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domingo, março 18, 2012

Será que é necessário que um médico tenha fé em Darwin?

Por Dr Michael Egnor , médico-cirurgião.

Os indivíduos da "Alliance for Science" patrocinaram um concurso de redacção dirigido aos alunos secundários. Nesse concurso eles pedem aos estudantes que escrevam um texto em torno do tema "O Porquê de Eu Querer Que o Meu Médico Tenha Estudado a Teoria da Evolução".

O primeiro prémio é uma cópia do livro "A Origem das Espécies" de Darwin. O segundo prémio são duas cópias do livro "A Origem das Espécies"! (Brincadeira)

Na verdade, o tema do concurso é hilariante se pensarmos um pouco nele. Será que alguma vez alguém faria um concurso em torno de temas como "O Porquê de Eu Querer Que o Meu Médico Tenha Conhecimentos de Anatomia" ou "O Porquê de Eu Querer Que o Meu Médico Tenha Conhecimentos de Fisiologia" ? Obviamente que não porque todos nós sabemos que estas disciplinas são importantes para a ciência.

É a "biologia" evolutiva importante para a Medicina? Se é, porque é que é preciso fazer essa pergunta?

Na verdade, os médicos não investem muito tempo na teoria da evolução. Eles não a estudam nas escolas médicas e nunca usam crenças evolutivas quando se dedicam a tentar curar os pacientes. Não há disciplinas evolutivas nas escolas médicas. Não há "professores de evolução" nas escolas médicas. Não há departamentos evolutivos nas escolas médicas.

Se precisarmos de tratamento para um tumor cerebral, a equipa médica incluirá um físico (que criou o dispositivo que faz a ressonância magnética), um químico, um farmacologista (que criou o medicamento para o tratamento), um engenheiro, um anestesista (que criou e usa a máquina que nos ministra a anestesia), um neurocirurgião (que leva a cabo a operação médica para remover o tumor), um patologista (que estudou o tumor sob um microscópio e determinou o tipo de tumor ele era), enfermeiras e oncologistas (que ajudam na recuperação e tomam medidas para que o mesmo não regresse).

Não haveria biólogos evolutivos na equipa médica.

Sou professor de neurocirurgia; trabalho e ensino numa escola médica, faço pesquisas em torno do cérebro e, em cerca de 20 anos, levei a cabo mais de 4000 operações ao cérebro. Nunca uso a teoria da evolução durante o meu trabalho.

Será que seria um melhor cirurgião se assumisse que o cérebro é o resultado de causas aleatórias? Claro que não.

Os médicos são detectives. Nós procuramos por padrões e no corpo humano, os padrões presentes possuem toda a aparência de terem sido criados. Começando na estrutura complexa do cérebro humano e acabando no não-menos-complexo código genético, os médicos sabem que os nossos corpos possuem evidências sobrepujantes em favor do design.

É precisamente por isso que a maioria dos médicos - quase 2/3 segundo sondagem nacional - não acredita que o ser humano é o resultado do acaso filtrado pela selecção natural. Ou seja, a maioria dos médicos não acredita que a teoria da evolução seja uma explicação adequada para a vida. Eles observam em primeira mão o design presente na vida.

No entanto, no meu trabalho eu uso muita ciência que gira em torno das alterações que ocorrem nos organismos. A genética é muito importante - tal como são a biologia populacional e a microbiologia. Mas a biologia evolutiva em si, distinta que é destas outras disciplinas, não contribui em nada para a medicina moderna.

Sem usar a teoria da evolução, os médicos e os cientistas descobriram:

  • as vacinas (Jenner, no século 18, antes do nascimento de Darwin)
  • que os germes causam doenças infecciosas (Pasteur, no século 19, e que ignorou Darwin)
  • os genes (Mendel, no século 19, que era um clérigo que nunca chegou a dar apoio a Darwin)
  • os antibióticos
  • e os segredos do código genético. A chave para estas últimas descobertas foi o aparente design da helix dupla do ADN.

Os transplantes de coração, fígado e rins, os novos tratamentos para o cancro e para o coração, e um conjunto de outros avanços benéficos para a preservação da vida humana, foram desenvolvidos sem qualquer input por parte dos biólogos evolutivos. De facto, até hoje, nenhum prémio Nobel da Medicina foi atribuído a trabalho envolvendo a biologia evolutiva.

É seguro afirmar que a única "contribuição" que a evolução fez para a Medicina foi levar-lhe para o horrível caminho do eugenismo. Isto trouxe a esterilização forçada e danos físicos a muitos milhares de americanos. Esta é uma "contribuição" que trouxe vergonha - e não avanço - ao campo da Medicina.

Conclusão:

Portanto, porque é que eu haveria de querer que o meu médico tivesse estudado a teoria da evolução? Eu nunca haveria de querer tal coisa. A biologia evolutiva não é fundamental para a medicina moderna.

Esta resposta, apesar de ser verdade, não serve para se vencer o prémio da 'Alliance for Science'.

Michael Egnor, M.D.

* * * * * * *

Outra coisa que convém notar é que a maioria dos médicos não precisa de esconder as suas suspeitas em relação à teoria da evolução porque a sua posição catedrática não é afectada por isso.

Já os biólogos sofrem mais pressão dos seus pares para aceitar a teoria da evolução como um "facto". Como tal, é normal que muitos escondam as suas reservas em torno da mitologia evolutiva.


domingo, janeiro 29, 2012

O inevitável acontece

Uma das características mais "fascinantes" dos militantes ateus é o enorme fosso que há entre o que eles afirmam acreditar na ciência e o seu comportamento observado empiricamente. A hipocrisia que frequentemente revelam não só é análoga à hipocrisia de tele-evangelistas caídos em desgraça, como excede a destes últimos uma vez que a hipocrisia é practicamente aceite entre os militantes ateus.

Desde Freud que nos é dito que o Cristianismo é mau para as pessoas. Desde Jean Meslier que nos é dito que o Cristianismo é mau para as sociedades. Por incrível que parece, nós continuamos a ouvir este mantra apesar das evidências, dos documentários, dos testemunhos e dos dados científicos demonstrarem que o Cristianismo é bom para o indivíduo e significativamente positivo para a sociedade.

No entanto, apesar de décadas de evidências contraditórias à sua fé cega, os militantes ateus ainda lutam para uma sociedade totalmente anti-Cristã, baseada no naturalismo e tendo o mito da evolução como pano de fundo para as nossas origens. Pior ainda é que eles continuam a fazer isto mesmo quando esta visão começa a afectar o mundo à sua volta.

Mentiras, adultério, consumo de drogas, violação dos limites de velocidade, conduzir bêbado e roubar são tudo actividades que são hoje vistas de uma forma mais aceitável que o eram no virar do século. Segundo uma pesquisa levada a cabo pela Universidade de Essex, a condenação e a censura das chamadas "desonestidades de menor grau" diminuíram, independentemente da classe social, salário ou educação.

Os níveis de integridade são ligeiramente superiores entre as mulheres, mas a maior variação verifica-se na faixa etária onde se observa uma crescente tolerância à desonestidade entre os jovens.

Fonte

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Não sei se é espantoso ou cómico que os académicos que levaram a cabo este estudo, que sem dúvida são todos avidos promotores duma sociedade livre da influência Cristã, falhem em unir o fenómeno observado com a causa adequada: redução da influência Cristã. Em vez do óbvio, eles divagam em explicações ridículas:

Nós achamos que isto ocorre porque os exemplos comportamentais existentes não são muito bons.
E porque é que as pessoas para quem os jovens olham como exemplos são eles também pobres em termos de comportamentos moralmente superiores?

A ideia de que uma sociedade pode abandonar os seus fundamentos Cristãos com apenas algumas consequências menores é um absurdo de todo o tamanho.

Os militantes ateus podem continuar a produzir uma panóplia de argumentos tendo em vista à sua tentativa de separar a moralidade de Deus, mas os dados científicos e históricos, juntamente com milhares de anos de exploração filosófica, demonstram isto não pode ser feito com sucesso.

