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segunda-feira, maio 23, 2011

Motorista pedófilo abusa de menino de 7 anos

Como acontece com desproporcional frequência, o pedófilo é homossexual. Mas não esperem que isso seja reportado pelas notícias.

Um motorista de 48 anos é suspeito de ter abusado do afilhado de 7 anos no Jardim Casqueiro, em Cubatão. De acordo com o apurado, os pais notaram atitudes estranhas no menino ao voltar da casa do padrinho.

Questionado sobre o que havia ocorrido, o menino teria dito apenas não querer que a “Dindinha” soubesse, pois não queria se separar dela.

Conforme o relatado pela criança, quando ficava sozinha com o padrinho, o homem abaixava a calça da vítima e praticava abusos. Ele também teria beijado o menino na boca. O abuso teria ocorrido mais de uma vez.

O caso foi levado para a Delegacia Sede de Cubatão para ser registrado, onde foi requisitada realização de exame de corpo de delito. O caso foi encaminhado à Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) da Cidade. (*)

(*) Mais um caso emblemático de homopedofilia. A notícia não frisa que foi um homossexual que abusou de uma criança, por isso imperativo fazer isso aqui. A associação homossexualismo e pedofilia é irrefutável. Faz parte da subcultura homossexual. Pederastia é uma palavra que designa homopedofilia.

sábado, fevereiro 12, 2011

ONU legaliza pornografia infantil e prostituição

Como seria de esperar, os grupos que supostamente estavam "horrorizados" com a pedofilia dentro das igrejas (feita na sua maioria por homossexuais) estão totalmente silenciosos com os avanços que a ONU faz em torno de tornar as crianças em objectos sexuais.

Judith Reisman
Considere a recente reportagem da WND sobre recente abertura, na Escócia, da pornografia de internet para as crianças nas escolas, durante o horário de almoço, graças à Convenção dos Direitos da Criança da ONU, atualmente não-ratificada pelos reprimidos EUA.
Os “direitos da criança” da ONU incluem o condicionamento das crianças à prostituição e pornografia “consensual” e o “direito” de ser usada por qualquer canalha que elas “escolham.” Os pais que protestarem correm o risco de serem presos ou tachados de loucos.
Embora a Convenção dos Direitos da Criança da ONU, de 2010, evite a linguagem incendiária dos últimos anos, empregam-se os mesmos dispositivos de comercialização sexual de crianças.
“Artigo 1 (Definição de criança): A Convenção define ‘criança’ como uma pessoa abaixo da idade de 18 anos, a menos que as leis de um país em particular estabeleçam uma idade legal adulta inferior a essa”. Isso permite deliberadamente que qualquer idade seja redefinida como adulta.
Tradução: Países com prostituição ou pornografia legais e “idade adulta” inferior podem comercializar prostituição/pornografia infantil. Os autores dos “direitos” sabem que a idade adulta pode se tornar qualquer idade, dependendo da idade do(s) parceiro(s). A idade de consentimento da Espanha hoje é de 13 anos, a pornografia legal e a prostituição legal, na prática.
O artigo 17 diz: “(Acesso a informação; mídia de massa): As crianças têm o direito de obter informações que sejam importantes para sua saúde e bem-estar…”
Muito material internacional pornográfico e material fraudulento da Federação Internacional de Planejamento Familiar [a maior rede mundial de abortos] travestido de educação sexual e prevenção à AIDS é considerado bom para a “saúde e bem-estar” das crianças. Da mesma forma, “livros para crianças” mentem e violam sexualmente a criança leitora.
O Artigo 13 é a lei de acesso à pornografia: “A criança terá o direito à liberdade de expressão… a receber e compartilhar informação e ideias de todos os tipos, independentemente de fronteiras, seja oralmente, por escrito ou por via impressa, na forma de arte ou através de qualquer outra mídia da escolha da criança.”
Então, um educador pedófilo escocês organiza o acesso a “todas” as mídias para qualquer idade, de 1 a 18 anos. Livre “expressão... independentemente de fronteiras, seja oralmente, por escrito ou por via impressa, na forma de arte ou através de qualquer outra mídia da escolha da criança” é uma escolha da criança.
O artigo 15 às crianças de qualquer idade a “liberdade de associação e reunião pacífica. Nenhuma restrição pode ser colocada no exercício desses direitos” se eles forem legais e não violarem a segurança pública, etc. É ilegal aos pais impedirem as crianças de más ações, etc. Bilhões podem ser ganhos por meio destes artigos “de proteção” à criança.
Artigo 16: autoriza a prisão dos pais que interferirem nas atividades de um cafetão, pois as crianças estão protegidas contra “toda interferência arbitrária ou ilegal em sua privacidade… honra ou reputação.”
O artigo 24 prevê os serviços e a educação sobre o planejamento familiar como “serviço de saúde,” “abolindo práticas tradicionais prejudiciais à saúde das crianças.”
Tradução: a contracepção infantil, vacinação compulsória contra doenças venéreas e aborto como “proteções” infantis em documentos internacionais de assistência.
Nenhum dos “direitos” identifica imagens sexuais explícitas como “materiais que poderiam prejudicar as crianças.”
Por que será que os que trabalham para o UNICEF são sempre pintados como mocinhos? Na edição de primavera de 1991 do Journal of Pedophilia [Revista de Pedofilia], o autor lamenta o diretor belga do UNICEF tenha sido condenado pelo estupro, tortura, prostituição e pornografia na área de laboratórios da ONU que fica no subsolo da ONU. Os pedófilos protestaram, alegando que “Desde o caso Dutroux [UNICEF] na Bélgica, a televisão e os jornais estão cheios de notícias sobre pedofilia de um modo pejorativo e negativo.”
Puxa, não os jornais americanos. Embora a condenação de um notório grupo de pedófilos que regularmente abusava sexualmente de crianças no porão do escritório central do UNICEF seja de interesse significativo para os americanos, nem o UNICEF nem a imprensa americana acharam isso uma notícia digna de se noticiar, protegendo a imagem e a renda da UNICEF.
O UNICEF fornece nutrição básica, água potável, serviço sanitário, serviços emergenciais e instrução fundamental. Entretanto, os “direitos sexuais das crianças” do UNICEF significam que a raposa está guardando o galinheiro e comendo bem.
A Dra. Judith Reisman trabalhava como especialista em abuso sexual infantil e crimes envolvendo pornografia a serviço do Departamento de Justiça, Justiça Juvenil e Prevenção da Delinquência dos Estados Unidos, e autora de vários livros, o mais novo dos quais é: “Sexual Sabotage: How One Mad Scientist Unleashed a Plague of Corruption and Contagion on America.” [Sabotagem sexual: como um cientista louco desencadeou uma praga de corrupção e contágio na América]. Mais informações estão disponíveis no seu site.
Artigo original: WND.
Tradução do blog DEXTRA, feita por recomendação e a pedido de Julio Severo.
Divulgação: www.juliosevero.com

sexta-feira, fevereiro 11, 2011

Militante ateu defendeu inocência de pedófilo

Como sempre acontece, os militantes ateus só se importam com a pedofilia quando esta é feita por homossexuais dentro das igrejas. Quando os mesmos homossexuais abusam crianças fora das igrejas, então os militantes ateus já não tem problemas com isso.

