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quinta-feira, outubro 11, 2012

(OBS: As desnecessárias e cientificamente irrelevantes referências à teoria da evolução presentes no texto original não são partilhadas pelo editor do blogue)


(Phys.org)

Segundo um estudo recente levado a cabo pelo antropólogo da Universidade do Missouri (MU)  Robert Walker, antes do contacto com os Europeus os conflitos violentos nas sociedades tribais da floresta Amazónica eram responsáveis por 30% de todas as mortes. Entender os motivos por trás dessas altercações na Amazónia incide alguma luz nas motivações instintivas que continuam a empurrar os grupos humanos para a violência, bem como as formas como a cultura influencia a intensidade e frequência da violência.

Walker, autor principal e professor-assistente de antropologia na "College of Arts and Science" da MU, afirmou:

Os mesmos motivos - vingança, honra, território e inveja centrada nas mulheres - que motivaram conflitos mortais na Amazónia, continuam fomentar a violência do mundo actual. A história evolutiva  humana em torno de conflitos violentos entre grupos rivais teve origem nos nossos ancestrais primatas. São necessárias doses maciças de treinamento social e controle institucional para resistir os nossos instintos e resolver as disputas verbalmente - e não com armas.

Felizmente, as pessoas desenvolveram formas de canalizar e desviar esses instintos para longe de conflitos mortíferos. Por exemplo, o desporto e os jogos de computador normalmente envolvem os mesmos impulsos de derrotar um grupo rival.

Walker examinou os registos de 1,145 mortes violentas em 44 sociedades . . . . da América do Sul revendo 11 estudos antropológicos prévios. Ele analisou as mortes numa base caso-a-caso como forma de determinar quais os factores culturais influenciaram a contagem dos corpos.

Ataques internos entre tribos com linguagens e culturas similares foram os motivos mais frequentes, mas com menos casualidades, quando comparados com os menos frequentes mas mais mortíferos  ataques externos provenientes de tribos com linguagem distinta.

Walker afirma:

A língua e outras diferenças culturais desempenham um papel no "choque de civilizações" que resultaram em actos violentos recentes, tais como o ataque à embaixada dos EUA na Líbia e a contínua guerra no Afeganistão.

Trabalhar para desenvolver um sentido de humanidade para todas as pessoas da Terra pode ajudar a reduzir os episódios de violência mais significativos ao encorajar as pessoas a olhar umas para as outras como um grupo unificado que trabalha para os objectivos globais comuns.

Os ataques às vezes envolviam o rapto de mulheres e em média, um similar número de mulheres foram raptadas tanto nos conflitos internos como nos conflitos externos.

Outro aspecto da guerrilha amazónica era a traição - tal como o acto de convidar um grupo rival para uma celebração e prosseguir com a chacina do mesmo depois deles estarem embriagados. Estes ataques resultaram em níveis elevados de mortalidade.

Walker diz:

A vingança era histórica guerra intertribal, tal como os modernos conflitos entre gangues, porque demonstrar fraqueza poderia resultar em mais ataques. O ciclo de violência poderia resultar na erradicação mútua das tribos.

Depois do contactos com os Europeus, a dinâmica da vida tribal amazónica mudou de forma dramática. Embora a disseminação do Cristianismo e a imposição de estruturas legais nacionais tenham resultado numa enorme perda da identidade cultural, ela também resultou na redução dos mortíferos ataques. Hoje em dia, tal tipo de violência é raro. A doença e o conflito com lenhadores ilegais e mineiros é a causa de morte mais comum.

Estudo: "Body counts in lowland South American violence," publicado no jornal científico Evolution & Human Behavior. (Provided by University of Missouri-Columbia)

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Aparentemente o Cristianismo, ao contrário do paganismo, é uma ideologia que motiva-nos a "resistir os nossos instintos e resolver as disputas verbalmente - e não com armas" para além de "canalizar e desviar esses instintos para longe de conflitos mortíferos".

Para além disso, o Cristianismo fornece "um sentido de humanidade para todas as pessoas da Terra" e encoraja "as pessoas a olhar umas para as outras como um grupo unificado que trabalha para os objectivos globais comuns." Por outro lado, como o Cristianismo não vê a mulher como propriedade mas como companheira e adjutora no plano de Deus, ataques ("raids") que têm em vista o rapto de mulheres é algo condenado.

Como a Bíblia proíbe o uso da mentira (Êxodo 20:16), "o acto de convidar um grupo rival para uma celebração e prosseguir com a chacina do mesmo" é uma práctica também proibida pela Palavra de Deus.

Por fim, uma pergunta: a perda da "identidade cultural" duma cultura que era responsável pela morte de 30% dos seus próprios cidadãos é algo que deve ser lamentado?


domingo, abril 22, 2012

Inglaterra pós-Cristã regressa ao paganismo

O regresso ao paganismo à cada-vez-mais pós-Cristã Inglaterra está a ter o apoio do Estado. A nova roupagem dada ao ocultismo através de filmes como "Harry Potter" está a ter os frutos planeados. Quanto tempo até terem início os sacrifícios humanos à moda antiga e o uso de prostitutas nos respectivos templos pagãos?

(Pensando melhor, uma vez que realizam-se mais de 200,000 abortos todos os anos na Inglaterra, os sacrifícios humanos já estão em operação.)

Pela primeira vez, o paganismo foi incluído no currículo da educação religiosa oficial. O "Cornwall Council" disse às suas escolas que as crenças pagãs, que incluem a bruxaria, o druidismo, e a adoração de deuses antigos como Thor, deveriam ser ensinadas lado a lado com o Cristianismo, o Judaísmo e o islão.

Estes requerimentos estão delineados num currículo acordado pelo grupo consultivo de Cornwall. O mesmo diz que, a partir dos 5 anos de idade, as crianças deveriam começar a aprender mais sobre pedras erigidas, como Stonehenge.

Aos 11 anos de idade os alunos podem começar a explorar "o paganismo moderno [que é "moderno" só no nome visto ser virtualmente idêntico ao paganismo não-moderno] e a sua importância para muitos residentes em Cornwall’.

Fonte

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Os secularistas ateus devem estar bastante contentes com este "progresso". Cada vez se torna mais aparente que a consequência da sua campanha contra o Cristianismo, levada a cabo durante os últimos dois séculos, vai resultar numa escolha entre o islão e a selvagaria levada a cabo por pagãos semi-nus com os traseiros à mostra.

Uma vez que o próprio conceito de progresso está intrinsecamente baseado na ideia Cristã de leis naturais - provenientes do Criador Racional - que podem ser entendidas através da razão e da observação, não pode ser surpreendente que o abandono do Cristianismo não tenha como consequência o progresso secular mas sim o regresso pagão.

Actualmente, os ingleses já são presenteados com sacrifícios humanos feitos pelos bárbaros importados ("crimes de honra"). Mas a menos que a tendência religiosa seja revertida por um reavivamento Cristão, o próximo século verá os bárbaros locais a reavivar os seus antigos e sanguinários costumes pagãos.

Inglaterra - ano 2132


terça-feira, agosto 02, 2011

Chapada no darwinismo

Porque o Senhor dos Exércitos o determinou; quem, pois, o invalidará? e a Sua Mão estendida está; quem, pois, a fará voltar atrás?
Isaías 14:27


A mão humana é sem sombra de dúvida uma estrutura maravilhosa.

A sua disposição e o aglomerado de estratégias de design permitem que o Homem - o único que possui este particular arranjo de ossos, tendões, músculos e nervos - escreva mais de 60 palavras por minuto ou use um martelo pesado enquanto segura numa delicada batata frita.