Sem o Deus da Bíblia, as sociedades degeneram-se de modo irreversível. Claro que nós sabemos que é precisamente isso que os marxistas culturais querem. O que é notável é alguém ainda acreditar na propaganda anunciada pelos militantes ateus em favor de coisas como "eu posso ser bom sem Deus".

"Eu sou bom sem Deus porque segundo a minha definição de 'bom', roubar é perfeitamente aceitável"

sábado, agosto 13, 2011

Órgãos vestigiais: a ignorância científica dos evolucionistas

Até hoje, acreditava-se que a retirada das amígdalas e do apêndice não representasse nenhum risco de saúde, a não ser, é claro, os que envolvem todo procedimento cirúrgico. De qualquer maneira, não havia muito com o que se preocupar.

Um grande estudo feito na Suécia, analisando os registros de saúde de todo cidadão nascido entre 1955 e 1970, mostra que a remoção cirúrgica do apêndice e das amígdalas (também conhecidas como tonsilas) antes dos 20 anos aumenta o risco de sofrer um ataque cardíaco prematuro em 33% (apendicite) e 44% (amigdalite), respectivamente.

O risco ainda aumenta significativamente quando tanto as amígdalas quanto o apêndice são removidos. No entanto, não houve associação com o risco evidente das operações realizadas em pessoas acima de 20 anos de idade.

O estudo evidencia que a remoção, com efeitos a longo prazo, incide no sistema imunológico e altera o risco para algumas doenças autoimunes. Estudos revelam que entre 10 e 20% de todos os jovens têm as amígdalas ou apêndice removidos em decorrência de infecções.

A causa para o aumento do risco pode estar no fato de que tanto o apêndice quanto as amígdalas são órgãos linfóides e, portanto, componentes do sistema imunológico do corpo, embora de modesta importância. Como parecem ter sua função reduzida após a adolescência, a retirada depois dos 20 anos não aumenta o risco de problemas cardíacos significativamente.

“Pode-se antecipar que a remoção cirúrgica das amígdalas e do apêndice tem consequências sobre a imunidade, com efeito a longo prazo sobre as doenças coronarianas”, afirma Imre Janszky, do Departamento de Saúde Pública da Ciência do Instituto Karolinska, em Estocolmo.

Publicado nesta quarta-feira no periódico médico European Heart Journal, a pesquisa acompanhou os pacientes que tiveram amígdalas ou apêndices removidos por meio dos registros durante 23,5 anos, em média, cruzando as ocorrências de ataques cardíacos fatais ou não fatais.

“Estávamos cientes de que nenhum outro estudo estava avaliando os efeitos potenciais de apendicectomia ou amigdalectomia no risco de doença coronariana ou aterosclerose. Já há algumas evidências de que a remoção do baço, outro órgão linfoide secundário, também está associada com aterosclerose acelerada e aumento do risco cardiovascular”, conclui Janszky.

(Veja)

Nota: Faltou apenas dizer por que não se considerava arriscado retirar o apêndice e as amígdalas. No caso específico do apêndice (e de outras cerca de 80 partes do corpo humano hoje sabidamente úteis), até há não muito tempo, os darwinistas o consideravam um “órgão vestigial”, ou seja, que havia sido útil a nossos ancestrais, mas que acabara perdendo sua função. Nada mais falso. E outra mitologia evolutiva caiu por terra.

"A ignorância humana com relação às funções específicas dessas estruturas não prova que elas não têm função. É mais provável que, nos pouquíssimos casos restantes, um estudo mais intensivo revelará – como aconteceu no passado – as funções específicas realmente realizadas por esses órgãos supostamente inúteis.

Na verdade, muitos desses órgãos tidos como vestigiais não são apenas exemplos pobres de evolução; são também modificações degenerativas ou possivelmente o resultado de mutações prejudiciais" (A História da Vida, p. 74).[MB]

Fonte

quarta-feira, junho 15, 2011

Mundo está a perder cura milagrosa dos antibióticos

A resistência aos antibióticos é cada vez maior e muitas infecções são agora mais difíceis de curar, o que leva a tratamentos caros e prolongados e a um aumento do risco de morte, alerta a Organização Mundial de Saúde.

Quinta-feira, quando se assinala o Dia Mundial da Saúde, que este ano decorre sob o tema "Combater a Resistência aos Antibióticos", a OMS apela a uma acção urgente e concertada dos governos, profissionais de saúde, indústria, sociedade civil e pacientes para desacelerar o aumento da resistência aos medicamentos, limitar o seu impacto e preservar os avanços médicos para as gerações vindouras.

"A mensagem neste Dia Mundial da Saúde é muito clara. O mundo está perto de perder as suas curas milagrosas", afirma a directora-geral da OMS num comunicado hoje divulgado.

Margaret Chan refere que, "na ausência de acções correctivas e protectivas urgentes, o mundo caminha para uma era pós-antibiótica, na qual muitas infecções que hoje são comuns deixarão de ter cura e irão, mais uma vez, matar sem esmorecer".

Hoje, a OMS publica um pacote de medidas políticas, definindo as medidas que os governos e os seus parceiros nacionais precisam para combater a resistência aos antibióticos.

Entre as medidas sugeridas estão o desenvolvimento e implementação de um plano nacional financiado, o reforço das capacidades de vigilância e laboratorial, a garantia de acesso ininterrupto a medicamentos essenciais de qualidade garantida, a regulação e promoção do uso racional de fármacos, o reforço da prevenção e controlo de infecções e o fomento da inovação, investigação e desenvolvimento de novas ferramentas.

Fonte

Ninguém do mundo evolutivo parece com esperanças que o ser humano desenvolva uma mutação aleatória que lhe permita subsistir a nova vaga de micróbios, super-resistente aos nossos antibióticos.

Como sempre acontece, quando se começam a falar de coisas sérias, temos que pôr de parte a mitologia evolutiva e tentar fazer o melhor trabalho possível segundo uma outra perspectiva.

sexta-feira, maio 13, 2011

Pensar positivo pode aliviar dores

Porque, do interior do coração dos homens, saem os maus pensamentos, os adultérios, as prostituições, os homicídios, os furtos, a avareza, as maldades, o engano, a dissolução, a inveja, a blasfémia, a soberba, a loucura.
Todos estes males procedem de dentro, e contaminam o homem.
Marcos 7:21

Os autores de livros de auto-ajuda não desistem de tentar mostrar os benefícios do pensamento positivo, de pensar e atrair energias positivas, de imaginar cenários alegres, felizes, melhores. Uns dizem até que este é “o segredo” de viver bem. Agora cientistas se juntam a estes escritores para dizer que o pensamento positivo pode até aliviar dores.

Pesquisadores da Universidade de Oxford resolveram testar o que aconteceria se eles dissessem aos participantes do estudo que certo remédio iria aumentar, diminuir ou não ter nenhum efeito sobre a dor. Para causar a dor os investigadores aplicaram um doloroso estímulo de calor na perna de 22 voluntários e pediram para eles classificarem o nível de dor que sentiam. Em seguida, depois de informados sobre o efeito que a droga iria ter, receberam uma dose do analgésico “remifentanil”.

Aqueles que acreditaram estar tomando um remédio para diminuir a dor reportaram uma diminuição de até 41% na dor. Quando, entretanto, foram informados que não havia mais o efeito do medicamento, os níveis se igualaram aos do teste inicial. Na verdade, as pessoas ainda estavam sob influência do remédio, mas foram levados a pensar o contrário.

Além dos dados fornecidos pelos voluntários, os médicos também utilizaram ressonância magnética para avaliar os resultados. Foi constatado um aumento da atividade das regiões do cérebro ligadas à sensação de dor. Quando os pacientes esperavam um efeito analgésico, as atividades caíam.

A co-autora do estudo, Irene Tracey, disse em entrevista à BBC que o estudo confirma os efeitos psicológicos na percepção individual da dor. Ela faz a ressalva de que os efeitos podem mudar de uma pessoa para outra.

