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domingo, julho 29, 2012

O Criador e o vôo da libélula

Se mais evidências fossem necessárias para se observar a realidade do design no mundo natural, a pesquisa levada a cabo pela Drª Z. Jane Wang, professora de mecânica teorética e aplicada na Cornell University (Gold, 2006) junta-se à já-de-si-longa lista de evidências científicas. Centrando-se no sistema de vôo e na dinâmica dos fluídos, a Drª Wang ressalva que a melhor forma de aprender mais sobre o vôo é olhando para o que acontece naturalmente, isto é, o que existe no mundo biológico.

Note-se neste ponto importante: de forma a que a complexa mente humana possa compreender os princípios do vôo, ela tem que se focar no mundo natural - a Criação. Portanto, a mente inteligente tem que aprender a partir daquilo que - segundo a mitologia evolucionista - veio a existir e desenvolveu-se sem qualquer tipo de Mente Criadora. A inteligência depende assim da não-inteligência. Quem senão um evolucionista pode acreditar numa coisa tão ridícula como esta?

Reportando os seus achados no encontro anual da "American Association for the Advancement of Science", a Drª. Wang observou que a sua pesquisa põe em causa a sabedoria convencional que atribui mais eficiência aos aviões (invenções humanas) do que às criaturas do mundo natural. As libélulas, por exemplo, são "maravilhas da engenharia" (Gold, 2006).

“Maravilhas da engenharia” sem um Engenheiro é a posição dos evolucionistas ateus - apesar da auto-evidente irracionalidade de tal posição pseudo-cientifica.

De facto, a libélula possui quatro asas, em vez das duas como é normal, o que lhe permite arremessar-se para frente a cerca de 60 quilómetros por hora. Esta habilidade espantosa permite ao insecto pairar e mesmo reverter o seu vôo. Segundo a Drª Wang:

As libélulas possuem um bater de asas pouco usual. É um batimento cima-baixo em vez de frente-para-trás.... As libélulas são dos insectos mais manobráveis que existem, portanto se elas fazem as coisas dessa forma, então há uma razão por trás.

(Gold, 2006)

Claro que a crença de que há uma "razão" ou um motivo (ou propósito) por trás da operacionalidade dos dispositivos biológicos provém da crença de quem há Uma Mente por trás desse design.

Os evolucionistas ateus, que negam a existência do Criador, encontram-se assim na posição de assumir um propósito por trás da mecânica da vida rejeitando, no entanto, Aquele que criou os ditos dispositivos com um fim em vista.

Quanto mais os cientistas analisam as libélulas, mais eles se impressionam com estas "maravilhas da engenharia de vôo". (“How Do Things...,”). Durante o seu vôo, e quando batem as asas para baixo, as libélulas parecem contorcer as suas asas, criando um redemoinho de vento que flui através das suas asas, facilitando o levantar que lhes mantém no ar.

Durante os últimos anos a cientista australiana com o nome de Akiko Mizu­tani (Centre for Visual Science na Australian National University) estudou as libélulas de modo pormenorizado. As suas pesquisas revelaram que, quando ela persegue a sua presa, as libélulas "ensombram os seus inimigos com manobras complexas que os pilotos militares podem apenas sonhar em reproduzir. Os seus truque criam a ilusão de que não se estão a movimentar" (citada em “How Stealthy...,” 2003, 2398:26). De facto, segundo o Dr. Javaan Chahl, os rápidos movimentos aéreos permitem que a libélula aparente ser um objecto imóvel (“Military Looks to Mimic...,” 2003).

Este conhecimento não está a passar despercebido aos responsáveis militares uma vez que eles reconhecem as implicações incríveis que estas pesquisas podem ter no desenvolvimento tecnológico - desde a habilidade de aviões de guerra em aproximarem-se sem serem detectados, passando pelo aumento das capacidades de manobra e terminando numa maior logística dos helicópteros.