O que é que seria necessário para construir um aparato que conseguisse duplicar as capacidades da mão humana?

Uma série de cópias da mão humana foram desenvolvidas mas nenhuma delas se aproximou do alcance das funções da original. A última e mais avançada mão-robô foi recentemente descrita no jornal "Smart Materials and Structures" por dois pesquisadores da Virginia Polytechnic. De acordo com a Physorg.com, a sua invenção foi supostamente optimizada para "atingir uma aparência e performance quase humanas".

Mas quão próxima ela era de verdade?

Os autores descreveram os esforços hercúleos necessários para construir uma mão direita e um antebraço robóticos. Com o nome de "DART", a mão pode ser vista a tocar num teclado num vídeo online presente no artigo da Physorg.com.

Manifestamente, o DART não era rival para a mão humana (e o seu sistema nervoso) que usa "funções antecipatórias" para teclar 60 ou mais palavras por minuto. De forma a poder imitar a mão humana - que é "o melhor utensílio que existe para construir, cavar, agarrar, desenhar, escrever e muitas outras tarefas" - os engenheiros tiveram que arquitectar um mecanismo com as mesmas proporções, dimensões e características (incluindo a elasticidade, "sistema detector de densidade", toque e sensores de tensão).

O seu estudo citou o trabalho do cientista criacionista do século 19, o anatomista Charles Bell, que escreveu um livro inteiro em torno da mão humana e as suas exaltadas virtudes. Mas embora os autores do artigo tenha honrado a "Natureza" - chegando mesmo a capitalizar a palavra" - como a "criadora" da mão, o cientista Bell glorifou o Criador. Isto é feito evidente pelo título do livro:

  • The Fourth Bridgewater Treatise on the Power, Wisdom, and Goodness of God as Manifested in the Creation: The Hand; Its Mechanism and Vital Endowments as Evincing Design.

Portanto, por um lado os criadores do DART reconheceram que "abrir portas, alcançar objectos e escrever com teclados . . . . são tarefas simples de executar mas a interacção entre o cérebro, os sentidos e o movimento dos músculos no corpo humano são difíceis de replicar através da robótica". São tão difíceis que, de facto, os seus melhores esforços só conseguiram atingir cerca de 10% do "potencial total" da mão humana.

Mas por outro lado, eles presumem que a vastamente superior mão humana, que serviu de modelo para a sua construção, apenas "emergiu" no universo; sem qualquer tipo de esforço, de alguma forma a mesma evoluiu "tendo como base as exigências colocadas sobre si pelo meio ambiente".

O que os Cristãos atribuem a Deus os ateus evolucionistas atribuem à "Natureza". O seu paganismo foi previsto há séculos atrás pela Bíblia quando o Espírito Santo disse o seguinte, através do Seu escolhido, o Apostolo Paulo:

Pois mudaram a verdade de Deus em mentira, e honraram e serviram mais a criatura do que o Criador, que é bendito eternamente. Ámen
Romanos 1:25

O evolucionismo moderno nada mais é que paganismo mascarado de "ciência".


Então com o quê é que ficamos? A "Natureza" ou Deus? O facto dos engenheiros terem que exercer tanto trabalho intelectual e manual para criar uma espantosa - mas inferior - mão DART deveria responder de uma vez por todas a pergunta sobre QUEM está por trás do design existente na biosfera.

A natureza não tem a inteligência nem a capacidade para tal engenho, mas Deus tem todo o conhecimento (Colossenses 2:3) e todo o poder (Mateus 28:18).

Honrar a "Natureza" como causa primária para a origem da mão humana não é uma conclusão resultante das evidências científicas, mas sim uma escolha pessoal baseada nas escolhas ideológicas feitas à margem da ciência.

Embora os ateus evolucionistas tenham todo o direito de acreditar no que eles bem entenderem (por mais ridículas que sejam as suas crenças) eles não têm o direito de chamar de "ciência" as suas desilusões darwinistas.


sábado, julho 09, 2011

Tatuagens: "Vós adorais o que não sabeis"

Durante toda a História do homem as tatuagens sempre estiveram associadas ao paganismo, demonismo, misticismo, xamanismo, adoração de baal, canibalismo e practicamente todas as prácticas pagãs conhecidas. As tatuagens NUNCA estiveram associadas ao Cristianismo nem a Cristãos firmes crentes na Palavra de Deus.

Para além disso, sempre que o Cristianismo entra numa cultura, as tatuagens (tal como o paganismo) desaparecem. A única excepção são os mornos, carnais, e desobedientes "Cristãos" laodecianos.

O nascimento das tatuagens deu sempre origem ao crescimento de religiões pagãs e misticismo. Sem excepção, pesquisa após pesquisa, estudo após estudo, livro após livro confirmam exactamente isso: as tatuagens estão relacionadas ao paganismo.

A documentação que se segue é apenas uma pequena gota de água no oceano de documentação que comprova a origem ocultista e demoníaca das tatuagens.

Lembrem-se duma coisa: a documentação que se segue é feita por livros pró-tatuagem a listar a óbvia ligação espiritual e conexão religiosa das tatuagens. Não são escritores Cristãos a tentar colocar as tatuagens sob uma má luz.

Por mais que o "Cristão" carnal e rebelde tente justificar a sua lógica distorcida para se tatuarem com a marca demoníaca proibida, os factos falam mais alto - suportados por toneladas de pesquisas e documentação escritas por autoridades pró-tatuagens:

  • O fundamento, origem, propósito e significado das tatuagens encontra-se no demonismo pagão, xamanismo, adoração de baal e misticismo ocultista.

Em muitas culturas, o tatuador é ao mesmo tempo um xamã, um "magick-man", um sacerdote ou sacerdotisa. De acordo com o dicionário, o xamã é um intermediário entre o mundo natural e o mundo sobrenatural, usando magia para curar doenças, prever o futuro e controlar as forças espirituais (www.infoplease.com/ipd/A0648969.html).

Tatuar o corpo é muitas vezes um ritual mágico em culturas mais tradicionais e o tatuador é um sacerdote ou xamã respeitado.
(Michelle Delio, Tattoo: The Exotic Art of Skin Decoration, p. 73)

Nas Ilhas Fiji, Formosa, Nova Zelândia e em certas tribos índias norte americanas, tatuar era visto como uma cerimónia religiosa levada a cabo por sacerdotes e sacerdotisas.
(Ronald Scutt, Art, Sex and Symbol, 1974, p. 64)

O processo de tatuar um corpo, que envolvia rituais complexos e tabus, só poderia ser feito por sacerdotes, e estava associado a crenças que eram conhecidas apenas pelos membros da casta sacerdotal.... Hambly concluiu que, historicamente, tatuar se tinha originado em conexão com rituais antigos de escarificação e sangria que estavam associadas com prácticas religiosas destinadas a colocar a alma humana em harmonia com forças sobrenaturais, e garantir a continuidade entre esta vida e a próxima.
(Gilbert, Steve, Tattoo History: A Source Book, p. 158)

O tatuador, o xamã ou o sacerdote ocultista muitas vezes usa a tatuagem como um ponto de contacto, ou zonas de entrada para o mundo espiritual. A tatuagem não só é muito mais que só uma "decoração corporal" mas também é muito mais que uma camada de tinta cortada para dentro da pele.

