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sábado, julho 14, 2012

Será que os Aborígenes viram dinossauros?

"E de noite saí pela porta do vale, para a banda da fonte do dragão, e para a porta do monturo, e contemplei os muros de Jerusalém"
Neemias 2:13

A selva do Congo está a tornar-se cada vez mais conhecida como o refúgio duma criatura com o nome de Mokele-Mbembe.1 Os locais estão bem familiarizados com esta criatura, que eles, a partir de reconstruções de fósseis, rapidamente identificam como sendo um dinossauro. No entanto, poucos se apercebem que descrições semelhantes ocorrem em outras partes do mundo,

Os Aborígenes australianos possuem histórias em torno de encontros com monstros enormes e aterradores cuja aparência varia entre dinossauros até cangurus gigantes - que se acredita ter-se extinguido há muito tempo.

O Povo Aborígene.

O termo "Aborígene" aplica-se de modo lato às pessoas que viviam na Austrália na época em que os Europeus deram início à sua colonização - há mais ou menos 200 anos atrás. Existiam centenas de tribos distintas dispersas pelo continente, variando no seu dialecto e nos seus costumes.2

Os monstros Dreamtime.

Os mitos e as lendas dos Aborígenes, incluindo a sua descrição da criação do mundo - conhecidas como "Dreamtime" - falam de monstros e criaturas alguns dos quais mitológicos. Outras criaturas, no entanto. podem ser referências a criaturas genuínas que os Aborígenes insistem ter existido em "carne e osso." Algumas dessas criaturas são remanescentes de animais considerados "pré-históricos", que supostamente se extinguiram dezenas de milhares - ou mesmo milhões - de anos atrás.

Os Aborígenes não mantiveram registos escritos uma vez que as suas tradições e conhecimentos foram transmitidos oralmente de geração em geração. 3 Tais tradições orais geralmente duram algumas poucas centenas de anos até serem distorcidas de modo irreconhecível. 4 Isto sugere que alguns destes animais podem ter vivido na Austrália há 200 ou 300 anos atrás, ou até mais recentemente.

Esta conclusão pode surpreender algumas pessoas mas ela provavelmente explica o porquê de existirem encontros documentados com esses monstros depois da chegada dos europeus.

Por exemplo, em Julho de 1845 o Geelong Advertiser, de Victoria - Austrália - reportou a descoberta dum osso fossilizado que forma parte do joelho dum animal gigantesco. O jornal alegou que o osso foi mostrado a um Aborígene, considerado por eles como alguém bastante inteligente, e ele imediatamente identificou o osso como pertencendo ao ‘bunyip’. Mais tarde uma ilustração litográfica da criatura foi feita.

Em 1900, pelo 150º aniversário da publicação o artista gráfico Kevin McNulty desenhou a imagem mostrada logo a seguir tendo como base o texto original da reportagem jornalística.

Quando o osso foi mostrado a outros Aborígenes que "não tiveram oportunidade de comunicar entre si", eles instantaneamente reconheceram o osso e a imagem como pertencendo ao ‘bunyip,’ palavra comum entre as línguas aborígenes para descrever um mostro assustador.

Para além disso, eles forneceram relatos detalhados e consistentes do local onde algumas pessoas haviam sido mortas por esses animais. Foi dito que a criatura era anfíbia, depositava ovos e que, tendo como base a descrição, parecia combinar "as características duma áve e as de um jacaré" - isto é, um réptil bípede. (Note-se que os crocodilos e os jacarés são encontrados no Austrália excepto no norte. Geelong é no sul.)

Um dos Aborígenes, com o nome de Mumbowran, mostrou "várias feridas profundas no seu peito causadas pelas garras do animal."5

A descrição e o esboço ajustam-se a alguns dinossauros bípedes.

Um largo número de histórias em torno de criaturas com a aparência de dinossauro foram recolhidas por Rex Gilriy, um evolucionista. 6 Uma vez que devemos sempre ter cuidado para não dependermos demasiado duma fonte sem antes termos algum tipo de confirmação independente, um largo número das historias que ele descreve foram omitidas. No entanto, Burrunjor e Kulta, cujas descrições aparecem mais embaixo, aparecem também no livro do zoólogo Karl Shuker.7

Burrunjor.

Estendendo-se desde "Northern Territory’s Arnhem Land" a Este através do Golfo da Carpentaria até ao distrito de Queensland Cape York, há a história do ‘Burrunjor.’ A descrição é remanescente dum Allosaurus, uma versão menor do sobejamente conhecido Tyrannosaurus. Em 1950, pecuaristas da fronteira entre o "Northern Territory" e Queensland alegaram estar a perder estoque para um animal estranho que deixava corpos mutilados e meio-comidos durante o seu rasto destrutivo.

Em 1961 um batedor Aborígene alegou também ter visto um réptil bípede - 7 a 8 metros de altura - movimentando-se entre os arbustos perto de Lagoon Creek na "Gulf Coast".

Algumas partes da vastidão do Norte da Austrália continuam inexploradas, e largas áreas estão vedadas ao acesso público. Pode ser que algumas criaturas ainda desconhecidas possam ser encontradas por lá. Isto é um cenário possível, se levarmos em conta que, há alguns anos atrás, a árvore Wollemi Pine foi encontrada no parque nacional em New South Wales. Os cientistas afirmaram que "isto é o mesmo que encontrar um pequeno dinossauro."

A árvore era conhecida apenas pelos fósseis da "idade dos dinossauros", mas fósseis da mesma árvore não eram encontrados em mais nenhuma das camadas intermédias. Ao contrário dos animais, as árvores não podme fugir e esconder, no entanto esta árvore só recentemente foi descoberta pelo homem. 8

Kulta.

Algumas partes da Austrália possuem tradições de répteis enormes o que pode indicar que eles eram saurópodes com pescoços longos - grupo de dinossauro que inclui Diplodocus e Apatosaurus. As tribos centro-australianas, por exemplo, descrevem "Kulta" como sendo uma serpente gigante que vivia nos pântanos - que outrora cobriam a região - e que se alimentava de plantas. Segundo foi reportado, ele [Kulta] possuía uma cabeça pequena na extremidade do seu longo e estreito pescoço, um corpo maciço suportado por 4 pernas enormes, e uma longa e pontiaguda cauda.

Infelizmente, reportam os Aborígenes, "a terra eventualmente secou, as florestas transformaram-se em desertos, os pântanos esvaziaram-se e o Kulta morreu." 6 Isto ajusta-se na perfeição aos modelos criacionistas em torno das mudanças climáticas que ocorreram depois do Dilúvio de Noé.

Uma vez que a maior parte das águas do Dilúvio vieram do subsolo (Génesis 7:11 e 8:2) - e não da chuva como defendem alguns ignorante Bíblicos - os oceanos pós-Diluvianos seriam mais quentes que os oceanos actuais. A humidade extra na atmosfera, gerada como consequência, teria durado séculos, providenciando condições ideiais para uma Idade do Gelo. 9

Este mesmo aumento na humidade significaria que haveria mais precipitação durante os primeiros séculos após o Dilúvio em áreas não afectadas pelo gelo. Eventualmente, o padrão das precipitações normalizou-se mal o calor oceânico em excesso passou a estar em sintonia com a temperatura do ar.

Isto é consistente com a visão universalmente aceite de que os actualmente áridos desertos australianos foram em tempos cobertos por vegetação lustrosa e ambiente húmido. Devido a isso, os dinossauros australianos devem ter morrido, em larga maioria, como consequência das alterações climáticas que causaram que as terras fossem gradualmente secando.

Nessie: a viver num lago em Queensland?

