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quinta-feira, abril 19, 2012

Origem do universo: naturalismo impede cientistas de inferir o óbvio

Para além de confirmar o antigo provérbio que fala de cientistas a batalharem para atingir o topo do conhecimento só para descobrirem teólogos e filósofos já lá presentes, a última tentativa naturalista para explicar a origem do universo sem Deus revela o crescente desespero dos cientificamente anti-teístas.
É, talvez, o mistério por excelência. Teoricamente os cientistas podem registar todas as galáxias até a uma colisão durante o big bang. . . . . Mas a questão em torno do porquê o big bang ter ocorrido ou o porquê da existência de partículas quânticas presumia-se estar confortavelmente fora dos limites da ciência e dentro dos domínios da filosofia e da religião.

Agora, nem mesmo essa pressuposição está a salvo, como ficou demonstrado no novo livro do cosmólogo Lawrence M. Krauss.

Nele, ele junta-se a um coro de físicos e cosmólogos que têm avançado para terra sagrada, proclamando durante os últimos anos, e de forma incrementalmente audível, que a ciência pode explicar como é que algo - nomeadamente, o nosso cosmos - pode surgir do nada.

Se não foi do nada, então foi de algo muito próximo do nada. Deus, alegam eles, não faz parte da equação..

Krauss delineia três tipos de nada.
  • 1) Primeiro é o espaço vazio.

No entanto nós hoje sabemos que o espaço vazio está cheio de energia, vibrando com campos electromagnéticos e partículas virtuais dançando ao som de energia emprestada.

  • 2) Segundo, o nada sem espaço ou tempo.

Seguindo a lógica quântica, os teoristas propuseram que universos inteiros poderiam emergir deste nada, tal como bolhas de sabão a surgir da água.

Existe um nada mais profundo onde nem as leis da física se fazem presentes. Como surgiram tais leis? Será que elas surgiram com o universo ou de acordo com ele?

Aqui o Dr. Krauss, na minha opinião, tristemente, recorre ao novo e mais controverso brinquedo da caixa de ferramentas dos cosmologistas: o multiverso, uma quase infinita assembléia de universos, cada um com as suas aleatoriamente determinadas regras, partículas e forças , que representam soluções para as equações básicas da teoria das cordas - a alegada teoria do tudo, ou talvez, como dizem alguns, a teoria do qualquer coisa.

Existe, obviamente, um 4º tipo de nada. Este último nada é a soma total da validade científica contida na tentativa desesperada de Krauss de usar de modo fraudulento a aparência de ciência para evitar a conclusão óbvia, fundamentada pela lógica filosófica.

Por outras palavras, todo o palavreado de Krauss tem apenas um propósito: evitar Deus a todo o custo. Mas isto é o naturalismo filosófico a sobrepor-se aos dados da ciência visto que estes últimos claramente demonstram que o universo foi criado.

As "explicações" de Krauss nem chegam a ser ficção científica; são pura fantasia.

Se qualquer um de nós propuser que unicórnios adultos podem surgir ex nihilo por si só, tal como bolhas provenientes de água quente, as pessoas correctamente rejeitariam as nossas alegações e provavelmente seríamos qualificados insanos.

Mas substituam "unicórnio" por "universo" e o que dizemos passa a ser "ciência".

"Eu fiz a terra, o homem e os animais que estão sobre a face da terra, pelo Meu grande Poder e com o Meu Braço estendido, e a dou àquele que Me agrada em Meus Olhos."
Jeremias 27:5


domingo, dezembro 25, 2011

Galáxias distantes demasiado maduras para o big bang

"Todas as coisas foram feitas por Ele
e, sem Ele, nada do que foi feito se fez."
João 1:3

Uma explosão da raios gama atravessou duas galáxias distantes durante o seu caminho até à Terra, iluminando-as de trás para a frente e acrescentando novos dados em torno dos modelos que visam explicar a origem e estrutura do universo.

Imagens do evento espantaram alguns astrónomos evolucionistas uma vez que a composição química destas galáxias aparentemente novas é demasiado madura para se encaixar na teoria do big bang.

Sandra Savaglio, autora principal do estudo, afirma:

Estas galáxias possuem mais elementos pesados do que alguma vez haviam sido observados numa fase tão recente da evolução do universo.

Não estávamos à espera que o universo fosse tão maduro, tão evoluído quimicamente, tão cedo.

Uma das crenças cardinais da doutrina do big bang é que certas estrelas processam elementos leves para elementos pesados. O big bang supostamente produziu apenas os elementos mais leves, hidrogénio e hélio.

Os astrónomos evolucionistas especulam que após "milhões de anos", nuvens de hidrogénio condensaram e tornaram-se em estrelas. Passados mais alguns milhões de anos, estas estrelas ficaram suficientemente maduras para gerar os elementos mais pesados - aquilo que os astrónomos chamam de "metais".

Mas não só as estrelas nunca poderiam ser formadas desta forma, como os novos dados contradizem a doutrina do big bang.

Ao contrário da esperada imaturidade e leveza dos elementos galácticos das galáxias mais distantes, segundo os autores, "a imagem emergente é a da propagação generalizada de metalicidade". Os pesquisadores analisaram as linhas espectrais da explosão da raios gama e as mesmas mostraram que as galáxias por onde os raios haviam viajado continham mais metais que o sol.

As galáxias distantes aparentam ser tão maduras como as galáxias próximas da Terra. É quase como se não houvesse qualquer tipo de distinção temporal entre a formação das galáxias. Por exemplo, galáxias espirais bastante distantes - onde as estrelas estão organizadas em longos braços espirais - aparentam ter atravessado o mesmo tempo de enrolamento espiral como as mais próximas.

Isto é consistente com a posição que defende que o tempo astronómico decorre, ou decorria, a taxas distintas do tempo terrestre (Humphreys, R. How do spiral galaxies and supernova remnants fit in with Dr. Humphreys' cosmological model? Creation Ministries International. Posted on creation.com, accessed November 17, 2011.) .

Paralelamente, isto está de acordo com a ideia da luz das estrelas não demorar tempo algum a chegar à Terra (Lisle, J. 2010. Anisotropic Synchrony Convention—A Solution to the Distant Starlight Problem. Answers Research Journal. 3: 191-207.)

Os astrónomos frequentemente encontram galáxias com aparência "madura" a grandes distâncias da Terra. Estas galáxias contradizem o big bang no que toca a forma como a natureza as poderia ter construído, tal como quando ela as poderia ter construído.

Fonte

. . . . .

Porque é que estas galáxias aparentem ser tão maduras? O mitológico big bang nunca poderia ter construído estrelas e galáxias, mas sim material igualmente difuso (Coppedge, D. 2007. Inflating the Evidence. Acts & Facts.).

Dado isto, a própria existência de estrelas e galáxias requer uma Causa que vai para além da capacidade das forças da natureza tal como nós as conhecemos hoje. Isto está em perfeito acordo com o que Génesis 1 revela à Humanidade:

NO princípio, criou Deus os céus e a terra.

E a terra era sem forma e vazia; e havia trevas sobre a face do abismo; e o Espírito de Deus se movia sobre a face das águas.

As evidências científicas estão em perfeita harmonia com Génesis 1, contrariamente ao que muitos "cristãos" laodiceanos defendem. Não há motivos científicos para se imaginar que a linha temporal revelada em Génesis e Êxodo 20:11 está errada. As pessoas que assim defendem, fazem-no à revelia do que Deus e a ciência demonstram.