Por isso é que desde o princípio se viu que toda a indignação contra os abusos a crianças católicas por parte de padres homossexuais era uma fachada. Os militantes não se preocupam com as crianças; eles usam-nas como forma de atacar o Cristianismo.



Asa Heuser, ativista do ateísmo que está envolvida nos principais movimentos de ateísmo e secularismo em nosso país, em movimentos como o UNA, a Liga Humanista Secular, a Atea, entre outros, e que em 2009 foi desmascarada aqui neste blog por ter se amasiado com um pedófilo, mas que até ali não havia sido formalmente condenado, e por ter se simulado luterana para seu marido auferir clientela como veterinário, conforme reportagem da Veja, defendeu a inocência do pedófilo Haroldo Galves, mesmo depois de sua condenação em primeira instância.

Neste print abaixo, retirado tempos atrás de uma comunidade do orkut contra a pedofilia, Asa Heuser defende a inocência de Haroldo Galves, que acabou tendo sua condenação confirmada semana passada pelo crime de pornografia infantil:


clique para ampliar

Se a situação de Asa já era ruim, piorou agora que Haroldo teve sua pena confirmada e publicada no site do Tribunal de Justiça. Asa está envolvida até o pescoço com o movimento ateu, e sua conduta no orkut simplesmente a desmoraliza não somente enquanto pessoa - que não é o objetivo deste blogueiro - mas a desmoraliza enquanto líder de movimentos ateus, contra o que devemos resistir bravamente, e cujo intuito é tão somente destruir os fundamentos cristãos de nossa sociedade e substituí-los por uma volúvel moral secular.

Esses líderes ateus gostam muito de condenar a pedofilia da seita do Vaticano II, mas não olham para seu próprio umbigo.

É importante divulgar esta postagem a fim de demonstrar como o movimento ateu não desfruta de qualquer idoneidade e credibilidade, já que suas lideranças se envolvem sentimentalmente com pedófilos, defendendo-os descaradamente, sem o menor pudor.

quarta-feira, fevereiro 09, 2011

O monstro conhecido como Kinsey

Mais um ídolo dos esquerdistas exposto como uma pessoa cruel e maligna.

Joseph Farah
Há quase quarenta anos, os EUA ficaram chocados com a notícia de que pesquisadores recrutaram centenas de agricultores negros com sífilis, prometendo a eles comida de graça, consultas médicas gratuitas e enterros gratuitos, mas sem lhes contar que eles tinham a doença sexualmente transmissível e sem tratá-los dela.

E há apenas duas semanas atrás, tanto Barack Obama quanto Hillary Clinton se desculparam em nome do governo americano por “experiências científicas” durante a década de 1940, quando centenas de pessoas na Guatemala foram intencionalmente infectadas com sífilis.

Elas foram todas usadas como cobaias humanas para rastrear a linha de progressão natural da doença.
Será que os EUA ficarão igualmente chocados em saber que um dos mais famosos e influentes pesquisadores da história moderna conduziu e patrocinou experiências com centenas de crianças novas, até bebês, que incluíam estupros? Parece inacreditável demais para ser verdade. Entretanto, está completamente documentado — e agora, uma sobrevivente idosa deste horror apareceu para contar sua história.
Em uma série de reportagens-denúncia sendo publicadas agora na WND, “Esther White,” pseudônimo de uma mulher agora na faixa dos 70 anos e vivendo na Califórnia, conta como, quando ela tinha 7 anos, o celebrado pesquisador sexual Alfred Kinsey encorajou seu pai — chegando a pagá-lo — para estuprá-la frequentemente em busca de “dados” que pudessem ser usados em seus best-sellers internacionais, “Sexual Behavior of the Human Male” [Comportamento Sexual no Macho Humano] e “Sexual Behavior in the Human Female” ]Comportamento Sexual na Fêmea Humana]
Embora o Instituto Kinsey tenha assegurado que a pesquisa usada nessas obras tenha sido elaborada a partir de entrevistas com pedófilos a respeito de suas atividades passadas, a nova acusação de uma vítima das experiências aterrorizantes de Kinsey revela que ele esteve ativamente envolvido na prática de crimes horríveis e monstruosos contra crianças — crimes que até hoje são um trauma constante nos que ainda estão vivos.
Esses crimes já seriam bastante chocantes se tivessem ocorrido em um vácuo social. Mas não. A pesquisa de Kinsey moldou em grande parte as concepções dos EUA a respeito de sexo desde que sua obra foi publicada, décadas atrás. Foi a fagulha que desencadeou a revolução da década de 1960, levando ao aborto a pedido, à agenda radical feminista, ao relaxamento das restrições contra a pornografia, às modernas leis de divórcio e às reivindicações homossexuais por parte do assim chamado movimento por “direitos gays”, que estão redefinindo radicalmente o casamento, a mais velha instituição no planeta.
Foi esta “pesquisa” bárbara há uma geração atrás que levou diretamente à violência sexual contra uma nova geração nas salas de aula das escolas públicas de todos os EUA, hoje em dia, nas quais a inocência é estilhaçada com aulas sobre como praticar sexo oral, a sodomia e o coito sem a mais leve preocupação com o impacto social, emocional e psicológico sobre as crianças pequenas.
Quase 70 anos após ter sido estuprada repetidas vezes por seu próprio pai sob as ordens de Kinsey, a vítima está desabafando, na esperança de levar o Congresso a investigar as “pesquisa” de Kinsey.
Não importa o ângulo sob o qual sejam encarados, os crimes de Kinsey foram mais graves e tiverem maior impacto sobre nossa sociedade do que qualquer coisa que ocorreu nas chocantes experiências de sífilis entre negros de Tuskegee.
O que Kinsey perpetrou foi a tortura de crianças — até de bebês.
Essas vítimas merecem ser ouvidas com muita atenção. É hora de uma nação que trocou suas opiniões sobre a moralidade sexual em grande parte devido às mentiras de Kinsey fazer um reexame rigoroso de sua metodologia e sua agenda bizarra.
Esse homem não foi um pesquisador. Ele foi um monstro.
A vítima nas matérias da WND — cujos estupros em série foram tratados como “pesquisa” por Kinsey e sua equipe — descreve o mais famoso cientista sexual da história como “louco,” “malévolo” e “encarnação de Satanás.”
Confirmando que seu pai e seu avô foram pagos por Kinsey e que Kinsey estava perfeitamente ciente do que estava sendo feito com ela, a vítima, hoje idosa, descreve como seu pai chegou a usar um cronômetro enquanto abusava sexualmente dela e também filmou algumas das sessões e mandou os vídeos caseiros para Kinsey. Ela também presenciou Kinsey entregando um cheque a seu avô.
“Eu acho que as experiências feitas com financiamento do governo são um problema que continua,” diz a vítima à WND. “Foi o que ocorreu com Kinsey. Experiências científicas. Eles não se importavam com as pessoas, eles se importavam somente com as estatísticas.”
Ajude a divulgar esses fatos — antes que mais crianças sejam vítimas da “pesquisa” de Kinsey.
Joseph Farah é fundador, editor e diretor de WND e colunista filiado ao Creators Syndicate. Ele é autor ou co-autor de 13 livros, incluindo o seu mais recente, “The Tea Party Manifesto: A Vision for an American Rebirth” [O Manifesto do Movimento Tea Party: Visão de um Renascimento Americano] e seu clássico, “Taking America Back: A Radical Plan to Revive Freedom, Morality and Justice” [Resgatando os EUA: Um Plano Radical para Reviver a Liberdade, a Moralidade e a Justiça] agora em sua terceira edição e com 14 reimpressões. Farah é ex-editor do lendário Sacramento Union e outros dos maiores jornais diários no mercado.
Artigo original: WND.
Tradução do blog DEXTRA, feita por recomendação e a pedido de Julio Severo.
Divulgação: www.juliosevero.com