Mas fica aí a dica. Da próxima vez que você for passar por algo que faça sentir dor como uma tatuagem ou um tombo inesperado, é só se concentrar e pensar repetidamente: “não está doendo!” [NewScientist]


ORA, pois, já que Cristo padeceu por nós na carne, armai-vos, também, vós com este pensamento, que aquele que padeceu na carne já cessou do pecado

1 Pedro 4:1

terça-feira, abril 12, 2011

Estudo mostra que ir à igreja faz bem à saúde

Não deixando a nossa congregação, como é costume de alguns, antes admoestando-nos uns aos outros, e tanto mais, quanto vedes que se vai aproximando aquele dia.

Hebreus 10:25

Vais à igreja regularmente? Tens bons amigos na congregação? Um estudo recente conclui que estes dois pontos tornam a vida melhor, reporta a Charisma News Online.

Quão importante é o factor amigo na igreja? Um estudo lançado na edição de Dezembro da "American Sociological Review" reporta que mesmo ir à igreja várias vezes por ano pode aumentar a sensação de bem estar. Isto, claro, se existe um círculo de amigos com os quais nos identificamos no que toca à crença.

Chaeyoon Lim, professora assistente de sociologia na Universidade Wisconsin-Madison, e liderou o estudo com o título de "Religion, Social Networks and Life Satisfaction" afirma:

O nosso estudo fornece evidências convincentes de que são os aspectos sociais da religião (e não a Teologia ou a espiritualidade) que conduzem a satisfação de vida. Descobrimos que as amizades construídas nas congregações religiosas são o ingrediente secreto das religiões que tornam as pessoas mais felizes.

Para lêr a reportagem na íntegra, lêr este texto.


Se o motivo da satisfação que os cristãos tem na sua vida se deve às amizades feitas nas igrejas e não à Teologia ou a espiritualidade, então seria de esperar que tais níveis de satisfação se encontrassem noutros grupos sociais. Afinal, amizades todos podem fazer.

Por exemplo, existem muitas organizações de militância ateísta um pouco por toda a Europa. Como são os seus níveis de felicidade e satisfação? A julgar pelo ódio e anti-Cristianismo que normalmente vem desses antros, podemos concluir que não há muita felicidade por lá.

Claro que o estudo está certo em identificar as amizades como causas de felicidade, mas o mesmo estudo está errado ao separar as amizades do motivo que leva essas pessoas a serem amigas (a Teologia e a espiritualidade cristã).

segunda-feira, março 14, 2011

O Papel da Adrenalina

Eis aqui um texto escrito por uma conhecida.

A adrenalina é uma hormona segregada pelas glândulas supra-renais. Em ocasiões de stress intenso, como uma emergência ou uma situação de perigo, por exemplo, ela é segregada em enormes quantidades e num curtíssimo espaço de tempo.

E porque é que isso acontece?

A adrenalina tem uma função e um papel muito importantes nessas situações extremas. Ela actua principalmente a nível muscular. Estimula o coração, aumentando a frequência dos batimentos cardíacos e elevando a tensão arterial e aumenta o fluxo sanguíneo principalmente nos músculos dos braços e das pernas.

Tudo isto serve para capacitar o nosso corpo a fazer um esforço físico muito superior ao habitual. Numa situação de perigo, capacita-nos a fugir ou a lutar de uma forma que nunca seria possível se os nossos vasos sanguíneos não estivessem inundados de adrenalina. É esta hormona que capacita uma pessoa a lutar com um animal selvagem, por exemplo, para defender a vida de uma criança, ou a entrar numa casa em chamas e cheia de fumo para ir buscar alguém.

Na verdade, ela pode dar-nos uma capacidade sobre humana, no sentido em que nos permite ter uma força muito superior ao que é humanamente habitual. Pode-se dizer que funciona como um mecanismo de sobrevivência - extremamente eficaz!

Mas quando há esta descarga tremenda de adrenalina, o sangue não aumenta no nosso corpo. Ele simplesmente é desviado em maior quantidade para determinadas zonas (principalmente os braços e as pernas). Isto significa que haverá outras zonas que ficam com um défice de sangue. E uma dessas zonas é o cérebro. Ele fica com energia suficiente para funcionar, mas com menos do que é habitual. Ou seja, a nossa capacidade de discernimento e planeamento fica reduzida.

O nosso corpo fica preparado para agir, mas não para pensar. Por isso eu penso que não é muito sensato estar a tomar decisões ou a assumir compromissos em momentos de grande stress. No caso de um conflito, por exemplo, é preferível deixar que os ânimos acalmem antes de procurar chegar a conclusões ou soluções.

Um aspecto interessante da adrenalina, é que ela tem cheiro. Nós, seres humanos, não temos a capacidade de sentir esse cheiro, mas o animais têm. Por isso, um cão pode não reagir muito a uma pessoa que fique indiferente em relação a ele, mas começar a ladrar ou chegar mesmo a morder a alguém que esteja com medo dele.

Parece que não faz sentido, mas lembra-te que a adrenalina serve para aumentar a nossa capacidade de... lutar ou fugir. A hormona é a mesma, o cheiro é o mesmo. O cão não sabe qual das opções nós vamos escolher. Então pode atacar-nos para evitar que o ataquemos a ele.

A adrenalina é segregada em grandes quantidades enquanto o problema durar. Por isso, quando o problema termina subitamente, a adrenalina que está a mais no sangue deixa de ser necessária. No caso de um salvamento dramático, por exemplo, quando a pessoa é posta a salvo, aquele que a ajudou já não precisa de tanta adrenalina.

Mas ela continua a inundar a sua corrente sanguínea. É este excesso de adrenalina que pode levar a pessoa a ter uma grande quebra emocional ou mesmo a entrar em choque.

Lembro-me que um dos meus professores da área de medicina, nos dizia que nestas situações, uma forma rápida de "queimar" essa adrenalina excessiva e prejudicial é irritar a pessoa em questão.

Ou seja, se conhecermos a pessoa o suficiente, podemos dizer algo que lhe pareça tão errado e injusto (depois do seu acto heróico!), que ela se vire para nós com umas palavras de raiva. Essa raiva, que é outra das coisas que queima muita adrenalina, vai absorver a que está em excesso, podendo assim evitar que a pessoa entre em estado de choque.

A adrenalina é fundamental para a nossa sobrevivência mas é nociva no momento em que está em excesso. Para além disso, pode tornar-se um vício, uma dependência. Está a aumentar muito o número de pessoas viciadas nesta substância, que procuram produzi-la intencionalmente em todo o tipo de actividades (cada vez mais) radicais.


A pergunta interessante é: como é que tal substância evoluiu? Como é que o ser humano vivia antes do aparecimento deste mecanismo de sobrevivência?

Claro que estas perguntas são meramente retóricas uma vez que todos sabemos as respostas standard dos evolucionistas. Mas serão elas respostas científicas ou respostas ideológicas? Se alguém disser que o ser humano apareceu na Terra contendo já estes mecanismos em si, será que isso diminui a sua capacidade de entender as funções da adrenalina?

Os militantes ateus não tem uma resposta científica para este mecanismo. Para eles a resposta típica é "surgiu como efeito de mutações aleatórias e foi seleccionada".

E pronto.

Não são precisas evidências nem nos é dito como é que processos não inteligentes conseguem gerar sistemas bioquímicos que envolvam um incontável número de sub-sistemas a agir de forma coordenada. Evoluiu e pronto. Desliga o teu cérebro e acredita em Darwin. Se tens dúvidas, então és um criacionista desconhecedor da ciência!

A teoria da evolução não é ciência.


domingo, março 06, 2011

A oração ajuda a lidar com emoções potencialmente prejudiciais

"Vinde a Mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e Eu vos aliviarei."
Mateus 11:28


Segundo um estudo recente, aqueles que escolhem orar não só encontram conforto personalizado durante os tempos difíceis, mas também podem mais facilmente lidar com as emoções e com os problemas.

De acordo com o reportado por um pesquisador da Universidade de Wisconsin-Madison, os 75% dos americanos que oram semanalmente fazem-no para lidar com uma gama de situações e emoções negativas, doenças, tristeza, traumas e ressentimentos.