Ao mesmo tempo que a controvérsia em torno do famoso Monstro do Loch Ness (Escócia) se dissipa, muitas pessoas não estão cientes que monstros de lagoas foram alegadamente vistos em outros lugares. É dito que animais enormes e sem explicação como o Nessie vivem em vários lagos dos dois hemisférios. Estes lagos geralmente são profundos, remotos e com uma temperatura à volta dos 10°C.10

Dennis Fields, uma antigo missionário junto da tribo Kuku Yalanji (Far North Queensland) disse ao ministério Creation Ministries International [CMI] - com sede na Austrália - que, há alguns anos atrás, uns anciãos da tribo falaram-lhe duma criatura conhecida por Yarru (ou Yarrba). A tribo habita a região florestal da região, onde existem vários sítios ("waterholes") onde alegadamente o Yarru viveu.

Existe uma história que reporta a forma como Yarru devorou uma jovem donzela. O missionário pediu a um dos artistas da tribo que pintasse a história para si. O artista tribal, com muito pouca educação formal e desconhecedor da aparência dos animais alegadamente pré-históricos, desenhou tendo como base as descrições transmitidas a ele através das histórias antigas.

A pintura (mais tarde doada ao ministério CMI e visível mais embaixo) mostra uma criatura surpreendentemente parecida com plesiossauros extintos.

Avistamentos europeus de monstros aquáticos normalmente estão de acordo com esta descrição. 11 A maior parte dos evolucionistas, no entanto, não aceita estes dados uma vez que, segundo a sua religião, estas criaturas supostamente deixaram de existir há sensivelmente 65 milhões de anos.

Durante séculos, o povo Dharuk falou no poderoso ‘Mirreeulla,’ cuja habitação é o "Hawkesbury River", perto de Sidney. Avistamento de criaturas com a forma dum plesiossauro neste rio têm continuado até os tempos modernos. Estima-se que a criatura tenha cerca de 15 metros de comprimento.

Conclusão:

A herança histórica dos Aborígenes está a perder-se rapidamente. Muitas histórias Dreamtime ainda falam de eventos da sua história - até à dispersão de Babel - tais como o grande Dilúvio. 12 Existem várias tradições que sugerem que os ancestrais dos Aborígenes actuais podem ter tido algum tipo de interacção com os últimos dinossauros sobreviventes neste continente em rápido processo de desertificação. Os detalhes em torno da reportagem jornalística do que parece ter sido um dinossauro bípede em Geelong, no século passado, parecem difíceis de rejeitar.

Pessoas e povos de eras passadas que alegam terem visto dinossauros são incontáveis, principalmente na forma de lendas de dragões provenientes de diferentes partes do globo.13 Várias fontes de informação mostraram já evidências fotográficas de pinturas rochosas de dinossauros.14

Mesmo que só uma porção delas seja baseada em factos, as imensas histórias Aborígenes são consistentes com o padrão. Descrições de criaturas com a aparência de dinossauros encontram-se na Bíblia (Jó 40:15–41:34).

Todos estes dados históricos contradizem o sistema de crenças evolucionista uma vez que eles erradamente insistem que homem algum alguma vez viu algo que se pareça com um dinossauro visto que o ser humano supostamente apareceu na Terra "milhões de anos" após a extinção dos dinossauros.

Temos, portanto, que rejeitar os dados históricos, as pinturas, os testemunhos oculares, e a Bíblia, como forma de não causarmos dano à mitologia evolucionista.

Fonte


quarta-feira, junho 13, 2012

Evolucionistas tardios em reconhecer a co-existência entre humanos e mamíferos gigantes


Os mamíferos gigantes divagaram pela América do Norte durante a Idade de Gelo, mas será que os seres humanos estavam presentes por essa altura? Um local em Vero Beach (Flórida - EUA) contém fósseis de mamutes, mastodonte, preguiças gigantes e de seres humanos. Isto constitui um problema para a linha temporal evolutiva uma vez que segundo reza o mito a história contada durante gerações por arqueólogos evolucionistas, não era suposto os seres humanos estarem presentes por lá nessa altura.

Quando foram descobertos no princípio do século 29, os pesquisadores insistiram que os restos humanos de Vero Beach haviam sido empurrados para o local muito depois dos mamíferos gigantes terem fossilizado.

Mas os novos resultados, tal como acontece com outras reavaliações de áreas antigas, revelam que os fósseis foram feitos sensivelmente na mesma altura e que os seres humanos viveram e morreram na América do Norte muito antes do que se pensava.

O que é que causou a que os pesquisadores demorassem tanto tempo?

Os motivos que levaram a que se demorasse tanto tempo a investigar as evidências são as mesmas que causam a que as evidências fósseis de humanos e dinossauros sejam tão raras.

Arqueólogos da Universidade da Flórida analisaram os elementos nos variados ossos do local em Vero Beach, confirmando que eles estão estatisticamente de acordo (Torrent, D. New UF study shows early North Americans lived with extinct giant beasts. University of Florida News. Posted on news.ufl.edu May 3, 2012.).

Esta linha de evidências mostra que eles (os humanos e os grandes mamíferos) foram enterrados ao mesmo tempo o que contradiz o dogma de que, por esta altura, os humanos não haviam ainda chegado à América do Norte.

Supostamente, os americanos mais antigos foram os povos Clóvis, que deixaram cachos de ferramentas nas grutas do Novo México que os pesquisadores descobriram no início e a meio do século 20. No entanto, estas novas evidências de povos pré-clovianos estão a forçar uma revisão histórica em larga escala.

A Nature recentemente reviu algumas das evidências pré-clovianas que incluem:

  • 1) esterco fossilizado duma gruta em Orégão
  • 2) restos dum acampamento no Chile

e

  • 4) "locais no Tennessee e na Flórida, onde as evidências pré-clovianas de caça ao mamute foram descobertas nas décadas 1980 e 1990" (Curry, A. 2012. Coming to America. Nature. 485(7396): 30-32.).

E agora, as evidências encontradas em Vero Beach aumentam a "lenta avalanche de descobertas" (Curry, A. 2012. Coming to America. Nature. 485(7396): 30-32.).

Na verdade, como algumas destas evidências pré-clovianas foram descobertas há décadas atrás, as evidências em si não foram assim tão lentas mas sim a vontade de investigar e reportá-las é que foi.

Será que houve algum outro factor para além dos dados arqueológicos a desempenhar algum papel na supressão das evidências em favor dos povos pré-clovianos?

A aderência a uma narrativa particular aparentemente tem mais peso do que as evidências que contradizem a narrativa. Por exemplo, uma das narrativas mais antigas mantida a ferro e fogo por parte dos arqueólogos evolucionistas afirma que os antigos migraram da Ásia para a América através da ponte terrestre de Bering durante a Idade do Gelo.

Recentemente, no entanto, alguns atrevem-se a sugerir que os antigos viajaram de barco através da costa, numa hipótese conhecida como "migração costeira" ("coastal migration"). Outras vozes ainda mais raras afirmam que eles (os antigos) flutuaram através do Atlântico até chegarem a América.

Porque é que estas alternativas demoraram tanto tempo a serem lançadas? O arqueólogo Jon Erlandson (University of Oregon ) disse o seguinte à Nature,

Quando preparava a minha dissertação foi-me dito para não escrever em torno da migração costeira . O meu conselheiro disse que isso arruinaria a minha carreira.
(Curry, A. 2012. Coming to America. Nature. 485(7396): 30-32.)
Se uma carreira profissional pode ser arruinada apenas por desafiar a teoria oficial em torno da migração norte-americana, o que é que aconteceria ao cientista que questionasse a noção de que os humanos não co-existiram com os dinossauros, e apelasse a uma avaliação mais científica das evidências?

Certamente que durante muitos anos a aderência dogmática à narrativa primeiro-os-Clóvis suprimiu a interpretação mais frontal das evidências em favor dos povos pré-clovianos.

Semelhantemente, o dogma em torno da alegada evolução humana causou a que muitos pesquisadores fizessem uma má identificação dos ossos de pés humanos encontrados no continente africano ao assumirem que eram pés de algum macaco extinto (Thomas, B. Human Foot Bone Misidentified as Lucy's).