segunda-feira, fevereiro 07, 2011

Olavo: Segundo a História, só o Cristianismo combateu a pedofilia

Olavo de Carvalho

O Globo, 27 de abril de 2002

Na Grécia e no Império Romano, o uso de menores para a satisfação sexual de adultos foi um costume tolerado e até prezado. Na China, castrar meninos para vendê-los a ricos pederastas foi um comércio legítimo durante milênios. No mundo islâmico, a rígida moral que ordena as relações entre homens e mulheres foi não raro compensada pela tolerância para com a pedofilia homossexual. Em alguns países isso durou até pelo menos o começo do século XX, fazendo da Argélia, por exemplo, um jardim das delícias para os viajantes depravados (leiam as memórias de André Gide, “Si le grain ne meurt”).

Por toda parte onde a prática da pedofilia recuou, foi a influência do cristianismo — e praticamente ela só — que libertou as crianças desse jugo temível.

Mas isso teve um preço. É como se uma corrente subterrânea de ódio e ressentimento atravessasse dois milênios de história, aguardando o momento da vingança. Esse momento chegou.

O movimento de indução à pedofilia começa quando Sigmund Freud cria uma versão caricaturalmente erotizada dos primeiros anos da vida humana, versão que com a maior facilidade é absorvida pela cultura do século. Desde então a vida familiar surge cada vez mais, no imaginário ocidental, como uma panela-de-pressão de desejos recalcados. No cinema e na literatura, as crianças parecem que nada mais têm a fazer do que espionar a vida sexual de seus pais pelo buraco da fechadura ou entregar-se elas próprias aos mais assombrosos jogos eróticos.

O potencial politicamente explosivo da idéia é logo aproveitado por Wilhelm Reich, psiquiatra comunista que organiza na Alemanha um movimento pela “libertação sexual da juventude”, depois transferido para os EUA, onde virá a constituir talvez a principal idéia-força das rebeliões de estudantes na década de 60.

Enquanto isso, o Relatório Kinsey, que hoje sabemos ter sido uma fraude em toda a linha, demole a imagem de respeitabilidade dos pais, mostrando-os às novas gerações como hipócritas sexualmente doentes ou libertinos enrustidos.

O advento da pílula e da camisinha, que os governos passam a distribuir alegremente nas escolas, soa como o toque de liberação geral do erotismo infanto-juvenil. Desde então a erotização da infância e da adolescência se expande dos círculos acadêmicos e literários para a cultura das classes média e baixa, por meio de uma infinidade de filmes, programas de TV, “grupos de encontro”, cursos de aconselhamento familiar, anúncios, o diabo. A educação sexual nas escolas torna-se uma indução direta de crianças e jovens à prática de tudo o que viram no cinema e na TV.

Mas até aí a legitimação da pedofilia aparece apenas insinuada, de contrabando no meio de reivindicações gerais que a envolvem como conseqüência implícita.

Em 1981, no entanto, a “Time” noticia que argumentos pró-pedofilia estão ganhando popularidade entre conselheiros sexuais. Larry Constantine, um terapeuta de família, proclama que as crianças “têm o direito de expressar-se sexualmente, o que significa que podem ter ou não ter contatos sexuais com pessoas mais velhas”. Um dos autores do Relatório Kinsey, Wardell Pomeroy, pontifica que o incesto “pode às vezes ser benéfico”.

A pretexto de combater a discriminação, representantes do movimento gay são autorizados a ensinar nas escolas infantis os benefícios da prática homossexual. Quem quer que se oponha a eles é estigmatizado, perseguido, demitido. Num livro elogiado por J. Elders, ex-ministro da Saúde dos EUA (surgeon general — aquele mesmo que faz advertências apocalípticas contra os cigarros), a jornalista Judith Levine afirma que os pedófilos são inofensivos e que a relação sexual de um menino com um sacerdote pode ser até uma coisa benéfica. Perigosos mesmo, diz Levine, são os pais, que projetam “seus medos e seu próprio desejo de carne infantil no mítico molestador de crianças”.

Organizações feministas ajudam a desarmar as crianças contra os pedófilos e armá-las contra a família, divulgando a teoria monstruosa de um psiquiatra argentino segundo a qual pelo menos uma entre cada quatro meninas é estuprada pelo próprio pai.

A consagração mais alta da pedofilia vem num número de 1998 do “Psychological Bulletin”, órgão da American Psychological Association. A revista afirma que abusos sexuais na infância “não causam dano intenso de maneira pervasiva”, e ainda recomenda que o termo pedofilia, “carregado de conotações negativas”, seja trocado para “intimidade intergeracional”.

Seria impensável que tão vasta revolução mental, alastrando-se por toda a sociedade, poupasse miraculosamente uma parte especial do público: os padres e seminaristas. No caso destes somou-se à pressão de fora um estímulo especial, bem calculado para agir desde dentro. Num livro recente, “Goodbye, good men”, o repórter americano Michael S. Rose mostra que há três décadas organizações gays dos EUA vêm colocando gente sua nos departamentos de psicologia dos seminários para dificultar a entrada de postulantes vocacionalmente dotados e forçar o ingresso maciço de homossexuais no clero. Nos principais seminários a propaganda do homossexualismo tornou-se ostensiva e estudantes heterossexuais foram forçados por seus superiores a submeter-se a condutas homossexuais.

