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sábado, outubro 01, 2011

As probabilidades da primeira célula

Como é que a vida surgiu? Para aqueles que rejeitam o Testemunho de Génesis, a busca está restrita a pistas existentes na natureza. Uma das pistas é o número mínimo de informação genética necessária para o crescimento e para a reprodução. Se o número for suficientemente pequeno, então é concebível que a vida se tenha gerado como efeito de forças não-inteligentes.

O documentário de 2008 com o nome de "Expelled: No Intelligence Allowed" defendeu que 250 é o número mínimo de proteínas necessárias para o funcionamento da célula. As probabilidades de tantas proteínas se formarem por acaso é equivalente a um homem jogar nas máquinas caça-níqueis e ganhar 250 vezes consecutivas.

No entanto, as verdadeiras probabilidades são ainda mais problemáticas para os naturalistas. O biólogo molecular Doug Axe disse:

Estamos a falar de algo vertiginosamente improvável; mais ou menos 1 num trilhão de trilhão de trilhão de trilhão de trilhão de trilhão.
(Stein, B. 2008. Expelled: No Intelligence Allowed. DVD. Directed by Nathan Frankowski. Premise Media Corporation, L.)
No entanto, novas pesquisas podem fazer com que Axe tenha que quadruplicar estas probabilidades impossíveis.

Uma equipa de biólogos da "Stanford University School of Medicine" empregou um novo método como forma de estimar a informação genética mínima necessária para a sobrevivência da bactéria chamada de Caulobacter crescentus.

Eles usaram uma nova técnica para identificarem as mutações específicas no ADN das bactérias mutantes. Posteriormente, eles mapearam o genoma da Caulobacter para descobrirem as áreas que não toleravam mutações.

De acordo com o comunicado à imprensa, os pesquisadores descobriram 480 genes codificadores de proteína, mais 532 outras regiões essenciais no ADN da bactéria (Digitale, E. New method reveals parts of bacterium genome essential to life. Stanford School of Medicine news release, August 30, 2011, reporting on research published in Christen, B. et al. 2011. The essential genome of a bacterium. Molecular Systems Biology. 7 (1): 528. ).

A maior parte destas 532 regiões regulam a expressão genética, 91 regiões possuem funções desconhecidas e o restante são genes com funções desconhecidas mas necessárias.

Portanto, a experiência descobriu que o número de regiões de ADN necessárias para a vida básica desta bactéria é de 1000, o que é quatro vezes mais que as 250 proteínas estimadas pelo filme Expelled.

Se a origem e a sobrevivência da primeira célula era miseravelmente insolúvel através de qualquer maquinação das leis da natureza, muito menos solúvel ela é agora. Se não se quiser chegar a um impasse científico e impedir o avanço do nosso conhecimento, temos que postular que aquilo que a natureza por si só não consegue levar a cabo tem que ser forçosamente explicado por forças que vão para além das forças não-inteligentes da natureza.

Curiosamente, é precisamente neste impasse que se encontram os proponentes do naturalismo ; devido à sua fé nesta filosofia não-científica, os evolucionistas materialistas construíram imensas (e muitas vezes mutuamente exclusivas) teorias para a origem da vida.

Todas elas são cientificamente deficientes, mas os evolucionistas, havendo rejeitado Deus, não as podem rejeitar.

Este é um exemplo claro que demonstra como o naturalismo e a a teoria da evolução são um impedimento para o avanço da ciência.


domingo, julho 24, 2011

Jornal "científico" censura artigo que fragiliza o naturalismo

Para que a vida tivesse evoluído a partir de matéria inorgânica, os átomos e as moléculas teriam que se mover dum estado de organização inferior para um estado de organização superior e mais complexa, para além de se auto-organizarem de forma a gerarem estruturas precisas e complexas.

Mas a Segunda Lei da Termodinâmica (SLT), generalizada para a informação, demonstra que, sem um agente inteligente a controlar e a influenciar o processo, as moléculas caminham sempre para um estado de menor organização informacional.

Um artigo técnico recente demonstra de forma clara que a perspectiva naturalista para a origem da vida está em oposição à SLT. Isto talvez explique o porquê de, apesar do artigo ter sido inicialmente publicado, mais tarde tenha sido removido. Aparentemente a "ciência" avança mais depressa quando se censuram evidências que contradizem o naturalismo.