Só Deus sabe o tipo de fósseis humanos que foram já desenterrados em camadas geológicas mais "antigas" mas mal identificas apenas e só por não se ajustarem na mitológica narrativa evolucionista.

Fonte

* * * * * * *

Como já se sabe, a "liberdade" que os evolucionistas dizem existir no mundo da "ciência" evolutiva não existe. Os cientistas não são de maneira nenhum livres para levantar críticas científicas à teoria da evolução sem, como resultado, sofrerem algum tipo de censura ou críticas por parte dos mutaween evolutivos.


sexta-feira, janeiro 13, 2012

A historicidade do Dilúvio

E viu o Senhor que a maldade do homem se multiplicara sobre a terra, e que toda a imaginação dos pensamentos do seu coração era só má continuamente
E disse o Senhor: Destruirei, de sobre a face da terra, o homem que criei, desde o homem até ao animal, até ao réptil, e até à ave dos céus

Génesis 6:5,7

Antropólogos que estudam lendas e histórias populares provenientes de localizações geográficas e culturais distintas consistentemente reportam um grupo particular de lendas que são comuns em practicamente em todas as civilizações.

Por todo o mundo, e em centenas de culturas dispersas pela Terra, surgiram lendas que falam de um maciço e catastrófico dilúvio que destruiu a maior parte da humanidade, e que foi sobrevivido por um pequeno grupo de pessoas e animais. Embora a maior parte dos historiadores que se debruçaram sobre este assunto tenham estimado a existência de cerca de 200 narrativas, o geólogo evolucionista Robert Schoch afirma:

[A narrativa de] Noé é apenas uma dentro da colecção mundial contabilizada na ordem dos 500 mitos em torno de dilúvios, que são os mais dispersos dos mitos da antiguidade e, desde logo, podem ser considerados entre os mais antigos.
(2003, p. 249, ênfase acrescentado (e.a.)).
Schoch acrescentou ainda:
Narrativas duma maciça inundação encontram-se por todo o mundo . . . Histórias dum grande cataclismo são encontradas em todos os continentes habitados e entre as variadas culturas e grupos linguísticos.
(pp. 103,249).

Há mais de um século atrás o famoso geólogo canadiano , Sir William Dawson, escreveu como o registo do Dilúvio

se encontra preservado nalguns dos mais antigos documentos históricos das distintas raças humanas, e é indirectamente corroborado pela tendência geral da história primordial da maioria das raças civilizadas
(1895, pp. 4ff.).

Lendas têm sido reportadas entre nações que vão desde a China, Babilónia, México, Egipto, Sudão, Pérsia, Índia, Noruega, País de Gales, Irlanda, Indonésia, Roménia — compondo uma lista que poderia se estender por várias páginas (ver Perloff, 1999, p. 167). Embora o vasto número de lendas seja surpreendente, a similaridade entre a maior parte do seu conteúdo é igualmente espantosa.

James Perloff notou:

Em 95% das mais de 200 lendas de dilúvios, o mesmo foi global (em toda a Terra):

Em 88%, uma certa família foi favorecida;

Em 70%, a sobrevivência da espécie humana foi garantida por um barco;

Em 67%, os animais foram também salvos;

Em 66%, o dilúvio foi consequência da maldade do homem e os sobreviventes foram avisados;

Em 57%, no final do Dilúvio eles encontravam-se numa montanha;

Em 35%, pássaros foram enviados do barco;

Em 9% das histórias em torno do Dilúvio, exactamente 8 pessoas foram poupadas.
(p. 168).

LENDAS ENTRE OS AMERÍNDIOS

Os Aztecas contam a história dum dilúvio global com paralelos notáveis com a Bíblia.

Apenas duas pessoas, o herói Coxcox e a sua esposa sobreviveram ao dilúvio, flutuando num barco que, mais tarde, repousou numa montanha.
(Schoch, p. 103)
Logo a seguir ao Dilúvio, gigantes construíram uma enorme pirâmide como forma de atingirem as nuvens. Tal ambição irritou os deuses, que dispersaram os gigantes com fogo enviado do céu (ver Génesis 11:1-9).

Na antiga terra que hoje conhecemos como México, os Toltecs, uma das tribos da altura, reportou a história dum grande dilúvio. Na sua lenda, o cataclismo destruiu "o primeiro mundo" 1,716 anos depois de ter sido criado. Poucas pessoas escaparam este evento global, e aqueles que escaparam, fizeram-no num “toptlipetlocali” (palavra que significa “arca fechada”).

Depois destas poucas pessoas terem saído da arca fechada, vaguearam pela Terra até encontrarem um sítio onde construíram um “zacuali” (torre alta) como forma de se protegerem de um outro hipotético dilúvio. Nesse momento da construção do “zacuali”, a língua dos Toltecs foi confundida e eles separaram-se, estabelececendo-se em diferentes partes da Terra.

Outra tribo antiga do México reportou a história dum homem chamado Tezpi que escapou do dilúvio num barco que estava cheio de animais. Semelhantemente a Noé, que enviou um corvo que nunca mais regressou mas que enviou um pombo que regressou com uma folha de oliveira, “Tezpi libertou um abutre, que ficou longe, banqueteando-se nos cadáveres. Foi então que ele libertou um beija-flor que mais tarde voltou com um ramo(Schoch, p. 104).

ANTIGA MITOLOGIA GREGA

Segundo a lenda grega em torno do Dilúvio, os humanos haviam-se tornado muito maldosos.

Zeus, o líder dos muitos deuses da mitologia grega, tencionava destruir a humanidade com um dilúvio, e posteriormente criar um novo grupo.

No entanto, antes que ele pudesse fazer isto, um homem com o nome de Deucalião e a sua mulher Pirra foram avisados do desastre eminente.

Esta casal afortunado foi colocado numa enorme arca de madeira por um dos imortais com o nome de Prometeu. Durante 9 dias e 9 noites, as ondas do dilúvio cobriram a maior parte da Terra. Apenas umas poucas montanhas permaneceram visíveis.

Depois da arca de madeira ter repousado no Monte Parnassus, Deucalião sacrificou a Zeus.


E edificou Noé um altar ao Senhor;
e tomou de todo o animal limpo, e de toda a ave limpa, e ofereceu holocaustos sobre o altar.
Génesis 8:20

LENDAS CHINESAS E ASIÁTICAS

Nas terras chinesas, existem bastantes lendas em torno dum grande Dilúvio. Uma destas lendas vem dum grupo de pessoas conhecidas por "Nosu". Segundo a sua lenda, Deus enviou um mensageiro pessoal à Terra para avisar 3 filhos que um Dilúvio se aproximava. Apenas o filho mais novo, Dum, atendeu aos avisos do mensageiro.

Devido a isto, Dum construiu um barco como forma de se preparar para o Dilúvio eminente. Quando as águas chegaram, Dum entrou no barco e foi salvo. Quando as águas começaram a recuar, o barco aterrou nas montanhas do Tibete, onde Dum e os seus 3 filhos repovoaram a Terra (ver Génesis 7:13).

Curiosamente, mesmo o símbolo chinês para "barco" possivelmente revela a história de Noé e das outras 7 pessoas que com ele entraram na arca. Os três elementos que simbolizam um barco são:

Chinese Symbols

Os Sarawak de Iban contam a história dum herói chamado Trow, que flutuou numa arca com a sua mulher e muitos animais domésticos (Schoch, p. 252).

Nativos da Índia conta uma história dum homem chamado Manu que construiu uma arca depois de ter sido avisado dum dilúvio. Mais tarde, as águas recuaram e ele aterrou numa montanha (Schoch, p. 250).