Acuados e sabotados, confundidos e induzidos, é fatal mais dia menos dia muitos padres e seminaristas acabem cedendo à geral gandaia infanto-juvenil. E, quando isso acontece, todos os porta-vozes da moderna cultura “liberada”, todo o establishment “progressista”, toda a mídia “avançada”, todas as forças, enfim, que ao longo de cem anos foram despojando as crianças da aura protetora do cristianismo para entregá-las à cobiça de adultos perversos, repentinamente se rejubilam, porque encontraram um inocente sobre o qual lançar suas culpas. Cem anos de cultura pedófila, de repente, estão absolvidos, limpos, resgatados ante o Altíssimo: o único culpado de tudo é... o celibato clerical! A cristandade vai agora pagar por todo o mal que ela os impediu de fazer.

Não tenham dúvida: a Igreja é acusada e humilhada porque está inocente. Seus detratores a acusam porque são eles próprios os culpados. Nunca a teoria de René Girard, da perseguição ao bode expiatório como expediente para a restauração da unidade ilusória de uma coletividade em crise, encontrou confirmação tão patente, tão óbvia, tão universal e simultânea.

Quem quer que não perceba isso, neste momento, está divorciado da sua própria consciência. Tem olhos mas não vê, tem ouvidos mas não ouve.

Mas a própria Igreja, se em vez de denunciar seus atacantes preferir curvar-se ante eles num grotesco ato de contrição, sacrificando pro forma uns quantos padres pedófilos para não ter de enfrentar as forças que os injetaram nela como um vírus, terá feito sua escolha mais desastrosa dos últimos dois milênios.

sexta-feira, fevereiro 04, 2011

Organização que promove aborto pactua com abuso de menores

quarta-feira, janeiro 26, 2011

Uma mulher, duas crianças e um cão

Parece o princípio duma anedota, mas o que se vai reportar não tem nada de cómico.

Chegamos a mais um marco histórico na nossa marcha para a diversidade sexual. Claro que "diversidade sexual" é apenas um eufemismo para a queda da moralidade até as profundezas do inferno.

Krystal Violet Norby, mulher de 25 anos e proveniente de Minnesota foi presa por ter alegadamente tirado fotos dela mesma enquanto tinha relações sexuais com duas crianças e um cão.

De acordo com as notícias provenientes do escritório do Xerife do Município de Chisago*, os detectives começaram a investigação depois de uma unidade da "Child Exploitation" de Toronto (Canada) os ter notificado de um caso de abuso que eles haviam descoberto através de uma rede de partilha de ficheiros. Esta rede é conhecida pela rapidez na partilha da pornografia infantil.
(* É mesmo assim. Não é um erro da palavra "Chicago")

Infelizmente para a Norby, a sociedade ainda não normalizou a pedofilia e o bestialismo, portanto ainda há por aí muita pedofobia e muita bestialismofobia. Mas pode ser que quando ela sair da prisão, a sua "orientação sexual" ("imutável" como a homossexualidade, naturalmente) já faça parte do leque de comportamentos sexuais socialmente aceites.

O país irmão já tem programas como "Brasil sem homofobia" portanto pode ser que mais tarde os EUA comecem com "EUA sem pedofobia" ou "EUA sem bestialismofobia".

Krystal-Violet-Norby.jpg
Krystal Violet Norby*, pioneira social.
Demasiado avançada para o nosso tempo.

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Seria interessante ver que tipo de argumentos os esquerdistas usariam contra a senhorita Norby. Provavelmente seriam coisas deste tipo:

  • "Isto está errado porque as crianças sofrem."

Não sabemos a idade das crianças, mas vamos assumir que sim. E depois? Alguns ateus usam o argumento de que a homossexualidade deve ser normal porque acontece entre os animais. Ora, também acontece entre os animais os membros com mais idade alimentarem-se dos mais novos, e, segundo já li, abusarem sexualmente membros mais novos (alguns golfinhos fazem isto). Ser morto ou ser abusado sexualmente causa sofrimento, mas é "natural". Uma vez que "acontece entre os animais", deve ser normal, mesmo que cause "sofrimento" aos mais novos, certo?

Além disso, quem disse que o "sofrimento" é a base para classificar comportamentos? Porque não o prazer ou a satisfação? Sem Deus, não há forma de justificar uma sobre a outra.

  • "Os cães não consentem sexo com os humanos, portanto, não está certo."

As gazelas também não consentem que sejam devoradas pelos leões, mas acontece., Se acontece, então é normal (lógica esquerdista). Mais uma vez, a validade do "consentimento" é algo que não é possível de se justificar dentro da cosmovisão anti-cristã.

Conclusão:

Notícias deste tipo são coisas que nos deixam horrorizados porque crescemos numa cultura (ainda) judaico-cristã - onde há regras clinicamente e socialmente saudáveis para o comportamento sexual. Mas uma vez que a elite mundial declarou guerra à moral judaico-cristã, o que a sra Norby fez vai ser "normalizado" mais cedo ou mais tarde.

A Palavra de Deus diz:

O que foi, isso é o que há-de ser; e o que se fez, isso se tornará a fazer: de modo que nada há novo debaixo do sol.
ECLESIASTES 1:9
Todos estas novas aberrações sexuais que nós temos vindo a notar nos últimos anos (homossexualidade, bestialismo, promoção da pedofilia por parte de órgãos mundiais) só são "novas" para nós, uma vez que elas são bem antigas. Precisamente devido a coisas como estas (adicionadas ao ocultismo) é que o Senhor destruiu as nações que viviam na Terra de Israel, e mais tarde destruiu o Reino de Judá (enviando os Judeus para o cativeiro da Babilónia).
Quando, pois, o Senhor, teu Deus, os lançar fora de diante de ti, não fales no teu coração, dizendo: Por causa da minha justiça é que o Senhor me trouxe a esta terra, para a possuir; porque pela impiedade destas nações é que o Senhor as lança fora diante de ti.
Não é por causa da tua justiça, nem pela rectidão do teu coração, que entras a possuir a sua terra, mas pela impiedade destas nações o Senhor, teu Deus, as lança fora de diante de ti; e para confirmar a palavra que o Senhor, teu Deus, jurou aos teus pais, Abraão, Isaac e Jacob.
Deuteronómio 9:4-5
Se Deus lidou com estas nações (e com Israel) destruindo os seus reinos, o que é que nos faz pensar que Deus não fará o mesmo com as sociedades "modernas"? Será que o Deus que hoje temos é diferente do Deus de há 3,500 anos ou há 2,500 anos?
Porque eu, o Senhor, não mudo; por isso vós, ó filhos de Jacob, não sois consumidos.
Malaquias 3:6
Bem, aparentemente não; o Deus de hoje é o Mesmo de há 3,500 anos atrás. Isto indica que o Julgamento de Deus sobre a impiedade das nações não deve tardar muito.
"Eis que visitarei sobre vós a maldade das vossas acções", diz o Senhor.
Jeremias 23:2

* É impressão minha ou esta mulher parece a rapariga do filme "O Exorcista" ?

