Mostrar mensagens com a etiqueta Brasil. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Brasil. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, fevereiro 02, 2011

Hélio Schwartsman mente sobre ateísmo em prisões

Nada como começar o ano mostrando a desproporcional presença dos "sem religião" nas prisões brasileiras, e a tentativa dum ateu de esconder este facto desconcertante.
Hélio Schwartsman mente sobre ateísmo em prisões

Em 05 de agosto de 2010, o jornalista judeu ateu Hélio Schwartsman escreveu artigo para a Folha de São Paulo criticando a postura de Datena, que em seu programa recriminava os ateus por não terem limites morais, argumentando o que se segue:

"Se é da religião que vem a moral, deveríamos, como vivamente prognosticou Datena, encontrar nas prisões um grupo desproporcionalmente grande de ateus e menor de religiosos. Não é isso, porém, o que sugerem os dados. Estatísticas reveladas por uma funcionária do Birô Federal de Prisões dos EUA de 1997 mostraram que a proporção de cristãos era de 80%, mesmo valor da população geral. Muçulmanos, que correspondem a algo entre 1% e 3% dos norte-americanos, eram 7,2% dos presidiários.

Já os ateus declarados, que se contam em 0,4% na população geral, eram 0,2% dos apenados.
"

Como se observa, a fonte citada pelo jornalista em questão é "uma funcionária do Birô Federal de Prisões dos EUA" e não propriamente uma fonte fidedigna, através da qual ele poderia dar fundamento sólido a sua argumentação. Para piorar, os dados citados desta fonte não correspondem à verdade, conforme prova o site Adherents.com.

Os responsáveis pelo site contactaram David Rice, que em 2002 lhes escreveu a respeito da origem dos dados, afirmando que vieram de Denise Golumbaski, que de fato era uma Analista de Pesquisa do Birô Federal de Prisões. Os dados foram compilados igualmente em 1997, mas, curiosamente, em 1999 a funcionária em questão já não trabalhava mais lá. Os dados foram requisitados pelo Sr. Rod Swift, que os repassou para o mencionado website. Posteriormente, contactaram o Birô Federal de Prisões para confirmar que os dados realmente vinham de sua base de dados.

Esses dados, no entanto, contrastam com aqueles divulgados por Schwartsman, que não teve nem um pouco de cautela para, em seu jornalismo de mentira, repassar uma fraude que militantes ateus gostam de divulgar. Os dados verdadeiros da orientação religiosa nas cadeias norte-americanas foram estes:
Catholic                29,267   31.432%
Protestant 26,162 28.097%
None/Atheist/Unknown 18,537 19.908%
Muslim 5,435 5.837%

American Indian 2,408 2.586%
Nation of Islam 1,734 1.862%
Rastafarian 1,485 1.595%
Jewish 1,325 1.423%
Church of Christ 1,303 1.399%
Pentecostal 1,093 1.174%

Moorish 1,066 1.145%
Buddhist 882 0.947%
Jehovah's Witnesses 665 0.714%
Adventist 621 0.667%
Eastern Orthodox 375 0.403%

Latter-day Saints 298 0.320%
Scientology 190 0.204%
Hindu 119 0.128%
Santeria 117 0.126%
Sikh 14 0.015%
Baha'i 9 0.010%

ISKCON 7 0.008%
-------------------- ------ --------
Total 93,112 100.000%
Conforme se observa, os ateus e os "sem-religião" aparecem figurando aproximadamente 20% dos detentos e não, conforme divulgado mentirosamente, 0,2% de ateus, cuja exata proporção deve ser bem maior no interior desses 20%.

Além de tudo, a superrepresentação de pessoas sem-religião nas prisões, no interior das quais se inserem os ateus, é consistente com pesquisas de maior credibilidade, como as pesquisas brasileiras da FGV e da UNICAMP, já divulgadas neste blog.

Sendo assim, mentiroso o jornalismo do Sr. Hélio Schwartsman em sua sanha de defender o indefensável.

terça-feira, janeiro 25, 2011

Homossexual usava patente militar para abusar de jovens recrutas

É quase sempre o mesmo grupo sexual envolvido em histórias deste tipo. No entanto,os esquerdistas não parecem interessados em averiguar as causas.

Pergunta relevante: o que é que aconteceria se em vez de militar, este homossexual fosse um padre ou um pastor evangélico?

Ênfase meu.

Matthew Cullinan Hoffman, correspondente na América Latina
MARABÁ, Brasil, 14 de outubro de 2010 (Notícias Pró-Família) — Um grupo de ex-soldados brasileiros diz que um tenente coronel fazia assédio sexual e forçava os recrutas a se engajarem em atos sexuais com ele a fim de continuarem suas carreiras militares, de acordo com a rede de televisão brasileira R7.
Contudo, apesar de provas fotográficas e de vídeo e de queixas formais de seis soldados e de numerosas testemunhas entrevistadas pelo R7, o exército brasileiro nega a existência de qualquer prova que comprometa o coronel.
Ou seja, há vídeos, fotos, testemunhos vários, mas isto é insuficiente para condenar o homossexual de abuso de poder. Onde estão os militantes ateus quando mais precisamos deles?!!
Depois das queixas iniciais em 2009, Alberto Almeida foi promovido da patente de major para tenente coronel e encarregado de um hospital local, onde ele também se engajava em assédio e conduta sexual imprópria, de acordo com as testemunhas.
Como um doente contagioso, Alberto Almeida continuou a aliciar outros jovens para serem objectos sexuais ao seu serviço. Quem se negasse corria o risco de ver a sua carreira militar destruída.
Os soldados que trabalhavam sob as ordens de Almeida dizem que o coronel tentava beijá-los na boca e tocar os órgãos sexuais deles e frequentemente os convidava para ir a casa dele.
Com fins militares, claro.
Ele está também sendo acusado de realizar festinhas para jovens recrutas numa praia isolada conhecida como ponto de encontro de namorados, e induzi-los a ter relações sexuais em troca de benefícios de carreira.
O vídeo fornecido para o R7 mostra uma das festas de praia, onde Almeida é exibido numa roupa de banho abrindo a entrada de uma tenda onde soldados estão dormindo juntos, e fazendo insinuações sexuais. De acordo com a reportagem, quinze recrutas participaram das atividades homossexuais. Outras fotos mostram Almeida vestido de mulher e abraçando recrutas jovens, um dos quais está vestido de forma fantasiosa e indecente.
Além dos dois soldados que dizem que sofreram assédio sexual quando estavam sob as ordens de Almeida, o R7 entrevistou outras testemunhas que trabalhavam no hospital, inclusive uma soldada que foi mandada embora do exército por insubordinação depois que ela mesma fez queixa de Almeida.
A verdade tem que estar sujeita ao marxismo cultural e não o inverso. Primeiro vem a ideologia e depois está a verdade dos factos.
“Todo mundo sabe” sobre a conduta de Almeida, a ex-sargenta Rubenice Dias Martins disse para o R7, “mas ninguém tem coragem de falar a verdade, com medo de ser perseguido, com medo de ser mandado embora”.
Ela está agora buscando assistência legal contra o exército, e quer ser reintegrada à sua posição de antes.
“Não tenho vergonha de nada”, disse Dias Martins, “porque quem tem de ter vergonha são eles”.
Nem mais!
Clique aqui para assistir ao vídeo original da reportagem do R7.
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/ldn/2010/oct/10101507.html
Copyright © LifeSiteNews.com. Este texto está sob a licença de Creative Commons Attribution-No Derivatives. Você pode republicar este artigo ou partes dele sem solicitar permissão, contanto que o conteúdo não seja alterado e seja claramente atribuído a “Notícias Pró-Família”. Qualquer site que publique textos completos ou grandes partes de artigos de Notícias Pró-Família ou LifeSiteNews.com em português tem a obrigação adicional de incluir um link ativo para “NoticiasProFamilia.blogspot.com”. O link não é exigido para citações. A republicação de artigos de Notícias Pró-Família ou LifeSiteNews.com que são originários de outras fontes está sujeita às condições dessas fontes.

sábado, dezembro 25, 2010

Alexandre Pires e Revelação

Prenda de Natal para os portugueses que ainda não conheciam a música. (Os amigos brasileiros quase de certeza que já conhecem.)

domingo, outubro 17, 2010

Cristãos brasileiros mostram a sua força

Uma das coisas que mais me alegrou nas eleições brasileiras foi a clara demonstração de força dos cristãos brasileiros. Glória a Deus!