MITOLOGIA BABILÓNICA ANTIGA

Com a excepção do registo Bíblico provavelmente o mais famoso relato do Dilúvio vem do império babilónico. O Épico de Gilgamesh, escrito em 12 tabuletas de barro (século 7 Antes de Cristo), conta-nos a história dum herói chamado Gilgamesh.

Na sua busca por vida eterna, Gilgamesh foi à procura de Utnapishtim, um homem a quem havia sido dada vida eterna por ter salvo várias pessoas e vários animais numa barcaça durante um grande Dilúvio.

Na 11ª tabuleta deste épico uma descrição dum dilúvio é trazida à memória; a mesma possui paralelos com o registo de Génesis em muitos aspectos.

Segundo a história, Utnapishtim é instruído de modo a construir um barco devido a um terrível dilúvio que se avizinhava. Utnapishtim construiu o barco, cobriu-o com resina de pinheiro e colocou animais dos mais variados tipos dentro do mesmo.

Depois de Utnapishtim entrar no barco juntamente com a sua família, choveu durante seis dias e seis noites. Quando o Dilúvio terminou, o barco aterrou no Monte Niser.

Passados que estavam sete dias, Utnapishtim enviou um pombo para verificar se as águas haviam recuado. Depois do pombo regressar, ele enviou no seu lugar uma andorinha - que também regressou. Por fim, ele enviou um corvo que nunca mais regressou.

Utnapishtim e a sua família finalmente saíram do barco e sacrificaram aos seus deuses (see Roth, 1988, pp. 303-304).

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Qual é o significado das variadas lendas em torno do Dilúvio? A resposta é por demais óbvia:

  • (a) Temos mais de 200 lendas que falam dum grande Dilúvio - possivelmente até podem ser mais de 500 (Schoch, p. 249);
  • (b) Muitas das lendas chegam-nos das mais variadas civilizações e das mais variadas linhas temporais, mostrando que não poderiam ser cópias umas das outras;
  • (c) As lendas foram registadas muitos antes da chegada dos missionários Cristãos. Logo, não foram estes a fonte das mesmas;
  • (d) Virtualmente todas as civilizações possuem algum tipo de lenda do Dilúvio.

A conclusão mais óbvia a ser tomada, levando em conta estes factos é a de que, num passado distante, um colossal Dilúvio ocorreu e permanentemente alterou a história das civilizações.

Aqueles que viveram logo após o Dilúvio não tinham o Livro de Génesis para relatar aos seus descendentes o que havia acontecido antes destes últimos terem nascido. Como tal, o relato do Dilúvio foi passado de geração em geração durante muitos anos, até que Moisés codificou os eventos Num Livro.

Muitos pais e avós falaram aos filhos e aos netos duma grande arca, dos maravilhosos animais e do Dilúvio devastador. Como seria de esperar em tradições passadas oralmente, muitos detalhes foram alterados, mas muitos dos mesmos detalhes permaneceram na mesma.

Alfred Rehwinkel escreve:

Tradições semelhantes a este registo encontram-se virtualmente entre todas as nações e tribos da raça humana. E isto é o que se esperaria.

Se o evento catastrófico, tal como descrito, realmente ocorreu, a existência de tradições em torno do Dilúvio entre culturas primitivas e dispersas é o esperado.

É perfeitamente natural que a memória de tal evento tenha sido ensaiado nos ouvidos dos filhos dos sobreviventes vez após vez, e tenha sido até base de rituais religiosos.
(1951, pp. 127-128).

Harold W. Clark, no seu volume, Fossils, Flood and Fire, comentou:

Preservado nos mitos e nas lendas de quase todas as culturas à face da Terra existe a memória da grande catástrofe. Embora os mitos possam não ter valor científico, os mesmos são significativos ao indicar o facto duma impressão - que não pôde ter sido apagada - deixada na mente das raças humanas.
(1968, p. 45)

Depois dos dados periféricos serem removidos do cerne de verdade das várias histórias, existe uma concordância quase total entre todos os relatos do Dilúvio:

  • (a) uma destruição aquática da raça humana e de todos os seres vivos ocorreu;
  • (b) uma arca, ou barco, foi providenciada como forma de escape para alguns;
  • (c) uma semente humana ficou com a responsabilidade de perpetuar a humanidade.

Tal como Furman Kearley uma vez observou,

Estas tradições concordam em demasiados pontos para não terem origem no mesmo evento factual.
(1979, p. 11)
No terceiro volume no seu conjunto multi-volume, The Native Races of the Pacific Slope—Mythology, H.H. Bancroft escreveu:
Nunca houve um mito sem um significado; . . . . não há uma única destas histórias, por mais absurdas e ilógicas que sejam, que não sejam baseadas num facto.
(1883).

Entre os estudiosos notáveis de gerações passadas que se dedicaram detalhadamente a analisar estes assuntos encontram-se James G. Frazer (Folklore in the Old Testament) e William Wundt (Elements of Folk Psychology).

Wundt, que fez os possíveis para construir um argumento razoável em favor da tese de que as lendas dispersas pelos povos reportam eventos distintos - e não o mesmo evento - foi forçado a admitir:

No entanto, resultante da combinação de todos estes elementos num todo (a destruição da Terra através da água, a salvação dum único homem e de animais através dum barco, etc), podemos afirmar sem hesitação que não poderiam ter surgido independentemente duas vezes.
(1916, p. 392)

Ou, como Dawson concluiu há mais de um século:

Sabemos agora que o Dilúvio de Noé não é um mito ou imaginação de homens primitivos ou apenas uma doutrina das Escrituras Hebraicas. . .

Nenhum evento histórico, antigo ou moderno, pode estar mais firmemente estabelecido que este.
(1895, pp. 4ff.)

. . . . . . . . . . .

Temos aqui então uma posição curiosa no mundo Cristão: temos evidências históricas a confirmar que o Dilúvio de Noé é, nas palavras de Dawson, "um evento firmemente estabelecido". Ao mesmo tempo temos "cristãos" carnais, ou seja, laodiceanos, a afirmar que o Dilúvio de Noé é um "mito".

Estas pessoas, que andam no meio de nós, falam a nossa língua e até usam a mesma terminologia que nós, mas que ao mesmo tempo chamam ao Livro mais Santo do Universo de "mito", são as pessoas mais perigosas que alguma vez vamos encontrar pelo simples facto de nós não sabermos o alcance do mal que elas podem causar.

Este tipo de indivíduos tem que ser controlado sem apelo nem agravo - nem que seja no meio dum culto, nem que seja um pastor ou um padre, nem que seja alguém da nossa família. Qualquer pessoa que se levante para chamar a Palavra de Deus de "mito", tem que ser refutada, desmascarada e exposta como um laodiceano.

Sem misericórdia.

A partir do momento que nós outorgamos para nós mesmos o poder de decidir quais as partes da Bíblia que são factuais e quais as partes que são "mito", caímos no mesmo erro que Eva caiu aquando do seu "encontro" com Satanás: estamos tentar ser "como Deus, sabendo distinguir entre o Bem e o Mal". Ou seja, estamos a usar o nosso intelecto como forma absoluta para se determinar a verdade Bíblica.

Isto é pura idolatria e rebelião contra o Criador. Quem age assim, não tem parte com Cristo.

Outra coisa que convém ressalvar dos dados históricos é o alcance dos mesmos: se realmente houve um Dilúvio (como a Bíblia e os dados históricos demonstram), então a datação evolucionista está para sempre destruída. Se as camadas geológicas não foram depositadas gradualmente e lentamente através dos mitológicos "milhões de anos", então toda a datação que dependa dessa crença não comprovada está errada.

É precisamente por isso que os evolucionistas odeiam quando evidências confirmam a historicidade de Génesis. Eles sabem que um Dilúvio global removeria por completo o seu argumento dos milhões de anos, e como tal, eles resistem ao que a ciência histórica mostra.