De facto, até ao século 20, a tatuagem foi sempre um veículo para invocações religiosas pagãs. Mesmo hoje, em muitos países ocidentais, acredita-se que a tatuagem é uma ponte para o mundo sobrenatural. A famosa bruxa e autora Laurie Cabot escreve o seguinte sobre as tatuagens:

As origens da tatuação estão relacionadas com artes mágicas antigas.
(Laurie Cabot, Power of the Witch, cited in Masonic and Occult Symbols Illustrated by Dr. Cathy Burns, p. 301)

De acordo com Amy Krakow no sua crónica The Total Tattoo Book, 'tatuar sempre teve funções bem definidas: marcar um ritual de passagem duma fase da vida, invocar os espíritos, orgulhosamente, desafiadoramente ou sorrateiramente mostrar quem tu és através da arte corporal.'

Muitas tribos praticavam tatuação terapêutica. Os Ojibwa, por exemplo, tatuavam as têmporas, a testa e as bochechas daqueles que sofriam de dores de cabeça ou dores de dentes que eles julgavam terem sido causadas por espíritos malignos. Músicas e danças que eram supostas exorcizar os demónios acompanhavam a cerimónia de tatuação.
(Gilbert, Steve, Tattoo History: A Source Book, p. 90)

A tatuagem centra-se na personalização do corpo, tornando-o num verdadeiro corpo e templo digno do espírito que habita dentro dele. . .Tatuar o corpo, portanto, é uma forma de manter as necessidades espirituais e materiais do meu corpo em equilíbrio.
(Michelle Delio, Tattoo: The Exotic Art of Skin Decoration, p. 8)

Entre as taras actuais no que de tatuagens se trata, existem as "tatuagens tribais" - que mais não são que puro paganismo. As tatuagens tribais são designs que possuem simbolismo místico sério e significado ocultista. As tatuagens tribais em especial são canais possíveis para a possessão espiritual e demoníaca.

Quando os designs são escolhidos com cuidado, as tatuagens possuem um poder e magia próprias. Elas decoram o corpo mas ao mesmo tempo engrandecem a alma.
(Michelle Delio, Tattoo: The Exotic Art of Skin Decoration, p. 13)

O motivo pelo qual perfurar a pele pode ser considerado com algum grau de admiração não é difícil de encontrar, uma vez que, em primeiro lugar, há o derramamento se sangue - o que para o mundo selvagem é algo cheio de significado como um factor de rejuvenescimento e imortalidade.Há em adição a abertura de várias entradas por onde o mal pode penetrar. . .
(Hambly Wilfrid D. 1925. The History of Tattooing and its Significance, p. 233, cited in Gilbert, Steve, Tattoo History: A Source Book, p. 162)

A revista Rolling Stone descreve o famoso artista tatuador durante a tatuação como alguém . . . . que permite que os seus demónios-clientes o ajudem a guiar a agulha.
(Rolling Stone magazine, March 28, 2002, p. 40)

A tatuação birmanesa tem sido associada com a religião há milhares de anos. O acto de tatuar entre os grupos indígenas da América do Norte . . . . está fundada na esfera espiritual também.
(Laura Reybold, Everything you need to know about the dangers of tattooing and body piercing, p. 15)

Crânios impressos na pele abundam e representações do Anjo da Morte (eng: "Grim Reaper") são vistas com regularidade. . . . Estas imagens, indelevelmente marcadas na pele, reflectem a incerteza em relação ao futuro e sublimam o medo universal do desconhecido.

Possivelmente, e ao mesmo tempo, o uso da figura de morte no corpo pode ser uma invocação de quaisquer que sejam as forças indefiníveis da natureza e do cosmos que existem, numa tentativa de proteger de tal destino quem carrega a tatuagem.
(Henry Ferguson and Lynn Procter, The Art of the Tattoo, p. 76)

No seu livro exaustivo Art, Sex and Symbol, Ronald Scutt foca-se em grande detalhe na história e na cultura das tatuagens. Scutt documenta que, na maioria das vezes, as tatuagens estão associadas a propósitos espirituais, religiosos e místicos. A documentação seguinte é do livro de Scutt:

De facto, tendo em vista o seu desenvolvimento subsequente, é muito mais provável que as tatuagens tenham um significado místico, ou que tenham sido usadas como um símbolo de estatuto...
(Ronald Scutt, Art, Sex and Symbol, 1974, p. 22)

[Tatuar] "Em associação com a adoração do Sol, construções megalíticas, perfuração das orelhas, adoração da serpente . . . "
(Ronald Scutt, Art, Sex and Symbol, 1974, p. 22)

Acredita-se que estas marcas [tatuagens] estão associadas à adoração da deusa do Sol Neith.
(Ronald Scutt, Art, Sex and Symbol, 1974, p. 24)

Seja o que fôr, as tribos primitivas estavam sem dúvidas convencidas que o espírito, havendo escapado do corpo por altura da morte, retinha uma réplica do anfitrião terrestre. Devido a isso, eles usavam as tatuagens como identificação no próximo mundo e um passaporte para a futura felicidade.
(Ronald Scutt, Art, Sex and Symbol, 1974, p. 63)

Os índios Mohave instituíram a tatuação do queixo em ambos os sexos porque acreditava-se que um tipo de Juiz observava todos os que chegavam ao Sil’aid (Terra dos Mortos) e se um homem não tivesse marcas na sua face, Ele [o Juiz] enviava-o para o submundo onde os ratos do deserto estão.
(Ronald Scutt, Art, Sex and Symbol, 1974, p. 63)

Entre outras tribos índias existia a convicção que durante a viagem em direcção aos céus - em direcção às "muitas moradias" - eles seriam parados por uma mulher velha e examinados (em busca de tatuagens na testa, no queixo ou no pulso). Se não houvesse alguma, o soldado desafortunado seria empurrado de um ponto alto e lançado na Terra sem esperança de alguma vez readquirir aceitação no mundo espiritual.
(Ronald Scutt, Art, Sex and Symbol, 1974, p. 63)

Os Hindus em Bengal acreditavam que sem tatuagens os pais não seriam capazes de reconhecer os fulhos no outro mundo.
(Ronald Scutt, Art, Sex and Symbol, 1974, p. 63)

Outras tribos defendiam que as mulheres sem tatuagens serviriam de comida para os deuses.
(Ronald Scutt, Art, Sex and Symbol, 1974, p. 64)
No entanto, a adoração do deus-Sol baal envolvia a marcação das mãos com o sinal divino [tatuagens] numa tentativa mística de adquirir força.
(Ronald Scutt, Art, Sex and Symbol, 1974, p. 64)

De acordo com as pesquisas e estatísticas, Scutt lista as razões que levam as pessoas a fazer uma tatuagem e a segunda razão é: "garantir um lugar no céu".

"Razões para fazer uma tatuagem:
2. Garantir um lugar no céu.
5. Aplacar os maus espíritos na altura da morte
6. Adquirir características especiais através do totemismo e a adoração de ancestrais.
9. Tornar o corpo sexualmente interessante.
(Ronald Scutt, Art, Sex and Symbol, 1974, p. 13)

O Dr. Hambly, provavelmente o maior historiador e pesquisador de tatuagens que alguma vez viveu, escreve vez após vez que as tatuagens baseiam-se em rituais religiosos e espiritismo pagão. Qualquer estudo honesto e sério em torno das origens e fundamentos das tatuagens vai claramente expôr as intenções demoníacas e sobrenaturais das mesmas.

No seu popular livro "Tattoo History: A Source Book", o entusiasta das tatuagens e historiador, Steve Gilbert cita alguns factos históricos encontrados que Hambly encontrou durante a sua extensa pesquisa.