Mas para esses Deus tem um versículo específico:

Se vos falei de coisas terrestres, e não crestes, como crereis se vos falar das celestiais?

João 3:12

Se tu não acreditas no que Deus diz em relação à origem do universo, porque é que acreditas no que Deus diz em relação ao final do universo?

Se não acreditas no que Deus te diz sobre a forma como o universo e a vida surgiram, porque é que acreditas no que Deus te diz sobre o fim do universo e o fim da vida ("Mas nós, segundo a sua promessa, aguardamos novos céus e nova terra, em que habita a justiça." - 2 Pedro 3:13) ?

Resumindo, se não acreditas em Génesis, porque é que acreditas no resto da Bíblia? Quem revelou João, Mateus, Lucas e Romanos, também inspirou Êxodo 20:11 e Génesis 1. Se queres ser consistente, tens que subscrever tudo o rejeitar tudo.

Se achas que estás suficientemente qualificado para determinar onde é que Deus estava certo e onde é que Ele estava errado, se calhar tu sabes mais que Ele.


segunda-feira, outubro 03, 2011

Evolucionistas distorcem a Física para acomodar o big bang

Os astrónomos descobriram uma misteriosa estrela que é composta quase na totalidade por hidrogénio e gás hélio. De acordo com as teorias naturalistas em torno da formação de estrelas, esta estrela não deveria existir uma vez que faltam-lhe quantidades maciças de elementos mais pesados como o oxigénio, o carbono e o ferro (bem como o lítio). No entanto, de acordo com a Palavra do Criador, a existência de tal estrela não constitui problema algum.

No seu estudo publicado na Nature, pesquisadores determinaram a composição da estrela - baptizada de SDSS J102915+ 172927 - ao analisarem a luz que ela emitia. A autora principal Elisabetta Caffau afirmou o seguinte:

Uma teoria bastante aceite [big bang] prevê que estrelas como esta, com pouca massa e quantidades extremamente baixas de metais, não deveria existir uma vez que as nuvens do material a partir do qual elas se formaram nunca poderia condensar.
(The Star That Should Not Exist. European Southern Observatory press release, August 31, 2011. )
Mas a Física claramente mostra que as estrelas não se podem forma a partir de nuvens sem que ocorra um evento miraculoso e fortuito (Thomas, B. Does a Distant Galaxy Show Star Formation? ICR News. Posted on icr.org March 29, 2010).

De modo a que uma nuvem de gás quente condense e se torne numa estrela, o calor tem que escapar de alguma forma. Quanto mais densas as partículas de gás se tornam, mais quentes elas ficam, repelindo-se, desde logo, umas as outras de uma forma tão forte que elas nunca haveriam de condensar e formar uma estrela.

Numa reportagem recente, os pesquisadores teorizaram que "as linhas estruturas afinadas do carbono ionizado e do oxigénio neutral" poderiam dissipar quantidades suficientes do calor da nuvem de modo a que ela condense - e uma estrela seja formada - se a nuvem fosse comprimida por uma explosão estelar próxima (Caffau, E. et al. 2011. An extremely primitive star in the Galactic halo. Nature. 477 (7362): 67-69).

Mas esta "estrela anormal" não possui nem de perto nem de longe carbono ou oxigénio suficientes indicando que ela nunca poderia ser formada deste modo. Proporcionalmente, ela tem 20,000 vezes menos metais que o Sol (The Star That Should Not Exist. European Southern Observatory press release, August 31, 2011).

Surpreendentemente, a estrela também não possui lítio detectável, que se julga ser o terceiro elemento mais abundante presente na nuvem a partir da qual esta estrela alegadamente se formou.

Como forma de salvar as teorias naturalistas em torno da formação das estrelas, os autores do estudo tiveram que especular e dizer que, a dada altura, a estrela era extraordinariamente quente de modo a ter conseguido queimar todo o lítio. No entanto, os mesmos pesquisadores afirmam que os motivos físicos "para esta fusão não são inteiramente entendidos" (Caffau, E. et al. 2011. An extremely primitive star in the Galactic halo. Nature. 477 (7362): 67-69)

Uma vez que os atributos desta estrela estão em contradição óbvia com os modelos naturalistas da Física convencional, o estudo entreteve-se com a ideia duma nova "Física" que descreve "uma nucleossíntese [formação de elementos pesados] do Big bang diferente". Ou seja, como a ciência actual não está de acordo com o "modelo evolutivo" aplicado à formação das estrelas, os naturalistas distorcem a ciência em vez de aceitarem que a sua interpretação dos dados está errada.

Mas porquê distorcer a Física para acomodar a cosmologia big bang quando a origem da estrela em questão é facilmente explicável com a metafísica? Quando todas as opções dentro do âmbito da Física falham em explicar a origem dum fenómeno, então as opções fora da Física devem ser consideradas e testadas à luz das evidências.

No que toca à origem das estrelas no geral - esta em particular - a Palavra Daquele que existe fora do espaço físico declara que "[Deus] fez também as estrelas" (Génesis 1:16). Confirma-se, portanto, que as estrelas "declaram as Glória de Deus" (Salmo 19:1) ao perturbarem todas as tentativas evolucionistas de substituir Deus pelo naturalismo.


domingo, setembro 18, 2011

Agrupamento cosmológico embaraça modelo evolucionista


No dia 10 de Junho deste ano, a ICR News exibiu uma reportagem sobre o último "mapa do céu", um imenso olhar em 3-D para as galáxias distantes. Esse mapa claramente mostra que a matéria dentro do universo está concentrada em grupos maciços separados por enormes espaços vazios. Estes cachos cosmológicos são um enorme embaraço para as versões naturalistas da origem do universo.

De acordo com a cosmologia standard, um início explosivo (tal como o big bang) deveria ter distribuído a matéria de forma mais homogénea no universo. Shaun Thomas, autor principal da pesquisa publicada no jornal Physical Review Letters, declarou o seguinte à Wired Science,

Potencialmente, isto pode ser um dos primeiros sinais de que algo peculiar está a decorrer.
"Potencialmente?" Sinais de que as teorias naturalistas são deficientes foram já expostas neste blogue:

Thomas e os seus colegas usaram dados provenientes do Sloan Digital Sky Survey para analisar em 3-D a distribuição de centenas de milhares de galáxias. Vistas a partir de tão grandes distâncias, e assumindo uma origem naturalista, a matéria deveria parecer ser duplamente mais homogénea (isto é, distribuída de forma uniforme) do que realmente é.

No entanto, e contradizendo as expectativas naturalistas, a matéria dentro do universo é "mais agrupada do que os astrónomos esperavam" (Grossman, L. Clumpiness of Distant Universe Surprises Astronomers. Wired Science. Posted on wired.com June 16, 2011, accessed June 17, 2011. ).

(Por "astrónomos" entenda-se "astrónomos que acreditam no big bang".)

Esta observação recente, adicionada às outras que, juntas, demonstram como a distribuição da matéria dentro do universo não se ajusta aos modelos evolutivos, demonstram como os dados empíricos estão de acordo com o modelo Bíblico.

Tal como a organização das moléculas numa célula viva, a organização das galáxias é melhor explicada como ajuste propositado (isto é, criação).

Evolucionistas "respondem".