Graças aos seus esforços persistentes de informar os irmãos acerca dos planos infanticidas de Dilma, esta não ganhou as eleições na primeira volta. Infelizmente a Dilma apercebeu-se do erro a tempo e agora tenta fazer-se passar por "cristã".

Pior que isso é ver pessoas da IURD (e não só) a fazerem-se passar por "evangélicos" como forma de tentar lavar a imagem da Dilma. Sim, porque se há instituição mundial em quem nós podemos confiar no que toca à questão do aborto, essa insituição é a IURD de Edir Macedo, o mesmo que gosta de falar de abortos.

Dr. Zenóbio Fonseca
Candidatos estão virando madre ou padre para convencer os cristãos.
Estamos vivendo um fenômeno eleitoral jamais visto numa eleição presidencial, onde os votos dos cristãos são disputados em todos os rincões do Brasil, e o motivo principal foi que uma “agenda de valores” tomou conta da pauta de discussão do rumo da nação.
Esse fato deve-se a melhoria do padrão de vida das pessoas carentes, onde a discussão principal era sobre condições basilares de sobrevivência, mas o amadurecimento da democracia tem gerado nos cidadãos a preocupação de discussões de valores inerentes á sua fé, que é guiada por princípios e dogmas, tal como aborto, ensino religioso ou “casamentos” de homossexuais.
Nesse caminho, acharam, como em outras eleições, que era possível ignorar a força numérica, eleitoral e demográfica da religião no Brasil, onde em sua grande maioria está estampado o vínculo cristão, e, em particular, a defesa da vida desde a concepção.
Daí, toda a gritaria na imprensa escrita e falada sobre o tema do aborto, pois nos últimos anos alguns grupos defendiam políticas públicas de descriminalização do aborto, ou seja, tornar o aborto (interrupção da gravidez) não punível pelo Estado, bem como instituir o chamado “direito de escolha” pelas mulheres, onde a mulher grávida poderia escolher livremente realizar o aborto e livrar-se do fruto do seu ventre.
Entretanto “esqueceram-se de combinar” com os cristãos que esse assunto não seria decisivo para eleger o próximo presidente.
O grande momento que estamos vivendo está fundamentado no princípio bíblico de conhecer a verdade e a verdade trazer libertação. As informações dos blogs e sites cristãos e vídeos temáticos postados no site YouTue inauguraram a “chamada onda crente” dos votos (e não onda verde como alguns afirmavam), onde os evangélicos descobriram a importância do voto consciente fundamentados em valores e dogmas de fé e cidadania. Tal fato fez a diferença, levando as eleições para o atual segundo turno de discussão.
Isso é tão cristalino que os atuais candidatos a presidente buscam os votos dos evangélicos e católicos, porque esse segmento está decidindo a eleição presidencial. O mais triste disso tudo é ver que tem candidato mudando de discurso tornando-se quase uma freira ou padre, para dizer que são cristãos desde que nasceram. De igual forma, alguns líderes seguem o mesmo caminho.
Uma coisa é certa: DEUS entrou nessas eleições presidenciais, ouviu a orações de muitos que não se curvaram ao sistema do poder temporal e os votos de cabresto estão com os dias contados dentro do segmento evangélico. Viva a informação e a autonomia do voto cristão.
Publicado no Jornal Unidade
Divulgação: www.juliosevero.com
Maldito o homem que confia no homem

terça-feira, outubro 05, 2010

Datena e os ateus sensíveis

Há umas semanas atrás um apresentador brasileiro com o nome de Datena disse algumas coisas que deixou os crentes ateus furiosos com ele. Como forma de castigar o "desrespeito" de Datena, os crentes ateus ameaçaram com processos e represálias típicas de pessoas que não estão habituadas a serem criticadas por aquilo que acreditam.

Umas das acusações mais hilariantes que os ateus lançaram sobre Datena é de que se sentiam "vítimas de preconceito" devido às suas palavras. Sim, porque falar mal do ateísmo aparentemente é motivado pelo preconceito.

Segundo li em alguns sítios, Datena pode ter passado das marcas nos seus comentários. Mas isso é passado das marcas para alguém que se diz cristão, porque para os ateus, criticar os cristãos de forma irresponsável, ofensiva, infantil e vergonhosa faz parte do seu dia a dia.

A Adalberto fez um vídeo onde se podem ver as formas que os ateus usam nos seus ataques aos cristãos. Ao verem o vídeo e observarem as imagens que os ateus criaram para atacar os cristãos, questionem-se se eles tem algum tipo de moral de ameaçar com processos quando um cristão lhes critica.

quarta-feira, setembro 15, 2010

Samba de Orly - Toquinho & Vinícius

domingo, setembro 12, 2010

Vídeo “Crianças indígenas enterradas vivas” é bloqueado pelo YouTube

Pelos vistos a vida das crianças índias não vale muito para os socialistas. Primeiro está a ideologia (multiculturalismo), e depois, sim, está a vida. Como é normal, a aliança entre ideologias anti-cristãs (paganismo + socialismo + ateísmo) só trás sofrimento aos mais frágeis da sociedade.
Vídeo “Crianças indígenas enterradas vivas”, visitado por mais de 180 mil pessoas no Blog Julio Severo durante dois anos, é bloqueado pelo YouTube
Julio Severo
O vídeo “Crianças indígenas enterradas vivas” (http://www.youtube.com/watch?v=BDxdlVGjLdY&feature=player_embedded), depois de dois anos no Youtube através do Blog Julio Severo com um número de 180.295 visitas, foi rejeitado pelo Google como tendo conteúdo “impróprio”.
Qual era esse conteúdo? Era apenas uma filmagem denunciando como crianças índias que nascem com qualquer problema físico são sentenciadas à morte pelos pajés (feiticeiros) de algumas tribos brasileiras.
Todos esses assassinatos de crianças vêm sendo cometidos bem debaixo do nariz do governo brasileiro e de antropólogos, que protegem essa prática sob o manto sagrado da “cultura indígena” — que não difere absolutamente em nada da cultura nazista.
Missionários da JOCUM que resgataram algumas dessas crianças sentenciadas à morte têm sido ameaçados, porque tiveram a “ousadia” de tirar essas crianças da esfera dos pajés, livrando-as literalmente da morte.
Contudo, o governo Lula, que deu asilo a um comunista assassino italiano, não tem disposição nenhuma de dar abrigo e proteção para essas crianças. Pelo contrário, o governo exige que elas sejam devolvidas às suas tribos, onde enfrentarão inescapáveis sentenças “culturais”.
Conheci pessoalmente um casal da JOCUM que adotou Hakani, uma menina indígena que havia sido condenada à morte. Ela vive hoje em Brasília, com esse casal. Se for devolvida à tribo, ela será assassinada.
Em 2 de julho de 2008, escrevi e publiquei um artigo como minha manifestação de grito em defesa dessas crianças ameaçadas.
Não fui o único a participar desse grito de socorro. Muitos outros também se mobilizaram para ajudar essas crianças, inclusive o Dep. Henrique Afonso, que criou um projeto de lei exclusivamente para protegê-las, mas o PT obstruiu tudo.
No artigo, há o vídeo “Crianças indígenas enterradas vivas”, que não está mais disponível, porque a política do YouTube, cujo dono é o mesmo Google que vem favorecendo o homossexualismo de forma descarada, censurou o vídeo, sob a alegação de que tinha conteúdo impróprio.
Diante dessa censura, eu pergunto:
É impróprio denunciar o assassinato de crianças indígenas?
É impróprio se mobilizar na defesa delas?
É impróprio conscientizar o público do massacre de crianças inocentes nas tribos?
Há centenas de milhares de vídeos que o Google pode e deve censurar, por possuírem real conteúdo impróprio, indecente, pornográfico, violento e prejudicial. Mas calar a voz que clama pela vida das crianças é uma censura cruel, e esse tipo de censura tem um histórico que vem desde a Alemanha nazista até a Cuba e Coreia do Norte comunistas.
Se o conteúdo da denúncia de socorro do vídeo “Crianças indígenas enterradas vivas” é impróprio, o que dizer dos seus opositores?
Que tipo de conteúdo há na cabeça de governantes políticos e antropólogos que acobertam e protegem, sob as mais diferentes desculpas “culturais”, essa versão indígena da eugenia nazista?
Que tipo de conteúdo há na cabeça de alguém para silenciar um grito de socorro em favor dos inocentes e ameaçados?
Peço a colaboração de todos para restaurar meu vídeo ao seu link original: http://www.youtube.com/watch?v=BDxdlVGjLdY&feature=player_embedded
Por favor, manifeste-se educadamente para o Google no Brasil, telefonando ou enviando fax:
Google Brasil Internet Limitada
Av. Brigadeiro Faria Lima, 3900 5º andar, Itaim
São Paulo, 04538-132
Brasil
Fone: 11-3797-1000
Fax: 11-3797-1001
Campanha internacional para resgatar crianças indígenas do Brasil