domingo, janeiro 16, 2011

Órgão da ONU promove educação sexual a partir do nascimento

Não há tempo a perder. Há que indoutrinar as crianças antes que elas se apercebam da nojeira que vai na ONU.
Dr. Terrence McKeegan
NOVA IORQUE, EUA, 4 de novembro de 2010 (C-FAM/Notícias Pró-Família) — “Nunca é cedo demais para começar a falar sobre assuntos sexuais para crianças”, diz guia lançado pela Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (UNESCO).
Outrora muito respeitada por sua independência e integridade, a UNESCO agora trabalha em parceria com o Conselho de Educação e Informações sobre Sexualidade dos EUA (cuja sigla em inglês é SIECUS), braço educacional do polêmico Instituto Kinsey.
Em setembro passado, uma torrente de críticas saudou o novo guia da UNESCO sobre educação sexual por promover o aborto legal e masturbação para crianças até de cinco anos.
Ensinar a masturbação a crianças de 5 anos?!!
A intensidade das objeções forçou a agência a remover o guia, apenas para de modo discreto relançar um novo guia em dezembro.
A UNESCO reconhece que um ex-diretor do SIECUS é um dos principais autores de seu guia sexual. O guia é citado oficialmente como modelo de educação sexual apropriada conforme a idade num novo relatório da ONU sobre direitos educacionais que foi veementemente denunciado por membros da ONU na semana passada.
A UNESCO removeu alguns trechos que continham linguagem mais explícita no guia revisado, mas manteve um apêndice com “princípios orientadores” que inclui um currículo de educação sexual inspirado por Kinsey para crianças a partir do nascimento até os cinco anos de idade. Esse currículo instrui os pais a dar para crianças novas bonecas com órgãos sexuais para brincarem, informá-las acerca de relacionamentos sexuais diversos e apoiarem a masturbação.
“Se uma criança está tocando a área genital em particular, ignore a conduta”, sugere o currículo. Com relação à identidade de gênero e orientação sexual, o currículo avisa os pais que a insistência em reforçar identidades sexuais tradicionais impedirá o desenvolvimento de seus filhos. “Confusão sobre essas questões e medo da homossexualidade (homofobia) têm feito com que muitos pais e outros adultos limitem o modo como meninas e meninos se expressam”.
Portanto, se um pai ensina os seus filhos que a conduta sexual normal é a heterossexual, isso é, de acordo com a UNESCO, "homofobia". Ensinar a normalidade vai passar a ser um crime punível pela lei!
Um currículo modelo incluído no guia da UNESCO orienta os instrutores que eles têm de evitar moralizações, pois não há certo e errado no debate sobre valores. Em outro currículo, os autores comentam uma contradição ao tratar de “enfoque e atitudes religiosas ao lidar [sexo] e enfoque e atitudes baseadas em direitos”. Contudo, outro currículo examina o desenvolvimento sexual de crianças novas, observando que desde o nascimento até a idade de dois anos as crianças podem “experimentar prazer genital”, e com a idade de três podem se envolver em “brincadeiras sexuais”.
O infame sexólogo Alfred Kinsey fundou seu instituto na Universidade de Indiana. Kinsey alcançou proeminência nas décadas de 1940 e 1950 por seu trabalho de documentar as condutas sexuais humanas. Os críticos acusaram Kinsey de promover a pedofilia, apontando para suas pesquisas que documentavam adultos fazendo com que crianças e bebês tivessem orgasmo. O Instituto Kinsey criou o SIECUS em 1964 como seu braço educacional. Seu primeiro diretor foi a Dra. Mary Calderone, ex-diretora médica da Federação de Planejamento Familiar [a maior rede de aborto dos EUA].
Um recente relatório do governo revelou que SIECUS recebeu $1,6 milhões de dólares em verbas federais entre 2002 e 2009.
No mês passado, um grupo de trabalho da UNESCO lançou um relatório que pede que a proibição da ONU à clonagem humana seja reavaliada. O grupo propôs que apenas a clonagem terapêutica deva ser proibida, o que permitira apoio para as pesquisas envolvendo outros tipos de clonagem.
Este artigo foi publicado com a permissão de www.c-fam.org
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/ldn/2010/nov/10110405.html

segunda-feira, janeiro 10, 2011

Mais um caso de homopedofilia em shopping de SP

Mais um gritante caso de homofobia e ...e....

Ah, não. Espera lá. Acho que me enganei.

SÃO PAULO - Um jovem de 18 anos foi preso no cinema de um shopping do bairro Lauzane Paulista, na Zona Norte de São Paulo, acusado de beijar um garoto de 13 anos. O caso aconteceu na noite de quarta-feira, por volta de 20 horas. De acordo com boletim de ocorrência registrado no 13° Distrito Policial, Casa Verde, a gerente do cinema contou que viu o rapaz e o adolescente abraçados na lanchonete do cinema. Ela disse que ficou com receio de que o maior de idade estivesse acariciando o menor.

De acordo com o boletim, a gerente disse que, em seguida, viu os dois se beijando e chamou um segurança do shopping para que ambos fossem levados até o Serviço de Atendimento ao Consumidor (SAC). A gerente disse que os pais dos jovens seriam chamados. O segurança também chamou a Polícia Militar, que prendeu o rapaz de 18 anos sob acusação de estupro de vulnerável. Pela lei, menores de 14 anos ainda não respondem por seus atos. O jovem foi levado para o 13º DP.

Para a polícia, o jovem de 18 anos contou que conheceu o adolescente de 13 pela internet. Eles haviam marcado um encontro no shopping para se conhecerem. O adolescente menor disse aos policiais que beijou o jovem de 18 anos por vontade própria. Mesmo assim, o rapaz foi preso sob acusação de estupro de vulnerável.

A assessoria de imprensa da Secretaria da Segurança Pública de São Paulo informou que o jovem de 18 anos continuava detido no 13º DP até o início desta tarde e será transferido para a carceragem do 72º DP, na Vila Penteado. O caso será investigado pelo 38º DP, na Vila Amália. (*)

(*) Embora muitos homossexuais neguem, fato é que a pedofilia é parte integrante da cultura homossexual. Os líderes de movimentos pedófilos são homossexuais. Os casos de pedofilia mais incidentes proporcionalmente envolvem homossexuais. São Paulo, então, virou a capital nacional do homossexualismo e da pedofilia. Os shoppings da "Nova Sodoma" estão repletos de homens maduros aliciando garotinhos.
Claro que qualquer pessoa minimamente preocupada não teria dificuldade em encontrar razões para a desproporcional presença de homossexuais nos casos de pedofilia. Mas esta "verdade inconveniente" não interessa aos esquerdistas que controlam os estabelecimentos de ensino, órgãos de informação, museus, e tudo mais.

segunda-feira, janeiro 03, 2011

Advogado: Se a homossexualidade é legal, porque não o incesto?

Depois da normalização do incesto, a próxima fronteira vai ser a pedofilia. Se a homossexualidade e o incesto são aceitáveis (para alguns), porque não a pedofilia? Há pessoas que conseguem saber quando um animal aceita sexo com um adulto, portanto não deve ser difícil para eles alegarem que sexo "consentido" com crianças é "normal".