[Hambly] recontou uma vasta gama de exemplos que ele havia escolhido da pesquisa dos antropólogos em muitas partes do mundo. O propósito das tatuagens era:

Prevenir as dores
Proteger o corpo das feridas causadas com armas
Dar força sobre-humana
Preservar a juventude
Aumentar os poderes sobrenaturais do xamã
Garantir a sobrevivência da alma depois da morte
Identificar a alma no além
Atrair a boa sorte.
Proteger o corpo da bruxaria
Garantir a protecção duma divindade
Conferir poderes ocultistas
Prevenir o afogamento
Exorcizar os demónios
Garantir a protecção por parte dum animal totémico ou guarda espiritual
Lembrar uma peregrinação a um lugar santo
etc.

O GRANDE INIMIGO DAS TATUAGENS: O SENHOR JESUS CRISTO

Segundo a História, sempre que as tribos pagãs (com o hábito de usar tatuagens) se convertiam ao Cristianismo, sem excepção, uma das primeiras prácticas pagãs a desaparecer era o uso de tatuagens [II CORÍNTIOS 5:17].

E porquê? Porque, ao contrário dos "Cristãos" desobedientes e carnais da actualidade, os pagãos convertidos SABIAM que as tatuagens são contra a Palavra de Deus. O Espírito Santo rapidamente dizia aos pagãos convertidos: "Agora que és meu, não quero tatuagens no teu corpo".

E os ex-pagãos, ao contrário dos Cristãos ocidentais, OBEDECEM.

Tal como aconteceu nas civilizações que usavam as tatuagens, quando estas tribos pagãs se converteram ao Cristianismo, os seus rituais religiosos e culturais (que incluíam o uso de tatuagens, piercing e escarificação) forma tornados banidos.
(Jean-Chris Miller, The Body Art Book : A Complete, Illustrated Guide to Tattoos, Piercings, and Other Body Modifications, p.9)

Quando o Senhor Jesus chega, as tatuagens desaparecem.

Sempre que os missionários se depararam com tatuagens, eles irradicaram-nas.
(Gilbert, Steve, Tattoo History: A Source Book, p. 101)
Embora estas e outras modificações corporais tenham continuado a ser praticadas no "underground" como forma dos não-Cristãos se identificarem uns aos outros, Deus te livre de seres apanhado e teres as tuas marcas reveladas.
(Jean-Chris Miller, The Body Art Book : A Complete, Illustrated Guide to Tattoos, Piercings, and Other Body Modifications, p.11)

O autor deste texto diz o seguinte:

Tenho muitos amigos que fizeram tatuagens antes de aceitarem a salvação. Sem excepção alguma, todos eles estão hoje em dia envergonhados com as suas tatuagens, e sempre que podem, tentam escondê-las.

Mas antes de terem sido salvos - tal como as tribos pagãs - eles orgulhosamente exibiam as suas tatuagens.

Deixem-me acrescentar uma coisa: muitos deles começaram a sentir vergonha das tatuagens ANTES de lerem Levítico 19:28, ou antes de alguém os dizer que as tatuagens são condenáveis.

Depois de receberem o Senhor Jesus Cristo, e com a ajuda da infusão do Espírito Santo, eles SABIAM que as tatuagens desagradam a Deus.

Glória a Deus por tal evidência de unidade no Espírito.

Um testemunho poderoso em torno do autor das tatuagens é descrito por Steve Gilbert:

Quando Cortez e os seus conquistadores chegaram às costas do México em 1519, eles ficaram horrorizados por descobrir que os nativos não só adoravam demónios em forma de estátuas e ídolos, como de alguma forma haviam conseguido imprimir imagens indeléveis destes ídolos na sua pela.Os espanhóis, que nunca haviam sido expostos às tatuagens, reconheceram rapidamente isto como obra do Satanás.
(Gilbert, Steve, Tattoo History: A Source Book, p. 99)

Embora os Católicos espanhóis nunca tivessem sido expostos a tatuagens, eles "reconheceram rapidamente isto como obra do Satanás". No entanto, os desobedientes, carnais e rebeldes "Cristãos" actuais dizem coisas ridículas como "marcarem-se para Jesus" (!).

AS TATUAGENS E O MUNDO CIVILIZADO.

Alguém pode dizer "Mas isso foi nas idade das trevas. Isso foi nas terras pagãs. Tudo isso mudou hoje em dia. Hoje ninguém faz relação entre as tatuagens e rituais espirituais pagãos."

Fazem sim senhor!

Estas tatuagens agem como talismãs protectores e conferidores de poder a quem o usa. Há até alguns artistas corporais que executam tatuagens ritualistas, piercing, marcações, e cortes. Eles podem até sugerir que tu consultes o teu quadro astrológico como forma de escolheres a melhor altura para fazer a tua arte corporal. Eles irão arder incenso e acender velas.
(Jean-Chris Miller, The Body Art Book : A Complete, Illustrated Guide to Tattoos, Piercings, and Other Body Modifications, p. 29)

Alguns tatuadores no Ocidente estão a experimentar tatuação ritualista. Este método de trabalho incorpora rituais para a criação de um espaço sagrado na área onde a tatuagem será posicionada. Usualmente incenso é queimado e os deuses convidados para abençoar os resultados.
(Michelle Delio, Tattoo: The Exotic Art of Skin Decoration, p. 75)

TATUAGENS: O CÁLICE DOS DEMÓNIOS.
Não podeis beber o cálix do Senhor e o cálix dos demónios; não podeis ser participantes da mesa do Senhor e da mesa dos demónios..
1 CORÍNTIOS 10:21


segunda-feira, abril 04, 2011

Ignorância e supertição: milhares de albinos em fuga por medo de serem mortos

Quando o homem abandona a crença Bíblica de que todo o ser humano, por via de ter sido criado pelO Mesmo Deus e por ter em si a Imagem do Criador, tem valor, o mesmo fica à mercê dos gostos e preferências das religiões humanistas.

O paganismo, ao negar o Deus Soberano e ao atribuir ao que foi criado poderes criativos, fragiliza o valor do homem e justifica coisas como as que este blogue reportou.

Pensem assim: se estas pessoas que são supersticiosas contra os albinos realmente acreditassem que todo o ser humano deve o seu valor à Aquele que o fez, alguma vez perseguiria os albinos apenas e só por terem uma cor da pele diferente? Se não é Deus quem nos dá valor (independentemente das nossas características físicas), então o valor que nós temos é definido por quem? Pelos homens? Mas quais homens? Os ricos? Os mais poderosos? Os religiosos? Os ateus? Pior ainda, será que o homem tem valor?

Como é que o humanismo secular serve de base para refutar a posição do humanismo mais pagão presente em várias tribos por todo o mundo?

Eventos como este são mais uma evidência poderosa para os malefícios da rejeição da descrição Bíblica das nossas origens.



Milhares de albinos na Tanzânia e no Quênia fugiram de suas vilas por medo de serem perseguidos e mortos, e foram direcionados para as áreas urbanas onde se sentem mais seguros.
Conforme relatado por um grupo de ativistas em defesa dos albinos na Tanzânia, seriam 7.124, incluindo 3.580 mulheres. No país foram verificados vários assassinatos de pessoas albinas, que foram vendidas por milhares de dólares pedaços como língua, ouvidos e nariz. Também no Quênia esta prática é generalizada.
Existe, na verdade, a falsa crença de que partes do seu corpo tenham poderes especiais quando são combinadas com os atos de bruxaria.
Conforme relatado a Agência Fides, pela International Federation for the Red Cross and Red Crescent Societies, entre 2007 e 2009, deixaram suas aldeias e se esconderam pelo menos, 10 mil pessoas albinas na Tanzânia, Quênia e Burundi.
Numa reunião realizada em Nairóbi, foram discutidos os direitos dos albinos em relação a segurança, saúde e educação. Servem urgentemente novas estratégias para reduzir o estigma social e educar os pais de crianças albinas. Das estatísticas divulgadas pela organização canadense Under The Same Sun (USS), que trata dos direitos e da proteção dos albinos, mostra que, desde 2007 na Tanzânia foram mortos 59 albinos e 9 foram brutalmente mutilados.
No Quênia, pelo menos sete foram mortos, mais recentemente em 24 de Dezembro. Outras mortes foram relatadas no Burundi, República Democrática do Congo, Guiné, Suazilândia e África do Sul. No entanto, segundo o USS, muitos ataques e assassinatos de albinos na África não são documentados e comunicados.
O organismo dessas pessoas não é capaz de produzir melanina, o pigmento que ajuda a pele a se proteger dos danos dos raios ultravioletas do sol.
Agência Fides.

sábado, janeiro 15, 2011

Europa: o fim do Cristianismo abre portas ao paganismo

Sendo ignorantes da História, os secularistas do Ocidente são ingénuos até ao extremo. Havendo sido criados no meio da inerte civilização formalmente conhecida como Cristandade, eles erradamente concluem que o calor permanecerá logo que o fogo seja apagado simplesmente porque demora o seu tempo até que as brasas se extingam.