Verdadeiramente, "os cientistas acreditam que o controlo de vôo do insecto pode ter aplicações nos novos aviões e novos helicópteros." (2003). É alguma surpresa o facto do primeiro helicóptero alguma vez produzido ter recebido o revelador nome de “Dragonfly” [inglês para "libélula"] ? (“Sikorsky...,” 2003)

Se ninguém considera o helicóptero como um produto do tempo e do acaso, porque é que pessoas minimamente razoáveis acreditam que o insecto, que os cientistas analisam em busca de princípios de vôo superiores, evoluiu por meio das não-inteligentes forças da natureza?

Se a mente humana, com toda a sua complexidade e o seu design inteligente, é necessária para criar a capacidade de vôo (exemplo: aviões), o que é que se pode dizer da Mente que criou a mente humana? Se vários cientistas inteligentes têm que investir vastas quantidades de tempo, energia, intencionalidade, deliberação, conhecimento e análise de modo a descobrir os segredos "dos movimentos eficientes" da libélula, o que é que foi necessário para criar a libélula? "Forças evolutivas" vazias de inteligência, consciência e propósito ? Ridículo.

O tempo e o acaso evolutivo são insuficientes para explicar o maravilhoso design observado nos insectos como a libélula. A melhor explicação para a *origem* deste e de muitos outros sistemas biológicos é a Criação, e a Pessoa melhor colocada para o lugar de Criador é o Deus da Bíblia revelado na Sua Plenitude na Pessoa do Seu Único Filho Jesus Cristo.

"Digno és, Senhor, de receber glória, e honra, e poder;
porque Tu criaste todas as coisas, e por Tua vontade são e foram criadas.
"

Revelação 4:11


Fonte

REFERÊNCIAS:

  • Gold, Lauren (2006), “On the Wings of Dragonflies: Flapping Insect Uses Drag to Carry its Weight, Offering Insight into Intricacies of Flight,” Cornell University Chronicle, February 19, [On-line], URL: http://www.news.cornell.edu/stories/Feb06/AAAS.dragonflies.lg.html.
  • “How Do Things Fly?” (no date), Boeing, [On-line], URL: http://www.boeing.com/compan yoffices/aboutus/wonder_of_flight/dragon.html.
  • “Military Looks to Mimic Dragonflies” (2003), ABC News, June 5, [On-line], URL: http://www.abc.net.au/news/newsitems/200306/s872489.htm.
  • “How Stealthy Insects Outsmart Their Foe” (2003), New Scientist, 2398:26, June 7.
  • “Sikorsky HO2S-1/HO3S-1G ‘Dragonfly’” (2003), USCG Homepage, [On-line], URL: http://www.uscg.mil/hq/g-cp/history/WEBAIRCRAFT/AC_Sikorsky_HO3S.html.


terça-feira, julho 10, 2012

Acrobacias surpreendentes da libélula

Há já muito tempo que se sabe que as libélulas são voadoras exímias. Pesquisas recentes demonstram que elas podem seguir os outros insectos com manobras incrivelmente intricadas que dão a aparência dela estar estacionária em relação ao seu alvo.1

Os olhos compostos dos insectos são bons para detectar o menor movimento 2. Devido a isto, os padrões de vôo devem conter sistemas de controle espantosos. Dar a aparência de estar parado pode ser muito útil para se atacar furtivamente uma presa ou para se fugir dum predador.

Uma reportagem breve contida na New Scientist disse:

As libélulas eclipsam os seus inimigos através de manobras complexas que os pilotos de aviões militares só podem sonhar em imitar . . . . Estas manobras exigem sensores de posição e sistemas de controle extraordinários. 3
O pesquisador, Akiko Mizutani [Centre for Visual Science at the Australian National University - Canberra], disse:
Este tipo de performance é difícil de atingir sem sistemas de medição volumosos. 3
Algumas semanas depois, dois pesquisadores da Universidade de Londres programaram mísseis dum jogo de guerra de computador de forma a que estes imitassem o movimento das manobras de camuflagem das libélulas.