Durante as entrevistas feitas a vítimas de relacionamentos violentos, Shane Sharp (um graduado de Sociologia na universidade) recolheu vários testemunhos de pessoas que afirmaram como a oração as ajudou a lidar com as suas situações.


Lançando sobre Ele toda a vossa ansiedade, porque Ele tem cuidado de vós. - 1 Pedro 5:7

Os entrevistados de Sharp não só representavam um leque variado da população americana, cruzando vários estratos geográficos, educacionais e raciais, como vinham maioritariamente de ambientes cristãos.


E em nenhum outro há salvação, porque também, debaixo do céu, nenhum outro nome há, dado entre os homens, pelo qual devemos ser salvos - Actos 4:12

Aqueles que "ferviam" com raiva e ressentimento afirmaram que encontraram "um Ouvido prontamente disponível" durante a oração, declarou Sharp. Este pesquisador explora também a forma como a oração ajuda a lidar com a dor emocional na edição de Dezembro da revista "Social Psychology Quarterly".

Se eles descarregassem a sua raiva no companheiro abusivo, o resultado mais provável era o de gerar ainda mais violência....Mas eles podiam ficar zangados com Deus enquanto oravam sem medo de represálias. Em qualquer interacção interpessoal, os participantes consideram sempre a forma como os outros o vêem.

No caso das pessoas que oram, elas consideram a forma como elas pensam Deus as vê. Como esta percepção é maioritariamente positiva, isto ajudou as pessoas aumentarem a sua auto-confiança e contrapôr isso com as palavras prejudiciais do abusador.

A oração é também uma distracção útil para alguns, segundo Sharp verificou. Simplesmente juntar as mãos e concentrar no que dizer é uma forma de escape à ansiedade dum relacionamento abusivo. Segundo Sharp, a experiência não é muito diferente de uma conversa com um amigo íntimo ou um familiar.
Eu via o acto da oração, o falar com Deus, como uma forma legítima de interacção social.

Conclusão:

Mais uma evidência devastadora para quem diz que a "religião envenena tudo", ou que o Cristianismo é "a raiz de todo o mal".

Para além de genocídios, eutanásia, normalização do incesto e da homossexualidade (para não falar do bestialismo), quais são os benefícios sociais e emocionais que o ateísmo traz às sociedades? É possível indicar uma sociedade ou país que melhorou depois de abandonar a cultura e moralidade judaico-cristã?

Os países nórdicos (Suécia, Dinamarca, Noruega e Finlândia) são os país que os ateus mais gostam de citar como exemplos bem sucedidos de "ateísmo orgânico". O que eles estrategicamente deixam de mencionar é que são precisamente esses países os grandes promotores de comportamentos manifestamente auto-destrutivos como a homossexualidade e o bestialismo.

Qual é o critério para atribuir ao ateísmo a causa do seu sucesso económico mas atribuir a outra ideologia qualquer a sua normalização da homossexualidade e do bestialismo?

Enquanto o ateísmo é socialmente destrutivo, genuína fé no Deus da Bíblia traz conforto às almas amarguradas. Se a isto juntarmos o suporte económico prático que as diversas instituições cristãs dão à sociedade (especialmente a Igreja Católica), vemos aqui uma confirmação do que o Senhor Jesus afirmou em Mateus 7:16-20:

Pelos seus frutos os conhecereis. Porventura colhem-se uvas dos espinheiros, ou figos dos abrolhos? Assim, toda a árvore boa produz bons frutos, e toda a árvore má produz frutos maus.

Não pode a árvore boa dar maus frutos; nem a árvore má dar frutos bons. Toda a árvore que não dá bom fruto corta-se e lança-se no fogo.

Portanto, pelos seus frutos os conhecereis.

Os benefícios sociais do Cristianismo são evidência poderosa para a Verdade do Cristianismo.

A ninguém torneis mal por mal; procurai as coisas honestas, perante todos os homens.
Romanos 12:17

Disse-lhes Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida. Ninguém vem ao Pai senão por Mim.
João 14:6

segunda-feira, fevereiro 28, 2011

Partes do cérebro são maiores em quem é mais sociável

OH! quão bom e quão suave é que os irmãos vivam em união!
Salmo 133:1

Fonte
Se você passa muito tempo com os amigos, uma parte específica do seu cérebro pode ser maior do que o habitual. Uma nova pesquisa descobriu que a amígdala, que fica numa parte funda do cérebro, é maior conforme as pessoas relatam ter visto regularmente amigos e familiares.

Segundo os pesquisadores, os resultados fazem sentido, porque a amígdala está no centro de uma rede do cérebro que é importante para a socialização. Por exemplo, a rede nos ajuda a reconhecer se alguém é um estranho ou um conhecido, um amigo ou um inimigo.

[MSN]
Do ponto de vista Bíblico, os benefícios da comunhão e da socialização fazem todo o sentido uma vez que o Criador também é Uma Comunhão (Pai, Filho e Espírito Santo). É por isso que Deus quer que os Seus servos vivam em harmonia entre si e é por isso que coisas como o altruísmo e a procura da paz fazem todo o sentido dentro da cosmovisão Bíblica. Deus é Paz e Deus é Harmonia e Ele exige o mesmo daqueles que O servem em espírito e em verdade.

Se for possível, quanto estiver em vós, tende paz com todos os homens. - Romanos 12:18

Agora se Deus não existe, não há razão alguma para se buscar o bem estar social (e não apenas o bem estar pessoal). Num mundo regido pela moral darwiniana as coisas funcionam na base do "matar ou morrer" e "sobrevivência do mais forte".

Não deixa, portanto. de ser curioso ver militantes ateus virem com teorias sobre o "bem estar da humanidade" quando dentro da sua cosmovisão isso não faz sentido nenhum. Dentro do humanismo secular o "bem estar da humanidade" é definido por cada indivíduo. Não é nada que exista para além da subjectividade e emotividade humana.

sábado, fevereiro 19, 2011

Casamento é bom para saúde física e mental

Tendo isto em conta, pensemos em todas aquelas ideologias que visam destruir uma instituição que Deus instalou logo no 2º Capítulo da Bíblia. Tal é a sua importância.


Antes de dizer não ao casamento e viver como um solteiro convicto, saiba que casamentos podem ser bons para a saúde. Uma pesquisa recente mostrou que relacionamentos seguros e duradouros são bons para a saúde mental e física. E mais, os benefícios aumentam com o passar do tempo.

O estudo da Universidade Cardiff (Reino Unido) sugere que os casados vivem mais do que os solteiros em média. Os pesquisadores descobriram que as mulheres, quando casadas, têm melhor saúde mental. Já os homens de aliança têm vantagem física. O estado físico dos homens melhora provavelmente pela influência positiva da parceira no estilo de vida.

No campo mental, as mulheres ficam melhores possivelmente pela grande importância dada ao relacionamento, de acordo com os pesquisadores. Mas nem tudo são flores no mundo dos relacionamentos, o estudo menciona evidências de que relacionamentos na adolescência estão associados com sintomas depressivos. E não ache que todos os relacionamentos sejam bons para a saúde, os pesquisadores também dizem que os solteiros têm melhor saúde mental do que pessoas em relacionamentos tensos.

(Galileu)

Nota: Deus sempre sabe o que faz! Gênesis 2:24.[MB]

domingo, fevereiro 13, 2011

Presidente de organização de eutanásia recomenda o suicídio aos familiares de suicidas

Suicídio para toda gente. Não passa pela cabeça do Ludwig Minelli que as pessoas possam superar a perda de um ente familiar.

Estas são as consequências da rejeição do Criador como Fonte de Suporte e Amparo nas horas complicadas da vida.