Mesmo para o mais comprometido militante ateu, esta conversão moderna semelhante à conversão de Paulo de Tarsus deveria sublinhar a necessidade fulcral de uma religião civilizada para competir com as atracções de outras religiões.

Durante aqueles dias o sacerdote tem uma visão: ele encontra-se com o diabo que lhe diz que ele se tornará num grande guerreiro. O diabo diz-lhe que, para aumentar o seu poder, ele tem que continuar com os rituais de sacrifícios humanos e canibalismo.

A iniciação está concluída e o sacerdote é agora um dos líderes mais poderosos da África Ocidental. O sacerdote tem 11 anos. Tal como profetizado, o rapaz cresceu e tornou-se um dos líderes militares mais conhecidos: o General "Butt Naked".

Foi durante o verão de 1996 que os membros da sua tribo se encontraram no meio duma feroz batalha. Foi determinado que um sacrifício era necessário. Enquanto os rockets choviam sobre as tropas, uma mãe trouxe a sua filha de 3 anos até ele.

Algo na criança tocou o General usualmente sem misericórdia e pela primeira vez ele hesitou. À medida que ele revive o momento, a sua face contorce-se.

'A criança era anormalmente bonita e simpática. A maioria das crianças que era trazida até mim pelos anciãos chegam a chorar e a lutar. Esta criança estava pacífica. Foi aí que eu pensei "Esta criança não pode morrer". Resisti.

De milhares de crianças que matei, eu gostaria de não ter morto aquela criança....' a sua voz começa a desvanecer. Ele começa a ficar choroso pela primeira e única vez.

'Pouco depois de ter morto a criança eu tive a minha epifania.'

Ele alega que viu uma luz com a forma de Um Homem. Uma Voz dirigiu-se a ela e disse, 'Arrepende-te e vive, ou recusa e morre'. Ele acredita que era Cristo.

O impacto foi imediato. A partir desse dia, as matanças, os sacrifícios e o canibalismo terminaram e os Blahyi entraram num período de tumulto que levou os seus homens acreditar que ele tinha enlouquecido.

No espaço de alguns meses ele já havia abandonado a Brigada "Butt Naked" e mais para o fim de Setembro de 1996 ele foi baptizado no mar perto de Monrovia.

Muito poucos na Europa estão familiarizados com as prácticas similares dos pagãos europeus antes da conversão ao Cristianismo. Desde os sacrifícios humanos dos Druidas até às violações e assassínios dos funerais Vikings, os Europeus tem estado historicamente susceptíveis a comportamentos não menos aberrante às sensibilidades modernas que o canibalismo e adoração de demónios dos Africanos contemporâneos.

Não há evidências de que uma sociedade progressiva secular pode sobreviver mais do que 3 gerações; a maior parte das evidências inclina-se a indicar que não pode nem sobreviver uma única geração.

A grande ironia é que a posição progressiva, científica e anti-religiosa é principalmente baseada num fundamento não-científico e religioso: a sólida crença na perfeição do Homem e a inevitabilidade do progresso humano rumo ao comportamento análogo ao comportamento religioso mas sem a crença religiosa.

quarta-feira, janeiro 05, 2011

A diferença que o Senhor Jesus faz

Um homem das ilhas Fiji pergunta ao militante ateu Christopher Hitchens o que é que o ateísmo tem para lhe oferecer, uma vez que o Cristianismo conduziu a que o seu povo deixasse o canibalismo. O militante ateu praticamente ignora o ponto da questão, e alega que há algo de errado com o Cristianismo uma vez que ele só chegou há Terra há 2,000 anos. Supostamente isto significa que antes disso Deus não Se importava com a humanidade.

Teve que ser o católico Dinesh de Souza a chamar-lhe a atenção.

Preconceito naturalista: deuses pagãos? Ok. Deus da Bíblia? Não!

Uma reportagem que analisou um dos milagre que o Senhor Jesus fez há mais de 2000 foi recentemente retirado duma publicação médica. A revista Virology Journal havia publicado um artigo (escrito por pesquisadores chineses) que detalhava o caso duma mulher com febres altas que o Senhor Jesus curou. Os autores do estudo especularam que a mulher poderia ter gripe.

Algumas semanas após ter sido publicado, a blogsfera cristofóbica e Teofóbica tratou de ridicularizar e desrespeitar o trabalho de pesquisa dos cientistas. Devido a isto, a Virology Journal pediu desculpas e retirou o artigo da circulação.

Uma vez que a ciência moderna e a tecnologia são normalmente empregadas na pesquisa de eventos passados, porque é que este artigo em particular gerou tanta polémica? Nenhuma razão científica foi oferecida mas muitas razões ideológicas.

Um colunista escrevendo para a LiveScience disse:

Os autores do estudo diagnosticaram a mulher que [o Senhor] Jesus curou como sofrendo de gripe. Se os pesquisadores tivessem examinado algum documento recentemente descoberto, um corpo mumificado, ou outra tipo de evidência forense, isso seria uma coisa. Agora, usar os Evangelhos de Marcos, Mateus e Lucas da versão King James da Bíblia como a única base de dados torna o "Virology Journal" parecer a revista "Mad" ou o "The Onion.
Considerando que Marcos, Mateus e Lucas foram testemunhas oculares e escritores históricos do seu tempo, serão eles menos fiáveis que, por exemplo, Platão?

Há cerca de 2,000 anos atrás o filósofo grego descreveu a cidade perdida de Atlantis que supostamente se afundou no mar. A alusão a esta cidade iniciou a busca dos seus restos arqueológicos ou outro tipo de evidência em seu favor.

No ano de 2005 a revista científica Geology, que "os geólogos profissionais e estudantes universitários.......usam....para se manterem actualizados no que toca as tendências das pesquisas científicas" publicou um artigo intitulado de "Destruction of Atlantis by a Great Earthquake and Tsunami? A geological analysis of the Spartel Bank hypothesis."

Platão é o primeiro escritor a mencionar a cidade, e os outros comentários acerca dela são baseados na sua narrativa. Os seus escritos também mencionam o envolvimento do deus grego Poseidon, em cujos cuidados os outros deuses gregos haviam deixado Atlantis. Aparentemente Poseidon havia-se enamorado por uma mulher mortal, Cleito, que deu à luz cinco pares de gémeos masculinos.

Curiosamente, apesar de todas estas referências a deuses e ao seu envolvimento na vida humana, os escritos de Platão foram tão levados a sério que fomentaram não só estudos arqueológicos mas também estudos geológicos.