Mas esse é um erro do qual os evolucionistas irão se arrepender, quer seja enquanto vivos, quer seja depois da morte. Oremos para que seja ainda em vida, porque 5 segundos depois da morte já vai ser irremediavelmente tarde.

Modificado a partir do original

REFERENCIAS

Bancroft, H.H. (1883), Works: The Native Races of the Pacific Slope—Mythology (San Francisco, CA: A.L. Bancroft).

Clark, Harold W. (1968), Fossils, Flood and Fire (Escondido, CA: Outdoor Pictures).

Dawson, John William (1895), The Historical Deluge in Relation to Scientific Discovery (Chicago, IL: Revell).

Kearley, F. Furman (1979), “The Significance of the Genesis Flood,” Sound Doctrine, March/April.

Perloff, James (1999), Tornado in a Junkyard: The Relentless Myth of Darwinism (Arlington, MA: Refuge Books).

Rehwinkel, Alfred M. (1951), The Flood (St. Louis, MO: Concordia).

Roth, Ariel (1988), Origins: Linking Science and Scripture (Hagerstown, MD: Review and Herald Publishing).

Schoch, Robert M. (2003), Voyages of the Pyramid Builders (New York: Jeremy P. Parcher/Putnam).

Wundt, William (1916), Elements of Folk Psychology, trans. Edward L. Schaub (New York: Macmillan).

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segunda-feira, janeiro 02, 2012

Dilúvio de lendas

"Eles voluntariamente ignoram isto:
que, pela Palavra de Deus, já desde a antiguidade existiram os céus e a terra, que foi tirada da água e no meio da água subsiste"
2 Pedro 3:5

Hoje em dia académicos que rejeitem a descrição Bíblica do Dilúvio de Noé são tidos como "sérios" e com "mente científica". Alguns - "cristãos" incluídos - tentam fazer alianças entre ideologias anti-Cristãs e o Cristianismo afirmando que o Dilúvio de Noé, contrariamente ao que o Senhor Jesus, os Apóstolos e todos os grandes Padres e Doutores da Fé afirmaram durante os últimos 2000 anos, foi um evento "localizado" e/ou um "mito".

O problema com esta interpretação anti-Bíblica é que há demasiadas evidências contra ela. Podemos testar estas posições em favor dum dilúvio "localizado" apelando à História e aos dados disponíveis.

Se a descrição Bíblica dum dilúvio universal é factual, então o mesmo foi presenciado por todas as pessoas então residentes na Terra, embora, obviamente, só possa ter sido transmitido às gerações futuras por parte daqueles que sobreviveram. Esta transmissão terá sido de geração em geração através dos séculos, acompanhando as culturas onde quer que elas se fossem estabelecendo.

Se isto realmente ocorreu, então pode-se fazer uma previsão: se o dilúvio foi transmitido de geração em geração a partir dos sobreviventes, então povos separados geograficamente terão narrativas semelhantes ao Dilúvio de Noé.

É precisamente isto que os dados demonstram.

Um pouco por todas as culturas do mundo pesquisadores catalogaram cerca de 270 histórias antigas em torno dum dilúvio destrutivo. A esmagadora maioria destas histórias foi demonstrada como sendo antecedente à chegada dos Cristãos.

Tal como seria de esperar de transmissões orais que atravessam séculos da História, alguns relatos possuem detalhes não presentes em outros relatos. No entanto, e aqui é o espantoso, sempre que os detalhes estão de acordo com a Bíblia, os mesmos estão de acordo com outros relatos culturais.

Por exemplo, ao herói grego do dilúvio foi-lhe dito que construísse e enchesse de mantimentos uma arca porque o deus Zeus queria destruir a humanidade. A história Asteca dum dilúvio universal afirma que o mesmo ocorreu 1,716 anos depois da criação do mundo - números muito próximos da datação Bíblica. A história diluviana babilónica partilha sete (7) detalhes importantes com o relato Bíblico.

Histórias semelhantes existem um pouco por todo o mundo, desde a Austrália, Índia e China, chegando à Escandinávia.

. . . . .

A universalidade das histórias em torno dum dilúvio, bem como a sua similaridade com a Bíblia, não podem ser explicadas a menos que elas sejam baseadas num evento que realmente aconteceu.

Aqueles que rejeitam os dados históricos e afirmam que o Dilúvio de Noé é um "mito" ou um evento localizado, têm que explicar a universalidade e relativa harmonia dos relatos existentes.

Claro que para aqueles que alegam acreditar no que a Bíblia diz, a Palavra do Filho de Deus é suficiente:

Porém, daquele dia e hora ninguém sabe, nem os anjos do céu, nem o Filho, mas unicamente Meu Pai.

E, como foi nos dias de Noé, assim será, também, a vinda do Filho do homem.

Porquanto, assim como, nos dias anteriores ao dilúvio, comiam, bebiam, casavam e davam-se em casamento, até ao dia em que Noé entrou na arca.

E não o perceberam, até que veio o dilúvio e os levou a todos, assim será, também, a vinda do Filho do homem.

Mateus 24:36-39

Nestes versículos o Criador diz-nos que 1) o Dilúvio foi um evento real e 2) o mesmo foi de alcance mundial (e não localizado).

Dado isto, não há margem de manobra para o Cristão rejeitar a universalidade do Dilúvio.

Fonte: Roth, Ariel A. 1990. "Flood stories – can they be ignored?" Origins, v. 17, n. 2. p. 51.


domingo, outubro 23, 2011

Será que havia pessoas suficientes para construir as pirâmides?

"Naquele tempo, o Senhor terá um altar no meio da terra do Egipto, e um monumento se erigirá ao Senhor, na sua fronteira."
Isaías 19:19

Uma vez que o Egipto foi estabelecido pouco depois da Torre de Babel (Génesis 11), e uma vez que os egípcios construíram algumas das mais espantosas estruturas que o homem alguma vez viu, como foi possível eles terem pessoas suficientes para levar a cabo tais empreendimentos?

Não seriam precisos milhares de operários para construir obras de tal magnitude?

Quando as pessoas pensam nas pirâmides egípcias, eles usualmente pensam na Grande Pirâmide de Gizé, que foi construída pelo Rei Khufu na 4ª Dinastia.

No entanto, segundo a cronologia revista proposta pelo arqueólogo David Down (vêr este link), a primeira pirâmide de pedra ("Step Pirâmide" de Saqqara) foi provavelmente construída durante a 3ª Dinastia entre 2100 e 2000 Antes de Cristo.

Segundo a cronologia Bíblica proposta pelo Arcebispo James Ussher, o evento da Torre de Babel ocorreu cerca de 2250 Antes de Cristo. Isto deixa um intervalo de cerca 150 a 250 anos entre a Dispersão e o início das primeiras construções egípcias.

Dado isto, quem foi que desceu ao Egipto?

O fundador do Egipto foi o neto de Noé Mizraim (Génesis 10:6). A título informativo, a palavra hebraica para "Egipto" é Mitsrayim, que é traduzida para Mizraim, filho de Cão (Génesis 10:6,13). Em arábico a palavra usada para "Egipto" é "Misr".

Se assumirmos que Mizraim deixou Babel com a sua família de 8 crianças (4 rapazes e 4 raparigas), e se cada casal teve, em média, 8 filhos a cada 30 anos (que é uma estimativa bastante conservadora), em 150 anos atingiríamos cerca de 30,000 descendentes.

Em 250 anos a população explodiria para mais de 1,000,000 (um milhão).

Génesis 11 indica que gerações mais antigas muitas vezes continuavam vivas durante muito tempo, chegando a viver mais de 200 anos. Podes imaginar a população do teu pais hoje se todas as pessoas que nasceram depois de 1808 ainda estivessem vivas?