Os mísseis chegaram muito mais perto do alvo antes de serem detectados. Eles usaram um programa de computador de rede neural e o Ministro da Defesa britânico expressou interesse nele. 4

Fonte

* * * * * * *

O que os mais engenhosos designers humanos não conseguem imitar com sistemas de grande dimensão, o Criador da libélula conseguiu programar no pequeno cérebro da mesma. No entanto, e de forma totalmente irracional, os crentes evolucionistas defendem que o cérebro da libélula, bem como as suas espantosas capacidades aerodinâmicas, são o resultado de mutações aleatórias filtradas pela selecção natural durante os mitológicos "milhões de anos".

. . . .

Como é que isto se enquadra no ensino Bíblico de que a morte é o resultado da Queda de Adão? Primeiro: os insectos não são classificados de "vivos" e contendo "alma - tal como o são os vertebrados; a Bíblia nunca os identifica como nephesh chayyāh (נֶפֶשׁ חַיָּה, hebraico para "alma/ criatura vivente).

Segundo: esta capacidade que hoje é usada para a predação poderia ter funções não-predatórias antes da Queda de Adão - por exemplo, para o acasalamento.

Terceiro: esta pode ser uma capacidade que se encontrava latente nas libélulas até que Adão pecou. Uma vez que Deus "chama as coisas que não são como se já fossem" (Romanos 4:17), Deus pode ter programado isto nos genes da libélula desde o princípio, mas só as ter activado depois da Queda.5

Conclusão:

Do ponto de vista Bíblico, as espantosas capacidades da libélula possuem explicação clara, coerente e perfeitamente harmoniosa com os dados científicos. A sofisticação do vôo da libélula, bem como os seus sistemas de controle de navegação integrados no seu pequeno cérebro, claramente apontam para Deus.

Por outro lado, a explicação ateísta humanista naturalista evolucionista não só se encontra em oposição aos dados observáveis - sistemas não inteligentes não conseguem gerar sistemas de vôo com a complexidade da libélula - como se encontra em oposição à Palavra de Quem estava presente quando a libélula surgiu na Terra.

Portanto, os evolucionistas estão em oposição à ciência que dizem acreditar e em oposição a Deus, Que gerou as condições necessárias para o estudo da ciência.

Mas tudo bem. Desde que eles - os evolucionistas - estejam de acordo uns com os outros, não há mal nenhum, certo?

Referências:

  1. Mizutani, A. et al., Motion camouflage in dragonflies, Nature 423(6940):604, 5 June 2003.
  2. E.g. by ingenious programming to measure optic flow—see Sarfati, J., Can it bee? Creation 25(2):44–45, 2003; after Esch, H.E. et al., Honeybee dances communicate distances measured by optic flow, Nature 411(6837):581–583, 31 May 2001.
  3. Anon., How stealthy insects outsmart their foe, New Scientist 178(2398):26, 7 June 2003.
  4. Graham-Rowe, D., You’ll never see it coming ... , New Scientist 178(2401):18–19, 28 June 2003.
  5. See also Batten, D. (Ed.), Sarfati, J. and Wieland, C., The Creation Answers Book, Creation Publishers, Brisbane, Australia; Triune Press, Brisbane, Australia, 1999; and Q&A: Genesis—Curse.


quarta-feira, março 07, 2012

Beleza da criação

Passatempo Fábrica de Letras. Tema do mês de Março: Fotografia

Fonte

segunda-feira, novembro 28, 2011

Libélula "ensina" cientistas

O naturalismo evolutivo pinta-nos a imagem de que a vida nada mais é que um longa colecção de acidentes genéticos que, por sorte, resultaram nos sistemas de vida que hoje se encontram na Terra. Esta visão imaginativa da biosfera destrói o nosso sentimento de admiração em relação à sofisticada engenharia presente no mundo vivo.

Consideremos o vôo, por exemplo. Existem duas versões em relação à sua alegada evolução:

  • Um grupo de evolucionistas sugere que as áves descendem de répteis que aprenderam a voar a partir das árvores. Depois de várias tentativas e erros, o vôo apareceu. Esta interpretação é conhecida no mundo evolutivo como "arbórea".
  • Outros evolucionistas, no entanto, defendem religiosamente que alguns répteis desenvolveram asas não para voar mas sim para perseguir insectos. Esta interpretação tem o nome de "cursorial".