Pergunta para os naturalistas que subverteram a ciência e agora dominam as publicações científicas: o que é que faz dos escritos de Platão evidência suficiente para os geólogos iniciarem as suas pesquisas em torno de eventos passados, mas faz os escritos Bíblicos clinicamente e cientificamente inválidos à priori por parte dos médicos chineses? Até o Darth Vader fez uma aparição na revista Psychiatry Research:

Segundo alguns pesquisadores, a transformação de Anakin Skywalker para Darth Vader pode ter mais a ver com questões psicológicas do que com a Força.
Outros eventos Bíblicos (incluindo a estrela de Belém) foram usados para investigações científicas - especialmente em tentativas de as refutar. Porque é que alguns "eventos sobrenaturais" podem ser usados como base para a ciência mas os eventos sobrenaturais da Bíblia não podem?

Ao contrário da Guerra das Estrelas, a Bíblia é um Livro Histórico que contém comentários que, cientificamente falando, nunca podem ser barrados de escrutínio científico. As pesquisas vão continuar quer os jornais com "revisão de pares"publiquem os artigos ou não.

Conclusão:

O facto do artigo dos pesquisadores chineses ter sido retirado demonstra duas coisas:

  • A descriminação propositada contra visões que contradigam a cosmovisão mantida pela comunidade científica secular;
  • A habilidade dos jornais "científicos" de retirarem artigos científicos devido à pressões da opinião pública.
A rejeição do trabalho dos cientistas por parte da comunidade ateísta não foi baseada em argumentos científicos mas em argumentos anti-cristãos. Os ateus sentem-se fragilizados sempre que a ciência e a Bíblia se mostram em harmonia, e por isso tentam a todo o custo usar a censura como forma de esconder a harmonia que há entre uma e outra.

Este evento mostra bem como as crenças pessoais podem moldar a forma como fazemos análises científicas.


quinta-feira, dezembro 09, 2010

Inglaterra avança para o Islão: carne halal para todos!

Mas, se alguém vos disser: Isto foi sacrificado aos ídolos, não comais, por causa daquele que vos advertiu e por causa da consciência; porque a terra é do Senhor, e toda a sua plenitude.
1 Cor 10:28

A Grã-Bretanha lidera a corrida no que toca a demonstrar que a cultura ateísta e secular que por lá domina é apenas uma breve paragem até a queda para o paganismo:
Uma investigação levada a cabo pela "Mail on Sunday" – que vai alarmar todos aqueles preocupados com a crueldade animal - revelou que escolas, hospitais, pubs e locais desportivos famosos como Ascot e Twickenham estão - de forma controversa e sem o conhecimento do público - a servir carne de animais mortos de acordo com a estrita lei islâmica [Sharia].

Toda a carne (bovina, galinácea, etc) vendida aos fãs no estádio Wembley foi preparada secretamente de acordo com a lei sharia, enquanto que o colégio Cheltenham, que se vangloria do seu "forte etos Cristão", é uma das muitas escolas públicas de topo que também serve carne de galinha halal aos estudantes sem os informar.
Fazer coisas às escondidas do público é sintomático de quem sabe que o que faz não está certo. Se eles sabem que o que estão a fazer não está correcto, porque é que o fazem?
Até mesmo o maior grupo de restaurantes da Grã-Bretanha, o grupo Whitebread, admitiu que mais de 3/4 da sua carne é halal.
A lei Sharia expressamente proíbe que se atordoe o animal antes de o decapitar - como é normalmente feito nos matadouros britânicos. Em vez disso, o animal tem que estar desperto enquanto a sua garganta é cortada, e à medida que o seu sangue vai-se esvaindo, algumas frases religiosas de louvor a Alá são proferidas.

Vai ser interessante ver se os agressivos (e mal educados) ateus da Inglaterra se manifestam contra isto, ou se por outro lado agem da forma que se espera e permaneçam calados uma vez muitos deles são anti-cristãos e não anti-religiosos. Já imaginaram o reboliço que os ateus britânicos fariam se soubessem que o Estado inglês estava a considerar proibir o consumo de carne durante Sexta Feira Santa?

Parece que há algumas religiões que os ateus aprovam.

O mais engraçado é que esta história está a ser tratada não como um gesto de submissão à religião islâmica mas sim apenas e só como um caso de crueldade animal.

Pode-se perguntar o porquê dos ateus britânicos não se manifestarem contra estas coisas. Simples. Da forma como as coisas estão actualmente, enquanto houver cristãos (ou cultura cristã) na Grã-Bretanha, os muçulmanos e os ateus estão do mesmo lado da guerra. Os ateus usam os muçulmanos para destruir a cultura cristã, e os muçulmanos usam os ateus com o mesmo propósito. Por enquanto, não interessa aos ateus diminuir ou silenciar os muçulmanos.

Para além disso, os muçulmanos em regra geral votam em partidos que suportam a causa ateísta, portanto, interessa aos ateus que os muçulmanos aumentem de numero porque assim significam mais votos para os partidos de esquerda.

O que os historicamente ignorantes ateus não sabem é que os muçulmanos não se preocupam muito com "lealdades" aos "kafiirs". A partir do momento em que eles se encontrem em número suficiente, os muçulmanos vão-se voltar contra os mesmos ateus que os ajudaram a destruir a cultura cristã.

Como os ateus não tem motivação nenhuma de lutar e morrer pelo ateísmo, isto significa que o futuro da Inglaterra afigura-se muito pouco saudável para os ateus.

Deve ser por isso que o ateu Richard Dawkins afirma:

Tanto quanto sei não há Cristãos a explodir prédios. Não conheço Cristãos que façam ataques suicidas bombistas, nem conheço uma grande denominação Cristã que acredita que a apostasia deva ser punida com a morte.

Eu tenho sentimentos divididos em relação ao fim do Cristianismo uma vez que o Cristianismo pode ser uma fortaleza contra algo pior.

Pois é.

Vêr também:

Professor de História Afirma: Não Sei Se o Fim do Cristianismo Será Benéfico Para as Sociedades

sexta-feira, setembro 24, 2010

Pais "ateu" do centro-norte da Europa avança com canibalismo

Uma das consequências do abandono europeu das suas raízes judaico-cristãs é a crescente proliferação de ideologias que foram mantidas fora da normalidade durante séculos. Deve ser por isso que as ideologias não-Bíblicas (islão, hinduísmo, ateísmo, evolucionismo, comunismo, socialismo, aborcionismo, homossexualismo) tem os cristãos como inimigos públicos número um. Enquanto a população tiver uma forte fé naquilo que o Deus da Bíblia diz, essas ideologias dificilmente vão ganhar adeptos.

Entra o canibalismo.

À medida que os esquerdistas e os seus "idiotas úteis" (dentro e fora das igrejas) continuam a atacar os tabus, a glorificar os selvagens e divagar nos seus mais perversos caprichos no nome da "tolerância" e da "diversidade", seria uma questão de tempo até isso degenerar até ao barbarismo puro. Se dúvida alguma há em relação a isso, basta olhar para a Europa, lugar que os secularistas de todo o mundo tentam emular.

Em Berlim, um restaurante para canibais lançou uma campanha online requisitando "doadores" de partes corporais e tentando requisitar os serviços de um cirurgião "de mente aberta" como forma de celebrar o multiculturalismo:

O restaurante alega ser inspirado no "canibalismo compassivo" da tribo brasileira Waricaca. O site explica:
Nós vemos o banquetear como um acto espiritual, onde o espírito e a força da criatura consumida é oferecida aos convidados.