sexta-feira, agosto 06, 2010

Professor Ateu Confessa Usar Aulas Para Indoutrinar Estudantes

É sempre bom quando um ateu confessa que usa o dinheiro público e instituições públicas para indoutrinar os estudantes. Por incrível que pareça, os ateus dos dois lados do Atlântico não parecem estar muito preocupados com isto. "I wonder why".

Agora, vamos às 7 confissões feitas por ele:

Confissão 1

E eu, em minha atividade docente, envido todos os esforços para conscientizar a juventude sobre a improcedência da crença em Deus e em espíritos, bem como na total inutilidade das religiões estabelecidas. Posso até admitir que alguém creia em Deus no foro íntimo, mas instituir uma organização que disputa com outras similares a primazia de ser a detentora da verdade a respeito, além de promover uma sangria da economia pública para sustentar uma classe improdutiva e inútil, que são os sacerdotes e afins, isto eu considero um abuso. Para tal é preciso que todos os ateus se manifestem como tal às abertas e façam um trabalho de esclarecimento público pela internet, escrevendo artigos em jornais, dando palestras, pugnando pela genuína laicidade do estado, participando de debates em aulas de religião nas escolas e tudo isso. Até mesmo se candidatando a cargos eletivos declarando-se abertamente ateus. Pode ser que a extinção total das religões leve bem mais que mil anos (uns cinco mil, eu penso). Mas muitas religiões do passado foram extintas. Acho mais difícil extinguir o judaísmo, o islamismo e o hinduísmo que o cristianismo, pois este é mais difundido no ocidente, onde o progresso tecnológico e a visão científico-racionalista tem mais chance de esclarecer as mentes, por a sua maior difusão.

Confissão 2

Talvez vocês se perguntem porque insisto em tentar convencê-los da inexistência de Deus, como aliás o faço com todo mundo. Considero esta a missão a que me propuz, ao lado de espalhar o máximo de conhecimento científico, filosófico, histórico e, mesmo, religioso, sob uma ótica abrangente e antropológica, isto é, sobre a gênese, doutrina e estrutura de todas as religiões. Sou ateu porque é mais honesto, mais verdadeiro, mais coerente, mais responsável, mais racional, mais evidente, mais justo, mais simples, mais honrado, mais lúcido, mais inteligente, mais consciente, mais caridoso, mais comprometido com o prevalecimento do bem e a erradicação do mal, sem outorgar isto a nenhum hipotético preposto. De fato, considero que as pessoas que acreditam em Deus cometem um grande equívoco e desviam seu tempo, sua energia e seus recursos para algo inócuo, enquanto poderiam dispendê-los no trabalho de tornar o mundo melhor, mais justo, equitativo, honesto, fraterno, pacífico e feliz para todos Outra concepção que abraço e procuro divulgar é o anarquismo.

Confissão 3

A militância ateísta de Richard Dawkins, Daniel Dennett, Sam Harris, Michel Onfray e outros não me parece, da modo algum, agressiva e mesquinha. Pelo que já li desses autores (todos os livros do Dawkins, “Quebrando o Encanto” do Dennett, “Tratado de Ateololgia”, do Onfray e “Carta a uma nação Cristã” do Harris) eles são muito mais educados e têm muito mais consideração pelos crentes do que reciprocamente os crentes em relação aos ateus. Outros autores ateístas que já lí, como Bertrand Russell e Andrè Conte-Sponville, por exemplo, também são respeitosos em relação aos crentes. Certamente que mostram, sem meandros, como eles estão equivocados e condenam, mas mesmo assim com cortesia e elegância verbal, os aproveitadores da credulidade do povo. Esta é uma postura que precisa mesmo ser posta em prática, pois está mais do que cabalmente demonstrado como as crenças, e sua pior manifestação, as religiões organizadas, são nefastas à humanidade. É certo que muita coisa boa se fez em nome de crenças e religiões, mormente no quesito filantropia, mas nada que não pudesse ser feito sem o envolvimento das crenças e religiões. Veja-se, por exemplo, os “Médicos sem Fronteiras”. É preciso que políticos ateus, como o Fernando Henrique, assumam sua condição de peito aberto (não estou abonando e nem estigmatizando o Fernando Henrique em nada aqui, exceto nisto). Tenho orgulho em me proclamar ateu perante todo mundo, sempre que inquirido a respeito, e defendo com bons argumentos minha posição. Apesar disto sou um pessoa conceituada e respeitada em meu meio social por tudo que faço e por minha conduta pessoal e social, além de admirado em meu exercício profissional de professor e administrador escolar. Aproveito tudo isso em benefício da causa ateísta e vejo como missão de minha vida tornar o mundo melhor pelo esclarecimento do povo neste aspecto.

Confissão 4:

Sou ateísta (ateu) e procuro, de modo cortez e convincente, persuadir as pessoas da justeza de meu ponto de vista. Não considero que o agnosticismo seja a posição mais sensata e razoável. Justificarei.
Antes quero dizer que, a respeito da existência de Deus, há um espectro de posições que podem ser sumarizadas em cinco:
O crente convicto, que está certo de que Deus existe;
O que não tem certeza, mas acha que existe;
O que não sabe dizer se existe ou não (agnóstico);
O que acha que não existe, mas não garante (ateu cético);
O que está certo de que não existe (ateu dogmático).
Também preciso esclarecer que o Deus a que me refiro pode abranger conceitos variados, tendo em comum o fato de ser uma entidade com poder para agir sobre o Universo à revelia de suas leis naturais (um mágico, na acepção verdadeira), não precisando ser justo nem bom, nem único. Mas, além de onipotente, deve ser onisciente, autosuficiente (incausado) e eterno. Sem esses predicados não seria denominado “Deus”. Não precisa também ser uma “pessoa” (ou três).
Dito isto, declaro-me partidário da quarta opção (ateísmo cético). Isto significa que não posso provar que Deus não exista e nem que exista, mas considero que os indícios de sua não existência são mais fortes que os porventura favoráveis a ela.
De pronto quero descartar a fé como critério de veritação da existência de Deus, pois nenhuma crença em coisa alguma garante a sua existência. Além do mais, existem pessoas sinceras em sua fé em entidades divinas de variáveis características, conflitantes entre sí. Se a fé garantisse a verdade de suas assertivas, haveriam verdades contradizentes, o que é uma impossibilidade. Como a existência de Deus não é uma evidência sensorial, só pode ser verificada por alguma comprovação racional ou empírica, com base em corolários de sua existência, passíveis de verificação. Além disto, a ausência de evidência de existência coloca o ônus da prova na comprovação da existência e não da inexistência, admitida, pois, por “default”.
O ateísmo cético não se configura, de forma alguma, em uma religião, e sim, em ausencia de qualquer religião, conforme o que normalmente se entende por religião, isto é, um complexo envolvendo uma crença, um corpo doutrinário, uma assembléia de seguidores, uma organização administrativa e hierárquica, um conjunto de edificações para sediar suas atividades, um ritual de procedimentos laudatórios e propiciatórios e mais outros aspectos de menor importância. Nem o ateísmo dogmatico e, certamente, o agnosticismo, são religiões, mesmo que se constate alguma atividade de proselitismo por parte de seus seguidores.
Concordo em que não se pode zombar da sinceridade da fé de quem a possua e nem afirmar que tal fato seja sinal de ignorância ou burrice. Jamais me posicionei desta forma. No máximo posso dizer que seja por falta de esclarecimento, o que procuro levar, como o faço agora, na tentativa de convencer da impropriedade da fé e da insustentabilidade das propaladas provas da existência de Deus.
Antes de cogitar da implausibilidade de sua existência, vejamos estas:
O argumento ontológico de Anselmo de Cantuária garante Deus por ser este um conceito necessário, uma vez que seria o de um ser perfeitíssimo, cuja inexistência seria uma imperfeição. Primeiro que perfeição não é uma característica essencial do conceito de Deus, segundo que a existência não é atributo de ser nenhum, mas sim um estado de ocorrência, pelo qual o ente conceituado se dá, de fato, na realidade. Logo, o argumento é falacioso.
O argumento cosmológico do motor primo afirma que, como todo evento tem uma causa e o encadeamento de causas no Universo não pode ser infinito, por ser este contingente, há que haver uma causa primeira, extrínseca ao Universo, identificada com Deus.
A premissa maior, de que todo evento tenha uma causa, é falsa (ou pelo menos não garantida), uma vez que provém de um raciocínio indutivo, com base na constatação deste fato em eventos que se dão na escala de dimensões e tempos acessíveis diretamente à observação humana. Ora, toda conclusão induzida não é garantida e pode ser derrubada por um único contra-exemplo. Existem miríades de eventos que não são efeitos de causa alguma no domínio microscópico, como o decaimento radioativo e a emissão de fótons por átomos excitados (a excitação é condição e não causa). Logo, não sendo verdadeira a premissa maior, não é verdadeira a conclusão. A premissa menor também não é verdadeira, pois o fato de ser contingente (poder não existir), não impede o Universo de ser eterno para o passado, contrariando o argumento Kalam, que diz que isto seria impossível, pois não teria havido tempo para se vir do início da eternidade até hoje, e hoje está aquí. Ora, um tempo infinito para o passado não significa um início infinitamente afastado e sim a ausência de um início.

