Mostrar mensagens com a etiqueta Comunicação. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Comunicação. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, fevereiro 27, 2012

Comunicação química

Existem muitos métodos de comunicação sobre os quais nós humanos nem nos apercebemos nem investimos tempo a pensar neles. Um desses métodos de transmissão de informação é a via química.

Tomemos como exemplo a fêmea da traça-da-seda; quando ela está pronta a acasalar, ela liberta pequenas quantidades dum químico específico como forma de atrair os macho da mesma espécie. Mesmo que ela liberte cerca de 1/100,000,000 duma grama, o macho pode detectar o químico a mais de 3,5 quilómetros de distância.

Muitos outros insectos usam feromónios semelhantes para atrair parceiros sexuais.

Os feromónios são também usados pelas formigas como forma de comunicação química para a identificação de rastos. Quando uma formiga encontra uma boa fonte de alimentação, ela regressa à colónia deixando atrás de si um rasto odorífero invisível. As formigas da mesma colónia usam este rasto para chegarem à fonte de alimentação.

Enquanto elas forem encontrando comida no destino, elas continuarão a reforçar o odor. Mal o suplemento alimentar tem o seu fim, e as formigas deixam de seguir o rastro, o odor desaparece no espaço de minutos.

Este odor é tão específico que se outras espécies de formigas o detectarem, não o seguirão até à comida devido ao facto de não reconhecerem a fragrância. Isto é excelente design preventivo visto que, deste modo, a fonte de alimentação é usada apenas pela colónia de formigas que a descobriu.

. . . . . . . .

Obviamente que este aparato bioquímico é melhor explicado como tendo Uma Causa Inteligente na sua origem, e não algo que é o efeito das forças naturais. A comunicação química permite que o comunicador envie mensagens aos membros da mesma espécie (ou até de outras espécies) tendo um propósito em vista (um final).

Dizer que sistemas de comunicação surgiram como efeito de forças aleatórias é a mesma coisa que afirmar que o código binário é o efeito de forças aleatórias. A partir do momento que começamos a falar em informação, mensagens, emissores e receptores, apercebe-mo-nos imediatamente que a vida tem que ter Um Criador.

Qualquer pessoa se apercebe disto, menos os militantes evolucionistas. Este minoritário grupo de iluminados defende que mensagens escrevem-se a elas mesmas, e que, depois de se auto-criarem, elas propagam-se de forma consistente pela biosfera. E eles arrogantemente qualificam isto de "ciência".


sábado, dezembro 24, 2011

Ouvindo o clamor das plantas

"Mas os transgressores e os pecadores serão juntamente destruídos; e os que deixarem o Senhor serão consumidos . . . Porque sereis como o carvalho, ao qual caem as folhas, e como a floresta que não tem água."
Isaías 1:28,30

Algumas pessoas têm o dom de saber cuidar de plantas. Outros, no entanto, podem-se queixar de que, uma vez que as plantas não revelam o que elas precisam, eles não sabem cuidar delas.

Claro que quase todas as pessoas com animais de estimação tem relativo sucesso em cuidar deles porque em regra eles expressam de forma entusiástica as suas necessidades.

Os cientistas descobriram há alguns anos que eles podem de facto saber quando é que as plantas clamam por mais água. Nós não ouvimos o som gerado pelas plantas porque a frequência do som está acima da frequência que nós conseguimos ouvir.

No entanto, cientistas munidos com microfones especializados conseguiram ouvir as plantas de milho a "pedir" por água. Durante o seu estudo, os pesquisadores aprenderam que as plantas de facto produzem uma grande quantidade de sons. As folhas e os caules das plantas de milho fazem sons à medida que deslizam umas contra as outras durante o crescimento.

No entanto, outro som foi ouvido quando o milho não tinha água suficiente. Era um som de elevada frequência semelhante a um estalo.

As plantas possuem tubos que transportam a água e os nutrientes da raiz para as folhas. A água flui dentro destes tubos sob grande pressão. Quando não há água suficiente, a tensão torna-se tão grande que os tubos começam a fracturar. O som de estalo que ouvimos são os tubos a estalar.

A consequência da privação de água e tubos fracturas é uma planta murcha. Quando o fornecimento de água é restaurado, os tubos voltam-se a encher, o ruído de estalos termina e a planta volta a ter uma aparência saudável.