Se os provocadores muçulmanos que estão a construir uma mesquita no local onde as torres gémeas caíram devido ao ataque executado por muçulmanos (chamada de "Ground Zero Mosque") podem exigir tolerância religiosa, porque não dar a mesma tolerância religiosa a quem quer praticar o canibalismo? Desde que eles não sejam cristãos, toda a "liberdade religiosa" é permitida.

Esta não é a primeira vez que o canibalismo é alvo de notícias em Berlim. No ano de 2006, Armin Meiwes foi condenado a prisão perpétua por ter comido Jurgen Brandes. Convém dizer que este último ofereceu-se para o menu:

O canibal cortou o pénis de Brandes e comeu-o depois de o ter cozinha com alho, sal e pimenta. Ele continuou a comer o corpo durante os meses seguintes. Quando ele foi finalmente preso. Meiwes já tinha comido cerca de 20 kilos do cadáver.
Não é de admirar que os esquerdistas americanos tenham inveja dos europeus "sofisticados". Estes últimos estão sempre um passo adiantados. Em decadência, claro está.

Depois do auto-destrutivo comportamento homossexual ter sido normalizado, provavelmente o canibalismo vai-se juntar à necrofilia e à pedofilia como as novas fronteiras dos "direitos civis" ou dos "direitos humanos". Se tu não gostas disto, então prepara-te para ser catalogado de "canibofóbico".

O nosso futuro multicultural

sexta-feira, setembro 10, 2010

Descobertos 33 corpos de sacrifícios humanos da civilização Inca no Peru

Deuteronómio 18:9-14

Quando entrares na terra que o Senhor, teu Deus, te der, não aprenderás a fazer conforme as abominações daquelas nações.

Entre ti se não achará quem faça passar pelo fogo o seu filho ou a sua filha, nem adivinhador, nem prognosticador, nem agoureiro, nem feiticeiro;

Nem encantador de encantamentos, nem quem consulte um espírito adivinhante, nem mágico, nem quem consulte os mortos:

Pois todo aquele que faz tal coisa é abominação ao Senhor; e por estas abominações o Senhor, Teu Deus, as lança fora de diante dele.

Perfeito serás, como o Senhor, Teu Deus.

Porque estas nações, que hás-de possuir, ouvem os prognosticadores e os adivinhadores: porém, a ti, o Senhor, Teu Deus, não permitiu tal coisa.


Pesquisadores em um sítio arqueológico no norte do Peru fizeram uma descoberta de dezenas de pessoas sacrificadas aproximadamente 600 anos atrás pela civilização Inca.

Os corpos, que mostram sinais de cortes e degolamento, foram encontrados em bom estado de conservação, de acordo com Carlos Webster, líder das escavações no acampamento Chotuna-Chornancap. Os sacrifícios foram realizados poucas décadas antes da chegada dos exploradores espanhóis no Peru.

Embora seja comum encontrar evidências de sacrifício humano nas ruínas das civilizações Incas e pré-Incas, os pesquisadores ficaram surpresos de encontrar 33 pessoas no mesmo local. “A maior parte dos corpos pertence a jovens mulheres, de aproximadamente 15 anos. Uma delas parecia estar grávida, pois encontramos evidências de um feto em seu abdómen, provavelmente de quatro meses”, disse Webster sobre as descobertas feitas nas escavações, que já duram um ano e meio.

Grande parte dos cadáveres está em bom estado de conservação – os tecidos e cabelos foram preservados. Eles foram encontrados em uma área seca, a mais de dois metros de profundidade”, diz Webster.

Os cientistas afirmam que o sacrifício humano era comum na cultura Inca, que se desenvolveu imediatamente antes da chegada dos exploradores espanhóis na América, entre os anos 1400 e 1500 nas áreas que hoje pertencem ao Peru, Chile e Equador.

A civilização Inca é bastante conhecida pelas ruínas de sua capital, Machu Picchu, um dos maiores destinos turísticos do Peru e considerada uma das novas sete maravilhas do mundo.

O sítio arqueológico de Chotuna-Chornancap, que tem 95 hectares, fica a 20 quilômetros da cidade litorânea de Chiclayo, próximo à tumba de Sipan, uma das maiores descobertas arqueológicas do último século. [Fonte]

Agradecimentos ao "esotérico" do Nuno Dias pela notícia.

terça-feira, julho 27, 2010

Filhos de orgias romanas mortos à nascença

Uma das muitas coisas boas que a religião Judaico-Cristã trouxe para a Europa foi o valor e a dignidade da vida humana, desde a fase mais tenra até à velhice.

As religiões pagãs e humanistas, por outro lado, vazias de Uma Referência Absoluta para a moral, vão criando os conceitos de "humano" e "não humano" à medida que vão caminhando, deixando um rastro de sangue e morte por onde passam.

Este achado provavelmente levanta o véu do que acontecia a crianças "indesejáveis" antes da chegada do Cristianismo. Curiosamente, em países onde há uma forte indoutrinação ateísta (Inglaterra, China, Suécia, etc) o valor da vida humana voltou a cair para algo definido pela sociedade. Hoje em dia as sociedades de cariz mais anti-cristão impuseram a crença de que o bebé que está no ventre não é bem humano, e portanto, não há problemas em matá-lo.

A descoberta de 97 esqueletos de crianças com 40 semanas de gestação, numa vila romana, em Inglaterra, leva investigadores a pensar que ali havia um bordel.

Nas escavações de uma antiga vila romana, junta da localidade de Hambleden, no vale do Tamisa, em Buckinghamshire ( Inglaterra), uma equipa de arqueólogos britânicos fez uma estranha descoberta: uma vala do tempo romano, na qual foram encontrados os esqueletos de 97 crianças que não tinham mais de 40 semanas de gestação à data da sua morte. Os investigadores pensam que ali haveria um bordel e que aquelas eram crianças indesejadas e mortas à nascença.

"Não existe nenhum outro sítio onde se tenha encontrado algo assim", explicou o biólogo que fez o estudo dos esqueletos, Simon Mays, do English Heritage Centre for Archeology, citado pela BBC News online.

O sítio arqueológico foi descoberto há cem anos e identificado como uma vila romana, de proprietários abastados.

Na altura, o local foi estudado pelo naturalista e arqueólogo inglês Alfred Heneage Cocks, que deixou um relatório minucioso das escavações, durante as quais reuniu três centenas de caixas com artefactos, cerâmica e ossos. Elas foram recentemente redescobertas no Buckinghamshire County Museum, juntamente com o relatório das escavações, datado de 1921, e um acervo de fotografias.

Nesses registos, os arqueólogos encontraram indicações muito precisas sobre a localização dos pequenos esqueletos, que estavam enterrados sob paredes ou no pátio, mas todos próximos uns dos outros.

No seu relatório, no entanto, Alfred Heneage Cocks não dava grande relevância aos esqueletos.

A equipa que neste momento está a estudá-los conseguiu determinar que nenhum deles teria mais de 40 semanas de gestação. Ou seja, morreram à nascença, e os arqueólogos pensam que foram mortas propositadamente.

"A única explicação que temos é que haveria ali um bordel", adiantou à BBC a arqueóloga Jill Eyers, do Chiltern Archeology, que está a participar no estudo sobre os esqueletos.

No entanto, sublinha a arqueóloga, aquela poderia ser uma situação comum naqueles tempos, em que não existia uma contracepção eficaz.

Por outro lado, sublinha ainda a equipa, o infanticídio poderia não ser na época romana um comportamento tão chocante como hoje.

Registos arqueológicos desse tempo mostram que as crianças não eram então consideradas totalmente humanas antes dos dois anos, de acordo com a arqueóloga.