Confissão 5

Mesmo respeitando as convicções alheias e jamais fazendo uso de sarcasmo, ironia ou deboche para com pessoas sinceras em sua crença, considero extremamente saudável que se procure esclarecer a impropriedade de muito do que se aceita como verdade, com base em crenças não justificadas, fundamentadas nas denominadas “escrituras sagradas” das diversas religiões. Estabelecer um debate de alto nível, calcado em argumentações comprovadas e evidências incontestes é a atitude mais respeitosa e caridosa que se pode ter para com o próximo, não carcterizando, absolutamente, nenhuma intolerância, desde que se disponha, também, a rever sua própria posição, caso convencido. Assim tenho eu agido em minha carreira docente de 40 anos em que já ministrei mais de 20 mil aulas de Física e Matemática para o Ensino Médio e o Superior, nas quais sempre abordo as implicações filosóficas e existenciais do conhecimento e procuro despertar o deslubramento pela maravilha da natureza e da vida, dissociada de qualquer ligação com alguma pretensa entidade supranatural, criadora e provedora do mundo.
Da mesma forma que os missionários religiosos sentem-se no direito de evangelizar os incréus e cooptá-los para seus rebanhos (direito, certamente, que lhes é inteiramente devido), os ateus podem e devem procurar convencer os crédulos da total impropriedade de suas crenças. Cada um que sopese os argumentos pró e contra e decida o caminho a seguir. Como disse, uma discussão serena e embasada é a melhor forma de dirimir qualquer questionamento, sobre o que quer que seja.
O importante é que se promova uma cruzada de educação científica, em que se exponha, principalmente as crianças e jovens estudantes, ao contato com as revelações da ciência sobre a natureza da realidade, a origem, estrutura e evolução do Universo e da vida. Que também se apresentem as concepções religiosas alternativas à visão bíblica, como as dos vedas, do zend-avesta e todas as demais. Que se cultive o pensamento filosófico crítico e um saudável ceticismo, como método seguro de abordagem da verdade, abstendo-se de todo e qualquer dogmatismo, inclusive ateísta.
Tenho feito isto em palestras em vários colégios, além de debates sobre a origem do Universo e a Teoria da Evolução, confrontando a visão científica com a criacionista. Além do que continuamente escrevo em meus blogs e discuto em fóruns, como no orkut.
Outra coisa por que luto (ingloriamente) é pelo ensino de Física Moderna no nível médio (relatividade, quântica, cosmologia).
Considero isto uma verdadeira missão de vida, recompensada pela quantidade de estudantes por mim orientados e estimulados a seguir carreira científica, especialmente como físicos (notadamente cosmologistas), mas também como biólogos (a química eu já acho por demais tecnológica para levantar esses questionamentos).

Confissão 6

Considero que os ateus têm o mesmo direito que os missionários de qualquer crença de fazer seu proselitismo. Há pregadores evangélicos e islâmicos muito mais incisivos que o Vides em condenar (algo que o Vides não faz) qualquer pensamento discordante do seu, inclusive em rádios e televisões, ininterruptamente transmitindo suas mensagens a todo mundo, sem que sejam por isto incomodados. Como eu, que já fui católico sincero e fiel, ele e muitos outros ateus assim se tornaram justamente por estudarem a fundo as bases de suas próprias crenças. Poucos crentes mantêm-se sinceros em sua crença após tal tipo de reflexão. Alguns, especialmente os que levam vantagem com a crença, como padres, bispos, pastores, gurus, médiuns, aiatolás etc, continuam a externar sua crença e até elaboram argumentos em sua defesa, para não perderem adeptos. Claro que há os que permanecem convictos sinceramente naquilo em que crêem. Estes eu respeito, mas não os primeiros. Todavia estou inteiramente convencido de que incorrem em um grande engano, assim como todos que possuem fé em alguma realidade supranatural, de modo que considero como a missão da minha vida levar a esses a luz da razão e do conhecimento, bem como o valor do ceticismo, juntamente com a disposição para dedicar a vida ao prevalecimento do bem e à erradicação do mal.
O grupo da Gnose de Princeton e a New Age, bem como Amit Goswami, Fritjof Capra, David Bohm, Eugene Wigner, Deepak Chopra, Carl Jung, Rhonda Byrne, Elaine Pagels e mesmo Einstein, Penrose, Schopenhauer e Spinoza, em suas considerações panteístas sobre a existência de uma consciência cósmica, que se manifestaria diretamente a cada mente por gnose, que promoveria uma coordenação inteligente da evolução tanto cósmica quanto biológica e que possibilitaria o entendimento das perplexidades interpretativas da Mecânica Quântica, na verdade fazem uma proposta gratuita, com base em convicções pessoais não verificadas e nem verificáveis, mais ou menos como a cosmovisão espírita de Allan Kardec. Modernas pesquisas neurológicas indicam que o cérebro possui uma propensão para a crença, como artifício capaz de propiciar uma vantagem seletiva ao longo da evolução. Isto não significa, em absoluto, que o objeto das crenças seja realidade. O atual estágio cultural da humanidade não mais requer tal comportamento para a garantia da sobrevivência. É certo que crentes estatisticamente são mais felizes e longevos. Isto pode ser atribuído à sua maior integração na comunidade, em contraste com a rejeição que se tem aos céticos, ateus, homossexuais e minorias em geral. Todavia, mesmo esta vantagem não justifica viver iludido. É preciso que a sociedade encare essas minorias como pessoas de bem, pois, inclusive, a proporção de malfeitores entre eles é menor do que na média da população.
O fato de não se ter, por enquanto, uma explicação evolutiva cabal e pormenorizada para as complexidades biológicas que você citou, e mesmo para outras ocorrências nem tão complexas, não significa, absolutamente, que esta explicação seja dada pela interveniência de uma inteligência supranatural planejadora e executora da evolução. A aceitação do acaso para dar conta de tais fatos não precisa ser comprovada, pois é a hipótese nula, isto é, a que se considera como verdadeira, a não ser que se prove que não seja, mostrando-se outra que o seja. É preciso entender que o acaso é capaz de qualquer coisa. Outro aspecto que tem que ser entendido em probabilidade é que, se um evento tiver uma probabilidade tal que se possa dizer que apenas após um certo número de ocorrências ele se dará, isto não significa que, ao fim dessas ocorrências ele de fato se dará, nem que não se dará antes que elas sejam atingidas. Isto é a essência dos eventos aleatórios, de que cuida a teoria das probabilidades. Se você jogar na Mega-Sena, terá uma probabilidade baixíssima de ganhar, mas poderá ganhar, e há quem ganhe, senão ninguém jogava. Da mesma forma, o fato do Universo ter atingido a forma como se apresenta por acaso, dentre as imensas possibilidades de sua evolução (muitíssimo maiores do que a de acertar na Mega-Sena), não significa que seja impossível que tenha ocorrido, por acaso. Como poderia não ter ocorrido, ou mesmo nem ter surgido Universo algum. Se surgiu e se é como é, é porque esta foi a sequência de coincidências que se deu, e não outra. Do mesmo modo que quem ganhou na Mega-Sena não o fez porque o sorteio foi planejado para que ele ganhasse, mas calhou de ser ele, e não outro. Acho isto tão claro, que não entendo porque muita gente, ao contemplar tudo como é, conclui que teria sido necessário um plano e um executor para que ocorresse. Por que? Inclusive, se assim o fora, tal projetista seria bem incompetente, pois o Universo é lotado de defeitos e horrores.
Não nego que as religiões trouxeram contribuições positivas para a humanidade em vários aspectos, como no espírito de solidariedade (bom-samaritanismo), não só cristão mas muçulmano, budista, hinduísta, judaico, espírita, xintoísta etc. Outra coisa é o estabelecimento de um padrão de ética (os dez mandamentos). No entanto, tudo de bom que se pode imputar às religiões, não depende de suas doutrinas éticas, metafísicas e cosmológicas e poderia igualmente ser feito sem que elas existissem. O que não se pode fazer sem elas (ou, pelo menos, sem suas crenças) é colocar na mente a esperança na existência de uma vida eterna, na qual o prêmio ou o castigo pela conduta seria concedido e nem a esperança no socorro mágico de uma entidade onipotente, para a solução das vicissitudes que a vida apresenta.
É preciso que se entenda, contudo, que a esperança, assim como a fé, não são virtudes, como a caridade. Pelo contrário, são vícios. Ter fé é crer que certas proposições sejam verdadeiras sem nada que suporte tal crença, sequer indícios altamente plausíveis. Nada poderia ser mais desproposital. Crença é algo que se pode ter e, até, não há como se evitar de ter. Mas que se creia em algo que apresente, mesmo sem garantia, fortes indícios de veracidade. Tal é o caso da crença na realidade objetiva do mundo, independente de uma mente perceptiva.
E esperança é a convicção de que, de alguma forma, por um passe de mágica, sem que se tome a iniciativa de envidar esforços para tal, os problemas serão solucionados. Tão incoerente quanto a fé. Confiar, sem garantia, de que esforços envidados sejam capazes de solucionar problemas é até uma atitude salutar, no sentido de levantar os ânimos para redobrar os esforços. Mas esperança é outra coisa. É uma atitude passiva de uma pessoa pusilânime. Não tenho fé e nem esperança em coisa alguma. Mas creio e confio em que, por iniciativa de cada um e da sociedade em conjunto, seja possível transformar este mundo em um lugar aprazível, justo, pacífico, harmônico e feliz.