Matthew Cullinan Hoffman
21 de outubro de 2010 (Notícias Pró-Família) — O líder da principal organização de suicídio assistido da Suíça diz que quer que familiares dos pacientes que cometem suicídio tenham também o direito de se matarem.
Ludwig Minelli, presidente da organização pró-suicídio “Dignitas”, disse para um jornal suíço numa entrevista recente que “exige-se uma mudança da lei que dê mais oportunidades aos que sofrem de demência e às suas famílias”.
“O parceiro deveria ter permissão de ter uma prescrição para essas drogas até mesmo quando não têm uma doença terminal. Em tais casos os parceiros têm muitas vezes idade similar e um não quer ficar sem o outro”, acrescentou ele.
Ludwig Minelli “não está preocupado com o fato de que muitas pessoas passam por um tempo escuro em suas vidas em que precisam ser protegidas e certamente não mortas”, disse Alex Shadenburg, da Coalizão de Prevenção à Eutanásia, que acrescentou que “Minelli se enriqueceu de forma incrível com sua clínica Dignitas. Ele sugere que os pagamentos que ele cobra são simplesmente para fornecer um serviço. Aliás, ele cobra pagamentos enormes e oferece muitos serviços adicionais por uma taxa a mais. Minelli está realmente esperando fazer mais dinheiro”.
Na Suíça, o suicídio assistido é legal para pacientes que sofrem de doenças incuráveis ou terminais. A organização de Minelli ajudou no suicídio de centenas de pessoas desde 1998.
Num caso recente, Sir Edward Downes, famoso regente de orquestra britânica, que estava sofrendo de cegueira e surdez, cometeu suicídio com a assistência da organização. Sua esposa, vítima de câncer, se juntou a ele. Minelli chamou os suicídios de uma “oportunidade maravilhosa”.
Cobertura anterior de LifeSiteNews:
Neighbors Complain Swiss Euthanasia 'Clinic' Parade of Dead Bodies Disturbing
http://www.lifesitenews.com/ldn/2006/jun/06060807.html
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/ldn/2010/oct/10102102.html
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terça-feira, fevereiro 08, 2011

Estudo revela que mulheres que abortam são mais susceptíveis de buscar ajuda psiquiátrica

Um recente estudo financiado pela organização pró-aborto "Susan Thompson Buffett Foundation" descobriu que as mulheres dinamarquesas que abortaram os seus filhos são mais susceptíveis de buscar apoio psiquiátrico pela primeira vez na vida nos meses circundantes a altura do aborto do que as mulheres que dão à luz os seus bebés.

O estudo intitulado de “Induced First-Trimester Abortion and Risk of Mental Disorder” e publicado no "New England Journal of Medicine", examinou os registos médicos da Dinamarca mantidos pelo governo, que regista incidentes de aborto e aconselhamento psiquiátrico entre a população. O estudo examina o intervalo entre 1995 e 2007.

Os autores descobriram que as mulheres que abortaram os filhos eram quase 3 vezes mais susceptíveis de buscar ajuda psiquiátrica pela primeira vez na vida durante os 9 meses antes e os 12 meses posteriores ao aborto, do que as mulheres que dão à luz os bebés.

No entanto, e apesar da leitura dos dados ser mais do que clara, os autores aborcionistas não consideram o resultado como algo que sugira um relação casual entre o aborto e a doença mental.

Numerosos outros estudos reportados pela LifeSiteNews descortinaram fortes evidências para os problemas psicológicos pós-aborto, incluindo desordem pós-traumática, depressão, e suicídio. Mas como todos sabemos, a ciência não serve para mudar a posição pró-infanticídio. Só a ideologia é que conta, e se a ciência contradiz a ideologia, então rejeita-se a ciência.

(Fonte)

terça-feira, janeiro 04, 2011

Ter amigos na igreja faz bem à saúde

OH! quão bom e quão suave é que os irmãos vivam em união!
Salmo 133:1


Vais à igreja regularmente? Tens bons amigos na congregação? Um estudo recente conclui que esses são dois factos que tornam-te mais feliz, reporta a Charisma News Online.

Quão importante é o factor amigo na igreja? Um estudo publicado na edição de Dezembro da revista American Sociological Review reportou que ir à igreja várias vezes por ano pode elevar o teu sentido de bem-estar. Isto, claro, se tens na igreja um círculo de amigos com quem tu te identificas ao nível da fé.

Chaeyoon Lim, professor assistente de Sociologia da Universidade de Wisconsin-Madison e líder do estudo com o nome de "Religion, Social Networks and Life Satisfaction", afirmou:

O nosso estudo oferece evidências convincentes que demonstram que são os aspectos sociais - e não os Teológicos ou espirituais - que conduzem à satisfação

Em particular, nós observamos que amizades construídas nas congregações religiosas são o ingrediente secreto das religiões que torna as pessoas mais felizes.

O estudo integral pode ser lido aqui.

Claro que o professor Lim não levou em conta o Fundamento que gera bem estar nas amizades cristãs. Afirmar que são os aspectos sociais e não os Teológicos ou espirituais que conduzem à satisfação é uma bonita forma de dizer "as coisas boas que advêm destas amizades nada tem a ver com Deus!" Mas isto é ilógico.

Estas amizades só existem por causa do Senhor Jesus Cristo e da espiritualidade que Ele revelou na Sua Palavra.

Não é logicamente possível separar a Teologia das consequências do exercício dessa Teologia. Se o Cristianismo promove união e se essa união melhora a nossa qualidade de vida, então isso é uma evidência muito forte para a Verdade do Cristianismo. E se a Bíblia demonstra tal conhecimento da psicologia humana, donde vem tal conhecimento? Não pode ser de pastores errantes do deserto ou pescadores sem grande educação formal.

Mas o mundo secular nada quer com evidências que confirmem o que a Bíblia diz.


Não deixando a nossa congregação, como é costume de alguns, antes admoestando-nos uns aos outros, e tanto mais, quanto vedes que se vai aproximando aquele dia
Hebreus 10:25

quarta-feira, dezembro 08, 2010

Ludwig Krippahl: O Estado Não Tem Nada Que Suportar Medidas Que Contradizem o Meu Neo-Ateísmo

O militante ateu e ávido evolucionista Ludwig Krippahl fez um post em resposta ao post que já lhe tinha sido dirigido. Depois de ler a sua "resposta" fiquei com a sensação que 1) ou o Ludwig não lê com atenção aquilo que os cristãos escrevem (o que duvido) 2) ou ele resolve forcar-se em pontos irrelevantes como forma de esconder a sua inabilidade de lidar com os factos da Medicina.

Por exemplo, na minha resposta eu escrevi:

Há vários estudos deste calibre feito por cientistas sérios, que demonstram que a religiosidade judaico-cristã produz efeitos positivos nos seus praticantes.
Depois de eu ter identificado a religiosidade (não os padres) como fonte de conforto e suporte em momentos de dificuldade, como é que o militante ateu Ludwig começa a sua épica "refutação"?
O Mats acha que o Serviço Nacional de Saúde deve pagar padres, desde que sejam cristãos.
Desafio o Ludwig a mostrar onde é que eu disse tal coisa.

Porque é que uma pessoa com formação académica resolve deturpar aquilo que é dito como forma de "refutar" o ponto alheio? Há uma explicação: o Ludwig está consciente ou inconscientemente a seguir a Regra 12 do livro "Rules for Radicals" de Saul Alinsky. Essa regra diz:

Escolhe um alvo, congela-o, personaliza-o e polariza-o. Remove toda a rede de apoio e isola o alvo de toda a simpatia. Persegue as pessoas e não as instituições; as pessoas magoam-se mais facilmente que as instituições.
O que o militante ateu está a fazer é tentar isolar e personalizar toda doutrina cristã nos padres, e refutar tudo o que o Cristianismo diz com os actos deles. Quem fôr ler o que eu disse vai ver que a palavra "padre" nem aparece no post.

O que o Ludwig não entende é que religiosidade judaico-cristã não tem que ser necessariamente praticada nos hospitais por padres. Aliás, não só nem é preciso ser uma pessoa do clero para se oferecer suporte espiritual judaico-cristão, como também não tem que ser necessariamente num hospital.

A frase inicial do post do Ludwig não faz sentido nenhum, especialmente se levarmos em conta o que já tinha sido escrito no post que originou a sua tentativa de resposta.

No entanto, o artigo que o Mats referiu omite o resultado principal do inquérito, cujo objectivo não era aferir a eficácia dos padres como medida terapêutica, como se compreende facilmente por apenas perguntar a opinião dos médicos e nem sequer mencionar padres.
Mas ninguém disse que o objectivo do estudo era o de mostrar a eficácia dos padres como medida terapêutica. Isto é mais uma fútil tentativa do missionário ateu de desvirtuar o ponto em discussão.