Apesar de ambas as versões evolutivas serem cientificamente deficientes - como seria de esperar - os argumentos que os defensores da posição cursorial levantam contra a interpretação arbórea são, na sua maioria, válidos, tal como os argumentos levantados pelos defensores da interpretação arbórea contra a visão cursorial o são.

Mas pior que fornecer "explicações" que nada explicam em relação à origem dos sistemas biológicos, o naturalismo evolutivo não explica o porquê de grande parte do nosso conhecimento em torno da aerodinâmica vir do estudo das áves.

Se a biosfera é o resultado de uma longa série de acidentes não-inteligentes, qual é a origem da inteligência embutida nas formas de vida? Será que forças não-inteligentes têm a capacidade de gerar sistemas com inteligência ?

Para além da total ausência de explicação evolutiva cientificamente válida para o aparecimento de apenas um sistema de vôo, os evolucionistas têm, adicionalmente, que explicar o aparecimento das várias formas de vôo presentes no mundo vivo.

Os cientistas têm aprendido muitos segredos aerodinâmicos devido ao estudo que fazem do vôo da libélula.

Os nossos melhores engenhos de elevada performance mal podem-se erigir do chão, mas a libélula pode levantar até 15 vezes o seu peso.

Segundo se sabe, isto deve-se ao facto das asas da libélula estarem construídas de modo a gerar turbilhões sobre as superfícies onde elas se encontram.

Estes turbilhões são o segredo por trás da sua incrível capacidade de elevação.


Estão-se a desenvolver planos para se aplicar este método nos equipamentos de vôo por nós construídos.

Conclusão:

Para além de ser uma evidência devastadora contra a teoria da evolução, a excelência do design presente na natureza claramente aponta para Um Criador Inteligente.

Forças não inteligentes não conseguem gerar sistemas de vôo. Se os militantes evolucionistas acham que sim, então é a sua função fornecer algum tipo de evidência em suporte dessa posição - para além do clássico "se existe, é porque evoluiu".

Deus merece toda a Glória e louvor por 1) ter construído sistemas de vôo tão espantosos e 2) ter dado ao homem a capacidade de entender a Sua Criação.

Levantai ao alto os vossos olhos, e vede Quem criou estas coisas, Quem produz por conta o seu exército, Quem a todas chama pelos seus nomes
Isaías 40:26


"Dragonfly model for future wings." Science Digest, Mar. 1984. p. 87.

sábado, outubro 29, 2011

Olhos da libélula demasiado complexos para terem evoluído

As libélulas voam com habilidade surpreendente à medida que evitam os obstáculos e caçam outros insectos voadores. Isto é possível devido a forma precisa que os seus olhos lhes permite entender o meio que as rodeia.

De facto, os artrópodes como as libélulas e os camarões possuem alguns dos melhores equipamentos ópticos do mundo (Thomas, B. Shrimp Eye May Inspire New DVD Technology. ICR News. Posted on icr.org November 4).

Se estes avançados sistemas visuais fossem o resultado de milhões de anos de tentativa-e-erro, como defendido pelos crentes evolucionistas, seria de esperar encontrar algum tipo de progressão simples-para-complicado no registo fóssil. No entanto, o que os dados nos mostram são olhos complexos e avançados presentes em camadas geológicas que os evolucionistas acreditam serem as mais antigas.

Na Kangooroo Island (Austrália) foram descobertos olhos complexos entre os fósseis do Período Câmbrico - demasiado cedo para se ajustar à mitologia evolucionista. Os olhos possuem indentações que são análogas aos traços superficiais dos olhos dos artrópodes modernos.

Olhos compostos como estes possuem muitas linhas de unidades conhecidas como omatídeos, cada uma com a sua própria lente. Numa reportagem publicada na Nature, os autores do estudo afirmaram:

Estas lentes não só são muito numerosas e largas, como estão dispostas de forma hexagonal em arranjos de seis em seis: este é o sistema mais denso e mais eficiente de arrumação.
(Lee, M. S. Y. et al. 2011. Modern optics in exceptionally preserved eyes of Early Cambrian arthropods from Australia. Nature. 474 (7353): 631-634.)
Um vídeo online da Universidade de Adelaide descreveu os olhos câmbricos como "surpreendentemente avançados em muitos aspectos. Isto mostra que as criaturas primitivas evoluíram rapidamente uma visão poderosa durante a 'Explosão Câmbrica'".


