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quarta-feira, março 02, 2011

O cristão que lutou contra as matanças do nacional-socialista Hitler

24 de janeiro de 2011 (Notícias Pró-Família/Breakpoint.org) — Provavelmente, você nunca ouviu falar de Lothar Kreyssig — eu não tinha, até recentemente. Contudo, depois de conhecer a história dele, percebi que Kreyssig era um herói para os nossos tempos: um homem que, correndo um risco quase que inacreditável, defendia firmemente a santidade da vida humana.
Juiz alemão Lothar Kreyssig, que arriscou tudo para se opor ao programa de eutanasia nazista T4.
Em outubro de 1939, o Terceiro Reich criou o que veio a ser conhecido como o programa “Ação T4”. Para fomentar o que os nazistas chamavam de “higiene racial”, os burocratas do Reich, trabalhando com médicos, eram autorizados a identificar e matar aqueles que eram considerados “indignos de viver”, isto é, pacientes institucionalizados com “graves deficiências”.
É claro que expressões como “indigno” e até mesmo “graves” são subjetivas. Na realidade, elas são licença para assassinatos em massa. Hitler exigiu que pelo menos 70.000 pessoas fossem mortas sob este programa, de modo que médicos e autoridades se lançaram para cumprir as cotas do Führer.
Temendo reações na Alemanha e outros países, os nazistas tentavam esconder o que estava ocorrendo: mentiam para as famílias dos pacientes e, prenunciando Auschwitz, disfarçavam as câmaras de gás como chuveiros.
Quando penso no que aconteceu com aquelas pessoas, principalmente com as crianças — alguns como meu neto autista Max — fico com o coração partido — fico horrorizado.
Os nazistas também se esforçavam para dar uma aura de legalidade para os assassinatos: Hitler pessoalmente ordenou que os juízes alemães não levassem a juízo médicos por matarem seus pacientes. E é aí que entra Kreyssig: Ele era um juiz altamente respeitado em sua terra natal, a Saxônia.
Mas ele era mais do que um juiz — Kreyssig era um dos líderes da Igreja Confessante, que resistia às campanhas do Reich para “nazificar” as igrejas protestantes. Ser um membro da Igreja Confessante, sem mencionar ser líder, era viver com uma marca de tiro ao alvo pintada nas costas.
À medida que mais e mais certificados de óbito para pessoas mentalmente doentes passavam pela sua mesa, Kreyssig percebeu que algo horrível estava acontecendo.
Ele escreveu para o ministro da Justiça do Reich protestando não só contra o programa Ação T4, mas também contra o tratamento dos prisioneiros dos campos de concentração. Ele então acusou um médico de assassinato em conexão com as mortes de seus pacientes.
Então ele foi chamado para o gabinete do ministro, onde ele foi informado de que o próprio Hitler havia autorizado o programa. Ao que Kreyssig respondeu: “A palavra do Führer não cria um direito”.
A coragem de dizer isso para uma autoridade governamental na Alemanha nazista era extraordinária. Kreyssig foi forçado a se aposentar. Embora a Gestapo tivesse tentado fazer com que ele fosse enviado a um campo de concentração, o medo de atrair a atenção para o programa T4 provavelmente salvou a vida de Kreyssig.
Ele passou o resto da guerra em casa cuidando de sua fazenda e, oh sim, escondendo judeus em sua propriedade.
O único juiz a resistir aos nazistas viveu quarenta e um anos a mais do que o “Reich de 1.000 anos”. Vinte anos depois de sua morte, a Alemanha realizou um memorial honrando sua bravura e compaixão.
Numa cultura onde ser “maria-vai-com-as-outras” era literalmente uma estratégia de sobrevivência, Kreyssig recusou ficar de boca fechada. Quando a maioria dos protestantes alemães adaptou sua fé às exigências do Reich, ele recusou cooperar e deixou claro que havia uma lei mais elevada.
Felizmente, a defesa da santidade da vida hoje em dia não requer nada parecido com o que Kreyssig passou com sua coragem. Mas requer coragem. E requer também compreender a Aquele cuja Palavra realmente cria um direito.
Este artigo foi reproduzido com permissão de breakpoint.org
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com

quarta-feira, fevereiro 16, 2011

Socialismo explicado em duas imagens

Eis como vive o ditador socialista Robert Mugabe:

Mugabe-house.jpg

E eis aqui como vive o povo - se se pode chamar a isto de "viver":

Zimbabwe-slum.jpg

Rodésia, o predecessor do Zimbábue, era um país razoavelmente abastado conhecido como o "Celeiro de África". Foi então que a justiça social chegou e as quintas foram confiscadas. O homem branco foi removido do poder abruptamente e as suas possessões agrícolas nacionalizadas.

Hoje em dia o país sofre de falta de alimentos e desemprego na ordem dos 95%, para além duma uma taxa de inflação envolvendo números demasiado grandes para se compreender. No entanto, o ditador socialista vive bem, muito graças à ajuda internacional que recebe dos mesmos "bem-feitores" que pressionaram a Rodésia a mergulhar no seu caixão.

Mais fotos podem ser vistas no blogue Reaganite Republican.

sábado, janeiro 29, 2011

Cartões de subsídio de desemprego usados em bares de strip

Aquilo que se obtém sem se despender esforço geralmente não é tão valorizado. Pelos vistos os esquerdistas que controlam o Estado de Washington começam a ter uma ideia do que isso leva as pessoas a fazer.
O Senador Mike Carrell está a suportar legislação que proibirá os cartões de subsídio de desemprego de serem usados em clubes de strip, salões de tatuagens, lojas de armas e tabernas.
Carrell afirma que uma investigação levada a cabo pela agência televisiva de Seattle KING reportou o mau uso dos ditos cartões.

Até parece que as pessoas gastam o dinheiro de forma menos sensata quando não são eles a gerar esse dinheiro (com o seu trabalho).

A estação televisiva já havia detectado que cerca de $2 milhões de dinheiro do subsídio de desemprego havia sido levantado nos casinos........Agora a KING descobriu que os benefícios de subsídio de desemprego - conhecidos como cartões EBT - estão a ser descontados em cludes de strip e lojas de sexo.

Coisas como estas são o previsível nos "Estados Sociais". A elite socialista acha que retirar dinheiro dos bolsos de quem trabalha, e colocá-lo nas mãos de quem não produz vai de alguma forma "redistribuir a riqueza".

Não vai e por razões óbvias: aqueles que produzem dinheiro não vão ter motivação para produzir (para quê, se o Estado pega no dinheiro deles e dá-o a quem o Estado quer?) e aqueles que já não produziam vão-se sentir ainda menos motivados para trabalhar (para quê, se o Estado vai-lhe dar dinheiro sem ele trabalhar?).

washington-state-ebt-card.jpg
Sexo, tatuagens e casinos
O Estado social paga.

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