Numa tentativa de ajustar as observações científicas em torno do agrupamento material com a sua fé no big bang, os evolucionistas inventaram entidades como "matéria escura" e "energia escura". Supostamente a gravidade de entidades não observadas chamadas de "energia escura" ou a força de energia não detectada podem ter atraído a matéria que compõe as galáxias até ao estado agrupado que hoje existe - deixando grandes zonas vazias onde não há galáxias.

Mas a invocação da distribuição da matéria ou energia escura como forma de resolver o problema da distribuição da verdadeira matéria gera ainda mais questões. O que é a matéria escura e donde vem ela? Qual foi o processo que distribuiu a matéria escura em grupos e zonas vazias de modo a que a verdadeira matéria fizesse o mesmo?

Este novo estudo descreve o universo com características que não podem ser justificadas mesmo por uma distribuição ad hoc da energia e da matéria escura. Devido a isto, os autores escrevem que agrupamentos desta dimensão implicam "uma anomalia nas maiores escalas físicas por parte das galáxias" (Thomas, S. A., F. B. Abdalla and O. Lahav. 2011. Excess Clustering on Large Scales in the MegaZ DR7 Photometric Redshift Survey. Physical Review Letters. 106 (24): 241301.)

Segundo a Wired Science:

O resultado pode significar que os cosmólogos [evolucionistas] precisem de reavaliar o seu entendimento da energia escura, a força misteriosa que conduz o universo para o exterior segundo uma taxa crescente.

É suposto que a energia escura seja quase perfeitamente uniforme, mas os agrupamentos de energia escura podem atrair cachos de matéria visível ao seu redor.

Estes agrupamentos extra podem significar também que a energia escura não exista de todo. Em vez disso, o comportamento da gravidade a larga escala pode ser diferente do seu comportamento em escalas menores - significando que a teoria da Relatividade de Einstein tenha que ser revista.
(Thomas, B. Inflation Hypothesis Doesn't Measure Up to New Data. ICR News. Posted on icr.org January 29, 2009, accessed June 20, 2011.)

Portanto, em vez de inferirem que as galáxias são o resultado de ordenação inteligente - hipótese que melhor se adapta aos dados - estes "cientistas" questionam as leis fundamentais da Física tais como a relatividade.

O que é que causaria que a gravidade se comportasse de um modo diferente em distancias amplas? Donde é que surgiu essa causa?

Não era suposto as teorias científicas adaptarem-se às evidências? Porque é que os evolucionistas distorcem a ciência como forma da mesma se "ajustar" ao naturalismo?

Conclusão:

Se a Bíblia está correcta quando diz que "o Senhor, o que estende o céu, e que funda a terra, e que forma o espírito do homem dentro dele" (Zacarias 12:1), então faz sentido que o universo tenha uma organização que contradiga as teorias naturalistas. Faz sentido que Deus tenha construído o universo com particularidades propositadas (não-aleatórias) de modo a que quem quer que as observe fique sem justificação ao negar a Sua existência.

O recentemente observado agrupamento da matéria universal, que é "mais agrupada do que os modelos cosmológicos [naturalistas] prevêem" parece ser exactamente este tipo de assinatura.

Para além de falharem no campo da biologia, os modelos evolutivos defendidos por Ludwig Krippahl (aqueles que supostamente são melhores que o modelo Bíblico em torno das nossas origens) falham também na cosmologia. Fica então a pergunta: qual é a utilidade dum modelo que falha em todas as áreas onde é testado?


quinta-feira, agosto 11, 2011

Galáxia "velha" encontrada em área "jovem" do universo

"Porque em seis dias fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo o que neles há, e ao sétimo dia descansou: portanto, abençoou o Senhor o dia do sábado, e o santificou."
Êxodo 20:11

Devido à duração de tempo que a luz remota demora a chegar a Terra, quanto mais afastado um objecto está, o mais afastado no tempo ele parece estar. Portanto, olhar através dum telescópio é como olhar para o passado.

Se a cosmologia naturalista do Big Bang está correcta, então os objectos tão afastados de nós que aparentam terem sido feitos logo após ao Big Bang deveriam ter uma aparência aleatória, dispersa e "imatura". Mas o que os astrónomos encontraram foi uma galáxia inteiramente madura num segmento distante do espaço.

Uma das últimas coisas que os crentes no Big Bang esperariam encontrar é uma galáxia "antiga" com margens bem definidas numa parte do universo tão afastada da Terra. Essa galáxia está tão longe que foram necessárias lentes gravitacionais para a detectar.

Lentes gravitacionais ocorrem quando o espaço entre um objecto distante e a Terra é distorcido por uma massa enorme - neste caso, o aglomerado galáctico de Abell 383.

A viagem da luz a partir de objectos distantes segue o espaço distorcido, resultando em duas imagens idênticas de tal objecto. Para além disso, a sua luz é acelerada pela massa interveniente, fornecendo assim uma luminosidade ainda maior para o tal objecto.

A nova estrela foi formada "apenas 200 milhões de anos depois do big bang", segundo a publicação Astronomy Now Online. Johan Richard, que descreveu a galáxia na revista Monthly Notices of the Royal Astronomical Society, comentou:

Isto é um desafio às teorias em torno do quão cedo as galáxias se formaram e evoluíram durante os primeiros anos do universo.
TRADUÇÃO:
"Isto é um desafio às teorias NATURALISTAS em torno da origem do universo".
Mas em vez de colocar em questão a linha temporal da formação das galáxias, esta descoberta deveria ser levada como um desafio geral a todas as teorias em torno da formação estelar.
Não, Johan, esta descoberta não é um desafio a TODAS as teorias em torno da formação estelar. Esta descoberta só é um desafio às teorias que dependem do mitológico Big Bang. A ciência e o relato Bíblico das origens do universo não são minimamente afectadas com esta descoberta.

Semelhantemente, Richard e os seus co-autores declararam:

Interpretando isto de forma directa, a presença de uma larga divisão óptica e uma inferida população estelar madura (∼800 [milhões de anos]) apenas a mil milhões de anos depois do big bang é um desafio.
"Desafio" é um declaração que não reflecte bem a gravidade da descoberta para a cosmologia Big Bang. "Inexplicável" ou "contraditória" são palavras que talvez se ajustem melhor a esta galáxia especialmente se levarmos em conta que os autores do artigo não explicaram este "desafio" dentro da cosmologia big bang.

De acordo com a concepção comum da evolução estelar, 200 milhões de anos não é tempo suficiente para que os gases aleatoriamente distribuídos pelo Big Bang se unirem e formarem estrelas e galáxias.

Conclusão:

Porque é que galáxias "velhas" são encontradas em zonas "jovens" do espaço"? Estendendo o conceito por trás da Mensagem Biótica (que a vida biológica foi feita com uma mensagem embutida em si), a explicação mais lógica é que isto foi feito precisamente para refutar qualquer teoria naturalista para a origem do universo.

Galáxias maduras encontradas em zonas distantes do universo faz todo o sentido se o universo foi criado por Deus mas não faz sentido nenhum se o mesmo é o resultado dum mitológico big bang.

Fonte


segunda-feira, agosto 01, 2011

Planeta Mercúrio é único

Quando vejo os Teus céus, obra dos Teus Dedos, a lua e as estrelas que preparaste;
Que é o homem mortal, para que Te lembres dele? e o filho do homem, para que o visites?
Salmo 8:3-4

Mercúrio, o planeta mais próximo do Sol, tem uma rotação tão lenta que um dia seu tem a duração de 59 dias terrestres. O planeta tem apenas 3 dias em cada um dos seus anos e o lado solar é tão quente que o chumbo facilmente derreteria por lá.