A SLT é uma descrição da tendência (universal) dos sistemas naturais de perderem a sua organização e ordem através do tempo. A lei descreve como o calor se movimenta em direcção a zonas mais frias de forma a que a temperatura se equilibre. Descreve também como as partículas naturalmente se afastam umas das outras - decrescendo sempre a organização estrutural quando largadas sem supervisão inteligente

Há pessoas que só tem empregos porque a SLT é um facto. Pessoas como restauradores de imóveis, mecânicos, médicos e empresas que reparam computadores só fazem sentido num mundo onde os sistemas naturalmente progridam para a degeneração informacional. E repare-mos que, mesmo quando há supervisão inteligente, os sistemas físicos inexoravelmente perderão a sua funcionalidade original.

Um exemplo dum desses sistemas informáticos que, apesar de todo o cuidado e actividades de restauro, caminha para a deterioração és tu.

........

Num artigo intitulado "Um Segundo Olhar à Segunda Lei", o professor Granville Sewell (Universidade de Texas) mostrou que a noção que defende a capacidade da natureza de gerar as complexas estruturas do ADN são tão improváveis como a natureza construir um computador.1 Qualquer um dos eventos violaria a SLT.

Depois do artigo ter sido aceite para publicação no jornal Applied Mathematics Letters, um militante evolucionista escreveu uma carta aos editores, avisando-os que a "reputação" do jornal seria "manchada" se eles publicassem o artigo. Devido a isto, os editores retiraram-no.2

Sewell, que já publicou 39 artigos científicos e outros documentos técnicos3, iniciou um processo legal visto que a politica do jornal em questão é só remover artigos revistos e aprovados em "condições excepcionais" tais como plágio ou dados fraudulentos4.

Como o artigo de Sewell não contém erros ou problemas técnicos, os editores do jornal endereçaram-lhe um pedido de desculpas e concederam-lhe permissão para colocar versão pré-publicada do seu artigo na página web da universidade - embora o jornal Applied Mathematics Letters não tenha intenções de publicar o artigo.2

Medo dos militantes evolucionistas.

O medo do editor em publicar o artigo não é surpreendente, considerando a oposição virulenta (e quase sempre e ignorante e desonesta) dos activistas darwinistas às teorias científicas que fragilizam a sua fé em Darwin.5

Como o artigo em si mostra que, uma vez que a SLT declara que a ordem presente na matéria e na energia tendem sempre para decrescer, a teoria da evolução tal como é ensinada nas escolas e nas universidades é cientificamente impossível. Daí se infere que a vida não tem causas naturais.

Alguns darwinistas tentam "resolver" o problema científico levantado pela SLT afirmando que, a ordem pode aumentar num lugar (por exemplo, na Terra) desde que haja uma compensação noutro lugar qualquer do universo. No entanto, a maioria dos militantes darwinistas apercebe-se que a melhor forma de "resolver" a questão é impedir que o público se aperceba dele - isto é, censurando a informação contrária.

Sewell mostra no seu artigo - através de fórmulas matemáticas sucintas - que este tipo de alegação (isto é, que a ordem pode aumentar aqui na Terra desde que haja compensação em outras zonas) não tem mérito científico. O aumento de ordem num lugar teria que estar directamente conectada com o decréscimo da mesma ordem noutro lugar, e os darwinistas não ofereceram qualquer tipo de evidência em favor de tal conexão. Ele escreve:

O facto da ordem estar a desaparecer no quarto ao lado não facilita o aparecimento de computadores no nosso quarto - a não ser que a ordem esteja a desaparecer no nosso quarto, e mesmo assim só se for o tipo de ordem que não torna o aparecimento de computadores extremamente improvável (...)1

Dito de outra forma, as probabilidades dos átomos que compõem os computadores (e, segundo a mesma lógica, o ADN) se dispersarem naturalmente são esmagadoras. Mais improvável ainda é eles se organizarem de forma a gerarem sistemas funcionais ricos em informação codificada.

A fórmula chave, que é a expressão da taxa de alteração entrópica, está nos livros standard que se dedicam à SLT, mas as implicações são raramente discutidas.

Conclusão:

A forma de ter um computador numa sala não é através da transferência de matéria ou energia, mas sim alguém construir um computador e colocá-lo na dita sala.

Semelhantemente, a única forma de se construir um sistema com informação em código como o ADN não é através do acréscimo de energia solar nos químicos terrestres, mas sim que Alguém construa o ADN e o coloque dentro das formas de vida do planeta.

Esta última proposição está de acordo com o que Deus declara na Sua Palavra quando diz em Êxodo 20:11

Porque em seis dias fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo o que neles há, e ao sétimo dia descansou: portanto, abençoou o Senhor o dia do sábado, e o santificou.
Que a Criação foi instantânea também pode ser visto em Salmos 33:9
Porque falou, e tudo se fez; mandou, e logo tudo apareceu.
Imediatamente e instantaneamente, sem esperar "milhões de anos" de morte e sofrimento na Sua Criação.

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