O propósito desta pesquisa era saber quando regar a plantação e quanta água seria necessária. Agora que se aprendeu como é que as plantas comunicam, elas podem "dizer" aos agricultores se precisam de mais água.

. . . .

Muitas coisa ainda há por aprender com o mundo natural, mas quanto mais sabemos, mais difícil fica defender a proposição de que a biosfera é o resultado de processos não inteligentes. Quanto mais profundo é o nosso conhecimento da operacionalidade dos sistemas biológicos, mais óbvio se torna que os mesmos são o resultado de design (bastante) Inteligente.

Fonte: "Scientists say plants may tell of watering needs in future." Wichita Eagle-Beacon, Jan. 12, 1986.


quinta-feira, dezembro 08, 2011

Comunicando com as abelhas e fragilizando o darwinismo

Cercaram-me como abelhas, mas apagaram-se como fogo de espinhos; pois no Nome do Senhor as despedacei.
Salmo 118:12

Em Junho de 1989 os cientistas reportaram terem conseguido pela primeira vez usar a linguagem das abelhas para comunicar com elas. Há já algum tempo que os cientistas sabiam como interpretar a "dança" das abelhas. Segundo se sabe, esta "dança" é usada pelas abelhas "batedoras" para comunicar às abelhas recolectoras a localização de fontes de alimentação.

Os pesquisadores decidiram levar a cabo experiências para confirmar se o seu entendimento em torno da comunicação das abelhas estava correcto. Mas como é que nos dirigimos a uma abelha e confirmamos que ela entendeu o que dissemos? Os cientistas decidiram que a única forma seria construir uma abelha-robô através da qual seria possível comunicar.

As primeiras tentativas não funcionaram muito bem: os modelos robóticos iniciais foram atacados viciosamente pelas abelhas. Após várias tentativas, os cientistas conseguiram por fim construir uma abelha-robô aceite pelas demais.

Estes pesquisadores, que descrevem a linguagem das abelhas como elegante e precisa, aprenderam o suficiente para comunicar com sucesso a localização duma fonte de alimentação nas redondezas às abelhas verdadeiras.

Apesar do seu sucesso, os pesquisadores são cautelosos ao afirmar que há ainda muito que aprender. Mas estas pesquisas podem um dia tornar possível controlar as abelhas de modo a enviá-las para um sítio específico que precise de polinização.

Nenhuma referência foi feita à teoria da evolução nem foi dito como uma firme fé na mesma poderia de alguma forma aprimorar o nosso conhecimento em torno da linguagem das abelhas.

No entanto, apesar da total irrelevância da teoria da evolução para a ciência, existe um significativo (mas minoritário) número de pessoas que religiosamente defende que sistemas de informação podem aparecer como o efeito de eventos aleatórios, irracionais, sem propósito e sem direcção. As evidências em favor desta hipótese fazem-se notar pela ausência.

Conclusão:

Este tipo de pesquisas demonstram de forma cabal que a teoria da evolução está em contradição com a ciência. Poderia a linguagem das abelhas ser o resultado de milhões de anos de mutações aleatórias filtradas pela selecção natural? Como é que ela sobreviveu antes de "evoluir" esta dança?

Para haver comunicação é necessário, no mínimo, a existência 1) dum emissor, 2) uma linguagem comum e 3) um receptor. Mesmo que uma das abelhas "aprendesse" a dançar como forma de indicar uma localização, este avanço só se fixaria na população se houvesse outra abelha por perto que falasse a mesma linguagem gestual/corporal. Como é que isto evoluiu através de mutações aleatórias?

Mas por mais espantoso que seja o facto de nós humanos aprendermos a linguagem das abelhas para podermos comunicar com elas, o maior gesto de comunicação alguma vez visto pelo Homem ocorreu quando o Próprio Deus tomou a forma dum Homem, e viveu entre nós durante cerca de 3 décadas, preparando assim o caminho para que um dia possamos subir com Ele para a Glória Eterna quando a nossa alma se separar do corpo físico.

Aqueles que estão em Cristo, certamente subirão com Ele para as mansões celestiais porque está escrito "porquanto teve por Fiel Aquele que lho tinha prometido." (Hebreus 11:11).

Aqueles cujas transgressões não foram perdoadas enquanto era possível, e morreram nas suas transgressões, certamente que descerão com o inimigo das nossas almas para a prisão eterna.