Confissão 7

Sou declaradamente ateu e procuro, por todos os meios, convencer as pessoas a se tornarem ateístas também, inclusive em minha atividade docente. É claro que respeito as outras convicções, desde que sinceras e acompanhadas do exemplo da própria vida. Mas desprezo a religiosidade de conveniência e faço questão de declarar tal fato a quem assim vejo que procede. No entanto, talvez por minha postura extremamente ética (até mesmo em prejuízo pessoal) e minhas atividades comunitárias solidárias, tenho podido levantar a pecha de imoralidade que pesa sobre o ateísmo e mostrado que ser ateu pode ser, até mesmo, muito mais ético e solidário que ser religioso. Assim posso perceber que sou uma pessoa admirada por muitos religiosos que são meus amigos e me respeitam, como eu a eles (é claro que, se não fossem respeitáveis, não seriam meus amigos). Por isso não percebo ódio de ninguém em relação ao meu ateísmo, apenas desaprovação e, mesmo, piedade, por considerarem que estou apartado da graça divina.

Meus comentários

Tirando todo o discurso de auto-elogio dele, que percorre toda sua pregação (“ah, eu sou mais ético, eu faço mais, sou menos injusto, eles são ruins, eles são injustificados, etc.”), o que se vê são sete confissões, que, juntas, comprovam um crime. E um crime torpe ao extremo. O sujeito confesa que usou as aulas (para as quais recebia salário, para ensinar a matéria) como instrumento de proselitismo anti-religião. Ele inclusive declarou as escolas onde deu aula, as quais podem ser investigadas por pregação anti-religiosa.

Ora, se a pregação religiosa é condenável, por que a pregação anti-religiosa não é? O Ernesto confessou foi simplesmente um exemplo de aplicação da Estratégia Gramsciana. E as confissões estão lá, em seu website. Eu não inventei nada.

Considerar essa atitude, de doutrinação de crianças e jovens (indefesos) por um estranho, que nem é pai deles, já é por si só imoral e torpe. Quem está diante de um professor, que pode usar recursos de sedução para influenciar os incautos, está em situação de fragilidade. E Maomé, que era um sábio, já disse que a pior forma de covardia é testar o poder na fraqueza do outro. E é exatamente isso que Ernesto confessa ter feito.

É isso que defino um comportamento pior que o de prostituta. A prostituta recebe seus 300 ou 350 reais por um programa de hora e meia, mas cumpre aquilo que promete. Esse tipo de professor neo ateu recebe seu salário para DAR AULA e ENSINAR A MATÉRIA e usa para PREGAR SUA AGENDA. Com dinheiro de quem? Dos pais dos alunos, que acham que seus filhos estão lá aprendendo matéria…

Se isso não for objeto de investigação e punição não só dele como das ESCOLAS que permitiram essa atitude, então não há muitas esperanças para os cristãos nessa guerra intelectual.

Devemos enviar emails para lideranças religiosas exigindo PROVIDÊNCIAS JUDICIAIS contra isso aqui, e que investigações sejam abertas.

Obs.: Espero que Ernesto von Rückert não apague as evidências de seu site, mas por precaução eu fiz print screen de tudo também.

domingo, julho 11, 2010

Djavan - Oceano

Mais uma pérola que veio do outro lado do atlântico. Não sei se hoje em dia faz-se música com esta qualidade, quer seja em Portugal ou no Brasil.

sábado, julho 03, 2010

Wanderlei Silva e o seu lado espiritual

sexta-feira, junho 18, 2010

A Homofobia da Medicina: 10,5% dos gays brasileiros têm AIDS

A medicina continua a ser muito homofóbica.

10,5% dos gays brasileiros têm AIDS

BRASÍLIA - Estudo divulgado nesta quinta-feira pelo Ministério da Saúde mostrou que em dez das maiores cidades brasileiras a presença do vírus HIV é de 10,5% entre a população masculina homossexual com mais de 18 anos.

O número aponta que o risco de transmissão da Aids neste grupo é bem maior do que no restante da população - entre os homens brasileiros de todas as faixas etárias e orientações sexuais, com idade entre 15 e 49 anos, o índice de soropositivos é estimada em 0,8%.

Ainda de acordo com o levantamento, os gays fazem mais sexo casual, mas usam camisinha na mesma proporção que os heterossexuais, o que ajuda a explicar o maior risco de transmissão. (*)

(*) E os gays ainda têm a cara-de-pau de negarem que são, de fato, grupos de risco... E esses caras-de-pau ainda querem ter direito a doarem sangue em igualdade de condições aos héteros...
Não sou médico nem tenho conhecimentos nessa área, mas quando 10% de um grupo sexual está contaminado com uma DST tão letal como a SIDA, provavelmente impunha-se uma análise às causas disso, mas como neste caso se está a falar da intocável homossexualidade, os líderes não parecem muito preocupados.

Isto mostra que a ciência e a medicina não importam quando a ideologia contradiz ambas. Para muito boa gente, a ideologia toma preeminência sobre os dados da ciência.

É triste que toda a população tenha que aceitar como "normal" um comportamento sexual que, de acordo com os dados médicos, não é saudável.

segunda-feira, junho 14, 2010

"FIFA, Deus e as Vuvuzelas" - por Henrique Raposo

A FIFA parece ter as suas prioridades no sítio certo.