Quantas pessoas eram necessárias para construir uma pirâmide de degraus? Bem, com a tecnologia certa e os recursos certos, seriam necessárias muito menos pessoas do que a maior parte das pessoas pensa. É preciso levar em conta alguns factores:

  1. Os egípcios quase de certeza que tinham conhecimentos de construção trazidos do tempo da Torre de Babel.
  2. Eles de certeza que tinham tecnologia que lhes permitia poupar em mão-de-obra (guindastes, talhas, etc)
  3. Os egípcios poderiam contratar ajuda externa ou usar escravos (como evidenciado durante o tempo de José filho de Jacob - Génesis 37-40) ou ambos.

Conclusão:

Podemos, portanto, vêr que, usando as Escrituras e outras evidências histórias e arqueológicas, os egípcios não só teriam a população necessária para construir as pirâmides, como também a tecnologia para tal.

"Naquele dia, Israel será o terceiro, com os egípcios e os assírios, uma bênção no meio da terra. Porque o Senhor dos Exércitos os abençoará, dizendo: Bendito seja o Egipto, meu povo, e a Assíria, obra das Minhas Mãos, e Israel, Minha herança."
Isaías 19:24-25


segunda-feira, julho 11, 2011

Hititas: Bíblia refuta críticos (outra vez)

1 Samuel 11:1
"ENTÃO subiu Naás, amonita, e, sitiou a Jabés-gilead: e disseram todos os homens de Jabés a Naás: Faze aliança connosco, e te serviremos."

Durante os últimos dois séculos, muitos críticos da Bíblia desenvolveram uma interpretação céptica em relação à mesma. O seu visão era a de que a Bíblia mais não era que um Documento que exibia a evolução da crença - e não algo Revelado Pelo Criador. De acordo com esta posição, o Cristianismo havia "evoluído" de religiões prévias.

Como resultado disto, muitos críticos (e infelizmente, muitos pseudo-cristãos) rejeitaram a ideia da Bíblia como a inerrante, inspirada e fiável Palavra de Deus em todos os assuntos a que ela alude (especialmente Génesis).

Uma vez que eles mantém esta interpretação, eles defendem terem encontrado "muitos erros na Bíblia" através dos anos.

Os "erros" da Bíblia.

Houve uma altura em que os críticos afirmavam que os Hititas mencionados na Bíblia Hebraica "nunca existiram". Segundo estes críticos, os antigos escritores dos Livros Bíblicos "inventaram" este povo como forma de fabricar vitórias Israelitas sobre eles.

Só que como acontece sempre que a Bíblia afirma algo, os dados vieram confirmar o que Deus disse. Eventualmente foram encontradas evidências arqueológicas da existência dos Hititas. Provando mais uma vez o forte sentido de humor que Deus tem, uma das primeiras evidências que foram encontradas foram jarros com pouco menos de 2 metros de altura!

Os críticos, esses, desapareceram desta discussão apenas para surgirem mais tarde a criticar outra alegação histórica da Palavra de Deus. Através dos anos estes críticos tem sido constantemente refutados pelas evidências, mas não parece que eles estejam a levar em conta este facto.

A Terra de Canaã.

De modo similar, era um "consenso" entre os críticos a noção de que os Israelitas nunca poderiam ter entrado na terra de Canaã na altura em que a Bíblia reporta isso ter acontecido. Eles alegavam que, como a Bíblia menciona os Amonitas - que os críticos erradamente pensavam só terem vivido na terra de Canaã mais tarde - então a datação Bíblica está "errada".

Mais uma vez, os críticos estavam errados e a Bíblia correcta uma vez que no ano de 1989 arqueólogos provaram que os Amonitas estiveram em Canaã muito antes da altura do Êxodo do Povo Judaico.

Conclusão:

Como escreve um arqueólogo Cristão, "geralmente, a ausência de evidência não é evidência para a ausência." A lição que o Cristão pode tirar disto é simples:
Se a Bíblia diz que algo é verdade, então acredita.
Se Deus diz que Ele criou o universo em seis dias, então acredita. Se Ele diz que houve um Dilúvio universal que cobriu de água toda a Terra, então acredita.

Se Ele diz que um dia voltará para julgar os vivos e os mortos, e aqueles cujos nomes não estão no Livro da Vida serão lançados no fogo eterno, então, obviamente, acredita e toma as providências para não seres lá lançado.

"A Tua Palavra é a Verdade."
João 17:17


Notas: "Late bronze city found in Jordan." Archaeology and Biblical Research, v. 4, n. 1., Winter 1991. p. 27.

sábado, dezembro 25, 2010

Zeitgeist refutado em 7 minutos

Isto é o que acontece quando mitos ateus são confrontados por um historiador.

domingo, dezembro 19, 2010

Os Dados Bíblicos são Historicamente Testáveis

Original.

The Bible has become a significant source book for secular archaeology, helping to identify such ancient figures as Sargon (Isaiah 20:1); Sennacherib (Isaiah 37:37); Horam of Gazer (Joshua 10:33); Hazar (Joshua 15:27); and the nation of the Hittites (Genesis 15:20). The biblical record, unlike other “scriptures,” is historically set, opening itself up for testing and verification.

Two of the greatest 20th-century archaeologists, William F. Albright and Nelson Glueck, both lauded the Bible (even though they were non-Christian and secular in their training and personal beliefs) as being the single most accurate source document from history. Over and over again, the Bible has been found to be accurate in its places, dates, and records of events. No other “religious” document comes even close.

The 19th-century critics used to deny the historicity of the Hittites, the Horites, the Edomites, and various other peoples, nations, and cities mentioned in the Bible. Those critics have long been silenced by the archaeologist’s spade, and few critics dare to question the geographical and ethnological reliability of the Bible.

The names of over 40 different kings of various countries mentioned in the Bible have all been found in contemporary documents and inscriptions outside of the Old Testament, and are always consistent with the times and places associated with them in the Bible. Nothing exists in ancient literature that has been even remotely as well-confirmed in accuracy as has the Bible.

segunda-feira, julho 26, 2010

Artefacto do Tempo dos Juízes Bíblicos Encontrado

A cavilha da roda de uma carroça de ferro ("chariot") foi encontrada em Israel aparentando ser do tempo dos Juízes Bíblicos. A cavilha contém gravada a imagem de uma mulher e está a ser datada como pertencendo aos anos de 1200 Antes de Cristo.

Os pesquisadores acreditam que o sítio onde foi encontrada a cavilha é a antiga Harosheth Haggoyim, o local de origem de Sísera - mencionado na história de Baraque e Débora em Juízes 4 e 5. O artigo na PhysOrg tem mais fotos e o site Bible Places Blog desenvolve esta e outras descobertas científicas que confirmam a Bíblia.


É sempre bom quando encontramos artefactos que emergem de sítios onde eventos Bíblicos ocorreram. Estes achados iluminam mais detalhes sobre a vida e as circunstâncias onde os eventos se realizaram. A arqueologia não pode confirmar/provar as histórias Bíblicas mas a mesma ajuda a validá-las aos mostrar que as mesmas são consistentes com as evidências físicas independentes.

A Arqueologia mostra também que os eventos Bíblicos não são mitos criados num vazio da História, mas sim factos que aconteceram a pessoas verdadeiras em locais verdadeiros - em zonas que podem ser visitadas e verificadas.

A cavilha da roda diz muito pouco em si, mas a soma total dos achados arqueológicos que são consistentes com a Bíblia é suficiente para oferecer confiança acrescida ao leitor das Escrituras de que o Senhor falou e actuou em favor daqueles que confiam na Sua Palavra.

Se naquilo que se pode testar e verificar, a Bíblia é historicamente fiável, porque é que há cristãos que tentam distorcer o Livro de Génesis de modo a este estar de acordo com mitos ateus?

segunda-feira, julho 19, 2010

Arqueologia Suporta Autoria Mosaica do Pentateuco

Existem ateus que ainda de agarram a "Hipótese Documental" como forma de explicar as origens do Pentateuco. Segundo essa teoria, os Primeiros 5 Livros da Bíblia não foram escritos por Moisés, mas por várias entidades durante a História de Israel. Os cépticos não nos dizem quem foram essas pessoas em concreto, mas estão certos que assim foi.