Então [O Filho de Deus] dirá, também, aos que estiverem à Sua esquerda: Apartai-vos de Mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o diabo e os seus anjos
Mateus 25:41
Este é o "decreto do Altíssimo" (Daniel 4:24) e ele certamente se cumprirá. A pergunta é: de que lado estás tu?


quinta-feira, setembro 29, 2011

Golfinhos: comunicação especializada permite "diplomacia"

"E disse Deus: Produzam as águas abundantemente répteis de alma vivente; e voem as aves sobre a face da expansão dos céus."
Génesis 1:20

O que é que acontece quando dois golfinhos nadam rapidamente em direcção ao mesmo pedaço de comida? Sem qualquer tipo de capacidade para anular choques, os golfinho nariz-de-garrafa rapidamente se tornaria nos golfinhos nariz-espalmado (ou pior).

Felizmente, os golfinhos têm uma solução: comunicação especializada. Como é que o "modelo evolutivo" explica (mais) esta espantosa capacidade?

Pesquisadores do "Italian Institute for Research on Bottlenose Dolphins" na Sardenha (Itália) compilaram a mais compreensiva análise (até hoje) das "conversas" entre golfinhos. O estudo foi publicado no livro técnico "Dolphins: Anatomy, Behavior and Threats."

Embora se pensasse anteriormente que os assobios fossem o método de vocalização dominante entre os golfinhos, estas novas descobertas revelam que um conjunto de sons ainda mais importante são "burst-pulsed." A complexidade destes sinais mais subtis demonstram claramente "a nossa falta de entendimento àcerca da comunicação entre estes mamíferos marinhos."

Quando vários golfinhos se aproximam da mesma fonte de alimento, uma comunicação complicada baseada nos sons "burst-pulsed" assegura que o golfinho dominante recebe a direcção certa e chega à comida sem colisões. Isto já foi chamado de "diplomacia" uma vez que permite que estes mamíferos marinhos evitem conflitos físicos.

Surpreendentemente, os pesquisadores descobriram também que estas formas de comunicação são personalizadas de um golfinho para outro golfinho específico - ao contrário da vocalização humana que pode ser escutada por qualquer pessoa que esteja por perto.

Conclusão:

O "modelo evolutivo" é totalmente desnecessário para explicar a origem deste sofisticado sistema de comunicação.

Em vez de ser o resultado de uma série de transições evolutivas através dos mitológicos "milhões de anos", os golfinhos são conhecidos apenas como eles são hoje: totalmente equipados, munidos com um sofisticado sistema sonar (integrado nos seus lubrificados corpos hidrodinâmicos) e com capacidades instintivas que lhes permitem entender exactamente o que eles dizem uns aos outros e porquê o dizem.

Certamente que Um Criador Omnipotente merece receber o crédito por ter criado um sistema natural tão extraordinário. Ou será que os crentes nos modelos evolutivos têm explicação melhor (e de acordo com as evidências) que a criação?

"E Deus criou as grandes baleias e todo o réptil de alma vivente que as águas abundantemente produziram, conforme as suas espécies; e toda a ave de asas, conforme a sua espécie. E viu Deus que era bom." - Génesis 1:21


-Modificado a partir do original-

segunda-feira, abril 25, 2011

Grilos inspiram engenheiros a criar novas formas de comunicação entre robôs

Existe um grilo que vive em grutas que comunica de uma forma peculiar: disparando anéis de ar de alta pressão - mais ou menos como disparar anéis de fumo invisíveis à sua potencial parceira. É um truque que têm inspirado uma forma mais subtil dos robôs comunicarem entre si.

A maior parte das espécies de grilo comunica esfregando as suas patas dianteiras uma contra a outra, mas o grilo das caves africanas, o Phaeophilacris spectrum já não usa este método. Em vez disso, o grilo lança as suas asas para a frente de forma a gerar um vórtice em forma de donut até à potencial parceira.

Uma série de 4 ou 5 destes anéis de vórtice parece ser sinal suficiente para que a fêmea se prepare para o acasalamento. E uma vez que estes anéis são silenciosos, não há o risco de alertar os predadores.

O anel de vórtice é gerado quando ar é ejectado através dum buraco em direção a ar imóvel. Uma região de baixa pressão desenvolve-se em redor dos seus lados fazendo com que as extremidades se encurvem para fora. Vórtices como estes podem viajar distâncias surpreendentemente longas.