Os militantes ateus insurgem-se contra a comparticipação estatal em medidas de apoio espiritual aos doentes (mediante requisição dos próprios doentes) porque eles (os militantes ateus) pensam que 1) Deus não existe e 2) essas medidas não funcionam. Em resposta a isso eu listei dois textos (1, 2) onde se mostra que a espiritualidade judaico-cristã pode ajudar as pessoas a lidar com certas e determinadas situações médicas e psicológicas.

Dado isto, não se entende como é que um artigo onde NÃO se mede "a eficácia dos padres como medida terapêutica" é evidência contra um post que NÃO alega que padres são "medida terapêutica". Talvez o Ludwig possa explicar isso num próximo post.

O comunicado de imprensa da Universidade de Chicago, onde trabalha o autor, relata que o estudo mostra não haver correlação entre a religiosidade dos médicos e o tratamento de doentes desfavorecidos.
Nem tinha que mostrar, porque não era esse o ponto.
Em suma, um estudo mostrando que ser religioso não faz os médicos dedicar mais tempo aos menos favorecidos não é uma demonstração conclusiva dos efeitos terapêuticos dos padres.
Em suma, um estudo mostrando que ser religioso não faz os médicos dedicar mais tempo aos menos favorecidos não serve de evidência contra um post que não alega que ser religioso faz os médicos dedicar mais tempo aos menos favorecidos.

Os erros de lógica continuam:

Um resultado importante foi que a insistência nestes tratamentos mais agressivos, como ressuscitação e ventilação artificial, não resultou em «quaisquer diferenças na taxa de sobrevivência nem conduziu a um final de vida com mais qualidade». Essencialmente, este estudo demonstra que as pessoas mais religiosas, e com menos educação, têm mais dificuldade em lidar com estas situações extremas.
O que o Ludwig não menciona é que a evidência que ele usa de que essas pessoas tem "mais dificuldade em lidar com essa situações" é que as pessoas com fé religiosa fazem todos os possíveis para se manter em vida - não desistindo de acreditar que é possível haver curas quando o limitado conhecimento do homem chega ao fim.

Por outras palavras, os mais inclinados para o ateísmo param de lutar pela vida mais cedo, enquanto que os mais religiosos (judeus e cristãos) lutam até ao fim. Será que o Ludwig quer mesmo defender que lutar pela vida é uma "dificuldade em lidar com estas situações"?

Nós temos vários casos mundiais onde eventos que iam para além da Medicina ocorreram ("Three-year-old boy who was clinically dead for hours", "Miracle” as Baby Begins Breathing after Two Hours"). Segundo a óptica neo-ateísta do Ludwig, os médicos que lutaram até ao fim para salvar estas vidas tiveram "dificuldade em lidar com estas situações extremas".

Assim, sendo a saúde dos doentes e a boa gestão do dinheiro público mais importante do que a religião do Mats, concluo que mais vale investir em medicamentos ou outras terapias.
Ninguém ofereceu a dicotomia "ou medicamentos ou os padres". Isto é mais um falso dilema que o Ludwig levantou sem explicar porquê.
Ou mesmo na educação, que parece ser um bom substituto para a religiosidade.
Como se vê no caso dos EUA: um dos países mais cristãos do mundo é ao mesmo tempo o líder mundial da tecnologia e dos avanços científicos. Nenhum outro país na história da Humanidade ganhou mais prémios Nobel do que este pais cheio de fundamentalistas cristãos e judeus ortodoxos.

Como sempre, a realidade recusa-se a conformar com a militância ateísta.


Houve algumas coisas que o Ludwig se "esqueceu" de citar provavelmente porque citando-as, o argumento que ele não chegou a lidar ("a religiosidade judaico-cristã produz efeitos positivos nos seus praticantes") seria confirmado:
  • "More than half of physicians say religion and spirituality influence patients' health, and three in four doctors believe that religious beliefs help patients cope and provide a positive outlook, according to a new study." *
  • They found that 56% of physicians believe religion and spirituality have a significant influence on health and 54% said a supernatural being intervenes at times. *
  • 76% of doctors believe that faith helps patients to cope, 74% said it gives patients a positive state of mind and 55% said it provides emotional and practical support. *
  • Strong religious faith can help terminally ill cancer patients to better handle and cope with their disease during their last weeks of life, according to Boston scientists. **

Conclusão:

O Ludwig não chegou a lidar com o argumento principal do post que gerou a sua resposta. Ele apenas arranjou um "demónio" para atacar e limitou-se a fazê-lo. Iniciou o seu post alegando que eu acho "que o Serviço Nacional de Saúde deve pagar padres, desde que sejam cristãos" quando eu nunca disse tal coisa. Depois lidou com "a eficácia dos padres como medida terapêutica", mas ninguém alegou coisa que se pareça.

Este tipo de mentalidade é muito comum no Ludwig e nos militantes ateus. Como eles são incapazes de lidar com os dados da ciência e com o Cristianismo, eles deturpam ambas como forma de justificarem o seu ateísmo. Mas o mundo não funciona assim.

O Estado laico pode e deve comparticipar com medidas com provas dadas no que toca ao suporte espiritual dos pacientes. Como o Jairo já escreveu, a laicidade não é plataforma para a Teofobia e Cristofobia. Um Estado laico não está impedido de se associar a organizações católicas como forma de dar suporte social aos mais desfavorecidos.

O Estado laico trabalha com tudo e com todos desde que sejam para o bem da sociedade. Os militantes ateus colocam a sua ideologia maligna acima da saúde alheia. O seu ódio, raiva e desprezo a tudo o que é cristão é tão doentio que nem as idosas escapam aos seus ataques.

O militante ateu é uma pessoa doentia e socialmente perigosa como as evidências assim o confirmam. Não é de bom tom deixar que estes "revolucionários" frustrados e decadentes conduzam a maioria moral do país para aquilo que o filósofo católico Olavo de Carvalho chama de "espiral do silêncio".

Vêr também:

1. Prominent scientists show the efficacy of trust in God to treat anxiety.

2. Ludwig Krippahl diz que assistência espiritual é "uma mentira", porque sim. - Neo Ateísmo Português

3. Ludwig Krippahl e restantes Associados pela inexistência de Deus pensam ter autoridade para condenar e exigir o fim do apoio espiritual aos doentes, no SNS. - Neo Ateísmo Português

4. Psiquiatra ateísta age histericamente contra o apoio espiritual aos doentes tratados pelo SNS. - Neo Ateísmo Português

quinta-feira, novembro 25, 2010

Cavalcanti: Homossexualismo é mais perigoso que fumar

Dr. Paul Cameron, psiquiatra norte-americano, PHD, publicou estudo sobre a expectativa de vida de homossexuais [1]. Segundo ele, a típica expectativa de vida de homossexuais sugere que suas atividades são mais destrutivas do que fumar e tão perigosas quanto usar drogas.

Estudos têm demonstrado que anos de fumo encurtam a expectativa de vida do fumante de 1 a 7 anos. Mas a análise da idade de morte na Noruega e na Dinamarca para gays que estão legalmente casados sugere que se engajar em comportamento homossexual reduz a expectativa de vida em 24 anos.

Conforme frisado pelo Dr. Paul Cameron:

"Dada a grandemente reduzida expectativa de vida para homossexuais, crianças na escola deveriam ser fortemente e consistentemente avisadas sobre os perigos do homossexualismo muito mais do que de fumar. Aquelas escolas que estão introduzindo currículos pró-gay necessitam repensar suas prioridades."[2]

A preocupação da sociedade com riscos de saúde é legítima – eles impactam em nossos impostos e no perigo de todos à doença e ao dano. Porque nós temos cuidado com isso, fumantes são desencorajados de fumar por mais altos incrementos de segurança, com impostos em cigarros e com proibições de fumar em público.

Essas pressões sociais motivam muitos a abandonar tais hábitos. Elas, outrossim, encorajam não-fumantes a permanecer como não-fumantes.

