Um professor de matemática da Michigan State University (MSU) alegadamente correu pela sua sala de aula gritando "There is no f***ing God!" depois de se ter despido por completo. O nome do professor não foi ainda publicado, mas em declarações disponíveis online, os seus alunos afirmaram que o professor era "excêntrico", e que o que ocorreu era mais do que previsível.
Encontrava-me na aula de Calc 1 na MSU, quando o meu professor, que era sempre excêntrico, excedeu-se. A meio da aula ele começou a gritar contra nós - proferindo palavrões a torto e a direito. Foi então, e ainda aos gritos, que ele começou a bater na janela e a encostar a cara contra ela.
Eventualmente ele saiu e caminhou até ao fim do corredor, ainda aos gritos. Depois disto, regressou à sala de aula e despiu-se - excepto as meias. . . . . Quando as coisas chegaram a este ponto, os alunos que se encontravam na sala de aula fugiram. Nós estávamos literalmente cheios de medo e temerosos pela nossa vida.
A polícia demorou 15 minutos a chegar, e durante este tempo ele continuou a andar por todo o lado aos berros.
Ele estava a dizer qualquer coisa sobre computadores, Steve Jobs, e como tudo era um fingimento. Ele correu para o corredor, premiu a cara contra a janela da sala de aula e disse qualquer coisa em torno dele não gritar.
Depois disto, ele voltou para a sala a chorar e, por alguma razão, tirou uma nota do seu bolso. Foi mais ou menos por aí que nós nos apercebemos que ele havia perdido o juízo.
A polícia de MSU disse que "um professor universitário" foi colocado "em custódia protectora e transportado . . . para um hospital local. Não houve feridos e o professor não vai ser acusado de qualquer crime. O Centro de Aconselhamento da MSU já contactou os estudantes que podem ter presenciado o incidente de modo a que estes possa disponibilizar a ajuda necessária."
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Levando em conta o nível dos "ataques" que os militantes ateus normalmente fazem ao Cristianismo, este "argumento" gráfico e único do professor ateu provavelmente é mais convincente do que a maioria dos "argumentos" apresentados pelos militantes ateus.