Portanto, temos aqui os resultados do abandono da moral cristã na sexualidade: homens a enfiar os seus apêndices genitais em orifícios feitos para expelir excremento e gases intestinais, sexo "consentido" com animais, sexo com pessoas da mesma família, sexo "consentido" com crianças, etc, etc, etc..

Sem dúvida que as sociedades pós-cristãos vão ser um bastião moralidade.

Matthew Cullinan Hoffman

17 de dezembro de 2010 (Notícias Pró-Família) — O advogado de David Epstein, um professor da Universidade de Columbia acusado de incesto com sua filha adulta, está defendendo o sexo entre membros de família ao apelar para os “direitos” homossexuais como precedente.
Matthew Galluzzo, advogado de Epstein, disse para o noticiário ABC News que “os homossexuais têm liberdade para fazer o que quiserem em seu próprio lar. Como é que isso é tão diferente? Temos de tentar entender o motivo por que certas condutas são toleradas e outras não”.
“O que acontece em privado entre adultos que consentem não deveria ser legislado. Essa não é a esfera apropriada da nossa lei”, Galluzo disse para o site noticioso Huffington Post, que publica os artigos de Epstein. “Se presumirmos por um momento que ambas as partes deram seu consentimento, então por que estamos processando isso?”
“Academicamente, é óbvio que estamos, em termos morais, completamente opostos ao incesto, e com muita razão”, Galluzzo declarou em sua entrevista a ABC. “Ao mesmo tempo, há um argumento para se fazer no caso suíço de não se incomodar o que ocorre na privacidade dos quartos de dormir”.
Galluzzo estava se referindo a uma iniciativa legislativa suíça de legalizar o incesto entre adultos que consentem, uma medida que não foi aprovada e, de acordo com a imprensa, tem a rejeição de 60% dos cidadãos suíços.
A professora Joanna L. Grossman, numa entrevista a ABC News, apontou para a redação da decisão de 2003 do Supremo Tribunal derrubando as leis contra a sodomia. A decisão, disse Grossman, indicou que o governo não pode proibir “conduta íntima ou sexual privada e consensual que não envolve menores de idade ou coerção”. As mesmas palavras, por consequência lógica, tornariam o incesto legal.
Galluzzo nega que a filha de Epstein, que tinha 21 anos quando o relacionamento aparentemente começou, seja vítima. Embora tenha insistido em que as acusações são “apenas alegações” e sem provas, Galluzzo afirma que a filha de Epstein poderia “melhor ser descrita como cúmplice”.
Artigos relacionados:

terça-feira, dezembro 28, 2010

Pastor evangélico criacionista acusado de violar dezenas de criança

Estes pastores evangélicos são sempre os mesmos! A notícia informa-nos:
Um funcionário homossexual de creche foi acusado de abusar sexualmente de dezenas de crianças que estavam sob sua responsabilidade.
Espera lá... Homossexual? Creche? Abuso sexual? Dezenas de crianças? Afinal não foi um pastor evangélico? Não foi um criacionista? Bolas, pá.

Bem, na verdade são sempre os mesmos a liderar o movimento pedófilo, mas os esquerdistas que controlam os órgãos de informação não parecem motivados em investigar a ligação que há entre a pedofilia e a homossexualidade.

Deve haver alguma razão para os homossexuais estarem desproporcionalmente representados nos casos de pedofilia.

Matthew Cullinan Hoffman
BRUXELAS, Bélgica, 14 de dezembro de 2010 (Notícias Pró-Família) — Um funcionário homossexual de creche foi acusado de abusar sexualmente de dezenas de crianças que estavam sob sua responsabilidade.

Ele e seu “cônjuge” do sexo masculino estão também sendo acusados de posse de pornografia infantil produzida a partir dos abusos, a qual, de acordo com a imprensa, era distribuída internacionalmente por meio de redes pedófilas na internet.

Fantástico. Para além da insanidade de se ter alguém que pertence a um grupo sexual que é caracterizado pelos excessos, temos ainda o facto dele aproveitar essa posição para usar as crianças como "actores" nos seus "filmes" pornográficos.
“Robert M.”, conforme ele é identificado pela polícia, é um lituano de 27 anos que, de acordo com as reportagens, se mudou para a Holanda em 2004 e “casou” com seu parceiro homossexual, um cidadão holandês, em 2008, recebendo sua própria cidadania holandesa como resultado.
Ele trabalhou pelo menos em duas creches holandesas de 2007 a 2010, e ofereceu seus serviços particulares pela internet, afirmando que ele era uma babá “com treinamento e experiência”.
Agora sabemos em quê.
A polícia diz que está continuando a investigar os contatos de M com crianças, os quais também se estendiam a um trabalho como voluntário num orfanato africano. O total estimado de crianças vitimadas está atualmente em 53.
Nojento.
Igualmente preso está o “marido” de M, “Richard Van O”, de 37 anos, que conforme a imprensa foi encontrado com pornografia infantil em sua posse. A mídia divulgou que a dupla estava no processo de adotar uma criança.
Sim, adoptar crianças é o método favorito dos homossexuais terem acesso a crianças indefesas. Mais uma (de muitas) razões para não ser moralmente correcto entregar crianças ao cuidado de pessoas estatisticamente mais susceptíveis de serem abusadoras de menores e potencialmente instáveis.

Claro que nada disto importa para os "revolucionários". Para eles o que interessa é normalizar um comportamento (homossexualidade) com o qual eles podem destruir a instituição da família. As crianças abusadas pelos homossexuais são apenas casualidades de guerra.

Para o marxista cultural os fins justificam os meios. Que se lixem as crianças. O que interessa é destruir a instituição do casamento de modo a que as crianças possam ser mais facilmente controláveis pelo Estado (e não pelos pais).


Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
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Veja mais:
Vídeo contra a pedofilia homossexual: http://www.youtube.com/watch?v=CwOW76c0Dsg

quinta-feira, dezembro 16, 2010

Suiça considera legalizar o incesto

Na verdade que já os fundamentos se transtornam; que pode fazer o justo?
Salmo 11:3

Em mais um passo que demonstra de forma conclusiva os malefícios que descendem sobra uma sociedade que deixa de temer a Deus, políticos suíços tencionam legalizar o incesto. Eles consideram repelir as leis contra o incesto por as considerar "obsoletas".

A câmara superior do parlamento suíço concluiu uma lei que visa descriminalizar o acto sexual consentido entre membros da mesma família. Essa lei vai agora ser avaliada pelo governo.

Só houve 3 casos de incesto no país desde 1984. Pelo menos casos reportados.

A Suíça, que recentemente teve um referendo que aprovou uma lei que pune os imigrantes com a extradição por práctica de alguns crimes, insiste que as crianças dentro das famílias vão continuar a ser "protegidas pelas leis que governam os abusos e a pedofilia". Não se sabe como é que os esquerdistas vão fazer isso, mas eles de certo que têm tudo controlado.

