, revela que, em todo o mundo, o número de cristãos perseguidos é de 200 milhões. Outros 150 milhões são discriminados pela sua religião. A fé cristã é a mais difundida, mas também a mais perseguida. Segundo esta fonte, que analisa a situação de 194 países, aqueles onde se verificam as maiores violações à liberdade religiosa são a Arábia Saudita, Bangladesh, Egipto, Índia, China, Uzbequistão, Eritreia, Nigéria, Vietname, Iémen e Coreia do Norte."

Frei Bento Domingues hoje no Público.

Imagem daqui


Felizmente que "quer vivamos, quer morramos, somos do Senhor" e "maior é Aquele que está em nós do que aquele que está no mundo".

domingo, janeiro 02, 2011

A Bíblia e a prosperidade económica

Este fica na língua original.

Fonte: Conservapedia.


Conservative North Dakota still has the lowest rate of unemployment in the United States. In September of 2010, the state unemployment rate was declared to be 3.7% according to the U.S. Bureau of Labor Statistics[1]

Another positive aspect of North Dakota is that according to a CUNY 2000 religious survey, it appeared to have the lowest per capita number of atheists in the United States (people who answered "no religion" on a survey which admittedly includes agnostics and theists who don't identify with any particular religion).[2]

The Bible declares, "The Lord is my shepherd, I shall not want" (Psalm 23:1). North Dakota, which contains plenty of Conservative Christians, certainly seems to be a shining example of this Bible verse. North Dakota has more churches per capita than any state in the United States plus has the highest percentage of people who attend church.[3][4]

Contents

Oregon atheists: Too soon old, too late smart!

See also: Oregon atheists: Too soon old, too late smart!

According to the aforementioned CUNY 2000 religious survey, Oregon was declared to have the highest per capita number of atheists in the United States (people who answered "no religion" on a survey).[5] 28% of the Oregon population declared they had "no religion".[6] According to the CUNY 2000 survey, Oregon had 7 times the rate of atheism than North Dakota.(people who answered "no religion" on a survey).[7]

The U.S. Bureau of Labor Statistics reported in September of 2010 that Oregon had the 7th highest level of unemployment in the United States - an unemployment rate of 10.6% .[8] The unemployment rate in Oregon in September of 2010 was reported to be nearly three times the rate of God fearing North Dakota which had an unemployment rate of 3.7![9] If Oregon atheists are so smart, then why are so many of them unemployed? Unlike conservative economists, did they fail to predict the arrival of the Great Recession?[10] The Austrian school of economics which predicted the Great Recession is on the rise![11] By the way, the Boy Scouts, who affirm the existence of God, believe in being prepared! It appears as if words of Solomon still ring true today: "The fear of the Lord is the beginning of wisdom (Proverbs 1:7)."

I hope you didn't think I would fail to mention the Soviet Union and atheistic communism!

Karl Marx established atheism as a key part of communism. He famously said, "Religion ... is the opium of the masses."[12] He believed it was part of the "superstructure," a false culture built to maintain the status quo. Thus he denigrated Christianity as a fictional religion. Instead, Marx was an avowed atheist, as he wrote, "Communism begins from the outset with atheism; but atheism is at first far from being communism; indeed, that atheism is still mostly an abstraction."[13]

Vladimir Lenin similarly wrote: "A Marxist must be a materialist, i. e., an enemy of religion, but a dialectical materialist, i. e., one who treats the struggle against religion not in an abstract way, not on the basis of remote, purely theoretical, never varying preaching, but in a concrete way, on the basis of the class struggle which is going on in practice and is educating the masses more and better than anything else could."[14]

In September of 2010 Fox News reported:

Jeffrey Goldberg, a national correspondent for The Atlantic magazine, asked Castro if Cuba's economic system was still worth exporting to other countries, and Castro replied: "The Cuban model doesn't even work for us anymore," Goldberg wrote Wednesday in a post on his Atlantic blog.

The Cuban government had no immediate comment on Goldberg's account.[15]

The Soviet atheists, Cuban atheists and many other world atheists could have picked any economic system they wished. What economic system did they pick? Communism! The joke among Russians under Soviet communism was: "We pretend to work. And the state pretends to pay us".

Capitalism and belief in God

Michael Novak wrote concerning theism and capitalism:

The economic historian David Landes, who describes himself as an unbeliever, points out that the main factors in this great economic achievement of Western civilization are mainly religious:

• the joy in discovery that arises from each individual being an imago Dei called to be a creator;

• the religious value attached to hard and good manual work;

• the theological separation of the Creator from the creature, such that nature is subordinated to man, not surrounded with taboos;

• the Jewish and Christian sense of linear, not cyclical, time and, therefore, of progress; and

• respect for the market.[16]

Capitalism has lifted more people out of poverty than any other economic system in the history of the earth.[17]

sábado, janeiro 01, 2011

Comparando o Cristianismo com o Comunismo

terça-feira, dezembro 28, 2010

Marx, Socialismo e Hitler

segunda-feira, dezembro 27, 2010

A receita testada e aprovada contra a pobreza é facilitar a vida dos criadores de riqueza

Como a ideologia comunista luta contra os criadores de riqueza ("os burgueses"), isso explica o porquê das sociedades comunistas nunca terem sido capazes de gerar uma única economia próspera.

Mas não se deixem enganar; apesar do comunismo nunca ter funcionado em parte alguma do mundo, talvez (talvez!) no futuro funcione. Se calhar....

Fonte

A receita testada e aprovada contra a pobreza é facilitar a vida dos criadores de riqueza
No jornal brasileiro Folha de S. Paulo (texto completo só para assinantes), destaco o seguinte trecho do artigo do jornalista Leandro Narloch:

Eu tenho preconceito contra quem adere ao “rouba, mas faz”, sejam esses feitos grandes obras urbanas ou conquistas econômicas. Contra quem se vale de um marketing da pobreza e culpa os outros (geralmente as potências mundiais, os “coronéis”, os grandes empresários) por seus problemas.

Como é preciso conviver com opiniões diferentes, eu faço um tremendo esforço para não prejulgar quem ainda defende Cuba e acredita em mitos marxistas que tornariam possível a existência de um “candidato dos pobres” contra um “candidato dos ricos”.

Afinal, se há alguma receita testada e aprovada contra a pobreza, uma feliz receita que salvou milhões de pessoas da miséria nas últimas décadas, é aquela que considera a melhor ajuda aos pobres a atitude de facilitar a vida dos criadores de riqueza.

Não é desta eleição brasileira mais recente o discurso esquerdista da luta de classes como retórica para ganhar votos. De facto, ainda tem o seu apelo político no Brasil acusar o adversário de pertencer ou defender a elite e, com isso, colocar-se como um representante legítimo daquela parte da sociedade que não pertence ao grupo especial.

Esse tipo de acusação continua a funcionar como provocação sem uma resposta adequada por parte do acusado. A razão é que, no caso da recente eleição presidencial, todos os candidatos tinham a mesma raiz ideológica de esquerda. A tônica da defesa, por isso mesmo, é baseada no “eu sou mais de esquerda do que você”. O marketing da pobreza citado pelo Narloch é decorrente dessa visão ideológica da política.

E, de facto, a única forma de tirar as pessoas da pobreza é permitir que tenham acesso à riqueza. E isso só é possível se as pessoas puderem prosperar com o fruto de seu trabalho e essa prosperidade irradiar e beneficiar outras pessoas, que também possam enriquecer com aquilo que produzirem.

Publicado no OrdemLivre.org.

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