A sua crença parte do pressuposto errado de que a escrita como a conhecemos foi inventada bem mais tarde do que o tempo de Moisés.

Como acontece com frequência, a ciência destrói mais esse mito.

Até pouco tempo atrás, afirmava-se que a invenção do alfabeto teria ocorrido pelos séculos 12 ou 11 a.C., sendo esse argumento apresentado para “provar” que Moisés não podia ter escrito o Pentateuco (os cinco primeiros livros da Bíblia), visto que em seu tempo não haviam ainda inventado a arte de escrever. No entanto, escavações arqueológicas nas ruínas da cidade de Ur, na antiga Caldeia, têm comprovado que ela era uma metrópole altamente civilizada.

Nas escolas de Ur, os meninos aprendiam leitura, escrita, Aritmética e Geografia. Três alfabetos foram descobertos: junto do Sinai, em Biblos e em Ras Shamra, que são bem anteriores ao tempo de Moisés (1500 a.C.).

Estudiosos sustentam que Moisés escolheu a escrita fonética para escrever o Pentateuco. O grande arqueólogo William F. Albright datou essa escrita de início do século 15 a.C. (tempo de Moisés).

Interessante é notar que essa escrita foi encontrada no lugar onde Moisés recebeu a incumbência de escrever seus livros (Êx 17:14). Veja o que disse Merryl Unger sobre a escrita do Antigo Testamento: “A coisa importante é que Deus tinha uma língua alfabética simples, pronta para registrar a divina revelação, em vez do difícil e incômodo cuneiforme de Babilônia e Assíria, ou o complexo hieróglifo do Egito.”

Deus sempre sabe mesmo o que faz! Pense bem: se o alfabeto tivesse sido realmente inventado pelos fenícios, cuja existência foi bem posterior à de Moisés, e se as escritas anteriores – hieroglífica e cuneiforme – foram decifradas apenas no século 19, como poderia Moisés ter escrito aqueles livros? Se o tivesse feito, só poderia usar os hieróglifos, escrita na qual a Bíblia diz que Moisés era perito (At
7:22).

Nesse caso, o Antigo Testamento teria ficado desconhecido até o século 19, quando o francês Champollion decifrou a antiga escrita egípcia. Acontece que, no princípio do século 20, nos anos 1904 e 1905, escavações na península do Sinai levaram à descoberta de uma escrita muito mais simples que a hieroglífica – e era alfabética!

Com essa descoberta, a origem do alfabeto se transportava da época dos fenícios para a dos seus antecessores, séculos antes, os cananitas, que viveram no tempo de Moisés e antes dele.

Portanto, foram esses antepassados dos fenícios que simplificaram a escrita. E passaram a usar o alfabeto em lugar dos hieróglifos, isto é, sinais que representam sons ao invés de sinais que representam ideias. Moisés, vivendo 40 anos na região de Mídia, onde essa escrita era conhecida, viu nela a escrita do futuro, e passou a usá-la por duas grandes razões: (1) a impressão grandiosa que teve de usar uma língua alfabética para seus escritos e que se compunha de apenas 22 sinais bastante simples comparados com os ideográficos que aprendera nas escolas do Egito; e (2) a compreensão de que estava escrevendo para seu próprio povo, cuja origem era semita como a dos habitantes da terra em que estava vivendo, e que não eram versados em hieróglifos por causa de sua condição de escravos.*

(Michelson Borges, jornalista e mestrando em teologia pelo Unasp)




(*) De acordo com Siegfried Schwantes, Ph.D em línguas semíticas pela Johns Hopkins University, o vocabulário da última parte do livro de Gênesis e do livro de Êxodo evidencia a influência da língua egípcia sobre o hebraico. A palavra para “linho fino”, por exemplo (Gn 41:42), é shesh, e curiosamente em egípcio é shash. Outro exemplo é a palavra “selo” (Gn 38:18, 25).

Na forma hebraica é hotam, enquanto seu equivalente egípcio é htm. Um último exemplo (para ficar apenas com três) é o vocábulo hebraico taba’at, cujo significado é “anel” ou “sinete”, e parece ser derivado do termo egípcio db’t. “É uma palavra rara e denota familiaridade do autor com o meio egípcio”, escreveu Schwantes em seu livro Arqueologia (São Paulo: IAE, 1988), p. 28. Estudos mais amplos nessa área têm sido produzidos por James
Hoffmeier, do Trinity Evangelical Divinity School, nos Estados Unidos.

domingo, maio 30, 2010

Será o Senhor Jesus uma cópia de Horus?

Não será a História Bíblica acerca do Senhor Jesus uma cópia de mitologia egípcia, nomeadamente, a história de Horus?

Dificilmente. O livro de Acharya S. "The Christ Conspiracy" é a aparente fonte da lista em baixo descrita, mas a autora apenas oferece evidências referenciais para cinco das suas alegações. Alguns dos apontamentos de rodapé contradizem com as suas próprias alegações! Mas isto é o que seria de esperar; quando alguém rejeita a visão Bíblica do mundo ela fica com um mundo irracional.

Eis aqui algumas das alegações acerca dos "paralelos" entre o Senhor Jesus e Horus.

1) Horus nasceu de uma virgem com o nome de Isis-Meri a 25 de Dezembro, numa cave/manjedoura, e o seu nascimento foi anunciado por uma estrela no Oriente, vista por 3 sábios.

Primeiro, a mãe de Horus não era virgem. Ela era casada com Osiris e não há razão para se supor que ela se absteve depois de casada. De acordo com a sua historia, Horus foi miraculosamente concebido. Seth tinha morto e desmembrado Osiris, mas Isis voltou a reconstruir o corpo dele, e seguidamente teve relações com ele. Em algumas versões, ela usou um órgão sexual masculino feito à mão porque não conseguiu encontrar essa parte do corpo do marido. Portanto, embora tenha sido uma concepção milagrosa, não foi uma concepção análoga à Incarnação do Senhor Jesus.

Segundo, foram assinaladas 3 datas de nascimento na mitologia de Horus, sendo que uma delas é a 25 de Dezembro. Como a Bíblia não diz que o Senhor nasceu a 25 de Dezembro, não há nenhum paralelo.

Terceiro, "Meri" ("Mr-ee") é a palavra egípcia para "amada" e aparentemente foi aplicada a Isis antes do tempo do Senhor Jesus como um título e não como parte do seu nome. Mas como provavelmente havia milhares de mulheres entre o tempo de Horus e altura do Senhor com um nome ou título que era uma variação de "Mary", não há razão alguma para se supor que a Mãe do Senhor Jesus foi nomeada segundo o nome de Isis em particular. Mesmo que, hipoteticamente, os autores dos Evangelho tivessem fabricado a Mãe do Senhor e a tivessem dado o nome de "Mary" (Maria), é muito mais provável que eles se baseassem numa "Mary" mais perto do seu tempo do que na "Isis-Meri".

Quarto, Horus nasceu num pântano e não numa caverna/manjedoura.

Quinto, o nascimento de Horus não foi anunciado por nenhuma estrela no Oriente.

Sexto, não havia "três sábios" aquando do nascimento de Horus, e nem aquando do nascimento do Senhor Jesus. A Bíblia não diz o número de sábios, e nem diz que eles estavam presentes na altura do Seu Nascimento. Além disso, eles só viram o Senhor quando Ele estava na Sua casa e não na manjedoura (e isto quando Ele já tinha cerca de 2 anos).

2) O seu pai terrestre era chamado de "Seb" ("Joseph" - "José").

Não há nenhum paralelo entre o nome Egípcio "Seb" e o Hebraico "Joseph” para além do facto de serem nomes comuns. Para além disso, Seb era o pai de Osiris e não de Horus.