Homossexuais são pessoas sexualmente problemáticas se engajando em atividades perigosas. Porque nós temos cuidado com eles e aqueles que aliciam a se juntar a eles, é importante que nós nem encorajemos nem legitimemos um tal destrutivo estilo de vida.

Enfim, se precisamos de Dia Mundial sem Tabaco, precisamos muito mais de um Dia Mundial sem Homossexualismo.


[1] http://www.lifesite.net/ldn/2007/apr/07040309.html

[2] http://www.lifesite.net/ldn/2007_docs/CameronHomosexualFootpr

quinta-feira, setembro 02, 2010

Pensar em Deus acalma os crentes e irrita os ateus

Porque um Menino nos nasceu, Um Filho se nos deu; e o principado está sobre os Seus Ombros; e o Seu Nome será: Maravilhoso, Conselheiro, Deus forte, Pai da eternidade, Príncipe da paz.
Isaías 9:6

Não admira que os ateus sejam em média mais frágeis emocionalmente e fisicamente que os cristãos. Se pensar no Único que lhes poderia dar paz emocional lhes irrita, então não há nada que os possa acalmar.
Os investigadores determinaram que pensar em Deus pode ajudar a aliviar a ansiedade associada a cometer erros. No entanto, a conclusão só é válida para pessoas que acreditam em um Deus.

Os pesquisadores mediram as ondas cerebrais de um tipo particular de reação, enquanto os participantes do estudo cometeram erros em um teste. Aqueles que tinham se preparado para o teste com pensamentos religiosos tiveram uma resposta menos proeminente a erros do que aqueles que não tiveram.

Segundo os especialistas, 80% dos humanos têm algum tipo de crença religiosa. Os psicólogos querem estudar porque as pessoas têm essas crenças, explorando como elas funcionam, e para que elas possam servir.

Com dois experimentos, os pesquisadores mostraram que quando as pessoas pensam sobre religião e Deus, seus cérebros respondem de forma diferente, de uma forma que lhes permite ter contratempos e reagirem com menos sofrimento aos erros que provoquem ansiedade.

Os participantes ou escreveram sobre religião ou realizaram uma tarefa com palavras relacionadas à religião e Deus. Em seguida, os investigadores gravaram a atividade do cérebro à medida que eles completaram uma tarefa informatizada, que foi escolhida porque tem uma alta taxa de erros.

Os resultados mostraram que quando as pessoas foram condicionadas a pensar sobre religião e Deus, consciente ou inconscientemente, isso diminuiu a atividade cerebral em áreas compatíveis com o córtex cingulado anterior (CCA). O CCA é associado com uma série de coisas, incluindo a regulação de estados corporais de excitação e alerta quando as coisas estão indo mal.

Curiosamente, os ateus reagiram de forma diferente. Quando eles se prepararam inconscientemente com ideias relacionadas a Deus, o CCA aumentou a sua atividade. Os pesquisadores sugerem que, para as pessoas religiosas, pensar em Deus pode fornecer uma maneira de ordenar o mundo e explicar eventos aparentemente aleatórios e, portanto, reduz seus sentimentos de angústia. Em contrapartida, para os ateus, os pensamentos de Deus podem contradizer os sistemas de significado que eles acreditam, e assim causar-lhes mais sofrimento.

Os psicólogos pensam que esses resultados podem ajudar a compreender algumas das conclusões interessantes sobre as pessoas que são religiosas. Por exemplo, há evidências de que pessoas religiosas vivem mais tempo e tendem a ser mais felizes e saudáveis.

Os ateus não devem se desesperar, entretanto. Os pesquisadores acham que o mesmo efeito pode ocorrer com qualquer sistema de significado que fornece estrutura e ajuda as pessoas a compreender o seu mundo. Talvez os ateus se saíssem melhor se fossem condicionados a pensar sobre suas próprias crenças. [LiveScience]

"Com a minha voz, clamei ao Senhor, Ele ouviu-me, desde o Seu santo monte (Selah). Eu me deitei e dormi; acordei, porque o Senhor me sustentou. Não terei medo de dez milhares de pessoas que se puseram contra mim ao meu redor."
Salmo 3:4-6

quinta-feira, agosto 26, 2010

Países "ateus" do norte da europa pactuam com o bestialismo

Levítico 20:15-16
Quando, também, um homem se deitar com um animal, certamente morrerá; e matareis o animal. Também a mulher que se chegar a algum animal, para ter ajuntamento com ele, aquela mulher matarás com o animal; certamente morrerão; o seu sangue é sobre eles.


Aparentemente os países que os ateus gostam de louvar como exemplo de sociedades "funcionais" apesar da sua alegada irreligiosidade, são, ao mesmo tempo, países que não só normalizaram por completo o auto-destrutivo comportamento homossexual, como também não parecem ter problemas com o sexo entre seres humanos e animais.

Na Escandinávia, onde o "casamento" homossexual é legal, o bestialismo também é legal. E porque não? Afinal, ter relações sexuais com animais não é apenas mais uma "escolha de vida"? Se calhar as pessoas que abusam tem relações sexuais com os animais já nasceram assim, e portanto não há nada a fazer senão legalizar.

Para quê proibir esta prática se as pessoas vão continuar a ter relações íntimas com os animais à mesma? O que é que vocês preferem: que as pessoas tenham sexo com estes animais em lugares sem condições ou em lugares com boas condições?

Aparentemente, na Dinamarca há um enorme mercado uma enorme procura por parte de clientes estrangeiros (especialmente da Noruega) destes bordéis para animais. Ambos os países (já tinha dito que são, segundo os bulistas, países ateus?) tem falhas nos seus sistemas legais, o que torna tais estabelecimentos perfeitamente legais. A única proibição que tanto a Dinamarca e a Noruega tem é que os animais não "sofram". Claro que isto depende da definição que cada um tem do que é "sofrer".

Através da internet nós podemos ver que os donos de animais dinamarqueses abertamente publicitam o facto de terem animais com os quais os clientes podem ter relações sexuais. Como é perfeitamente legal, segundo o jornal dinamarquês "24timer" nem a polícia nem outras instituições terminam com esta prática vergonhosa.

Durante as entrevistas feitas aos donos dos animais, foi reportado que os animais envolvidos possuem "anos de experiência" e que os animais "querem" ter sexo. Não foi dito como é que eles sabem disso, mas sendo um país com (alegadamente) maioria ateísta, eles lá sabem o que dizem.

Torunn Knævelsrud, chefe da secção dentro da "Norwegian Food Safety Authority" que analisa o bem estar dos animais, não pôde excluir a hipótese de tais bordéis serem legais na Noruega. "É difícil dizer sim ou não" afirmou a Knævelsrud ao jornal Aftenposten.

De acordo com as leis vigentes na Dinamarca e na Noruega, enquanto as necessidades básicas como comida e abrigo foram supridas, e se não houver evidência de danos físicos ou sofrimento por parte dos animais, bordéis animais são perfeitamente legais.

Knævelsrud diz ainda:

Até pode ser que os animais nem se importem, mas está presente na natureza dos casos que os animais irão frequentemente ser vítimas de lesões, stress ou sofrimento conectado aos actos sexuais com humanos. De qualquer das formas, eles ou são agarrados, ou assustados ou sofrem dores e lesões físicas.
Uma nova regulamentação por parte da "Norwegian Animal Protection Act" está em consideração, e tem havido propostas por parte da "Norwegian Animal Welfare Alliance" entre outras para que o envolvimento sexual entre humanos e animais seja proibido.
Estes actos provocam repulsa moral. A questão é se a imoralidade deveria ser ilegalizada.
Esta frase em cima encapsula tudo o que há de mau no ateísmo. Como não tem um Ponto de Referência para comportamentos morais, as sociedades secularizadas ficam sem argumento absoluto contra comportamentos claramente auto-destrutivos como a homossexualidade ou o bestialismo.

De acordo com a reportagem do jornal dinamarquês "24timer", alemães, holandeses, suecos e noruegueses visitam os bordéis, e um site dedicado ao bestialismo alega que muitos dos clientes do bordéis dinamarqueses são provenientes da Noruega.