Mercúrio possui características únicas e os novos dados recolhidos pelo veículo espacial Messenger estão a disponibilizar pistas sobre a sua origem. Mas infelizmente para os crentes no big bang, as pistas apontam na direcção oposta àquela esperada pelo consenso dos astrónomos.

Numa sessão Q&A com a Space.com [Q&A = "Question and Answer" = período de pergunta e respostas], o principal investigador do Messenger, Sean Solomon, disse que há já algum tempo que está interessado na forma como Mercúrio adquiriu as suas peculiaridades, tais como o seu enorme núcleo. Um enorme núcleo de ferro pode justificar a tremenda densidade de Mercúrio, mas segundo os modelos naturalistas para a origem do universo (big bang e afins), "nem de perto nem de longe Mercúrio pode ter a densidade que realmente tem."

Dito de outra forma: deve haver algo de errado com os dados porque os mesmos não estão de acordo com o big bang. É sempre mau quando isso acontece.

A Space.com reportou que os dados do Messenger estão a "fornecer algumas surpresas tantalizadoras", entre elas encontram-se "os elevados níveis de enxofre que se encontram na superfície do planeta." Mas se assumirmos que Mercúrio se formou naturalmente e perto do Sol (então em formação), elementos leves como o enxofre perder-se-iam no espaço. No entanto Mercúrio possui elevados níveis de enxofre.

Em relação a isto, Sean Solomon comentou que "eu estou agora fascinado pela magnetosfera". E ele tem boas razões para estar, uma vez que, durante muito anos, a "teoria dínamo" (provada falsa) era a única explicação oferecida para os campos magnéticos de planetas rochosos que supostamente tem idades na ordem dos milhares de milhões.

No entanto, esta nova teoria requer um núcleo de magma derretido, mas Mercúrio é tão pequeno (pouco maior que a Lua) que o seu núcleo já teria arrefecido e solidificado há milhões de anos atrás. Portanto, não deveria de todo ter um campo magnético, muito menos um que tem estado em decaimento numa trajectória de milhares de anos. Mas tem.

As novas medições do Messenger pecam por não explicarem o porquê de Mercúrio ainda ter um campo magnético. Ao invés, estes novos dados científicos aumentam o já de si enorme arsenal de dados contra uma origem naturalista do planeta.

Como se isto não fosse suficientemente problemático para a mitologia dos "milhões de anos", os crentes no big bang não esperavam descobrir que o campo magnético de Mercúrio é assimétrico; é mais forte no norte do planeta do que no sul. Qual é o processo natural capaz de causar isto?


Mercúrio está cheio de peculiaridades e como tal a sua origem é quase impossível de se explicar dentro do naturalismo. Este tipo de qualidades distintas aponta para design intencional - facto que leva Ralph McNutt, o "project scientist" do Messenger, a afirmar que "Mercúrio de facto é um mundo nele mesmo".

Se a natureza formou os planetas a partir da mesma nuvem de detritos espaciais, porque é que os planetas não são uniformes em termos de constituição, orientação e localização? O normal entre os planetas seria eles serem basicamente iguais visto que são o resultado do mesmo processo natural. Poderia-se encontrar um ou outro planeta com uma composição distinta devido a um evento passado, mas o constante seria eles serem basicamente análogos.

Mas o que nós observamos é que os planetas são, normalmente, diferentes uns dos outros em termos de composição, orientação e rotação. Como é que os naturalistas explicam esta divergência entre a sua versão das nossas origens e os dados observacionais?

De acordo com a Space.com, "os cientistas não entendem na plenitude a importância das descobertas do Messenger." Levando em conta o que podem ser tidas como as peculiaridades propositadas de Mercúrio - bem como o seu "jovem" campo magnético - a frase da Space.com pode ser traduzida para:

Os cientistas que acreditam nos milhões de anos não entendem o porquê das descobertas de Messanger mostrarem um planeta Mercúrio que parece recente e o efeito de criação propositada.

Conclusão:

Ou muito me engano ou os crentes no big bang iniciarão o lançamento da hipótese de vários big bangs terem criado os diferentes planetas: os planetas que forem parecidos uns com os outros serão tidos como o efeito do mesmo big bang, mas aqueles que forem distintos serão tidos como o efeito de outro "big bang" qualquer. E assim preserva-se a fé no naturalismo e impede-se que os nefastos criacionistas usem os achados do Messanger em favor duma criação recente.

Este é mais um caso onde os evolucionistas tem a verdade bem à sua frente mas recusam-se a aceitá-la devido às ramificações ideológicas pró-Criacionistas.


domingo, julho 03, 2011

Galáxias inesperadas contradizem o Big Bang

O Criador diz em Isaías 45:12:
Eu fiz a terra, e criei nela o homem; Eu o fiz: as Minhas Mãos estenderam os céus, e a todos os seus exércitos dei as Minhas ordens.
1 Coríntios 15:41 diz:
Uma é a glória do sol, e outra a glória da lua, e outra a glória das estrelas; porque uma estrela difere em glória de outra estrela.
Se o que a Bíblia diz é verdade, então os planetas, as estrelas e as galáxias deveriam ser únicas, desafiando deste modo as explicações naturalistas em torno da origem do universo. A mais famosa das teorias naturalistas em torno das causas do universo é o mitológico big bang.

A verdade da posição Bíblica em torno da singularidade dos corpos celestes está perfeitamente confirmada no sistema solar uma vez que cada planeta possui uma composição química essencialmente única.1 A descoberta de galáxias "velhas" misturadas com galáxias "novas" mostra que a formação galáctica como proposta pelos crentes no big bang (e nos milhões de anos) é practicamente impossível.2

Será que a criação Bíblica é a melhor explicação para a singularidade das entidades celestes?

No dia 13 de Junho deste ano, a revista New Scientist sumarizou o trabalho recente do astrónomo John Kormendy e o cosmólogo Jim Peebles. Os astrónomos estão a descobrir evidências que, segundo Peebles, mostram que "as galáxias são complicadas e nós não entendemos como é que elas se formam. Isto é realmente um embaraço."3

Na edição de Janeiro da revista Nature, Peebles sumarizou dois artigos científicos que descrevem discos galácticos que falham em se conformarem às expectativas dos modelos naturalistas em torno da origem do universo.4

As galáxias que eles investigaram continham pontos de massa muito densos no centro dos seus núcleos. Mas só cerca de metade delas tinham uma saliência de estrelas associadas por perto. As outras galáxias eram planas quando vistas de lado, embora aparentassem ser mais brilhantes perto do centro.

De acordo com Peebles, galáxias sem saliência são "espantosamente inesperadas, segundo o modelo padrão" [big bang].3 Ele escreve na Nature:

Um desafio para o poder progressivo dos métodos teoréticos é a compreensão desta migração interna da matéria e o porquê de ter preferencialmente alimentado pseudosaliências [concentração de estrelas dentro das galáxias] em algumas galáxias e buracos negros noutras.4
Por outras palavras, porque é que a matéria se tornou saliente para além da superfície plana de algumas galáxias em espiral ou em disco, enquanto que em outras galáxias (com formas semelhantes) a matéria se manteve confinada dentro da superfície lisa da galáxia?