Há cerca de dois anos atrás o Chelsea foi vergonhosamente roubado pelo árbitro numa meia final contra o Barcelona, mas a FIFA nada fez. Certamente que o jogo era mais da competência da UEFA do que da FIFA, mas mesmo assim seria de esperar algo de relevante dada a magnitude do "furto". Quem viu o jogo sabe que o nível de erros do árbitro foi bem para além do aceitável se só o erro humano estivesse em operação.

A selecção francesa de futebol foi apurada para o mundial de uma forma monstruosa (leia-se: "fraudulenta") mas a FIFA pelos vistos não achou isso relevante.

Os jogadores de futebol brasileiros tem o bom hábito de orar a seguir a uma grande vitória internacional, a aí, sim, a FIFA já tem vontade de agir. O Henrique fala disso no seu artigo de hoje:

I. A patetice politicamente correcta sempre fez parte do património da FIFA. Mas agora a FIFA bateu os seus próprios records: a selecção brasileira foi intimada. Motivo? As celebrações religiosas dos jogadores brasileiros após a marcação de golos, etc (no i de hoje). A FIFA não quer religião dentro do campo.

II. Perante esta parvoíce, faço uma perguntas: a FIFA vai dar o mesmo aviso a selecções muçulmanas? E, já agora, a FIFA também vai proibir as danças dos jogadores africanos? Aquilo não são danças das crenças pagãs africanas? O sr. Blatter quer que todos os jogadores se comportem como suíços chatos e ateus?

III. Em vez de estar ocupada com a fé dos jogadores, a FIFA devia estar preocupada com a porcaria das vuvuzelas, aquelas gaitas que estragam o prazer de ver um jogo do mundial - mesmo quando o vemos pela TV. A FIFA devia proibir a entrada daquela porcaria nos estádios. Ah, mas esperem: a FIFA não pode fazer isso, porque os africanos diriam que essa proibição seria um desrespeito pelas tradições africanas e um exemplo do "imperialismo" branco. A FIFA é um bom representante do politicamente correcto europeu. Mudem a sede da FIFA para o Rio de Janeiro, sff.

sexta-feira, junho 04, 2010

Ateus da FIFA para Selecção do Brasil: Por Favor Não Nos Humilhem Outra Vez

O mundial ainda nem começou e a selecção brasileira já começa a espalhar o medo. Desta vez, porém, o medo que espalha não é só ao nível desportivo mas também ao nível ideológico.

Os ateus da FIFA estão "preocupados" com manifestações religiosas em torno de conquistas futebolisticas. Não podendo de forma racional acabar com a fé cristã, os ateus tentam doutra forma: usando o sistema legal para seu proveito.

Vêr também:

1. Brasileiros escandalizam o mundo (outra vez)

2. Ateu afirma: Orar é como matar galinhas em público!

Um conselho para os ateus: se não querem ver os cristãos a orar (depois do jogo), mudem de canal.

POLÊMICA: FIFA ESTUDA PUNIÇÃO PARA COMEMORAÇÃO RELIGIOSA






Johanesburgo, 03 jun (RV) - A Fifa enviou um comunicado a cada uma das 32 seleções que disputarão a Copa do Mundo, na África do Sul, pedindo aos jogadores moderação na expressão de sua fé durante as partidas. A ideia é fazer com que os jogadores deixem de comemorar seus gols e vitórias com mensagens religiosas.

Segundo a Fifa, o Brasil é o país que mais preocupa quando se trata de manter futebol e religião separados. O uso de camisetas com mensagens escritas, por baixo do uniforme, é proibido pela entidade. No entanto, os atletas aguardam o final do jogo para exibi-las e expressar sua fé.

A polêmica surgiu na conquista brasileira sobre a Alemanha, na Copa de 2002. Os jogadores do Brasil aproveitaram a ocasião, entre eles Kaká, para exibirem suas mensagens. O assunto voltou a ser discutido depois de um ano, após a conquista da Copa das Confederações, na África do Sul, quando os brasileiros repetiram as manifestações.

O secretário-geral da Fifa, Jérome Valcke, acredita que a solução é pedir o compromisso das seleções para evitar as mensagens religiosas. A assessoria de imprensa da Fifa disse que, ainda esta semana, cada seleção receberá a visita de um representante da entidade, para falar sobre assuntos relacionados à Copa e sobre o comportamento dos jogadores.

A Fifa não é contra a inclusão de religiosos na comitiva, mas proíbe a promoção de qualquer religião. As autoridades esportivas não querem transformar a Copa num evento político ou religioso. A entidade já estudou a aplicação de multas, mas teme que as punições possam suscitar polêmicas e possíveis acusações de cerceamento religioso. (AF)
Se Portugal não for campeão, Deus queira que o Brasil seja campeão e que o Káká não deixe de mostrar a sua mundialmente famosa T-Shirt que diz:

I Belong to JESUS

quinta-feira, abril 08, 2010

Julio Severo: Gaystapo quer intervenção estatal no BBB da TV Globo

Interessante como os que buscam a "tolerância" se estão a tornar intolerantes em relação à liberdade de expressão. Se és cristão, não te esqueças de mostrar a outros cristãos o que o lobby homossexual está a fazer no Brasil, porque se não for feito nada, o mesmo vai-se passar aqui em Portugal.

Copia os artigos do Júlio Severo, e propaga-os entre os teus conhecidos. Marca o blog do mesmo, [CTRL + D] e consulta-o quando puderes. Não perdes nada em estar informado (muito pelo contrário).

Mais um excelente artigo do Júlio Severo, vítima de cristofobia e Teofobia por parte dos grão-inquisidores do lobby homossexual.