Daniel Vischer, um membro do Partido "Os Verdes", afirmou que não vê nada de mal no acto sexual consentido entre adultos - mesmo que eles sejam da mesma família. Esta declaração não é surpresa uma vez que os esquerdistas apoiam qualquer medida que vise destruir a instituição da família.

O esquerdista afirma:

O incesto é uma questão moral delicada, mas não é uma que possa ser respondida pela lei Penal.
Barbara Schmid Federer do Partido do Povo Cristão da Suíça afirmou que a proposta da câmara superior é "totalmente repugnante".

O Partido Protestante Popular está também em oposição a esta lei. Um dos porta-voz afirmou:

O assassínio também é bastante raro na Suíça mas ninguém sugere que se removam as leis que o castiguem dos nossos estatutos.

Conclusão:

Para aqueles cristofóbicos que supunham que seria possível manter a ordem social mesmo depois do desaparecimento do moral cristã a realidade vai ser dolorosa. O que vocês vão ter é a total subversão da moral e dos costumes que serviram de fundamento para o sucesso social e económico do mundo ocidental.

Deus é o Fundamento Essencial para uma sociedade funcional e a História demonstra-o. Se nós rejeitamos o que Ele diz (e criamos a nossa própria moral) a sociedade invariavelmente degenera-se. Aconteceu com Israel dos tempos Bíblicos, aconteceu com a Inglaterra e vai acontecer com os EUA se estes continuarem a descender para a normalização da Cristofobia.

Não há uma única sociedade mundial que tenha sido criada, mantida e elevada a posição de relevo com base em ideologias anti-cristãs ou anti-Deus. A religião no geral , o Cristianismo em particular, tem sido forças de orientação e controle sobre as paixões e falhas dos homens.

Removendo esses limites, o homem fica à mercê dos demónios e do seu pecado.


"O Senhor está no Seu santo templo: o trono do Senhor está nos céus; os Seus Olhos estão atentos, e as Suas Pálpebras provam os filhos dos homens. O Senhor prova o justo; mas a Sua Alma aborrece o ímpio e o que ama a violência. Sobre os ímpios fará chover laços, fogo, enxofre e vento tempestuoso: eis a porção do seu copo."

Salmo 11:4-6


quinta-feira, dezembro 02, 2010

Mais homofobia: polícia prende professora lésbica por ter caso com criança de 13 anos

Será que a homofobia nunca terá fim?

A professora de matemática Cristiane Teixeira Maciel Barreiras, de 33 anos, foi presa acusada de manter relações sexuais com uma aluna, X., de 13 anos. Cristiane foi presa em flagrante na casa da mãe, em Realengo, logo após passar a noite com a menor, desaparecida desde segunda-feira. A polícia tenta encontrar uma segunda aluna, Y., também de 13 anos, que teria sido outra vítima de Cristiane. A professora e X. mantinham um relacionamento amoroso desde maio.

As investigações começaram após a mãe de X. ter ido à 33ª DP (Realengo) comunicar o desaparecimento da filha, por volta das 17h de terça-feira. A polícia descobriu que já existia um registro de desaparecimento da menor em agosto deste ano e, na ocasião, a principal suspeita era a professora. Mas o registro foi arquivado quando a menina apareceu. O delegado titular da 33ª DP, Ângelo Lages, decidiu ir atrás de Cristiane.

— Fomos até a casa da professora e, ao conversar com o seu marido, descobrimos que ela também estava desaparecida desde segunda-feira. Começamos diligências ininterruptas para tentar capturá-la em flagrante, já que, por conta da lei eleitoral, uma pessoa só pode ser presa em flagrante — explica Ângelo.

Cristiane foi presa às 4h de ontem. Ela tinha acabado de deixar X. perto de sua residência. Na delegacia, as duas confessaram ter um relacionamento. Como o fato havia acabado de acontecer, foi caracterizado flagrante e a professora permanecerá presa. Ela responderá por estupro de vulnerável e corrupção de menores, com um aumento de pena devido à ascendência da professora sobre a aluna. Cristiane pode pegar de 15 a 30 anos de reclusão.

Em depoimento, Cristiane revelou que costumava passear de carro com X. As duas paravam em praças e num motel da Zona Oeste para namorar. Desde maio, elas se encontravam com frequência. Em agosto, a menor teria chamado uma amiga, Y. — também aluna de Cristiane —, para participar dos encontros. Cristiane disse sentir grande atração por X., e afirmou querer continuar se relacionando com a garota.

Fonte: Jornal Extra

sábado, novembro 27, 2010

Paraguai rejeita acordo homossexualista de “direitos dos jovens”

Sanidade prevalece sobre esquerdismo. Mas eles não vão desistir, claro.

Outra coisa "curiosa" é o forcing que os grupos homossexuais fazem em relação aos "direitos sexuais" das crianças. Os homossexuais geralmente não tem experiência em cuidar de crianças, portanto é interessante saber o porquê deles estarem tão interessados nos "direitos sexuais" dos jovens.

Todos sabemos porquê, mas o "politicamente correcto" faz com que os esquerdistas fechem os olhos à verdade.

Matthew Cullinan Hoffman, correspondente na América Latina
PARAGUAI, 12 de novembro de 2010 (Notícias Pró-Família) — Apesar da forte pressão por parte de organizações internacionais e dos meios de comunicação da nação, a Câmara dos Deputados do Paraguai se recusou a ratificar a “Convenção Ibero-Americana sobre os Direitos dos Jovens”, um documento que concede uma incrível variedade de polêmicos “direitos” para qualquer um que esteja na faixa etária dos 15 aos 24 anos.
A Convenção impõe educação sexual “em todos os níveis educacionais” (artigo 23), a qual ensinará a “aceitação e identidade pessoal plena dos jovens”. Ela proíbe “discriminação” contra os adolescentes por quaisquer motivos, inclusive “orientação sexual”, “opinião”, “lugar de vivência” ou “qualquer outra condição ou circunstância pessoal ou social da pessoa jovem”.
O documento potencialmente abaixa a idade de consentimento sexual para 15 anos ao ditar que “os jovens têm o direito de escolher livremente um parceiro, de formar vida em comum e de constituir um casamento na base da igualdade entre seus membros” no artigo 20. Adolescentes com a idade de 15 anos terão também o direito de escolher sua própria religião e votar, de acordo com os artigos 17 e 21.
Entre outras cláusulas polêmicas e incomuns da Convenção está a afirmação de que todos os jovens têm o direito a “uma identidade individual, consistindo na construção da própria personalidade”, o que inclui “características de sexo”, “filiação” e “orientação sexual”. Ela também dá as responsabilidades de supervisão a uma organização supranacional, a “Organização Ibero-Americana de Jovens” (OIJ).
Depois que a Federação das Associações pela Vida e Família (FEDAFIVA) fez objeções contra o documento, a Câmara dos Deputados rejeitou o documento por 50 votos, de acordo com a agência noticiosa Ultima Hora. Contudo, os meios de comunicação e o Poder Executivo do Paraguai continuam fazendo pressões para que se chegue à ratificação.
A Convenção já foi ratificada por sete países: República Dominicana, Equador, Costa Rica, Honduras, Espanha, Uruguai e Bolívia. Foi assinada, mas não ratificada, por Cuba, Guatemala, México, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Peru, Portugal e Venezuela.
Para ler o texto da Convenção:
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesite.net/ldn/viewonsite.html?articleid=10111211

quinta-feira, novembro 11, 2010

Queres abusar de crianças sem sofrer consequências? Arranja um emprego nas Nações Unidas

Claro que, ao contrário da Igreja Católica que se dobra e desdobra para identificar e extrair os homossexuais que abusam as crianças dentro das igrejas, as Nações Unidas nada faz para apurar a verdade sobre os casos de pedofilia que são reportados.