Eles descobriram um largo número de galáxias "slimline" em "espirais pristinas". Estas são um "problema enorme" porque, tal como Kormendy disse à New Scientist, "Não sabemos como prevenir a formação de saliências quando as galáxias ficam demasiado grandes devido a fusões."3

Segundo o modelo tradicional, no início do universo, proto-galáxias chocaram umas com as outras até formarem as maciças galáxias actuais - proposição que não tem qualquer suporte científico algum. Mas mesmo esta conjectura defende que tais colisões gerassem desorganizações e saliências, mas o que se observa é que quase metade das galáxias observadas são ordenadas e achatadas.

Um aspecto das galáxias planas (como a Via Láctea e a Galáxia M101) que não foi discutido é o quão jovens aparentam. Não deveriam os seus milhões de estrelas ter tido ampla oportunidade para colidir durante os milhões de anos, especialmente nas áreas mais densas? Pelo menos algumas - senão a maioria - das estrelas deveria ter sido chocada para fora da planície galáctica. Em vez disso, o seu agrupamento é tão ordenado como pontos de tinta numa folha de papel. Observações similares mostram que os anéis achatados de Saturno aparentam ser jovens.5


Esta aparência juvenil não é problema alguma para a criação recente como expressa na Palavra de Deus. Paralelamente, a mistura entre galáxias salientes e galáxias sem saliência é facilmente explicável como sendo o resultado da Intenção Criativa de Deus. Isto foi feito desta forma precisamente para refutar qualquer tipo de interpretação naturalista.

Modificado a partir do original

Referências:

  1. Thomas, B. Exoplanet Discoveries Demolish Planet Formation Theories. ICR News. Posted on icr.org January 24, 2011, accessed June 16, 2011.
  2. Coppedge, D. F. 2006. Mature at Birth: Universe Discredits Evolution. Acts & Facts. 35 (10).
  3. Thomas, V. and R. Webb. 2011. Slim and beautiful: Galaxies too good to be true. New Scientist. 2816: 32-35.
  4. Peebles, P. J. E. 2011. Astrophysics: How galaxies got their black holes. Nature. 469 (7330): 305-306.
  5. Coppedge, D. 2008. Rescuing Ring Ages. Acts & Facts. 37 (10): 15.

domingo, março 13, 2011

Galáxias maduras embaraçam proponentes do mitológico big bang

"Que coisa tão especial." - Este comentário é uma forma genérica de evitar um juízo dos dados em relação às expectativas. É a mesma coisa que eu chegar a uma casa com toda a aparência de não ser habitada e encontrar lá uma família a viver.

Quando os astrónomos se depararam com um aglomerado de galáxias demasiado maduro para a sua idade (segundo os sempre fiáveis métodos de datação usados pelos crentes no big bang), Space.com reportou a sua resposta: “E isso torna-o especial dizem is pesquisadores.

O título foi "Surpresa! Galáxias Antigas Ainda Parecem Novas.” Claro que isto deveria ser dito de forma reversa. O título deveria ser “Grupo de Galáxia Novo Aparenta Maturidade.”

O mais importante da história é que um grupo distante de galáxias com aparência de maturidade foi encontrado e datado como pertencendo a uma linha temporal em que o universo ainda era um adolescente, segundo os mitológicos 13,7 mil milhões de anos defendidos pelos crentes no big-bang.

O mais surpreendente é que, quando olhamos mais de perto para este aglomerado galáctico, muitas das galáxias já estabilizaram e não se parecem com as galáxias-formadoras-de-estrelas vistas no princípio do universo.
Vistas por quem? O artigo não diz.

O conjunto, catalogado como CL J1449+0856, foi observado pela "Very Large Telescope" (VLT) pertencente ao "European Southern Observatory" no "Paranal Observatory" no Chile. Tinha "todas as evidências de ser um conjunto de galáxias distante", mas parece-se com um objecto maduro, semelhante ao Conjunto de Virgo, o conjunto mais próximo (e rico) da Via Láctea.

Eles basearam a estimativa da sua idade na habilidade do grupo de galáxias de reter gás quente no seu centro - gás que liberta raios-X particulares.

Como é que os big-banguistas explicam a idade anómala ? A Space.com citou Raphael Gobat de Paris:

"Estes novos resultados suportam a ideia de que os aglomerados [de galáxias] maduros existiram quando o universo tinha menos de 1/4 da idade actual," afirmou Gobat.

"De acordo com a teoria corrente [big bang] tais aglomerados deveriam ser muito raros, portanto nós temos sorte em encontrar um. Mas se observações adicionais encontrarem muitas mais, então isto pode significar que o nosso entendimento do universo na sua fase inicial tem que ser revisto."

Convenientemente, Gobat não explicou como é possível que tenham existido galáxias maduras numa fase tão jovem do universo, e nem citou teoria alguma que tenha previsto o quão raros tais aglomerados deveriam ser.

A única coisa na qual eles estão de acordo é que a idade do aglomerado torna-o "especial".

Conclusão:

Este anuncio é mais um anúncio na longa lista de observações científicas que contradizem os milhões de anos e o mitológico "big bang" (vêr aqui, aqui, e aqui). Isto é quase como encontrar um idoso numa maternidade. Se isto continuar a acontecer, os bebés na maternidade é que vão passar a ser os "especiais".

Sim, se isso acontecer, então "o nosso entendimento do universo na sua fase inicial tem que ser revisto". A palavra chave aqui é "entendimento". As revisões incluem revisões gerais e revoluções científicas ou pequenos ajustes em áreas não claras?

Reparem no uso da palavra "nosso entendimento". "Nosso"? Existe um grupo de pessoas por este mundo cujo entendimento das origens do universo não precisa de constantes revisões/revoluções cada vez que é feita uma observação científica.

Os céus manifestam a glória de Deus e o firmamento anuncia a obra das Suas Mãos.
Salmo 19:1

terça-feira, fevereiro 15, 2011

Exoplanetas confirmam criação, refutam ateísmo

Como é que os planetas se formaram? Esta questão tem sido feita por naturalistas filosóficos há décadas, mas quanto mais eles sabem sobre os planetas, menos as suas teorias baseadas no naturalismo se ajustam às observações. O pior é que, devido à enorme variação entre os planetas, eles até podem nem estar a fazer a pergunta certa.

As versões mais antigas das explicações naturalistas eram baseadas na estrutura do sistema solar, com os seus 4 planetas rochosos interiores, e os 4 gigantes gasosos mais afastados do Sol.

A "Hipótese Nebulosa", que aparecia em muitos livros escolares, foi desenvolvida por Immanuel Kant e avançada por Pierre-Simon Laplace em 1796. Eles propuseram que uma nuvem gigante em colapso "e composta por gás em rotação supostamente lançou anéis que eventualmente se condensaram e se tornaram em planetas." 1

Esta é a teoria que, essencialmente, ainda é ensinada.2 Em termos superficiais, a teoria explica algumas das características básicas do sistema solar, como por exemplo, as órbitas arredondadas. No entanto, desde os 1700s que os astrónomos tem recolhido alguns dados que tornam a hipótese insustentável. Por exemplo, cada planeta possui uma distinta composição química que não é o que seria de esperar se os planetas se tivessem originado a partir da mesma nuvem.3

Teorias alternativas vieram e foram, mas nenhuma foi capaz de explicar como é que os planetas podem se ter formado através dum imaginado processo natural. E agora que os exoplanetas - localizados junto a sistemas fora do sistema solar - estão a ser descritos, as poucas teorias naturalistas que ainda retinham alguma plausibilidade quando aplicadas ao sistema solar, mostram-se totalmente imprestáveis quando aplicadas aos exoplanetas.