Declaração “ofensiva” atrai patrulhamento da Procuradoria da República
Julio Severo
Finalmente, a Rede Globo de Televisão está sob a ameaça da Procuradoria da República. A ameaça veio por causa de um fato ocorrido no Big Brother Brasil (BBB10), no dia 9 de fevereiro.
Tente agora adivinhar qual foi esse fato:
1. Uma cena de nudez e sexo entre um homem e uma mulher.
2. Uma cena de beijo entre dois homens.
3. Uma cena onde um homossexual disse que apenas as pessoas normais contraem o vírus da AIDS.
4. Uma cena onde alguém xingou Jesus Cristo.
5. Uma cena onde um homem opinou que a AIDS é uma doença que afeta principalmente homossexuais.
Será que foi alguma cena de nudez e sexo que incomodou os censores do Estado? Se fosse, a Globo já teria sido punida há milênios, pois não é de hoje que sexo e nudez fazem parte de sua programação, vinte e quatro horas por dia.
Será então que foi uma cena de beijo gay? Apesar da oposição óbvia da maior parte do público a tal ato, os censores do Estado não estão nem aí.
Já sei! Um homossexual acusou a maioria da população de ser responsável pelo vírus da AIDS. Ops, errei de novo! Mesmo que uma multidão de militantes gays recite tal declaração dia e noite em todas as redes de rádio e televisão, a reação máxima dos censores estatais vai ser achar que os gays estão estressados por causa da “homofobia” da sociedade. Além disso, há sempre a defesa pronta do “direito de livre expressão”.
E xingar Jesus Cristo? Isso incomoda os censores estatais? Sem dúvida, eles conseguirão exprimir algum tipo de bocejo. Punição? Só se o Brasil inteiro fizer pressão sistemática durante muito, muito tempo. Mesmo assim, a punição máxima será uma melosa e inócua repreensão.
Contudo, quando o sagrado é profanado, os bocejos vão embora. E vai embora também a liberdade de expressão. E junto, toda indiferença e desatenção. A reação é imediata. Não, o “sagrado” no caso não é Jesus Cristo — pelo menos, não para os censores estatais. O “sagrado” é o homossexualismo!
Qualquer coisa que se disser, por mais leve que seja, que traga uma mínima negatividade à homossexualidade é violação imperdoável da sacralidade indiscutível do homossexualismo! Quem cometeu esse “sacrilégio” foi o lutador Marcelo Dourado, participante do BBB10. Apesar de todas as besteiras do programa, que não rendem atenção e patrulhamento da Procuradoria da República, bastou que Dourado dissesse que a responsabilidade da AIDS é dos homossexuais para que a Gaystapo estatal viesse correndo pronta para fuzilar.
Mas quem fuzilou mesmo foi o cantor gay britânico Boy George, que chamou Dourado de “lixo”, dizendo: “Estou cansado de ouvir coisas sobre esse lixo brasileiro. Se ele é homofóbico, ele que se dane. Eu não estou nem aí!”
Esse comentário de George não lhe custou nenhuma condenação, mas ai de Dourado se tivesse insinuado que um homossexual é lixo. Nada neste mundo poderia livrá-lo de um linchamento midiático. No mínimo, ele seria sumariamente expulso do BBB — entrando em seguida para o reality show da paranóia estatal anti-“homofobia”.
Está mais do que na hora de pessoas comuns como Dourado entenderem que poucos têm licença e impunidade de chamar os outros de lixo. Se quiserem essas regalias, que passem para o lado homossexual.
Mesmo não tendo chamado nenhum gay de lixo, nojento ou asqueroso, o que Dourado precisa fazer agora para reparar seu “horrível” pecado no BBB? Procurar urgentemente Luiz Mott ou outro xiita homossexual, lamber-lhe os pés e dizer que ama o homossexualismo. Se ele fizer suficientes declarações de amor, a fúria dos censores estatais poderá diminuir. Se ele se prostrar, com sinceridade, diante da “santíssima” sodomia, talvez haja esperança. Talvez haja perdão estatal.
Apesar das ameaças e patrulhamento, Dourado não precisa beijar os pés de ninguém. O direito de livre expressão não vale também para ele? Além disso, importantes ativistas gays já expuseram sobre a AIDS a mesma opinião expressa por ele.
Em declaração pública no dia 8 de fevereiro de 2008, Matt Foreman, diretor executivo da Força Tarefa Nacional Gay e Lésbica nos EUA, disse: “Gente, com 70 por cento dos portadores do HIV deste país sendo gays ou bissexuais, não podemos negar que o HIV é uma doença gay. Temos de aceitar isso e enfrentar a verdade”.
Em 2006, Lorri Jean, diretora-executiva do Centro Gay e Lésbico com sede em Los Angeles, EUA, de forma semelhante chocou o movimento homossexual ao declarar: “O HIV é uma doença gay. O HIV é nosso. Acabemos com ele”.
Entretanto, até mesmo descarados defensores do homossexualismo reconhecem que Dourado não cometeu nenhum pecado de “homofobia”. Um tal de Catupiry, ao discursar sobre o caso Dourado, inocentou-o, dizendo: “Que eu saiba, homofobia é dizer que homoafetividade é uma aberração, como faz a igreja. Homofobia é não admitir os direitos dos homossexuais de se casarem, de adotarem uma criança, etc. Homofobia é dizer que ser gay não é normal e acreditar que é uma doença que tem cura. Isso é homofobia.”
Dourado não disse que o homossexualismo é aberração, nem se mostrou contrário a “casamentos” gays, nem à adoção de inocentes crianças por gays. Ele também não disse que o homossexualismo é anormal nem que a homossexualidade é curável. Quem é que diz isso? Centenas de milhares de católicos e evangélicos praticantes do Brasil!
Os cristãos fiéis crêem, pregam e repetem o que Deus disse na Bíblia:
“Vocês não sabem que os perversos não herdarão o Reino de Deus? Não se deixem enganar: nem imorais, nem idólatras, nem adúlteros, nem homossexuais passivos ou ativos, nem ladrões, nem avarentos, nem alcoólatras, nem caluniadores, nem trapaceiros herdarão o Reino de Deus”. (1 Coríntios 6:9-10 NVI)
“Não se deite com um homem como quem se deita com uma mulher; é repugnante”. (Levítico 18:22 NVI)
“Quando também um homem se deitar com outro homem, como com mulher, ambos fizeram abominação; certamente morrerão; o seu sangue será sobre eles”. (Levítico 20:13 ACF)
Imagine se Dourado tivesse meramente repetido o que Deus disse na Bíblia? Por muito menos, ele foi condenado como “lixo” e está na mira da Procuradoria da República.
Na cartilha politicamente correta, se você repete o que está na Bíblia, você é automaticamente classificado como “demônio”. Mas se você for um bonzinho Maria-vai-com-as-outras e repetir mantras anti-“homofobia”, você é um “anjo” defendendo os “anjos” da sodomia.
Suspeito que o ressurgimento de métodos nazistas e soviéticos de perseguição de opinião, no caso de Dourado, é apenas uma amostra para católicos evangélicos, onde a voz ideológica da malícia e insinuação sussurra: “Ei, cristãos! O que estamos fazendo com Dourado é uma mensagem para vocês. Entenderam o recado ou precisam de mais exemplos?
No jogo sujo do patrulhamento pró-sodomia, Marcelo Dourado virou bode-expiatório, onde a insanidade estatal, aliada à insanidade do ativismo gay, aproveita toda e qualquer oportunidade para intimidar, amedrontar e silenciar a maioria cristã do Brasil.
Outras notícias:

quarta-feira, março 24, 2010

Zenóbio Fonseca em debate pró-homossexualismo da MTV

Pelos vistos a agenda ho

sexta-feira, janeiro 22, 2010

Júlio Severo e o ateísmo político (Socialismo)

Artigo original.