Porquê a diferença de tratamento? Ora, porque as Nações Unidas são uma organização poderosa que tenta avançar com as políticas de esquerda (aborto, homossexualidade, ateísmo, etc) enquanto que a Igreja Católica faz exactamente o contrário: luta pela vida, santidade do casamento e conhecimento de Deus.

Não esperem que os blogs ateus se dediquem muito tempo a escrever sobre a pedofilia que ocorre dentro da ONU, e nem esperem que os média esquerdistas reportem esses dados com a mesma pujança com que reportam o que os pedófilos andam a fazer dentro das igrejas.

Original.


Tropas de paz da ONU estão sendo acusadas de pedofilia grave, do pior tipo, com penetração íntima e destruição das estruturas internas do sistema reprodutivo do corpo das crianças. Qual é a novidade? A boa nova é que ninguém está preocupado com isso, a ONU não punirá os responsáveis, como bem frisou.

E, só interessa a mídia, quando temos instituições como a Igreja envolvidas. Porque assim sendo, podem associar a moral religiosa a depravação e parafilias. Esse pessoal não vale o que come nem o que defeca. E o que dizer de Hollywood?

A fábrica de filmes americana é a grande distribuidora de pontos de “vista ao redor” do mundo. Filmes como Filadélfia, Saved, entre outros, conseguem grande atenção porque são “inovadores” no sentido de desmontar instituições religiosas. Gente intelectual, a maioria de esquerda, fecha os olhos quando a coisa cai pro lado deles.

Alguém espera que o Governo Brasileiro faça algo? Não devia. Não vai fazer.

Nosso país é politicamente correto, e ser politicamente correto é ser homossexual (sem qualquer julgamento de valor, pois a sexualidade entre dois adultos é íntima e legitima), ser globalista, fechar os olhos para as barbaridades hediondas da ONU e dá nota máxima para os “rarissimos” milhares de filmes que acusam a Igreja de pedofilia.

ONG denuncia novos abusos de crianças por tropas de paz

Crianças que vivem em áreas atingidas por conflitos ou desastres continuam sofrendo abuso sexual por parte de funcionários de ONGs e membros de tropas de paz, sugere um relatório divulgado nesta terça-feira pela entidade britânica Save the Children.

Intitulado Noone to turn to – The under-reporting of child sexual exploitation and abuse by aid workers and peacekeepers (Ninguém a quem recorrer – A pouco denunciada exploração sexual infantil por funcionários de ONGs e tropas de paz), o documento é resultado de entrevistas feitas em 2007, com 341 crianças na Costa do Marfim, sul do Sudão e no Haiti.

O relatório diz que as vítimas dos abusos são crianças de ambos os sexos, com idade a partir dos seis anos.

Entre os abusos relatados pelas crianças entrevistadas estiveram estupro, prostituição infantil, escravidão sexual, pornografia, troca de sexo por comida, tráfico infantil para sexo e exposição a indecências.

O relatório não identifica as organizações envolvidas nos incidentes, mas afirma que “os que cometem os abusos podem ser encontrados em todo tipo de organização de paz e segurança, entre funcionários de todos os níveis e entre trabalhadores recrutados local e internacionalmente”.

O documento ressalta que as tropas de paz da ONU “são uma fonte particular do abuso em várias localidades, especialmente no Haiti e na Costa do Marfim.

Segundo a autora do documento, Carina Charky, a principal razão pela qual os abusadores não são identificados é o medo das crianças de represálias.

“Para fazer essa pesquisa tivemos que criar um nível de confiança grande com as crianças e prometemos que não levaríamos adiante os casos de abuso que elas identificaram”, afirmou Charky.

Impunidade

O documento ressalta que o aspecto mais chocante do abuso sexual é que a maioria dos casos não é denunciada e que os responsáveis seguem impunes.

Uma adolescente de 13 anos que vive na Costa do Marfim contou sua experiência à BBC. Ela conta que foi estuprada por um grupo de dez soldados de paz da ONU, que a deixaram no chão, sangrando, tremendo e vomitando.

Nenhuma ação foi tomada contra os soldados. Em um caso relatado no documento, uma adolescente de 15 anos no Haiti contou que durante um passeio em um parque, ela e as amigas encontraram dois funcionários de agências humanitárias.

“Eles nos chamaram, mostraram seus órgãos genitais e ofereceram cerca de dois dólares para que fizéssemos sexo oral. Eu não aceitei, mas algumas das minhas amigas aceitaram pelo dinheiro”, contou.

Segundo o documento, a maioria dos casos não é denunciada porque as pessoas temem em ficar em uma situação ainda pior.

“As pessoas não denunciam porque têm medo que as agências parem de trabalhar na região, e nós precisamos delas”, disse um adolescente no sul do Sudão.

Recomendações

O relatório da ONG recomenda a criação de mecanismos locais e internacionais para lidar com as denúncias de abuso.

Segundo a ONG, a comunidade internacional havia prometido uma política de tolerância zero em casos de abuso sexual contra crianças, mas a promessa não está sendo praticada nas áreas afetadas.

Em resposta às acusações do relatório, um porta-voz da ONU, Nick Birnback, afirmou que é impossível garantir que nenhum incidente irá acontecer em uma organização que tem mais de 200 mil funcionários servindo em diferentes regiões.

“O que podemos fazer é reforçar e propagar a mensagem acerca da política de tolerância zero, que significa zero complacência quando alegações confiáveis forem levantadas e quando acreditarmos que algum abuso tenha sido cometido”, afirmou Birnback.

O porta-voz declarou ainda que a ONU não tem autoridade para agir contra os responsáveis.

“Essa é uma das questões que estamos discutindo, mas isso não significa que não acompanhamos os casos de forma rígida quando temos qualquer tipo de alegação. No entanto, é responsabilidade dos países-membros garantir a punição”, afirmou.

A ONU declarou ainda que o relatório é bem-vindo e que a organização irá estudar seu conteúdo atentamente.

A missão de paz da ONU no Haiti é comandada por militares brasileiros.

Fonte: http://criancas.uol.com.br/novidades/bbc/ult4551u77.jhtm

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