Esta "explosão" refere-se ao aparecimento súbito dos representantes de todos os filos animais (existentes ou extintos) na camada fóssil mais baixa das rochas Câmbricas - aquelas que os evolucionistas religiosamente insistem que foram depositadas há mais de 500 milhões de anos atrás.

Mas será que estes dados demonstram "rápida evolução"?

O composto óptico que os pesquisadores analisaram - os mais avançados descobertos até hoje nos fósseis Câmbricos -possuíam mais de 3,000 lentes. Os mesmos foram comparados com os olhos do "robber fly". Este insecto possui uma visão detectora de movimento excelente, o que lhe permite caçar em pleno vôo. Os autores do estudo afirmaram:

Estes novos fósseis revelam que alguns dos mais antigos artrópodes haviam já adquirido sistemas de visão similares aos sistemas de visão dos actuais insectos, sublinhando a velocidade e a magnitude da inovação evolutiva que ocorreu durante a Explosão Câmbrica.
(Lee, M. S. Y. et al. 2011. Modern optics in exceptionally preserved eyes of Early Cambrian arthropods from Australia. Nature. 474)
Uma observação estritamente científica (vazia de interpretações evolutivas) mostra apenas que estes fósseis de artrópodes possuíam olhos totalmente desenvolvidos análogos aos olhos dos artrópodes ainda existentes. Declarações como "antigos artrópodes" e "inovação evolutiva" não são científicas uma vez que derivam da visão evolutiva da Biologia e da História -- e não dos dados fósseis.

Este avançado sistema tecnológico óptico nunca poderia vir a existir sem Um Criador Inteligente (Deus). Design técnico é sempre o efeito de técnicos de design.

Mas mesmo que estes olhos pudessem ser aleatoriamente especificados, dentro da linha temporal evolutiva não há tempo suficiente para eles se desenvolverem. Alegadamente, a evolução inovou os olhos compostos num período de apenas 30 milhões de anos (desde a altura em que os evolucionistas pensam que a vida surgiu - 542 milhões de anos atrás - até à data atribuída a este fóssil - 521 milhões de anos).

Quantidades enormes de informação codificada são necessários para construir estes olhos compostas. Para além disso, cada parcela de informação genética supostamente apareceu devido a mutações fortuitas.

O problema é que, de acordo com os cálculos levados a cabo por evolucionistas, 216 milhões de anos seriam necessários só para adquirir duas mutações coordenadas - pelo menos nos seres humanos (Durrett, R. and D. Schmidt. 2008. Waiting for Two Mutations: With Applications to Regulatory Sequence Evolution and the Limits of Darwinian Evolution. Genetics. 180 (3): 1501-1509).

Os olhos compostos necessitam de milhares de mutações coordenadas em apenas 30 milhões de anos. Essencialmente, os evolucionistas refutam a sua próprio história.

Conclusão:

A hipótese que defende que estes sistemas ópticos são o resultado de "inovação evolutiva" é claramente falsa. A única alternativa viável é que os mesmos foram criados.

Olhos com elevado estado de sofisticação nos fósseis Câmbricos não são surpresa alguma para aquele que acredita Naquele em Quem "estão escondidos todos os tesouros da sabedoria e da ciência" (Colossenses 2:3).

Uma vez que Ele "falou, e tudo se fez; mandou, e logo tudo apareceu" (Salmo 33:9), faz todo o sentido que os animais apareçam no registo fóssil totalmente funcionais e operacionais - sem registo algum dum mitológico "passado evolutivo" por trás de si.

Pode ser que num futuro próximo os evolucionistas se coloquem do lado da ciência e abandonem os delírios de Darwin. Até lá, a função dos Cristãos é anunciar as "grandezas de Deus" (Actos 2:11) "a tempo e fora de tempo" (2 Timóteo 4:2).


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