por Julio Severo
A moda entre os ateus desde Karl Marx é o socialismo. Em sua essência, o socialismo entroniza o Estado no centro de tudo, como se o Estado tivesse algum tipo de vocação ou permissão divina para substituir Deus e preencher todas as necessidades humanas: educação, saúde, moradia, emprego, etc. Querendo ou não, todo governo que promete tal provisão total é socialista.
A moda socialista impôs na mentalidade coletiva a estranha “normalidade” de se ver o governo como devendo tomar conta de todas as necessidades humanas, como se precisássemos de uma super-babá estatal “cuidando” de nós a vida inteira. Pergunte a uma simples faxineira ou a um poderoso empresário qual é o papel do Estado, e todos roboticamente ecoarão: dar educação, saúde, moradia, emprego, etc. A lavagem cerebral está praticamente completa agora. Tudo está pronto para a vinda do reino da Besta.
Essa lavagem cerebral, que é epidêmica hoje, alcançou e transformou de tal forma a mentalidade de muitos cristãos nominais que eles defendem com a maior naturalidade ideias que são basicamente esquerdistas. Eles não têm a mínima vergonha de defender um Estado no lugar de Deus, ainda que com outras palavras.
Eu, por minha vez, não sinto vergonha nenhuma de não pertencer a essa ideologia, e dou a seguir minhas razões por que não aceito um Estado no lugar de Deus.
1. Não sou socialista porque não sou idólatra. A Bíblia coloca Deus como supremo provedor. No passado, os pagãos colocavam nessa posição de fornecedor de provisão Baal e outros deuses. Hoje, os socialistas colocam o Estado como supremo provedor, dando-lhe um caráter e função totalmente fora dos propósitos de Deus. Aceitar esse papel do Estado imposto pelo socialismo é aceitar a idolatria e cair em grave pecado contra Deus.
2. Não sou socialista porque não sou burro. A Bíblia diz que “pelos seus frutos os conhecereis”. Qual foi o fruto do marxismo, criado pelo satanista Karl Marx? O socialismo e suas variações trouxeram ao mundo mais de 100 milhões de assassinatos. O socialismo é hoje comprovadamente a ideologia mais assassina que existe.
3. Não sou socialista porque amo a Jesus Cristo com todo o meu coração. Não há lugar na minha vida para o socialismo. Jesus caminhava curando e pregando o Reino de Deus, enquanto os pregadores do “evangelho” da Missão Integral e outros rótulos da Teologia da Libertação pregam, em roupagem cristã, o reino deste mundo — o governo no papel de Deus. O único tipo de cura que esses falsos mensageiros pregam é o sistema de saúde do Estado, financiado por impostos abusivos e criminosos que violam os mandamentos de Deus.
4. Não sou socialista porque não sou blasfemador. Eu não misturo a Bíblia com a ideologia de Karl Marx e seus sucessores. Eu não uso o Evangelho e o nome precioso de Jesus Cristo para promover o socialismo e um Estado socialista. Não posso servir a dois senhores, porque seria blasfêmia pregar que, diante do sangue derramado de Jesus Cristo que vem salvando tantas almas, uma ideologia que derramou tanto sangue inocente é a resposta para os pobres. Eu vim de um passado pobre, e Jesus foi minha resposta. Igualar minimamente o socialismo derramador de sangue com Jesus que derramou seu próprio sangue por mim seria blasfêmia.
5. Não sou socialista porque não sou inocente útil e cego. A Bíblia deixa claro que nos últimos dias se levantará um arrogante e forte Estado idolátrico, que exigirá adoração para si. Esse dia chegou. Estamos no tempo final profetizado pela Palavra de Deus. O Estado hoje já em quase nada se parece com o que deveria ser um Estado de acordo com Romanos 13. O Estado moderno é um falso deus, com seus sacerdotes homossexuais (como as religiões pagãs no passado) e abortista, sedento de sangue de inocentes (como as religiões pagãs no passado).
6. Não sou socialista porque não aceito que o próprio Estado tenha se tornado uma religião, exigindo adoração para si acima de todas as religiões, mandamentos, preceitos, etc. O Estado hoje está cada vez mais refletindo a imagem da Besta, se impondo acima das religiões, igualando Jesus Cristo, o soberano Rei do Universo, com todos os falsos deuses, inclusive da bruxaria, e impondo obediência dos cidadãos a seus mandamentos pró-aborto e pró-homossexualismo. O Estado-Besta hoje é uma religião que não aceitará nada menos do que adoração e submissão.
7. Não sou socialista porque não sou cínico. Querendo ou não, confessando ou não, o cristão que trabalha pelo socialismo está promovendo uma glória estranha, ainda que desavergonhadamente diga que é tudo para a glória de Deus. Jesus não precisa do socialismo para glorificar o seu nome. Jesus não precisa de um Estado assistencialista e provedor de tudo para realizar os objetivos do Reino de Deus.
8. Não sou socialista porque sou cidadão do Reino de Deus. Nesses últimos dias, em que os Estados individuais estão se fundindo e se transformando no superEstado — ou Estado-Besta — previsto no Apocalipse, sinto alegria de fazer parte do exército de resistência profética, que junto com o Cordeiro vencerá (cf. Apocalipse 17:14). O Governo de Deus virá e destruirá o governo mundial da Besta construído durante muito tempo pelos simpatizantes do socialismo e outras aberrações.
9. Não sou socialista porque prego outro sistema de governo. O Rei Jesus Cristo tem seu próprio sistema de governo. Esse sistema de governo se chama Reino de Deus. Enquanto os socialistas ateus, católicos, evangélicos e bruxos pregam o reino de Karl Marx e seus sucessores, eu e muitos outros pregamos o Reino de Deus.
10. Não sou socialista porque não quero ajudar a construir o governo mundial da Besta. Enquanto uma multidão inumerável de socialistas ateus, católicos, evangélicos e bruxos está construindo o reino mundial da Besta mediante o socialismo, eu e muitos outros estamos avançando o Reino de Deus, que destruirá o reino da Besta.
11. Não sou socialista porque não sou cúmplice de ladrão e mentiroso. O Estado socialista, que usurpa o lugar de Deus prometendo preencher todas as necessidades humanas (saúde, educação, moradia, emprego, etc.), tem de cobrar impostos abusivos e criminosos da população. E mesmo depois de roubar sem parar, não cumpre suas promessas. Seja como for, o Estado não tem permissão de Deus para roubar, seja qual for a desculpa para o roubo.
12. Não sou socialista porque creio, conforme Romanos 13, que o papel do Estado é somente castigar os criminosos, inclusive com a pena de morte quando necessário, e elogiar os bons. Qualquer governo que ultrapasse e perverta os limites de Romanos 13 é demoníaco e merece ser denunciado e rechaçado. Qualquer cristão que pregue um governo que ultrapassa esses limites é um falso mensageiro e merece ser profeticamente denunciado.
13. Não sou socialista porque creio nas revelações da Palavra de Deus. O livro do Apocalipse alerta de forma bem clara sobre os perigos da Besta, que será um Estado abrangente e dominador. O Estado-Besta quer sobre si e seus mandamentos a atenção máxima de todos. O Estado-Besta que promete cuidar de todas as necessidades de todos obriga todos os cidadãos a ficar sob sua total cobertura “assistencialista”. O Estado-Besta que exige estar no lugar de Deus reflete na verdade sua alma de Baal, com sacrifícios de bebês (aborto) e sagrados e intocáveis sacerdotes do homossexualismo.
14. Não sou socialista porque tenho olhos para ver e ouvidos para ouvir o que a Palavra de Deus mostra e diz. Quem tem olhos para ver e ouvidos para ouvir, preste atenção no que Deus mostra e diz sobre a Besta, o terrível Estado nestes últimos dias, que enganará a todos. Prometendo dar educação, saúde, moradia, emprego, etc., quem é que não consegue enganar a população? Ano após ano, os políticos mais corruptos fazem essas promessas, e ano após ano a população os elege… O Estado-Besta já sabe o que fazer para capturar o coração do povo.
15. Não sou socialista porque não existe nenhuma ideologia que esteja lutando tanto para que “venha o reino da Besta” quanto o socialismo. Certamente, há outras ideologias colaborando, mas de longe o socialismo é o mestre de cerimônias desse macabro e apocalíptico show da Besta.
16. Não sou socialista porque sou filho de Deus, não fruto de ideologias que impregnam o imbecil coletivo das universidades e escolas. As escolas hoje, possessas da ideologia socialista, deformam os cidadãos, formando a mentalidade socialista em crianças que serão deputados, pastores, padres, médicos — todos num molde só, num só pensamento de que é o governo que deve preencher todas as necessidades de todos. Quebrei o molde. Sou de Jesus!
17. Não sou socialista porque não sou manipulado. A maioria dos pastores da Alemanha nazista usava Romanos 13 para ensinar os evangélicos alemães a se submeterem ao governo nazista. Assim fazem hoje os pastores esquerdistas com os governos socialistas. Assim farão os pastores com o Estado-Besta. Embora esses pastores “revolucionários” usem fielmente Romanos 13 para pregar “submissão e respeito” diante de governos “provedores”, por mais assassinos que sejam, eles não hesitam inflamar seus rebanhos evangélicos com atitudes de rebelião contra todo e qualquer governo que se desvia do ideal socialista.
18. Não sou socialista porque sou seguidor de Jesus Cristo. Eu o amo e ouço sua voz. Jesus é suficiente para mim. Jesus e seu sistema de governo — o Reino de Deus — são suficientes para mim.
Essas são apenas algumas das razões por que rejeito o socialismo e toda ideologia que coloca o Estado no pedestal e no centro da vida dos seres humanos.

Tempo de resistência profética

No entanto, a lavagem cerebral no consciente e subconsciente das massas tem sido um processo tão profundo, gradual e sistemático que mesmo meus argumentos, que podem parecer muitos, são poucos. Eles são como uma pedrinha diante da esmagadora presença do Golias da doutrinação esquerdista predominante em toda a sociedade. Eles são insuficientes para reverter a avassaladora hipnotização ideológica imposta na mentalidade da maioria.
Mesmo assim, continuarei pregando o Reino de Deus e sua justiça.
Mesmo assim, continuarei servindo ao Rei Jesus Cristo no contexto em que estamos — no contexto profético do Apocalipse. É nesse contexto que devemos ver o Estado e no que ele se transformou e no que ele está se transformando.
Enquanto a ordem de Deus em Romanos 13 é respeito e submissão a um Estado que respeita e se submete aos limites e vocação que Deus lhe impôs, a orientação para os seguidores de Jesus no Apocalipse não é nem respeito nem submissão ao Estado-Besta. O Estado mudou, e mudou também a direção de Deus para o comportamento dos cidadãos do Reino de Deus na sociedade moderna. A ordem no Apocalipse é resistência — resistir, até que o Reino de Deus venha.
Com muita alegria então digo, oro e profetizo:

Venha, Reino de Deus!

E certamente o Reino de Deus virá e destruirá todos os sistemas e ideologias que se opõem a Deus e seu governo indestrutível ou se colocam no lugar de Deus.
Amém.

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Share

Twitter Delicious Facebook Digg Stumbleupon Favorites More