Por exemplo, um conjunto de pequenos planetas descoberto no ano de 2010 orbitando a estrela HD 10180 não se conformava com as teorias naturalistas para a formação planetária. O astrónomo francês Christophe Lovis, que descreveu formalmente o grupo num colóquio recente àcerca dos exoplanetas, disse:

Os sistemas de planetas com massas baixas como o que está em volta de HD 10180 parecem ser bastante comuns, mas a sua formação permanece um puzzle.4
Adicionado a todos estes problemas, têm sido descobertos planetas possuem órbitas retrógradas - isto é, contra a direcção rotacional das suas estrelas. Inventar mecanismos naturais que reverteram a direcção orbital destes planetas logo após terem sido formados levou à criação de modelos de formação planetária que desafiam a nossa credulidade.5

O astrónomo Geoff Marcy dirigiu-se de forma cândida a uma conferência científica e admitiu que não há modelos de formação planetária satisfatórios. Um blog da Scientific American declarou que, durante a tal conferência científica, Marcy "tratou de demolir os modelos de formação planetária prevalecentes. Os observadores de qualquer ramo da ciência tem um prazer peculiar em vêr os seus colegas teóricos entrarem em colapso choroso, mas isto acontece com uma regularidade enervante com os exoplanetas. Os modelos falharam consistentemente em prever a diversidade dos sistemas planetários existentes."6

Os sistemas planetários que tem sido descobertos "são de todas as formas e tamanhos."6 As variações nos sistemas vão desde a composição (rochosos ou gigantes gasosos), a distância entre si e as suas estrelas, movimento, forma da órbita, densidade, número, arranjo e temperatura - só para mencionar algumas distinções.

Se as forças da natureza de facto criaram estes sistemas, eles deveriam pelo menos ter algumas características em comum. No entanto, parece que cada novo sistema planetário descoberto é totalmente único. Qual é o modelo naturalista ou a teoria naturalista que pode explicar todas estas variações?

Deus explica.

Para os cristãos a diversidade dos sistemas planetários não é problemática. Se os planetas foram criados duma só vez por Deus - e não como resultado dum processo natural - então a questão "Como é que os planetas se formaram?" é um equívoco. Os planetas não se formaram como resultado de forças naturais, mas são sim o resultado de um processo criativo Sobrenatural.

A miríade de diferenças entre os planetas observados até hoje apontam para o Deus Infinito. Quanto mais o nosso conhecimento avança, mais estas palavras se confirmam:

Os céus declaram a Glória de Deus.7


Referencias

  1. Pasachoff, J. M. 1998. Astronomy: From the Earth to the Universe. Fort Worth, TX: Saunders College Publishing, 124.
  2. For example, a 1993 college textbook stated, "About 5 billion years ago, and for reasons that are not yet fully understood, this huge cloud of minute rocky fragments and gases began to contract under its own gravitational influence." Tarbuck, E. J. and F. K. Lutgens. 1993. The Earth: An Introduction to Physical Geology, 4th ed. New York: Macmillan, 10, 12.
  3. Coppedge, D. 2008. Nebulous Hypothesis. Acts & Facts. 37 (2): 15.
  4. Malik, T. Alien Solar System Looks Strikingly Like Ours. Space.com. Posted on space.com August 24, 2010, accessed January 13, 2011.
  5. Thomas, B. Planet's Reverse Orbit a New Twist in Old Evolutionary Story. ICR News. Posted on icr.org September 18, 2009, accessed January 13, 2011.
  6. Musser, G. Why don't exoplanets match astronomers' expectations? A dispatch from the American Astronomical Society meeting. Scientific American blog. Posted on scientificamerican.com January 13, 2011, accessed January 13, 2011.
  7. Psalm 19:1.

domingo, janeiro 02, 2011

O princípio antrópico não é ciência

OS céus manifestam a glória de Deus e o firmamento anuncia a obra das suas mãos - Salmo 19:1

O naturalismo tem a tendência de mostrar as suas mais discutíveis doutrinas duma forma que esconde a sua verdadeira natureza. Isto é feito de uma forma confusa. Frequentemente as doutrinas do naturalismo são apresentadas como tautologias ou truísmos cuja verdade é óbvia. É isto que acontece com o princípio antrópico.

Historicamente os cientistas há muito que sabem que a Terra é um lugar peculiar contendo muitas propriedades raras necessárias para a vida. Por exemplo, a distância da Terra para o Sol e a órbita quase circular da primeira mantém uma temperatura ajustada para a vida.

Para além disso, a Terra possui água abundante e uma temperatura média que, "por acaso", está dentro dos limites que proporcionam a que a água esteja no estado líquido. A inclinação da Terra é perfeita: se a mesma fosse menor, então uma maior parte da Terra estaria sob o domínio do frio dos pólos ou dos desertos equatoriais.

Se a inclinação fosse maior, então largas partes da Terra teriam seis meses de noite seguidos por seis meses de dia.

O campo magnético e a camada de ozono (O3) filtram a maior parte das radiações letais vindas do espaço. Outras características especiais da Terra incluem a sua massa, a sua densidade, o seu rádio, a sua velocidade de rotação, o sistema meteorológico, a pressão atmosférica e a sua composição química. Se estas características fossem substancialmente diferentes, então a vida tal como a conhecemos não seria possível.

Os naturalistas respondem.

Esmagados por todos estas "coincidências" do planeta Terra, os evolucionistas alegaram que existem outros planetas diferentes da Terra, e que esta última apenas teve a "sorte" de ter as propriedades necessárias para a vida. Portanto, concluíram os evolucionistas, o universo não favorece a Terra ou a vida de forma alguma.

Mas o universo é especial também.

As últimas descobertas científicas tem destronado esta explicação naturalista uma vez que novas evidências científicas mostram que o universo em si possui numerosas propriedades necessárias para a vida. Por exemplo, se a carga eléctrica dos electrões fosse ligeiramente diferente, então as estrelas seriam incapazes de queimar hidrogénio e hélio. Se a relativa potência das forças nucleares e electromagnéticas fosse diferente, então os átomos de carbono não existiriam na natureza e como tal nós não existiríamos.
Se um segundo após o big bang a taxa de expansão fosse 1/100 000 000 000 000 000 menor, o universo sofreria um colapso antes de atingir a dimensão actual. (Stephen Hawking, 1988, "A Brief History of Time: From the Bbig Bang to Black Holes", páginas 121-122)
Parâmetros fundamentais - electromagnetismo, gravidade, a carga e a massa das partículas fundamentais - tinham que estar todas em harmonia até ao mais pequeno detalhe. Como é que estes parâmetros podem ser explicados dentro do naturalismo? O universo parece ter sido criado por Uma Mente Racional com vista a vida. A maior parte da população mundial através da História interpretou as evidências precisamente desta forma. Uma minoria tem outras "respostas".

A nova resposta dos evolucionistas.