Não sei se notaram que a lista de clientes destes bordéis contém maioritariamente pessoas provenientes de países fortemente secularizados (Holanda, Alemanha, Suécia, etc). Coincidência? Sim, deve ser. Ou talvez não.

Um agricultor que vende o sexo animal está extremamente surpreendido que as pessoas viagem para tão longe para praticar o bestialismo. Obviamente que este agricultor está surpreendido porque não sabe até onde o ser humano pode descer quando está na busca de prazeres não-naturais.

Um dono de um cavalo disse:

Os clientes dizem-nos que é muito mais simples comprar sexo animal na Dinamarca do que nos seus próprios países.

Mas...isto é tudo inocente, certo?

Um relatório do Instituto de Criminologia da Universidade de Oslo mostrou que os veterinários noruegueses estão cientes de pelo menos 124 casos de abuso de animais na Noruega. O relatório diz ainda que 22% dos veterinários noruegueses suspeitam ou estão seguros que eles já trataram animais que tinham sido vítimas de abuso sexual por parte de humanos.

Conclusão:

Há muitas coisas que poderiam ser ditas aqui (as consequências de rejeitar a Bíblia, as consequências de abrir a porta a novas definições de "casamento", o que isto pode significar na luta contra a pedofilia, etc, etc) mas acho que a história é horrível o suficiente. Eis aqui o link onde se pode ler esta notícia. Pode ser útil para se usar contra os ateus que tentem usar o argumento de que países com um forte "ateísmo orgânico" possuem uma população mais feliz e melhores níveis de vida.

Até pode ser que sim, mas nunca viagem para lá com o vosso animal de estimação.

terça-feira, agosto 24, 2010

Pensar em Deus diminui ansiedade ao se cometer erros

Especialmente dedica aos bulistas - e ateus no geral - que propagam o mito de que ateus são "mais felizes" do que cristãos.

Original

Estudo publicado na revista Psychological Science mostra que pensar em Deus reduz o estresse que as pessoas vivenciam ao cometer erros. As informações são do EurekAlert!. Os pesquisadores mediram as ondas cerebrais em uma situação específica - a reação das pessoas ao saber que cometeram erros em um teste.

Aqueles que foram preparados com pensamentos religiosos tiveram uma resposta menos proeminente do que aqueles que não os receberam. “Cerca de 85% da humanidade têm algum tipo de crença religiosa”, afirma Michael Inzlicht, que conduziu o estudo ao lado de Alexa Tullett. Ambos são da Universidade de Toronto Scarborough. Os pesquisadores mostraram que, quando as pessoas pensam em religião e em Deus, o cérebro delas responde de uma forma diferente - elas reagem com menos sofrimento e ansiedade após cometerem erros.

Antes de passar por um teste de computador com alto índice de erros, parte dos participantes tinha escrito sobre religião, ou completado um jogo de palavras-cruzadas com termos relacionados a Deus. Os exames mostraram que a actividade cerebral desses voluntários era reduzida no córtex cingulado anterior, área associada à excitação e que gera um alerta quando as coisas dão errado.

O curioso é que ateus reagiram de forma diferente: quando eram estimulados a pensar em assuntos relacionados a Deus, a actividade do córtex cingulado anterior deles aumentava. Os pesquisadores sugerem que, para pessoas religiosas, pensar em Deus pode fornecer uma maneira de ordenar o mundo e explicar eventos aparentemente aleatórios, o que reduz a angústia. Em contrapartida, para os ateus, os pensamentos sobre Deus podem contradizer o sistema de significados abraçado por eles e, assim, causar-lhes ainda mais sofrimento.

Pensar em religião traz calma quando se está em um incêndio e torna as pessoas menos angustiadas ao cometerem um erro”, diz Inzlicht.

Segundo ele, há evidência de que pessoas religiosas vivem mais tempo e tendem a ser mais felizes e saudáveis, mas ainda faltam conclusões mais precisas.

Os ateus, no entanto, não devem se desesperar. Os pesquisadores acreditam que a redução do sofrimento pode ocorrer não apenas quando se pensa na religião, mas quando se fornece qualquer tipo de estrutura para compreender o mundo. Portanto, os ateus poderiam ter se saído melhor no estudo se tivessem sido estimulados a pensar em suas próprias crenças antes de fazer o teste.

(UOL)


Nota: Mas que “crença” ateia poderia ajudar os ateus a compreender o mundo? Há questões transcendentes para as quais o pensamento naturalista/materialista não fornece nem sombra de resposta.

Essa pesquisa parece reflectir as palavras de Agostinho, quando disse que “nossos corações não repousam até que encontrem repouso em Ti”. Leia o Salmo 51 para verificar o efeito do perdão na vida de uma pessoa verdadeiramente arrependida.

Fomos criados por Deus e para Deus. Ele é um Pai de amor que quer nos dar descanso e aliviar nossos fardos de culpa (cf. Mt 11:28). Basta apenas irmos a Ele arrependidos e pedir perdão.[MB]

quarta-feira, agosto 04, 2010

Envolvimento público na vida religiosa judaico-cristã aumenta niveis de saúde

"Não deixando a nossa congregação, como é costume de alguns, antes admoestando-nos uns aos outros, e tanto mais, quanto vedes que se vai aproximando aquele dia."
Hebreus 10:25


Vários estudos já aludiram a pesquisas independentes que fazem uma ligação entre saúde e envolvimento religioso. É sempre fácil de encontrar estudos individuais que "provam" praticamente qualquer ponto de vista. Devido a isso, pesquisadores fizeram um estudo estatístico a 42 trabalhos individuais feitos desde 1977.

Os 42 estudos que foram examinados envolveram mais de 125,000 pessoas, na sua maioria Cristãos e Judeus. A análise, conduzida pela "National Institute for Healthcare Research" fez uma distinção entre actividade religiosa pública e actividade religiosa privada. Actividade religiosa pública envolveu coisas como ir à igreja ou a sinagoga e fazer voluntariado para actividades religiosas. Actividade religiosa privada incluía coisas como orar sozinho e "sentimentos internos de espiritualidade".

Embora os ateus questionem estes estudos científicos (tal como contestam todos os dados científicos que contradizem a sua fé), as pesquisas consistentemente mostram que as pessoas religiosamente envolvidas com o cristianismo e o judaísmo não só vivem mais anos de vida, como em média possuem melhores níveis de saúde.

No entanto, os pesquisadores que analisaram todos estes estudos chegaram a uma nova conclusão à medida que analisavam as diferenças entre actividade religiosa pública e actividade religiosa privada. Eles concluíram que o envolvimento religioso público, em oposição ao envolvimento privado ou a nenhum envolvimento, mostrou uma relação estatisticamente importante no que toca a melhor saúde e níveis de sobrevivência.

Por outras palavras, as pessoas que se envolviam mais profundamente com a sua igreja ou com a sua sinagoga eram pessoas com tendência a viver mais tempo e a ter melhor saúde física e psicológica do que as pessoas menos envolvidas com a sua igreja ou com a sua sinagoga.

Conclusão:

Há 2000 anos atrás o Espírito Santo falou aos cristãos e encorajou-os a não abandonar a congregação com os santos. Tal como brasas retiradas da fogueira, quando os cristãos deixam de se congregar com outros cristãos, não só começam a esfriar na fé, como também começam a perder o fogo tão necessário para sobreviver neste mundo amaldiçoado pelo pecado.

Se tu és cristão e tens o hábito de dizer que "não preciso de ir à igreja para adorar a Deus!", olha o que a ciência te diz sobre os benefícios da comunhão dos santos. Se não consideras Hebreus 10:25 com motivação suficiente para estares junto a outros cristãos, ao menos fá-lo para abençoares os outros com a tua presença, e seres abençoado (física e espiritualmente) pelas vidas de pessoas com a mesma ideologia que tu.

Oração: Obrigado Deus pelos irmãos que Tu colocaste na minha vida.



Referências: Science News, 6/3/00, p. 359, "Religious commitment linked to longer life."

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