3) Ele era de descendência real.

Isto é verdade, mas não é uma comparação com o Senhor. Quando os cristãos dizem que o Senhor é de descendência real, eles tem em mente o facto de Ele ser da linhagem do Rei David, um rei terreno (Revelação 22:16). De acordo com o mito, Horus descendia de realeza celestial uma vez que era o filho do deus principal.

4) Quando tinha 12 anos, Horus foi um professor-criança no Templo, e aos 30 anos ele foi baptizado, havendo desaparecido durante cerca de 18 anos.

Ele nunca ensinou em templo algum, e nunca foi baptizado. Além disso, o Senhor não "desapareceu" durante os anos intermédios. Ele trabalhou durante esse tempo como Carpinteiro.

5) Horus foi baptizado no rio Eridanus ou Iarutana (Jordão) por "Anup o Baptizador" ("João o Baptista"), que foi mais tarde decapitado.

Mais uma vez, Horus nunca foi baptizado. Não existe um "Anup o Baptizador" na história.

6) Ele teve 12 discípulos, dois dos quais eram suas "testemunhas" e eram chamados de "Anup" e "Aan" (os dois "João").

Horus teve 4 discípulos (chamados de ‘Heru-Shemsu’). Há outra referência para 16 seguidores e um grupo de seguidores chamados de ‘mesnui’ (ferreiros) que se juntaram a Horus em batalha, mas eles nunca são numerados. Não há nenhuma referência aos 12 discípulos ou referência a algum deles ser chamado de “Anup” ou “Aan”.

7) Horus executou milagres, exorcizou demónios e ressuscitou El-Azarus ("El-Osiris") dos mortos.

Ele de facto executou milagres, mas nunca chegou a exorcizar demónios nem a ressuscitar o seu pai dos mortos. Além disso, Osiris nunca referenciado como ‘El-Azarus’ ou ‘El-Osiris’ (claramente uma tentativa de fazer o seu nome assemelhar-se ao Lázaro da Bíblia).

8) Horus andou sobre a água.

Não, ele não andou.

9) O seu título especial era "Iusa" o "sempre-tornante filho" de "Ptah", o "pai." Ele era como tal chamado de "Criança Sagrada."

Horus nunca foi chamado de "Iusa" (nem há alguém na história Egípcia que alguma vez tenha sido chamado "Iusa" - essa palavra não existe) nem "Criança Sagrada".

10) Ele fez um "Sermão na Montanha" e os seus seguidores recontaram os "Ditados de Iusa.

Horus nunca fez um tal sermão, e, como dito em cima, ele nunca foi referido como "Iusa".

11) Horus transfigurou-se na montanha.

Não, ele não se transfigurou na montanha ou em lugar algum.

12) Horus foi crucificado entre dois ladrões, enterrado durante 3 dias, e mais tarde ressuscitou.

Horus nunca foi crucificado. Há uma história não oficial na qual ele morre e é atirado em pedaços para a água, sendo que mais tarde ele é pescado por um crocodilo a pedido de Isis. Esta história não oficial é a única em que ele morre.

13) Ele era também o "Caminho, a Verdade, a Luz", "Messias", "O Filho Ungido de Deus", o "Filho do Homem", o "Bom Pastor", o "Cordeiro de Deus", a "Palavra feita Carne", a "Palavra da Verdade", etc.

Os únicos títulos que foram atribuídos a Horus foram "Grande Deus", "Comandante dos Poderes", e "Vingador do Seu Pai". Nenhum dos títulos listados em cima aparece na mitologia Egípcia.

14) Ele era o "Pescador" e estava associado com o Peixe ("Ichthys"), Cordeiro e Leão.

Ele nunca foi referido como "o pescador" e não há nenhum cordeiro ou leão na história. As notas de rodapé de Acharya S. acerca desta alegação mostram uma associação com o peixe (isto é, que Horus ERA UM PEIXE, ao contrário do Senhor Jesus), sem evidência alguma de ele alguma vez ser chamado de o "pescador" ou tendo alguma associação com o cordeiro ou o leão.

15) Ele veio para completar a Lei.

Não havia "lei" alguma que ele fosse suposto "completar".

16) Horus foi chamado de "o KRST" ou o "Ungido".

Ele nunca foi chamado por nenhum desses títulos. "Krst" em Egípcio significa "enterro". Não era um título.

17) Tal como Jesus, "Era suposto Horus reinar durante mil anos".

Não há menção disto na mitologia Egípcia.

Links:
Encyclopedia Mythica: Horus
Egyptian Mythology: Horus
The Eye Of Horus
Horus: He Who Is Above
Tektonics: Horus, Isis, Osiris
Egyptian Book of the Dead


Sinceramente, é difícil não ler algumas das alegações dos cépticos sem soltar uma gargalhada. Algumas das acusações são tão obviamente fabricadas que é difícil acreditar que alguém as possa inventar e muito menos levá-las a sério. Mas para quem acredita que répteis evoluíram para pássaros, acreditar que o Senhor Jesus Cristo é "uma Cópia de mitos pagãos" não é algo fora do normal.

Tal como dito em cima, quando alguém abandona a visão Bíblica do mundo fica com um mundo irracional.

sexta-feira, abril 23, 2010

Arqueólogo usa métodos de detecção de design

Existem centenas de pedras grandes na Costa Rica. Algumas chegam a ter quase 2 metros e meio de diâmetro e a pesar 16 toneladas. Não há registos escritos ou tradições tribais sobre elas.

John Hoopes, um antropólogo da Universidade de Kansas, tem vindo a estudar estas esferas há muito tempo. Segundo a PhysOrg, ele teve que rejeitar alguns mitos que circulavam em torno das pedras. Algumas pessoas diziam que elas estavam relacionadas com Stonehenge ou a Ilha da Páscoa, ou que elas vieram de extraterrestres.

No entanto ele julga que elas possuem algum valor especial para a humanidade, e como tal elas deveriam ser protegidas pela Nações Unidas.

Ele não sabe quando elas foram feitas nem quem as fez. Elas parecem estar associadas a cerâmica de tribos do período pré-Colombiano, mas ninguém sabe quem, quando, ou porquê elas foram feitas. Tribos a viver na área não possuem tradições orais acerca delas. O Professor Hoopes confessou que elas podem ter sido feitas muito antes dos artefactos à sua volta. Ele detectou marcas em algumas delas, e ele propõe que elas tenham sido pedras-martelo. Elas estão muito perto de serem esferas perfeitas, embora elas variem da perfeição na ordem dos 5 cm.


O Professor Hoopes deveria ser despedido por não fazer o seu trabalho como cientista. Ele leva a ciência à estagnação ao assumir que as esferas são o resultado de design inteligente. Se elas foram criadas então quem é o designer? E quem criou o designer? Será que temos que aceitar que um designer inteligente perdeu o seu tempo a fazer pedras? Se ele não sabe quais são as funções das pedras, como é que ele pode saber que elas foram feitas por alguém?

Como um cientista ele tem que procurar explicações naturais para estes objectos. Estas pedras são perfeitamente naturais. Elas não são material angélico. Existem muitos processos naturais conhecidos capazes de fazer esferas; tudo o que precisamos é uma força centrípeta aplicada de forma uniforme ao material. É por isso que a lua e os planetas são esféricos.

Explicações naturais não faltam como forma de explicar a origem desta pedras, Não é preciso recorrer ao mito do "designer inteligente". Além disso o designer do Dr Hoopes fez um péssimo trabalho uma vez que as esferas não são perfeitas.

Será que não aprendemos nada desde que Darwin superou Paley? Se Hoopes não tem imaginação suficiente para propor uma explicação naturalista, então ele não pertence à ciência.

Ele tem que ser ridicularizado, desprezado, marginalizado, difamado e expulso!

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