A resposta dos naturalistas é o princípio antrópico. A ideia é apresentada desta forma:
O princípio antrópico...pode ser parafraseado assim: "Nós vemos o universo da forma que é porque nós existimos". (Hawking, 1988,página 124)
O princípio antrópico é, portanto, tipicamente apresentado desta forma - dando ênfase no papel do homem como observador. O universo tem as propriedades necessárias para a nossa sobrevivência porque se não tivesse, nós não estaríamos aqui para o observar. Às vezes o conceito leva um toque esotérico que o torna interessante: O universo é da forma que é porque nós o estamos a observar. Isto parece indicar que "observar" o universo afecta-o de alguma forma.

Não é ciência.

Apesar de toda a pompa e circunstância, o princípio antrópico não é ciência mas sim uma tentativa naturalista de evitar a inferência lógica para a causa do universo (Criação).

Na verdade, há duas versões do princípio antrópico: o tautológico e o metafísico.

  • Princípio Antrópico Tautológico: O universo tem propriedades propícias para a sobrevivência (e observação) porque nós sobrevivemos (e observamos).

O princípio antrópico tautológico soa cientifico e explanatório mas não é. Porque é que nós sobrevivemos? Porque o universo tem propriedades propícias à sobrevivência. Como é que sabemos que o universo tem propriedades propícias à sobrevivência? Ora, porque sobrevivemos.

O princípio antrópico tautológico não é ciência por duas razões: é circular e não é testável. Além disso, ele foca a nossa atenção no homem e na sua existência como observador e distrai-nos do foco principal: as propriedades do universo.

Quando dito de forma clara a racionalidade por trás do princípio antrópico é clara e directa. Isto gera a segunda formulação:

  1. O naturalismo assume que a natureza não favorece de forma especial a vida ou a nossa existência.
  1. No entanto, as observações científicas mostram que o universo tem propriedades altamente improváveis necessárias para a vida e para a nossa existência.
  1. Os pontos (1) e (2) geram um conflito e o mesmo é resolvido com o princípio antrópico metafísico:
  • Principio Antrópico Metafísico: Existe uma infinitude de outros universos contendo propriedades distintas do universo conhecido; quase todos os outros universos são vazios de qualquer vida. Como tal, a "natureza" (toda esta infinitude de universos) em média não tem nenhum favor especial em relação à vida ou ao ser humano.
O princípio antrópico metafísico é a formulação nua e crua que contém algum poder explanatório. Embora esteja quase sempre escondida, esta é a formulação que os evolucionistas usam quando tentam explicar as peculiares características do universo. Este argumento tenta diluir o design que existe no universo adicionado outros (nunca observados) universos que não tem design.

Quanto mais improváveis forem as características deste universo, mais "outros universos" tem que ser adicionados de modo a que a "diluição" seja eficiente. Portanto, o argumento alega que em média a natureza não possui design algum, nem algum favor peculiar em prol da vida ou em prol da humanidade. O argumento alega que o design que o universo tem é o resultado de casualidade fortuita.

Como é óbvio, os evolucionistas evitam revelar a verdade do princípio antrópico metafísico uma vez que a noção dos "outros universos" é metafísica e sem suporte observacional. Isto imediatamente dá a noção de não ser ciência.

Conclusão:

O princípio antrópico é uma tentativa de explicar o design do universo sem apelar ao Criador. Como forma de o fazer, eles alegam que o nosso universo é um de muitos universos. O que nos distingue dos outros universos é que nesta há vida e nos outros não. Infelizmente não há a mínima evidência para os outros imaginados universos.

Para além disto, os naturalistas tentam desviar o foco da discussão das propriedades do universo para o observador. Supostamente o facto de nós observarmos o universo torna-o propício para a vida.

Nenhuma das explicações naturalistas está de acordo com os dados da ciência observacional. A explicação mais lógica e coerente é:

O universo tem propriedades peculiares para a vida precisamente porque o mesmo foi criado com esse propósito.
O design não é acidental: é propositado. Esta hipótese é a única que está de acordo com a calibração das leis da física e com as propriedades do universo. Como sempre acontece, é o naturalismo que é falsificado pelas observações.

Digno és, Senhor, de receber glória, e honra, e poder; porque tu criaste todas as coisas, e por tua vontade são e foram criadas.
Revelação 4:11


Fonte: "The Biotic Message", páginas 59-62

domingo, dezembro 12, 2010

O começo do universo foi extremamente caótico.....talvez.

Este texto foi dos mais hilariantes que já li em relação à origem do universo.
Vocês devem conhecer o que os cientistas chamam de “efeito borboleta”, que significa que, se uma borboleta bater suas asas aqui, no Brasil, isso pode causar um tornado no Texas, Estados Unidos.

Recentemente, cientistas afirmaram que depois do Big Bang, a explosão que mais tarde criou o nosso mundo, o universo estava em caos.

Importante: segundo a cosmologia do "big bang", uma "explosão" criou o nosso mundo. Pondo de parte o ridículo de se acreditar em "explosões criativas", reparem que isto refuta o que muitos "big-banguistas" dizem. Segundo eles, o "big bang" não foi uma explosão mas só uma "expansão".
E, por caos, eles não querem dizer “bagunça” mas sim que pequenas mudanças podiam causar efeitos em larga escala – o efeito borboleta, por exemplo, seria um sistema caótico.
Portanto, não só acreditam em explosões com a capacidade de criar a ordem que nós vemos hoje em dia, como também redefinem o termo da palavra "caos".
Segundo esse novo estudo, da Universidade Federal do Rio de Janeiro, o caos em nosso universo teria começado cerca de 0,0000000000000000000000000000000000000000001 segundos após o Big Bang. E teria durado um tempo ainda mais curto.
Como acho que deve ser óbvio, não há evidência para isto. Se substituirmos o número de cima por "2 segundos" ou "45 segundos" ou mesmo "4 horas" não há forma de refutar ou confirmar. Isto não é ciência.
Durante este tempo, o universo se expandiu. E essa expansão, como o próprio universo, foi provavelmente caótica.
"Provavelmente" ou talvez não. Nunca vamos saber.
Esse período de início do universo não é bem compreendido.
:-)

Não é "bem compreendido" mas não só se sabe que começou com uma explosão criativa, como também se sabe quanto tempo houve entre o big bang e o suposto caos que se seguiu.

Algumas teorias propõem que esta fase inicial caótica foi seguida por um período de rápida expansão, quando o universo dobrou de tamanho mais de 100 vezes dentro de uma fração de segundo.
Não se sabe qual é lei natural capaz de fazer isto. O big bang aparentemente depende de leis que nunca foram vistas em operação. (Mais ou menos como a teoria da evolução)
A ideia do caos é para ser realmente assustadora.
É mais hilariante que assustadora.
Estudos anteriores já haviam sugerido que o caos reinou no universo durante seus primeiros momentos, mas essa nova pesquisa ofereceu o que os cientistas chamam de “argumento férreo” para o caso.

Os estudos anteriores tiveram resultados muito variados, e alguns cientistas sugerem que isso aconteceu por causa do fato de que diferentes observadores tendem a perceber o tempo de forma diferente.

Sim, no que toca ao big bang cada cientista pode inventar o que bem entender. Porquê? Porque não dependa de observações mas de conjecturas e hipóteses não sujeitas a confirmação empírica.

Ao contrário disto, as observações que são realmente científicas são as mesmas independentemente de quem as faça. Esta é a diferença entre ciência empírica e ciência histórica. Enquanto que a primeira depende das observações, a segunda está muito dependente das crenças pessoas do observador.