Os investigadores vão agora fazer os estudo genético dos esqueletos para tentar determinar o sexo e para perceber possíveis relações entre eles.

terça-feira, julho 20, 2010

Como Reduzir Número de Acidentes Nas Estradas: Contratando Druidas

Quando uma nação abandona o Deus da Bíblia, ela não fica "neutra" em relação às influências do mundo: ela passa a acreditar em tudo o que lhe oferecem, por mais ridículo que seja (evolução, aborcionismo, paganismo, socialismo, etc). Qualquer dia quando formos ao médico, em vez de sermos atendidos por um médico qualificado, somos atendidos por um xamã.

Áustria contrata druidas para reduzir número de acidentes em estradas

Druida

Inicialmente, a medida foi mantida em sigilo. Por razões óbvias. Mas os bons resultados fizeram com que autoridades da Áustria revelassem a inusitada estratégia para reduzir o número de acidentes em estradas no país. Para atingir esse objetivo, o governo contratou druidas - sacerdotes celtas - para que eles construíssem uma série de monumentos Stonehenge a fim de drenar a energia negativa nos pontos mais problemáticos das rodovias.

Druida

"No começo estávamos meio céticos, e não queríamos que as pessoas ficassem sabendo. Então mantivemos a medida em sigilo", disse Harald Dirnbacher, engenheiro-chefe do órgão que cuida das estradas austríacas, ao "Croatian Times".

Druida

Mas, segundo o governo, a melhora foi tão impressionante que as autoridades do país europeu resolveram ampliar o programa com os druidas.

Os sacerdotes celtas só temem perder a luta para as torres de telefonia celular, que, de acordo com os místicos, espalhariam radiação negativa de uma forma difícil de combater.

terça-feira, junho 15, 2010

Homens Presos Após Oferecerem Sacrifício Humano para deusa Kali

Antes digo que, as coisas que os gentios sacrificam, as sacrificam aos demónios e não a Deus. E não quero que sejais participantes com os demónios.
1 Cor 10:20

Três homens indianos foram presos por matarem e decapitarem um homem. O Digital Journal reportou:
Polícias do Este da Índia prenderam 3 homens em conexão a um decapitamento que se pensa fazer parte de sacrifícios humanos em favor da deusa Kali.

O corpo nu e decapitado de um trabalhador de uma fábrica foi encontrado numa secção de um templo Hindu dedicado a Kali. ... A sua cabeça estava manchada com vermelho forte e tinha flores e incenso à sua volta.

"Três homens, todos na casa dos trinta, foram presos devido a este decapitamento", afirmou o chefe de polícia Rabindranath Mukherjee à Sky News.
Dois dos homens presos trabalhavam numa fábrica onde a vítima trabalhou e o terceiro era um operário local.

"Ouvimos dizer que incidentes envolvendo sacrifícios humanos nos diversos templos da deusa Kali em Birbhum eram comuns a mais de um século" afirmou um sacerdote chamado Utpal Bhattacharya.

O dito sacerdote explicou que Birbhum, no distrito da Bengal Ocidental, é considerado um centro de energia e poder na mitologia Hindu.

Em Março passado um casal foi preso na parte Oeste da Índia por alegadamente matar 5 rapazes depois de um místico lhes dito isso ajudaria a mulher a conceber. E em Setembro último a polícia do norte da Índia prendeu 4 pessoas depois de um rapaz de nove anos ter sido raptado e assassinado num caso em que se suspeita sacrifício humano.

Típica resposta ateísta: "É por isso que é urgente acabar com as religiões!!!"

Mas esperem lá. Só porque uma religião é manifestamente perigosa, será que isso implica que TODAS as religiões o são? Se isso é assim, será que devemos pensar o mesmo em relação aos ateus?

Segundo alguns dados históricos, dois ateus (Stalin e Mao Tse Tung) foram responsáveis pela morte de quase 100 milhões de seres humanos. Será que devemos inferir que TODOS os ateus são genocidas? Se existem ateus bons e ateus maus, porque é que os ateus não aceitam o mesmo em relação às religiões?

Se os cristãos sabem fazer distinção entre genocidas ateus e ateus que nunca seriam genocidas, porque é que os ateus não usam a mesma lógica? Porque é que não param de usar exemplos de actos não cristãos para refutar o Cristianismo?

Todos sabemos porquê: porque se eles se restringirem ao Cristianismo, eles ficam sem arsenal. Como tal, eles põe a fé cristã no mesmo saco de ideologias totalmente anti-cristãs, e usam exemplos de uma para refutar o Cristianismo. Como não conseguem refutar o genuíno, eles constroem caricaturas.

O ateu evolucionista Ludwig é um excelente exemplo da caricaturização do Cristianismo. Uma das suas últimas "pérolas de sabedoria" foi o de que os católicos mostram falta de fé ao instalar para-raios nas igrejas. Segundo o Ludwig, o próprio Bento XVI não está a ser coerente ao andar com um carro à prova de balas. Não me perguntem o que é que uma coisa tem a ver com a outra, mas lembrem-se que a "lógica" do ateu é diferente da lógica normal.

Conclusão:

Existem religiões e existem religiões. Existem ateus que são genocidas e ateus que são compassivos. Da mesma forma que o cristão tem que se focar na crença mantida pelo ateu, o mesmo deve ser feito por este último. Se ele está a debater com um cristão, então deve-se restringir ao Cristianismo. Usar exemplos não-cristãos para refutar o Cristianismo é ilógico.

Mas para quem acredita que o universo criou-se a si mesmo, usar exemplos islâmicos contra o Cristianismo é um pequeno passo.

quinta-feira, março 25, 2010

Evolucionistas Atribuem ao Tempo o que os Cristãos Atribuem a Deus

Um dos comentadores do blog "Uncommon Descent" disse o seguinte:
Os darwinistas não se vão surpreender com a elevada funcionalidade [das formas de vida] depois de 3,4 mil milhões de anos

Claro! A toda poderosa e sobremaneira engenhosa mão do tempo. O "tempo" torna o impossível em possível, o possível em provável, e o provável em inevitável. Pelo menos é isso que as fantasias darwinistas, que contradizem a razão, a avaliação matemática combinatória, escrutínio lógico e as evidências empíricas, dizem.

Quando se fala em evolução, o tempo não é a questão, mas sim os recursos probabilísticos. Esses mesmos recursos são claramente inadequados mesmo que se assumam cenários optimistas e não-realistas em todos os estágios da evolução das espécies.

Ponham de parte a selecção natural uma vez que a mesma é irrelevante no que toca à melhoria dos resultados probabilísticos. Avançar com experiências aleatórias falhadas não aumenta a probabilidade da próxima mutação aleatória ser bem sucedida.

De que forma é isto óbvio? Apenas façam as contas, como já foram feitas, e comecem a pensar nas explosões probabilísticas hiper-exponenciais que são trazidas a lume quando se pensa na maciçamente sofisticada, integralmente funcional, digitalmente controlada, automática, auto-replicadora, auto-reparadora, com capacidade de guardar, consultar e processar informação, maquinaria celular. E isto é só o início a nível celular.

Nos tais 3 mil milhões de anos que os ateus evolucionistas invocam, não só o que está descrito em cima ocorreu, bem como ocorreu a evolução da mente humana, com todas as suas capacidades cognitivas - inclusive a capacidade de investigar a tecnologia que existe nas formas de vida.

Quão credível é esta "estória"?

Não será uma forma de idolatria atribuir poderes criativos àquilo que foi criado? Não é irónico que os ateus, na sua ânsia de remover toda a "superstição" e "religião", acabaram por instalar no lugar de Deus um outro "deus", nomeadamente, o "todo poderoso" tempo?

A boca do tolo é a sua própria destruição, e os seus lábios um laço para a sua alma.

Provérbios 18:7

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