Andy Russell, engenheiro na "Monash University" (Clayton, Victoria, Australia) programou dois robôs para se comunicarem usando sequências em código de anéis de vórtice (Robotics and Autonomous Systems, DOI: 10.1016/j.robot.2010.11.002).

Um cone do megafone projectou o ar através duma abertura de 2 centímetros num robô para criar um anel de vórtice que foi detectado por um sensor de pressão colocado num robô à 30 centímetros de distância.

Usando um código binário, um carácter ASCII foi enviado e descodificado a cada 4 segundos.

Russel afirma:

Tal como os grilos das grutas, pode haver alturas em que o robô não queira que a sua comunicação seja interceptada.
Chris Melhuish do "Bristol Robotics Laboratory" (Reino Unido) concorda:
Esta tecnologia pode muito bem ser uma adição útil ao aparato de comunicação dos futuros sistemas robóticos.

Fonte


Aparentemente nenhuma referência foi feita à teoria da evolução, pese embora os evolucionistas nos digam que a "ciência" entrará em "colapso" se nós não ensinarmos às crianças que peixes evoluíram para pescadores.

Reparem numa coisa interessante: este sistema de comunicação gerado pelos engenheiros tem um emissor (o robô que envia o vórtice), um receptor (o robô que recebe e descodifica a mensagem) e mais importante ainda, este aparato tem alguém que define os parâmetros deste sistema de comunicação (os engenheiros que criaram os robôs).

No mundo animal temos o emissor (o macho que gera o vórtice) e o receptor (a fêmea que recebe e descodifica a mensagem). Quem, então, é que gerou as regras e os parâmetros segundo os quais os grilos comunicam um com o outro?

Segundo os evolucionistas, este sistema de informação biológica não tem um Criador, embora todos os outros sistemas de informação conhecidos pelo homem tenham SEMPRE um criador. A informação em código tem sempre uma causa inteligente. Se nós encontramos sistemas que funcionem a partir de informação em código na natureza. é por demais aparente que tal sistema foi feito por Alguém.

Os evolucionistas ateus não gostam deste tipo de extrapolação porque isto demonstra de forma clara que a vida tem Um Criador. Mas nós Cristãos não vamos cair nos seus erros. O sistema de comunicação dos grilos africanos é mais uma evidência poderosa para o Criador.

quarta-feira, abril 01, 2009

Linguagem "Lagartal"

Acts 2:6
E, correndo aquela voz, ajuntou-se uma multidão, e estava confusa, porque cada um os ouvia falar na sua própria língua.

Uma vez que Deus é o Autor da comunicação, não seria de estranhar que Ele tivesse dado esse dom a outras criaturas. A descoberta recente de que até o pequeno lagarto comunica com outros lagartos têm oferecido surpresas para aqueles que pensam que nós "evoluímos".

Depois de se analizarem mais de 1500 lagartos, pesquisadores ficaram sem sombra de dúvida que eles comunicam uns com os outros.

A comunicação entre os lagartos é uma complexa linguagem corporal que segue regras gramáticais reconhecíveis. É composta de três partes que incluem toques com a cabeça, "flexões" e movimentos com a perna. Misturando e juntando uma ou mais destas acções resulta em mais de 6,000 combinações.

Mas o que é que os lagartos dizem uns aos outros? Será que ainda falam da arbitragem do último Benfica-Sporting, no Algarve, ou de outra coisa qualquer?

Repetidas observações convenceram os pesquisadores de que eles podem interpretar o que os lagartos "dizem" uns aos outros.

A maior parte da comunicação é feita com objectivo de seduzir o género oposto (Tentem não ficar surpreendidos!). Outros lagartos usam a comunicação para se gabarem perante os outros lagartos àcerca de uma rocha particularmente boa que eles tenham encontrado. Outros ainda usam a comunicação para "avisar" outros lagartos que queiram partilhar a sua rocha.

Não só a evolução não esperaria este nível de complexidade entre o pequeno lagarto, mas os pesquisadores notaram que o padrão de comunicação entre populações distintas não segue os imaginados padrões evolutivos.

Sim, até o pequeno lagarto glorifica o Criador!

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Share

Twitter Delicious Facebook Digg Stumbleupon Favorites More