Isso significa que diversos cientistas, quando estudam o mesmo problema, podem concluir coisas diferentes.
Mostrando de forma clara que o big bang não faz parte da ciência operacional ou empírica.
Porém, os novos cálculos dos pesquisadores brasileiros provam que essa propriedade do universo é absoluta, independentemente da relativa coordenada do observador.
Pelo menos até o próximo observador anunciar as suas conclusões.
Eles se basearam na aplicação de cálculos para os últimos modelos cosmológicos do universo. Se estes modelos se provarem imprecisos, então o universo pode não ter nascido no caos.

Ou seja, segundo os pesquisadores, a principal colaboração da pesquisa é a possibilidade de uma definição universal do caos, ou seja, uma definição que não depende do observador, o que era um problema antigo.

Quando o "caos" pode ser aceite como explicação cientifica, quanto tempo mais até o "se calhar" e o "talvez" também passarem a ser explicações "científicas"?
Outra descoberta da pesquisa é que, embora o nosso universo não seja mais caótico, ele pode retornar a esse estado se experimentar um hipotético “Big Crunch”, um Big Bang inverso.
Não foi dito como é que o universo passou de um estado "caótico" (segundo a definição proposta em cima) para a ordem que hoje vemos. Não foi mencionada nenhuma força natural capaz de organizar a matéria de modo a que ela haja de forma previsível e padronizada.
Alguns modelos cosmológicos prevêem que o universo vai continuar se expandindo para sempre, ou irá diminuir gradualmente.
Ou seja, prevêem ao mesmo tempo dois opostos - duas coisas mutuamente exclusivas.
Mas também é possível que se expanda, e então reverta o processo e inicie a contração, que seria o “Big Crunch”. Se isso acontecer, o fim do universo, assim como o seu início, não será nada tranquilo. Segundo os pesquisadores, provavelmente também será caótico. [LiveScience]
Ou não!

Conclusão:

A humanidade pode pensar que está a evoluir, mas as evidências mostram o contrário. A crença num início "caótico" do universo é algo que faz parte das cosmologias pagãs de outros tempos. As diferenças é que os pagãos atribuíam o caos às lutas entre os deuses ou outra coisa qualquer. Os neo-pagãos (evolucionistas) atribuem o imaginado caos que ocorreu logo após ao suposto big bang a forças naturais nunca vistas em operação.

Ao contrário das versões pagãs acerca da origem do universo, a Bíblia mostra-nos que desde o princípio que a ordem estava instalada. Não havia "caos" mas sim Um Deus Organizado a construir o Seu Universo em 6 dias normais (Êxodo 20:11).

Da mesma forma que os pagãos se viam forçados a postular cosmologias absurdas devido à sua rejeição do Deus da Ordem e da Razão, os neo-pagãos vêem forçados a fazer exactamente o mesmo.

"We have come a long way but we haven't moved anywhere"

domingo, janeiro 25, 2009

A Espantosa Água

Jó 37:10
Ao sopro de Deus forma-se o gelo, e as largas águas são congeladas.

De acordo com a teoria da evolução, toda a matéria e energia foram o resultado de uma gigantesca explosão chamada de "big bang". As leis que a matéria e a energia obedecem são também o resultado dessa mesma explosão. Como consequência dessas crenças, os evolucionistas estão convencidos que todas as coisas existentes no universo comportam-se da forma que comportam como resultado desse evento não planeado (big bang).

A primeira pergunta que um céptico deve fazer em relação à teoria da evolução é a seguinte: como é que eventos sem planeamento, sem inteligência, sem propósito e sem direcção poderiam ter gerado os sofisticados designs presentes na forma como certas matérias se comportam?

Consideremos a água, por exemplo.

A água é condição essencial (mas não condição suficiente) para a existência de vida. A água, que é a base do nosso sangue, transporta comida dissolvida para as células mais profundas do nosso corpo, bem como o oxigénio necessário para a sobrevivência dessas mesmas células. A água dissolve os desperdícios do corpo, e o seu comportamento perfeito proporciona que outros orgãos possam remover esses desperdícios do nosso sistema.

A água também recusa-se a comportar como os outros líquidos. Por exemplo, todos nós sabemos que quando um material passa do estado líquido para o sólido, torna-se mais denso e, como tal, mais pesado. No entanto, quando a água congela, ela não se torna mais pesada, mas exactamente o contrário: ela torna-se mais leve. Se ela se torna-se mais pesada, ela haveria de se afundar para o fundo dos mares do norte e matar toda a vida que lá estivesse.

Será por acaso que a água, o mesmo material necessário para a vida, seja capaz de realizar todas estas funções únicas, e tenha estas propriedades tão específicas? Ou, por outro lado, a água realiza essas funções porque Alguém (Deus) quis que assim fosse?

Será o "acaso" (evento sem plano, sem propósito, sem direcção, sem inteligência) uma explicação científica válida no que toca às origens, ou a teoria da evolução obedece as outras "leis da ciência"?

Conclusão:
As propriedades únicas da água, a par de uma míriade incontável de outros tantos, são um testemunho sólido (ou líquido, neste caso) dO Criador. Só a existência da água é evidência suficiente para Deus, mas para o ateu isto não importa.

Como o ateu não chegou à sua posição de fé por causa das evidências (ou por causa da suposta "inexistência" delas) o ateu não vai mudar de fé mesmo depois de observar o espantoso design existente no mundo biológico. Para o ateu, o que importa é manter Deus fora da cogitação.

É uma tragédia que pessoas inteligentes percam a alma por causa de uma crença tão ilógica. Mas se isso que eles querem (viver longe de Deus), então é isso que vão experimentar para sempre.

quarta-feira, março 26, 2008

O Big Bang

O Joaquim escreve

Note-se que há ainda muitas lacunas na teoria do big-bang e que sendo a melhor explicação para a origem do Universo não é ainda a 100% tomada como definitiva para a ciência, mas todos os dados apontam para ela.


A pergunta que se faz é: será que o big bang é a melhor explicação para a origem do universo?
Ao longo dos anos mais e mais problemas têm sido descobertas pelos cientistas, mas parece que os crentes darwinistas não têm notado.

Uma das evidências contra o big bang é a pesquisa feita pelo Dr Robert Gentry.

Basicamente o que ele descobriu na sua pesquisa é que na pedra granítica existem microsferas de coloração (halos) produzidas por polónio.

O problema é que para essas rochas “gravarem” os halos radioactivos, era necessário que as rochas estivessem líquidas quando a radioactividade começou, mas estivessem sólidas o mais rápido possível para gravar o padrão radioactivo, uma vez que a radioactividade do polónio é de curta duração.

Como esses padrões estão gravados nas rochas, isso é evidência que as rochas passaram de líquidas a sólidas rapidamente, e não lentamente como o big bang exige.

Até hoje, e mesmo depois do Dr Robert Gentry ter desafiado os evolucionistas americanos, não há resposta evolucionista para este dado empírico.

Este dado científico (a rápida solidificação das rochas) é mais uma evidência para o relato Bíblico da Criação. Deus diz-nos na Bíblia que a matéria sólida apareceu de dentro da água instantaneamente após Deus ter falado (Génesis 1:9, Salmo 33:9).

Como sempre, a ciência, quando propriamente interpretada, confirma o que Deus já tinha dito há séculos atrás.

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